Código de Conduta Ética da CBVL
|
|
|
- Maria Eduarda Cabral da Mota
- 9 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 Código de Conduta Ética da CBVL Capítulo I Dos Fundamentos Éticos Art. 1º O Código de Conduta e Ética da Confederação Brasileira de Voo Livre define os princípios de conduta que devem pautar as atividades esportivas e administrativas da entidade; Art. 2º As regras magnas contidas no Código representam os valores e princípios da CBVL como entidade máxima de representação do Voo Livre no Brasil; Art. 3º O Código tem o objetivo de enfatizar os ideais de dignidade e o espírito de cooperação, que devem caracterizar a conduta de todos os que fazem parte da comunidade do Voo Livre no País; Art. 4º Os membros da grande comunidade do Voo Livre no Brasil, da qual fazem parte dirigentes, organizadores, pilotos, monitores, instrutores e colaboradores, e terceiros envolvidos direta ou indiretamente na atividade, têm o compromisso de pautar suas atitudes de acordo com os seguintes princípios éticos: I - Cumprir e zelar pelo cumprimento do Estatuto da Confederação Brasileira de Voo Livre, reconhecendo e apoiando os objetivos, políticas e normas da entidade; II - Conhecer, cumprir e zelar pela aplicação das regras, normas e regulamentos que disciplinam a prática do Voo Livre, tanto no âmbito nacional quanto internacional; III - Objetivar à conquista da vitória como o justo reconhecimento do melhor desempenho, respeitando-se rigorosamente as regras, normas e regulamentos de cada modalidade do Voo Livre; IV - Observar, em toda e qualquer situação, o respeito e a consideração por dirigentes, organizadores, pilotos, monitores, instrutores, terceiros, oponentes, colaboradores e ao público, de modo a prevalecerem os princípios do Direito e da Justiça; V - Defender a permanente valorização do Voo Livre, tendo em vista o aprimoramento técnico, o melhor desempenho esportivo e o princípio de fraternidade entre os aficionados e as entidades congêneres; VI - Acatar e cumprir com seriedade as sanções aplicadas dentro do espírito das
2 leis, normas e regulamentos disciplinares da modalidade esportiva do Voo Livre; VII - Reprimir a violência na atividade e valorizar a justa competição, em todas as ocasiões e formas de manifestação; VIII - Prevenir e desencorajar demonstrações de racismo no esporte, tendo em conta o respeito às etnias, aos símbolos nacionais e o estimulo à confraternização da humanidade; IX - Coibir e impedir o uso de qualquer tipo de droga ou estimulantes químicos desautorizados, de modo a preservar o princípio universal da integridade física e mental do indivíduo ; X - Rejeitar e rechaçar a corrupção de qualquer natureza, assegurando a honestidade e a dignidade no âmbito do esporte. Capítulo II Das Normas de Conduta Art. 5º Os princípios estabelecidos pelo Código de Ética Esportiva são especificados através das Normas de Conduta a seguir enumeradas, as quais devem ser fielmente cumpridas por dirigentes, organizadores, pilotos, monitores, instrutores e colaboradores, e terceiros vinculados à Confederação Brasileira de Voo Livre, direta ou indiretamente. Art. 6º As normas de conduta determinam as responsabilidades e os deveres que devem ser assumidos nas diferentes áreas de atuação esportiva, além dos diversos níveis da organização e da administração da Confederação Brasileira de Voo Livre. Das Responsabilidades e Deveres de Dirigentes da CBVL, das Federações Estaduais e dos Clubes: Art. 7º Conhecer, cumprir e aplicar as leis, os regulamentos e as normas que disciplinam a prática do Voo Livre, tanto no país como no exterior; Art. 8º Concentrar toda a iniciativa e o empenho da entidade no sentido da promoção dos legítimos interesses do Voo Livre, dentro dos parâmetros da transparência e honestidade, dignificando o esporte; Art. 9º Estabelecer a estrita cooperação entre Federações, entidades congêneres, clubes, governos, patrocinadores e investidores, mantendo laços de respeito e consideração e destacando a importância do esporte para o desenvolvimento social;
3 Art. 10º Estreitar e manter as relações com os meios de comunicação, de modo a assegurar a desejável integridade e objetividade de todas as entidades ligadas ao Voo Livre, além de valorizar o conceito do esporte perante à opinião pública; Art. 11º Na eventualidade de ocorrências que envolvam ou comprometam a imagem da CBVL, os dirigentes deverão manter a necessária unidade, agindo de forma rápida, clara e equilibrada para o imediato restabelecimento da verdade dos fatos e da preservação do conceito da entidade e do esporte; Art. 12º Evitar acordos ou compromissos de natureza contratual, sem que haja o necessário respaldo formal da entidade à qual estejam vinculados; Art. 13º Tomar todas as providências cabíveis para garantir a segurança nos locais de realização dos eventos e competições, considerando prioritariamente o bem estar de todos os envolvidos nos eventos esportivos; Art. 14º Manter conduta ilibada à frente da entidade à qual se vincula, evitando o envolvimento em ações que possam desabonar a própria credibilidade e comprometer a imagem da CBVL e das Federações vinculadas; Art. 15º Prevenir e impedir, individual ou coletivamente, através de todos os meios disponíveis, o uso de entorpecentes ou estimulantes químicos desautorizados, no âmbito da prática do Voo Livre; Art. 16º Extinguir o racismo, em suas diferentes manifestações, em todos os tipos de competições e modalidades do Voo Livre, apoiando iniciativas de mesmo cunho no País e no exterior; Art. 17º Reprimir atos de violência que comprometam a integridade física e moral dos praticantes do Voo Livre, assegurando uma imagem positiva do esporte e projetando tal opinião para os demais setores da sociedade; Art.18º Combater energicamente todos os atos que possam desmoralizar ou desacreditar o bom nome da entidade e dos que atuam no ambiente do Voo Livre; Art. 19º Investir no aprimoramento profissional dos que atuam nas entidades que administram o Voo Livre, mantendo-os capacitados em práticas atuais de gestão para a atividade; Dos Deveres e Responsabilidades dos Associados:
4 Art. 20º Tratar com respeito e consideração Instrutores, colaboradores e dirigentes nos momentos das punições, fazendo cumprir estritamente as Norma Regulamentar e evitando humilhações; Art. 21º Respeitar o público em toda e qualquer situação, atuando de maneira isenta e imparcial, mantendo um ambiente sadio nos sitios de voo; Art. 22º Evitar declarações que gerem polêmicas através da mídia e prejudiquem imagem do quadro de Pilotos, Instrutores, colaboradores e Dirigentes da CBVL e demais Federações e Clubes; Art. 23º Coibir e desencorajar, no âmbito de suas influências como profissionais e cidadãos, o emprego de drogas ou estimulantes químicos desautorizados, cooperando com os esforços gerais nesse sentido. Dos Deveres e Responsabilidades dos Pilotos Art. 24º Dedicar-se ao condicionamento físico e ao aprimoramento técnico, estando qualificados para alcançar o prática segura do esporte; Art. 25º Conhecer plenamente, valorizar e cumprir rigorosamente as leis, regulamentos e normas oficiais da modalidade, tanto na prática comum como em competições realizadas no País como no exterior; Art. 26º Pilotar com segurança, acatando as orientações dos instrutores, dos colaboradores e tratando os outros associados com respeito e consideração, além de evitar ofender o público presente nos sitio de voo; Art. 27º Defender os interesses do Voo Livre, em particular, e das atividades esportivas, de modo geral, com especial ênfase aos valores, práticas e interesses de superação que devem nortear a conduta do esportista; Art. 28º Rejeitar com energia qualquer tendência ou manifestação de violência, racismo, uso de drogas, estimulantes químicos desautorizados, corrupção passiva ou ativa, dentro ou fora âmbito esportivo; Art.29º Acatar com disciplina e postura equilibrada a eventual punição regulamentar, manifestando-se com serenidade, através dos meios legais, em caso de discordância; Art. 30º No relacionamento com os meios de comunicação, manifestar opiniões de modo responsável, equilibrado e coerente aos princípios e interesses do clube que representar e das entidades esportivas às quais se vinculam;
5 Dos Deveres e Responsabilidades dos Instrutores: Art. 31º Cumprir suas atividades com profissionalismo, competência e dedicação, tendo em vista a segurança de modo a garantir as mais perfeitas condições dos pilotos; Art. 32º Cumprir e fazer cumprir com rigor as leis, regulamentos e em especial a Norma Regulamentar que disciplina o esporte tanto no País como no exterior; Art. 33º Orientar com firmeza os pilotos, durante treinos e aulas, para que pratiquem com segurança, acatando as normas dos Clubes, das Federações e da Confederação, colaboradores, e ao mesmo tempo manter o respeito aos colegas e ao público que prestigia o esporte; Art. 34º Esclarecer e orientar os alunos e pilotos no sentido de manter disciplina e equilíbrio emocional, bem como na análise das condições meteorológicas; Art. 35º Nos contatos com os meios de comunicação, manter a necessária clareza, objetividade e ponderação, assegurando a coerência com os princípios e os interesses defendidos pelo clube, federação e ABVL/CBVL e ressaltando o trabalho das entidades relativo a segurança e trafego aéreo; Do Deveres e Responsabilidades dos Colaboradores e Funcionários: Art. 36º Os especialistas e funcionários que colaboram nas práticas do Voo Livre, atuando nas diferentes tarefas de apoio, devem realizar suas funções com responsabilidade, eficiência e dedicação, de modo a garantir o bom desempenho dos clubes, das federações e da ABVL/CBVL; Art. 37º No nível de suas atribuições; devem cumprir e fazer cumprir a legislação, as normas e os regulamentos que disciplinam a boa prática da administração do Voo Livre; Art. 38º Auxiliar nas ações de seus superiores, de modo a preservar e validar os princípios, práticas e interesses dos clubes, federações e Associação; Art. 39º Colaborar na execução e administração do Voo Livre, evitando atitudes de violência, racismo, uso de drogas e de estimulantes químicos desautorizados ou manifestações de corrupção, ativa ou passiva, que comprometam a probidade das Federações, dos clubes e da modalidade esportiva a que estão vinculados;
CÓDIGO DE ÉTICA E CONDUTA
CÓDIGO DE ÉTICA E CONDUTA Capítulo I Dos Fundamentos Éticos Art. 1º O Código de Ética da Confederação Brasileira de Desportos no Gelo define os princípios de conduta que devem pautar as atividades esportivas
CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE RUGBY. CÓDIGO DE ÉTICA E CONDUTA CBRu
CÓDIGO DE ÉTICA E CONDUTA CBRu ÍNDICE INTRODUÇÃO... 2 CAPÍTULO I... 3 DOS FUNDAMENTOS ÉTICOS... 3 CAPÍTULO II... 4 DAS NORMAS DE CONDUTA... 4 CAPÍTULO III... 5 DOS DIRIGENTES DA CBRU, DAS FEDERAÇÕES E
CÓDIGO DE ÉTICA PARA PATINAÇÃO ARTÍSTICA
CÓDIGO DE ÉTICA PARA PATINAÇÃO ARTÍSTICA CÓDIGO DE ÉTICA PARA PATINAÇÃO ARTÍSTICA Dos Fundamentos Éticos ARTIGO 1º - O Código de Ética da Confederação Brasileira de Hóquei e Patinação define os princípios
Código de Ética da CBWKC
Código de Ética da CBWKC Capítulo I Dos Fundamentos Éticos Art. 1º O Código de Ética da Confederação Brasileira de Wushu e Kuoshu Chinês define os princípios de conduta que devem pautar as atividades e
REGRAS GERAIS DE COMPORTAMENTO E ÉTICA
REGRAS GERAIS DE COMPORTAMENTO E ÉTICA Artigo 1.º Relativo aos Pais dos Atletas de escalões Jovens (idades até aos 10 anos) 1.- Deve aceitar com agrado qualquer resultado da prova desportiva, procurando
DEONTOLOGIA POLICIAL. Código Deontológico do Serviço Policial
ESCOLA PRÁTICA DE POLÍCIA DEONTOLOGIA POLICIAL 2 - Como zeladores pelo cumprimento da lei, os membros das forças de segurança cultivam e promovem os valores do humanismo, justiça, integridade, honra, dignidade,
CÓDIGO DE CONDUTA DO GABINETE DE PLANEAMENTO E POLÍTICAS
CÓDIGO DE CONDUTA DO GABINETE DE PLANEAMENTO E POLÍTICAS ABRIL 2010 Código de Conduta do GPP 1. Enquadramento 2 2. Princípios gerais 2 2.1. Igualdade de tratamento e não discriminação 2 2.2. Diligência,
Código de Conduta Operador da Rede Nacional de Transporte de Gás Natural. Edição: 1 Data:
Código de Conduta Operador da Rede Nacional de Transporte de Gás Natural Edição: 1 Data: 20.04.2011 O Operador da Rede Nacional de Transporte de Gás Natural é a entidade concessionária da Rede Nacional
Código de Ética e Condita do PO CH. Agosto Programa Operacional Capital Humano
Código de Ética e Condita do PO CH Agosto 2015 CÓDIGO DE ÉTICA E CONDUTA DO PROGRAMA OPERACIONAL CAPITAL HUMANO 1. DEFINIÇÃO O Código de Ética do PO CH é o instrumento no qual se inscrevem os valores e
CÓDIGO de CONDUTA. Operador da Rede Nacional de Transporte de Energia Eléctrica. Edição: 1 Data:
CÓDIGO de CONDUTA do Operador da Rede Nacional de Transporte de Energia Eléctrica O Operador da Rede Nacional de Transporte de Energia Eléctrica é a entidade concessionária da Rede Nacional de Transporte
CÓDIGO DE CONDUTA FUNDAÇÃO DR. AGOSTINHO ALBANO DE ALMEIDA
CÓDIGO DE CONDUTA FUNDAÇÃO DR. AGOSTINHO ALBANO DE ALMEIDA (Aprovado em reunião do Conselho de Administração de 25/06/2014) INTRODUÇÃO A Fundação Dr. Agostinho Albano de Almeida (doravante designada «Fundação»),
CÓDIGO DE ÉTICA E CONDUTA DO MUNICÍPIO DE SALVATERRA DE MAGOS
CÓDIGO DE ÉTICA E CONDUTA DO MUNICÍPIO DE SALVATERRA DE MAGOS 1 ÍNDICE Siglas... 3 1.Introdução... 4 2.Objeto... 4 3. Âmbito de aplicação... 4 4. Princípios gerais... 4 5. Princípios básicos.7 6. Disposições
CÓDIGO DE ÉTICA E DE CONDUTA
INSTITUTO DE FORMAÇÃO BANCÁRIA DE MOÇAMBIQUE CÓDIGO DE ÉTICA E DE CONDUTA Preâmbulo 0 IFBM, atento à importância da actividade de formação técnica e profissional dos cidadãos, reconhecendo a necessidade
Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional de Lisboa e Vale do Tejo. Código de Ética e Conduta Profissional da CCDR-LVT
Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional de Lisboa e Vale do Tejo Código de Ética e Conduta Profissional Agosto 2009 Código de Ética e Conduta Profissional Um Código de Ética e Conduta Profissional
CÓDIGO DE ÉTICA E CONDUTA
CÓDIGO DE ÉTICA E CONDUTA Preâmbulo Os princípios da prossecução do interesse público, da legalidade, da justiça e da imparcialidade, da igualdade, da proporcionalidade, da colaboração e boa fé, da informação
CÓDIGO DE ÉTICA. Página 1 8
CÓDIGO DE ÉTICA Página 1 8 1. INTRODUÇÃO 3 2. ÂMBITO DE APLICAÇÃO 3 3. MISSÃO 3 4. LEGISLAÇÃO E ÉTICA 3 5. VALORES FUNDAMENTAIS 4 5.1 Serviço Público 4 5.2 Legalidade 4 5.3 Igualdade, Justiça, Imparcialidade
CÓDIGO DE ÉTICA 1. MENSAGEM DO CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO
CÓDIGO DE ÉTICA 1. MENSAGEM DO CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO O ISQ sendo hoje uma grande organização, com larga implantação nacional e uma presença estabelecida internacionalmente, é fundamental que caracterizemos
Capital Estatuário: ,00 Euros - NUIMPC CÓDIGO DE ÉTICA
CÓDIGO DE ÉTICA 1 Índice 1. Introdução... 3 2. Âmbito de aplicação... 3 3. Princípios de actuação da SPMS, EPE... 4 3.1. Legalidade... 4 3.2. Não discriminação, igualdade de tratamento e imparcialidade...
CÓDIGO DE ÉTICA E DE CONDUTA
CÓDIGO DE ÉTICA E DE CONDUTA 1 Objetivos do Código de Ética A Câmara Municipal de Cascais está motivada em criar todas as condições necessárias para que os seus colaboradores desenvolvam as suas funções
POLÍTICA DE PATROCÍNIOS DAS EMPRESAS ELETROBRAS
POLÍTICA DE PATROCÍNIOS DAS EMPRESAS ELETROBRAS Versão 3.0 06/02/2017 Sumário 1 Objetivo... 3 2 Conceito... 3 3 Princípios... 3 4 Diretrizes... 4 4.1 Áreas de atuação... 4 4.2 Restrições... 5 4.3 Modalidades
CÓDIGO DE ÉTICA. Capítulo I DOS FUNDAMENTOS ÉTICOS
CÓDIGO DE ÉTICA Capítulo I DOS FUNDAMENTOS ÉTICOS Art. 1º O Código de Ética da Confederação Brasileira de Judô (CBJ) define os princípios de conduta que devem pautar as atividades esportivas e administrativas
MANUAL DE CONDUTA ÉTICA E CONDUTA EMPRESARIAL
E CONDUTA EMPRESARIAL R WEM EQUIPAMENTOS ELETRÔNICOS LTDA. Página 2 de 9 Ciente de sua responsabilidade como fabricante de produtos médicos, a WEM divulga seu manual de conduta ética e conduta empresarial.
MANUAL DE CONTROLES INTERNOS CÓDIGOS DE ÉTICA E CONDUTA PROFISSIONAL
4 Códigos de Ética e Conduta Profissional 4.1 - Apresentação O presente código de ética e de conduta profissional estabelece padrões de comportamento e de valores que devem ser seguidos, os quais estão
Regulamento Específico OlimpiArqui 2016
Regulamento Específico OlimpiArqui 2016 TÍTULO I CAPÍTULO I DA FINALIDADE DO EVENTO Art. 1º. A competição tem por finalidade fazer o congraçamento de todos os alunos e colaboradores do Colégio Arquidiocesano.
Código de Ética e Conduta Profissional
Versão: IV Data da Publicação: 09/03/2016 Data da Vigência: 01/06/2018 Última Revisão: Maio 2018 1. Objetivo: O Código formaliza as diretrizes de ética e conduta profissional. 2. A quem se aplica o Código:
CÓDIGO DE CONDUTA DA MULTIPLAN EMPREENDIMENTOS IMOBILIÁRIOS S.A.
CÓDIGO DE CONDUTA DA MULTIPLAN EMPREENDIMENTOS IMOBILIÁRIOS S.A. O presente Código de Conduta da Multiplan Empreendimentos Imobiliários S.A. (a Companhia ), visa a cumprir com as disposições do Regulamento
POLÍTICA DE PATROCÍNIOS DAS EMPRESAS ELETROBRAS. Política de Patrocínios das Empresas Eletrobras
Política de Patrocínios das Empresas Eletrobras Versão 2.0 19/05/2014 1 Sumário 1. Objetivo... 3 2. Conceito de Patrocínio... 3 3. Princípios... 3 4. Diretrizes... 4 4.1. Áreas de atuação... 4 4.2. Restrições...
Código de Ética e de Conduta
Código de Ética e de Conduta 0 Ponta Delgada, 21 de março de 2018 Preâmbulo A Sociedade para o Desenvolvimento Empresarial dos Açores, adiante abreviadamente designada por SDEA, EPER, é uma pessoa coletiva
E NORMAS DE CONDUTA GABINETE DE AUDITORIA INTERNA (GAI)
CÓDIGO de ÉTICA E NORMAS DE CONDUTA GABINETE DE AUDITORIA INTERNA (GAI) «Para um serviço de excelência» 2015 INTRODUÇÃO O presente Código de Ética do Gabinete de Auditoria Interna (GAI) da Direção-Geral
CÂMARA MUNICIPAL DO FUNDÃO. Código de Ética e Conduta
CÂMARA MUNICIPAL DO FUNDÃO Código de Ética e Conduta Índice 1. Introdução --------------------------------------------------------------------------------------------------2 2. Objeto--------------------------------------------------------------------------------------------------------3
Código de Ética e Conduta
Código de Ética e Conduta Versão I 17-10-2016 Índice 1. Enquadramento ------------------------------------------------------------------------------- 3 2. Missão -------------------------------------------------------------------------------------------
CÓDIGO DE ÉTICA FAÇOPAC Sociedade de Previdência Privada
INTRODUÇÃO Está entre os objetivos da mais representativos, manter a imagem de Entidade sólida e confiável. Nossa ação deve ser sempre marcada pela integridade, confiança e lealdade, bem como pelo respeito
CÓDIGO DE CONDUTA DOS TRABALHADORES
CÓDIGO DE CONDUTA DOS TRABALHADORES DA SECRETARIA-GERAL DO MF Índice Introdução 2 I - Âmbito 3 II Objectivos 3 III - Princípios Gerais 4 IV - Relações Internas e Externas 6 V Vigência, Publicidade e Revisão
CENTRO HOSPITALAR E UNIVERSITÁRIO DE COIMBRA, E.P"+ Código de Ética./t'.l./j L~ Preâmbulo ~ t~ ; C>
~o-jt1 CENTRO HOSPITALAR E UNIVERSITÁRIO DE COIMBRA, E.P"+ Código de Ética./t'.l./j L~ Preâmbulo ~ t~ ; C> o Centro Hospitalar e Universitário de Coimbra, E.P.E., adiante designado por CHUC, EPE, criado
Termo de Compromisso - Compliance
Termo de Compromisso - Compliance Código de Conduta A seguir estão registradas as Condutas Adequadas e Inadequadas definidas e recomendadas pela Reta Engenharia a todos os seus stakeholders. Este Código
A BECKER DIREITO EMPRESARIAL é um escritório de advocacia fundado em 1998, presente na lista das 500 mais admirados do Brasil, reconhecido por sua
CÓDIGO DE CONDUTA 2 A BECKER DIREITO EMPRESARIAL é um escritório de advocacia fundado em 1998, presente na lista das 500 mais admirados do Brasil, reconhecido por sua visão empresarial, conhecimento técnico-jurídico
ESTADO DE ALAGOAS MUNICÍPIO DE PENEDO GABINETE DO PREFEITO DECRETO MUNICIPAL Nº 596/2018.
DECRETO MUNICIPAL Nº 596/2018. DISPÕE SOBRE O REGULAMENTO DA GUARDA PATRIMONIAL DE PENEDO, ALAGOAS. O PREFEITO MUNICIPAL DE PENEDO, Estado de Alagoas, no uso de suas atribuições legais e com fundamento
CÓDIGO DE ÉTICA. Senac-RS
CÓDIGO DE ÉTICA Senac-RS APRESENTAÇÃO Reconhecida como uma das maiores instituições de ensino profissionalizante do país, o Senac-RS adota uma postura clara e transparente no que diz respeito aos objetivos
DECLARAÇÃO DE COMPROMISSO SOBRE OS DIREITOS HUMANOS
DECLARAÇÃO DE COMPROMISSO SOBRE OS DIREITOS HUMANOS 1. OBJETIVO Este documento expressa respeito da FLEX aos Direitos Humanos. Tem como objetivo estabelecer princípios dos atos e comportamentos junto a
OBJETIVO DESTINATÁRIOS COMO AGIR MANUTENÇÃO DO CÓDIGO. CONDUTA DA EMPRESA Geral. Legalidade
CÓDIGO DE CONDUTA 1 Sumário OBJETIVO... 3 DESTINATÁRIOS... 3 COMO AGIR... 3 MANUTENÇÃO DO CÓDIGO... 3 CONDUTA DA EMPRESA... 3 Geral... 3 Legalidade... 3 Contratações... 4 Parceiros... 4 Fornecedores...
MANUAL de GOVERNANÇA CORPORATIVA
MANUAL de GOVERNANÇA CORPORATIVA I OBJETIVO... 3 II MISSÃO... 5 III PRINCÍPIOS BÁSICOS... 7 IV COMPROMISSO... 9 V CONTROLES INTERNOS... 11 VI COMPLIANCE... 13 VII AGENTES DE GOVERNANÇA... 15 VIII LEGISLAÇÃO
FUNDAÇÃO AGA KHAN PORTUGAL CÓDIGO DE CONDUTA
FUNDAÇÃO AGA KHAN PORTUGAL CÓDIGO DE CONDUTA ÍNDICE 1. Introdução... 3 2. Missão... 3 3. Principais objetivos... 3 4. Legalidade... 4 5. Governação... 4 6. Principais regras de conduta... 4 7. Transparência...
Código de Ética COMPREV
Código de Ética COMPREV ÍNDICE CAPÍTULO I Dos Fundamentos 01. Apresentação 02. Missão 03. Objetivo 04. Abrangência 05. Princípios Gerais CAPÍTULO II Das Normas de Conduta e Relacionamento 06. Regras Gerais
Unidade de Recursos Humanos
2016 1 CODIGO DE ÉTICA E CONDUTA 2016 INTRODUÇÃO O presente tem como objectivo, não só estar em consonância com a alínea a) do ponto 3 da Recomendação do Conselho de Prevenção da Corrupção de 7 de Novembro
CÓDIGO CONDUTA CENTRO SOCIAL DO TOURIGO - IPSS
CÓDIGO CONDUTA CENTRO SOCIAL DO TOURIGO - IPSS O presente código de conduta estabelece o conjunto de princípios e valores em matéria de ética profissional a observar por todos os colaboradores Do Centro
Lei Nº 4749 de 03 de janeiro de 2007 de São Luis
Lei Nº 4749 de 03 de janeiro de 2007 de São Luis O PREFEITO DE SÃO LUÍS, Capital do Estado do Maranhão. Faço saber a todos os seus habitantes que a Câmara Municipal de São Luís decreta e eu sanciono a
CÓDIGO DE CONDUTA PARA O PROFISSIONAL CERTIFICADO ICSS
CÓDIGO DE CONDUTA PARA O PROFISSIONAL CERTIFICADO ICSS 1 INTRODUÇÃO 1. Estas regras foram aprovadas pelo Conselho Diretor do ICSS Instituto de Certificação dos Profissionais da Seguridade Social com o
MANUAL DE GOVERNANÇA CORPORATIVA DA REFER
MANUAL DE GOVERNANÇA CORPORATIVA DA REFER 1. Apresentação A Fundação Rede Ferroviária de Seguridade Social - REFER, Entidade Fechada de Previdência Complementar - EFPC, tem por finalidade atuar direcionada
Autoria: Direção-Geral dos Estabelecimentos Escolares (DGEstE) Edição: Direção-Geral dos Estabelecimentos Escolares (DGEstE)
CÓDIGO DE CONDUTA FICHA TÉCNICA Titulo: Código de Conduta Autoria: () Edição: () Morada: Praça de Alvalade, nº 12 Telefone.: 218 433 900 e-mail: [email protected] URL: https://www.dgeste.mec.pt
Código de Conduta e Ética
Código de Conduta e Ética ÉDYE LTDA 55 11 22298031 Capítulo I - Esfera de Aplicação Capítulo II - Princípios Gerais Capítulo III - Relacionamento com o exterior Capítulo IV - Relações Internas Capítulo
FUNDAÇÃO SANTA MARIA DA SILVA CÓDIGO DE CONDUTA. As fundações são instituições privadas sem fins lucrativos que visam contribuir
FUNDAÇÃO SANTA MARIA DA SILVA CÓDIGO DE CONDUTA As fundações são instituições privadas sem fins lucrativos que visam contribuir para o bem comum, para o desenvolvimento sustentável e para a promoção de
CÓDIGO DE ÉTICA E CONDUTA DA PROSYS ENGENHARIA
CÓDIGO DE ÉTICA E CONDUTA DA PROSYS ENGENHARIA Página 1 de 7 Código: PA05-IT01-A Data: 31/03/2016 Elaboração: Cibele de Souza (Analista Administrativo) Assinatura: Aprovação: Alexandre Zamith (Diretor
CÓDIGO DE CONDUTA SOLART
CÓDIGO DE CONDUTA SOLART CÓDIGO DE CONDUTA SOLART INDICE Mensagem da Direção 1. Âmbito de Aplicação 2. Politica de Responsabilidade Social 3. Princípios de Ética e Conduta Empresariais 4. Divulgação do
