Exames 2008 Ensino Básico e Secundário

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Exames 2008 Ensino Básico e Secundário"

Transcrição

1 Exames 2008 Ensino Básico e Secundário Área de escolas Utilizador jne Password jne_2006 Abril/Maio

2 EXAMES NACIONAIS ENSINO BÁSICO 2

3 Exames Nacionais Ensino Básico 2008 Exames nacionais obrigatórios no 3.º ciclo Disciplinas 1.ª chamada 2.ª chamada Língua Portuguesa 18 de Junho 26 de Junho Matemática 20 de Junho 27 de Junho A não realização de uma das provas, implica a não a provação no 3.º ciclo 3

4 Exames Nacionais Ensino Básico 2008 Estão dispensados do exames nacionais do 3.º ciclo os alunos que se encontrem numa das seguintes situações Estejam a frequentar ou tenham concluído um curso de Educação e Formação de nível II; Estejam abrangidos pelo Despacho n.º 1/2006,de 6 de Janeiro; Sejam oriundos de países estrangeiros de língua oficial não portuguesa e tenham ingressado no sistema educativo português no ano lectivo correspondente ao da realização dos exames nacionais ou no ano lectivo imediatamente anterior; Estejam integrados em famílias de profissionais itinerantes; Tenham concluído cursos de nível II no âmbito do Sistema de Aprendizagem; Estejam a frequentar ou tenham concluído, nos termos da legislação aplicável, o ensino básico recorrente, um curso de educação formação de adultos ou hajam concluído um processo de RVCC, ao nível do 3.º ciclo do ensino básico. Estes alunos, caso pretendam prosseguir estes de nível secundário em cursos cientifico humanísticos, na modalidade de ensino regular, realizam obrigatoriamente os exames nacionais de Língua Portuguesa e Matemática. 4

5 Exames Nacionais Ensino Básico 2008 Os alunos que frequentam PLNM Realizam em substituição de Língua Portuguesa o exame de PLNM, correspondente ao nível que frequentam até ao fim do 3.º período. Condições de admissão a exame de Língua Portuguesa e Matemática São admitidos aos exames nacionais do 9.º ano de escolaridade todos os alunos, excepto os que, após a avaliação sumativa interna, no final do 3.º período, tenham obtido: Classificação de frequência de nível 1 simultaneamente nas disciplinas de Língua Portuguesa e Matemática; Classificação de frequência inferior a 3 em três disciplinas, excepto se algumas delas for Língua Portuguesa e/ou Matemática e nestas obtiver nível 2. A menção de não satisfaz na área de projecto corresponde a classificação inferior a 3 numa disciplina para efeitos de admissão a exame. 5

6 Exames Nacionais Ensino Básico 2008 Alunos autopropostos 6.º e 9.º anos Alunos com 15 anos ou que os completam até 31 de Agosto que reprovem no final do 3.º período em resultado da avaliação sumativa interna ou não se tenham matriculado; Alunos do ensino particular e cooperativo sem autonomia ou paralelismo pedagógico; Alunos do ensino individual ou doméstico Realizam os exames constantes dos quadros I e II do Regulamento dos Exames do ensino básico anexo II ao Despacho Normativo n.º 19/2008, de 19 de Março. 6

7 Exames Nacionais Ensino Básico 2008 Alunos fora da escolaridade 6.º ano de escolaridade Realizam exames de equivalência à frequência em todas as disciplinas 9.º ano de escolaridade Alunos sem vínculo de matricula realizam todos os exames à excepção dos exames de Educação Física e Área de Projecto. Alunos não admitidos a exame em resultado a avaliação sumativa interna do 3.º período, realizam os exames: - nacionais de Língua Portuguesa (escrita e oral) e Matemática: - exames de equivalência à frequência em todas as disciplinas em que obtiveram nível inferior a 3. 7

8 Exames Nacionais Ensino Básico 2008 A não realização de exame em qualquer disciplina ou componente implica a retenção do aluno - não há lugar a qualquer classificação. Nas disciplinas constituídas por 2 provas ( escrita e oral), a classificação de exame corresponde à média aritmética simples, arredondada às unidades, das classificações das duas provas expressas percentualmente e convertida posteriormente na escala de níveis de 1 a 5, de acordo com a tabela expressa no regulamento de exames do ensino básico. 8

9 Exames Nacionais Ensino Básico 2008 Época de Setembro Alunos do 6.º e 9.º ano (Despacho nº 5/2007, de 10 Janeiro Os alunos realizam exames de equivalência à frequência em todas as disciplinas em que não obtiveram aprovação na 1.ª Fase. Nesta época não há exames nacionais de Língua Portuguesa e Matemática 9

10 Exames Nacionais Ensino Básico 2008 ALUNOS COM NECESSIDADES EDUCATIVAS ESPECIAIS DE CARÁCTER PERMANENTE No presente ano lectivo, fase de transição na aplicação da nova legislação no âmbito da educação especial Decreto-Lei n.º 3/2008, de 7 de Janeiro é permitida a adopção de condições especiais de exame ao abrigo do Decreto-Lei n.º 319/91, no caso dos alunos cujos processos educativos ainda não foram reavaliados. Os alunos que frequentam um currículo específico individual artigo 21 do Decreto-Lei n.º 3/2008 estão dispensados da realização dos exames nacionais 10

11 Exames Nacionais Ensino Básico 2008 ALUNOS COM NECESSIDADES EDUCATIVAS ESPECIAIS DE CARÁCTER PERMANENTE Condições especiais de exame Os alunos com necessidades educativas especiais de carácter permanente realizam os exames nacionais de Língua Portuguesa e de Matemática. Podem usufruir de medidas educativas do Decreto-Lei n.º 3/2008, de 7 de Janeiro, constantes do seu programa educativo individual, devidamente homologadas pelo órgão de gestão do estabelecimento de ensino. 11

12 Exames Nacionais Ensino Básico 2008 ALUNOS COM NECESSIDADES EDUCATIVAS ESPECIAIS DE CARÁCTER PERMANENTE Os alunos podem realizar exames a nível de escola equivalentes a exames nacionais, sob proposta do conselho de turma se, ao longo do seu percurso educativo, tenham exigido adequações curriculares individuais e adequações no processo de avaliação nas disciplinas de Língua Portuguesa e ou Matemática, ao abrigo do Decreto-Lei n.º 3/2008. Os alunos que realizem exames a nível de escola equivalentes a exames nacionais podem prosseguir estudos de nível secundário. 12

13 Exames Nacionais Ensino Básico 2008 ALUNOS COM NECESSIDADES EDUCATIVAS ESPECIAIS DE CARÁCTER PERMANENTE Os alunos que apresentam disortografia, disgrafia ou dislexia graves: se apresentaram limitações significativas na fase de aquisição das aprendizagens e competências da leitura e da escrita diagnosticadas até ao final do 2.º ciclo do ensino básico podem beneficiar de condições especiais na classificação dos exames nacionais através da aplicação da Ficha A - Apoio para classificação de provas de exame nos casos de dislexia 13

14 Exames Nacionais Ensino Básico 2008 ALUNOS COM NECESSIDADES EDUCATIVAS ESPECIAIS DE CARÁCTER PERMANENTE Aos alunos surdos que frequentam as Escolas de Referência para a Educação do Ensino Bilingue de Alunos Surdos que utilizam a Língua Gestual Portuguesa como primeira língua, é permitida a presença do Intérprete de Língua Gestual Portuguesa durante a realização dos exames nacionais para leitura gestual do enunciado de todas as questões das provas (alteração ao ponto 17 das Orientações Gerais) Estes alunos realizam os exames em sala à parte com a presença do Intérprete de LGP e dos professores vigilantes. No caso de ser apenas um aluno é suficiente a presença de um professor vigilante e do Intérprete de LGP. 14

15 Exames Nacionais Ensino Básico 2008 Alunos com Impedimento Físico Temporário (por ex: acidentes ou internamentos hospitalares) os encarregados de educação podem requerer condições especiais de exame, com a antecedência possível, referindo as circunstâncias relevantes do impedimento, apresentando atestado médico com a previsão do tempo durante o qual se manterá a incapacidade as condições especiais de exame são requeridas ao Presidente / Director, que analisa a situação e, em caso de deferimento, desenvolve os procedimentos necessários para que os alunos realizem os exames nacionais na 1.ª ou na 2.ª chamada (ex: ditar as respostas, tecnologias de apoio, tolerância suplementar) No caso de impedimento total o Presidente / Director do estabelecimento de ensino remete à Presidente do JNE os documentos apresentados para decisão casuística. 15

16 Exames Nacionais Ensino Básico ª e 2.ª chamada 16

17 Exames nacionais do ensino secundário ENSINO SECUNDÁRIO 17

18 Planos curriculares (D.L. n.º 286/89, de 29 de Agosto) A conclusão destes cursos 2008/009 (Despacho n.º 17064/2005, de 8 de Agosto) Cursos Gerais Exames de equivalência à frequência. Exames a nível de escola equivalentes aos nacionais. Exames nacionais nas disciplinas homólogas do Decreto Lei n.º 74/2004, de 26 de Março - Quadro III do Regulamento dos exames do ensino secundário - Despacho Normativo n.º 19/2008, de 19 de Março. 18

19 Planos curriculares D.L. n.º 286/89 Cursos Tecnológicos Os alunos destes cursos realizam exames nacionais como provas de ingresso Se um aluno precisar de aprovar ou melhorar a classificação realiza exame de equivalência à frequência O aluno pode optar pela realização exclusiva dos exames nacionais nas disciplinas homólogas do D. L. n.º 74/2004, de 26 de Março, anexo III. (Quadro III do Regulamento dos Exames do ensino secundário) 19

20 Planos curriculares - D.L. n.º 286/89 Disposições Comuns Nas disciplinas em que houver lugar à realização de exame de equivalência à Frequência e exame a nível de escola equivalente a exame nacional, sobre o mesmo programa, a escola poderá elaborar apenas uma prova com as duas valências, sendo o tempo de duração correspondente ao exame equivalente ao nacional a nível de escola. Os alunos em cada disciplina constante simultaneamente dos Quadros I, II e III do anexo III, do Despacho Normativo n.º 19/2008, de 19 de Março, só podem realizar, em cada fase, para efeitos de aprovação, um único exame ( exame de equivalência à Frequência). Nesta situação podem realizar os dois tipos de exames, mas o exame nacional só pode ser utilizado como prova de ingresso. O boletim de inscrição tem de traduzir as intenções do aluno. Não há lugar a validações após a realização da prova. 20

21 Planos curriculares - D.L. nº 286/89 Melhorias de classificação Ultrapassados os prazos estabelecidos para efeitos de melhoria de classificação no ensino secundário, o aluno só pode melhorar a classificação através de exames nacionais, produzindo efeito na média do ensino secundário para acesso. Qualquer aluno que eleja uma disciplina como prova de ingresso e simultaneamente pretenda melhorar a classificação dessa mesma disciplina, realiza apenas o exame nacional. Um aluno destes cursos que aprove na frequência de determinada disciplina só pode realizar exame para melhoria de classificação na 2.ª fase, na qualidade de autoproposto. Na 1.ª fase só pode realizar o exame nacional exclusivamente como prova de ingresso 21

22 Planos curriculares - D.L. n.º 74/2004,de 26 de Março e alterações introduzidas pelo D.L. n.º 24/2006, de 6 de Fevereiro Exames nacionais Todas as provas de exames nacionais têm uma tolerância de 30 minutos, além do tempo regulamentar ponto 25 do Despacho n.º2275/2008, de 24 de Janeiro Nas disciplinas trienais os conteúdos a questionar nas provas de exame incidem sobre o programa do 12.º ano. Nas disciplinas bienais os conteúdos a questionar nas provas de exame incidem sobre a totalidade do programa. As provas de equivalência à frequência incidem sobe a totalidade dos conteúdos programáticos 22

23 Planos curriculares - D.L. n.º 74/2004,de 26 de Março e alterações introduzidas pelo D.L. n.º 24/2006, de 6 de Fevereiro Os alunos integrados em turmas de PLNM, realizam para aprovação, em substituição, do exame nacional de Português, o exame de PLNM correspondente ao nível que frequentam no final do 3.º período. Os alunos do curso científico humanísticos de Línguas e Literaturas, têm de realizar para aprovação o exame nacional de Português, assim como os alunos dos outros cursos que se encontram posicionados no nível avançado O exame de PLNM não pode ser utilizado como prova de ingresso. Os alunos de PLNM nível de iniciação só realizam este exame em casos muito excepcionais. 23

24 Planos curriculares - D.L. n.º 74/2004,de 26 de Março e alterações introduzidas pelo D.L. n.º 24/2006, de 6 de Fevereiro Os exames das disciplinas que os alunos dos cursos dos tecnológicos, do ensino recorrente e artístico especializado elegerem como provas de ingresso podem também ser utilizados para aprovação nas disciplinas homologas dos seus cursos, na qualidade de autopropostos. Também nestes casos o boletim de inscrição deve indicar as intenções do aluno, desde que este reúna condições para realizar os exames. Não há validação de inscrições após a realização de exames. 24

25 Planos curriculares - D.L. nº74/2004,de 26 de Março e alterações introduzidas pelo D.L. nº 24/2006, de 6 de Fevereiro Os alunos do 11º ano de escolaridade podem realizar na 2ª fase qualquer número de exames finais nacionais ou exames de equivalência à frequência, desde que a aprovação nestes exames lhe permitam a transição de ano. Para conclusão do curso os alunos do 12º ano de escolaridade podem realizar na 2ª fase qualquer número de exames. Podem também realizar exames para complemento de currículo na 2ª fase, desde que se encontrem no ano em que a disciplina é terminal. Melhoria de classificação Ultrapassados os prazos estabelecidos para o ensino secundário são consideradas como melhoria as classificações obtidas nos exames nacionais. Estas entram no cálculo da média do ensino secundário para efeitos de acesso ao ensino superior (ficha curricular) 25

26 Planos curriculares - D.L. n.º 74/2004,de 26 de Março e alterações introduzidas pelo D.L. n.º 24/2006, de 6 de Fevereiro Inscrevem-se para a 2.ª fase os alunos que: Não foram admitidos a exame na 1.ª fase; Que pretendam realizar exames de equivalência à frequência, mesmo que tenham faltado ou reprovado na 1.ª fase; Que pretendam realizar exames nacionais ou equivalentes aos nacionais a nível de escola, de disciplinas em que não houve inscrição na 1.ª fase; Que pretendam obter melhoria de classificação de exames que já tenham sido efectuados na 1.ª fase. Nas provas de ingresso não há reprovação Qualquer repetição desta prova na 2.ª fase obriga a inscrição. 26

27 Planos curriculares - D.L. n.º 74/2004,de 26 de Março e alterações introduzidas pelo D.L. n.º 24/2006, de 6 de Fevereiro Máquinas de Calcular As máquinas de calcular autorizadas nas disciplinas de Matemática A (635), Matemática B (735), MACS (835) e Física e Química A (715) estão contempladas no Ofício Circular n.º 03/DSDC/DES/JNE/2008. Dicionários Aos alunos que frequentam o PLNM é permitida a utilização de dicionários, conforme consta do oficio circular DGIDC/2008/1, de 18 de Março. Esta autorização é da responsabilidade do órgão de gestão. Deverá ser dado conhecimento destas autorizações ao JNE até 30 de Maio. As autorizações devem conter o nome do aluno, o ano de escolaridade e o nível de proficiência em que está colocado. Não é concedida qualquer tolerância para além da que está prevista para os exames. Na prova de PLNM não é autorizada a utilização de dicionário. Os dicionários permitidos nos exames de Língua Estrangeira estão contemplados nas informações /exame do GAVE 27

28 Planos curriculares - D.L. n.º 74/2004,de 26 de Março e alterações introduzidas pelo D.L. n.º 24/2006, de 6 de Fevereiro Acesso ao ensino superior As provas de ingresso são válidas para o ano da sua realização e nos dois anos seguintes. Caso o aluno não pretenda realizar exames em 2008, tem de preencher o boletim de inscrição, à excepção do item 3, para efeitos de emissão da ficha curricular. 28

29 Planos curriculares - D.L. n.º 74/2004,de 26 de Março e alterações introduzidas pelo D.L. n.º 24/2006, de 6 de Fevereiro Têm acesso à 1ª fase de candidatura: - Alunos que realizaram todos os exames na 1ª fase de exames e reuniram condições de candidatura. - Alunos que decidiram efectuar pela 1.ª vez exames na 2.ª fase (faltaram ou escolheram uma nova disciplina) ou tendo condições de realizar o exame optaram por só o efectuar na 2.ª fase. Têm acesso à 2ª fase de candidatura: - Alunos que não reuniram condições de admissão na 1.ª fase de exames ou que reprovaram na 1.ª fase de exames,reprovaram na frequência ou não obtiveram a classificação mínima exigida nas provas de ingresso. - Alunos que repitam exames na 2.ª fase quer para aprovação quer para melhoria de classificação. - Alunos que repetiram provas de ingresso na 2.ª fase em anos anteriores. 29

30 Alunos com Necessidades Educativas Especiais de Carácter Permanente No presente ano lectivo, fase de transição na aplicação da nova legislação no âmbito da educação especial Decreto-Lei n.º 3/2008, de 7 de Janeiro é permitida a adopção de condições especiais de exame ao abrigo do Decreto-Lei n.º 319/91, no caso dos alunos cujos processos educativos ainda não foram reavaliados. Os candidatos com n.e.e. de carácter permanente devidamente comprovadas, prestam em cada curso as provas de exame previstas para os restantes examinandos, mas podem beneficiar de condições especiais de exame ao abrigo do Decreto-Lei n.º 3/2008. As condições especiais devem ser requeridas obrigatoriamente na 1.ª fase e, quando autorizadas, são extensíveis à 2.ª fase. 30

31 Alunos com Necessidades Educativas Especiais de Carácter Permanente Os alunos cursos científico humanísticos (D.L. n.º 74/2004) e dos cursos gerais e tecnológicos (D.L. n.º 286/89) com necessidades educativas especiais de carácter permanente e que pretendam realizar exames nacionais, exames a nível de escola equivalentes aos nacionais e exames / provas de equivalência à frequência, podem usufruir de condições especiais de exame. Estas dependem de autorização prévia da Presidência do JNE. 31

32 Alunos com Necessidades Educativas Especiais de Carácter Permanente Os candidatos com deficiência auditiva de grau severo ou profundo, com deficiência motora permanente e com deficiência visual permanente bilateral cuja aprendizagem escolar exigiu adequações curriculares individuais e adequações no processo de avaliação constantes no seu programa educativo individual podem realizar: para conclusão do ensino secundário exames a nível de escola equivalentes a exames nacionais classificados na escola (alunos ao abrigo do Dec.-Lei n.º 286/89) ou nos agrupamentos de exame (alunos ao abrigo do Dec-Lei n.º 74/2004) para candidatura ao ensino superior exames nacionais nas disciplinas que queiram eleger como provas de ingresso e exames a nível de escola equivalentes a exames nacionais nas restantes disciplinas 32

33 Alunos com Necessidades Educativas Especiais de Carácter Permanente Os alunos com deficiência auditiva de grau severo ou profundo se elegerem a disciplina de Português como prova de ingresso, podem realizar exame nacional elaborado com a participação de especialistas em deficiência auditiva código 239. Aos alunos surdos que frequentam as Escolas de Referência para a Educação do Ensino Bilingue de Alunos Surdos que utilizam a Língua Gestual Portuguesa como primeira língua, é permitida a presença do Intérprete de Língua Gestual Portuguesa durante a realização dos exames para leitura gestual do enunciado de todas as questões das provas, à excepção do exame nacional de Português (código 239) por ser uma prova já concebida para alunos surdos. Estes alunos realizam os exames em sala à parte com a presença do Intérprete de LGP e dos professores vigilantes. No caso de ser apenas um aluno é suficiente a presença de um professor vigilante e do Intérprete de LGP. 33

34 Alunos com Necessidades Educativas Especiais de Carácter Permanente Os candidatos com desordens a nível do desenvolvimento da linguagem disortografia, disgrafia e dislexia graves, devidamente comprovadas, que: apresentaram limitações significativas ao nível da actividade e da participação, nomeadamente na comunicação ou aprendizagem diagnosticadas até ao final do 2.º ciclo do ensino básico, exigiram medidas educativas, consignadas em programa educativo individual (plano educativo individual) transitado para o ensino secundário, apresentem limitações na aquisição das aprendizagens e competências ao longo do ensino secundário que comprometam a conclusão deste nível de ensino, podem beneficiar da Ficha A para efeitos de não penalização na classificação das provas de exame. 34

35 Alunos com Necessidades Educativas Especiais Candidatos com Impedimento Físico Temporário (por ex: acidentes ou internamentos hospitalares) Podem requerer condições especiais de exame para a 1.ª e ou 2.ª fases dos exames nacionais, com a antecedência possível, referindo as circunstâncias relevantes e apresentando atestado médico com a previsão do tempo durante o qual se manterá a incapacidade condições especiais de exame são requeridas à Presidência do JNE, para decisão casuística a comunicar à escola o Presidente /Director remete ao JNE: - os documentos apresentados pelo aluno - cópia do seu boletim de inscrição nos exames nacionais - proposta de condições especiais para a realização das provas (ex: ditar as respostas, tecnologias de apoio, tolerância suplementar) 35

36 36

37 37

38 Exames Nacionais 2008 Ensino Básico e Secundário Área de escolas Utilizador jne Password jne_2006 Abril/Maio

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO DIRECÇÃO-GERAL DE INOVAÇÃO E DE DESENVOLVIMENTO CURRICULAR JÚRI NACIONAL DE EXAMES EXAMES NACIONAIS E EXAMES DE EQUIVALÊNCIA À FREQUÊNCIA DO ENSINO BÁSICO ANO LECTIVO DE 2008/2009

Leia mais

Escola Básica dos 2º e 3º Ciclos de Santo António

Escola Básica dos 2º e 3º Ciclos de Santo António Escola Básica dos 2º e 3º Ciclos de Santo António Exames Nacionais de Língua Portuguesa e Matemática 9º ANO As provas de exame de Língua Portuguesa e de Matemática incidem sobre as aprendizagens e competências

Leia mais

Júri Nacional de Exames

Júri Nacional de Exames Júri Nacional de Exames http://www.dgidc.min-edu.pt/jne [email protected] Abril - 2011 1 2 PROVAS DE AFERIÇÃO DO ENSINO BÁSICO Provas de Aferição CALENDÁRIO DATA DA APLICAÇÃO DAS PROVAS DE AFERIÇÃO

Leia mais

Cursos gerais e Cursos tecnológicos (Decreto-Lei n.º 286/89, de 29 de Agosto)

Cursos gerais e Cursos tecnológicos (Decreto-Lei n.º 286/89, de 29 de Agosto) Este exame, ao nível do 1º ciclo, deverá consistir numa prova diagnóstico, tendo em consideração o nível de conhecimentos que um aluno português terá da língua portuguesa com aquela idade, devendo o aluno

Leia mais

http://www3.esvilela.pt/exames-nacionais PROVAS DE EQUIVALÊNCIA À FREQUÊNCIA (1º E 2º CICLO) 2016 QUAIS AS CONDIÇÕES DE APROVAÇÃO? No final do 1º ciclo do ensino básico o aluno obtém a menção de Aprovado

Leia mais

Exames Nacionais e de Equivalência à Frequência Ano Letivo 2016/2017

Exames Nacionais e de Equivalência à Frequência Ano Letivo 2016/2017 Exames Nacionais e de Equivalência à Frequência Ano Letivo 2016/2017 I - PROVAS FINAIS E DE EQUIVALÊNCIA À FREQUÊNCIA DO ENSINO BÁSICO 1.As provas finais de Português/PLNM/PL2 e de Matemática realizamse

Leia mais

JNE. avaliação externa realização de provas e exames 2017

JNE. avaliação externa realização de provas e exames 2017 JNE avaliação externa realização de provas e exames 2017 Júri Nacional de Exames 2017 Provas de Aferição do ensino básico Provas de Equivalência à Frequência dos 1.º e 2.º ciclos Provas finais de ciclo

Leia mais

EXAMES FINAIS NACIONAIS E PROVAS DE EQUIVALÊNCIA À FREQUÊNCIA ESCLARECIMENTOS PARA OS ENCARREGADOS DE EDUCAÇÃO

EXAMES FINAIS NACIONAIS E PROVAS DE EQUIVALÊNCIA À FREQUÊNCIA ESCLARECIMENTOS PARA OS ENCARREGADOS DE EDUCAÇÃO Quando são publicados os resultados da avaliação interna? As pautas de avaliação interna (de frequência) são publicadas dia 8 de junho. Quem se deve inscrever para a realização de exames finais nacionais?

Leia mais

Exames Nacionais Provas de Equivalência à Frequência Ensino Secundário

Exames Nacionais Provas de Equivalência à Frequência Ensino Secundário 2016 Exames Nacionais Provas de Equivalência à Frequência Ensino Secundário DECRETO-LEI N.º 139/2012 [PLANO DE ESTUDOS] PORTARIA N.º 243/2012 [AVALIAÇÃO] DESPACHO N.º 7104-A/2015 [CALENDÁRIO DE EXAMES]

Leia mais

Exames 2016 Ensino Secundário

Exames 2016 Ensino Secundário (Realização, Condições de admissão, Inscrição, Situações excecionais de realização, Classificação e Melhoria de classificação) Exames 2016 Ensino Secundário 1 Realização dos exames finais nacionais: 1-

Leia mais

COLÉGIO MANUEL BERNARDES PLANO DE ESTUDOS ENSINO SECUNDÁRIO 2018/2019

COLÉGIO MANUEL BERNARDES PLANO DE ESTUDOS ENSINO SECUNDÁRIO 2018/2019 COLÉGIO MANUEL BERNARDES PLANO DE ESTUDOS ENSINO SECUNDÁRIO 2018/2019 1 PLANO DE ESTUDOS ENSINO SECUNDÁRIO 2 Ciências e Tecnologias Ciências Socioeconómicas Cursos Científico- Humanísticos Línguas e Humanidades

Leia mais

AGRUPAMENTO VERTICAL VALLIS LONGUS ESCOLA BÁSICA VALLIS LONGUS. AVALIAÇÃO 6º Ano e 9º ANO. Provas Finais e Exames de Equivalência 2012

AGRUPAMENTO VERTICAL VALLIS LONGUS ESCOLA BÁSICA VALLIS LONGUS. AVALIAÇÃO 6º Ano e 9º ANO. Provas Finais e Exames de Equivalência 2012 AGRUPAMENTO VERTICAL VALLIS LONGUS ESCOLA BÁSICA VALLIS LONGUS AVALIAÇÃO 6º Ano e 9º ANO Provas Finais e Exames de Equivalência 2012 Legislação Despacho Normativo nº 1/2005 de 5 Janeiro com as alterações

Leia mais

http://www3.esvilela.pt/exames-nacionais PROVAS FINAIS DO ENSINO BÁSICO (1º E 2º CICLO) 2014 QUAL O OBJETIVO E A QUEM SE DESTINAM AS PROVAS FINAIS? As provas finais de Língua Portuguesa e Matemática do

Leia mais

ESCOLA SECUNDÁRIA DO RESTELO CRITÉRIOS GERAIS DE AVALIAÇÃO ANO LECTIVO DE 2010/2011

ESCOLA SECUNDÁRIA DO RESTELO CRITÉRIOS GERAIS DE AVALIAÇÃO ANO LECTIVO DE 2010/2011 ESCOLA SECUNDÁRIA DO RESTELO CRITÉRIOS GERAIS DE AVALIAÇÃO ANO LECTIVO DE 2010/2011 1. A avaliação das aprendizagens compreende as modalidades de avaliação formativa e avaliação sumativa. 2. A avaliação

Leia mais

EXAMES º ANO. Provas Finais de Ciclo e Provas de Equivalência à Frequência

EXAMES º ANO. Provas Finais de Ciclo e Provas de Equivalência à Frequência 1 EXAMES 2014 4º ANO Provas Finais de Ciclo e Provas de Equivalência à Frequência Despacho normativo nº 24-A/2012, de 6 de dezembro Despacho nº 8248/2013, de 25 de junho Despacho normativo nº 5-A/2014,

Leia mais

úri Nacional de Exames Certificar com Equidade

úri Nacional de Exames Certificar com Equidade úri Nacional de Exames Certificar com Equidade Relatório 2011 AVALIAÇÃO NORMA 01/JNE/2012 EXTERNA DA APRENDIZAGEM Instruções Exames para Nacionais a inscrição Provas e Provas Finais e Exames de Aferição

Leia mais

ANEXO III ADMISSÃO AOS EXAMES NACIONAIS E PROVAS DE EQUIVALÊNCIA À FREQUÊNCIA DO ENSINO SECUNDÁRIO

ANEXO III ADMISSÃO AOS EXAMES NACIONAIS E PROVAS DE EQUIVALÊNCIA À FREQUÊNCIA DO ENSINO SECUNDÁRIO ANEXO III ADMISSÃO AOS EXAMES NACIONAIS E PROVAS DE EQUIVALÊNCIA À FREQUÊNCIA DO ENSINO SECUNDÁRIO Tipo de Aluno 1.ª Fase 2.ª Fase Alunos Internos Para aprovação Para melhoria de classificação de disciplina

Leia mais

CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO DO 1º CICLO

CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO DO 1º CICLO Direção de Serviços da Região Norte AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DE AMARES ANO LETIVO 2014 / 2015 CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO DO 1º CICLO CRITÉRIOS GERAIS Na avaliação dos alunos intervêm todos os professores envolvidos,

Leia mais

Escola B+S Bispo D. Manuel Ferreira Cabral

Escola B+S Bispo D. Manuel Ferreira Cabral Escola B+S Bispo D. Manuel Ferreira Cabral EXAMES DO ENSINO SECUNDÁRIO Sistematização do Regulamento das Provas e dos Exames do Ensino Secundário. Anexo II do Despacho normativo n.º 1-D/2016 de 4 de março

Leia mais

Secretariado de Exames

Secretariado de Exames REUNIÃO DE ENCARREGADOS DE EDUCAÇÃO 2012 Secretariado de Exames Despacho Normativo nº 14/2011, de 18 de Novembro Despacho nº 1942/2012, de 10 de Fevereiro Norma 01 /JNE / 2012, de 23 de Fevereiro Para

Leia mais

DESPACHO NORMATIVO. Gabinete do Secretário de Estado da Educação

DESPACHO NORMATIVO. Gabinete do Secretário de Estado da Educação DESPACHO NORMATIVO O Decreto-Lei n.º 74/2004, de 26 de Março, rectificado pela Declaração de Rectificação n.º 44/2004, de 25 de Maio, com as alterações introduzidas pelo Decreto-Lei n.º 24/2006, de 6 de

Leia mais

ENSINO BÁSICO 2016/2017 NORMAS DE TRANSIÇÃO E APROVAÇÃO E CONDIÇÕES DE ADMISSÃO ÀS PROVAS FINAIS DO 9.º ANO DE ESCOLARIDADE

ENSINO BÁSICO 2016/2017 NORMAS DE TRANSIÇÃO E APROVAÇÃO E CONDIÇÕES DE ADMISSÃO ÀS PROVAS FINAIS DO 9.º ANO DE ESCOLARIDADE ENSINO BÁSICO 2016/2017 NORMAS DE TRANSIÇÃO E APROVAÇÃO E CONDIÇÕES DE ADMISSÃO ÀS PROVAS FINAIS DO 9.º ANO DE ESCOLARIDADE As normas de transição para os anos não terminais de ciclo constituem normas

Leia mais

COMO SE OBTÉM APROVAÇÃO NO SECUNDÁRIO?

COMO SE OBTÉM APROVAÇÃO NO SECUNDÁRIO? COMO SE OBTÉM APROVAÇÃO NO SECUNDÁRIO? Para concluir um curso do ensino secundário os alunos têm de obter aprovação em todas as disciplinas do plano de estudo do respetivo curso. A aprovação dos alunos

Leia mais

15/05/2015. Informações/Procedimentos. Provas finais de Português e Matemática 2015

15/05/2015. Informações/Procedimentos. Provas finais de Português e Matemática 2015 Escola EB 2.3 de Atouguia da Baleia Reunião com encarregados de educação: 6º ano 15/05/2015 Informações/Procedimentos Provas finais de Português e Matemática 2015 Coordenadora dos diretores de turma do

Leia mais

ESCOLA SECUNDÁRIA C/ 3 CICLO FERNÃO DE MAGALHÃES CHAVES CRITÉRIOS GERAIS DE AVALIAÇÃO ENSINO SECUNDÁRIO

ESCOLA SECUNDÁRIA C/ 3 CICLO FERNÃO DE MAGALHÃES CHAVES CRITÉRIOS GERAIS DE AVALIAÇÃO ENSINO SECUNDÁRIO ESCOLA SECUNDÁRIA C/ 3 CICLO FERNÃO DE MAGALHÃES CHAVES CRITÉRIOS GERAIS DE AVALIAÇÃO ENSINO SECUNDÁRIO ANO LECTIVO 2010/2011 I Introdução A avaliação dos alunos do Ensino Secundário visa certificar os

Leia mais

EXAMES E PROVAS DE EQUIVALÊNCIA - SECUNDÁRIO

EXAMES E PROVAS DE EQUIVALÊNCIA - SECUNDÁRIO EXAMES E PROVAS DE EQUIVALÊNCIA - SECUNDÁRIO INFORMAÇÕES A TRANSMITIR AOS ALUNOS PELOS D.T. A avaliação externa das aprendizagens no ensino secundário compreende a realização de Exames finais nacionais

Leia mais

I - Regulamento para a constituição, funcionamento e avaliação de turmas com Percursos Curriculares Alternativos (PCA) para o ano letivo de 2015/2016

I - Regulamento para a constituição, funcionamento e avaliação de turmas com Percursos Curriculares Alternativos (PCA) para o ano letivo de 2015/2016 I - Regulamento para a constituição, funcionamento e avaliação de turmas com Percursos Curriculares Alternativos (PCA) para o ano letivo de 2015/2016 O Ministério da Educação e Ciência, através da publicação

Leia mais

CRITÉRIOS GERAIS DE AVALIAÇÃO 2018/2019 1º / 2º / 3ºCICLO E ENSINO SECUNDÁRIO

CRITÉRIOS GERAIS DE AVALIAÇÃO 2018/2019 1º / 2º / 3ºCICLO E ENSINO SECUNDÁRIO AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DO RESTELO CRITÉRIOS GERAIS DE AVALIAÇÃO 2018/2019 1º / 2º / 3ºCICLO E ENSINO SECUNDÁRIO 1. A avaliação incide sobre as aprendizagens e as competências/capacidades desenvolvidas

Leia mais

CURSOS PROFISSIONAIS DE NÍVEL N. EMNOP 16 de Dezembro de 2008

CURSOS PROFISSIONAIS DE NÍVEL N. EMNOP 16 de Dezembro de 2008 CURSOS PROFISSIONAIS DE NÍVEL N SECUNDÁRIO DE EDUCAÇÃO EMNOP 16 de Dezembro de 2008 1 Legislação de referência Decreto-Lei n.º 74/2004, de 26 de Março, com as alterações introduzidas pelo Decreto-Lei n.º

Leia mais

PROVAS FINAIS DO ENSINO BÁSICO 3º CICLO 2017

PROVAS FINAIS DO ENSINO BÁSICO 3º CICLO 2017 PROVAS FINAIS DO ENSINO BÁSICO 3º CICLO 2017 QUAL O OBJETIVO E A QUEM SE DESTINAM AS PROVAS FINAIS? As provas finais do 3.º ciclo destinam-se a todos os alunos do 9.º ano de escolaridade que pretendam

Leia mais