MODELO DE GOVERNAÇÃO ANEXO I

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "MODELO DE GOVERNAÇÃO ANEXO I"

Transcrição

1 MODELO DE GOVERNAÇÃO ANEXO I

2 Modelo de Governação do Fundo para a Modernização da Justiça ENQUADRAMENTO O Fundo para a Modernização da Justiça (FMJ) foi criado pelo artigo 167.º da Lei n.º 55/2010, de 31 de dezembro (Lei do Orçamento do Estado para 2011) e pelo Decreto Lei n.º 14/2011, de 25 de janeiro e regulamentado, em conformidade com o artigo 9.º do referido Decreto Lei, através da Portaria n.º 119/2011, de 29 de março. Volvidos mais de cinco anos sobre a publicação da referida Portaria e tendo em consideração o intuito do XXI Governo Constitucional de empreender uma verdadeira transformação digital na área da Justiça, suportada nos quatro pilares que materializam o Plano de Modernização e Tecnologia da Justiça: a eficiência, a inovação, a proximidade e a humanização, verificou se a necessidade de introduzir alguns ajustamentos ao Regulamento do FMJ, reforçando, assim, a natureza do Fundo que constitui uma importante fronte de financiamento da Justiça e um indispensável instrumento facilitador dos projetos de Modernização do setor. Pretendeu se ainda, flexibilizar e clarificar as regras do Regulamento do Fundo para a Modernização da Justiça e, por outro lado, maximizar a sua utilização. Assim, o referido regulamento foi alterado pela Portaria n.º 210/2016, de 2 de agosto, pelo que importa que sejam definidas as competências dos diferentes intervenientes em cada uma das fases do seu modelo de gestão. De acordo com o artigo 7.º do Decreto Lei n.º 14/2011, de 25 de janeiro, conjugado com o artigo 2.º da aludida Portaria a administração e gestão do fundo compete ao Instituto de gestão Financeira e Equipamentos da Justiça, através do seu Conselho Diretivo no prosseguimento das orientações estratégicas aprovadas pelo membro do Governo responsável pela área da Justiça.

3 ADMINISTRAÇÃO E GESTÃO DO FUNDO De acordo com o artigo 7.º do Decreto Lei n.º 14/2011, de 25 de janeiro, conjugado com o artigo 2.º da aludida Portaria a administração e gestão do fundo compete ao Instituto de Gestão Financeira e Equipamentos da Justiça, IP (IGFEJ, IP) através do seu Conselho Diretivo no prosseguimento das orientações estratégicas aprovadas pelo membro do Governo responsável pela área da Justiça. Assim, compete ao Conselho Diretivo do IGFEJ, IP: a) Aprovar, até 31 de dezembro do ano civil anterior a que respeita o Plano de Atividades do Fundo para o ano seguinte; b) Aprovar, ate 15 de abril do ano seguinte ao que respeita, o relatório de execução anual no qual conste a descrição da execução material e financeira dos apoios concedidos; c) Apresentar ao membro do Governo responsável pela área da Justiça, até 31 de outubro do ano civil a que respeita as propostas de orientações estratégicas de aplicação do Fundo, nas quais devem constar as medidas a financiar, enquadradas nas finalidades no artigo 4.º do Decreto Lei n.º 14/2011, de 25 de janeiro, bem como a respetiva afetação financeira; d) Aprovar os relatórios trimestrais de gestão do Fundo; e) Aprovar o financiamento de projetos que constem do Quadro de Avaliação e Responsabilização (QUAR) dos organismos do Ministério da Justiça ou que contribuam para os seus objetivos, mediante prévia cabimentação orçamental, e propor a homologação pelo membro do Governo responsável pela área da Justiça; f) Decidir em todas as matérias que envolvam encargos e assunção de responsabilidades pelo Fundo; g) Assegurar a autonomia no registo e controlo dos fluxos próprios do Fundo bem como a identificação clara das candidaturas que venha a financiar; h) Proceder ao controlo da regularidade das despesas efetuadas pelos beneficiários no âmbito dos apoios financiados; i) Fornecer às entidades competentes todas as informações que venham a ser por elas solicitadas.

4 ORGANOGRAMA DO FMJ

5 CONSELHO DIRETIVO O FMJ funciona junto do Núcleo de Contratação (NCT), em colaboração com o Departamento de Gestão Financeira (DGF), o Núcleo Jurídico e do Contencioso (NJC) e o Núcleo do Planeamento Organização e Controlo Interno (NPOCI) mantendo se as competências de administração, referidas anteriormente, no Conselho Diretivo do IGFEJ, I.P. Por forma a agilizar o procedimento da aprovação das candidaturas ficou delegado na Coordenadora do NCT a autorização da necessidade para efeitos de emissão de documentos financeiros.

6 Assim compete ao NCT as seguintes atividades: a) Elaborar a proposta do Plano Anual de Atividades do Fundo, de acordo com orientações superiores a aprovar pelo CD do IGFEJ, IP; b) Elaborar a proposta das orientações estratégicas anuais de aplicação do Fundo; c) Elaborar proposta dos Avisos de Abertura das candidaturas ao financiamento do Fundo; d) Estabelecer os suportes documentais e os procedimentos respeitantes aos pedidos de financiamento, pagamentos e acompanhamento das candidaturas; e) Providenciar a organização do dossier de candidatura; f) Preparar informações de necessidade a aprovar pela Coordenadora do Núcleo de Contratação, por competência delegada, necessárias ao pedido de emissão de cabimento e inscrição de compromissos plurianuais no Sistema Central de Encargos Plurianuais (SCEP) a efetuar pelo DGF; g) Preparar em colaboração com NJC propostas de portarias de extensão de encargos, caso se justifique; h) Proceder à análise administrativa, técnica e financeira das candidaturas do FMJ, através da emissão de um parecer técnico sobre a conformidade e elegibilidade das referidas candidaturas, bem como das despesas apresentadas em sede das mesmas; i) Preparar a proposta de decisão a submeter ao CD do IGFEJ, IP relativamente a cada candidatura e à autorização de encargos plurianuais, se aplicável; j) Instruir os processos para homologação pela tutela; k) Solicitar ao DGF a emissão do compromisso a inscrever no contrato de financiamento; l) Preparar a notificação às entidades executoras dos financiamentos aprovados; m) Providenciar as audiências prévias das entidades cujas candidaturas não obtêm parecer favorável, ou obtém parecer favorável para montante inferior ao financiamento solicitado; n) Elaborar as minutas e os respetivos contratos de concessão de financiamento do Fundo, com o apoio do NJC, sempre que tal seja necessário;

7 o) Analisar os pedidos de pagamento relativos às candidaturas aprovadas pelo FMJ, bem como proceder à proposta de pagamento a autorizar pelo Presidente do CD; p) Apreciar os pedidos de reprogramação das candidaturas e preparar proposta de decisão a aprovar pelo CD do IGFEJ, IP; q) Coordenar as ações de acompanhamento e controlo da execução física e financeira das candidaturas aprovadas; r) Prestar informações e apoio às entidades beneficiárias, no âmbito das candidaturas; s) Analisar os relatórios de execução final das candidaturas, propondo a sua aprovação pelo CD do IGFEJ, IP; t) Apoiar o CD do IGFEJ, IP na elaboração da legislação e regulamentação específica do FMJ, a fim de ser submetida à aprovação pela tutela; u) Remeter ao NPOCI a documentação a divulgar no sítio eletrónico do IGFEJ, IP relativa ao FMJ. Caso o IGFEJ, IP se candidate ao FMJ os intervenientes do NCT não poderão ter qualquer intervenção no âmbito da elaboração de candidaturas bem como do seu acompanhamento.

8 Compete ao DGF: a) Elaborar o relatório de execução anual a aprovar pelo CD do IGFEJ, IP; b) Elaborar os relatórios trimestrais de execução do Fundo a aprovar pelo CD do IGFEJ, IP; c) Elaborar a proposta de orçamento de atividades do Fundo; d) Carregar a proposta de orçamento do FMJ no Sistema do Orçamento de Estado (SOE); e) Arrecadar e Cobrar a Receita; f) Proceder a alterações Orçamentais (SAP/SIGO Sistema de Informação para a Gestão Orçamental); g) Emitir cabimentos, compromissos e proceder à inscrição de compromissos plurianuais no Sistema Central de Encargos Plurianuais; h) Elaborar as Demonstrações Financeiras; i) Proceder ao reporte dos Fundos Disponíveis e Pagamentos em atraso no site da Direção Geral do Orçamento (DGO); j) Carregar os Relatórios de Execução na extranet da DGO; k) Proceder aos pagamentos relativos às transferências de verbas para as entidades beneficiárias das candidaturas aprovadas; l) Proceder a aplicações Financeiras no Instituto de Gestão de Crédito Público e respetivo registo contabilístico;

Circular 2/2016/DGO. ASSUNTO: Instruções relativas ao circuito processual quanto aos processos relativos a encargos plurianuais I.

Circular 2/2016/DGO. ASSUNTO: Instruções relativas ao circuito processual quanto aos processos relativos a encargos plurianuais I. Circular 2/2016/DGO ASSUNTO: Instruções relativas ao circuito processual quanto aos processos relativos a encargos plurianuais I. ENQUADRAMENTO 1. Em cumprimento do Despacho nº612/2016/seo, de 21 de outubro,

Leia mais

JORNAL OFICIAL. Sumário REGIÃO AUTÓNOMA DA MADEIRA. Terça-feira, 20 de outubro de Série. Número 161

JORNAL OFICIAL. Sumário REGIÃO AUTÓNOMA DA MADEIRA. Terça-feira, 20 de outubro de Série. Número 161 REGIÃO AUTÓNOMA DA MADEIRA JORNAL OFICIAL Terça-feira, 20 de outubro de 2015 Série Sumário SECRETARIAS REGIONAIS DAS FINANÇAS E DA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA E DA ECONOMIA, TURISMO E CULTURA Portaria n.º 195/2015

Leia mais

PROVA ESCRITA DE CONHECIMENTOS PARTE ESPECIFICA (REF G1)

PROVA ESCRITA DE CONHECIMENTOS PARTE ESPECIFICA (REF G1) PROVA ESCRITA DE CONHECIMENTOS PARTE ESPECIFICA (REF G1) A duração desta prova é de 30 minutos MATERIAL O material desta prova é constituído por este caderno de questões e pela folha de respostas para

Leia mais

NORMA DE GESTÃO N.º 4/NORTE2020/ Rev 1

NORMA DE GESTÃO N.º 4/NORTE2020/ Rev 1 NORMA DE GESTÃO N.º 4/NORTE2020/2015 1 Rev 1 [Operações públicas FEDER] 1 Não aplicável a operações enquadradas no Sistema de Incentivos às Empresas e a operações cofinanciadas pelo FSE. CONTROLO DO DOCUMENTO

Leia mais

MARIA MANUEL LOBO PINTO DE OLIVEIRA

MARIA MANUEL LOBO PINTO DE OLIVEIRA REGULAMENTO CENTRO DE ESTUDOS DA ESCOLA DE ARQUITETURA Homologo Maria Manuel Oliveira Presidente de Escola MARIA MANUEL LOBO PINTO DE OLIVEIRA Assinado de forma digital por MARIA MANUEL LOBO PINTO DE OLIVEIRA

Leia mais

Portaria nº 420/2012, de 21 de dezembro

Portaria nº 420/2012, de 21 de dezembro Portaria nº 420/2012, de 21 de dezembro O Fundo de Resolução, que tem por objeto principal a prestação de apoio financeiro à aplicação de medidas de resolução adotadas pelo Banco de Portugal, foi criado

Leia mais

JORNAL OFICIAL. Sumário REGIÃO AUTÓNOMA DA MADEIRA. Terça-feira, 25 de julho de Série. Número 130

JORNAL OFICIAL. Sumário REGIÃO AUTÓNOMA DA MADEIRA. Terça-feira, 25 de julho de Série. Número 130 REGIÃO AUTÓNOMA DA MADEIRA JORNAL OFICIAL Terça-feira, 25 de julho de 2017 Série Sumário SECRETARIA REGIONAL DAS FINANÇAS E DA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA Despacho n.º 297/2017 Procede à entrega de 39.594,00,

Leia mais

Diploma. Aprova a orgânica da Secretaria-Geral do Ministério do Ambiente, Ordenamento do Território e Energia

Diploma. Aprova a orgânica da Secretaria-Geral do Ministério do Ambiente, Ordenamento do Território e Energia Diploma Aprova a orgânica da Secretaria-Geral do Ministério do Ambiente, Ordenamento do Território e Energia Decreto-Lei n.º 54/2014 de 9 de abril O Decreto-Lei n.º 119/2013, de 21 de agosto, alterou a

Leia mais

UNIVERSIDADE NOVA DE LISBOA - REITORIA PROPOSTA DE MAPA DE PESSOAL - ANO 2018 (Artigo 29.º da Lei Geral do Trabalho em Funções Públicas)

UNIVERSIDADE NOVA DE LISBOA - REITORIA PROPOSTA DE MAPA DE PESSOAL - ANO 2018 (Artigo 29.º da Lei Geral do Trabalho em Funções Públicas) PROPOSTA DE MAPA DE PESSOAL - ANO 208 Definição da política da Universidade. Governação e representação externa da Universidade. Equipa Reitoral Reitor Vice-Reitor Pró-Reitor 5 Professores das UO's 0 Gestão

Leia mais

PRESIDÊNCIA DO CONSELHO DE MINISTROS. Proposta de Lei n.º 40/XIII. Exposição de Motivos

PRESIDÊNCIA DO CONSELHO DE MINISTROS. Proposta de Lei n.º 40/XIII. Exposição de Motivos Proposta de Lei n.º 40/XIII Exposição de Motivos A aprovação de uma Lei de programação de infraestruturas e equipamentos para as Forças e Serviços de Segurança do Ministério da Administração Interna (Lei

Leia mais

Carta de Missão do Dirigente Superior de 2.º Grau

Carta de Missão do Dirigente Superior de 2.º Grau Carta de Missão do Dirigente Superior de 2.º Grau Ministério: Ministério da Justiça (MJ) Serviço\Organismo: Instituto de Gestão Financeira e Equipamentos da Justiça, I.P. (IGFEJ, I.P.) Cargo e Titular:

Leia mais

NORMA DE GESTÃO N.º 4/NORTE2020/ Rev 2

NORMA DE GESTÃO N.º 4/NORTE2020/ Rev 2 NORMA DE GESTÃO N.º 4/NORTE2020/2015 1 Rev 2 [Operações públicas FEDER e FSE] 1 Não aplicável a operações enquadradas no Sistema de Incentivos às Empresas. CONTROLO DO DOCUMENTO Versão Data de aprovação

Leia mais

Regulamento Interno da Comissão de Fiscalização da CMVM

Regulamento Interno da Comissão de Fiscalização da CMVM Regulamento Interno da Comissão de Fiscalização da CMVM A Comissão de Fiscalização da Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM) foi instituída pelo Decreto-Lei n.º 142-A/91, de 10 de Abril, que

Leia mais

PROCEDIMENTO GERAL Gestão financeira e orçamental

PROCEDIMENTO GERAL Gestão financeira e orçamental Página 1 de 6 I ÂMBITO Aplicável às atividades de elaboração, execução e controlo orçamental e às atividades financeiras, que asseguram que a ESEP atinja e mantenha um nível desejado de atividade. II OBJETIVOS

Leia mais

FUNDO PEQUENOS PROJETOS. Regulamento do Fundo de Pequenos Projetos

FUNDO PEQUENOS PROJETOS. Regulamento do Fundo de Pequenos Projetos FUNDO PEQUENOS PROJETOS Regulamento do Fundo de Pequenos Projetos 1. O Fundo de Pequenos Projetos (FPP), existente junto das Embaixadas de Portugal nos Países Africanos de Língua Portuguesa e Timor-Leste,

Leia mais

Carta de Missão. Secretário-Geral Adjunto do Ministério da Defesa Nacional

Carta de Missão. Secretário-Geral Adjunto do Ministério da Defesa Nacional Carta de Missão Secretário-Geral Adjunto do Ministério da Defesa Nacional CARACTERIZAÇÃO GERAL Ministério: Defesa Nacional Serviço/Organismo: Secretaria-Geral do Ministério da Defesa Nacional Cargo: Secretário-Geral

Leia mais

FSPT Fundo para o Serviço Público de Transportes

FSPT Fundo para o Serviço Público de Transportes FSPT Fundo para o Serviço Público de Transportes Projeto de transporte flexível Pinhal Interior Aviso Convite ooooooo 08 de agosto de 2018 Projeto de transporte flexível Pinhal Interior Aviso convite 1.

Leia mais

Resolução do Conselho de Ministros n. o 88/

Resolução do Conselho de Ministros n. o 88/ Resolução do Conselho de Ministros n. o 88/2015 01-10-2015 Assunto: Cria a Comissão de Coordenação das Políticas de Prevenção e Combate ao Branqueamento de Capitais e ao Financiamento do Terrorismo Por

Leia mais

MINUTA DE CONTRATO-PROGRAMA

MINUTA DE CONTRATO-PROGRAMA MINUTA DE CONTRATO-PROGRAMA Procedimento Concursal de Apoio Institucional (artigos 17.º. 19.º e 28.º do Regulamento do Emprego Científico - REC) Entre: 1) A FUNDAÇÃO PARA A CIÊNCIA E A TECNOLOGIA, I.P.,

Leia mais

REGULAMENTO DO CENTRO DE INVESTIGAÇÃO EM ARQUITECTURA, URBANISMO E DESIGN (CIAUD)

REGULAMENTO DO CENTRO DE INVESTIGAÇÃO EM ARQUITECTURA, URBANISMO E DESIGN (CIAUD) REGULAMENTO DO CENTRO DE INVESTIGAÇÃO EM ARQUITECTURA, URBANISMO E DESIGN (CIAUD) ÍNDICE Capítulo I Natureza, Objectivos e Meios Art. 1º - Constituição, Natureza, Denominação e Sede Art. 2º - Objectivos

Leia mais

DEPARTAMENTO DE INSTRUMENTOS FINANCEIROS

DEPARTAMENTO DE INSTRUMENTOS FINANCEIROS DEPARTAMENTO DE INSTRUMENTOS ASSUNTO FUNDO FLORESTAL PERMANENTE EIXO II DEFESA DA FLORESTA CONTRA INCÊNDIOS E AGENTES BIÓTICOS AÇÃO - REALIZAÇÃO DE QUEIMADAS EXTENSIVAS PREVENÇÃO DE FOGOS FLORESTAIS DISTRIBUIÇÃO

Leia mais

REGULAMENTO RELATIVO ÀS DESPESAS ELEGÍVEIS E À PRESTAÇÃO DE CONTAS. Artigo 1.º. Objeto

REGULAMENTO RELATIVO ÀS DESPESAS ELEGÍVEIS E À PRESTAÇÃO DE CONTAS. Artigo 1.º. Objeto REGULAMENTO RELATIVO ÀS DESPESAS ELEGÍVEIS E À PRESTAÇÃO DE CONTAS Artigo 1.º Objeto O presente Regulamento estabelece os procedimentos e documentos necessários à verificação das despesas elegíveis necessárias

Leia mais

MEMORANDO DE ENTENDIMENTO ENTRE PARCEIROS

MEMORANDO DE ENTENDIMENTO ENTRE PARCEIROS MEMORANDO DE ENTENDIMENTO ENTRE PARCEIROS do Programa de Parcerias para o Impacto QUANDO É OBRIGATÓRIO O MEMORANDO DE ENTENDIMENTO ENTRE PARCEIROS? Este Memorando de Entendimento entre Parceiros é apenas

Leia mais

SAF.RG.01.02: REGULAMENTO INTERNO DOS SERVIÇOS ADMINISTRATIVOS E FINANCEIROS - SAF SERVIÇOS ADMINISTRATIVOS E FINANCEIROS

SAF.RG.01.02: REGULAMENTO INTERNO DOS SERVIÇOS ADMINISTRATIVOS E FINANCEIROS - SAF SERVIÇOS ADMINISTRATIVOS E FINANCEIROS REGULAMENTO INTERNO DOS SAF Preâmbulo Os Estatutos do ISEL, anexos ao Despacho n.º 5576/2010, publicados no Diário da República, 2.ª série, n.º 60, de 26 de março, enumeram, no n.º 1 do artigo 78.º, os

Leia mais

CLDS-3G RLIS. Instituto da Segurança Social, I.P. 3 de julho de 2015 Faro

CLDS-3G RLIS. Instituto da Segurança Social, I.P. 3 de julho de 2015 Faro RLIS Instituto da Segurança Social, I.P. 3 de julho de 2015 Faro Contratos Locais de Desenvolvimento Social (CLDS-3G) Regulamento Específico no Domínio da Inclusão Social e Emprego Portaria n.º 97-A/2015,

Leia mais

REGULAMENTO RELATIVO ÀS DESPESAS ELEGÍVEIS. Artigo 1.º Objeto

REGULAMENTO RELATIVO ÀS DESPESAS ELEGÍVEIS. Artigo 1.º Objeto REGULAMENTO RELATIVO ÀS DESPESAS ELEGÍVEIS Artigo 1.º Objeto O presente Regulamento estabelece os procedimentos e documentos necessários à verificação das despesas elegíveis necessárias à concretização

Leia mais

PROCEDIMENTO OPERATIVO Circuito de receita e de despesa

PROCEDIMENTO OPERATIVO Circuito de receita e de despesa Página 1 de 5 I ÂMBITO Aplicável à despesa e à receita desenvolvida no processo de gestão financeira e orçamental. II OBJETIVOS Definir o circuito de receita e de despesa. III INFORMAÇÕES GERAIS A - DEFINIÇÕES

Leia mais

Regulamento orgânico dos Serviços Centrais do Instituto Politécnico de Portalegre

Regulamento orgânico dos Serviços Centrais do Instituto Politécnico de Portalegre Regulamento orgânico dos Serviços Centrais do Instituto Politécnico de Portalegre Artigo 1.º Definição 1 O IPP dispõe de serviços identificados pelas funções que desempenham, conforme dispõe o n.º 1 do

Leia mais

MINUTA DE CONTRATO-PROGRAMA

MINUTA DE CONTRATO-PROGRAMA MINUTA DE CONTRATO-PROGRAMA (n.º 4 do art.º 23.º do D.L. n.º 57/2016, de 29 de agosto) Entre: 1) A FUNDAÇÃO PARA A CIÊNCIA E A TECNOLOGIA, I.P., NIPC 503904040, pessoa coletiva de direito público, com

Leia mais

JORNAL OFICIAL. Suplemento. Sumário REGIÃO AUTÓNOMA DA MADEIRA. Sexta-feira, 31 de Julho de Série. Número 113

JORNAL OFICIAL. Suplemento. Sumário REGIÃO AUTÓNOMA DA MADEIRA. Sexta-feira, 31 de Julho de Série. Número 113 REGIÃO AUTÓNOMA DA MADEIRA JORNAL OFICIAL Sexta-feira, 31 de Julho de 2015 Série Suplemento Sumário SECRETARIAS REGIONAIS DOS ASSUNTOS PARLAMENTARES E EUROPEUS E DAS FINANÇAS E DA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA

Leia mais

Mapa de Pessoal dos Serviços Centrais do INEM Ano 2014

Mapa de Pessoal dos Serviços Centrais do INEM Ano 2014 Mapa de Pessoal dos Serviços Centrais do IN Ano 2014 Unidade orgânica Atividades/Procedimentos N.º de PT Carreira/Cargo Área Funcional Conselho Diretivo Proceder à gestão, disponibilização e controlo dos

Leia mais

MISSÃO VISÃO VALORES 1/5

MISSÃO VISÃO VALORES 1/5 A Administração Central do Sistema de Saúde, I.P. (ACSS, IP) é um Instituto Público, criado em 2007, integrado na administração indireta do Estado, dotado de autonomia administrativa, financeira e patrimonial

Leia mais

CENTRO DE INVESTIGAÇÃO DO CHL MAPA DE REVISÕES REGULAMENTO. Destinatários. Data Palavras-Chave: REGULAMENTO; INVESTIGAÇÃO

CENTRO DE INVESTIGAÇÃO DO CHL MAPA DE REVISÕES REGULAMENTO. Destinatários. Data Palavras-Chave: REGULAMENTO; INVESTIGAÇÃO Palavras-Chave: REGULAMENTO; INVESTIGAÇÃO Destinatários Todos Profissionais do CHL Elaboração Centro de Investigação do CHL Aprovação Conselho de Administração Assinatura (s) Responsável (eis) pela Aprovação

Leia mais

Acompanhamento, Apreciação e Pronúncia pela Assembleia da República no âmbito do Processo de Construção da União Europeia 1

Acompanhamento, Apreciação e Pronúncia pela Assembleia da República no âmbito do Processo de Construção da União Europeia 1 Acompanhamento, Apreciação e Pronúncia pela Assembleia da República no âmbito do Processo de Construção da União Europeia 1 Lei n.º 43/2006, de 25 de agosto (TP), com as alterações introduzidas pela Lei

Leia mais