Coleção Marco Conciliar
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- Rayssa Camarinho Vidal
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1 VATICANO II e o diálogo INTER-RELIGIOSO
2 Coleção Marco Conciliar Vaticano II 50 anos de ecumenismo na Igreja Católica, E. Wolff Doutrina Social da Igreja e o Vaticano II, L. G. Scudeler O Concílio Vaticano II e os pobres, M. C. Domezi Liturgia no Vaticano II Novos tempos da celebração cristã, A. S. Bogaz / J. H. Hansen Vaticano II Novos tempos e novos templos, A. S. Bogaz / J. H. Hansen A religiosidade popular à luz do Concílio Vaticano II, M. A. Vilhena A missão no Vaticano II, M. Restori Vaticano II e o diálogo inter-religioso, W. L. Sanchez O Vaticano II e a leitura da Bíblia, P. L. Vasconcellos / R. R. da Silva A música litúrgica no Brasil, J. Fonseca / J. Weber Revelação e diálogo intercultural Nas pegadas do Vaticano II, A. M. L. Soares Apresentação e coordenação editorial: João Décio Passos e Wagner Lopes Sanchez
3 wagner lopes sanchez VATICANO II e o diálogo inter-religioso
4 Direção editorial: Claudiano Avelino dos Santos Assistente editorial: Jacqueline Mendes Fontes Coordenador de revisão: Tiago José Risi Leme Revisão: Cícera Gabriela Sousa Martins David Brendo Iranildo Bezerra Lopes Diagramação: Dirlene França Nobre da Silva Capa: Marcelo Campanhã Ilustração da capa: Aurélio Fred Macena dos Santos Impressão e acabamento: PAULUS Dados Internacionais de Catalogação na Publicação (CIP) (Câmara Brasileira do Livro, SP, Brasil) Sanchez, Wagner Lopes Vaticano II e o diálogo inter-religioso / Wagner Lopes Sanchez. São Paulo: Paulus, (Coleção Marco conciliar) ISBN Concílio Vaticano II ( ) 2. Diálogo inter-religioso 3. Documentos oficiais 4. Ecumenismo 5. Igreja Católica - História - Século 20 I. Título. II. Série CDD Índices para catálogo sistemático: 1. Concílio Vaticano II: Documentos ª edição, 2015 PAULUS 2015 Rua Francisco Cruz, São Paulo (Brasil) Fax (11) Tel. (11) [email protected] ISBN
5 Siglas AA - Apostolicam Actuositatem AAP - Ad Apostolorum Principis AG - Ad Gentes CA - Centesimus Annus da Rerum Novarum CD - Christus Dominus CDSI - Compêndio da Doutrina Social da Igreja CV - Caritas in Veritate DC - Deus Caritas Est DH - Dignitatis Humanae DR - Divini Redemptoris DSI - Doutrina Social da Igreja ES - Ecclesiam Suam FC - Finis Concilio Oecumenino Vaticano II GS - Gaudium et Spes LE - Laborem Exercens LG - Lumen Gentium MM - Mater et Magistra NA - Nostra Aetate OA - Octogesima Adveniens PC - Perfectae Caritatis PP - Populorum Progressio PT - Pacem in Terris QA - Quadragesimo Anno QCM - Quanto Conficiamur Moerore RH - Redemptor Hominis RM - Redemptoris Missio RN - Rerum Novarum SC - Sacrosanctum Concilium SRS - Sollicitudo Rei Socialis SS - Spe Salvi UR - Unitatis Redintegratio 5
6 Apresentação da coleção marco conciliar Concílio Vaticano II, concluído há cinquenta anos, refez O a Igreja católica em muitos aspectos e, em certa medida, o próprio cristianismo. A intenção de João XXIII, de promover um novo Pentecostes na Igreja, foi anunciada em várias ocasiões, desde sua primeira inspiração, como uma tarefa de construção assumida por ele; tarefa conduzida pela força de sua autoridade, mas também pelo vigor de seu carisma renovador. Sem a ousada inspiração e a liderança convicta e perseverante desse papa, certamente o Vaticano II não teria se realizado, ao menos com a dimensão e a profundidade que o caracterizou. Somente pela força carismática de líderes como João XXIII, se pode pensar em mudanças como as proporcionadas pelo Concílio em uma instituição milenar com doutrinas e regras cristalizadas. Esse grande Concílio, o mais ecumênico de todos, refez a rota fundamental da Igreja ao colocá-la de frente com o mundo moderno. A Igreja, que estava distante da chamada modernidade e segura de sua posição e verdade, foi capaz de reposicionar-se e elaborar uma nova doutrina sobre o mundo e sobre si mesma. De isolada do mundo, assume-se como sinal de salvação dentro do mundo; de detentora da verdade, reconhece a verdade presente nas ciências, e passa a dialogar com elas; então definida como poder sagrado, passa a compreender-se como servidora da humanidade. E o mundo torna-se o cenário do drama humano: lugar de pecado e de graça, porém inscrito no plano maior do amor de Deus, que nos cria e nos chama para a comunhão consigo. 7
7 Vaticano II e o diálogo inter-religioso A Igreja e o mundo estão situados nesse plano misterioso de Deus, a ele se referem permanentemente e são compreendidos como realidades distintas e autônomas, porém em diálogo respeitoso e construtivo. O Vaticano II abriu uma temporada nova na Igreja, como fruto de inesperada primavera, na intuição do papa João XXIII. A essa primavera, sucederam-se novos ciclos com climas diferenciados, sem nos poupar de invernos rigorosos. As decisões conciliares foram interpretadas e praticadas de diferentes modos nos anos que se seguiram à grande assembleia, em função de lugares e sujeitos envolvidos no processo de aggiornamento. Por um lado, é fato que muitas renovações aconteceram em diversas frentes da vida da Igreja. Tanto no âmbito das práticas pastorais quanto da reflexão teológica, o pós-concílio foi um canteiro que fez a primavera produzir muitos frutos: renovação litúrgica em diálogo com as diferentes culturas, Igreja comprometida com os pobres, diálogo ecumênico e inter-religioso, doutrina social da Igreja, experiência de ministérios leigos etc. O novo se mostrou vigoroso, sobretudo nas primeiras décadas do pós-concílio, e, particularmente, no hemisfério sul, nas Igrejas inseridas em contextos de pobreza e de culturas radicalmente distintas da cultura latino-cristã tradicional. Por outro lado, houve um esfriamento do carisma conciliar, uma vez que a história avançava impondo suas rotinas, mas, sobretudo, uma leitura que buscava evitar a ideia de renovação-ruptura com a tradição anterior. Segundo essa leitura, o Vaticano II teria inovado sem romper com a doutrina tradicional, incluindo a doutrina sobre a Igreja. Essas perspectivas revelam, na dinâmica pós-conciliar, as lutas por construir o verdadeiro significado do Vaticano II, do ponto de vista teórico e prático. Trata-se de leituras localizadas do ponto de vista geopolítico e teológico-eclesial, com sujeitos e ideias distintos, assim como marcadas por 8
8 esforços de demonstração da intenção original das decisões dos padres conciliares. Se esse dado revela, de um lado, as dificuldades crescentes de um consenso, expõe, por outro, a atualidade do Concílio como marco eclesial e teológico importante para a Igreja. Pode-se dizer que o Vaticano II começou efetivamente no dia seguinte à sua conclusão, em 8 de dezembro de Na Audiência de 12 de janeiro de 1966, o papa Paulo VI reconhecia esse desafio de colocar o Concílio em prática, comparando-o a um rio que iniciava seu fluxo e se dispunha para a Igreja como tarefa para o futuro. E esse rio avançou, certamente, por terrenos nunca previstos, fecundou novas terras e produziu frutos com sua água sempre viva. Por outro lado, foi um rio represado por muitas frentes eclesiais que temiam sua força; foi desviado de seu curso e canalizado para diferentes direções. Contudo, o rio jamais cessou seu fluxo. Continua correndo na direção do Reino, levando sobre suas torrentes a frágil Barca de Pedro, com seus viajantes, ora cansados e temerosos, ora destemidos e esperançosos. O Vaticano II não foi somente um evento do passado, mas constitui, de fato, o hoje da Igreja católica, a fonte de onde a Igreja retira o sentido fundamental para sua caminhada histórica e para o diálogo com a realidade atual. Esse Concílio em curso completa cinquenta anos, com uma história e um saldo que merecem ser visitados por todos os que estão atentos a sua importância para a Igreja, em permanente sintonia com o mundo que avança rapidamente em suas conquistas científicas e tecnológicas. Se a modernidade perscrutada pelos padres conciliares já não existe mais, ela deixou, entretanto, suas consequências positivas e negativas para nossos dias; consequências que exigem, de novo, o olhar atento da fé cristã, que busca distinguir os sinais dos tempos e lançar os cristãos como sujeitos ativos no mundo: parceiros de busca da verdade e na construção da fraterni- 9 Apresentação da coleção Marco Conciliar
9 Vaticano II e o diálogo inter-religioso dade universal. A presente coleção, planejada e oferecida pela Editora Paulus, pretende revisitar o Vaticano II por várias entradas e oferecer rápidos balanços sobre questões diversas, nesses cinquenta anos de prática e de reflexão. Cada uma das temáticas é abordada em três aspectos: a orientação conciliar presente nos textos promulgados pelo grande Sínodo, o desenvolvimento da questão no período pós-conciliar e a análise crítica balanço e prospectiva da mesma. Esse tríplice olhar busca conjugar o desenvolvimento da temática, do ponto de vista teórico e prático, ou seja, os seus desdobramentos no âmbito do Magistério e da reflexão teológica, assim como as suas consequências pastorais e sociais. A Igreja se encontra, nos dias atuais, em um momento fecundo de renovação de si mesma, após o conclave que elegeu o papa Francisco. O Vaticano II se encontra, nesse contexto, em uma nova fase, e deverá produzir seus frutos, em certa medida tardios, em muitas frentes que ainda não haviam sido enfrentadas pelos pontífices anteriores. A própria figura do atual papa remete para a eclesiologia do Vaticano II, tanto em suas atitudes como em suas palavras. Está viva a Igreja povo de Deus, a Igreja dos pobres, a Igreja servidora, misericordiosa e dialogal. O Concílio tem fornecido, de fato, a direção das reformas enfrentadas com coragem pelo papa a partir da Cúria Romana. Esse contexto de revisão é animador e permite falar novamente do último Concílio como um marco histórico fundamental para o presente e o futuro da Igreja. É tempo de balanço e reflexão sobre o significado desse marco. Os títulos ora publicados pretendem participar dessa empreitada com simplicidade, coragem e convicção. Cada autor perfila a procissão dos convictos da importância das decisões conciliares para os nossos dias, mesmo sendo o mundo de hoje, em muitos aspectos, radicalmente diferente daquele visto, 10
10 pensado e enfrentado pelos padres conciliares na década de sessenta. O espírito e a postura fundamental do Vaticano II permanecem não somente válidos, mas normativos no marco da grande tradição católica. Mas, continua, sobretudo, um espírito vivo, uma vez que convida e impulsiona a Igreja para o diálogo com as diferenças cada vez mais visíveis e cidadãs em nossos dias, e para o serviço desinteressado a toda humanidade, particularmente aos mais necessitados. Este volume é dedicado a um dos grandes temas tratados pelos padres conciliares: o diálogo inter-religioso. Na maior parte da sua história, a Igreja católica teve uma atitude de condenação em relação às demais religiões e aos seus membros. Com o Vaticano II, houve uma ruptura com essa atitude; em sintonia com o aggiornamento proposto por João XXIII, em que o diálogo tornou-se a palavra-chave, a Igreja católica escolheu outro caminho: o caminho da compreensão e do diálogo com as demais religiões. É o caminho da abertura e do amor que acolhe as diferenças na construção do Reino de Deus. O diálogo ecumênico e o diálogo inter-religioso foram duas das grandes novidades do Concílio. A partir desse evento conciliar, a promoção do diálogo inter-religioso tornou-se uma das prioridades da Igreja católica. Para anunciar a mensagem evangélica mais fielmente, o Concílio propõe o diálogo com as demais religiões; a despeito das suas diferenças, elas são compreendidas como parceiras na construção de uma sociedade mais humana, prenunciando os valores do Reino. Como disse o papa Francisco, o diálogo inter-religioso é uma exigência para a construção da paz e da justiça no mundo: Apresentação da coleção Marco Conciliar Uma atitude de abertura na verdade e no amor deve caracterizar o diálogo com os crentes das religiões não cristãs... Esse diálogo inter-religioso é uma condição necessária para a paz 11
11 Vaticano II e o diálogo inter-religioso no mundo e, por conseguinte, é um dever para os cristãos e também para outras comunidades religiosas (Evangelii Gaudium, 250). João Décio Passos Wagner Lopes Sanchez Coordenadores 12
12 Introdução situação vivida pelo mundo e pela Igreja católica na A ocasião da convocação do Concílio Vaticano II era bem diferente de uma época em que essa instituição tinha a hegemonia religiosa. Desde o século XVI, a Igreja católica teve que condividir o campo religioso com outras Igrejas cristãs nascidas da Reforma Protestante. Por outro lado, a expansão colonial iniciada no final do século XV levou os europeus a terem contato mais intenso com outras culturas e outras religiões. Missionários católicos e protestantes, em territórios de missão, se viram diante de religiões diferentes do cristianismo, que, por mais que se impusesse em territórios colonizados, encontrava resistência, sob diversas modalidades, por parte dos povos dominados. A modernidade trouxe mudanças profundas, inclusive no mundo religioso. Ao mesmo tempo que instaurou um processo de secundarização da religião, em que ela perdeu o papel de referência para o conjunto da sociedade, fez nascer a consciência de que a diversidade religiosa é um valor legítimo, e a liberdade religiosa um direito a ser garantido pela sociedade civil e pelo Estado. É nesse contexto que o Concílio se dedica a enfrentar temas até então tidos como muito difíceis, tanto para a teologia católica como para o próprio magistério. Temas difíceis porque tocavam em questões cruciais para a Igreja católica, que estavam relacionadas diretamente com a sua autocompreensão e com o seu lugar no mundo. No âmbito do campo religioso, os temas da liberdade religiosa, da diversidade re- 13
13 Vaticano II e o diálogo inter-religioso ligiosa e do lugar das religiões no plano de salvação estavam diretamente vinculados com o próprio lugar que a Igreja católica ocupava na sociedade ocidental. Apesar da existência de temores entre os padres conciliares, aos poucos foi despertando a consciência de que a Igreja católica precisava tratar desses temas com ousadia e despojamento. Do ponto de vista oficial, o Concílio Vaticano II foi o responsável por iniciar uma nova era na Igreja católica, na relação com as demais religiões. É a partir do evento conciliar que surge a expressão diálogo inter-religioso, que será muito utilizada no interior da instituição para referir-se, de um lado, a uma nova atitude diante das outras religiões, e de outro lado, ao conjunto de atividades que visam se aproximar das outras religiões. O diálogo inter-religioso, depois do Vaticano II, tem, portanto, uma dupla característica: atitude e ação, princípio e movimento, busca e realização. Com o Vaticano II, a Igreja católica descobre que o diálogo inter-religioso exige dos interlocutores compromisso com a verdade e com a busca do entendimento; que dialogar é sair de si para conhecer o outro e estar disponível para ser solidário com a sua vida, com as suas buscas; que dialogar é também estar disponível para abrir mão da intransigência e do fundamentalismo de todos os lados que nos separam dos outros e que impedem a convivência fraterna. Nas páginas deste livro, os leitores encontrarão o caminho feito pela Igreja católica, com seus altos e baixos, para ir ao encontro das outras religiões. Certamente, há muito a avançar, mas o caminho já foi inaugurado. Dentro dos limites de um livro destinado a refletir sobre o Concílio Vaticano II e o diálogo inter-religioso, o leitor perceberá, nas páginas deste livro, um convite para afinar os ouvidos, clarear os olhos e abrir as mãos para acolher as religiões em suas riquezas, apesar de suas eventuais contradições e dificuldades, num mundo cada vez mais plural. 14
14 Pois o diálogo inter-religioso é um convite para acolher as outras religiões, que são nossas vizinhas 1 na construção de uma vida melhor e de um futuro de justiça e paz. As religiões não podem se esquivar desse compromisso de contribuir para a construção de uma sociedade onde a justiça e a paz sejam os valores mais importantes. O diálogo inter- -religioso pode contribuir para que as religiões sejam mais abertas e mais flexíveis, mais acolhedoras e mais amorosas. Só assim as religiões poderão realizar a contento a sua missão de ser portadoras de esperança. Introdução 1 Knitter, numa entrevista ao Instituto Humanitas Unisinos, fala que devemos ser vizinhos inter-religiosos: Devemos ser os vizinhos inter-religiosos dos outros (< 15
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