REFORMAS INSTITUCIONAIS IMPLICAÇÕES LABORAIS
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- Eduardo Escobar Garrido
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1 REFORMAS INSTITUCIONAIS IMPLICAÇÕES LABORAIS CARREIRA ENFERMAGEM
2 SERVIÇO REGIONAL DE SAÚDE 2 Com a publicação da Lei de Bases da Saúde em agosto de 1990, a região consolida os princípios que permitiram aprofundar e fortalecer a autonomia do SRS. Com o Decreto Regulamentar Regional de setembro de 1992, a região formaliza a Estrutura, Orgânica e Funcionamento do Serviço Regional de Saúde. A região passa a ter três sub-regiões de saúde: Funchal, Zona Leste e Zona Oeste. O SRS é constituído: Pelo CHF (Centro Hospitalar do Funchal), pelo CRS (Centro Regional de Saúde) cada um com quadro próprio de pessoal, organização e funcionamento autónomo.
3 SERVIÇO REGIONAL DE SAÚDE 3 Em 2003 cria-se uma nova pessoa coletiva com autonomia administrativa, financeira e patrimonial de natureza empresarial (SRS, EPE). O SRS passa a integrar um quadro de recursos humanos único, resultante da junção do Centro Regional de Saúde e o Centro Hospitalar do Funchal. A nova entidade submetesse a regras privatísticas próprias de uma gestão do tipo empresarial. O SRS adota como objetivo desburocratizar e agilizar procedimentos, assumindo-se como parte da negociação coletiva com os sindicatos.
4 SERVIÇO REGIONAL DE SAÚDE 4 A nível organizacional o objetivo era proceder á desconcentração de competências / criando níveis de gestão intermédia (CRI) dispondo da mais ampla autonomia, sem pôr em causa a unidade do SRS.. O capital estatutário inicial do Serviço Regional de Saúde detido pela região era de Em 2008 E 2011 são introduzidas alterações legislativas pontuais, ao regime, a orgânica e ao regulamento interno do SESARAM, EPE sem alterar o estatuto em vigor.
5 SERVIÇO REGIONAL DE SAÚDE - ETAPAS 5 Período 77 / 80 - Transferência de diretrizes e competências nacionais para a RAM. Período 80 / 91 - Crescimento do dispositivo estrutural e organizacional do SRS, construção e ampliação de serviços e centros de saúde. Período 91 / 2003 continuidade da etapa anterior, assiste-se á reafirmação da autonomia e constituição da estrutura orgânica e de funcionamento do SRS. A partir de Passagem do SRS de SPA para EPE, com alterações na estrutura orgânica e de funcionamento.
6 ENQUADRAMENTO GERAL A P Ate 2008 vários decretos de lei a regulamentar diversas matérias para a administração pública, ex: ferias faltas e licenças, concursos, regimes de trabalho etc. 6 Lei nº 12- A / 2008 de 27 de fevereiro, lei dos Vínculos Carreiras e Remunerações, sujeita a varias alterações, (LVCR). Lei nº 59 / 2008 de 11 de setembro, aprova o Regime e a Regulamentação do Contrato de Trabalho em Funções Públicas, sujeita a varias alterações, (RCTFP). Lei nº 35 / 2014 de 20 de junho, Lei Geral do Trabalho em Funções Publicas (LGTFP)
7 ENQUADRAMENTO GERAL A P MATÉRIAS HARMONIZADAS (LGTFP e CT) Matérias dispostas no código do trabalho:. Direitos de personalidade. Igualdade e não discriminação. Parentalidade. Trabalhador com deficiência ou doença crónica. Trabalhador estudante 7. Organização e tempo de trabalho / Tempos de não trabalho. Promoção da segurança e saúde no trabalho. Comissões de trabalhadores e associações sindicais
8 CARREIRA DE ENFERMAGEM Decreto lei nº 414 / 71 de 27 de setembro, estabelece o regime legal das carreiras profissionais para os diversos grupos diferenciados de funcionários que prestam serviço no Ministério da Saúde e Assistência 8 Decreto lei nº 534 / 76 de 8 de julho, aprova o mapa referente às carreiras do pessoal de enfermagem do Ministério dos Assuntos Sociais. Decreto lei nº 305 / 81 de 12 de novembro, aprova o regime legal da carreira de enfermagem nos estabelecimentos ou serviços dependentes do Ministério dos Assuntos Sociais. Decreto lei nº 437/ 91 de 8 de novembro, aprova o regime legal da carreira de enfermagem aos enfermeiros que exercem funções nos estabelecimentos do Ministério da Saúde Decreto lei nº 412/ 98 de 3 de dezembro e 411/ 99 de 15 de outubro, introduzem alterações pontuais á carreira de enfermagem. Decreto lei nº 247 e 248/ 2009 de 22 de setembro, nova carreira de Enfermagem.
9 INSTRUMENTOS LEGAIS ENQUADRADORES Lei Geral do Trabalho em Funções Publicas (LTFP) Lei nº 35 / 2014 de 20 junho, em vigor a partir de 1 de agosto - D L nº 248/2009 de 22 de Setembro - Carreira de Enf. para RCTFP - D L nº 122/2010 de 11 de Novembro - Transições e grelha salarial para RCTFP - Portaria nº 242/2011 de 21 de Junho - Avaliação do desempenho para RCTFP - Portaria nº 245/2013 de 5 de agosto - Direção de Enfermagem - Portaria nº 250/2014 de 28 de novembro - Concursos carreira de enfermagem - Acordo Coletivo de Trabalho (ACT)de fevereiro de 2015, organização do tempo de trabalho e condições de prestação, (reposição das 35 horas). Código do Trabalho (CT) Lei nº 7 / 2009 de 12 de Fevereiro (já vai na 9ª alteração) - D L nº 247 / 2009 de 22 de Setembro - Carreira de Enf.º para os CITs nas EPEs - Acordo de Empresa (AE) de fevereiro de 2015 organização do tempo de trabalho e condições de prestação, (harmonização das 35 horas para CIT). - Acordo de Empresa (AE) Entre o SESARAM, EPE e o SERAM de 16 de dezembro de 2015 sobre harmonização salarial para os enfermeiros a CIT - Acordo de Empresa - global (Transições, desenvolvimento profissional, concursos, avaliação do desempenho, tabela salarial) 9
10 NATUREZA CONTRATUAL - VINCULO 10 Enfermeiro em (CTFP) desde Set Lei Geral do Trabalho em Funções Publicas Enfermeiro em CIT desde Maio 2003 Código do Trabalho
11 ESTATUTO DO PESSOAL 11 Rege-se pelas normas gerais aplicáveis ao Contrato Individual de Trabalho (Código Trabalho lei nº 7/2009 de 12 de Fevereiro) e pela Lei Geral do Trabalho em Funções Publicas lei nº 35 /2014 de 20 de junho). Deixou de haver quadros de pessoal - funcionários e agentes, passando a existir trabalhadores para postos de trabalho e mapas de pessoal. SESARAM, E.P.E. constitui parte em instrumento de regulamentação coletiva de trabalho.
12 SETORES DE ATIVIDADE 12. Setor Público Administrativo: Administração Pública em Geral (SPA) Setor Empresarial do Estado - Entidade Pública Empresarial (EPE) - SESARAM,EPE e outros Setor Social - Instituições Particulares de Solidariedade Social (IPSS) Setor Privado - Instituições Privadas (Clínicas, laboratórios, Consultórios etc.)
13 PROGRESSÕES TRANSIÇÕES NA CARREIRA. Lei nº 43/2005 de 9 agosto, determina o congelamento de progressões e de13 todos os suplementos remuneratórios a todos os funcionários e agentes da AP até 31/12/2006, renovando-se sucessivamente ate dezembro de Desde 2011 todos os reposicionamentos remuneratórios na TRU, progressões, promoções e os procedimentos concursais estão suprimidos pelas sucessivas leis gerais do Orçamento Estado. A progressão pode realizar-se se o trabalhador obtiver : Duas menções máximas consecutivas excelente (3 pontos cada); três menções imediatamente inferiores às máximas consecutivas - relevante (2 pontos cada) ou cinco menções imediatamente inferiores às referidas adequado - desde que consecutivamente positivas (1 ponto).. A progressão dos trabalhadores em exercício de funções, fica sujeito ao cabimento orçamental e á opção gestionária do dirigente máximo do órgão ou serviço.. Após acumular um total de 10 pontos concretiza-se obrigatoriamente a alteração de posicionamento remuneratório.
14 AVALIAÇÃO DO DESEMPENHO OS PONTOS OBTEM-SE PELA (AD) EXPRESSA EM MENÇÕES QUANTITATIVAS, NOS SEGUINTES TERMOS: a) Desempenho relevante 4 a 5 - (2 pontos) b) Desempenho adequado 2 a 3,99 - (1 ponto) c) Desempenho inadequado 1 a 1, Para além das três menções referidas pode ser atribuída a menção excelente - (3 pontos) Quotas 25 % de relevantes, dos quais só 5% podem ser excelentes. A avaliação final é a media ponderada das pontuações obtidas nos dois parâmetros da avaliação (Objetivos individuais e comportamentos profissionais). Para o parâmetro objetivos individuais é atribuída uma ponderação mínima de 70%, para o parâmetro comportamentos profissionais a ponderação máxima é de 30%.
15 15 GRELHA SALARIAL ENFERMAGEM - POSIÇÕES REMUNERATÓRIAS Posição Salarial ENF.º Principal , , , , , 14 ENFERM EIRO , , , , , , , , , , ,72
16 16 SINDICATO DOS ENFERMEIROS DA RAM OBRIGADO
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