MANEJO DE PRAGAS EXÓTICAS EM FLORESTAS
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- Airton Ferreira da Costa
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1 MANEJO DE PRAGAS EXÓTICAS EM FLORESTAS DE EUCALIPTO RESUMO As pragas exóticas do eucalipto o psilídeo-de-concha Glycaspis brimblecombei (Hemiptera: Psyllidae), o percevejo bronzeado Thaumastocoris peregrinus (Hemiptera: Thaumastocoridae) e a vespa-de-galha Leptocybe invasa (Hymenoptera: Eulophidae), tem comprometido o desenvolvimento de espécies e clones de eucalipto no Brasil, Sistemas de monitoramento, baseado no uso de armadilhas adesivas tem sido utilizados. As principais estratégias de manejo dessas pragas são baseadas em controle biológico clássico, com importação e liberação de inimigos naturais, e avaliação de material genético de eucalipto resistente. SUMMARY The exotic pests of eucalyptus redgum lerp psyllid Glycaspis brimblecombei (Hemiptera: Psyllidae), the bronze bug Thaumastocoris peregrinus (Hemiptera: Thaumastocoridae) and gall wasp Leptocybe invasiva (Hymenoptera: Eulophidae), has compromised the development of Eucalyptus species and clones in Brazil. Monitoring systems, based on the use of sticky traps have been used. The main management strategies for these pests are based on c1assical biological control, with import and release of natural enemies, and evaluation of resistant genetic material to the exotic pests. INTRODUÇÃO O setor florestal brasileiro vem tendo sua produtividade afetada com a introdução de pragas exóticas nas últimas duas décadas, tanto para plantações florestais de eucalipto como de Pinus. Apesar das florestas de Eucalyptus terem como principais problemas as pragas nativas, como formigas cortadeiras, cupins, lagartas desfolhadoras e besouro amarelo, nos últimos anos o estabelecimento de pragas exóticas, como o psilídeo-de-concha Glycaspis brimblecombei (Hemiptera: Psyllidae), o percevejo bronzeado Thaumastocoris peregrinus (Hemiptera: Thaumastocoridae) e a vespa-de-galha Leptocybe invasa (Hymenoptera: 1 Depto. Produção Vegetal, FCN UNESP, Campus de Botucatu, Botucatu, SP. 2 Embrapa Florestas, Colombbo, PR. 3 Lab. Quarentena "Costa Lima", Embrapa Meio Ambiente, Jaguariúna, SP. [email protected]
2 130 Manejo de Pragas Exóticas em Florestas de Eucalipto Eulophidae), tem comprometido o desenvolvimento de espécies e clones de eucalipto, principalmente nas regiões onde há períodos de seca definidos, como a região do cerrado e interior do Nordeste.
3 II Encontro Brasileiro de Silvicultura empresas florestais vêm realizando avaliação precoce de novos clones quanto à suscetibilidade ao psilídeo-de-concha.
4 132 Manejo de Pragas Exóticas em Florestas de Eucalipto Quanto ao manejo do percevejo bronzeado, ainda há poucas alternativas conhecidas. Na África do Sul, Brasil, Chile Argentina e Uruguai rstá sendo feita a importação do parasitóide de ovos Cheruchoides noacke (Hymenoptera: Mymaridae) (L1N et ai., 2007). Testes de avaliação de eficiência de inseticidas sistêmicos e de contato e de produtos biológicos à base de fungos entomopatogênicos (Beauveria bassiana e Metarhizium anisopliae) estão em andamento no Brasil. Quanto a outros inimigos naturias, foi constatado predação por larvas de Chrysoperla externa (Neuroptera: Chrysopidae) e por ninfas e adultos de Atopozelus opsimus (Hemiptera: Reduviidae) (SOLlMAN, 2010).
5 II Encontro Brasileiro de Silvicultura armadilhas amarelas adesivas, para amostragem de adultos ou coleta de ramos e contagem de galhas, que avalia a presença de larvas e pupas. Quanto ao manejo e controle, foi verificado que E. camaldulensis e clones híbridos com essa espécie são muito suscetíveis, comprometendo o desenvolvimento inicial (do plantio até 2 anos), causando redução no crescimento em altura e perda de dominância apical. Portanto, o uso desses materiais genéticos deve ser feitos com muito critério. Experimentos avaliando eficiência de inseticidas sistêmicos, como imidacloprid, thiamethoxam e acefato estão sendo conduzidos na Bahia, tanto em mudas no viveiro como em mudas novas no campo. Outra possibilidade é a importação de parasitóides de L. invasa, como feito em Israel. CONSIDERAÇÕES FINAIS As freqüentes detecções de novas pragas de Eucalyptus no Brasil desde 2003 têm demonstrado a vulnerabilidade do país quanto às questões de biossegurança. A maioria das novas pragas encontradas são insetos de hábito sugador ou galhador, ou seja, são insetos que necessitam de material vegetal fresco ou vivo para poderem sobreviver e atingirem novas regiões. Geralmente, introduções de pragas são relacionadas ao aumento do comércio internacional. Entretanto, pelo tipo de pragas introduzidas, há suspeita que possa estar havendo entrada de material vegetal vivo (estacas ou mudas) de forma ilegal, que pode trazer ovos ou formas jovens desses insetos, ou introduções propositais, de possíveis concorrentes comerciais ou de grupos radicais contrários às plantações florestais. De qualquer forma, há necessidade de aumentar o nível de fiscalização de cargas e pessoas que chegam do exterior de áreas de risco. Atualmente, com a presença de três pragas exóticas específicas para E. camaldulensis no Brasil, plantios com essa espécie estão comprometidos, apesar de sua importância devido a qualidade de madeira e resistência a déficit hídrico. O custo a pagar dessas introduções de novas é alto, podendo impactar na produtividade e rentabilidade das plantações florestais em nosso país. Entretanto, medidas de controle tem sido estudadas, mas a aplicação desses resultados é geralmente lenta, principalmente quando o foco é controle biológico, desejável pelo menor impacto ambiental e melhor aceito pelos sistemas de certificação florestal. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS BARBOSA, L.R.; SANTOS, F.; WILCKEN, C. F.; SOLlMAN, E. P Registro de Thaumastocoris peregrinus (Hemiptera: Thaumastocoridae) no Estado do Paraná. Pesquisa Florestal Brasileira, 30 (61): CARPINTERO, D.L. & DELLAPÉ, P.M A new species of Thaumastocoris Kirkaldy from Argentina (Heteroptera: Thaumastocoridae: Thaumastocorinae) Zootaxa, N. 1228: COSTA, V.A.; BERTI FILHO, E. WILCKEN, C.F.; STAPE, J.L.; LaSALLE, J Eucalyptus gall wasp, Leptocybe invasa (Hymenoptera: Eulophidae) in Brazil: new forest pest reaches the New World. Revista de Agricultura, 83 (2):
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