PARECER N.º 14/CITE/2011
|
|
|
- João Lucas Bugalho Costa
- 9 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 PARECER N.º 14/CITE/2011 Assunto: Parecer prévio à recusa de autorização de trabalho em regime de horário flexível a trabalhadora com responsabilidades familiares, nos termos do n.º 5 do artigo 57.º do Código do Trabalho, aprovado pela Lei n.º 7/2009, de 12 de Fevereiro Processo n.º 1072 FH/2010 I OBJECTO 1.1. Em 29 de Dezembro de 2010, a CITE recebeu da, S.A. ( ), cópia de um pedido de autorização de trabalho em regime de horário flexível, apresentado pela trabalhadora, titular da categoria profissional de técnica de tráfego e assistência em escala, na escala do Porto, bem como do fundamento da intenção de o recusar e da apreciação da trabalhadora, para efeitos da emissão de parecer, nos termos dos nºs 5 e 6 do artigo 57.º do Código do Trabalho, aprovado pela Lei n.º 7/2009, de 12 de Fevereiro No seu pedido de autorização de trabalho em regime de horário flexível, apresentado em 06/12/2010, a trabalhadora refere, nomeadamente, o seguinte: ( ) Sou mãe de uma criança com 3 meses que, a partir do final da minha licença de maternidade prevista para o dia 17 de Fevereiro de 2011, terá que iniciar frequência de infantário. Os horários do referido estabelecimento não são, de maneira alguma, compatíveis
2 2 com os meus horários ou os do meu marido, uma vez que também ele exerce funções em horários por turnos na mesma escala Dado isto, e porque não foi possível beneficiarmos de compatibilidade de horários ao abrigo do disposto no acordo de empresa por motivos de excesso de quota (segundo a direcção da escala), solicito uma amplitude horária entre as 10h00 e as 17h30, pois o serviço de berçário do infantário abre às 09h00 e encerra às 18h Junto envio documentação que faz prova da constituição do agregado familiar e dos horários do infantário Em 15 de Dezembro de 2010, a entidade empregadora apresenta à trabalhadora, os fundamentos da intenção de recusar o seu pedido de horário flexível, que, são, nomeadamente, os seguintes: ( ) é intenção desta Empresa recusar o pedido de trabalho em horário flexível nas condições por si propostas, nos termos do CT Art 57 nºs 2 e 3, e pelos fundamentos que seguidamente enunciamos : A SA desenvolve actividade de assistência nos aeroportos nacionais em regime de laboração contínua, verificando-se que no particular da assistência prestada neste Aeroporto Francisco Sá Carneiro do Porto, a amplitude dessa prestação oscila entre as 04H00 e as 24H A taxa de maior impacto e necessidade de recursos humanos, na nossa actividade, vulgo "pico da operação" situa-se em OPO entre as 06H00 e as 20H00.
3 A rotatividade de horários e turnos entre todos os trabalhadores é também imprescindível e necessária em termos de equidade. Considerando a composição do quadro de pessoal da Escala do Porto, onde muitas jovens mães prestam serviço, especialmente na área de Check-in e Acolhimento no âmbito da Assistência em Escala, a concessão de horários com limitação de amplitude dos turnos, iria, necessariamente, sobrecarregar determinados trabalhadores em detrimento de outros, que obviamente também têm direito a uma vida familiar, com vista a garantir a cobertura necessária de recursos humanos para prestar o serviço para o qual a foi contratada Como é sabido o trabalho e a base contratual utilizada com V. Exa. e a generalidade dos Técnicos de Tráfego ao nosso serviço, baseia-se num regime especial, descrito na Lei e no AE em vigor na empresa, em que a laboração por turnos é imperativa e imprescindível na assistência às aeronaves dos nossos clientes, aliás, como regulamentado também pelo INAC Nesta conformidade, apesar das enormes dificuldades de materializar os muitos pedidos de redução ou flexibilidade de horários que nos são dirigidos, porque a empresa não quer deixar de ser sensível às questões de natureza parental e social que lhe estão associadas, disponibilizamo-nos no limite a oferecer uma flexibilidade que se situa na cobertura do "pico da operação", isto é, entre as 06H00 e as 20H Em 21 de Dezembro de 2010, e recepcionada pela empresa em 24/12/2010, a trabalhadora enviou à empresa a sua apreciação sobre
4 4 os fundamentos da intenção de recusa ao seu pedido de horário flexível, referindo, nomeadamente, o seguinte: Que, tendo recebido em 17 de Dezembro, a vossa resposta com proposta de indeferimento ao meu pedido de trabalhar em regime de horário flexível no horário entre as 10h00 e as 17h30, vem, nos termos e para os efeitos do art.º 57 n.º 4 do Código de Trabalho aprovado pela Lei "7/2009 de 12 de Fevereiro, expor a VV. Exªs o seguinte: Que Sou V/colaboradora e exerço funções de TTAE na escala do Porto, no Aeroporto Francisco Sá Carneiro Que Em carta que V. E ª receberam em 06 de Dezembro, requeri a pratica de horário de trabalho flexível, podendo o mesmo ter inicio a partir das 10h e termo até ás 17h30, nos termos do art.º 56 do Código de Trabalho Que Esta amplitude, permite que V. Exªs elaborem vários horários trabalho de acordo com as necessidades da actividade da empresa, pois que, sou trabalhadora a tempo parcial Que o pedido fundamenta-se no facto de ser mãe de um filho com três meses de idade que terá de ingressar num berçário, assim que termine a minha licença de maternidade prevista para 17/02/ Que Acontece que, o berçário, onde obtive vaga, abre ás 9h00 e encerra ás 18h30 - conforme declaração já junta com o pedido inicial.
5 Que exercendo o meu marido e pai do menor funções em horários por turnos na mesma escala e não tendo qualquer outro apoio familiar, não me é possível conformar-me com a proposta de V. Exªs em exercer actividade entre as 06h00 e as 20h Que De facto não existe berçário que acolha crianças ás 05h30, nem que mantenha actividade até ás 20h Que E conforme já alegado não tem a ora signatária qualquer outra alternativa ou apoio familiar que colmate esta situação Que Pois que também o cônjuge e pai do menor trabalha por turnos exercendo a sua actividade nas mesmas instalações que a signatária e lhe foi negado a compatibilidade de horários nos termos do consagrado na cláusula 27.ª do A.E "Aos trabalhadores abrangidos por este A.E. pertencentes ao mesmo agregado familiar será concedida prestação de trabalho e períodos de descanso a horas e dias afins, sempre que dessa concessão não resultem inconvenientes para o serviço Que E foi-lhes negado esta concessão, por, no entender de VV Exªs, já se ter excedido a quota disponível, senda que no A.E. não se estabelecem quotas máximas para esta concessão Que Sentindo-se a signatária discriminada face aos demais trabalhadores que na mesma situação lhes foi concedido a possibilidade de obterem horários compatíveis ou desfasados de acordo com os seus pedidos, exactamente para poderem colmatar estas situações de horários escolares dos filhos menores, gozando, no entanto, folgas e ferias em conjunto.
6 Que Por tal e face á recusa, sem qualquer fundamento, atrás descrita, viu-se obrigada a exercer o direito a trabalhar em horário flexível, de acordo com as necessidades do seu agregado familiar Acresce dizer que, os pedidos semelhantes de trabalhar em horário de trabalho flexível, formulados pelas demais trabalhadoras a exercer funções junto de VV. Exªs têm sido concedidos Que Não entendendo, o motivo da recusa, e do tratamento diferente por parte de VV Ex.ªs de uma situação igual às já concedidas Que Pois que, a signatária sempre foi, e continuará a ser, uma funcionária cumpridora, diligente, zelosa e obediente E porque sensível às necessidades operacionais de VV. Ex.as, poderei aceitar um horário de trabalho flexível a exercer entre as 9h30 e as 18h, pois que assim, ainda que com grande esforço, poderia deixar e ir buscar o seu filho no limite do horário do berçário. II ENQUADRAMENTO JURÍDICO 2.1. Para os trabalhadores com responsabilidades familiares, abrangidos pelo regime do contrato individual de trabalho, as condições de atribuição do direito a trabalhar em regime de horário flexível encontram-se, actualmente, estabelecidas nos artigos 56.º e 57.º do Código do Trabalho, aprovado pela Lei n.º 7/2009, de 12 de Fevereiro.
7 Através das referidas normas, pretendeu o legislador assegurar o exercício do direito à conciliação da actividade profissional com a vida familiar, consignado na alínea b) do n.º 1 do artigo 59.º da Constituição da República Portuguesa Para o exercício do referido direito, estabelece o n.º 1 do mesmo artigo 57.º que o trabalhador que pretenda trabalhar em regime de horário de trabalho flexível deve solicitá-lo ao empregador, por escrito, com a antecedência de 30 dias, com os seguintes elementos: - Indicação do prazo previsto, dentro do limite aplicável; - Declaração da qual conste: i) Que o menor vive com ele em comunhão de mesa e habitação ( ) O n.º 2 do mesmo artigo admite, no entanto, que tal direito possa ser negado com fundamento em exigências imperiosas ligadas ao funcionamento da empresa, ou na impossibilidade de substituir o trabalhador se este for indispensável, devendo a decisão ser comunicada por escrito ao trabalhador no prazo de 20 dias contados a partir da recepção do pedido, de acordo com o n.º 3 do referido preceito legal, comunicação esta a que o empregador deu seguimento Contudo, analisado o processo sub judice, verifica-se que o empregador não cumpriu o estipulado no n.º 5 do artigo 57.º do Código do Trabalho, ou seja, não remeteu o processo para apreciação desta Comissão nos cinco dias subsequentes ao fim do prazo para apreciação do trabalhador Com efeito, no caso em apreço, o prazo para apreciação pela trabalhadora terminou no dia 22 de Dezembro de 2010, pelo que o empregador deveria ter solicitado parecer prévio à CITE, nos termos
8 8 da lei, até ao dia 27 de Dezembro de 2010, o que apenas veio a suceder em 29 de Dezembro de Ora, nos termos da alínea c) do n.º 8 do artigo 57.º do Código do Trabalho, considera-se que o empregador aceita o pedido do trabalhador nos seus precisos termos ( ) se não submeter o processo à apreciação da entidade competente na área da igualdade de oportunidades entre homens e mulheres dentro do prazo previsto no n.º 5, ou seja, nos cinco dias subsequentes ao fim do prazo para apreciação do trabalhador De salientar ainda que, de acordo com o estabelecido no n.º 10 do artigo 57.º do Código do Trabalho, constitui contra-ordenação grave a violação do disposto no referido n.º 5 do mesmo artigo. III CONCLUSÃO 3.1. Face ao que antecede, a CITE delibera: Emitir parecer prévio desfavorável à recusa da prestação de trabalho em regime de horário flexível, nos termos requeridos pela trabalhadora, por considerar que o pedido se encontra aceite nos seus precisos termos, em virtude da aplicação do disposto na alínea c) do n.º 8 do artigo 57.º do Código do Trabalho Remeter o presente parecer à Autoridade para as Condições do Trabalho para os efeitos tidos por convenientes.
9 9 APROVADO POR UNANIMIDADE DOS MEMBROS PRESENTES NA REUNIÃO DA CITE DE 13 DE JANEIRO DE 2011
PARECER N.º 255/CITE/2016
PARECER N.º 255/CITE/2016 Assunto: Parecer prévio à intenção de recusa de autorização de trabalho em regime de horário flexível a trabalhadora com responsabilidades familiares, nos termos do n.º 5 do artigo
PARECER N.º 6/CITE/2003
PARECER N.º 6/CITE/2003 Assunto: Parecer prévio nos termos do n.º 8 do artigo 18.º e n.º 2 do artigo 17.º do Decreto-Lei n.º 230/2000, de 23 de Setembro Processo n.º 7/2003 I - OBJECTO 1.1. A CITE recebeu,
PARECER N.º 6/CITE/2005
PARECER N.º 6/CITE/2005 Assunto: Parecer prévio à prestação de trabalho a tempo parcial, nos termos dos n. os 2 e 6 do artigo 80.º da Lei n.º 35/2004, de 29 de Julho Processo n.º 3 TP/2005 I OBJECTO 1.1.
MINISTÉRIOS DA SAÚDE E DO AMBIENTE. Portaria n. 174/97 de 10 de Março
MINISTÉRIOS DA SAÚDE E DO AMBIENTE Portaria n. 174/97 de 10 de Março A implementação de uma nova política de gestão de resíduos que, de forma integrada, perspective este desafio das sociedades contemporâneas
Parecer N.º DAJ 55/17. Data 10 de março de José Manuel Lima. Emprego público LTFP Tempo parcial Remuneração. Temáticas abordadas.
Parecer N.º DAJ 55/17 Data 10 de março de 2017 Autor José Manuel Lima Temáticas abordadas Emprego público LTFP Tempo parcial Remuneração Notas 1 6 Tendo em atenção o exposto por email de 23 de fevereiro,
Decreto-Lei Nº 230/2000 de 23 de Setembro
Decreto-Lei Nº 230/2000 de 23 de Setembro As alterações da Lei Nº 4/1984, de 5 de Abril, sobre a protecção da maternidade e da paternidade, através da Lei Nº 142/1999, de 31 de Agosto, tornam necessário
Concessão do estatuto de trabalhador-estudante
Pela Lei, de 29 de Julho, que regulamenta a Lei Nº, de 27 de Agosto que aprovou o Código do Trabalho foi revogada a Lei Nº116/97, de 4 de Novembro (Estatuto do Trabalhador Estudante). Transcrevem-se, assim,
ESTATUTO DO TRABALHADOR- CÓDIGO DO TRABALHO ESTUDANTE CAPÍTULO I SECÇÃO II. Preâmbulo. Subsecção VIII. Trabalhador-Estudante. Artº 17º.
ESTATUTO DO TRABALHADOR- CÓDIGO DO TRABALHO ESTUDANTE (Lei nº 99/2003, de 27 de Agosto) CAPÍTULO I SECÇÃO II Preâmbulo Subsecção VIII Trabalhador-Estudante Artº 17º Trabalhador-estudante O disposto nos
Direito a férias (art.ºs 237º ss do Código de Trabalho)
Direito a férias (art.ºs 237º ss do Código de Trabalho) Nos termos do Código de Trabalho ( CT ) em vigor, aprovado pela Lei nº 07/2009 de 12/02, com as alterações introduzidas pela Lei n.º 23/2012, de
Do direito à compensação dos encargos resultantes das dispensas dos eleitos locais e das faltas dadas ao abrigo do Estatuto do Dirigente Associativo
ASSUNTO: Do direito à compensação dos encargos resultantes das dispensas dos eleitos locais e das faltas dadas ao abrigo do Estatuto do Dirigente Associativo Parecer n.º: INF_DSAJAL_LIR_5833/2019 Data:
Destacamento de trabalhadores
Destacamento de trabalhadores Determinação da legislação aplicável 2 Instituições competentes Centros Distritais do ISS, I.P. Instituições de segurança social das Regiões Autónomas Secretaria Geral ou
PROCEDIMENTOS PARA INÍCIO DA OFERTA DE REDES E SERVIÇOS DE COMUNICAÇÕES ELECTRÓNICAS
PROCEDIMENTOS PARA INÍCIO DA OFERTA DE REDES E SERVIÇOS DE COMUNICAÇÕES ELECTRÓNICAS Introdução A Lei nº 5/2004, de 10 de Fevereiro, estabelece o regime jurídico aplicável às redes e serviços de comunicações
PARECER JURÍDICO N.º 4 / CCDR-LVT / Validade Válido JURISTA MARTA ALMEIDA TEIXEIRA GESTÃO RECURSOS HUMANOS. A autarquia refere o seguinte:
Validade Válido JURISTA MARTA ALMEIDA TEIXEIRA ASSUNTO GESTÃO RECURSOS HUMANOS A autarquia refere o seguinte: QUESTÃO Dispõe o artigo 28.º n.º 2 da Lei 66-B/2012, de 31 de Dezembro (Orçamento de Estado
LEI GERAL DO TRABALHO EM FUNÇÕES PÚBLICAS CÓDIGO DE TRABALHO
DE TRABALHO I. Enquadramento Geral A Lei Geral do Trabalho em Funções Públicas entrou em vigor no dia 1 de agosto de 2014. A Lei Geral do Trabalho em Funções Públicas (adiante designada por LTFP) aprovada
COMISSÃO DE TRABALHO, SEGURANÇA SOCIAL E ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA RELATÓRIO [SEC (2010) 887] [SEC (2010) 888]
RELATÓRIO COM (2010) 379 FINAL Proposta de Directiva do Parlamento Europeu e do Conselho Relativa às condições de entrada e de residência de nacionais de países terceiros para efeitos de trabalho sazonal
O art.º 120º da LTFP, sob a epígrafe Limites da duração do trabalho suplementar determina o seguinte:
ASSUNTO: Do acréscimo remuneratório devido por prestação de trabalho suplementar em dia de descanso semanal e da possibilidade da sua fixação por instrumento de regulamentação coletiva Parecer n.º: INF_DSAJAL_LIR_4174/2018
PARECER N.º 2/CITE/2010
PARECER N.º 2/CITE/2010 Assunto: Parecer prévio ao despedimento de trabalhadora grávida, nos termos do n.º 1 e da alínea a) do n.º 3 do artigo 63.º do Código do Trabalho, aprovado pela Lei n.º 7/2009,
Licenciamento de Exploração de Massas Minerais (Pedreiras)
NORMA DE PROCEDIMENTOS Março de 2008 13 / AM Tramitação dos processos de Licenciamento de Exploração de Massas Minerais (Pedreiras) 1. Apresentação 2. Legislação de enquadramento 3. Tramitação dos processos
PARECER N.º 15/CITE/2015
PARECER N.º 15/CITE/2015 Assunto: Parecer prévio à recusa do pedido de autorização de trabalho em regime de horário flexível, a trabalhadora com responsabilidades familiares, nos termos do n.º 5 do artigo
CAE Rev_3: 60200, 61100, 61200, e TELECOMUNICAÇÕES
O conteúdo informativo disponibilizado pela presente ficha não substitui FUNCHAL CAE Rev_3: 60200, 61100, 61200, 61300 e 61900 TELECOMUNICAÇÕES ACTIVIDADES ABRANGIDAS: - Operador de Redes Públicas de Telecomunicações
MINISTÉRIO DA JUSTIÇA AUDITORIA JURÍDICA TRIBUNAL ADMINISTRATIVO DO CIRCULO DE LISBOA
MINISTÉRIO DA JUSTIÇA AUDITORIA JURÍDICA TRIBUNAL ADMINISTRATIVO DO CIRCULO DE LISBOA PROC. 0092/03 1ª Sec. - 3ª Sub. Acção de reconhecimento de direito Ex.mo Senhor Dr. Juiz de Direito: Contestando acção
Publicado no Diário da República, I série, nº 147, de 12 de Agosto AVISO N.º 04/2014
Publicado no Diário da República, I série, nº 147, de 12 de Agosto AVISO N.º 04/2014 ASSUNTO: PROCESSO SIMPLIFICADO PARA O PAGAMENTO DE IMPORTAÇÃO DE MERCADORIAS A integração dos órgãos intervenientes
PARECER N.º 65/CITE/2014
PARECER N.º 65/CITE/2014 Assunto: Parecer prévio ao despedimento de trabalhadora grávida por extinção de posto de trabalho, nos termos do n.º 1 e da alínea c) do n.º 3 do artigo 63.º do Código do Trabalho,
TRABALHADOR - ESTUDANTE O QUE DIZ A LEI
Ficha n.º 4 TRABALHADOR - ESTUDANTE O QUE DIZ A LEI OBSERVAÇÕES Trabalhador-Estudante Trabalhador que frequenta qualquer nível de educação escolar, bem como curso de pós-graduação, mestrado ou doutoramento
FALTAS (com base na LTFP e CT)
FALTA (com base na LTFP e CT) Tipo de Falta Comunicação da falta Duração Lim.Máx Doc.Justificativo Desc. Vencimento Desc. ub. Refeição Enquadramento Legal Casamento 15 dias consecutivos Assento de casamento
EVOLUÇÃO REGIME PARENTALIDADE
EVOLUÇÃO REGIME PARENTALIDADE 1. O que mudou na revisão do Código do Trabalho em 2009? O regime de protecção da maternidade e da paternidade previsto no Código do Trabalho foi objecto de significativas
Leis do Trabalho. Tudo o que precisa de saber, 3.ª EDIÇÃO. Atualização online II
Leis do Trabalho Tudo o que precisa de saber, 3.ª EDIÇÃO Atualização online II A entrada em vigor da Lei n. 120/2015, de 1 de setembro, obriga à reformulação das perguntas 34, 46, 110 e 112 e dos Anexos
Divisão de Recursos Humanos e Administração Página 0
Página 0 Regime de Faltas e Licenças e seus Efeitos Lei n.º 35/2014, de 20 de junho (LTFP) Todas as ausências ao serviço têm que ser obrigatoriamente comunicadas ao superior hierárquico, com antecedência,
Prestações de Encargos Familiares (inscritos na CGA)
REQUERIMENTO PRESTAÇÕES POR ENCARGOS FAMILIARES ABONO DE FAMÍLIA PRÉ-NATAL E ABONO DE FAMÍLIA PARA CRIANÇAS E JOVENS Para que possa preencher o requerimento, mais facilmente, deve seguir as informações
Gabinete de Auditoria e Qualidade APROVADO PELA ASSEMBLEIA MUNICIPAL DE SINTRA EM 8 DE FEVEREIRO DE 2008
REGULAMENTO MUNICIPAL PARA O LICENCIAMENTO DAS ACTIVIDADES DE VENDA AMBULANTE DE LOTARIAS, DE VENDA DE BILHETES PARA ESPECTÁCULOS OU DIVERTIMENTOS PÚBLICOS EM AGÊNCIAS OU POSTOS DE VENDA E DE REALIZAÇÃO
Assim sendo, o médico de família assinalou a incapacidade permanente no respetivo boletim de acompanhamento.
ASSUNTO: Acidente em serviço.junta médica. Faltas Parecer n.º: INF_DSAJAL_LIR_6254/2017 Data: 20-07-2017 Pela Exa Senhora Vereadora dos Recursos Humanos, representada pela sua Interlocutora junto desta
PROCURADORIA-GERAL DA REPÚBLICA CONSELHO SUPERIOR DO MINISTÉRIO PÚBLICO
Proposta de Lei nº 310/XII/4ª (Aprova o Estatuto da Ordem dos Notários e altera o Estatuto do Notariado aprovado pelo Decreto-Lei 26/2004, de 4 de Fevereiro) A Comissão de Assuntos Constitucionais, Direitos,
REGULAMENTO DOS MECANISMOS E PROCEDIMENTOS PARA CONTRATAÇÃO DE CIDADÃOS DE NACIONALIDADE ESTRANGEIRA
Flash Informativo Flash News 20/09/2016 REGULAMENTO DOS MECANISMOS E PROCEDIMENTOS PARA CONTRATAÇÃO DE CIDADÃOS DE NACIONALIDADE ESTRANGEIRA Foi recentemente publicado no Boletim da Republica n.º 104,
Assim: Nos termos da alínea a) do n.º 1 do artigo 198.º da Constituição, o Governo decreta o seguinte:
Decreto-Lei n.º 237/2007 de 19 de Junho Transpõe para a ordem jurídica interna a Directiva n.º 2002/15/CE, do Parlamento Europeu e do Conselho, de 11 de Março, relativa à organização do tempo de trabalho
PARECER N.º 438/CITE/2015
PARECER N.º 438/CITE/2015 Assunto: Parecer prévio ao despedimento de trabalhadora lactante, por extinção de posto de trabalho, nos termos do n.º 1 e da alínea c) do n.º 3 do artigo 63.º do Código do Trabalho,
Decreto-Lei nº 144/2009, de 17 de Junho
Decreto-Lei nº 144/2009, de 17 de Junho O presente decreto-lei vem introduzir no ordenamento jurídico português a figura do mediador do crédito, cuja actividade visa a defesa e promoção dos direitos, garantias
Remuneração de eleito local em regime de meio tempo.
Remuneração de eleito local em regime de meio tempo. Pelo Senhor Presidente da Câmara Municipal, representado pelo seu Interlocutor junto desta Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional, foi solicitado
PARECER N.º 45/CITE/2011
PARECER N.º 45/CITE/2011 Assunto: Parecer prévio à intenção de recusa de autorização de trabalho em regime de horário flexível a trabalhadora com responsabilidades familiares, nos termos do n.º 5 do artigo
Formador: Carlos Varandas Nunes. Seminário Lei do Trabalho em Funções Públicas
Formador: Carlos Varandas Nunes Seminário Lei do Trabalho em Funções Públicas Apresentação Carlos Varandas Nunes 46 anos Mestre em Gestão- Administração Pública Organização da Formação Dúvidas que me fizeram
CONTRATOS DE APOIO À FAMÍLIA CONTRATOS SIMPLES PROCEDIMENTO PARA O ANO LETIVO 2017/2018
Nos termos do art.º 5.º, alínea h) da Portaria n.º 30/2013, de 29 de janeiro de 2013, compete à Direção-Geral da Administração Escolar, promover a gestão e acompanhamento da execução dos Contratos Simples
CIRCULAR N/REFª : 99/2015 DATA: 03/12/15. ASSUNTO: Protecção legal na parentalidade. Exmos. Senhores,
CIRCULAR N/REFª : 99/2015 DATA: 03/12/15 ASSUNTO: Protecção legal na parentalidade. Exmos. Senhores, Junto se envia informação elaborada pelo nosso Consultor Jurídico sobre o assunto em epígrafe. Com os
REGULAMENTO PARA CREDITAÇÃO DE FORMAÇÕES ANTERIORMENTE OBTIDAS INSTITUTO POLITÉCNICO DE BEJA
REGULAMENTO PARA CREDITAÇÃO DE FORMAÇÕES ANTERIORMENTE OBTIDAS INSTITUTO POLITÉCNICO DE BEJA Artigo 1.º Âmbito 1. O presente regulamento define os princípios e estabelece as normas a seguir no Instituto
Estatuto de trabalhador-estudante
Diplomas consolidados Estatuto de trabalhador-estudante DGAJ-DF - 2013 Direção-Geral da Administração da Justiça Estatuto de Trabalhador-Estudante VERSÃO ATUALIZADA O regime do trabalhador-estudante aplica-se
Normas para concessão de auxílios económicos no 1.º ciclo do ensino básico
Normas para concessão de auxílios económicos no 1.º ciclo do ensino básico ENQUADRAMENTO Desde a Constituição da República de 1976 que está consagrada a universalidade, obrigatoriedade e gratuitidade do
