Capítulo 4 ENQUADRAMENTO INSTITUCIONAL E ORGANIZAÇÃO
|
|
|
- Thiago Gama Pedroso
- 9 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 Capítulo 4 ENQUADRAMENTO INSTITUCIONAL E ORGANIZAÇÃO
2 104 Banco de Cabo Verde / Relatório Anual de 2008
3 Capítulo 4 - Enquadramento Institucional e Organização 1. Órgãos de Gestão do Banco de Cabo Verde O Banco de Cabo Verde, de acordo com a sua lei orgânica, é uma pessoa colectiva de direito público, dotada de autonomia administrativa, financeira e patrimonial, e tem a sua sede na cidade da Praia. O Banco de Cabo Verde é o Banco Central da República, devendo nessa qualidade ter como atribuições assegurar e regular a criação, a circulação e o valor da moeda nacional. São órgãos do Banco o Governador, o Conselho de Administração, o Conselho Fiscal e o Conselho Consultivo. Ao Governador compete representar e actuar em nome do Banco junto das instituições e organismos internacionais ou estrangeiros; superintender na coordenação e dinamização da actividade do Conselho de Administração e convocar e presidir às reuniões do Conselho de Administração e das comissões especiais deste emanadas; superintender em tudo o que se relacione com os interesses do Banco e com a sua actividade geral. Ao Conselho de Administração compete a orientação geral e a prática de todos os actos necessários ou convenientes à prossecução dos fins cometidos ao Banco e que não sejam abrangidos na competência exclusiva de outros órgãos, sendo de destacar os seguintes: propor ao Governo a política monetária e cambial; apresentar ao Governo, a pedido deste ou por iniciativa própria, propostas legislativas sobre matérias das atribuições do Banco; aprovar regulamentos e outros actos normativos, no âmbito das atribuições do Banco, de cumprimento obrigatório pelas entidades sujeitas à sua supervisão; decidir sobre a orientação dos mercados monetário, financeiro e cambial; aprovar o plano de contas do Banco; elaborar um regulamento interno do Banco no qual defina a estrutura organizacional, as competências e funções dos serviços que a integram, as normas gerais a observar no desenvolvimento das actividades a seu cargo e, em geral, o que se revele adequado, tendo em vista o seu bom funcionamento; definir a política de pessoal, bem como a salarial; aprovar o plano anual de actividades, o orçamento de exploração e ainda o balanço, relatório e contas de cada exercício. Como órgão de fiscalização do Banco, compete ao Conselho Fiscal: acompanhar o funcionamento do Banco e o cumprimento das leis e regulamentos que lhe são aplicáveis; examinar a escrituração, as casas-forte e os cofres do Banco, sempre que o julgue conveniente, com observância das inerentes regras de segurança; emitir parecer acerca do orçamento, assim como do balanço e contas anuais; pronunciar-se acerca de qualquer matéria que lhe seja submetida pelo Governador ou pelo Conselho de Administração; elaborar um relatório anual sobre a sua acção fiscalizadora. O Conselho Consultivo é composto pelo Governador do Banco, que preside, e pelos antigos Governadores, por três personalidades de reconhecida competência em matéria económica, financeira e empresarial, um representante das entidades supervisionadas pelo Banco e pelo Presidente do Conselho Fiscal. Compete ao Conselho Consultivo pronunciar-se, não vinculativamente, sobre: o relatório anual da actividade do Banco, a actuação do Banco decorrente das funções que lhe estão cometidas; outros assuntos que lhe sejam submetidos pelo Governador ou pelo Conselho de Administração. Banco de Cabo Verde / Relatório Anual de
4 2. Recursos Humanos Mantendo a perspectiva da melhoria contínua dos seus Recursos Humanos, o BCV continuou, em 2008, a apostar na contratação de técnicos especializados, na promoção da formação contínua, tanto a nível académico quanto técnico-profissional, e na actualização e reforço dos seus Instrumentos de Gestão de Recursos Humanos, como forma de dar resposta aos desafios que se colocam à Instituição. No final de 2008, o Banco de Cabo Verde contava com um total de 115 efectivos, um a mais do que no final de 2007, sendo 101 pertencentes ao quadro do pessoal e 14 contratados fora do quadro. Ressalta-se a entrada no quadro do Banco de novos técnicos reforçando assim o quadro de colaboradores. O Banco de Cabo Verde tem adoptado a política de recrutar técnicos com sólida formação superior e o ano de 2008 não fugiu a esta orientação estratégica. A percentagem de funcionários do BCV habilitados com formação superior é de 46,2%. O Banco continua a política de incentivo para estudos, concedendo apoio aos trabalhadores estudantes, comparticipando no pagamento de propinas e na aquisição de materiais didácticos. Esta política visa a promoção do aumento do nível de escolaridade dos funcionários da instituição e gerar o desenvolvimento de novas competências técnicas e pessoais que funcionam como uma mais-valia para a instituição. Quadro 48 - Nível académico Homens Mulheres TOTAL Mestrado Pós-Graduação Licenciatura Curso Médio º Ano Curso Complementar 10º e 11º Ano Curso Geral EBI Ensino Básico Integrado Total Fonte: BCV A componente da formação é importante para o Banco de Cabo Verde e nesse âmbito, principalmente nas áreas financeiras, cerca de 50% dos funcionários participaram em acções de formação, com duração variável, de carácter essencialmente técnico. Quadro 49 - Participantes em Acções de Formação N.º de Funcionários Banco de Portugal - Estágios, Cursos 17 Formações em áreas específicas 40 Total 57 Fonte: BCV No que se refere ao Desenvolvimento de Recursos Humanos, nomeadamente à sua componente de Avaliação de Desempenho, concretizou-se a revisão do Portfólio de 106 Banco de Cabo Verde / Relatório Anual de 2008
5 Competências, procurando um maior equilíbrio entre as competências em avaliação e as funções exercidas pelos avaliados. Ainda nesta perspectiva de melhoria contínua dos Instrumentos de Gestão de Recursos Humanos, procedeu-se à actualização do Qualificador de Funções, tratando-se da segunda actualização realizada e que teve como objectivo qualificar novas funções resultantes de evolução funcional da instituição e da dinâmica do contexto em que esta se insere, demonstrando uma forte capacidade adaptativa por parte do BCV. Banco de Cabo Verde / Relatório Anual de
6 Órgãos do Banco Governador Carlos Augusto de Burgo Conselho de Administração Carlos Augusto de Burgo João Andrade Lopes Manuel Costa Manuel Frederico Osvaldo Évora Lima* Conselho Fiscal Aristides Alcântara Eurico Pinto Monteiro Carlos Lopes Conselho Consultivo Carlos Augusto de Burgo Olavo Avelino Garcia Correia Oswaldo Miguel Sequeira Amaro Alexandre da Luz Corentino Virgílio Santos Paulo Santos Monteiro, Jr. António Hilário Cruz Orlando Mascarenhas Aristides Alcântara Representante das Instituições Financeiras * Resolução n.º 9/2008 de 29 de Julho, publicada no Boletim Oficial n.º 27 II Série, de 29/07/2008 foi nomeado o Sr. Dr. Osvaldo Évora Lima, para exercer o cargo de Administrador do Banco de Cabo Verde, tendo tomado posse no dia 05 de Setembro de Banco de Cabo Verde / Relatório Anual de
7 Responsáveis pelos Órgãos de Direcção Departamento de Mercados Carlos Rocha Departamento de Emissão, Tesouraria e Sistemas de Pagamento Antónia Lopes Departamento de Supervisão das Instituições Financeiras João Carlos Fidalgo Departamento de Estudos Económicos e Estatísticas António Péricles Silva Gabinete do Governador e dos Conselhos Fátima Fialho Departamento de Contabilidade e Controlo Financeiro Salomé Rodrigues Departamento de Recursos Humanos José Manuel Veiga Departamento de Administração Geral António Varela Banco de Cabo Verde / Relatório Anual de
ESTATUTOS DA FUNDAÇÃO PAULETA
ESTATUTOS DA FUNDAÇÃO PAULETA Escritura Pública de Constituição de Fundação lavrada a 2006-05-16 Cartório Notarial de Ponta Delgada a cargo do licenciado Dr. Jorge Manuel Matos Carvalho (folhas 107 a 108
Estatutos da Fundação Universidade Pedagógica
Estatutos da Fundação Universidade Pedagógica CAPÍTULO I Natureza, Objecto, Duração, Sede, Símbolos, Atribuições e Objectivos Artigo 1 (Natureza Jurídica da Fundação) 1. A Fundação Universidade Pedagógica,
REGULAMENTO DO SERVIÇO DE PSICOLOGIA (ServPsi)
REGULAMENTO DO SERVIÇO DE PSICOLOGIA (ServPsi) Março de 2011 CAPÍTULO I: DEFINIÇÃO E OBJETIVOS Artigo 1º - Definição O Serviço de Psicologia, adiante designado por Serviço, é uma estrutura de caráter permanente
Academia Olímpica de Portugal Regulamento Geral
Academia Olímpica de Portugal Regulamento Geral Artigo 1.º Natureza Jurídica, Denominação e Sede 1. A Academia Olímpica de Portugal, adiante designada por AOP, é uma entidade integrada no, adiante designado
REGULAMENTO DO CONSELHO DE AUDITORIA DO BANCO CENTRAL DE S. TOMÉ E PRÍNCIPE (BCSTP)
REGULAMENTO DO CONSELHO DE AUDITORIA DO BANCO CENTRAL DE S. TOMÉ E PRÍNCIPE (BCSTP) Considerando a necessidade de se definir políticas, regras e procedimentos para o funcionamento do Conselho de Auditoria
JORNAL OFICIAL. Suplemento. Sumário REGIÃO AUTÓNOMA DA MADEIRA. Quarta-feira, 28 de outubro de Série. Número 166
REGIÃO AUTÓNOMA DA MADEIRA JORNAL OFICIAL Quarta-feira, 28 de outubro de 2015 Série Suplemento Sumário PRESIDÊNCIA DO GOVERNO REGIONAL Decreto Regulamentar Regional n.º 19/2015/M Aprova a Orgânica da Direção
REGIMENTO DO CONSELHO GERAL DO INSTITUTO POLITÉCNICO DE COIMBRA
REGIMENTO DO CONSELHO GERAL DO INSTITUTO POLITÉCNICO DE COIMBRA Artigo 1.º (Composição do Conselho Geral) 1. O Conselho Geral é composto por trinta e cinco membros. 2. São membros do Conselho Geral: a)
REGIMENTO INTERNO DO DEPARTAMENTO DA EDUCAÇÃO PRÉ-ESCOLAR
REGIMENTO INTERNO DO DEPARTAMENTO DA EDUCAÇÃO PRÉ-ESCOLAR Quadriénio 2009/2013 ÍNDICE PREÂMBULO...3 Artigo 1º OBJECTO E ÂMBITO...4 Artigo 2º -COMPOSIÇÃO...4 Artigo 3º -QUADRO DE COMPETÊNCIAS...4 Artigo
UNIVERSIDADE CATÓLICA PORTUGUESA Centro Regional do Porto Faculdade de Economia e Gestão. Centro de Estudos em Gestão e Economia CEGE
UNIVERSIDADE CATÓLICA PORTUGUESA Centro Regional do Porto Faculdade de Economia e Gestão Centro de Estudos em Gestão e Economia CEGE Capítulo I Disposições gerais Artigo 1º (Natureza) 1. O Centro de Estudos
PROPOSTA DE MEMORANDO DE ENTENDIMENTO ENTRE A UNYLEYA - EDUCAÇÃO EFORMAÇÃO A DISTÂNCIA, SA E O INSTITUTO NACIONAL DE ADMINISTRAÇÃO, I.P.
, ~.> ~.) I INSTITUTO NACIONAL -l.l.í!sj DE ADMINISTRAÇÃO. I-p. PROPOSTA DE MEMORANDO DE ENTENDIMENTO ENTRE A UNYLEYA - EDUCAÇÃO EFORMAÇÃO A DISTÂNCIA, SA E O INSTITUTO NACIONAL DE ADMINISTRAÇÃO, I.P.
Portaria n.º 369/2004, de 12 de Abril
Regime de intervenção das entidades acreditadas em acções ligadas ao processo de verificação das condições técnicas e de segurança a observar na instalação e manutenção das balizas de futebol, de andebol,
OBJECTIVOS, SEDE E ANO SOCIAL. Artigo 1º. Artigo 2º. A Sociedade Portuguesa de Bioquímica tem a sua sede em Lisboa Artigo 3º
OBJECTIVOS, SEDE E ANO SOCIAL Artigo 1º A Sociedade Portuguesa de Bioquímica tem por objectivo promover, cultivar e desenvolver em Portugal a investigação e o ensino da Bioquímica e ciências afins e facilitar
Discurso de Tomada de Posse do Administrador do Banco de Cabo Verde, Dr. Osvaldo Évora Lima, Praia, 5 de Setembro de 2008
Discurso de Tomada de Posse do Administrador do Banco de Cabo Verde, Dr. Osvaldo Évora Lima, Praia, 5 de Setembro de 2008 2 Senhora Ministra das Finanças, Senhor Governador do Banco de Cabo Verde, Senhores
Regimento do Conselho Geral da Universidade de Évora
Regimento do Conselho Geral da Universidade de Évora O Conselho Geral da Universidade de Évora, adiante designado por Conselho Geral, é o órgão de governo previsto no n.º 1 da alínea a) do artigo 11.º
REGULAMENTO DO CENTRO DE INVESTIGAÇÃO EM ARQUITECTURA, URBANISMO E DESIGN (CIAUD)
REGULAMENTO DO CENTRO DE INVESTIGAÇÃO EM ARQUITECTURA, URBANISMO E DESIGN (CIAUD) ÍNDICE Capítulo I Natureza, Objectivos e Meios Art. 1º - Constituição, Natureza, Denominação e Sede Art. 2º - Objectivos
b) intervir na emissão de títulos de concessão de terras
1278 DIÁRIO DA REPÚBLICA ANEXO II Organigrama da Direcção Nacional de Engenharia Rural a que se refere o artigo 20.º do regulamento interno que antecede Decreto Executivo n.º 181/13 de 30 de Maio Havendo
INSTITUTO SUPERIOR DE ENGENHARIA DO PORTO
REGULAMENTO DO DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA CIVIL DO INSTITUTO SUPERIOR DE ENGENHARIA DO PORTO CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES INTRODUTÓRIAS ARTº. 1 (NATUREZA, OBJECTIVOS E ORGANIZAÇÃO) 1. O Departamento de Engenharia
Regulamento do Conselho Pedagógico do ISPAJ
Regulamento do Conselho Pedagógico do ISPAJ Versão aprovada em Conselho de Direcção de 9 de Julho de 2015 Documento Regulamento do Conselho Pedagógico do ISPAJ Data 05/07/2015 Conselho de Direcção 09/07/2015
REGULAMENTO INTERNO DO DEPARTAMENTO DE EDUCAÇÃO DA FACULDADE DE CIÊNCIAS DA UNIVERSIDADE DE LISBOA
REGULAMENTO INTERNO DO DEPARTAMENTO DE EDUCAÇÃO DA FACULDADE DE CIÊNCIAS DA UNIVERSIDADE DE LISBOA Capítulo I. Da Natureza e dos Fins Artigo 1º 1 - O Departamento de Educação da Faculdade de Ciências da
COMISSÃO DE AUDITORIA E CONTROLO INTERNO DO BANCO BPI, SA REGULAMENTO
COMISSÃO DE AUDITORIA E CONTROLO INTERNO DO BANCO BPI, SA REGULAMENTO (Aprovado na reunião do Conselho de Administração de 25 de Julho 2008, com as alterações introduzidas na reunião de 6 de Março e 18
REGULAMENTO DO DEPARTAMENTO DE QUÍMICA CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES GERAIS
REGULAMENTO DO DEPARTAMENTO DE QUÍMICA CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES GERAIS Artigo 1.º Definição e atribuições 1 O Departamento de Química da Universidade do Minho, adiante designado por departamento, é uma subunidade
Decreto-Lei n.º 400/74 de 29 de Agosto
Decreto-Lei n.º 400/74 de 29 de Agosto Artigo 1.º...2 Artigo 2.º...2 Artigo 3.º...2 Artigo 4.º...2 Artigo 5.º...2 Artigo 6.º...3 Artigo 7.º...3 Artigo 8.º...3 Artigo 9.º...3 Artigo 10.º...4 Artigo 11.º...4
ESTATUTO ORGÂNICO DA ACADEMIA PORTUÁRIA DE LUANDA
ESTATUTO ORGÂNICO DA ACADEMIA PORTUÁRIA DE LUANDA LUANDA/2017 Índice Artigo 1.º... 3 (Noção)... 3 Artigo 2.º... 3 (Sede e Âmbito)... 3 Artigo 3.º... 3 (Natureza Jurídica)... 3 Artigo 4.º... 4 (Capital
ESCOLA SUPERIOR DE ENFERMAGEM DO PORTO
APROVADO 10 de Novembro de 2011 O Presidente, ESCOLA SUPERIOR DE ENFERMAGEM DO PORTO (Paulo Parente) REGULAMENTO DA UNIESEP Capítulo I Disposições gerais Artigo 1.º Objecto e âmbito O presente regulamento
Autonomia e Gestão Novos Desafios
Autonomia e Gestão Novos Desafios Francisco Oliveira Reforço da participação das famílias e comunidades na direcção estratégica da Escola Reforçar a liderança das Escolas Reforço da autonomia das Escolas
Regulamento do Instituto de Psicologia Cognitiva, Desenvolvimento Humano e Social (IPCDHS)
Regulamento do Instituto de Psicologia Cognitiva, Desenvolvimento Humano e Social (IPCDHS) CAPÍTULO I Natureza, Fins e Atribuições Artigo 1º (Natureza, Constituição, Localização) 1. O Instituto de Psicologia
CAPÍTULO I Disposições Gerais. Artigo 1º (Natureza)
Estatutos CAPÍTULO I Disposições Gerais Artigo 1º (Natureza) 1. O IPTA Instituto Profissional de Tecnologias Avançadas é um estabelecimento de ensino privado, propriedade do ITA Instituto de Tecnologias
Decreto executivo n.º 66/99 de 7 de Maio
Decreto executivo n.º 66/99 de 7 de Maio Havendo a necessidade de dar cumprimento ao estatuído no ponto único, artigo 5º do Capítulo V e no nº, artigo.º do Capítulo IV do Decreto- Lei nº 7/97, de 1 de
MINISTÉRIO DOS ANTIGOS COMBATENTES E VETERANOS DE GUERRA
MINISTÉRIO DOS ANTIGOS COMBATENTES E VETERANOS DE GUERRA Decreto lei n.º 14/99 de 16 de Setembro Havendo necessidade de se dotar o Ministério dos Amigos Combatentes e Veteranos de Guerra de um estatuto
Comunidade dos Países de Língua Oficial Portuguesa - Sindical de Educação - CPLP-SE
Comunidade dos Países de Língua Oficial Portuguesa - Sindical de Educação - CPLP-SE No mundo da globalização com todos os desafios que são colocados ao mundo do trabalho, as organizações sindicais do sector
República de Moçambique PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA. Decreto Presidencial nº4/2000 de 17 de Março
República de Moçambique PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA Decreto Presidencial nº4/2000 de 17 de Março No âmbito da reforma do sistema aduaneiro, visando disciplinar o correcto funcionamento dos orgãos do Aparelho
Regulamento Interno da Comissão de Fiscalização da CMVM
Regulamento Interno da Comissão de Fiscalização da CMVM A Comissão de Fiscalização da Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM) foi instituída pelo Decreto-Lei n.º 142-A/91, de 10 de Abril, que
Ministério da Comunicação Social;
Ministério da Comunicação Social Decreto Executivo N. 75 / 2007 de 2 de Julho Convindo regulamentar o funcionamento do Gabinete de Inspecção do Ministério da Comunicação Social; Nestes termos, ao abrigo
CENTRO DE INVESTIGAÇÃO E DE TECNOLOGIAS AGRO-AMBIENTAIS E BIOLÓGICAS REGULAMENTO GERAL NATUREZA E OBJECTIVOS. Artigo 1º (Natureza)
CENTRO DE INVESTIGAÇÃO E DE TECNOLOGIAS AGRO-AMBIENTAIS E BIOLÓGICAS REGULAMENTO GERAL NATUREZA E OBJECTIVOS Artigo 1º (Natureza) O Centro de Investigação e de Tecnologias Agro-Ambientais e Biológicas,
Ministério da Ciência e Tecnologia
Ministério da Ciência e Tecnologia Regulamento Interno do Gabinete de Inspecção e Fiscalização Decreto executivo n.º 41/02 de 20 de Setembro Considerando que o Decreto Lei nº15/99, de 8 de Outubro, aprova
1. A associação tem os seguintes associados fundadores:
ASSOCIAÇÃO Artigo 1.º Denominação e sede 1. A associação adopta a denominação. 2. A associação tem a sua sede na, freguesia de, concelho de. 3. A associação tem o número de pessoa colectiva e o número
REGULAMENTO DO CONSELHO TÉCNICO-CIENTÍFICO
Regulamento do Conselho Técnico-Científico Página 1 de 5 REGULAMENTO DO CONSELHO TÉCNICO-CIENTÍFICO ARTIGO 1º Natureza O Conselho Técnico-Científico é o órgão responsável pela orientação da política técnico-científica
ESTATUTOS CAPÍTULO I DENOMINAÇÃO, SEDE, ÂMBITO E OBJECTO
ESTATUTOS CAPÍTULO I DENOMINAÇÃO, SEDE, ÂMBITO E OBJECTO Artigo 1º - A Associação adopta a denominação VerdeGuia - Associação de Moradores da Costa da Guia e tem a sua sede no Garoto da Guia, Rua dos Sobreiros
Regulamento Interno do Centro de Investigação em Actividade Física, Saúde e Lazer
Regulamento Interno do Centro de Investigação em Actividade Física, Saúde e Lazer CAPÍTULO I NATUREZA E MISSÃO Artigo 1º Definição 1. O Centro de Investigação em Actividade Física, Saúde e Lazer, adiante
REGULAMENTO INTERNO COMISSÃO DE GOVERNO SOCIETÁRIO, AVALIAÇÃO E NOMEAÇÕES CTT CORREIOS DE PORTUGAL, S.A.
REGULAMENTO INTERNO COMISSÃO DE GOVERNO SOCIETÁRIO, AVALIAÇÃO E NOMEAÇÕES CTT CORREIOS DE PORTUGAL, S.A. Artigo 1.º Instituição da Comissão de Governo Societário, Avaliação e Nomeações 1. O presente Regulamento
MUNICÍPIO DE RIBEIRA GRANDE REGULAMENTO DO CONSELHO MUNICIPAL DE JUVENTUDE DA RIBEIRA GRANDE
MUNICÍPIO DE RIBEIRA GRANDE REGULAMENTO DO CONSELHO MUNICIPAL DE JUVENTUDE DA RIBEIRA GRANDE É hoje inquestionável a transversalidade das políticas públicas dirigidas à Juventude. São, igualmente, inegáveis
Conselho Geral e de Supervisão REGULAMENTO INTERNO COMISSÃO DE VENCIMENTOS
Conselho Geral e de Supervisão REGULAMENTO INTERNO COMISSÃO DE VENCIMENTOS Aprovado em 18 de Junho de 2015 REGULAMENTO INTERNO DA COMISSÃO DE VENCIMENTOS ÍNDICE Instituição da Comissão de Vencimentos...
REGULAMENTO DO CENTRO DE QUÍMICA DE COIMBRA
Digitally signed by Luís José Proença de Figueiredo Neves Date: 2011.10.11 23:56:26 +01'00' REGULAMENTO DO CENTRO DE QUÍMICA DE COIMBRA Artigo 1º - Natureza O Centro de Química de Coimbra (CQC) é uma unidade
ASSOCIAÇÃO DE PAIS E ENCARREGADOS DE EDUCAÇÃO DA ESCOLA SECUNDÁRIA DA BAIXA DA BANHEIRA ESTATUTOS
1 ASSOCIAÇÃO DE PAIS E ENCARREGADOS DE EDUCAÇÃO DA ESCOLA SECUNDÁRIA DA BAIXA DA BANHEIRA ESTATUTOS CAPÍTULO I Da Natureza Jurídica, Denominação, Sede e duração da Associação Artigo 1.º Natureza Jurídica,
REGIMENTO DA CONFERÊNCIA DE MINISTROS DA JUVENTUDE E DESPORTO DA COMUNIDADE DOS PAÍSES DE LÍNGUA PORTUGUESA
REGIMENTO DA CONFERÊNCIA DE MINISTROS DA JUVENTUDE E DESPORTO DA COMUNIDADE DOS PAÍSES DE LÍNGUA PORTUGUESA Aprovado na VII Reunião da Conferência de Ministros da Juventude e do Desporto da Comunidade
PROTOCOLO DE COLABORAÇÃO PARA A CRIAÇÃO DA REDE DE BIBLIOTECAS DO CONCELHO DE ESPOSENDE JUSTIFICAÇÃO
PROTOCOLO DE COLABORAÇÃO PARA A CRIAÇÃO DA REDE DE BIBLIOTECAS DO CONCELHO DE ESPOSENDE JUSTIFICAÇÃO O Programa Rede de Bibliotecas Escolares (RBE) foi criado, em 1996, pelos Ministérios da Educação e
CONSELHO MUNICIPAL DE JUVENTUDE
MUNICÍPIO DE GUIMARÃES CONSELHO MUNICIPAL DE JUVENTUDE REGULAMENTO CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES GERAIS Artigo 1.º Objecto O presente regulamento estabelece o regime jurídico do Conselho Municipal de Juventude
Conteúdos sobre segurança e saúde no trabalho Organismos e instituições
ISHST - Instituto para a Segurança, Higiene e Saúde no Trabalho Criado em 2004, pelo Decreto-lei n.º 171, de 17 de Julho, o Instituto para a Segurança, Higiene e Saúde no Trabalho (ISHST), I. P., é o organismo
INSTITUTO DE GESTÃO DO FUNDO SOCIAL EUROPEU
MINISTÉRIO DO TRABALHO E DA SOLIDARIEDADE INSTITUTO DE GESTÃO DO FUNDO SOCIAL EUROPEU Para mais informação... Publicações A Unidade de Comunicação do IGFSE promove algumas edições, desde o Desdobrável
POLÍTICA DE SELECÇÃO DOS MEMBROS DO CONSELHO GERAL E DE SUPERVISÃO E DO CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO EXECUTIVO DA EDP ENERGIAS DE PORTUGAL S.A.
POLÍTICA DE SELECÇÃO DOS MEMBROS DO CONSELHO GERAL E DE SUPERVISÃO E DO CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO EXECUTIVO DA EDP ENERGIAS DE PORTUGAL S.A. Aprovado em 27 de Julho de 2017 1. Enquadramento A EDP Energias
Artigo 1.º. Alteração
Projecto de -Lei 41/2009 que define as competências atribuídas ao Instituto Camões I.P. em matéria de gestão da rede de ensino português no estrangeiro Ao abrigo do disposto no 1 do artigo 9.º da Lei 3/2004,
REGULAMENTO DO OBSERVATÓRIO DE EMPREGO E FORMAÇÃO PROFISSIONAL
REGULAMENTO DO OBSERVATÓRIO DE EMPREGO E FORMAÇÃO PROFISSIONAL De acordo com o Plano Estratégico apresentado ao Conselho Geral da Universidade da Madeira (UMa) ficou estabelecida a constituição de um Observatório
ESTATUTOS DA ACADEMIA DE LETRAS DE TRÁS-OS-MONTES CAPÍTULO I CONSTITUIÇÃO, DURAÇÃO E SEDE
ESTATUTOS DA ACADEMIA DE LETRAS DE TRÁS-OS-MONTES CAPÍTULO I CONSTITUIÇÃO, DURAÇÃO E SEDE Artigo 1º Constituição e denominação É constituída uma associação civil sem fins lucrativos denominada Academia
Decreto-Lei n.º 129/93, de 22 de Abril de Estabelece os princípios da Política de Acção Social no Ensino Superior
Decreto-Lei n.º 129/93, de 22 de Abril de 1993 Estabelece os princípios da Política de Acção Social no Ensino Superior (Diploma Legal do Ministério da Educação, publicado no Diário da República, I Série
Anteprojeto de decreto-lei sobre os consórcios entre. instituições de ensino superior públicas
Anteprojeto de decreto-lei sobre os consórcios entre instituições de ensino superior públicas CAPÍTULO I Disposições gerais Artigo 1.º Artigo 2.º Objeto e âmbito Características gerais CAPÍTULO II SECÇÃO
