PARTE I INTRODUÇÃO AO DIREITO PENAL
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- Rosa Carreira Sousa
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1 SUMÁRIO O livro e sua atualização Para início de conversa PARTE I INTRODUÇÃO AO DIREITO PENAL Considerações iniciais DIREITO PENAL: NOÇÕES GERAIS Conteúdo e conceito de direito penal Direito penal, ciência penal (dogmática penal) e poder punitivo Direito penal, criminologia e política criminal: modelo tripartido das ciências criminais (as ciências integradas do direito penal) Criminologia e direito penal Política criminal e direito penal Direito penal e dogmática jurídico-penal Finalidades do direito penal Finalidades legítimas, a partir do Estado de direito Finalidades ilegítimas do direito penal Direito penal e controle social Controle social formal penal (ou controle penal) Momento de atuação do controle penal Perspectiva crítica do controle social Fundamentos e limites do poder de punir do Estado (ius puniendi) Características do direito penal Intervenção mínima e garantista do direito penal Caráter fragmentário do direito penal Caráter subsidiário do direito penal Caráter garantista do direito penal Princípios, direitos e garantias criminais limitadores da intervenção penal Princípio da exclusiva proteção de bens jurídicos Princípio da intervenção mínima Princípio da materialização do fato (nullum crimen sine actio) Princípio da legalidade CP, art. 1º Princípio da ofensividade Princípio da responsabilidade pessoal Princípio da responsabilidade subjetiva Princípio da culpabilidade
2 Princípio da igualdade Princípio da legalidade da pena Princípio da proibição da pena indigna Princípio da humanidade Princípio da proporcionalidade ou da razoabilidade ou da proibição de excesso Principais classificações do direito penal Direito penal objetivo e direito penal subjetivo Direito penal comum e direito penal especial Direito penal e direito processual penal Direito penal de emergência Direito de intervenção Direito penal de dupla velocidade (Silva Sanchez) Direito penal funcionalista Direito penal minimalista-garantista Direito penal simbólico Direito penal consensuado (plea bargaining) Fontes do direito penal Fontes materiais, substanciais ou de produção (fonte de produção do direito penal) Fontes formais, cognitivas ou de conhecimento LEI PENAL E NORMA PENAL Classificação das normas penais Lei penal incriminadora (norma incriminadora) e lei penal não incriminadora (norma não incriminadora) Norma penal e fato Fontes formais de conhecimento da norma penal Interpretação das leis penais Espécies de interpretação Princípios reitores da interpretação Interpretação progressiva Interpretação analógica e analogia O diálogo das fontes e o princípio pro homine Conflito aparente de leis penais Princípios incidentes no conflito aparente de leis penais Princípio da especialidade Princípio da subsidiariedade Princípio da consunção ou da absorção Eficácia temporal da lei penal Vigência, repristinação, duração e revogação da lei penal Vigência e validade da lei
3 Revogação da lei e declaração de invalidade Conflito de leis penais no tempo (direito penal intertemporal): princípios incidentes Eficácia temporal das leis processuais Leis mistas ou híbridas: penal e processuais penal Critério do caso concreto Aspectos destacados Lei penal excepcional e lei penal temporária Eficácia espacial da lei penal (lei penal no espaço) Princípios que disciplinam a lei penal no espaço Princípio da territorialidade relativa (ou derivada ou temperada) Princípio da passagem inocente Princípio da intraterritorialidade Território nacional Extraterritorialidade da lei penal brasileira Dupla condenação pelo mesmo crime Execução de sentença penal estrangeira no Brasil CP, art. 9º Extradição Lei penal em relação às pessoas (eficácia pessoal da lei penal) CP, art Imunidade diplomática Imunidades e prerrogativas do Presidente da República Imunidade e prerrogativas dos governadores Prerrogativa dos prefeitos Imunidades e prerrogativas do advogado Das imunidades e prerrogativas dos parlamentares Renúncia à inviolabilidade penal ou a qualquer outra imunidade Imunidades dos Deputados estaduais ou distritais Imunidade e prerrogativas dos vereadores Limites constitucionais específicos da inviolabilidade dos vereadores Princípio da razoabilidade e inviolabilidade do vereador Consequências jurídicas da inviolabilidade do deputado e senador e a do vereador Tempo do crime e lugar do crime Tempo do crime Lugar do crime Disposições finais sobre a aplicação da lei penal Contagem de prazo (art. 10 do CP) Contagem do prazo penal e contagem do prazo processual Prazo decadencial e prazo prescricional Regras sobre a contagem do prazo penal
4 Frações não computáveis na pena (art. 11 do CP) Aplicação das regras gerais do CP (art. 12 do CP) PARTE II TEORIA DO DELITO Considerações iniciais CONCEITOS DE DELITO: FORMAL, LEGAL, MATERIAL E ANALÍTICO Conceito formal de delito Conceito legal de delito Conceitos materiais de delito Conceitos analíticos de delito Sistemas do conceito analítico de crime Conceitos funcionalistas do delito Conceito funcionalista orientado aos fins da Política criminal (conceito racional-final ou teleológico funcional ou funcionalista-teleológico de delito de Roxin) Conceito funcionalista sistêmico de delito de Jakobs Conceito funcionalista do controle social de Hassemer Funcionalismo reducionista ou contencionista de Zaffaroni Requisitos do conceito analítico de crime para a teoria constitucionalista do delito (TCD) Síntese das distinções entre as teorias causalista, finalista e constitucionalista do delito O método usado pela TCD Requisitos, elementares e circunstâncias do delito TEORIA DO TIPO PENAL Tipo legal, tipo penal, norma e tipicidade material Fases da evolução da teoria do tipo ou da tipicidade penal Tipicidade penal e teoria constitucionalista do delito Tipicidade penal e tipicidade conglobante Evolução da relação entre a tipicidade e a antijuridicidade TIPOS PENAIS Principais funções desempenhadas pelo tipo penal
5 5.2. Espécies de tipos e de normas penais Classificação dos tipos penais Requisitos estruturais do tipo penal Formas de adequação típica Núcleo do tipo FATO FORMAL E MATERIALMENTE TÍPICO Conduta humana voluntária: 1º requisito do fato formal e materialmente típico Resultado naturalístico: 2º requisito do fato formal e materialmente típico Nexo de causalidade (CP, art. 13): 3º requisito do fato formal e materialmente típico Limitações à teoria da equivalência dos antecedentes causais Concausa superveniente relativamente independente Relação de tipicidade (adequação do fato à letra da lei tipicidade formal): 4º requisito do fato formal e materialmente típico Juízo de valoração (desaprovação) da conduta (desvalor da conduta) e teoria da imputação objetiva: 5º requisito do fato formal e materialmente típico Juízo de valoração (desaprovação) do resultado jurídico (desvalor do resultado): 6º requisito do fato formal e materialmente típico Resultado jurídico concreto ou real Grave ou significativo Transcendental Intolerável Resultado jurídico objetivamente imputável ao risco criado ou incrementado Resultado no âmbito de proteção da norma penal Dolo ou culpa: 7º requisito do fato formal e materialmente típico FORMAS DE REALIZAÇÃO DA CONDUTA E DO CRIME Crime doloso Dolo: conceito, requisitos, posição sistemática na teoria do delito e momento de sua valoração Espécies de dolo Outras classificações relacionadas com o dolo Requisitos subjetivos especiais do crime doloso Delitos de atitude (ou de atitude interna) e delitos de expressão interna (ou de convicção interna) Dolo e especiais motivos de agir Do crime culposo
6 Imprudência, negligência e imperícia Culpa consciente e culpa inconsciente Localização da culpa no conceito analítico de crime Requisitos do crime culposo Graduabilidade da culpa (levíssima, leve, grave ou gravíssima, também denominada temerária) Outras espécies de culpa Compensação de culpas Algumas questões importantes Do crime preterdoloso ou preterintencional Conceito e distinções Tentativa no crime preterdoloso Crime comissivo e crime omissivo Crimes omissivos próprios ou puros Crimes omissivos impróprios ou impuros ou comissivos por omissão Crime consumado Iter criminis Crime tentado Conceito e requisitos da tentativa Requisitos objetivo, subjetivo e material Espécies de tentativa Crimes que não admitem tentativa Punibilidade e punição na tentativa Desistência voluntária e arrependimento eficaz (tentativa abandonada) CP, art Do arrependimento posterior CP, art Crime impossível (ou quase-crime ou tentativa inidônea ou tentativa inadequada) CP, art CONCURSO DE PESSOAS (AUTORIA, COAUTORIA E PARTICIPAÇÃO) ARTS. 29 A Da autoria Da autoria mediata Autoria colateral nos crimes culposos Da coautoria Da participação Responsabilidade penal no concurso de pessoas DO CONCURSO DE CRIMES Conceitos e distinções
7 9.2. Modalidades de concurso de crimes (formal, material e crime continuado) e regras para a fixação da pena Concurso material (ou real) de crimes CP, art Concurso formal (ideal) de crimes CP, art Do crime continuado CP, art CLASSIFICAÇÃO DAS INFRAÇÕES PENAIS Crime material, formal e de mera conduta Crime de lesão ou de perigo Crime de dano e crime de perigo Crime doloso, culposo e preterdoloso Crime comissivo, omissivo e comissivo por omissão Crime instantâneo, permanente e instantâneo de efeito permanente Crime unissubjetivo e plurissubjetivo Crime unissubsistente e plurissubsistente Crime comum, próprio, bipróprio e de mão própria Crime de ação única e de ação múltipla Crime de única vítima e crime de dupla subjetividade passiva Crime comum e crime político Crime comum e crime especial Crime continuado Crimes principais e crimes acessórios Crimes condicionados e incondicionados Crime progressivo e progressão criminosa Crime complexo Crime impossível (ou quase-crime ou tentativa inidônea ou tentativa inadequada) Delito putativo (ou delito imaginário) Crime falho Crime consumado e crime tentado Crime multitudinário Crimes vagos Crimes de opinião Crime de forma livre Crime habitual Crime profissional Crime de ímpeto Crimes funcionais Crime a distância Crime de simples desobediência Crimes pluriofensivos Crime a prazo Crime gratuito
8 Crime transeunte Delito obstáculo Delito de preparação Delitos de posse Delitos de mera suspeita Delitos cumulativos Crime de tendência (ou de intenção especial) Delito de intenção transcendental e delito de intenção especial Delitos de atitude (ou de atitude interna) Delitos de expressão interna (ou de convicção interna) Delitos de atentado Delitos de empreendimento Infração bagatelar própria e imprópria Crime de domínio, de mão própria e de dever Crime massificado (ou delito masa, como diz a doutrina espanhola) CAUSAS DE EXCLUSÃO DA TIPICIDADE PENAL Princípio da insignificância (infração bagatelar) Princípio da insignificância na jurisprudência Teoria da adequação social Estrito cumprimento de dever legal como causa excludente da tipicidade Estrito cumprimento de dever legal e teoria da tipicidade conglobante Exercício regular de direito Consentimento da vítima e sua relevância penal Erro de tipo CP, art Espécies ou modalidades de erro ANTIJURIDICIDADE (OU ILICITUDE) CAUSAS DE EXCLUSÃO DA ANTIJURIDICIDADE (OU DA ILICITUDE) CAUSAS JUSTIFICANTES OU DE JUSTIFICAÇÃO OU DESCRIMINANTES Conceito e características Exigência de requisito subjetivo nas causas justificantes Estado de necessidade Legítima defesa Consentimento do ofendido como causa extralegal de exclusão da antijuridicidade Exercício regular de direito e estrito cumprimento de dever legal e teoria constitucionalista do delito Excesso nas causas justificantes
9 14 TEORIA DO FATO PUNÍVEL (DA PUNIBILIDADE) Conceito e natureza jurídica da punibilidade Requisitos, fundamentos e distinções Causas excludentes da punibilidade (ou seja: do fato punível) Fato punível, ius puniendi e punição concreta Consequências práticas da impunibilidade Fato punível, condições de procedibilidade e causas suspensivas da punibilidade PARTE III TEORIA DA CULPABILIDADE E DA PERICULOSIDADE Considerações iniciais TEORIA DA CULPABILIDADE Conceito e requisitos da culpabilidade Posição sistemática da culpabilidade Função primordial da culpabilidade Evolução histórica da culpabilidade Teoria das normas e culpabilidade Coculpabilidade e teoria da vulnerabilidade Culpabilidade e necessidade concreta da pena Infração bagatelar imprópria Culpabilidade e periculosidade Culpabilidade de autor ou culpabilidade do fato CAUSAS DE EXCLUSÃO DA CULPABILIDADE Causas de exclusão da imputabilidade penal 1º requisito da culpabilidade Menoridade penal Doença mental ou desenvolvimento mental incompleto ou retardado Embriaguez completa proveniente de caso fortuito ou força maior Dependência toxicológica Intoxicação (ou drogadição) fortuita Causas que não excluem a imputabilidade penal Imputabilidade e institutos correlatos (responsabilidade e imputação objetiva) Causas de exclusão da potencial consciência da ilicitude 2º requisito da culpabilidade
10 Erro de proibição (ou erro de proibição direto) CP, art Erro de proibição indireto Descriminantes putativas CP, art. 20, 1º Causas de exclusão da exigibilidade de conduta diversa 3ª requisito da culpabilidade Coação moral irresistível CP, art Obediência hierárquica CP, art Inexigibilidade de conduta diversa como causa supralegal (ou extralegal) de exclusão da culpabilidade PARTE IV TEORIA GERAL DA PENA Considerações iniciais DA PENA Conceito, essência e características da pena Os fins da pena no direito penal: retribuição e prevenção As teorias das penas Teorias absolutas Teorias relativas (ou utilitárias ou preventivas) da pena Teorias de união (ou unitárias ou mistas ou ecléticas) O pensamento prevencionista da teoria da pena Prevenção geral negativa da pena Prevenção geral positiva (ou integradora) Prevenção positiva e teorias simbólicas Prevenção especial negativa e positiva Teoria agnóstica da pena Princípios reitores da pena Penas proibidas e penas previstas no ordenamento penal Classificação das penas Quanto à privação ou não da liberdade: privativas de liberdade ou restritivas de direitos Quanto à ocorrência da aplicação: principais e específicas Quanto ao tipo de regime prisional: reclusão, detenção ou prisão simples Quanto a serem passíveis de substituir ou não a prisão DA APLICAÇÃO DA PENA 507 Considerações iniciais Circunstâncias judiciais (art. 59 do CP)
11 18.2. As 10 etapas possíveis da aplicação da pena Primeira etapa: necessidade concreta da pena Segunda etapa: escolha da pena (quando alternativas) (1ª etapa da previsão contida no art. 59 do CP) Terceira etapa: fixação da pena de prisão (2ª etapa da previsão contida no art. 59 do CP) Terceira fase da aplicação da pena de prisão: causas de aumento ou de diminuição da pena Quarta etapa: fixação da pena de multa (corresponde também à segunda etapa prevista no art. 59 do CP, juntamente com a fixação da pena de prisão) Quinta etapa: aplicação (eventual) dos efeitos específicos do art Da reabilitação criminal Sexta etapa: aplicação (eventual) de penas substitutivas (restritivas de direitos ou multa substitutiva ou vicariante) prevista como 3ª etapa pelo art. 59 do CP Sétima etapa: sursis (suspensão condicional da pena) Oitava etapa: regime inicial de cumprimento da pena de prisão 4ª etapa prevista no art. 59 do CP Nona etapa: decretação eventual da prisão preventiva (quando presentes os requisitos do art. 312 do CPP) Décima etapa: determinações finais da sentença condenatória SISTEMA PENAL ALTERNATIVO Notas introdutórias Penas restritivas de direitos: aspectos gerais Prestação pecuniária Perda de bens e valores Prestação de serviços à comunidade ou a entidades públicas CP, art Interdição temporária de direitos CP, art Limitação de fim de semana CP, art Multa substitutiva CP, art. 58, único e art. 44, 2º Outras questões importantes sobre a aplicação das penas restritivas Individualização da pena nas substitutivas CP, art Concurso material de crimes CP, art. 69, 1º Formas de cumprimento na pluralidade de penas restritivas art. 69, 2º, do Código Penal Penas substitutivas e outros institutos penais e processuais Hipóteses de cabimento das penas restritivas de direitos
12 19.5. Requisitos legais exigidos para a substituição da pena Formas de substituição da pena de prisão Conversão das penas restritivas de direitos REGIMES PENITENCIÁRIOS E SISTEMA PROGRESSIVO DE EXECUÇÃO DA PENA Espécies e regras dos regimes penitenciários Regras do regime fechado CP, art Regras do regime semiaberto CP, art Regras do regime aberto CP, art Sistema de progressão e de regressão de regime CP, art Direitos do preso CP, art Trabalho do preso Outras regras sobre o cumprimento da pena de prisão Legislação especial CP, art Superveniência de doença mental CP, art. 41 e LEP, art Detração penal CP, art Limite máximo de cumprimento da pena privativa de liberdade CP, art DO LIVRAMENTO CONDICIONAL CP, ARTS. 83 A Características e requisitos Revogação do livramento condicional: suas causas e seus efeitos DAS MEDIDAS DE SEGURANÇA CP, ARTS. 83 A Conceito, finalidade, fundamento e princípios Espécies Princípios que regem as medidas de segurança Exame de cessação da periculosidade (perícia médica), desinternação e liberação condicional CAUSAS EXTINTIVAS DA PUNIBILIDADE Fundamentação e conceito Regras sobre a extensão da extinção do ius puniendi CP, art Análise das causas extintivas da punibilidade Morte do agente CP, art. 107, I Anistia CP, art. 107, II Indulto CP, art. 107, II Abolitio criminis CP, art. 107, III
13 Da prescrição CP, art. 107, IV Prescrição da pretensão punitiva pela pena máxima em abstrato CP, art Prescrição retroativa CP, art. 109 C.C. art Prescrição intercorrente ou superveniente CP, art. 110, 1º Prescrição da pretensão executória PPE CP, art. 110, caput Prescrição pela pena em perspectiva ou antecipada ou virtual (criação doutrinária) Da prescrição da pena de multa Da decadência CP, art. 107, IV Da perempção CP, art. 107, IV Da renúncia CP, art. 107, V Do perdão do ofendido CP, art. 107, V Da retratação do agente CP, art. 107, VI O casamento como causa extintiva da punibilidade: notícia histórica Do perdão judicial CP, art. 107, IX PARTE V DA AÇÃO PENAL Considerações iniciais AÇÃO PENAL: CONCEITOS E DISTINÇÕES Classificação da ação penal Da ação penal pública incondicionada CP, art Da ação penal pública condicionada CP, art. 100, 1º Da ação penal pública subsidiária da pública CP, art. 100, 3º Da ação penal exclusivamente privada CP, art. 100, 2º Da ação penal privada subsidiária da pública CPP, art REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
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