Resultados do 2T15 Agosto, 2015
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- Marcos Lacerda Martins
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1 Resultados do Agosto, 2015
2 Destaques Operacional Redução de 0,61 p.p. nas perdas totais no vs., totalizando 9,3% FEC de 3,50 vezes, 14,6% menor do que no ; DEC de 9,97 horas, 22,2% maior do que Investimentos totalizaram R$ 140,4 milhões no vs R$ 166,4 milhões no Receita Líquida registrada no de R$ milhões, alta de 21,1% em relação ao ¹ quando ajustado por ativos e passivos regulatórios Financeiro Despesas operacionais de R$ 490 milhões no, aumento de 21,9% em relação ao Ebitda ajustado² de R$ 296 milhões em vs R$ 327 milhões no Lucro líquido ajustado³ de R$ 48 milhões no vs R$ 72 milhões no Reconhecimento Primeira Distribuidora de Energia Elétrica nas Américas a obter a certificação ISO do Programa de Gestão de Ativos Ganhadora do Troféu Transparência 2015, que reconhece as melhores demonstrações financeiras no Brasil 1. Ajustado com ativo setorial líquido de R$ 631,9 milhões; 2. Ajustado por ativos e passivos regulatórios, previdência privada, ativo possivelmente inexistente e reclassificação de multas reg; 3. Ajustado por ativos e passivos regulatórios. 2
3 Eventos climáticos adversos em dez/14 e jan/15 refletem impacto do DEC; FEC mantém trajetória de redução Índice FEC dos últimos 12 meses foi de 3,50 vezes, e DEC de 9,97 horas Plano para recuperação dos indicadores de qualidade: mil podas, km de manutenção adicional de rede e instalação de 50 km de spacer cables DEC (últimos 12 meses) FEC (últimos 12 meses) 6,84 6,65 22% 6,36 8,64 8,49 8,29-15% 8,35 7,99 8,84 8,16 9,97 4,65 4,37 3,77 4,10 3, DEC (horas) Referência Aneel FEC (vezes) Referência Aneel 3
4 Ações de combate a perdas resultaram em redução de 0,61 p.p. nas perdas totais 10,8% de redução nas perdas não técnicas quando comparamos o ao Iniciativas de combate a perdas contribuíram com aproximadamente R$ 59,1 milhões no resultado da Companhia no Perdas Totais (% últimos 12 meses) 10,5 10,1 9,7 10,2 10,0 9,7 9,9-6% 9,3 6,1 6,1 6,1 6,1 5,9 4,1 3,9 3,6 3,7 3, Perdas técnicas¹ Perdas não técnicas Referência Aneel² 1. Valores estimados pela Companhia para torná-los comparáveis ao referencial para perdas não técnicas do mercado de baixa tensão determinado pela Aneel; 2. Referência Aneel de perdas para o ano regulatório normalizada para o ano civil 4
5 R$ 140 milhões investidos no dos quais R$ 35 milhões foram em ações de manutenção e melhoria da rede Investimentos (R$ milhões) 2T13 Abertura dos investimentos (R$ milhões) % -16% T13 (e) 4T14 Recursos Próprios Recursos de Terceiros Expansão do Sistema Serviços ao Cliente Confiabilidade Operacional 1 TI Recuperação de Perdas Outros 1. Confiabilidade operacional: investimento realizado em modernização da rede e melhoria da qualidade do serviço 5
6 Queda no mercado cativo ex-industrial de 3,3%, refletindo redução da atividade comercial e taxa de desemprego Evolução do consumo vs (GWh) -4,8% ,3% -1,1% ,8% ,2% ,1% ,8% ,4% Residencial Comercial Poder Público e Outros Industrial Mercado Cativo Clientes Livres Mercado Total Evolução do consumo com alocação do mercado livre nas classes vs (GWh) -4,4% ,8% -1,5% -8,8% -2,7% Residencial Comercial Poder Público e Outros Industrial Mercado Total 1. Considera o consumo dos serviços de condomínio na classe comercial 6
7 Receita bruta 67% superior, reflexo principalmente do reajuste tarifário em 2014 e das revisões extraordinárias em 2015 Receita¹ (R$ milhões) % Ativos e Passivos Regulatórios Receita de Construção Dedução da Receita Bruta 719 Receita Líquida (ex-receita de construção) Custos e despesas² (R$ milhões) 27% Opex (ex-custo de construção) Suprimento de Energia Encargos de Transmissão 1. Receita bruta reportada no ajustada pelo reconhecimento de ativos e passivos regulatórios 2. Não inclui depreciação, despesas com entidade de previdência e reembolso CDE/Conta ACR 7
8 Aumento de R$ 88 milhões do Opex em função de despesas não recorrentes e de reclassificação de multas regulatórias Aumento dos custos gerenciáveis (R$ 25,7 milhões) no vs., abaixo da inflação Reclassificação de multas de DIC / FIC / DMIC de Despesas Financeiras para Outras Despesas não gerenciáveis neste representaram aumento de R$ 13,6 milhões no PMSO Opex (R$ milhões) 21,8% 489,8 402,0 78,8 71,4 8,6% 77,8 53,2 22,2 299,6 26,6 0,9 325,3 7,9 Fundo de Pensão PCLD, Cont. e Outros¹ Não Recorrentes Geren. IPCA² PMSO Geren. Não Recorrentes PCLD, Cont. e Outros Fundo de Pensão 1. Multas regulatórias (DIC/FIC/DMIC) no 2. IPCA de 8,89% 8
9 Queda de 9,5% do Ebitda ajustado em função principalmente das despesas não recorrentes no período Redução no Ebitda foi parcialmente compensada com R$ 43,1 milhões de reajuste tarifário, ganho com redução de perdas e venda de energia sobrecontratada acima de 105% no mercado de curto prazo Impacto de R$ 24 milhões no Ebitda em função da receita não recorrente à venda de um imóvel na Rua Tabatinguera no Ebitda - (R$ milhões) -9,5% 71,4 6,2 326,8 43,1 25,7 11,1 13,2 24,1 295,8 78,8 631,9 217,0-382,7 Ebitda CVA Fundo de Pensão Ajustes Contábeis Ebitda Ajustado Tarifa, Mercado e Perdas PMSO Geren. PCLD Baixas, Cont., Multas e Outros Alienação de Ativo em 2014 Ebitda Ajustado Fundo de Pensão Ebitda 1. Multas regulatórias (DIC/FIC/DMIC) 9
10 Lucro Líquido reportado de R$ 48,5 milhões no Lucro líquido (R$ milhões) -48,9-32,5% 71,8 28,5 20,2 28,7 4,8 27,8 25,8 48,5 426,2-354,4 Lucro Liq. CVA Lucro Liq. Ajustado 1 Mercado, Tarifa e Perdas OPEX Fundo de Pensão Resultado Financeiro Depreciação e Amortização Lucro Liq. Não Recorrente 1. ajustado por ativos e passivos regulatórios 10
11 Geração de caixa operacional impulsionada pelo reajuste tarifário em 2014 Variação positiva na geração de caixa operacional em R$ 33,2 milhões devido a reajuste tarifário de 2014 e menor devolução da bolha. Efeito negativo de R$ 54,4 milhões provenientes do aumento do CDI, amortização da 13ª emissão e serviço da dívida da 15ª emissão de debênture Fluxo de Caixa - R$ milhões Saldo inic ial de c aixa Geração de caixa operacional (38) (5) Investimentos (151) (138) Despesa Financeira Líquida / Amortizações Líquidas (169) (223) Despesas com Fundo de Pensão (49) (46) Imposto de Renda (2) (7) Caixa restrito e/ou bloqueado (6) 30 Caixa livre (414) (388) Saldo final de c aixa
12 Nível de endividamento reflete covenant de 3,0x Dívida líquida 1 (R$ milhões) 2,7 +3% 3,7 3,0 3,8 Cronograma de amortização (R$ milhões) Dívida líq. (R$ bilhões) Dívida líq. / Ebitda covenant Fundação Cesp - FCesp Moeda Nacional (s/ Fcesp) Covenants Dívida Líquida/Ebitda 2 3,5x Ebitda Ajustado ² /Despesas Financeiras 1,75x Custo da dívida Prazo médio (anos) 5,99 4,97 Taxa efetiva³ 12,54% 13,89% Custo médio (CDI +) 1,41% a.a 1,49% a.a 1.Divida Líquida conforme covenant; 2. Ajustado pelas despesas referentes a Fundação Cesp e ativos e passivos regulatórios (últimos 12 meses); 3. Taxa efetiva - Valor médio no período 12
13 Declarações contidas neste documento, relativas à perspectiva dos negócios, às projeções de resultados operacionais e financeiros e ao potencial de crescimento das Empresas, constituem-se em meras previsões e foram baseadas nas expectativas da administração em relação ao futuro das Empresas. Essas expectativas são altamente dependentes de mudanças no mercado, do desempenho econômico do Brasil, do setor elétrico e do mercado internacional, estando, portanto, sujeitas a mudanças.
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