Os blocos de pesquisa, criação e serviço como ferramentas de personalização

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Os blocos de pesquisa, criação e serviço como ferramentas de personalização"

Transcrição

1 EDUforics Anticipando la educación del futuro Os blocos de pesquisa, criação e serviço como ferramentas de personalização De INS Quatre Cantons, INTEA, Aprender com Sentido, UB Descrição da experiência Quadro sinóptico da prática Quadro sinóptico do contexto institucional e comunitário O Instituto de Secundária Quatre Cantons de Poblenou em Barcelona está compromissado desde sua criação, com o aprendizado baseado em projetos, as metodologias de indagação e o aprender fazendo. Com o passar dos anos, os projetos tornaram-se o eixo em torno do qual gira a vida da instituição com uma dedicação de 12 horas semanais, praticamente 40% das horas letivas. O restante da carga horária é distribuído entre as disciplinas instrumentais, com 12 horas, e as disciplinas optativas, orientação escolar e educação física, que ocupam outras seis horas. Nessa linha, o curso , a partir da proposta dos BRCS (blocos de pesquisa, criação e serviço, por sua sigla em catalão Blocs de recera, creació i servei) para alunos de 3ª e 4ª da Educação Secundária Obrigatória (ESO), a instituição avança rumo a uma maior personalização do aprendizado escolar. Horário semanal de 3ª e 4ª ESO 1 / 10

2 No curso de , os alunos de 3ª e 4ª ESO realizavam de forma contínua dois projetos em paralelo de cinco semanas de duração, desenvolvendo um total de 12 projetos ao longo do curso. Esses projetos podem ser de dois tipos: trabalhos globalizados por centros de interesse (TGCI) e trabalhos globalizados de proposta externa (TGPE). Os primeiros eram oferecidos ao longo de todo o curso, enquanto os segundos apenas duas vezes: no outono e na primavera. Os projetos TGCI realizavam um tratamento transversal dos conteúdos curriculares, incorporando conteúdos de áreas como ciências sociais, ciências naturais, educação visual e plástica ou tecnologia, junto com conteúdos de línguas e matemática, a fim de trabalhá-los de forma integrada e contextualizada. Por seu lado, os TGPE compartilhavam esse caráter transversal e implicavam também a realização ou solução de uma tarefa, um problema ou um serviço proposto por uma entidade de fora da instituição. Nesses últimos, os alunos podiam escolher qual projeto específico realizar entre as onze propostas oferecidas em cada uma das duas edições, outono e primavera (ver 2 / 10

3 Apresentação do livro BRCS Poesia e + Os BRCS, assim como seus predecessores, os TGCI e os TGPE, enfatizam a importância da experiência prática no aprendizado, estruturam-se em torno de metodologias de indagação e realizam um tratamento transversal dos conteúdos curriculares. Sua duração é igualmente de cinco semanas. A novidade é que a cada cinco semanas são oferecidos 12 projetos dentre os quais os alunos podem escolher livremente dois deles, de acordo com seus interesses e necessidades, sem nenhum tipo de restrição. Desta forma, ao longo de um curso cada aluno participa de 12 BRCS que pôde escolher entre uma oferta de aproximadamente 70 projetos diferentes. Deve-se considerar que aqueles que são mais bem-sucedidos entre os alunos são oferecidos novamente em vários períodos, como é o caso, por exemplo, do BRCS sobre sexualidade e aquele dedicado à criação de videogame. Os temas do BRCS são muito variados e estão organizados em torno de doze áreas ou campos: biomedicina, cultura audiovisual, criação artística, criação literária (catalão e espanhol), criação musical, conflitos históricos, expressão corporal e atividades físicas, pesquisa científica (biologia e geologia ou física e química), pesquisa histórica ou social (conflitos atuais), programação e design, projetos e aplicações tecnológicas e atendimento às pessoas. Assim, como exemplos, na área da biomedicina encontramos um BRCS sobre a estimulação sensorial das pessoas afetadas pela doença de Alzheimer; da área de cultura audiovisual, propõe-se o desenvolvimento de uma campanha publicitária; na área de criação literária, um BRCS apresenta aos alunos a possibilidade de criar um videolit para, por meio de palavras, imagens e sons, dar sua visão particular de um texto literário; a área de pesquisa científica propõe um BRCS que pesquisa como é o interior da Terra; na área de projetos e aplicações tecnológicas, projetam um aplicativo para ensinar os alunos do ensino fundamental a somar; e da área de atendimento às pessoas, é oferecido um BRCS para analisar alguns dos problemas sociais do bairro. 3 / 10

4 Maquete virtual de Can Felipa, em Barcelona, do BRCS de arqueologia industrial Uma boa parte dos BRCS envolve a colaboração com entidades de fora do instituto, a maioria delas do bairro onde está localizada a instituição, o Poblenou, assim como seus predecessores, os TGPE. Atualmente, participam da instituição mais de 25 entidades, como museus, associações esportivas e culturais, fundações sem fins lucrativos de ajuda a grupos especiais ou centros de pesquisa, entre outras. Estas entidades formulam uma proposta ou tarefa aos alunos em torno de uma situação ou problema real relacionado ao trabalho de pessoas do seu próprio bairro ou de comunidades vinculadas ao mundo da cultura, da comunicação, dos serviços, da criação e da pesquisa. Assim, por exemplo, uma comunidade de músicos do bairro Nou Pop, em Barcelona, desafiou os alunos a organizar um festival para adolescentes; uma livraria do bairro solicitou que editassem e promovessem um livro; o Centro de Recursos Pedagógicos do distrito encarregou os alunos de projetar e elaborar maquetes virtuais e reais em 3D de edifícios característicos no bairro; e a organização da XVI edição do festival Escena Poblenou pediu que montassem uma pequena peça teatral. 4 / 10

5 Cartaz do BRCS de criação musical para o festival Nou Pop O objetivo dos BRCS é que os alunos, a partir do trabalho com os conteúdos curriculares das áreas específicas às quais os BRCS estão vinculados, bem como de outras áreas que sejam afetadas pelo projeto, desenvolva cinco competências essenciais: o pensamento crítico (selecionar informações relevantes, prever as consequências, encontrar evidências, avaliar etc.); o pensamento criativo (conceber, imaginar, criar etc.); o pensamento analítico (documentar-se, buscar informações, comparar fontes etc.); a capacidade de colaborar (subordinar interesses pessoais a objetivos coletivos, unir vontades, compartilhar responsabilidades e compromissos etc.); e a capacidade de comunicar (transmitir ideias e argumentos de forma clara, rigorosa e convincente, utilizar tecnologias para facilitar a expressão das ideias, convencer etc.). A oferta de BRCS é concebida para cada trimestre e organizada em dois blocos de disciplinas ou áreas. Os alunos realizam dois BRCS de cada bloco ao longo do trimestre. A tabela a seguir mostra a oferta de BRCS proposta aos alunos de 3ª ESO no último trimestre do curso Os projetos sombreados são realizados em colaboração com entidades externas. Oferta BRCS do 3º semestre para alunos de 3ª ESO Os 24 professores envolvidos nos BRCS, coordenados pelo coordenador pedagógico do colégio, participam de uma reunião semanal de uma hora de duração ao longo de todo o curso para compartilhar e avaliar o desenvolvimento dos projetos que estão realizando, combinar e conceber 5 / 10

6 ações para os projetos dos períodos seguintes. Além dessas reuniões presenciais, a equipe docente dispõe de espaços on-line para compartilhar documentos e recursos. Organização da oferta e seleção dos BRCS Em três momentos durante o ano letivo (no início, nos finais do primeiro e do segundo trimestres) os alunos recebem a listagem dos BRCS que serão desenvolvidos nos dois períodos de cinco semanas em que a oferta é organizada durante o trimestre, juntamente com uma breve descrição do conteúdo a ser tratado em cada um deles. Para cada período, os alunos devem selecionar três BRCS de cada bloco por ordem de preferência. Para orientar essa seleção, os alunos contam com a ajuda de seu orientador de acompanhamento pessoal. Esses professores, que orientam pequenos grupos de 13 a 15 alunos, explicam a oferta de BRCS e resolvem as dúvidas e perguntas dos alunos em sessões de grupo. Também orientam individualmente os alunos sobre os possíveis roteiros que podem percorrer através dos BRCS ao longo do curso. Do mesmo modo, a instituição procura envolver as famílias para que ajudem os alunos na escolha dos BRCS. Depois de recolhidas as preferências dos alunos, dois professores ficam responsáveis por organizar grupos de 20 a 24 alunos, procurando respeitar as suas preferências. Se, em qualquer caso, não for possível satisfazer essas preferências, a prioridade é dada aos alunos afetados no período seguinte de cinco semanas do mesmo trimestre ou do trimestre seguinte. Os professores envolvidos na implementação dos BRCS, bem como os orientadores de acompanhamento pessoal, são informados da composição dos grupos e dispõem de uma semana para analisar a proposta e, se necessário, propor alguma alteração. Características dos BRCS Todos os BRCS, independentemente da área ou áreas a que seus conteúdos se referem e de se são ou não desenvolvidos em colaboração com uma entidade externa, compartilham seis características: I. A abordagem de um problema ou desafio: os BRCS propõem aos alunos um cenário real conectado às suas vidas e são formulados como um problema aberto que os alunos devem definir, pesquisar, especificar e resolver. II. A elaboração de um produto: os BRCS implicam sempre a elaboração de um produto final. Esses produtos podem ser muito variados: um objeto construído, uma apresentação, um serviço, uma obra de arte, um escrito, a organização de um evento etc. Por exemplo, um booktrailer para estimular a leitura dos adolescentes, uma campanha de conscientização e relação aos refugiados, 6 / 10

7 a criação de um itinerário direcionado especialmente a adolescentes em um museu ou a confecção de um pôster com os resultados de uma série de experimentos de nanociências e nanotecnologia, entre outros. São os alunos que decidem as características do produto final que elaboram para resolver o BRCS, bem como os passos a seguir para alcançar isso. III. O trabalho colaborativo: às vezes a elaboração do produto final de um BRCS pode ser realizada de forma parcelada, de modo que diversos pequenos grupos de alunos se ocupem de diferentes partes do trabalho conjunto. É o caso, por exemplo, da publicação de uma coletânea de poemas em que um pequeno grupo se ocupa da diagramação, outro da parte gráfica, outro da impressão e outro da divulgação. Em outros BRCS existe a possibilidade de gerar vários produtos finais, de modo que cada pequeno grupo produza o seu próprio. É o caso, por exemplo, do BRCS de arqueologia industrial, em que cada equipe de alunos elabora uma maquete de um prédio diferente do bairro. Alunos trabalhando em pequenos grupos IV. O uso das TIC: alunos e professores dispõem de espaços virtuais em Moodle e Google Classroom, e ferramentas para a criação colaborativa e apresentações e textos ou editar imagens, áudios e vídeos. Os computadores portáteis e tablets também são ferramentas comuns em todas as atividades da escola para acessar fontes de informação a qualquer momento, fazer cálculos ou 7 / 10

8 escrever textos, além de tirar fotografias e fazer vídeos relacionados à elaboração do produto final e documentar o processo. desenvolvimento do próprio projeto. Além disso, alguns BRCS implementam projetos específicos relacionados à programação, design digital ou à robótica com aplicativos como Scratch, MIT App Inventor, Processing, Rhino 3D, SketchUp ou Arduino. V. A comunicação entre alunos: nos BRCS, os alunos são incentivados a apresentar suas ideias ao grupo de turma, explicar as decisões que tomaram e as razões para elas, dar conta do que estão fazendo e quais são seus objetivos, e avaliar de forma crítica e construtiva as ideias, decisões e objetivos apresentados por seus colegas. Em alguns BRCS, essas situações de comunicação são aproveitadas para realizar atividades de coavaliação. Exposição do BRCS em uma rua do bairro VI. A divulgação do produto e do processo seguido: as imagens, áudios e vídeos gravados pelos alunos ao longo do processo constituem a matéria-prima para a divulgação pública do processo seguido e do produto final produzido. São realizados eventos de apresentação na escola para todos os alunos, professores e famílias em duas ocasiões, dezembro e junho, de uma seleção dos BRCS desenvolvidos nos períodos anteriores. Os alunos também são incentivados a apresentar o trabalho realizado a um público mais amplo, utilizando, por exemplo, a sala de reuniões de uma biblioteca e às instalações de uma das associações culturais do bairro. Os produtos gerados também são divulgados pelo portal ou pelos blogs da escola. VII. A avaliação do produto e do processo: os indicadores de avaliação são específicos para cada BRCS, embora todos levem em consideração tanto o processo seguido e a qualidade do produto final alcançado, quanto o trabalho individual e coletivo e as contribuições individuais de cada 8 / 10

9 membro do grupo para o bom funcionamento do pequeno grupo. Reportagem sobre os direitos das crianças veiculada no programa infantil Catakrac da rede Betevé nos dias 10 e 11 de dezembro Componentes de inovação Essa experiência faz parte do conjunto de práticas inovadoras incorporada ao projeto de pesquisa Aprender com sentido. Estratégias, instrumentos e práticas para a Personalização da aprendizagem escolar promovido e financiado pelo Instituto de Tecnologia, Educação e Aprendizagem, INTEA, da Fundação SM. Em sua versão atual, os BRCS são uma proposta pedagógica e organizacional que propõe atividades complexas e desafiadoras aos alunos e destaca o princípio do "aprender fazendo" típico das metodologias de indagação. Porém, também incorpora elementos que podem potencializar a capacidade dessas metodologias de favorecer e estimular os alunos a realizar um aprendizado com valor e sentido pessoal, entre os quais se destacam os seguintes: Atenção aos interesses e objetivos de aprendizado dos alunos: os BRCS proporcionam aos alunos a oportunidade de selecionar os conteúdos que querem aprender e trabalhar durante uma parte importante de seu horário escolar, oferecendo a eles uma ampla gama de possibilidades de se envolver e aprender melhor. Reconhecimento e aceitação da capacidade dos alunos de tomar decisões sobre aspectos centrais das atividades: além da escolha dos BRCS, os alunos decidem como resolver o problema e tarefa proposta pelo BRCS e assumem o controle do planejamento do processo e da definição das características do produto final. Ênfase em aprendizados social e culturalmente relevantes: os BRCS propõem problemas e tarefas que permitem aos alunos confrontar fenômenos da vida real. Alguns permitem que os alunos participem de atividades e iniciativas comunitárias e outros os envolvem ativa e emocionalmente em projetos sociais que contribuem para melhorar seu ambiente ou para ajudar as pessoas mais desfavorecidas de sua comunidade. Utilização de recursos e oportunidades de aprendizado disponíveis e acessíveis por meio da Internet: a utilização de tablets e computadores pelos alunos é inerente ao desenvolvimento de quase todas as atividades da escola para acessar fontes de informação, fazer cálculos, redigir e editar textos, tirar fotografias, fazer vídeos e áudios, armazenar e compartilhar informações e divulgar os resultados e produtos dos BRCS. Elementos de aprimoramento da experiência 9 / 10

10 Powered by TCPDF ( A fim de aprimorar e expandir a experiência de inovação e continuar avançando em direção a uma maior personalização do aprendizado escolar, a equipe de direção, em colaboração com a equipe docente diretamente envolvida no desenvolvimento dos BRCS, iniciou um processo de reflexão e revisão focado nos seguintes aspectos: A concepção de atividades de ensino e aprendizado que permitam trabalhar sistematicamente as diversas destrezas envolvidas nos três tipos de pensamento que os BRCS procuram promover: pensamento analítico, pensamento crítico e pensamento criativo; a conexão entre os BRCS oferecidos no mesmo período para gerar sinergias entre eles a fim de estimular o aprendizado dos alunos; a articulação dos conteúdos curriculares trabalhados nos BRCS com os conteúdos trabalhados nos demais espaços curriculares (disciplinas obrigatórias, disciplinas opcionais, orientações...); a coordenação entre os professores que implementam os BRCS para o estabelecimento de critérios compartilhados sobre a concepção e o desenvolvimento de atividades e a avaliação dos aprendizados o acompanhamento dos alunos na escolha dos BRCS; o acompanhamento dos aprendizados dos alunos em sua passagem pelos BRCS. Para conhecer melhor Perguntas, comentários, sugestões: entre em contato com Ramon Grau (diretor do Instituto Quatre Cantons). a Autores: Equipe de direção e corpo docente do INS Quatre Cantons Equipe de pesquisa INTEA Aprender com Significado. GRINTIE, Universidade de Barcelona 10 / 10

Questionário aos alunos

Questionário aos alunos Questionário aos alunos Distribuição das respostas, de escolha fechada, aos questionários recebidos pelo sistema informático e no formulário de registo de dados agrupados. 1. Identificação Masculino: 38:

Leia mais

Disciplina: Programação e Robótica. Turma: 7º G. Autor: Rui Rodrigues. Tendência(s) Relevante(s)

Disciplina: Programação e Robótica. Turma: 7º G. Autor: Rui Rodrigues. Tendência(s) Relevante(s) Modelo de Cenário de Aprendizagem Este modelo pode ser usado em conjunto com as ferramentas disponibilizadas no toolset 3.1 do Kit de Ferramentas do Future classroom Lab. Disciplina: Programação e Robótica

Leia mais

novas tecnologias, novas pedagogias? A evolução das práticas pedagógicas

novas tecnologias, novas pedagogias? A evolução das práticas pedagógicas novas tecnologias, novas pedagogias? A evolução das práticas pedagógicas transformações educacionais Novo olhar sobre o uso de tecnologia em sala de aula pode refletir melhores práticas pedagógicas O professor

Leia mais

Projetos Curriculares LEGO Education WeDo 2.0

Projetos Curriculares LEGO Education WeDo 2.0 Projetos Curriculares LEGO Education WeDo 2.0 LEGO Education WeDo 2.0 foi desenvolvido para envolver e motivar os estudantes do Ensino Fundamental I a aprender conteúdos relacionados às áreas de Ciências

Leia mais

Perfil do Professor em Tecnologias de Informação e Comunicação

Perfil do Professor em Tecnologias de Informação e Comunicação Perfil do Professor em Tecnologias de Informação e Comunicação ATITUDES Inovação tecnológica Abertura à tecnologia Aceitação da tecnologia Capacidade de adaptação/mudança do papel do professor O professor

Leia mais

STEM e o ensino de ciências por investigação

STEM e o ensino de ciências por investigação Endereço da página: https://novaescola.org.br/conteudo/12583/stem-e-oensino-de-ciencias-por-investigacao Publicado em NOVA ESCOLA 21 de Setembro 2018 Análise do especialista STEM e o ensino de ciências

Leia mais

ELEMENTOS ARTÍSTICOS COMO ESTRATÉGIA DE SALA DE AULA PARA A INOVAÇÃO DO USO DO LAPTOP EDUCACIONAL NO CONTEXTO ESCOLAR

ELEMENTOS ARTÍSTICOS COMO ESTRATÉGIA DE SALA DE AULA PARA A INOVAÇÃO DO USO DO LAPTOP EDUCACIONAL NO CONTEXTO ESCOLAR ELEMENTOS ARTÍSTICOS COMO ESTRATÉGIA DE SALA DE AULA PARA A INOVAÇÃO DO USO DO LAPTOP EDUCACIONAL NO CONTEXTO ESCOLAR 09/2011 Novas Tecnologias em Educação Pontifícia Universidade Católica de São Paulo

Leia mais

ideias para aprimorar a capacitação dos profissionais de sua escola

ideias para aprimorar a capacitação dos profissionais de sua escola 6 ideias para aprimorar a capacitação dos profissionais de sua escola A atividade docente exige, além de vocação, conhecimento técnico e atualização profissional constante, que deve andar lado a lado das

Leia mais

Implementação da Cidadania e Desenvolvimento na Escola Quinta das Palmeiras

Implementação da Cidadania e Desenvolvimento na Escola Quinta das Palmeiras Implementação da Cidadania e Desenvolvimento na Escola Quinta das Palmeiras Lídia Mineiro Coordenadora da Educação para a Cidadania A implementação da Cidadania e Desenvolvimento na Escola Quinta das Palmeiras,

Leia mais

A Prática Profissional terá carga horária mínima de 400 horas distribuídas como informado

A Prática Profissional terá carga horária mínima de 400 horas distribuídas como informado INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DA PARAÍBA DEPARTAMENTO DE ENSINO SUPERIOR UNIDADE ACADÊMICA DE LICENCIATURAS E FORMAÇÃO GERAL CURSO DE LICENCIATURA EM QUÍMICA CAMPUS JOÃO PESSOA Prática

Leia mais

Caderno de apoio. Gestores Escolares

Caderno de apoio. Gestores Escolares Caderno de apoio Gestores Escolares 1 ÍNDICE Apresentação... 3 Escola Digital e os Gestores Escolares... 4 AÇÕES DO DIRETOR ESCOLAR Navegue pela plataforma... 4 Analise resultados e escolha projetos pedagógicos...

Leia mais

CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO 1º CICLO. Ano Letivo 2018 / º ano de escolaridade

CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO 1º CICLO. Ano Letivo 2018 / º ano de escolaridade CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO 1º CICLO Ano Letivo 2018 / 2019 1º ano de escolaridade Áreas de competência (Perfil dos Alunos à saída da escolaridade obrigatória) A - Linguagens e Textos C - Raciocínio e Resolução

Leia mais

Questionários aos docentes

Questionários aos docentes Questionários aos docentes Distribuição das respostas, de escolha fechada, aos questionários recebidos pelo sistema informático e no formulário de registo de dados agrupados. Grupo de recrutamento 200

Leia mais

TUTORIAL DE APRENDIZAGEM BASEADA EM PROJETOS

TUTORIAL DE APRENDIZAGEM BASEADA EM PROJETOS TUTORIAL DE APRENDIZAGEM BASEADA EM PROJETOS APRENDIZAGEM BASEADA EM PROJETOS O QUE É? A Aprendizagem Baseada em Projetos (ABP) é uma metodologia sistemática de ensino que envolve os alunos na aquisição

Leia mais

Atividades Período Calendarização Dinamizadores Parcerias Colaborações Objetivos Eixos Orçam. Diretores de turma. Diretores de turma.

Atividades Período Calendarização Dinamizadores Parcerias Colaborações Objetivos Eixos Orçam. Diretores de turma. Diretores de turma. Plano Anual de Atividades Bibliotecas Coordenação das Bibliotecas do Agrupamento (24 atividades) Atividades Período Calendarização Dinamizadores Parcerias Colaborações Objetivos Eixos Orçam. Formação de

Leia mais

Questionários aos docentes

Questionários aos docentes Questionários aos docentes Distribuição das respostas, de escolha fechada, aos questionários recebidos pelo sistema informático e no formulário de registo de dados agrupados. Grupo de recrutamento 200

Leia mais

PNAIC Uma síntese Nilcéa Lemos Pelandré Coordenadora Geral PNAIC/UFSC Portaria No.816/GR/UFSC/2016

PNAIC Uma síntese Nilcéa Lemos Pelandré Coordenadora Geral PNAIC/UFSC Portaria No.816/GR/UFSC/2016 PNAIC Uma síntese Nilcéa Lemos Pelandré Coordenadora Geral PNAIC/UFSC Portaria No.816/GR/UFSC/2016 O Pacto Nacional pela Alfabetização na Idade Certa é um compromisso formal assumido pelos governos federal,

Leia mais

PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU EM TECNOLOGIAS DIGITAIS E EDUCAÇÃO 3.0 MATRIZ CURRICULAR

PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU EM TECNOLOGIAS DIGITAIS E EDUCAÇÃO 3.0 MATRIZ CURRICULAR MATRIZ CURRICULAR A organização curricular foi feita para atender aos objetivos do curso, sendo dividida em dois eixos: Concentração e Dispersão. No Eixo Concentração serão ofertadas 9 (nove) disciplinas

Leia mais

Campus de IFC - Araquari. Nº de bolsas de supervisão 3

Campus de IFC - Araquari. Nº de bolsas de supervisão 3 Subprojeto Identificação do Subprojeto Área da licenciatura Ciências Agrárias Modalidade do curso [x] Presencial [ ] A distância Campus/polo 1 Campus de IFC - Araquari Município Araquari UF SC iniciação

Leia mais

Escola na nuvem: ferramentas gratuitas de produção online

Escola na nuvem: ferramentas gratuitas de produção online Escola na nuvem: ferramentas gratuitas de produção online Sobre o programa A Fundação Telefônica Vivo atua há 20 anos no Brasil e integra uma rede de 17 fundações do Grupo Telefônica, presentes em países

Leia mais

Instrumento para Avaliação Institucional. Pelos Pais e Responsáveis

Instrumento para Avaliação Institucional. Pelos Pais e Responsáveis Instrumento para Avaliação Institucional Pelos Pais e Responsáveis Uma instituição que deseja se desenvolver e aprimorar necessita, primeiramente, conhecer os próprios atributos e deficiências para que

Leia mais

Regulamento do Programa de Tutorias

Regulamento do Programa de Tutorias Regulamento do Programa de Tutorias Escola Secundária Ferreira Dias, Agualva- Sintra Artigo 1º Competências Específicas O professor tutor tem as seguintes competências: Desenvolver medidas de apoio aos

Leia mais

Plano Anual de Atividades da Biblioteca Escolar 2018/2019

Plano Anual de Atividades da Biblioteca Escolar 2018/2019 Plano Anual de Atividades da Biblioteca 2018/2019 As atividades delineadas neste Este Plano visam, essencialmente, a prestação de contributos para a promoção do sucesso educativo. Neste sentido, as atividades

Leia mais

Manual Ambiente Virtual de Aprendizagem Institucional Moodle. Atividade Collaborate

Manual Ambiente Virtual de Aprendizagem Institucional Moodle. Atividade Collaborate Manual Ambiente Virtual de Aprendizagem Institucional Moodle Atividade Collaborate Versão Professores 2016 APRESENTAÇÃO O trabalho docente tem sido constantemente desafiado em virtude da ampliação de possibilidades

Leia mais

Agrupamento de Escolas Adelaide Cabette, Odivelas

Agrupamento de Escolas Adelaide Cabette, Odivelas A - CIENTÍFICA E PEDAGÓGICA Prática letiva a) Atividades e estratégias desenvolvidas b) Relação pedagógica com os alunos c) Recursos e materiais didáticos O docente revela lacunas graves no desenvolvimento

Leia mais

EDITAL Nº 37 SELEÇÃO PÚBLICA SIMPLIFICADA IFRO/SEDUC ANEXO I PONTUAÇÃO DA AVALIAÇÃO DE TÍTULOS

EDITAL Nº 37 SELEÇÃO PÚBLICA SIMPLIFICADA IFRO/SEDUC ANEXO I PONTUAÇÃO DA AVALIAÇÃO DE TÍTULOS EDITAL Nº 37 SELEÇÃO PÚBLICA SIMPLIFICADA IFRO/SEDUC ANEXO I PONTUAÇÃO DA AVALIAÇÃO DE COMPONENTES AVALIADOS PONTUAÇÃO EQUIPE MULDISCIPLINAR 1 02: Tempo de experiência profissional na área de Educação

Leia mais

Agrupamento de Escolas nº4 de Évora Escola Sede: Escola Secundária André de Gouveia 1. ÁREAS DE INTERVENÇÃO

Agrupamento de Escolas nº4 de Évora Escola Sede: Escola Secundária André de Gouveia 1. ÁREAS DE INTERVENÇÃO 1. ÁREAS DE INTERVENÇÃO 1.1. IMPLEMENTAR A ORGANIZAÇÃO E DESENVOLVIMENTO CURRICULAR - Aprimorar ação educativa. Otimizar o desempenho de funções de coordenação. Valorizar a centralidade da escola e do

Leia mais

FORMAÇÃO CONTINUADA DE PROFESSORES DOS CENTROS ESTADUAIS DE TEMPO INTEGRAL

FORMAÇÃO CONTINUADA DE PROFESSORES DOS CENTROS ESTADUAIS DE TEMPO INTEGRAL FORMAÇÃO CONTINUADA DE PROFESSORES DOS CENTROS ESTADUAIS DE TEMPO INTEGRAL Componentes Eletivos Professora: Geusélia Gonçalves 07.02.2017 Lei nº 9.394/1996: Art. 26. Os currículos da educação infantil,

Leia mais

BENEFÍCIOS DO USO DA REALIDADE VIRTUAL NA EDUCAÇÃO À DISTÂNCIA Toda época formata o conhecimento, procurando atender as necessidades próprias de cada

BENEFÍCIOS DO USO DA REALIDADE VIRTUAL NA EDUCAÇÃO À DISTÂNCIA Toda época formata o conhecimento, procurando atender as necessidades próprias de cada BENEFÍCIOS DO USO DA REALIDADE VIRTUAL NA EDUCAÇÃO À DISTÂNCIA Toda época formata o conhecimento, procurando atender as necessidades próprias de cada período histórico de conflitos e modificações aos processos

Leia mais

FERRAMENTAS DIGITAIS CAPÍTULO 5. Capítulo 5 5 FERRAMENTAS FORMAÇÃO CONTINUADA DIGITAIS DE PROFESSORES

FERRAMENTAS DIGITAIS CAPÍTULO 5. Capítulo 5 5 FERRAMENTAS FORMAÇÃO CONTINUADA DIGITAIS DE PROFESSORES Capítulo 5 5 FERRAMENTAS FORMAÇÃO CONTINUADA DIGITAIS DE PROFESSORES CAPÍTULO 5 FERRAMENTAS DIGITAIS Relatório de Tecnologias no Ensino Fundamental II Fevereiro / 2017 57 No contexto da evolução tecnológica,

Leia mais

Como elaborar um plano de aula

Como elaborar um plano de aula Como elaborar um plano de aula 1º Área do conhecimento Verifique qual ou quais áreas do conhecimento serão trabalhadas nas aulas. A área do conhecimento está relacionada aos diferentes tipos de conhecimento

Leia mais

Matrizes Curriculares. Ano Letivo de 2017/2018

Matrizes Curriculares. Ano Letivo de 2017/2018 Matrizes Curriculares Ano Letivo de 2017/2018 Índice Matriz da Educação Pré-Escolar... 2 Ensino Básico... 1º Ciclo... 2º Ciclo... 4 Percurso Curricular Alternativo º Ano... 5 º Ciclo... Curso de Educação

Leia mais

MBA GESTÃO E USO DA INFORMAÇÃO NA ÁREA DA SAÚDE

MBA GESTÃO E USO DA INFORMAÇÃO NA ÁREA DA SAÚDE Powered by TCPDF (www.tcpdf.org) MBA GESTÃO E USO DA INFORMAÇÃO NA ÁREA DA SAÚDE Maria Imaculada Cardoso Sampaio (FeBAB) - imaculadasampaio@gmail.com Renata Homem de Mello (Unisa) - rhmello@prof.unisa.br

Leia mais

DEPARTAMENTO DE MATEMÁTICA E CIÊNCIAS EXPERIMENTAIS Planificação Geral 2017/2018 TIC 5.º ano Suportada pelo documento Aprendizagens Essenciais

DEPARTAMENTO DE MATEMÁTICA E CIÊNCIAS EXPERIMENTAIS Planificação Geral 2017/2018 TIC 5.º ano Suportada pelo documento Aprendizagens Essenciais Agrupamento de Escolas de Azeitão - 171049 Escola Básica de Azeitão Escola Básica de Brejos do Clérigo Escola Básica do Casal de Bolinhos Escola Básica de Vila Nogueira de Azeitão Escola Básica de Vila

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº 55/2010/CONEPE. O CONSELHO DO ENSINO, DA PESQUISA E DA EXTENSÃO da UNIVERSIDADE FEDERAL DE SERGIPE, no uso de suas atribuições legais e,

RESOLUÇÃO Nº 55/2010/CONEPE. O CONSELHO DO ENSINO, DA PESQUISA E DA EXTENSÃO da UNIVERSIDADE FEDERAL DE SERGIPE, no uso de suas atribuições legais e, SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE SERGIPE CONSELHO DO ENSINO, DA PESQUISA E DA EXTENSÃO RESOLUÇÃO Nº 55/2010/CONEPE Aprova Normas Específicas do Trabalho de Conclusão

Leia mais

MANUAL DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO DO CURSO DE MÚSICA

MANUAL DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO DO CURSO DE MÚSICA MANUAL DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO DO CURSO DE MÚSICA CURRÍCULO 20161 (Aprovado pelo CONAC 02/2017 de 22/03/2017) APRESENTAÇÃO Este manual destina-se à orientação dos alunos de Licenciatura em Música, matriculados

Leia mais

MANTER E INOVAR. Sistema Positivo de Ensino Assessoria da Área de Informática Educativa

MANTER E INOVAR. Sistema Positivo de Ensino Assessoria da Área de Informática Educativa MANTER E INOVAR Sistema Positivo de Ensino Assessoria da Área de Informática Educativa Assessoria da Área de Informática Educativa Marileusa G. de Souza mgsouza@positivo.com.br Rodrigo Fornalski Pedro

Leia mais

PREFEITURA MUNICIPAL DE NOVO HAMBURGO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO E DESPORTO SMED CEPIC/NTE Vale do Sinos UFRGS/LEC/UNISINOS.

PREFEITURA MUNICIPAL DE NOVO HAMBURGO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO E DESPORTO SMED CEPIC/NTE Vale do Sinos UFRGS/LEC/UNISINOS. PREFEITURA MUNICIPAL DE NOVO HAMBURGO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO E DESPORTO SMED CEPIC/NTE Vale do Sinos UFRGS/LEC/UNISINOS Formadores: Ana Elisa Raimann Franke Gislaine Barreto Glaeser Jorge da Silva Brandão

Leia mais

I. Pensando Enem º ano do Ensino Fundamental e 1ª, 2ª e 3ª séries do Ensino Médio

I. Pensando Enem º ano do Ensino Fundamental e 1ª, 2ª e 3ª séries do Ensino Médio Prezado(a) diretor(a) e coordenador(a), São Paulo, janeiro de 2017. Comunicamos que, em 2017, o Sistema Mackenzie de Ensino disponibilizará às escolas parceiras os materiais didáticos que servirão de apoio

Leia mais

PLANO TIC E D U C A Ç Ã O P RÉ- E S C O L A R E 1 º C I C L O D O E N S I N O B Á S I C O 2012/2013. O Coordenador TIC. Manuel José Gouveia Alves

PLANO TIC E D U C A Ç Ã O P RÉ- E S C O L A R E 1 º C I C L O D O E N S I N O B Á S I C O 2012/2013. O Coordenador TIC. Manuel José Gouveia Alves PLANO TIC 2012/2013 E D U C A Ç Ã O P RÉ- E S C O L A R E 1 º C I C L O D O E N S I N O B Á S I C O O Coordenador TIC Manuel José Gouveia Alves [1] CARACTERIZAÇÃO DA ESCOLA ESCOLA Escola Básica do 1º Ciclo

Leia mais

Título do Cenário: Trabalho Colaborativo -

Título do Cenário: Trabalho Colaborativo - Título do Cenário: Trabalho Colaborativo - Atividades de Tempo (Horas\semanas) Normalmente 2 Normal 3/4 Normal 1/2 Normal 3/4 Normal 1 Normal 1 Normal 1 Objetivo (Resultados de, correspondem às especificações)

Leia mais

Escola Superior de Educação do Instituto Politécnico de Setúbal Centro de Competência TIC. Plano de Atividades 2018/2019

Escola Superior de Educação do Instituto Politécnico de Setúbal Centro de Competência TIC. Plano de Atividades 2018/2019 Escola Superior de Educação do Instituto Politécnico de Setúbal Centro de Competência TIC Plano de Atividades 2018/2019 novembro de 2018 2 1 Introdução Dando continuidade à estratégia seguida em anos anteriores,

Leia mais

Reunião de Trabalho Professores Coordenadores. Diretoria de Ensino da Região de Carapicuíba Dirigente Regional de Ensino Junho/2017

Reunião de Trabalho Professores Coordenadores. Diretoria de Ensino da Região de Carapicuíba Dirigente Regional de Ensino Junho/2017 Reunião de Trabalho Professores Coordenadores Diretoria de Ensino da Região de Carapicuíba Dirigente Regional de Ensino Junho/2017 Pauta Acolhimento; Aquecimento; o que nos dizem os registros? Refletindo

Leia mais

REGULAMENTO DA BRINQUEDOTECA - CURSO DE PEDAGOGIA

REGULAMENTO DA BRINQUEDOTECA - CURSO DE PEDAGOGIA REGULAMENTO DA BRINQUEDOTECA - CURSO DE PEDAGOGIA 2017 Página 1 de 5 REGULAMENTO DA BRINQUEDOTECA DO CURSO DE PEDAGOGIA 001/2017 Capítulo I Princípios e Diretrizes Art 1º. A Brinquedoteca do Curso de Pedagogia

Leia mais

PROF. ESP. JAYRON VIANA ATRIBUIÇÕES E COMPETÊNCIAS DO BIBLIOTECÁRIO ESCOLAR 13/02/2019

PROF. ESP. JAYRON VIANA ATRIBUIÇÕES E COMPETÊNCIAS DO BIBLIOTECÁRIO ESCOLAR 13/02/2019 PROF. ESP. JAYRON VIANA ATRIBUIÇÕES E COMPETÊNCIAS DO BIBLIOTECÁRIO ESCOLAR 13/02/2019 BIBLIOTECA E BIBLIOTECÁRIO ESCOLAR 1 BIBLIOTECA ESCOLAR: DEFINIÇÃO, MISSÃO E FINALIDADE 2 PERFIL E COMPETÊNCIAS DO

Leia mais

OFICINA APRENDIZAGEM BASEADA EM PROJETOS

OFICINA APRENDIZAGEM BASEADA EM PROJETOS OFICINA APRENDIZAGEM BASEADA EM PROJETOS APRENDIZAGEM BASEADA EM PROJETOS O que é? A Aprendizagem Baseada em Projetos (ABP) é uma metodologia sistemática de ensino que envolve os alunos na aquisição de

Leia mais

Tecnologias de Informação e Comunicação Currículo: identificação de aprendizagens essenciais

Tecnologias de Informação e Comunicação Currículo: identificação de aprendizagens essenciais Tecnologias de Informação e Comunicação Currículo: identificação de aprendizagens essenciais EQUIPA: Carlos Nunes Fernanda Ledesma Filipe Mendes João Leal Miguela Fernandes METODOLOGIA: 1. Definição da

Leia mais

Terceiro Ciclo da Avaliação Externa das Escolas. Campos de análise Referentes Indicadores

Terceiro Ciclo da Avaliação Externa das Escolas. Campos de análise Referentes Indicadores Quadro de referência Domínios, campos de análise, referentes e indicadores O quadro de referência do terceiro ciclo da Avaliação Externa das Escolas estrutura-se em quatro domínios Autoavaliação, Liderança

Leia mais

ASSOCIAÇÃO EDUCACIONAL DOM BOSCO FACULDADES DOM BOSCO

ASSOCIAÇÃO EDUCACIONAL DOM BOSCO FACULDADES DOM BOSCO ASSOCIAÇÃO EDUCACIONAL DOM BOSCO FACULDADES DOM BOSCO SEMANA DE ATIVIDADES CIENTÍFICAS EDITAL RESENDE 2018 EDITAL N 001/2018/CPGE/AEDB O presente Edital destina-se a abertura dos trabalhos da XVI SEMANA

Leia mais

Universidade Estadual de Campinas. Cássio Ricardo Fares Riedo Elisabete Monteiro De Aguiar Pereira Joyce Wassem Marta Fernandes Garcia

Universidade Estadual de Campinas. Cássio Ricardo Fares Riedo Elisabete Monteiro De Aguiar Pereira Joyce Wassem Marta Fernandes Garcia O DESENVOLVIMENTO DE UM MOOC (MASSIVE OPEN ONLINE COURSE) DE EDUCAÇÃO GERAL VOLTADO PARA A FORMAÇÃO CONTINUADA DE PROFESSORES: UMA BREVE ANÁLISE DE ASPECTOS TECNOLÓGICOS, ECONÔMICOS, SOCIAIS E PEDAGÓGICOS

Leia mais

REGULAMENTO DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES DOS CURSOS DE GRADUAÇÃO CAPÍTULO I - DISPOSIÇÕES PRELIMINARES

REGULAMENTO DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES DOS CURSOS DE GRADUAÇÃO CAPÍTULO I - DISPOSIÇÕES PRELIMINARES REGULAMENTO DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES DOS CURSOS DE GRADUAÇÃO Este regulamento normatiza o cumprimento da carga horária relativa às atividades complementares para os cursos de graduação da Faculdade

Leia mais

Escola Superior de Educação do Instituto Politécnico de Setúbal Centro de Competência TIC. Plano de Atividades 2013/14

Escola Superior de Educação do Instituto Politécnico de Setúbal Centro de Competência TIC. Plano de Atividades 2013/14 Escola Superior de Educação do Instituto Politécnico de Setúbal Centro de Competência TIC Plano de Atividades 2013/14 Setembro de 2013 PLANO DE ATIVIDADES 2013/14 CENTRO DE COMPETÊNCIA TIC ESCOLA SUPERIOR

Leia mais

6. Participar em atividades (efemérides, palestras, eventos de leitura, sessões formativas, projetos, clubes, outras)

6. Participar em atividades (efemérides, palestras, eventos de leitura, sessões formativas, projetos, clubes, outras) os 10 QA Questionário aos alunos s 10 Escola: 1 Identificação: Data: Masculino 2 Frequentas o: Feminino Ensino Básico: 3.º 4.º 5.º 6.º 7.º 8.º 9.º Outros cursos Ensino Secundário: 10.º 11.º 12.º Curso

Leia mais

Projeto E.M.A. (Estímulo à Melhoria das Aprendizagens) Tejo: Um rio de Conhecimento

Projeto E.M.A. (Estímulo à Melhoria das Aprendizagens) Tejo: Um rio de Conhecimento Projeto E.M.A. (Estímulo à Melhoria das Aprendizagens) Tejo: Um rio de Conhecimento Objetivo Geral Desenvolver nos alunos competências relacionadas com a prática experimental que reforcem a motivação,

Leia mais

Plano de Trabalho Docente

Plano de Trabalho Docente Plano de Trabalho Docente - 2019 Ensino Técnico PLANO DE CURSO Nº 239, APROVADO PELA PORTARIA CETEC - 727, DE 10/09/2015, REPUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DE 25/09/2015 - PODER EXECUTIVO - SEÇÃO I - PÁGINA

Leia mais

SUPERVISÃO PEDAGÓGICA

SUPERVISÃO PEDAGÓGICA SUPERVISÃO PEDAGÓGICA ENQUADRAMENTO Avaliação Supervisão Supervisão PROMOVE Melhoria das práticas letivas/pedagógicas Fundamental: Trabalho colaborativo + Autoavaliação A observação e a discussão de aulas

Leia mais

Plano Anual de Atividades da Biblioteca Escolar 2017/2018

Plano Anual de Atividades da Biblioteca Escolar 2017/2018 Plano Anual de Atividades da Biblioteca 2017/2018 As atividades delineadas neste Plano visam, essencialmente, a prestação de contributos para a promoção do sucesso educativo. Desta forma, as atividades

Leia mais

Ações Realizadas ou em Andamento - no ano de 2016:

Ações Realizadas ou em Andamento - no ano de 2016: Ações Realizadas ou em Andamento - no ano de 2016: Apresentamos, a seguir, as ações destinadas ao desenvolvimento da IES ou a correções e melhoria dos processos e atividades acadêmicas e administrativas,

Leia mais

REGULAMENTO INTERNO CLUBE DE PROGRAMAÇÃO E ROBÓTICA

REGULAMENTO INTERNO CLUBE DE PROGRAMAÇÃO E ROBÓTICA REGULAMENTO INTERNO CLUBE DE PROGRAMAÇÃO E ROBÓTICA Programar o Futuro Ano letivo 2018-2019 AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DO CADAVAL Rua Aristides de Sousa Mendes 2550-007 Cadaval Telefone: (+351) 262 699 230

Leia mais

Pesquisa TIC Educação e os desafios para o uso das tecnologias nas escolas de ensino fundamental e médio no Brasil

Pesquisa TIC Educação e os desafios para o uso das tecnologias nas escolas de ensino fundamental e médio no Brasil Pesquisa TIC Educação e os desafios para o uso das tecnologias nas escolas de ensino fundamental e médio no Brasil ICT Education Research and challenges for the use of technology in elementary and secondary

Leia mais

EnsinoTécnicoIntegrado ao Médio.

EnsinoTécnicoIntegrado ao Médio. PLANO DE TRABALHO DOCENTE 1º Semestre/2015 EnsinoTécnicoIntegrado ao Médio. Código: 262 ETEC ANHANQUERA Município: Santana de Parnaíba Componente Curricular: APLICATIVOS DE DESIGN Série: 1 Ano Eixo Tecnológico:

Leia mais

CIDADE LABORATÓRIO. Festival Marista de Robótica 16 DE SETEMBRO DE 2016 COLÉGIOS E UNIDADES SOCIAIS DA REDE MARISTA PUCRS

CIDADE LABORATÓRIO. Festival Marista de Robótica 16 DE SETEMBRO DE 2016 COLÉGIOS E UNIDADES SOCIAIS DA REDE MARISTA PUCRS CIDADE LABORATÓRIO Festival Marista de Robótica 16 DE SETEMBRO DE 2016 COLÉGIOS E UNIDADES SOCIAIS DA REDE MARISTA PUCRS A Cidade Laboratório traz como tema o Entendimento Global, com o intuito de despertar

Leia mais

Instrumento para Avaliação Institucional. Pelos Docentes

Instrumento para Avaliação Institucional. Pelos Docentes Instrumento para Avaliação Institucional Pelos Docentes Uma instituição que deseja se desenvolver e aprimorar necessita, primeiramente, conhecer os próprios atributos e deficiências para que possa potencializar

Leia mais

Para isto, a estrutura formativa proposta se organiza em três blocos: básica, específica e acompanhamento formativo.

Para isto, a estrutura formativa proposta se organiza em três blocos: básica, específica e acompanhamento formativo. Para garantir sua implementação e gestão, é fundamental que a Política de Educação Integral conte com um Plano de Formação que contemple todos os envolvidos cada qual em sua especificidade, garantindo

Leia mais

Relatório Geral de Corpo Docente, Discente e Técnico Administrativo.

Relatório Geral de Corpo Docente, Discente e Técnico Administrativo. Relatório Geral de Corpo Docente, Discente e Técnico Administrativo. Plano de Desenvolvimento Institucional (PDI) da UNILAGO Q1 A UNILAGO define com clareza sua missão 4,19 Q2 A UNILAGO define com clareza

Leia mais

Sarau Virtual: reinventando a prática de partilhar poemas e crônicas

Sarau Virtual: reinventando a prática de partilhar poemas e crônicas Powered by TCPDF (www.tcpdf.org) Sarau Virtual: reinventando a prática de partilhar poemas e crônicas Daniele Ribeiro de Faria (UFLA) - danielefaria@biblioteca.ufla.br Nivaldo Oliveira (UFLA) - nivaldo@biblioteca.ufla.br

Leia mais

7. Participar em atividades (efemérides, palestras, eventos de leitura, sessões formativas, projetos, clubes, outras)

7. Participar em atividades (efemérides, palestras, eventos de leitura, sessões formativas, projetos, clubes, outras) QA Questionário aos alunos 17 Escola: 1 Identificação: Data: Masculino 2 Frequentas o Feminino Ensino Básico: 3.º 4.º 5.º 6.º 7.º Outros cursos Ensino Secundário: 10.º 11.º 12.º Curso profissional Outros

Leia mais

Metodologia Científica. Construindo Saberes

Metodologia Científica. Construindo Saberes Metodologia Científica Construindo Saberes Trabalho com Projetos A pesquisa promove saberes Estímulo ao desenvolvimento da ciência Construção e busca por novos conhecimentos Buscar novos horizontes Desenvolvimento

Leia mais

MIDIAS NA EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA

MIDIAS NA EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA MIDIAS NA EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA INTRODUÇÃO Vani Moreira Kenski SITE EDUCACIONAL CURSO DI 2006 Tecnologias TECNOLOGIAS: CONCEITOS BÁSICOS Construções (produtos, suportes, equipamentos...) realizadas pela

Leia mais

PLANO ANUAL DE CAPACITAÇÃO - PAC PROGRAMAÇÃO DE CURSOS 2016 PRIMEIRO SEMESTRE LÍNGUAS ESTRANGEIRAS

PLANO ANUAL DE CAPACITAÇÃO - PAC PROGRAMAÇÃO DE CURSOS 2016 PRIMEIRO SEMESTRE LÍNGUAS ESTRANGEIRAS PLANO ANUAL DE CAPACITAÇÃO - PAC PROGRAMAÇÃO DE S 2016 PRIMEIRO SEMESTRE LÍNGUAS ESTRANGEIRAS Espanhol Nível 1 Inglês Instrumental Francês Básico 30h 02h/aula 24h 02h/aula 30h 02h/aula 14/03 a 29/04/16

Leia mais

PLANO ANUAL DE CAPACITAÇÃO - PAC PROGRAMAÇÃO DE CURSOS 2016 PRIMEIRO SEMESTRE LÍNGUAS ESTRANGEIRAS

PLANO ANUAL DE CAPACITAÇÃO - PAC PROGRAMAÇÃO DE CURSOS 2016 PRIMEIRO SEMESTRE LÍNGUAS ESTRANGEIRAS PLANO ANUAL DE CAPACITAÇÃO - PAC PROGRAMAÇÃO DE S 2016 PRIMEIRO SEMESTRE LÍNGUAS ESTRANGEIRAS Espanhol Nível 1 Inglês Instrumental Francês Básico 02h/aula 24h 02h/aula 02h/aula 14/03 a 29/04/16 14/03 a

Leia mais

Faculdades Integradas Potencial. Regulamento de Utilização da Brinquedoteca

Faculdades Integradas Potencial. Regulamento de Utilização da Brinquedoteca Faculdades Integradas Potencial Regulamento de Utilização da Brinquedoteca 2016 BRINQUEDOTECA Este regulamento visa estabelecer padrões e normas para o funcionamento da Brinquedoteca das Faculdades Integradas

Leia mais

Desenho e cálculo do perímetro de polígonos utilizando o Scratch

Desenho e cálculo do perímetro de polígonos utilizando o Scratch Desenho e cálculo do perímetro de polígonos utilizando o Scratch 1.º ciclo /4.º ano Pedro Silva dezembro de 2011 Planificação das atividades Designação: Desenho e cálculo do perímetro de polígonos utilizando

Leia mais

PLANO TIC 1

PLANO TIC 1 2015-2016 PLANO TIC 1 Agrupamento de Escolas de Fornos de Algodres Estrada Nacional n.º 16 6370-147 Fornos de Algodres Tel.: 271700110 Fax: 271700118 www.ae-fa.pt e-mail: aefa.og@ae-fa.pt 2 Equipa PTE

Leia mais

Atividades: A CRIAR PROJETO OU PRODUTO DE COMUNICAÇÃO VISUAL Avaliar ideias ou conceitos propostos. Configurar ideias em diferentes suportes. Definir

Atividades: A CRIAR PROJETO OU PRODUTO DE COMUNICAÇÃO VISUAL Avaliar ideias ou conceitos propostos. Configurar ideias em diferentes suportes. Definir Plano de Trabalho Docente 2016 Ensino Técnico Plano de Curso nº 187 aprovado pela portaria Cetec nº 746, de 10 / 09 / 2015 Etec Tiquatira Código: 208 Município: São Paulo Eixo Tecnológico: Produção Cultural

Leia mais

VIABILIDADE E ACEITAÇÃO DO SOFTWARE GEOGEBRA COMO RECURSO DIDÁTICO NAS AULAS DO ENSINO MÉDIO DE MATEMÁTICA

VIABILIDADE E ACEITAÇÃO DO SOFTWARE GEOGEBRA COMO RECURSO DIDÁTICO NAS AULAS DO ENSINO MÉDIO DE MATEMÁTICA VIABILIDADE E ACEITAÇÃO DO SOFTWARE GEOGEBRA COMO RECURSO DIDÁTICO NAS AULAS DO ENSINO MÉDIO DE MATEMÁTICA Jerniel da Silva Parente 1 1 Graduando em Matemática IFRR. Bolsistas do PIPICT. e-mail: jerni-p@hotmail.comr

Leia mais

Projetos educacionais inovadores com metodologias ativas. José Moran www2.eca.usp.br/moran

Projetos educacionais inovadores com metodologias ativas. José Moran www2.eca.usp.br/moran Projetos educacionais inovadores com metodologias ativas José Moran www2.eca.usp.br/moran moran10@gmail.com www2.eca.usp.br/moran Educação Inovadora www2.eca.usp.br/moran/?page_id=29 Universidades defasadas

Leia mais

REGULAMENTO DE PROJETOS DE FIM DE CICLO Unidade Técnico Científica de Engenharia Civil

REGULAMENTO DE PROJETOS DE FIM DE CICLO Unidade Técnico Científica de Engenharia Civil REGULAMENTO DE PROJETOS DE FIM DE CICLO Unidade Técnico Científica de Engenharia Civil Capítulo I INTRODUÇÃO Este regulamento aplica-se às Unidades Curriculares de Projeto I e Projeto II da Unidade Técnica

Leia mais

Programa de Desenvolvimento Sustentável da Escola (PDSE) Instituto Brasil Solidário

Programa de Desenvolvimento Sustentável da Escola (PDSE) Instituto Brasil Solidário Apresentação Neste ano, sua escola e comunidade receberão diversas atividades com a chegada do Programa de Desenvolvimento Sustentável da Escola (PDSE) no seu município, com o Instituto Brasil Solidário

Leia mais

Clubes Ciência Viva na Escola CARTA DE PRINCÍPIOS

Clubes Ciência Viva na Escola CARTA DE PRINCÍPIOS Clubes Ciência Viva na Escola CARTA DE PRINCÍPIOS O Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória aponta para uma educação escolar em que os alunos constroem e sedimentam uma cultura científica

Leia mais

CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO 2017/2018

CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO 2017/2018 CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO 2017/2018 Nota introdutória A partir do presente ano letivo, o calendário escolar obedece a uma lógica anual e será desenhado de modo a prever interrupções letivas de 6 em 6 semanas,

Leia mais

PLANO DE FORMAÇÃO EPFMCB

PLANO DE FORMAÇÃO EPFMCB 2014-2018 EPFMCB 2014-2018 2014-2018 Índice INTRODUÇÃO...... 2 1. OBJETIVOS.. 2 1.1. PESSOAL DOCENTE...... 2 1.2. PESSOAL NÃO DOCENTE...... 3 1.3. OBJETIVOS GERAIS...... 3 2.DESTINATÁRIOS... 3 3. MODALIDADES

Leia mais

Tecnologia da Informação e Comunicação Aplicada à Educação. Prof. Naan Cardoso

Tecnologia da Informação e Comunicação Aplicada à Educação. Prof. Naan Cardoso Tecnologia da Informação e Comunicação Aplicada à Educação Prof. Naan Cardoso E-mail: naancardoso@gmail.com Distinções sobre conceitos presentes na Educação Teorias de aprendizagem e estratégias de aprendizagem

Leia mais

APOIO AO ESTUDO 1º CICLO LINHAS ORIENTADORAS 2015/ INTRODUÇÃO

APOIO AO ESTUDO 1º CICLO LINHAS ORIENTADORAS 2015/ INTRODUÇÃO APOIO AO ESTUDO DEPARTAMENTO CURRICULAR DO 1.º CICLO LINHAS ORIENTADORAS 2015/20164 1º CICLO 1. INTRODUÇÃO O despacho normativo nº7/2013 tem como objetivo conceder maior flexibilidade na constituição das

Leia mais

Escola de Ensino Básico 2º e 3º Ciclos Roque Gameiro

Escola de Ensino Básico 2º e 3º Ciclos Roque Gameiro Segurança, Responsabilidade e respeito em ambientes digitais Domínios/ Temas Conhecimentos, Capacidades e Atitudes Aprendizagens Essenciais O aluno adota uma atitude crítica, refletida e responsável no

Leia mais

Escola Superior de Educação Almeida Garrett

Escola Superior de Educação Almeida Garrett Escola Superior de Educação Almeida Garrett Regulamento Interno do Gabinete de Formação Contínua Preâmbulo O Gabinete de Formação Contínua (adiante designado por GFC) da Escola Superior de Educação Almeida

Leia mais

32 São Paulo, 125 (37) Diário Oficial Poder Executivo Seção I quinta-feira, 26 de fevereiro de 2015

32 São Paulo, 125 (37) Diário Oficial Poder Executivo Seção I quinta-feira, 26 de fevereiro de 2015 32 São Paulo, 125 (37) Diário Oficial Poder Executivo Seção I quinta-feira, 26 de fevereiro de 2015 Portaria do Coordenador do Ensino Médio e Técnico -Nº 354, de 25-2-2015 O Coordenador do Ensino Médio

Leia mais

Biblioteca Escolar. 1ºPeríodo. Dinamização BE EB23. BE das Escolas do AECC. Equipa das BE. BE das Escolas do AECC. Equipa das BE.

Biblioteca Escolar. 1ºPeríodo. Dinamização BE EB23. BE das Escolas do AECC. Equipa das BE. BE das Escolas do AECC. Equipa das BE. Plano Anual de s 211/212 Biblioteca Escolar 1ºPeríodo Objetivo do PEA (nº) 2,3 11 Receção aos alunos do 5º ano A2 Apresentação da aos EE dos alunos do 5º ano B, C2 Objetivo da utilização da pelos alunos

Leia mais

A INCLUSÃO ( PINTAR O FUTURO )

A INCLUSÃO ( PINTAR O FUTURO ) JARDIM INFANTIL POPULAR DA PONTINHA PROJETO PEDAGÓGICO DO CATL ( EXTENSÃO DE HORÁRIO E INTERRUPÇÕES LETIVAS ) A INCLUSÃO ( PINTAR O FUTURO ) ANIMADORA SOCIO CULTURAL MARIA JOSÉ MAGÉSSI ANO LETIVO 2018

Leia mais

CURSO DE ENGENHARIA DE COMPUTAÇÃO REGULAMENTO DO TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO (TCC) CAPÍTULO I DAS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES

CURSO DE ENGENHARIA DE COMPUTAÇÃO REGULAMENTO DO TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO (TCC) CAPÍTULO I DAS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES Pontifícia Universidade Católica do Paraná Escola Politécnica Curso de Engenharia de Computação Campus Curitiba CURSO DE ENGENHARIA DE COMPUTAÇÃO REGULAMENTO DO TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO (TCC) CAPÍTULO

Leia mais

Escola Superior de Educação do Instituto Politécnico de Setúbal Centro de Competência TIC. Plano de Atividades 2017/2018

Escola Superior de Educação do Instituto Politécnico de Setúbal Centro de Competência TIC. Plano de Atividades 2017/2018 Escola Superior de Educação do Instituto Politécnico de Setúbal Centro de Competência TIC Plano de Atividades 2017/2018 Dezembro de 2017 2 1 Introdução Dando continuidade à estratégia seguida em anos anteriores,

Leia mais

Instituto Politécnico de Lisboa Escola Superior de Educação

Instituto Politécnico de Lisboa Escola Superior de Educação Instituto Politécnico de Lisboa Escola Superior de Educação Divulgação pública de horas para contratações por tempo determinado Departamento de Educação em Línguas, Comunicação e Artes Ano letivo 2015/2016

Leia mais

ESCOLA EDUCAMEDIA CERTIFICAÇÃO EDUCAMEDIA PRODUÇÃO AUDIOVISUAL ESCOLAR (PAE)

ESCOLA EDUCAMEDIA CERTIFICAÇÃO EDUCAMEDIA PRODUÇÃO AUDIOVISUAL ESCOLAR (PAE) CERTIFICAÇÃO EDUCAMEDIA PRODUÇÃO AUDIOVISUAL ESCOLAR (PAE) FICHA TÉCNICA Governo Regional da Madeira Secretaria Regional de Educação Direção Regional de Educação Direção de Serviços de Educação Artística

Leia mais

Plano de Trabalho Docente 2011

Plano de Trabalho Docente 2011 Plano de Trabalho Docente 2011 ETEC Santa Isabel Ensino Técnico Código: 219 Município: Santa Isabel Eixo Tecnológico: Informação e Comunicação Habilitação Profissional: Informática para Internet Qualificação:

Leia mais

Plano de Trabalho Docente

Plano de Trabalho Docente Plano de Trabalho Docente - 2019 Ensino Técnico PLANO DE CURSO Nº 336, APROVADO PELA PORTARIA CETEC - 1362, DE 05/03/2018, PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DE 06/03/2018 - PODER EXECUTIVO - SEÇÃO I - PÁGINA

Leia mais

Criar e desenvolver projetos grafico- visuais, utilizando tecnicas de desenho manual ou eletronico.

Criar e desenvolver projetos grafico- visuais, utilizando tecnicas de desenho manual ou eletronico. PLANO DE ESTAGIO INTEGRADO A PROPOSTA PEDAGOGICA DO CURSO Curso: 001639 - ARTES VISUAIS-BACHARELADO EM DESIGN GRAFICO Nivel: Superior Area Profissional: 0009 - DESIGN Area de Atuacao: 0240 - ARTE PROJ.DESENHO/DESIGN

Leia mais

[ convocatória [

[ convocatória [ [ convocatória [ 20 18 Introdução Pelo segundo ano, o Instituto Latino-Americano de Comunicação Educativa convoca aos professores do ensino básico que, dentro das suas aulas, demonstrarem criatividade,

Leia mais

Composição do material

Composição do material BURITI MIRIM Composição do material O material do aluno no Projeto Buriti Mirim é composto de: Livro-texto: organizado com temas interessantes e desafiadores para as crianças. Possibilita uma vivência

Leia mais

As aprendizagens essenciais na Disciplina de TIC

As aprendizagens essenciais na Disciplina de TIC As aprendizagens essenciais na Disciplina de TIC Fernanda Ledesma @2018 http://www.anpri.pt/ info@anpri.pt 912496336 DOCUMENTOS: APRENDIZAGENS ESSENCIAIS TÍNHAMOS DOCUMENTOS INACABADOS PARA CONCLUIR COM

Leia mais