TERRIER ALEMÃO DE CAÇA - JAGD
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1 CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE CINOFILIA Fédération Cynologique Internationale GRUPO 3 Padrão FCI /01/1998 Padrão Oficial da Raça TERRIER ALEMÃO DE CAÇA - JAGD DEUTSCHER JAGDTERRIER
2 CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE CINOFILIA Classificação F.C.I.: Filiada à Fédération Cynologique Internationale Grupo 3 Seção 1 - Terriers - Terriers de Grande e Médio Portes Padrão FCI n o de janeiro de País de origem: Alemanha Nome no país de origem: Deutscher Jagdterrier Utilização: Versátil cão de caça, utilizado particularmente para caçar em tocas e como levantador de caças. Sujeito à prova de trabalho para Campeonato Internacional. Sergio Meira Lopes de Castro Presidente da CBKC Domingos Josué Cruz Setta Presidente do Conselho Cinotécnico Tradução: Suzanne Blum 2 Impresso em: 10 de fevereiro de 2004.
3 TERRIER ALEMÃO DE CAÇA - JAGD NOMENCLATURA CINÓFILA UTILIZADA NESTE PADRÃO 1 Trufa 13 Perna 25 Braço 2 Focinho 14 Jarrete 26 Ponta do esterno 3 Stop 15 Metatarso 27 Ponta do ombro 4 Crânio 16 Patas 5 Occipital 17 Joelho 6 Cernelha 18 Linha inferior 7 Dorso 19 Cotovelo a profundidade do peito 8 Lombo 20 Linha do solo 9 Garupa 21 Metacarpo b altura do cotovelo 10 Raiz da cauda 22 Carpo 11 Ísquio 23 Antebraço a + b = altura do cão 12 Coxa 24 Nível do esterno na cernelha 3
4 RESUMO HISTÓRICO : depois da Primeira Guerra Mundial, um grupo de caçadores ativos se separaram do Clube do Fox Terrier que era numericamente forte. O objetivo deles era criar uma raça, onde a exclusiva finalidade seria o desempenho na caça. Os experientes caçadores e cinólogos, Rudolf Frieb, Walter Zangenberg e Carl Erich Grünewald decidiram selecionar um cão de caça preto e castanho, particularmente, adequado para a caça em tocas. Uma coincidência veio a ajudar seus esforços. O diretor do Jardim Zoológico, Lutz Heck / Hagenberg presenteou Walter Zangenberg com 4 terriers pretos e castanhos descendentes dos Fox Terrier de pura linha. Estes cães foram os fundadores do Terrier Alemão de Caça. Nesta época o Dr. Herbert Lackner se juntou aos fundadores. Após muitos anos de intensivos esforços criando e através de hábeis acasalamentos com o Old English Wirehaired Terrier, assim como o do Welsh Terrier, conseguiram fixar a aparência da raça. Ao mesmo tempo, eles deram muita importância à criação de um cão com diversos talentos, fácil de ser treinado, vigoroso, que latisse durante a caçada, que gostasse de água com um explícito instinto de caça. O Clube Alemão do Terrier de Caça (Deutscher Jagdterrier Club e. V.) foi fundado em Como sempre, os criadores continuaram avaliando sua raça cuidadosamente pela sua utilidade como cão de caça, sua firmeza de caráter, sua coragem e seu ímpeto. APARÊNCIA GERAL: cão de utilidade para a caça, pequeno, geralmente preto e castanho, compacto, bem proporcionado. PROPORÇÕES IMPORTANTES proporção entre a circunferência do peito e a altura na cernelha: a circunferência do peito é de 10 a 12 cm maior que a altura na cernelha. comprimento do tronco para a altura na cernelha: o corpo é insignificantemente mais comprido do que a altura na cernelha. profundidade do peito para a altura na cernelha: em torno de 55 a 60% da altura na cernelha. COMPORTAMENTO / TEMPERAMENTO: corajoso e duro; tem prazer em trabalhar, resistente, cheio de vitalidade e temperamento, seguro, sociável e fácil de ser treinado, sem ser tímido, nem agressivo. CABEÇA: alongada, ligeiramente em forma de cunha, sem ser pontiaguda, o focinho ligeiramente mais curto do que o crânio, do occipital ao stop. 4
5 REGIÃO CRANIANA Crânio: plano, largo entre as orelhas, mais estreito entre os olhos. Stop: ligeiramente marcado. REGIÃO FACIAL Trufa: em harmonia com o focinho, nem muito estreito, nem muito pequeno; sem ser fendida. Preta, mas quando a pelagem dominante é marrom, uma trufa marrom é também permitida. Focinho: forte, mandíbula distinta, queixo fortemente pronunciado. Bochechas: bem pronunciadas. Lábios: aderentes, bem pigmentados. Maxilares / Dentes: dentes grandes. Maxilares fortes com uma perfeita, regular e completa mordedura em tesoura. Deve ter 42 dentes de acordo com a fórmula dentária. Olhos: escuros, pequenos, ovais, bem colocados, de tal maneira que, dificilmente serão feridos. As pálpebras são aderentes. A expressão é determinada. Orelhas: inseridas altas, não muito pequenas, em forma de V ; orelhas semi-eretas, tocando ligeiramente a cabeça. PESCOÇO: forte, não muito longo, bem colocado e inserido fortemente nos ombros. TRONCO Linha superior: reta. Cernelha: bem definida. Dorso: forte, reto, não muito curto. Lombo: bem musculoso. Garupa: bem musculosa e plana. 5
6 Peito: profundo, costelas bem arqueadas, não muito largo, esterno longo com costelas alcançando bem para trás. Linha inferior: elegantemente curvada para trás; flancos curtos e firmes, ventre ligeiramente esgalgado. CAUDA: bem inserida na longa garupa, cortada em aproximadamente em 1/3 do seu comprimento. É portada ligeiramente mais para cima do que abruptamente ereta, mas não deverá nunca estar inclinada sobre o dorso. (Em países onde o corte da cauda é proibido por lei, esta poderá ser deixada em estado natural, dessa forma, deverá ser portada horizontalmente ou ligeiramente em forma de sabre). MEMBROS Anteriores: Gerais: vistos de frente, as pernas são retas e paralelas; vistos de perfil, são bem colocados embaixo do corpo. A distância do solo para os cotovelos é aproximadamente igual a distância dos cotovelos à cernelha. Ombros: a escápula é colocada bem oblíqua e para trás. É longa e fortemente musculosa. Tem uma boa angulação entre a escápula e o braço. Braços: os mais compridos possíveis, bem musculosos e secos. Cotovelos: bem aderentes ao corpo, não virando nem para dentro, nem para fora. Boa angulação entre o braço e o ante-braço. Antebraços: secos, retos com forte ossatura. Articulação do metacarpo: forte. Metacarpos: ligeiramente angulado para o solo, ossos mais para fortes do que finos. Patas anteriores: freqüentemente mais largas do que as posteriores; os dedos bem próximos entre si com almofadas plantares suficientemente grossas, duras, resistentes e bem pigmentadas. São paralelas, tanto parado, quanto em movimento, não virando nem para dentro, nem para fora. Posteriores: Gerais: vistos por trás, são retos e paralelos. Boa angulação entre a coxa e a perna e também no jarrete. Ossos fortes. 6
7 Coxas: longas, largas e musculosas. Joelhos: fortes, com boa angulação entre as coxas e as pernas. Pernas: largas, musculosas e tendinosas. Articulação do jarrete: forte e colocada baixa. Jarretes: curtos e verticais. Patas posteriores: de ovais para redondas; os dedos colocados próximos entre si, com almofadas plantares suficientemente grossas, duras, resistentes e bem pigmentadas. São paralelas, tanto parado quanto em movimento, não virando nem para dentro nem para fora. MOVIMENTAÇÃO: ampla cobertura do solo, livre, com bom alcance de frente e poderosa propulsão do posterior. Os anteriores e posteriores se mantém, paralelos e retos; nunca saltitante. PELE: grossa, aderente, sem dobras. PELAGEM Pêlos: lisos, densos; pêlos duros ásperos ou pêlos lisos grosseiros. COR: preto, marrom escuro ou preto acinzentado, com fulvo (amarelo avermelhado). Manchas claramente definidas nas sobrancelhas, focinho, peito, pernas e na base da cauda. Uma máscara clara ou escura é igualmente permitida; pequenas manchas brancas no peito e nos dedos são toleradas. TAMANHO / PESO altura na cernelha: Machos: de 33 a 40 cm. Fêmeas: de 33 a 40 cm. Peso: ( ideal desejado para o trabalho): Machos: 9 a 10 kg. Fêmeas: 7,5 a 8,5 kg. 7
8 FALTAS: qualquer desvio dos termos deste padrão deve ser considerado como falta e penalizado na exata proporção de sua gravidade. faltando um ou dois M3 (Molares) não deve ser considerado como um defeito. FALTAS GRAVES crânio estreito, focinho estreito e pontudo. mandíbula caída, maxilar estreito. mordedura fraca, qualquer ligeira irregularidade na posição dos incisivos. trufa clara ou manchada. olhos claros, muito grandes ou protuberantes. orelhas eretas, esvoaçantes, muito pequenas, inseridas muito baixas ou pesadas. anteriores rígidos. dorso selado ou carpeado, dorso muito curto. esterno curto. antepeito muito estreito ou muito largo. posteriores rígidos, construção pesada. cotovelos claramente virados para dentro ou para fora. dedos muito fechados ou muito abertos; jarretes de vaca, pernas em barril ou jarretes estreitos, tanto parado quanto em movimento. passo de camelo, passo saltitante ou passo afetado. patas achatadas, patas de gato. cauda inclinada sobre o dorso, inserida muito baixa ou pendente. pêlos curtos, lanosos, abertos ou finos; alopecia no ventre ou na parte interna das coxas. FALTAS DESQUALIFICANTES fraqueza de temperamento e caráter, medo de tiro ou timidez na caça. prognatismo superior ou inferior, torção de mandíbula, mordedura em torquês parcial ou completa, dentes posicionados irregularmente, falta de dentes com exceção dos M3. pigmentação incorreta. entrópio ou ectrópio, olhos de cores diferentes, olhos azuis ou manchados. qualquer outra cor de pelagem, além daquela descrita pelo padrão. tamanho acima ou abaixo do descrito. 8
9 NOTAS: os machos devem apresentar os dois testículos, de aparência normal, bem descidos e acomodados na bolsa escrotal. todo cão que apresentar qualquer sinal de anomalia física ou de comportamento deve ser desqualificado. 9
10 Copyright CBKC Departamento de Artes Gráficas Copyright FCI Reprodução total ou parcial proibida. Todos os direitos reservados.
FLAT COATED RETRIEVER
CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE CINOFILIA Fédération Cynologique Internationale GRUPO 8 Padrão FCI 121 28/10/2009 Padrão Oficial da Raça FLAT COATED RETRIEVER CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE CINOFILIA Classificação
JACK RUSSELL TERRIER
CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE CINOFILIA Fédération Cynologique Internationale GRUPO 3 Padrão FCI 345 09/08/2004 Padrão Ofi cial da Raça JACK RUSSELL TERRIER CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE CINOFILIA Filiada à
GRIFFON DE APONTE DE PÊLO DURO KORTHALS
CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE CINOFILIA Fédération Cynologique Internationale GRUPO 7 Padrão FCI 107 03/03/2000 Padrão Oficial da Raça GRIFFON DE APONTE DE PÊLO DURO KORTHALS GRIFFON D ARRÊT À POIL DUR KORTHALS
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CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE CINOFILIA Fédération Cynologique Internationale GRUPO 3 Padrão FCI 73 02/02/1998 Padrão Oficial da Raça TERRIER ESCOCÊS SCOTTISH TERRIER CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE CINOFILIA
GRUPO 3 Padrão FCI N o 12 05/01/2011
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CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE CINOFILIA Fédération Cynologique Internationale GRUPO 8. Padrão FCI /01/1999 LABRADOR RETRIEVER
CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE CINOFILIA Fédération Cynologique Internationale GRUPO 8 Padrão FCI 122 29/01/1999 Padrão Oficial da Raça RETRIEVER DO LABRADOR LABRADOR RETRIEVER CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE CINOFILIA
STAFFORDSHIRE BULL TERRIER
CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE CINOFILIA Fédération Cynologique Internationale GRUPO 3 Padrão FCI 76 20/01/1998 Padrão Oficial da Raça STAFFORDSHIRE BULL TERRIER CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE CINOFILIA Classificação
ELKHOUND NORUEGUÊS CINZA
CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE CINOFILIA Fédération Cynologique Internationale GRUPO 5 Padrão FCI 242 09/08/1999 Padrão Oficial da Raça ELKHOUND NORUEGUÊS CINZA NORSK ELGHUND GRÅ CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE
BORDER COLLIE CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE CINOFILIA. GRUPO 1 Padrão FCI N o 297 28/10/2009. Padrão Oficial da Raça
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MANCHESTER TERRIER CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE CINOFILIA. GRUPO 3 Padrão FCI N o 71 10/01/2011. Padrão Oficial da Raça
CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE CINOFILIA Fédération Cynologique Internationale GRUPO 3 Padrão FCI N o 71 10/01/2011 Padrão Oficial da Raça MANCHESTER TERRIER M.Davidson, illustr. NKU Picture Library Esta ilustração
SMOUSHOND HOLANDÊS HOLLANDSE SMOUSHOND
CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE CINOFILIA Fédération Cynologique Internationale GRUPO 2 Padrão FCI 308 19/12/2001 Padrão Oficial da Raça SMOUSHOND HOLANDÊS HOLLANDSE SMOUSHOND CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE CINOFILIA
FOX TERRIER PÊLO DURO
CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE CINOFILIA Fédération Cynologique Internationale GRUPO 3 Padrão FCI 169 28/11/2003 Padrão Oficial da Raça FOX TERRIER PÊLO DURO CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE CINOFILIA Classificação
CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE CINOFILIA Fédération Cynologique Internationale GRUPO 7. Padrão FCI 1 07/09/1998
CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE CINOFILIA Fédération Cynologique Internationale GRUPO 7 Padrão FCI 1 07/09/1998 Padrão Oficial da Raça POINTER INGLÊS ENGLISH POINTER CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE CINOFILIA Classificação
CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE CINOFILIA Fédération Cynologique Internationale GRUPO 3. Padrão FCI 71 02/02/1998. Padrão Oficial da Raça
CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE CINOFILIA Fédération Cynologique Internationale GRUPO 3 Padrão FCI 71 02/02/1998 Padrão Oficial da Raça MANCHESTER TERRIER CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE CINOFILIA Classificação
CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE CINOFILIA Fédération Cynologique Internationale GRUPO 6. Padrão FCI /07/2000. Padrão Oficial da Raça BEAGLE
CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE CINOFILIA Fédération Cynologique Internationale GRUPO 6 Padrão FCI 161 24/07/2000 Padrão Oficial da Raça BEAGLE CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE CINOFILIA Filiada à Fédération Cynologique
CAVALIER KING CHARLES SPANIEL
CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE CINOFILIA Fédération Cynologique Internationale GRUPO 9 Padrão FCI 136 06/04/1998 Padrão Oficial da Raça CAVALIER KING CHARLES SPANIEL CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE CINOFILIA Classificação
CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE CINOFILIA Fédération Cynologique Internationale GRUPO 3. Padrão FCI 86 28/11/2003. Padrão Oficial da Raça
CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE CINOFILIA Fédération Cynologique Internationale GRUPO 3 Padrão FCI 86 28/11/2003 Padrão Oficial da Raça YORKSHIRE TERRIER CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE CINOFILIA Classificação F.C.I.:
CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE CINOFILIA Fédération Cynologique Internationale GRUPO 5. Padrão FCI /06/1999. Padrão Oficial da Raça CÃO DO CANAÃ
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CÃO FILA DE SÃO MIGUEL
CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE CINOFILIA Fédération Cynologique Internationale GRUPO 1 Padrão FCI 340 22/09/2000 Padrão Oficial da Raça CÃO FILA DE SÃO MIGUEL CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE CINOFILIA Classificação
SPRINGER SPANIEL INGLÊS
CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE CINOFILIA Fédération Cynologique Internationale GRUPO 8 Padrão FCI 125 28/11/2003 Padrão Oficial da Raça SPRINGER SPANIEL INGLÊS ENGLISH SPRINGER SPANIEL CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA
Fédération Cynologique Internationale. GRUPO 9 Padrão FCI N o 227 24/06/2015. Padrão Oficial da Raça LHASA APSO
CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE CINOFILIA Fédération Cynologique Internationale GRUPO 9 Padrão FCI N o 227 24/06/2015 Padrão Oficial da Raça LHASA APSO M.Davidson, illustr. NKU Picture Library 2 CONFEDERAÇÃO
CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE CINOFILIA Fédération Cynologique Internationale GRUPO 7. Padrão FCI /09/1998. Padrão Oficial da Raça
CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE CINOFILIA Fédération Cynologique Internationale GRUPO 7 Padrão FCI 108 25/09/1998 Padrão Oficial da Raça SPANIEL DA PICARDIA EPAGNEUL PICARD CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE CINOFILIA
CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE CINOFILIA Fédération Cynologique Internationale GRUPO 7. Padrão FCI 2 07/09/1998. Padrão Oficial da Raça SETTER INGLÊS
CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE CINOFILIA Fédération Cynologique Internationale GRUPO 7 Padrão FCI 2 07/09/1998 Padrão Oficial da Raça SETTER INGLÊS ENGLISH SETTER CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE CINOFILIA Filiada
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TERRIER CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE CINOFILIA. GRUPO 3 Padrão FCI N o 76 20/01/1998. Padrão Oficial da Raça STAFFORDSHIRE BULL
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