SUBSÍDIO LITÚRGICO PATRIARCADO DE LISBOA

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1 SUBSÍDIO LITÚRGICO PATRIARCADO DE LISBOA

2 ORAÇÃO UNIVERSAL ANO B DOMINGO I DO ADVENTO Irmãos e irmãs: Jesus acaba de nos dizer no Evangelho: «O que vos digo a vós, digo-o a todos: Vigiai»! Peçamos essa graça para nós e para o mundo inteiro, dizendo (ou: cantando), cheios de confiança: R. Ouvi-nos, Senhor. Ou: Cristo, ouvi-nos. Cristo, atendei-nos. Ou: Senhor, venha a nós o vosso reino. 1. Pelas Igrejas e instituições da humanidade, tentadas pela rotina dos mesmos gestos, para que descubram os novos sinais que Deus lhes dá, 2. Pelos bispos, presbíteros, diáconos e fiéis, enriquecidos em toda a palavra que vem de Cristo, para que vivam a fé em plenitude, 3. Pelos homens que se desviam do verdadeiro caminho e pelos que deixam endurecer o coração, para que Deus rasgue os céus e Se lhes revele, 4. Por todos os que perderam a esperança e por aqueles a quem ninguém serve de apoio, para que Deus lhes mostre a salvação, 5. Pelos membros da nossa assembleia em caminho sinodal, para que Deus seja o oleiro que os modela com a sua Palavra e o seu Espírito, Deus de bondade infinita, que sem cessar Vos lembrais do vosso povo e o visitais pelos vossos mensageiros, conservai-nos vigilantes e despertos para o dia da vinda do vosso Filho. Ele que é Deus convosco na unidade do Espírito Santo

3 Irmãs e irmãos caríssimos: Oremos a Deus, Pai de bondade, e peçamos-lhe com fé que nos faça acolher o Salvador, implorando (ou: cantando), humildemente: R. Vinde, Senhor Jesus. Ou: Ouvi-nos, Senhor. Ou: Vinde, Senhor, e salvai-nos. DOMINGO II DO ADVENTO 1. Pela santa Igreja, pela nossa Diocese e suas paróquias, pelos que aí preparam os caminhos do Senhor e proclamam o baptismo de penitência, 2. Por todos os que têm autoridade, pelos que seguem os caminhos da justiça, e pelas vítimas dos homens sem escrúpulos, 3. Pelos que esperam os novos céus e a nova terra, pelos que perderam toda a esperança no futuro e pelos que consolam e animam os desalentados, 4. Pelos esposos que têm dificuldades em conviver, pelos que sentem a alegria de se amar e pelos pais decepcionados com seus filhos, 5. Pelas nossas comunidades em caminho sinodal, por todos os que servem na Igreja de Lisboa, e por todos os que se dispõe a sair do seu conforto para anunciar o Evangelho, 6. Pelos mais pobres da nossa comunidade paroquial, pelos que abandonaram os caminhos do Senhor e por aqueles a quem Deus toma em seus braços, Senhor, nosso Deus, que não cessais de chamar à conversão os que foram baptizados na água e no Espírito Santo, fazei-nos acolher com verdadeira fé Aquele que João Baptista anunciava. Por Cristo, Senhor nosso

4 Irmãs e irmãos: Elevemos para Jesus as nossas súplicas pelos que esperam a sua vinda gloriosa e também por aqueles que não têm esperança, dizendo (ou: cantando): R. Vinde, Senhor, e salvai-nos. Ou: Ouvi-nos, Senhor. Ou: Vinde, Senhor Jesus. DOMINGO III DO ADVENTO 1. Para que o Papa N., os bispos, presbíteros e diáconos e todos aqueles que anunciam o Evangelho, tenham a fé e a coragem de João Baptista, 2. Para que os fiéis, os catecúmenos e todos os homens, busquem a luz de Deus que brilha em Cristo e redescubram a novidade do Natal, 3. Para que o Espírito do Senhor, que tudo habita, faça exultar de alegria a terra inteira e encha o mundo de obras de paz e de justiça, 4. Para que os pobres, os doentes, os idosos, e aqueles que estão sozinhos e desanimados encontrem quem os ajude e reanime, 5. Para que a Igreja de Lisboa, não tenha medo de ser testemunha da verdade e assim possa como João Baptista ser anunciadora de novos tempos 6. Para que o Deus da paz nos santifique totalmente, nos leve a afastarmo-nos de todo o mal e a viver em contínua acção de graças, Senhor, nosso Deus, que enviastes o vosso Filho muito amado a curar os corações atribulados, fazei-nos anunciadores do Evangelho e testemunhas da sua luz esplendorosa. Por Cristo, Senhor nosso

5 DOMINGO IV DO ADVENTO Caríssimos irmãos: A Boa Nova que acabámos de ouvir, nestes dias que precedem o Natal, inspire as nossas súplicas e orações, e nos leve a dizer (ou: a cantar), confiadamente: R. Vinde, Senhor Jesus. Ou: Cristo, ouvi-nos. Cristo, atendei-nos. 1. Pela Igreja una, santa e apostólica, a casa prometida por Deus a David, para que a Virgem seja sempre o seu modelo, 2. Pelos grandes e poderosos deste mundo e pelos chefes e governantes das nações, para que reconheçam que sem Deus nada é seguro, 3. Pelos leigos, religiosos e catecúmenos, para que, imitando a humildade de Maria, encontrem graça aos olhos do Senhor, 4. Pelos pais que esperam um filho e pelos meninos que não conhecem os seus pais, para que o Natal lhes revele o Salvador, 5. Pela Igreja de Lisboa em caminho sinodal, para que à imagem de Maria, abra o coração para dizer sim sem limites à acção Espírito Santo, 6. Por esta assembleia dominical, para que receba a graça de anunciar o mistério que lhe foi manifestado, Escutai, Senhor, as nossas súplicas e preparai os nossos corações para acolherem o vosso Filho, luz do mundo, com a fé e a simplicidade de Maria. Ele que é Deus convosco na unidade do Espírito Santo

6 NATAL DO SENHOR Missa da Vigília Irmãos e irmãs em Cristo: O Evangelho da genealogia de Jesus lembrou-nos as gerações que esperaram o Salvador. Como elas, também nós oramos a Deus, dizendo (ou: cantando): R. Ouvi-nos, Senhor. Ou: Mostrai-nos, Senhor, o vosso amor. Ou: Abençoai, Senhor, o vosso povo. 1. Para que a Igreja ame a Deus, seu construtor, goze de paz e liberdade em toda a parte, e os cristãos cresçam na fé e na santidade, 2. Para que as nações deixem de ser terra deserta, e em todas resplandeça a luz de Cristo, o Salvador, que vai nascer da Virgem Mãe, 3. Para que Deus faça justiça aos oprimidos, cure os doentes, venha em auxílio dos moribundos e conforte os que não têm alegria, 4. Para que os homens e as mulheres do mundo inteiro, nestes dias festivos do Natal, se reconheçam como irmãos e como irmãs, 5. Para que a Igreja de Lisboa rumo ao Sínodo diocesano, seja capaz de anunciar com verdade o Menino que nasceu em Belém, 6. Para que o Pai nos conserve em sua graça e nos torne dignos de receber os bens futuros, reservados no Céu para os seus eleitos, Atendei, Deus de piedade, as nossas súplicas e ajudai os vossos filhos que mais sofrem, para que, sentindo que estais perto deles, não receiem nenhum mal nem injustiça, mas se sintam reanimados na esperança. Por Cristo, Senhor nosso

7 NATAL DO SENHOR Missa da Noite Caríssimos cristãos: Na hora em que a Boa Nova anunciada pelos Anjos leva a alegria ao coração de tanta gente, oremos por toda a humanidade, dizendo (ou: cantando), com toda a confiança: R. Iluminai, Senhor, a terra inteira. Ou: Confirmai-nos, Senhor, no vosso Espírito. Ou: Ouvi, Senhor, a nossa oração. 1. Pelo Papa N., pelos bispos, presbíteros e diáconos e por todos os fiéis que celebram este Natal, para que sintam grande alegria em seus corações, 2. Pelos exilados, os refugiados e os sem abrigo, para que encontrem, nesta noite de Natal, quem lhes abra a porta e estenda as mãos, 3. Pelos que sofrem por causa da violência e pelas vítimas de toda a escravidão, para que o Príncipe da paz Se lhes revele, 4. Pelas famílias que nesta noite de Natal não têm pão, nem casa, nem amor, para que sintam a presença do Deus Menino, 5. Pela Igreja de Lisboa rumo ao Sínodo diocesano, para que seja capaz de anunciar com verdade o Menino que nasceu em Belém, 6. Por todos nós e pela nossa comunidade paroquial, para que o Filho que nos foi dado nesta noite nos torne acolhedores e generosos, Deus, nosso Pai, que, nesta noite, fizestes nascer da Virgem Mãe o Salvador prometido há tantos séculos, por vossa bondade, dai-nos a graça de O reconhecermos em cada ser humano. Ele que é Deus convosco na unidade do Espírito Santo

8 Irmãs e irmãos em Cristo: Elevemos ao Pai celeste as nossas súplicas pelos homens e mulheres de toda a terra, aos quais Ele enviou o próprio Filho, dizendo (ou: cantando), com alegria: R. Iluminai, Senhor, a terra inteira. Ou: Abençoai Senhor, o vosso povo. Ou: Ouvi-nos, Senhor. 1. Pelas Igrejas que hoje celebram o Natal, pelos cristãos que o celebram noutro dia e por todos os fiéis e catecúmenos, NATAL DO SENHOR Missa da Aurora 2. Pelos que correm ao presépio como os pastores, pelos que meditam em seu coração como Maria e pelos que contemplam o Menino como José, 3. Pelos que anunciam a Boa Nova do Natal, pelos que a vivem com esperança em cada dia e pelos que dão glória a Deus construindo a paz, 4. Pelos que vivem o Natal longe dos seus, pelos que o passam nos hospitais e nas cadeias e pelos que estão a trabalhar para servir, 5. Pela Igreja de Lisboa em caminho sinodal, pelos que têm a audácia de buscar novos caminhos, e pelos que vão experimentando o anúncio de Jesus, 6. Por esta porção do povo santo que somos nós, pelas nossas famílias e amigos e por aqueles que estão prestes a deixar-nos, Senhor, nosso Deus e nosso Pai, que fizestes resplandecer sobre a terra a luz de Cristo que iluminou a noite escura, acolhei benignamente as nossas súplicas pelos homens de quem Ele Se fez irmão. Ele que é Deus convosco na unidade do Espírito Santo

9 Irmãos e irmãs: Neste dia de festa e de alegria, supliquemos ao Pai, que está nos céus, que nos dê a sua paz e a vida eterna, dizendo (ou: cantando), cheios de confiança: R. Ouvi-nos, Senhor. Ou: Abençoai, Senhor, o vosso povo. Ou: Senhor, nosso refúgio, ouvi-nos. NATAL DO SENHOR Missa do Dia 1. Pelas Igrejas do Oriente e do Ocidente, para que revelem e anunciem em toda a parte que Jesus é o Verbo eterno de Deus Pai, 2. Por todos os responsáveis das nações, para que unam os seus esforços e vontades em favor da paz e do progresso em toda a terra, 3. Pelos estrangeiros que moram entre nós, para que sejam respeitados na sua dignidade e encontrem mãos amigas que os acolham, 4. Pelos pais que vivem na tristeza e pelos filhos que cresceram sem amor, para que Deus lhes dê a paz e a alegria, 5. Pela Igreja de Lisboa em caminho sinodal, para que tenha a audácia de buscar novos caminhos para que chegue a todos o dom da beleza que não se apaga, 6. Por todos nós que celebramos o Natal, para que Jesus nos guarde em sua graça e nos torne mais atentos uns aos outros, Senhor, nosso Deus, que nos enviastes o vosso amado Filho para trazer ao mundo a luz do Céu, dai a cada homem a graça imensa de O reconhecer e acolher como Salvador. Ele que é Deus convosco na unidade do Espírito Santo

10 Domingo dentro da Oitava do Natal SAGRADA FAMÍLIA DE JESUS, MARIA E JOSÉ Caríssimos irmãos e irmãs: Por intercessão de Maria e de José, peçamos a Deus que faça crescer em sabedoria e em graça os membros de todas as famílias deste mundo, dizendo (ou: cantando), com alegria: R. Renovai, Senhor, todas as famílias. Ou: Ouvi-nos, Senhor. Ou: Protegei, Senhor, todas as famílias. 1. Para que os avós sejam profetas de Jesus e, a exemplo de Ana e Simeão, falem d Ele a seus netos e a toda a gente, 2. Para que os pais consagrem ao Senhor os seus filhos, os seus lares e as suas vidas, como José e Maria, pais de Jesus, 3. Para que as crianças pensem nos meninos abandonados, cheios de fome, maltratados e sem amor, e dêem graças a Jesus pelos pais que têm, 4. Para que todos os jovens namorados saibam amar-se e respeitar-se mutuamente e opor-se ao paganismo que os rodeia, 5. Para que as famílias da Igreja de Lisboa acolham o desafio do Sínodo diocesano e nunca se detenham na sua paixão por instaurar o Reino, 6. Para que todos os cristãos da nossa comunidade paroquial pensem naqueles para quem o ano foi difícil e se empenhem em acções de entreajuda, Pai de bondade e de amor, fazei que, nas famílias deste mundo, os maridos amem as esposas, as esposas sejam o sol de cada lar e os filhos imitem Jesus Cristo, vosso Filho. Ele que é Deus convosco na unidade do Espírito Santo

11 1 de Janeiro Oitava do Natal do Senhor SANTA MARIA, MÃE DE DEUS 1 Irmãs e irmãos: Por intercessão da Virgem Santa Maria, Mãe de Deus, façamos subir até ao Pai a nossa oração filial e unânime pela paz, dizendo (ou: cantando), com alegria: R. Rogai por nós. Santa Maria, Santa Mãe de Deus, Santa Virgem das Virgens. R. Rogai por nós. Mãe de Cristo, Mãe da divina graça, Mãe do Redentor. R. Rogai por nós. Virgem pobre e humilde, Filha de Sião, Serva do Senhor. R. Rogai por nós. Arca da Aliança, Porta do Céu, Estrela da manhã. R. Rogai por nós. Fonte de beleza, Esplendor da Igreja e Senhora nossa. R. Rogai por nós. Saúde dos enfermos, Refúgio dos pecadores, Consoladora dos aflitos. R. Rogai por nós. Rainha do mundo, Rainha do Céu, Rainha da paz. R. Rogai por nós. Deus, Pai de misericórdia, ouvi as súplicas dos vossos filhos e fazei que, por intercessão da Virgem Maria, nos dediquemos ao serviço do próximo aqui na terra e mereçamos ser recebidos no reino dos Céus. Por Cristo, Senhor nosso

12 Ou SANTA MARIA, MÃE DE DEUS 2 Caríssimos fiéis: Na solenidade de Santa Maria, Mãe de Deus, façamos subir até ao Pai a nossa oração pela paz e o bem-estar em toda a terra, dizendo (ou: cantando), com alegria: R. Ouvi-nos, Senhor. Ou: Abençoai, Senhor, o vosso povo. Ou: Senhor, dai-nos a vossa paz. 1. Para que o Senhor dê aos fiéis da sua Igreja e àqueles que os dirigem e apascentam um ano de bênçãos e de graças, 2. Para que o Menino encontrado pelos pastores ensine aos homens que trabalham pela paz a construí-la em fidelidade à voz de Deus, 3. Para que a Virgem, que deu à luz o Redentor, venha em socorro de todas as mulheres que vão ser mães e são pobres como ela, 4. Para que o nome de Jesus dado ao Menino esteja no coração daqueles que sofrem e nos lábios de cada moribundo, 5. Para que a Igreja de Lisboa em caminho sinodal, seja um testemunho vivo da comunhão, do serviço e da paz para que a alegria do Evangelho chegue até aos confins da terra, 6. Para que Deus volte para nós o seu olhar, nos dê a paz, nos abençoe e nos proteja, e faça crescer em santidade esta Paróquia, Pai santo, que chamais vossos filhos àqueles que promovem a paz, concedei-nos a graça de trabalhar incansavelmente pela instauração da justiça, que pode garantir aos homens a paz firme e verdadeira. Por Cristo, Senhor nosso

13 Onde a Epifania se celebra no dia 6 de Janeiro DOMINGO II DEPOIS DO NATAL Irmãos e irmãs em Cristo: Neste tempo em que o Verbo eterno veio ao mundo, para Se revelar a todos os homens e mulheres, supliquemos fervorosamente a Deus Pai, dizendo (ou: cantando): R. Iluminai-nos, Senhor, com a luz de Cristo. Ou: Ouvi-nos, Senhor. Ou: Dai-nos, Senhor, a vossa salvação. 1. Pela Igreja santa e católica, para que receba, na alegria da fé, o Filho de Deus, nascido de Maria, 2. Pela paz e progresso em todo o mundo, para que o bem-estar temporal ajude os homens a desejar os bens eternos, 3. Pelos que têm fome, estão doentes ou sozinhos, para que o mistério do nascimento de Jesus os reconforte no corpo e na alma, 4. Pelos que fecham o coração à Palavra divina, para que a Sabedoria do Verbo os leve a descobrir que sem Deus nada tem valor, 5. Pela Igreja de Lisboa em caminho sinodal, para que a alegria do Evangelho chegue até aos confins da terra e nenhuma periferia fique privada da sua luz, 6. Pelas famílias da nossa comunidade, para que acolham, de Maria, o Deus Menino e O descubram presente nos mais pobres, Senhor, Pai santo, ouvi as súplicas dos vossos fiéis e, por intercessão da Virgem Maria, Mãe puríssima de Deus feito homem, dai-nos todos os bens da alma e do corpo. Por Cristo, Senhor nosso

14 Caríssimos cristãos: Por Jesus, verdadeira luz das nações, supliquemos ao Pai que dê a paz e o bem-estar aos homens e às mulheres de todo o mundo, dizendo (ou: cantando), confiadamente: 6 de Janeiro ou o Domingo entre 2 e 8 de Janeiro EPIFANIA DO SENHOR R. Iluminai, Senhor, a terra inteira. Ou: Toda a terra Vos adore, Senhor Deus do Universo. Ou: Ouvi, Senhor, a nossa oração. 1. Pelas Igrejas do mundo inteiro, para que atendam aos sinais do nosso tempo e manifestem a luz de Deus entre as nações, 2. Pelos continentes e povos em conflito, para que os seus responsáveis não se cansem de procurar o bem precioso que é a paz, 3. Por aqueles a quem a estrela vai guiando até junto de Maria e de Jesus, para que aprendam a adorá-l O e a servi-l O, 4. Pelos pobres, pelos doentes e oprimidos, e pelos que choram alguém a quem amavam, para que Deus Se lhes revele e os conforte, 5. Pela Igreja de Lisboa em caminho sinodal, para que a alegria do Evangelho chegue até aos confins da terra e nenhuma periferia fique privada da sua luz, 6. Por todos nós que acreditamos no Menino, que veio ao mundo e Se fez homem como nós, para que Ele nos dê a glória prometida, oremos, irmãos Deus todo-poderoso e eterno, ouvi as preces que Vos dirigimos, e fazei que, procurando a vossa luz, percorramos os caminhos da verdade, que o Espírito Santo nos revela. Por Cristo, Senhor nosso

15 Irmãs e irmãos em Cristo: Oremos a Jesus, o Filho de Maria, pedindo-lhe, para todos os homens e mulheres, a graça da fé e do Baptismo, dizendo (ou: cantando), com alegria: R. Cristo ouvi-nos. Cristo atendei-nos. Ou: Iluminai, Senhor, a terra inteira. Ou: Confirmai-nos, Senhor, no vosso Espírito. 1. Pelos baptizados que vivem a sua fé, pelos que a abandonaram e esqueceram e por aqueles que nunca a praticaram, oremos ao Filho de Deus Pai. Domingo depois do dia 6 de Janeiro BAPTISMO DO SENHOR 2. Pelos catecúmenos jovens e adultos, pelas crianças renascidas no Baptismo e por aquelas a quem ninguém fala de Deus, oremos ao Filho de Maria. 3. Pelos cristãos que ajudam os mais pobres, pelos que levam os pesos dos mais fracos e pelos que não quebram a cana já fendida, oremos a Jesus, o Salvador. 4. Pelos homens que se deixam guiar pelo Espírito, pelos que servem com amor a santa Igreja e por aqueles que não crêem em Deus, oremos a Jesus de Nazaré. 5. Pela Igreja de Lisboa rumo ao Sínodo, Por aqueles que o preparam com a audácia de buscar novos caminhos e por todos os que estão atentos aos sinais do Espírito 6. Por todos os baptizados desta Paróquia, pelos que não vêm à nossa assembleia e por aqueles que o Pai chamou para o seu reino, oremos ao Messias do Senhor. Senhor Jesus Cristo, reavivai em nós, pelo Espírito Santo, o dom e a alegria do Baptismo, para que, ao chamarmos a Deus nosso Pai, nos sintamos, de verdade, filhos seus. Vós que viveis e reinais pelos séculos dos séculos

16 Irmãos e irmãs: Ao darmos início ao tempo santo da Quaresma, oremos para que todos os homens se convertam e tomem parte na renovação pascal, dizendo (ou: cantando): R. Renovai, Senhor, o vosso povo. Ou: Ouvi-nos, Senhor. Ou: Dai-nos, Senhor, um coração novo. QUARTA-FEIRA DE CINZAS 1. Por todos os fiéis da santa Igreja, para que, neste tempo favorável da Quaresma, se reconciliem uns com os outros e com Deus, 2. Por aqueles a quem foi dado algum poder, para que sirvam lealmente o bem comum e façam verdadeiros esforços pela paz, 3. Por todos os discípulos de Cristo, para que se convertam e acreditem no Evangelho e, em segredo, dêem esmola, rezem e jejuem, 4. Pelos doentes e por todos os que sofrem, pelos pobres, pelos pecadores e pelos famintos, para que tenham quem os socorra e alivie, 5. Pela Igreja de Lisboa em caminhada sinodal, para que este tempo de Quaresma a ajude a descobrir novos horizontes, no caminho de uma conversão pastoral e missionária, 6. Pela nossa assembleia aqui presente, para que receba a graça de seguir a Cristo, no caminho da renovação pascal, Senhor, nosso Deus, rico em misericórdia, que nos chamais a converter o coração, dai-nos a alegria de sermos salvos e guiai-nos, pela força do Espírito, para a festa da Páscoa jubilosa. Por Cristo, Senhor nosso

17 DOMINGO I DA QUARESMA Caríssimos irmãos e irmãs: Voltemo-nos para Deus, que salvou Noé e os seus filhos do dilúvio com que submergiu a terra, e oremos pela Igreja e pelo mundo, dizendo (ou: cantando), cheios de confiança: R. Kyrie, eleison. Ou: Renovai, Senhor, o vosso povo. Ou: Senhor, tende piedade de nós. 1. Pelos ministros da Igreja, pelos fiéis e catecúmenos, para que escutem o apelo feito a todos: Arrependei-vos e acreditai no Evangelho, 2. Pelos homens que governam as nações, para que não se deixem tentar pelo poder e estejam sempre ao lado dos mais fracos, 3. Pelos que vivem na solidão e na tristeza e pelos humilhados, desprezados e esquecidos, para que em Deus encontrem o que procuram, 4. Pelos cristãos que iniciaram a Quaresma, para que, na oração, na partilha e no jejum, se preparem para celebrar a santa Páscoa, 5. Pelos cristãos que estão a preparar-se para o Sínodo, para que as práticas quaresmais, os ajudem a testemunhar a conversão do coração, 6. Por nós próprios e pela nossa comunidade paroquial, para que o Espírito nos faça sentir fome da Palavra e não deixe que sejamos vencidos pelo Demónio, Senhor, nosso Deus, que fizestes uma aliança por todas as gerações com a descendência de Noé e com os seres vivos, concedei-nos a graça de descobrir que só em Vós se encontra a fonte do amor e da vida. Por Cristo, Senhor nosso

18 Irmãs e irmãos: Oremos a Deus Pai que está nos céus, pedindo-lhe, pela mediação de Jesus Cristo, a graça de escutar a sua voz, e imploremos (ou: e cantemos), humildemente: R. Ouvi-nos, Senhor. Ou: Salvai, Senhor, o vosso povo. Ou: Abençoai, Senhor, a vossa Igreja. DOMINGO II DA QUARESMA 1. Para que a nossa Diocese e as suas paróquias escutem a voz do Espírito que as convida a converterem-se claramente ao Evangelho, 2. Para que na nossa pátria e em todo o mundo surjam homens responsáveis e decididos, que trabalhem pelo bem dos cidadãos, 3. Para que os cristãos do Oriente e do Ocidente sejam homens e mulheres de fé como Abraão e obedeçam sempre à voz de Deus, 4. Para que os doentes que estão em agonia acreditem no grande amor que Deus lhes tem e se entreguem nas mãos do Salvador, 5. Para que o sonho missionário de chegar a todos, seja vivido nesta Quaresma com renovado ânimo, por todos os que se dispuseram a empreender o caminho sinodal, 6. Para que os membros desta comunidade paroquial recebam a luz de Cristo transfigurado e vivam sempre na presença do Senhor, Deus de Jesus Cristo e nosso Pai, dai-nos uma fé tão grande e tão profunda como aquela que destes a Abraão, que o levou a não Vos recusar Isaac, o filho a quem ele amava tanto. Por Cristo, Senhor nosso

19 DOMINGO III DA QUARESMA Quando se faz o primeiro escrutínio dos catecúmenos Caríssimos fiéis: Oremos por estes eleitos que a Igreja, cheia de confiança, escolheu depois de um longo caminho, para que, ao completarem a preparação, encontrem a Cristo nos seus sacramentos, nas próximas festas pascais, e digamos (ou: e cantemos), com alegria: R. Ouvi-nos, Senhor. Ou: Renovai, Senhor, o vosso povo. Ou: Salvador do mundo, salvai-nos. 1. Para que estes eleitos meditem, em seu coração, na palavra divina que lhes foi anunciada e a saboreiem sempre cada vez mais, 2. Para que reconheçam em Cristo, Filho de Deus, Aquele que veio salvar os que estavam perdidos e humildemente se confessem pecadores, 3. Para que, sinceramente, saibam rejeitar o que na sua vida desagrada a Cristo e a Ele se opõe e falem como aprenderam no Evangelho, 4. Para que o Espírito, que penetra os corações, os robusteça com a sua força e sabedoria e os ensine a conhecer e a fazer o que Deus quer, 5. Para que as famílias e os amigos destes eleitos ponham a sua esperança em Cristo Salvador e n Ele encontrem a paz e a santidade, (Quando, após a despedida dos catecúmenos, se omite a Universal, acrescentam-se estas preces pela Igreja e pelo mundo). 6. Para que os pastores e os fiéis da santa Igreja, que se preparam para as festas pascais, purifiquem o coração e pratiquem obras de caridade, 7. Para que, no mundo inteiro, os fracos encontrem força, ganhem ânimo os abatidos e voltem para Deus os que d Ele se afastaram, Segue-se a oração do exorcismo, como vem no RICA, p

20 DOMINGO III DA QUARESMA Quando não se faz o primeiro escrutínio dos catecúmenos Irmãos e irmãs em Cristo: Adoremos a Deus, com toda a nossa alma, e oremos, com os outros cristãos, pela Igreja, pelo mundo e por nós próprios, dizendo (ou: cantando), com alegria: R. Kýrie, eléison. Ou: Renovai-nos, Senhor, com a vossa graça. Ou: Salvador do mundo, salvai-nos. 1. Pela santa Igreja, pelo Papa Francisco e pelos bispos, para que falem de Cristo, o Salvador crucificado, e anunciem a redenção que vem da Cruz, 2. Pelos servidores da paz e da justiça, para que sejam honestos, imparciais e verdadeiros e trabalhem pelo bem dos cidadãos, 3. Pelos cristãos do mundo inteiro e pelos Judeus, para que adorem de coração sincero ao Deus único e façam dos mandamentos a sua lei, 4. Pelos homens e mulheres de toda a terra, para que não matem, não roubem e não mintam, honrem os pais, amem o próximo e sejam justos, 5. Pela Igreja de Lisboa em caminho sinodal, para que viva a Quaresma na busca do essencial e ajude os irmãos com o seu testemunho de verdadeira conversão, 6. Por todos nós e pela nossa comunidade paroquial, para que a atitude que Jesus tomou no templo nos recorde que a casa de Deus é de oração, Senhor, nosso Deus, que nos reunistes nesta casa da Igreja para escutar e acolher a vossa palavra, fazei de nós pedras vivas do templo novo que é o vosso Filho. Ele que é Deus convosco na unidade do Espírito Santo

21 DOMINGO IV DA QUARESMA Quando se faz o segundo escrutínio dos catecúmenos Caríssimos cristãos: Assim como Cristo deu vista ao cego de nascença, também Deus chama estes eleitos à sua luz. Oremos para que sejam santos e dêem testemunho da palavra do Senhor, fonte de vida eterna, dizendo (ou: cantando): R. Ouvi-nos, Senhor. Ou: Renovai-nos, Senhor, no vosso Espírito. Ou: Iluminai, Senhor, o nosso coração. 1. Para que estes eleitos ponham a sua confiança na luz e na verdade de Cristo e alcancem a liberdade de espírito e de coração, 2. Para que, contemplando a sabedoria da cruz, ponham a sua glória em Deus, que confunde a sabedoria deste mundo, 3. Para que a força do Espírito Santo os liberte dos laços que os prendem e os faça passar do temor à confiança, 4. Para que se tornem homens e mulheres espirituais, que em tudo procuram o que é justo e santo, e peçam a Deus que lhes dê a luz da fé, 5. Para que todos os que são perseguidos por causa do nome de Cristo sintam a sua ajuda e protecção, (Quando, após a despedida dos catecúmenos, se omite a Universal, acrescentam-se estas preces pela Igreja e pelo mundo). 6. Para que todos os homens descubram que o Pai os ama, e cheguem à plena liberdade de espírito na Igreja, 7. Para que todos nós, presentes no meio do mundo, permaneçamos fiéis ao espírito do Evangelho, Segue-se a oração do exorcismo, como vem no RICA, p

22 DOMINGO IV DA QUARESMA Quando não se faz o segundo escrutínio dos catecúmenos Irmãs e irmãos em Cristo: Deus amou de tal modo o mundo que lhe deu o seu Filho Unigénito. Apoiados no grande amor que Deus nos tem, oremos pela Igreja e por todos os homens, dizendo (ou: cantando), confiadamente: R. Renovai-nos, Senhor, no vosso Espírito. Ou: Ouvi-nos, Senhor. Ou: Iluminai, Senhor, o nosso coração. 1. Para que as Igrejas cristãs de todo o mundo guiadas pelo Espírito do Senhor, façam penitência e se convertam ao Evangelho, 2. Para que este mundo não rejeite os mensageiros, que Deus lhe envia sem cessar, e preste ouvidos às palavras dos profetas, 3. Para que neste tempo santo da Quaresma os cristãos se aproximem mais da luz de Cristo e pratiquem o que é bom aos olhos de Deus, 4. Para que os pobres, os doentes e os que estão tristes, ponham toda a sua esperança no Senhor e acreditem que Jesus veio salvar-nos, 5. Para que as nossas comunidades, em caminho sinodal, vivam incessantemente o desafio de levarem o Evangelho a toda a sociedade, de modo particular às suas periferias, 6. Para que a nossa assembleia dominical dê graças pelo dom da salvação, que Deus nos oferece em Jesus Cristo, Senhor, nosso Deus, que ouvis as orações dos vossos servos, afastai as trevas que nos cercam, fazei brilhar a luz do vosso Filho e dirigi os nossos corações para a luz da sua Páscoa. Ele que é Deus convosco na unidade do Espírito Santo

23 DOMINGO V DA QUARESMA Quando se faz o terceiro escrutínio dos catecúmenos Irmãos e irmãs: Oremos por estes eleitos de Deus, para que, ao tornarem-se semelhantes a Cristo na morte e na ressurreição, alcancem a vitória sobre o pecado pela graça dos sacramentos, e digamos (ou: e cantemos), confiadamente: R. Ouvi-nos, Senhor. Ou: Ouvi, Senhor, as nossas súplicas. Ou: Cristo, ouvi-nos. Cristo, atendei-nos. 1. Para que estes eleitos sejam fortes na fé contra os enganos do mundo e acreditem que Jesus Cristo é a ressurreição e a vida, 2. Para que se mostrem agradecidos a Deus que os escolheu, lhes deu a conhecer a esperança da vida eterna e os introduziu no caminho da salvação, 3. Para que, pelo exemplo e intercessão daqueles catecúmenos que derramaram o seu sangue por Cristo, sintam cada vez mais firme a esperança da vida eterna, 4. Para que todos detestem o pecado que destrói a vida, descubram em Cristo o Filho de Deus que os salva e de hoje em diante vivam apenas para Deus, 5. Para que aqueles que estão tristes e inconsoláveis pela morte dos seus familiares encontrem em Cristo a sua consolação, (Quando, após a despedida dos catecúmenos, se omite a Universal, acrescentam-se estas preces pela Igreja e pelo mundo). 6. Para que todos os fiéis da santa Igreja, ao verem chegar as solenidades pascais, tenham a firme esperança de ressuscitar com Cristo, 7. Para que os homens e mulheres do mundo inteiro, que Deus criou por amor e quer ver felizes, se renovem continuamente na fé e na caridade, Segue-se a oração do exorcismo, como vem no RICA, p

24 DOMINGO V DA QUARESMA Quando não se faz o terceiro escrutínio dos catecúmenos Caríssimos irmãos e irmãs: Oremos a Deus, nosso Pai, que gravou a sua lei no íntimo dos corações, e peçamos-lhe a graça de O conhecer sempre melhor, dizendo (ou: cantando), com alegria: R. Ouvi-nos, Senhor. Ou: Ouvi, Senhor, as nossas súplicas. Ou: Senhor, tende piedade de nós. 1. Pelos bispos, presbíteros, diáconos e catequistas, para que falem aos homens do amor que Deus lhes tem e da esperança pascal que o seu Filho trouxe ao mundo, 2. Por todos os povos da terra, para que vivam em paz e se desenvolvam, na justiça, no respeito e na compreensão mútua, 3. Por todos aqueles que desejam ver Jesus, para que os cristãos os levem até Ele pela forma como vivem o Evangelho, 4. Pelos que trabalham e se cansam pelos outros, para que recordem sempre que o grão lançado à terra, morrendo, produz fruto abundante, 5. Pelos que não se cansam de anunciar o Evangelho, para que as sementes que lançaram à terra, sejam testemunho do sonho missionário de chegar a todos, 6. Pelos fiéis da nossa comunidade paroquial, para que sigam a Cristo e O sirvam nos mais pobres, nos doentes e nos que sofrem, Deus, nosso Pai, escutai aqueles por quem o vosso Filho aceitou cair na terra e morrer e fazei brotar em nossos corações o desejo de seguirmos os seus passos. Por Cristo, Senhor nosso

25 DOMINGO DE RAMOS NA PAIXÃO DO SENHOR 1 Irmãs e irmãos: Neste Domingo de Ramos e da Paixão, invoquemos a bondade de Deus todo-poderoso, para que nos conceda o que Lhe pedimos com fé, dizendo (ou: cantando), cheios de confiança: R. Ouvi-nos, Senhor. Ou: Abençoai, Senhor, o vosso povo. Ou: Kýrie, eléison. 1. Para que o Redentor do mundo, que Se entregou à morte pelos homens, estenda a todos os povos o seu Reino, 2. Para que o Redentor do mundo, que orou com grande clamor e lágrimas, interceda junto do Pai por todos nós, 3. Para que o Redentor do mundo, que sofreu a angústia e a tristeza, socorra os que sofrem e alivie as suas dores, 4. Para que o Redentor do mundo, que foi flagelado e coroado de espinhos, dê coragem aos que estão prestes a perdê-la, 5. Para que o Redentor do mundo, que, ao morrer, entregou ao Pai o seu espírito, nos reanime com a força da sua Ressurreição, Senhor, nosso Deus, que Vos dignastes contar-nos entre o número daqueles para quem o vosso Filho implorou o perdão, ao expirar, dai-nos a graça de descobrir, à luz da fé, o amor infinito com que nos amais. Por Cristo, Senhor nosso

26 DOMINGO DE RAMOS NA PAIXÃO DO SENHOR 2 Caríssimos irmãos: Com os olhos voltados para Aquele que por nós foi crucificado, oremos pelos nossos irmãos que sofrem, dizendo (ou: cantando), cheios de confiança: R. Cristo, ouvi-nos. Cristo, atendei-nos. Ou: Ouvi-nos, Senhor. Ou: Senhor, tende piedade de nós. 1. Pelos que se sentem esmagados pela tristeza, para que se lembrem da agonia de Jesus, 2. Pelos que experimentam a dor na sua carne, para que se lembrem das torturas de Jesus, 3. Pelos que sofrem o sarcasmo de outros homens, para que se lembrem da coroa de espinhos de Jesus, 4. Pelos que perderam a vontade de viver, para que se lembrem do grande brado de Jesus, 5. Pelos que hoje irão partir deste mundo, para que se lembrem da morte de Jesus, 6. Pelos que esperam contra toda a esperança, para que se lembrem da Ressurreição de Jesus, Senhor Jesus Cristo, que por nós aceitastes voluntariamente a morte na cruz, concedei a todos os homens que sofrem a graça de se unirem à vossa Paixão e de porem a sua esperança na vossa Ressurreição. Vós que sois Deus com o Pai na unidade do Espírito Santo

27 VIGÍLIA DE ORAÇÃO COM ADORAÇÃO EUCARÍSTICA Invocação Inicial V. Deus, vinde em nosso auxílio. R. Senhor, socorrei-nos e salvai-nos. Glória ao Pai e ao Filho e ao Espírito Santo, como era no princípio, agora e sempre. Amen. (Aleluia). Hino Como o pastor ama o seu rebanho, assim nos ama o Senhor, Em verdes prados nos apascenta, Neles nos faz repousar, Neles nos faz repousar. Salmodia Ant. 1 Mostrai-me, Senhor, o caminho da vida. Salmo 15 (16) Defendei-me, Senhor, Vós sois o meu refúgio. Digo ao Senhor: Vós sois o meu Deus, sois o meu único bem. Senhor, porção da minha herança e do meu cálice, está nas vossas mãos o meu destino. Bendigo o Senhor por me ter aconselhado, até de noite me inspira interiormente. O Senhor está sempre na minha presença, com Ele a meu lado não vacilarei. Por isso o meu coração se alegra e a minha alma exulta e até o meu corpo descansa tranquilo. Vós não abandonareis a minha alma na mansão dos mortos, nem deixareis o vosso fiel sofrer a corrupção. Dar-me-eis a conhecer os caminhos da vida, alegria plena em vossa presença, delícias eternas à vossa direita. Glória ao Pai e ao Filho e ao Espírito Santo, como era no princípio, agora e sempre. Amen. Ant. Mostrai-me, Senhor, o caminho da vida. Ant. 2 Cantarei eternamente as misericórdias do Senhor. Cantarei eternamente

28 Salmo 88 (89), Cantarei eternamente as misericórdias do Senhor e para sempre proclamarei a sua fidelidade. Vós dissestes: «A bondade está estabelecida para sempre», no céu permanece firme a vossa fidelidade. «Concluí uma aliança com o meu eleito, fiz um juramento a David meu servo: Conservarei a tua descendência para sempre, estabelecerei o teu trono por todas as gerações». Senhor, os céus proclamam as vossas maravilhas e a assembleia dos santos a vossa fidelidade. Quem sobre os céus se pode comparar ao Senhor? Quem entre os filhos de Deus será igual ao Senhor? Deus é terrível no conselho dos santos, maior e mais terrível que todos os que O rodeiam. Senhor Deus dos Exércitos, quem como Vós? Sois poderoso, Senhor, e cheio de fidelidade. Vós dominais a soberba do mar, reprimis a fúria das ondas. Esmagastes Raab, ferindo-o de morte, dispersastes os inimigos com o poder do vosso braço. A Vós pertencem os céus, a Vós a terra, Vós formastes o mundo e tudo o que ele contém. Vós criastes o norte e o sul, o Tabor e o Hermon aclamam o vosso nome. Poderoso é o vosso braço, robusta a vossa mão, excelsa a vossa direita. A justiça e o direito são a base do vosso trono, a bondade e a fidelidade caminham à vossa frente. Feliz do povo que sabe aclamar-vos e caminha, Senhor, à luz do vosso rosto. Todos os dias aclama o vosso nome e se gloria com a vossa justiça. Vós sois o esplendor da sua força, com o vosso favor se exalta a nossa valentia. Do Senhor é o nosso escudo e do Santo de Israel o nosso rei. Falastes outrora em visão aos fiéis, e dissestes: «Impus a coroa a um herói, exaltei um eleito de entre o meu povo. Encontrei a David, meu servo, ungi-o com óleo santo

29 Estarei sempre a seu lado e com a minha força o sustentarei. A minha fidelidade e bondade estarão com ele, pelo meu nome será firmado o meu poder. Glória ao Pai e ao Filho e ao Espírito Santo, como era no princípio, agora e sempre. Amen. Ant. Cantarei eternamente as misericórdias do Senhor. Cantarei eternamente. Ant. 3 Bendito seja Deus que nos escolheu em Cristo, bendito seja Deus. Bendito seja Deus, Pai de Nosso Senhor Jesus Cristo, que do alto do Céu nos abençoou, com todas as bênçãos espirituais em Cristo. Efésios l, 3-10 Ele nos escolheu, antes da criação do mundo, para sermos santos e irrepreensíveis, em caridade, na sua presença. Ele nos predestinou, de sua livre vontade, para sermos seus filhos adoptivos, por Jesus Cristo, para que fosse enaltecida a glória da sua graça, com a qual nos favoreceu em seu amado Filho; n'ele temos a redenção, pelo seu Sangue, a remissão dos nossos pecados; segundo a riqueza da sua graça, que Ele nos concedeu em abundância, com plena sabedoria e inteligência, deu-nos a conhecer o mistério da sua vontade: segundo o beneplácito que n'ele de antemão estabelecera, para se realizar na plenitude dos tempos: instaurar todas as coisas em Cristo, tudo o que há nos céus e na terra. Glória ao Pai e ao Filho e ao Espírito Santo, como era no princípio, agora e sempre. Amen. Ant. Bendito seja Deus que nos escolheu em Cristo, bendito seja Deus. Senhor Deus, que na vossa benigna providência quisestes colocar pastores à frente do vosso povo, derramai na Igreja o espírito de piedade e de fortaleza que suscite nela dignos ministros do altar e os tome fortes e humildes mensageiros do Evangelho. Por Nosso Senhor

30 I Is 52,7-10 Do Livro de Isaías Como são belos sobre os montes os pés do mensageiro que anuncia a paz, que traz a boa nova, que proclama a salvação e diz a Sião: «O teu Deus é Rei». Eis o grito das tuas sentinelas que levantam a voz. Todas juntas soltam brados de alegria, porque vêem com os próprios olhos o Senhor que volta para Sião. Rompei todas em brados de alegria, ruínas de Jerusalém, porque o Senhor consola o seu povo, resgata Jerusalém. O Senhor descobre o seu santo braço à vista de todas as nações e todos os confins da terra verão a salvação do nosso Deus. Palavra do Senhor. Cântico responsorial Salmo 18A (19); refrão: Is 52, 7 Refrão Como são belos sobre os montes os pés do mensageiro que anuncia a paz, que traz a boa nova e proclama a salvação. Os céus proclamam a glória de Deus e o firmamento anuncia a obra das suas mãos. O dia transmite ao outro esta mensagem e a noite a dá a conhecer à outra noite. Não são palavras nem linguagem cujo sentido se não perceba. O seu eco ressoou por toda a terra e a sua notícia até aos confins do mundo. Aí levantou uma tenda para o sol, donde sai como esposo de seu tálamo, a percorrer alegremente o seu caminho. Parte dum extremo do céu e no outro termina o seu curso: nada escapa ao seu calor. II Rom 10, 9-18 Da Epístola do apóstolo São Paulo aos Romanos Irmãos: Se confessares com a tua boca que Jesus é o Senhor e se acreditares em teu coração que Deus O ressuscitou dos mortos, serás salvo. Pois com o coração se acredita para obter a justiça e com a boca se professa a fé para alcançar a salvação. Na verdade, a Escritura diz: «Todo aquele que acreditar no Senhor não será confundido». Não há diferença entre judeu e grego: todos têm o mesmo Senhor, rico para com todos os que O invocam. Portanto, todo aquele que invocar o nome do Senhor será salvo. Mas como hão-de invocar Aquele em quem não acreditam? E como hão-de acreditar n'aquele de quem não ouviram falar? E como hão-de ouvir falar, se não houver quem lhes pregue? E como hão-de pregar, se não forem enviados? Está escrito: «Como são formosos os pés dos que anunciam o Evangelho!». Mas nem todos obedecem ao Evangelho, como Isaías diz: «Senhor, quem acreditou na nossa pregação?». A fé, portanto, vem da pregação e a pregação é o anúncio da palavra de Cristo. Mas pergunto: Não a teriam ouvido? Ao contrário, como diz a Escritura: «A sua voz ressoou por toda a terra e as suas palavras até aos confins do mundo». Palavra do Senhor

31 Aclamação do Evangelho Aleluia Tomai sobre vós o meu jugo, e aprendei de Mim, que sou manso e humilde de coração Mt 11, 29a Evangelho Mt 11, Naquele tempo, Jesus exclamou: «Eu Te bendigo, ó Pai, Senhor do céu e da terra, porque escondeste estas verdades aos sábios e inteligentes e as revelaste aos pequeninos. Sim, Pai, Eu Te bendigo, porque assim foi do teu agrado. Tudo Me foi dado por meu Pai. Ninguém conhece o Filho senão o Pai, e ninguém conhece o Pai senão o Filho e aquele a quem o Filho o quiser revelar. Vinde a Mim, todos os que andais cansados e oprimidos, e Eu vos aliviarei. Tomai sobre vós o meu jugo, e aprendei de Mim, que sou manso e humilde de coração, e encontrareis descanso para as vossas almas. Porque o meu jugo é suave e a minha carga é leve». Palavra da salvação. Homilia ADORAÇÃO EUCARÍSTICA Cântico Bendito sejas, Senhor: és o Pão que nos sacia! Nós Te adoramos, Jesus, nós Te adoramos na divina Eucaristia. Silêncio Jo 17, la Naquele tempo, Jesus ergueu os olhos ao Céu e disse: «Pai, manifestei o teu nome aos homens que do mundo Me deste. Eram teus e Tu mos deste e eles guardam a tua palavra. Agora sabem que tudo quanto Me deste vem de Ti, porque lhes comuniquei as palavras que Me confiaste e eles receberam-nas: reconheceram verdadeiramente que saí de Ti e acreditaram que Me enviaste. É por eles que Eu rogo; não pelo mundo, mas por aqueles que Me deste, porque são teus. Tudo o que é meu é teu e tudo o que é teu é meu; e neles sou glorificado. Eu já não estou no mundo, mas eles estão no mundo, enquanto Eu vou para Ti. Pai santo, guarda-os em teu nome, o nome que Me deste, para que sejam um, como Nós. Agora vou para Ti; e digo isto no mundo, para que eles tenham em si mesmos a plenitude da minha alegria. Dei-lhes a tua palavra e o mundo odiou-os, por não serem do mundo, como Eu não sou do mundo. Não peço que os tires do mundo, mas que os livres do mal. Eles não são do mundo, como Eu não sou do mundo. Consagra-os na verdade. A tua palavra é a verdade. Assim como Tu Me enviaste ao mundo, também Eu os enviei ao mundo. Eu consagro-me por eles, para que também eles sejam consagrados na verdade. Pai, não peço somente por eles, mas também por aqueles que vão acreditar em Mim por meio da sua palavra, para que eles sejam todos um, como Tu, Pai, o és em Mim e Eu em Ti, para que também eles sejam um em Nós e o mundo acredite que Tu Me enviaste. Pai, quero que onde Eu estou, também estejam comigo os que Me deste, para que vejam a minha glória, a glória que Me deste, por Me teres amado antes da criação do mundo. Pai justo, o mundo não Te conheceu, mas Eu conheci-te e estes reconheceram que Tu Me enviaste. Dei-lhes a conhecer o teu nome e dá-lo-ei a conhecer, para que o amor com que Me amaste esteja neles e Eu esteja neles». Silêncio

32 Cântico Eu quero, ó Pai, que estejam sempre comigo aqueles que Me deste, para que vejam a minha glória. Aleluia. Silêncio Da Exortação Apostólica do Papa Francisco Evangelii Gaudium ( ) Evangelizadores com espírito quer dizer evangelizadores que se abrem sem medo à acção do Espírito Santo. No Pentecostes, o Espírito faz os Apóstolos saírem de si mesmos e transforma-os em anunciadores das maravilhas de Deus, que cada um começa a entender na própria língua. Além disso, o Espírito Santo infunde a força para anunciar a novidade do Evangelho com ousadia (parresia), em voz alta e em todo o tempo e lugar, mesmo contra corrente. Invoquemo-Lo hoje, bem apoiados na oração, sem a qual toda a acção corre o risco de ficar vã e o anúncio, no fim de contas, carece de alma. Jesus quer evangelizadores que anunciem a Boa Nova, não só com palavras mas sobretudo com uma vida transfigurada pela presença de Deus. A primeira motivação para evangelizar é o amor que recebemos de Jesus, aquela experiência de sermos salvos por Ele que nos impele a amá-lo cada vez mais. Com efeito, um amor que não sentisse a necessidade de falar da pessoa amada, de a apresentar, de a tomar conhecida, que amor seria? Se não sentimos o desejo intenso de comunicar Jesus, precisamos de nos deter em oração para Lhe pedir que volte a cativar-nos. Precisamos de o implorar cada dia, pedir a sua graça para que abra o nosso coração frio e sacuda a nossa vida tíbia e superficial. Colocados diante d'ele com o coração aberto, deixando que Ele nos olhe, reconhecemos aquele olhar de amor que descobriu Natanael no dia em que Jesus Se fez presente e lhe disse: «Eu vi-te, quando estavas debaixo da figueira!». Como é doce permanecer diante dum crucifixo ou de joelhos diante do Santíssimo Sacramento, e fazêlo simplesmente para estar à frente dos seus olhos! Como nos faz bem deixar que Ele volte a tocar a nossa vida e nos envie para comunicar a sua vida nova! Sucede então que, em última análise, «o que nós vimos e ouvimos, isso anunciamos». A melhor motivação para se decidir a comunicar o Evangelho é contemplá-lo com amor, é deter-se nas suas páginas e lê-lo com o coração. Se o abordamos desta maneira, a sua beleza deslumbra-nos, volta a cativar-nos vezes sem conta. Por isso, é urgente recuperar um espírito contemplativo, que nos permita redescobrir, cada dia, que somos depositários dum bem que humaniza, que ajuda a levar uma vida nova. Não há nada de melhor para transmitir aos outros. Silêncio Cântico Salmo 95 (96). 1-3 Anunciai no meio de todos os povos as maravilhas do Senhor. Silêncio Universal Elevemos o nosso coração ao Pai do Céu, de quem nos vem todo o dom perfeito, digamos de coração sincero: Kyrie, Kyrie eleison. Fortalecei o Nosso Papa Francisco, na sua missão de Pastor universal, para que conduza a vossa Igreja pelos caminhos da santidade, da unidade e da paz

33 Concedei a vossa graça ao nosso Patriarca Manuel e aos Bispos, seus auxiliares, para que conduzam o vosso povo nos caminhos do vosso amor. Fortalecei a Igreja de Lisboa, em caminho sinodal, para que nunca se feche nem se detenha na sua paixão por instaurar o Reino. Enviai operários para a vossa messe, para que o vosso nome seja glorificado em todo o universo. Concedei-nos a abundância do vosso Espírito Santo para podermos comunicar a todos, sobretudo aos que mais sofrem, a alegria do Evangelho. Cântico Tantum ergo sacraméntum venerémur cérnui, et antíquum documéntum novo cedat rítui; praestet fides suppleméntum sénsuum deféctui. Genitóri Genitóque laus et iubilátio, salus, honor, virtus quóque sit e benedíctio; procedénti ab utróque compar sit laudátio. Amen. Oremos. Faz-se uma breve pausa em silêncio; depois, o ministro continua: Senhor Jesus Cristo, que neste admirável sacramento nos deixastes o memorial da vossa paixão, concedei-nos a graça de venerar de tal modo os mistérios do vosso Corpo e Sangue, que sintamos continuamente os frutos da vossa redenção. Vós que sois Deus com o Pai na unidade do Espírito Santo. Todos respondem: Amen. Bênção do Santíssimo Sacramento Aclamações Bendito seja Deus. Bendito o seu santo Nome. Bendito Jesus Cristo, verdadeiro Deus e verdadeiro homem. Bendito o Nome de Jesus. Bendito o seu Sacratíssimo Coração. Bendito o seu Preciosíssimo Sangue. Bendito Jesus no Santíssimo Sacramento do Altar. Bendito o Espírito Santo Paráclito. Bendita a excelsa Mãe de Deus, Maria Santíssima. Bendita a sua santa e Imaculada Conceição. Bendita a sua gloriosa Assunção. Bendito o Nome de Maria, Virgem e Mãe. Bendito São José, seu castíssimo Esposo. Bendito Deus nos seus Anjos e nos seus Santos

34 Cântico mariano O meu espírito exulta em Deus, meu Salvador em Deus, meu Salvador. Despedida Cântico Final Ide por todo o mundo, anunciai a boa nova Ide por todo o mundo, anunciai a boa nova

35 VIGÍLIA DE ORAÇÃO SEM ADORAÇÃO EUCARÍSTICA Invocação Inicial V. Deus, vinde em nosso auxílio. R. Senhor, socorrei-nos e salvai-nos. Glória ao Pai e ao Filho e ao Espírito Santo, como era no princípio, agora e sempre. Amen. (Aleluia). Hino Vinde, Espírito Santo, Com o Pai e o Filho, Penetrar nossa mente, Encher o coração. A alma e os sentidos Tudo proclame o amor Que no peito acendestes Para que outros inflame. Pai de bondade, ouvi-nos, Por Jesus vosso Filho Que com o Espírito vive Por séculos sem fim. ou Vinde, Espírito divino, / Celeste consolador, E realizai nas almas / As obras do vosso amor. Vinde, Espírito divino, vinde, Espírito divino, vinde ao nosso coração. Vinde, Espírito divino, / Com o dom da sapiência, Ensinar a distinguir / A verdade da aparência Vinde, Espírito divino, / Com o dom da fortaleza Fazer crescer nossa fé / Com invencível firmeza. Vinde, Espírito divino, / Vinde ao nosso coração, A mostrar-nos o caminho / Que conduz à salvação. Dai certeza aos nossos passos, / Luz aos nossos pensamentos, Para que sejam conformes / Com os vossos mandamentos. Para que todos unidos / No fogo da caridade Sejamos irmãos agora / E por toda a eternidade. Salmodia Ant. 1 A vossa palavra, Senhor, é luz dos meus caminhos

36 Salmo 118 (119), A vossa palavra é farol para os meus passos * e luz para os meus caminhos. Jurei e estou decidido * a guardar os vossos justos juízos. Estou em grande aflição, Senhor, * fazei-me viver, segundo a vossa palavra. Senhor, aceitai os louvores da minha boca * e dai-me a conhecer os vossos justos juízos. A minha vida anda em constante perigo, * mas nunca me esqueço da vossa lei. Embora os pecadores me armem um laço, * nunca me afasto dos vossos preceitos. As vossas ordens são minha herança eterna, * são elas que dão alegria ao meu coração. Habituei o meu coração a cumprir os vossos decretos, * até ao fim e para todo o sempre. Glória ao Pai e ao Filho e ao Espírito Santo, * como era no princípio agora e sempre. Amen. Ant. A vossa palavra, Senhor, é luz dos meus caminhos. Ant. 2 Saboreai e vede como o Senhor é bom. A toda a hora bendirei o Senhor, * o seu louvor estará sempre na minha boca. A minha alma gloria-se no Senhor: * ouçam e alegrem-se os humildes. Enaltecei comigo ao Senhor * e exaltemos juntos o seu nome. Procurei o Senhor e Ele atendeu-me, * libertou-me de toda a ansiedade. Voltai-vos para Ele e ficareis radiantes, * o vosso rosto não se cobrirá de vergonha. Este pobre clamou e o Senhor o ouviu, * salvou-o de todas as angústias. O Anjo do Senhor protege os que O temem * e defende-os dos perigos. Saboreai e vede como o Senhor é bom: * feliz o homem que n Ele se refugia. Salmo 33 (34) Temei o Senhor, vós os seus fiéis, * porque nada falta aos que O temem. Os poderosos empobrecem e passam fome. * aos que procuram o Senhor não faltará riqueza alguma

37 Vinde, filhos, escutai-me: * vou ensinar-vos o temor do Senhor. Qual é o homem que ama a vida, * que deseja longos dias de felicidade? Guarda do mal a tua língua * e da mentira os teus lábios. Evita o mal e faz o bem, * procura a paz e segue os seus passos. Os olhos do Senhor estão voltados para os justos * e os ouvidos atentos aos seus rogos. A face do Senhor volta-se contra os que fazem o mal, * para apagar da terra a sua memória. Os justos clamaram e o Senhor os ouviu, * livrou-os de todas as suas angústias. O Senhor está perto dos que têm o coração atribulado * e salva os de ânimo abatido. Muitas são as tribulações do justo, * mas de todas elas o livra o Senhor. Guarda todos os seus ossos, * nem um só será quebrado. A maldade leva o ímpio à morte, * os inimigos do justo serão castigados. O Senhor defende a vida dos seus servos, * não serão castigados os que n Ele se refugiam. Glória ao Pai e ao Filho e ao Espírito Santo, * como era no princípio agora e sempre. Amen. Ant. Saboreai e vede como o Senhor é bom. Ant. 3 A minha boca proclamará a vossa salvação. Em Vós, Senhor, me refugio, jamais serei confundido. Pela vossa justiça, defendei-me e salvai-me, prestai ouvidos e libertai-me. Sois Vós, Senhor, a minha esperança, a minha confiança desde a juventude. Desde o nascimento Vós me sustentais, desde o seio materno sois o meu protector: em Vós está sempre a minha esperança. A minha boca está cheia do vosso louvor, cantando continuamente a vossa glória. A minha boca proclamará a vossa justiça, dia após dia a vossa infinita salvação. Salmo 70 (71), a

38 Meu Deus, hei-de narrar os vossos feitos grandiosos, recordarei, Senhor, a vossa justiça sem igual. Desde a juventude, ó Deus, Vós me ensinastes e até hoje anunciei sempre os vossos prodígios. Meu Deus, a vossa justiça eleva-se ao mais alto dos céus. Vós fizestes tão grandes coisas: quem como vós, meu Deus? Eu louvarei com a harpa a vossa fidelidade, Cantar-Vos-ei ao som da cítara, ó Santo de Israel. Ao cantar-vos, os meus lábios exultarão de alegria e também minha alma que resgatastes. Até minha língua, dia após dia, celebrará a vossa justiça. Glória ao Pai e ao Filho e ao Espírito Santo, * como era no princípio agora e sempre. Amen. Ant. A minha boca proclamará a vossa salvação. Versículo V. A manifestação das vossas palavras ilumina R. E dá sabedoria aos simples. I Sof. 3, da Profecia de Sofonias Rejubila, filha de Sião, solta gritos de alegria, povo de Israel! Alegra-te e exulta com todo o coração, filha de Jerusalém! O Senhor revogou as sentenças contra ti, e afastou o teu inimigo. O Senhor, rei de Israel, está no meio de ti. Não temerás mais a desgraça. Naquele dia, dir-se-á a Jerusalém: «Não temas, Sião! Não se enfraqueçam as tuas mãos! O Senhor, teu Deus, está no meio de ti como poderoso salvador! Ele exulta de alegria por tua causa, pelo seu amor te renovará. Ele dança e grita de alegria por tua causa, como nos dias de festa.» Afastarei de ti a desgraça para que não pese sobre ti o opróbrio. Eis que extermino todos os teus opressores. Naquele tempo, salvarei os coxos, reunirei os dispersos; e a vergonha que os cobria em toda a terra, vou transformá-la em glória e renome. Naquele tempo, eu vos conduzirei; no tempo em que vos tiver reunido, dar-vos-ei renome e glória entre todos os povos da terra; quando operar a vossa salvação diante de vós - diz o Senhor

39 Responsório Is 12, 6 Refrão: Povo do Senhor, exulta e canta de alegria. Cantai ao Senhor, porque Ele fez maravilhas, anunciai-as em toda a terra. Entoai cânticos de alegria e exultai, habitantes de Sião: porque é grande no meio de vós o Santo de Israel. refrão II Da Exortação Apostólica do Papa Francisco Evangelii Gaudium (3-5) Convido todo o cristão, em qualquer lugar e situação que se encontre, a renovar hoje mesmo o seu encontro pessoal com Jesus Cristo ou, pelo menos, a tomar a decisão de se deixar encontrar por Ele, de O procurar dia a dia sem cessar. Não há motivo para alguém poder pensar que este convite não lhe diz respeito, já que «da alegria trazida pelo Senhor ninguém é excluído». Os livros do Antigo Testamento preanunciaram a alegria da salvação, que havia de tornar-se superabundante nos tempos messiânicos. O profeta Isaías dirige-se ao Messias esperado, saudando-o com regozijo: «Multiplicaste a alegria, aumentaste o júbilo». E anima os habitantes de Sião a recebê-lo com cânticos: «Exultai de alegria!». A quem já O avistara no horizonte, o profeta convida-o a tornar-se mensageiro para os outros: «Sobe a um alto monte, arauto de Sião! Grita com voz forte, arauto de Jerusalém». A criação inteira participa nesta alegria da salvação: «Cantai, ó céus! Exulta de alegria, ó terra! Rompei em exclamações, ó montes! Na verdade, o Senhor consola o seu povo e se compadece dos desamparados». Zacarias, vendo o dia do Senhor, convida a vitoriar o Rei que chega «humilde, montado num jumento»: «Exulta de alegria, filha de Sião! Solta gritos de júbilo, filha de Jerusalém! Eis que o teu rei vem a ti. Ele é justo e vitorioso». Mas o convite mais tocante talvez seja o do profeta Sofonias, que nos mostra o próprio Deus como um centro irradiante de festa e de alegria, que quer comunicar ao seu povo este júbilo salvífico. Enche-me de vida reler este texto: «O Senhor, teu Deus, está no meio de ti como poderoso salvador! Ele exulta de alegria por tua causa, pelo seu amor te renovará. Ele dança e grita de alegria por tua causa» (3, 17). É a alegria que se vive no meio das pequenas coisas da vida quotidiana, como resposta ao amoroso convite de Deus nosso Pai: «Meu filho, se tens com quê, trata-te bem (...). Não te prives da felicidade presente». Quanta ternura paterna se vislumbra por detrás destas palavras! O Evangelho, onde resplandece gloriosa a Cruz de Cristo, convida insistentemente à alegria. Apenas alguns exemplos: «Alegra-te» é a saudação do anjo a Maria. A visita de Maria a Isabel faz com que João salte de alegria no ventre de sua mãe. No seu cântico, Maria proclama: «O meu espírito se alegra em Deus, meu Salvador». E, quando Jesus começa o seu ministério, João exclama: «Esta é a minha alegria! E tornou-se completa!». O próprio Jesus «estremeceu de alegria sob a acção do Espírito Santo». A sua mensagem é fonte de alegria: «Manifestei-vos estas coisas, para que esteja em vós a minha alegria, e a vossa alegria seja completa». A nossa alegria cristã brota da fonte do seu coração transbordante. Ele promete aos seus discípulos: «Vós haveis de estar tristes, mas a vossa tristeza há-de converter-se em alegria». E insiste: «Eu hei-de ver-vos de novo! Então, o vosso coração há-de alegrar-se e ninguém vos poderá tirar a vossa alegria». Depois, ao verem-no ressuscitado, «encheram-se de alegria». O livro dos Actos dos Apóstolos conta que, na primitiva comunidade, «tomavam o alimento com alegria». Por onde passaram os discípulos, «houve grande alegria»; e eles, no meio da perseguição, «estavam cheios de alegria». Um eunuco, recém-baptizado, «seguiu o seu caminho cheio de alegria»; e o carcereiro «entregouse, com a família, à alegria de ter acreditado em Deus». Porque não havemos de entrar, também nós, nesta torrente de alegria?

40 Responsório Salmo 95 (96), 1-3 Refrão: Anunciai no meio de todos os povos as maravilhas do Senhor. Cantai ao Senhor um cântico novo, cantai ao Senhor, terra inteira, cantai ao Senhor, bendizei o seu nome. refrão Anunciai dia a dia a sua salvação, Publicai entre as nações a sua glória, em todos os povos as suas maravilhas. refrão Homilia Preces Elevemos o nosso coração ao Pai do Céu, de quem nos vem todo o dom perfeito, digamos de coração sincero: Ouvi, Senhor, a oração do vosso povo. Fortalecei o Nosso Papa Francisco, na sua missão de Pastor universal, para que conduza a vossa Igreja pelos caminhos da santidade, da unidade e da paz. Concedei a vossa graça ao nosso Patriarca Manuel e aos Bispos, seus auxiliares, para que conduzam o vosso povo nos caminhos do vosso amor. Fortalecei a Igreja de Lisboa, em caminho sinodal, para que nunca se feche nem se detenha na sua paixão por instaurar o Reino. Enviai operários para a vossa messe, para que o vosso nome seja glorificado em todo o universo. Concedei-nos a abundância do vosso Espírito Santo para podermos comunicar a todos, sobretudo aos que mais sofrem, a alegria do Evangelho. Pai nosso Deus, que na vossa admirável providência quisestes que todos os homens participem nos benefícios da redenção e o Reino de Cristo se estenda a toda a terra, fazei que a vossa Igreja, sacramento universal de salvação, manifeste e realize o mistério do vosso amor pela humanidade. Por Nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, que Deus convosco na unidade do Espírito Santo. Conclusão V. Bendigamos ao Senhor. R. Graças a Deus

41 VIA SACRA Em nome do Pai, e do Filho e do Espírito Santo. Amen. Palavras introdutórias Cada cristão e cada comunidade hão-de discernir qual é o caminho que o Senhor lhes pede, mas todos somos convidados a aceitar esta chamada: sair da própria comodidade e ter a coragem de alcançar todas as periferias que precisam da luz do Evangelho. (EG 20) Irmãos e irmãs o caminho da Cruz é o caminho que cada cristão percorre para alcançar a glória eterna. Caminho com tantos obstáculos e dores, configurado com o caminho da Paixão de Jesus. Contudo, caminho que nos leva a contemplar a alegria do Evangelho que acontece em cada uma das nossas vidas. Senhor Jesus, acolhe a nossa oração neste exercício de piedade, para que, configurando a nossa vida com a Vossa Paixão, um dia sejamos por Vós configurados com a Vossa Ressurreição. 1ª Estação Jesus é condenado à morte V. Nós Vos adoramos e bendizemos, ó Senhor. R. Pela Vossa santa cruz remistes o mundo. Pilatos, vendo que nada conseguia e que o tumulto aumentava cada vez mais, mandou vir água e lavou as mãos em presença da multidão, dizendo: «Sou inocente do sangue deste justo: isso é lá convosco». E todo o povo respondeu: «Que o Seu sangue caia sobre nós e sobre os nossos filhos!» Soltou-lhes então Barrabás; quanto a Jesus, depois de o mandar açoitar, entregou-lho para ser crucificado. (Mt 27, 24-26) A crise financeira que atravessamos faz-nos esquecer que, na sua origem, há uma crise antropológica profunda: a negação da primazia do ser humano. Criámos novos ídolos. A adoração do antigo bezerro de ouro encontrou uma nova e cruel versão no fetichismo do dinheiro e na ditadura duma economia sem rosto e sem um objectivo verdadeiramente humano. (EG 55) Senhor Jesus, vivemos numa sociedade que Vos condena à morte devido à desenfreada cobiça e sede de ter mais. Nós vos pedimos perdão por tantas vezes pôr o dinheiro e os bens materiais no centro das nossas vidas. Ajuda-nos a centrar o nosso olhar em Vós para crescermos na fé ardente e generosa da justiça e do amor aos pobres. 2ª Estação Jesus toma a cruz aos ombros V. Nós Vos adoramos e bendizemos, ó Senhor. R. Pela Vossa santa cruz remistes o mundo. Depois de O terem escarnecido, despojaram-no da púrpura, vestiram-lhe as suas vestes e levaramno para O crucificarem. (Mt, 27, 31)

42 Não quero uma Igreja preocupada com ser o centro, e que acaba presa num emaranhado de obsessões e procedimentos. Se alguma coisa nos deve santamente inquietar e preocupar a nossa consciência é que haja tantos irmãos nossos que vivem sem a força, a luz e a consolação da amizade com Jesus Cristo, sem uma comunidade de fé que os acolha, sem um horizonte de sentido e de vida. (EG 49) Senhor Jesus, perdoa-nos por tantas vezes carregarmos a cruz nos ombros dos outros homens com regras e preceitos, em vez de sermos acolhedores e verdadeira comunidade de fé. Ajudai a nossa comunidade a ser um lugar onde cada homem e mulher Vos encontrem. 3ª Estação Jesus cai pela primeira vez V. Nós Vos adoramos e bendizemos, ó Senhor. R. Pela Vossa santa cruz remistes o mundo. Ele suportou as nossas enfermidades e tomou sobre si as nossas dores. Mas nós víamos nele um homem castigado, ferido por Deus e humilhado. Ele foi trespassado por causa das nossas culpas e esmagado por causa das nossas iniquidades. Caiu sobre ele o castigo que nos salva: pelas suas chagas fomos curados. Todos nós, como ovelhas, andávamos errantes, cada qual seguia o seu caminho. E o Senhor fez cair sobre ele as faltas de todos nós. (Is 53,4-6). Quando a vida interior se fecha nos próprios interesses, deixa de haver espaço para os outros, já não entram os pobres, já não se ouve a voz de Deus, já não se goza da doce alegria do seu amor, nem fervilha o entusiasmo de fazer o bem. Este é um risco, certo e permanente, que correm também os crentes. Muitos caem nele, transformando-se em pessoas ressentidas, queixosas, sem vida. (EG 2) Senhor Jesus, não permitais que caiamos na tentação de uma vida egoísta e egocentrista. Ajudainos a partilhar com os nossos irmãos a alegria de ouvirmos a Vossa voz e vivermos a Vossa Palavra para que nenhuma periferia fique privada da Vossa luz. 4ª Estação Jesus encontra Maria sua Mãe V. Nós Vos adoramos e bendizemos, ó Senhor. R. Pela Vossa santa cruz remistes o mundo. Simeão abençoou-os e disse a Maria, sua Mãe: «Este Menino foi estabelecido para que muitos caiam ou se levantem em Israel e para ser sinal de contradição; e uma espada trespassará a tua alma assim se revelarão os pensamentos de todos os corações». Sua Mãe guardava todos estes acontecimentos em seu coração. (Lc 2, ) Maria é a missionária que Se aproxima de nós, para nos acompanhar ao longo da vida, abrindo os corações à fé com o seu afecto materno. Como uma verdadeira mãe, caminha connosco, luta connosco e aproxima-nos incessantemente do amor de Deus. (cf. EG 286)

43 Senhor Jesus, damos graças por nos terdes dado a Vossa Mãe. Que ela seja sempre o nosso conforto nas adversidades e com ela possamos chegar ao gozo do Vosso Amor. 5ª Estação O Cireneu ajuda Jesus a carregar a Cruz V. Nós Vos adoramos e bendizemos, ó Senhor. R. Pela Vossa santa cruz remistes o mundo. Passava por ali um homem chamado Simão, de Cirene. Voltava do campo. Então os soldados obrigaram-no a levar a Cruz de Jesus. (Mt 27, 22) A comunidade evangelizadora dispõe-se a «acompanhar». Acompanha a humanidade em todos os seus processos, por mais duros e demorados que sejam. Conhece as longas esperas e a fadiga apostólica. A evangelização patenteia muita paciência, e evita deter-se a considerar as limitações. (EG 24) Senhor Jesus, que a nossa comunidade seja verdadeira presença e ajuda para todos os homens e mulheres que encontramos, mostrando acolhimento, paciência e alegria nos duros caminhos da vida. 6ª Estação Verónica enxuga o rosto de Jesus V. Nós Vos adoramos e bendizemos, ó Senhor. R. Pela Vossa santa cruz remistes o mundo. O meu servo cresceu diante do Senhor como um rebento, como raiz numa terra árida, sem distinção nem beleza para atrair o nosso olhar, nem aspecto agradável que possa cativar-nos. Desprezado e repelido pelos homens, homem de dores, acostumado ao sofrimento, era como aquele de quem se desvia o rosto, pessoa desprezível e sem valor para nós. (Is 53, 2-3) Muitos daqueles que não conhecem Jesus Cristo ou que sempre O recusaram buscam secretamente a Deus, movidos pela nostalgia do seu rosto, mesmo em países de antiga tradição cristã. Todos têm o direito de receber o Evangelho. Os cristãos têm o dever de o anunciar, sem excluir ninguém, e não como quem impõe uma nova obrigação, mas como quem partilha uma alegria, indica um horizonte maravilhoso, oferece um banquete apetecível. A Igreja não cresce por proselitismo, mas «por atração». (cf. EG 14) Senhor Jesus, como Igreja, desejamos ser anunciadores do Evangelho. Ajudai-nos a limpar o rosto sofrido de cada irmão e irmã. Permiti que sejamos verdadeira imagem do Vosso rosto, para que todos os homens e mulheres do nosso tempo sejam atraídos para Vós. 7ª Estação Jesus cai pela segunda vez V. Nós Vos adoramos e bendizemos, ó Senhor. R. Pela Vossa santa cruz remistes o mundo

44 Eu sou o homem que sentiu a miséria sob a vara da ira do Senhor. Ele me conduziu e me fez andar nas trevas e sem luz. Vedou-me os caminhos com pedras de cantaria, confundiu as minhas veredas. Quebrou-me os dentes com cascalho, prostrou-me na cinza (Lm 3, ). Na verdade, nós não temos um sumo sacerdote incapaz de se compadecer das nossas fraquezas. Pelo contrário, Ele mesmo foi provado em tudo, à nossa semelhança, excepto no pecado (Hb 4,15). A pastoral em chave missionária exige o abandono deste cómodo critério pastoral: «fez-se sempre assim». Convido todos a serem ousados e criativos nesta tarefa de repensar os objetivos, as estruturas, o estilo e os métodos evangelizadores das respectivas comunidades. (EG 33) Senhor Jesus, não permitais que caiamos na tentação do comodismo na nossa missão evangelizadora. Ajudai a nossa comunidade a ser criativa na caridade e a mostrar a Vossa beleza tão antiga, mas sempre nova. 8ª Estação Jesus encontra as mulheres de Jerusalém V. Nós Vos adoramos e bendizemos, ó Senhor. R. Pela Vossa santa cruz remistes o mundo. Seguia-o grande multidão de povo e mulheres batiam no peito e se lamentavam chorando por Ele. Mas Jesus voltou-se para elas e disse-lhes: «Filhas de Jerusalém, não choreis por Mim; chorai antes por vós mesmas e pelos vossos filhos. Porque, se tratam assim a madeira verde, que acontecerá à seca?». (Lc 23, ) Há cristãos que parecem ter escolhido viver uma Quaresma sem Páscoa. Reconheço, porém, que a alegria não se vive da mesma maneira em todas as etapas e circunstâncias da vida, por vezes muito duras. Adapta-se e transforma-se, mas permanece sempre pelo menos como um feixe de luz que nasce da certeza pessoal de, não obstante o contrário, sermos infinitamente amados. (EG 6) Senhor Jesus, muitas vezes somos cristãos que não sabem viver a alegria do Vosso Evangelho. Ajudai-nos a que sejamos no mundo, tantas vezes carregado de dor e desespero, sinal da Vossa alegria e esperança. 9ª Estação Jesus cai pela terceira vez V. Nós Vos adoramos e bendizemos, ó Senhor. R. Pela Vossa santa cruz remistes o mundo. É bom para o homem suportar o jugo desde a sua juventude. Esteja solitário e silencioso, quando o Senhor lho impuser; ponha a sua boca no pó da terra, porque talvez ainda haja esperança; apresente a face a quem lhe bate, suporte as afrontas. O Senhor não repele o homem para sempre: se Ele castiga, também Se compadece, porque é grande a sua misericórdia. (Lm 3, 27-32) Vinde a Mim, todos os que andais cansados e oprimidos, e Eu vos aliviarei. Tomai sobre vós o meu jugo, e aprendei de Mim, que sou manso e humilde de coração, e encontrareis descanso para as vossas almas. (Mt 11, 28-29)

45 A todos deve chegar a consolação e o estímulo do amor salvífico de Deus, que opera misteriosamente em cada pessoa, para além dos seus defeitos e das suas quedas. (EG 44) Senhor Jesus, muitas vezes caímos pelo nosso pecado e fragilidade humana. Levantai-nos e ajudai-nos a levantar os nossos irmãos. Não permitais que sejamos derrotados por nós próprios, mas permiti-nos reencontrar o Vosso amor salvífico. 10ª Estação Jesus despojado das suas vestes V. Nós Vos adoramos e bendizemos, ó Senhor. R. Pela Vossa santa cruz remistes o mundo. E levaram Jesus ao lugar do Gólgota, quer dizer, lugar do Calvário. Depois crucificaram-n O. E repartiram entre si as suas vestes, tirando-as à sorte, para verem o que levaria cada um. (Mc 15, 22.24) Em muitos lugares, trata-se mais de uma generalizada indiferença relativista, relacionada com a desilusão e a crise das ideologias que se verificou como reacção a tudo o que pareça totalitário. Isto não prejudica só a Igreja, mas a vida social em geral. (EG 61) Senhor Jesus, reconhecemos que um dos nossos pecados é não termos a coragem de afirmar, em todas as circunstâncias, a certeza da nossa fé. Despojamos a humanidade do Evangelho. Ajudainos a ter a coragem de Vos proclamar e assim contribuirmos para que todos trajem a veste da salvação. 11ª Estação Jesus é pregado na Cruz V. Nós Vos adoramos e bendizemos, ó Senhor. R. Pela Vossa santa cruz remistes o mundo. Quando chegaram ao lugar chamado Calvário, crucificaram-n O a Ele e aos malfeitores, um à direita e outro à esquerda. Jesus dizia: «Pai, perdoa-lhes, porque não sabem o que fazem». Depois deitaram sortes, para repartirem entre si as vestes de Jesus. (Lc 23, 33-34) Por isso me dói muito comprovar como nalgumas comunidades cristãs, e mesmo entre pessoas consagradas, se dá espaço a várias formas de ódio, divisão, calúnia, difamação, vingança, ciúme, a desejos de impor as próprias ideias a todo o custo, e até perseguições que parecem uma implacável caça às bruxas. (EG 100) Senhor Jesus, quantas vezes Vos crucificamos com a nossa mesquinhez. Purificai-nos, para que ultrapassemos as nossas divisões e incompreensões, e sejamos no mundo sinal de unidade e de perdão

46 12ª Estação Jesus morre na Cruz V. Nós Vos adoramos e bendizemos, ó Senhor. R. Pela Vossa santa cruz remistes o mundo. Naquele tempo, sabendo que tudo estava consumado e para que se cumprisse a Escritura, Jesus disse: «Tenho sede». Estava ali um vaso cheio de vinagre. Prenderam a uma vara uma esponja embebida em vinagre e levaram-lha à boca. Quando Jesus tomou o vinagre, exclamou: «Tudo está consumado». E, inclinando a cabeça, expirou. (Jo 19, 28-30) Silêncio 13ª Estação Jesus é descido da Cruz V. Nós Vos adoramos e bendizemos, ó Senhor. R. Pela Vossa santa cruz remistes o mundo. Depois disto, José de Arimateia, que era discípulo de Jesus, embora oculto por medo dos judeus, pediu licença a Pilatos para levar o corpo de Jesus. Pilatos permitiu-lho. José veio então tirar o corpo de Jesus. (Jo 19, 38) A experiência pessoal de nos deixarmos acompanhar e curar, conseguindo exprimir com plena sinceridade a nossa vida a quem nos acompanha, ensina-nos a ser pacientes e compreensivos com os outros e habilita-nos a encontrar as formas para despertar neles a confiança, a abertura e a vontade de crescer. (EG 172) Senhor Jesus, dai-nos a humildade de nos deixarmos ajudar quando sentimos o desânimo e frustração, para que, como Vossa mãe Vos acolheu morto nos seus braços, saibamos nós também acolher todos os que nos procuram nas suas angústias e dores. 14ª Estação Jesus é colocado no sepulcro V. Nós Vos adoramos e bendizemos, ó Senhor. R. Pela Vossa santa cruz remistes o mundo. José comprou um lençol, desceu o corpo de Jesus e envolveu-o no lençol; depois depositou-o num sepulcro escavado na rocha e rolou uma pedra para a entrada do sepulcro. Entretanto, Maria Madalena e Maria, mãe de José, observavam onde Jesus tinha sido depositado. (Mc 15, 46-47) Este relativismo prático é agir como se Deus não existisse, decidir como se os pobres não existissem, sonhar como se os outros não existissem, trabalhar como se aqueles que não receberam o anúncio não existissem. (EG 80) Senhor Jesus, não permitais que Vos sepultemos no nosso egoísmo e na presunção que nos bastamos a nós próprios. Sede, Senhor, presença real nas nossas vidas e dai-nos a sabedoria de Vos anunciar só a Vós

47 Conclusão A ressurreição de Cristo produz por toda a parte rebentos deste mundo novo; e, ainda que os cortem, voltam a despontar, porque a ressurreição do Senhor já penetrou a trama oculta desta história; porque Jesus não ressuscitou em vão. Não fiquemos à margem desta marcha da esperança viva! (EG 278) Senhor Jesus Cristo, nós que fomos baptizados e inseridos em Vós pelas águas do baptismo, ajudai-nos a redescobrir a vocação a que somos chamados: sermos a Vossa imagem, levando na nossa face o Vosso rosto. Levai o nosso coração a acolher a Vossa vontade. Conduzi sempre o nosso caminho para podermos, com todos os outros homens e mulheres, alcançar a glória da Ressurreição e sermos verdadeiros anunciadores da alegria do Evangelho. Vós que sois Deus com o Pai na unidade do Espírito Santo. Amen

48 ORAÇÃO DO TERÇO MISTÉRIOS GOZOSOS (2ª feira e Sábado) 1º Mistério A Anunciação do Anjo a Maria Naquele tempo, o Anjo Gabriel foi enviado por Deus a uma cidade da Galileia chamada Nazaré, a uma Virgem desposada com um homem chamado José, que era descendente de David. O nome da Virgem era Maria. Tendo entrado onde ela estava, disse o Anjo: «Ave, cheia de graça, o Senhor está contigo». Ela ficou perturbada com estas palavras e pensava que saudação seria aquela. Disse-lhe o Anjo: «Não temas, Maria, porque encontraste graça diante de Deus. Conceberás e darás à luz um Filho, a quem porás o nome de Jesus. Ele será grande e chamar-se-á Filho do Altíssimo. O Senhor Deus Lhe dará o trono de seu pai David; reinará eternamente sobre a casa de Jacob e o seu reinado não terá fim». Maria disse ao Anjo: «Como será isto, se eu não conheço homem?». O Anjo respondeu-lhe: «O Espírito Santo virá sobre ti e a força do Altíssimo te cobrirá com a sua sombra. Por isso o Santo que vai nascer será chamado Filho de Deus. E a tua parenta Isabel concebeu também um filho na sua velhice e este é o sexto mês daquela a quem chamavam estéril; porque a Deus nada é impossível». Maria disse então: «Eis a escrava do Senhor; faça-se em mim segundo a tua palavra». (Lc 1, 26-38) O Evangelho, onde resplandece gloriosa a Cruz de Cristo, convida insistentemente à alegria. Apenas alguns exemplos: «Alegra-te» é a saudação do anjo a Maria. (EG 5) A memória do povo fiel, como a de Maria, deve ficar transbordante das maravilhas de Deus. O seu coração, esperançado na prática alegre e possível do amor que lhe foi anunciado, sente que toda a palavra na Escritura, antes de ser exigência, é dom. (EG 142) Senhor Jesus, ajuda-nos a estarmos atentos, como a Virgem Maria, a todos os anúncios que interpelam a nossa vida. Dá-nos a graça de saber dizer «Sim», para que as maravilhas de Deus possam continuar a manifestar-se em nós e em todos aqueles que encontramos. Virgem da escuta e da contemplação intercedei pela nossa Igreja de Lisboa em caminho sinodal. 2º Mistério A Visitação de Maria a Isabel Naqueles dias, Maria pôs-se a caminho e dirigiu-se apressadamente para a montanha, em direcção a uma cidade de Judá. Entrou em casa de Zacarias e saudou Isabel. Quando Isabel ouviu a saudação de Maria, o menino exultou-lhe no seio. Isabel ficou cheia do Espírito Santo e exclamou em alta voz: «Bendita és tu entre as mulheres e bendito é o fruto do teu ventre. Donde me é dado que venha ter comigo a Mãe do meu Senhor? Na verdade, logo que chegou aos meus ouvidos a voz da tua saudação, o menino exultou de alegria no meu seio. Bem-aventurada aquela que acreditou no cumprimento de tudo quanto lhe foi dito da parte do Senhor». Maria disse, então: «A minha alma glorifica o Senhor e o meu espírito se alegra em Deus, meu Salvador». (Lc 1, 39-47) A visita de Maria a Isabel faz com que João salte de alegria no ventre de sua mãe. No seu cântico, Maria proclama: «O meu espírito se alegra em Deus, meu Salvador». E, quando Jesus começa o

49 seu ministério, João exclama: «Esta é a minha alegria! E tornou-se completa!». O próprio Jesus «estremeceu de alegria sob a acção do Espírito Santo». A sua mensagem é fonte de alegria: «Manifestei-vos estas coisas, para que esteja em vós a minha alegria, e a vossa alegria seja completa». A nossa alegria cristã brota da fonte do seu coração transbordante. (EG 5) Senhor Jesus, faz com que todos aqueles que encontramos possam reconhecer em nós a alegria da Vossa Presença, a fim de iluminar e sustentar as suas vidas. Virgem da escuta e da contemplação, intercedei pela nossa Igreja de Lisboa em caminho sinodal. 3 Mistério O Nascimento do Menino Jesus em Belém Por aqueles dias, saiu um édito da parte de César Augusto para ser recenseada toda a terra. Este recenseamento foi o primeiro que se fez, sendo Quirino governador da Síria. Todos iam recensearse, cada qual à sua própria cidade. Também José, deixando a cidade de Nazaré, na Galileia, subiu até à Judeia, à cidade de David, chamada Belém, por ser da casa e linhagem de David, a fim de se recensear com Maria, sua esposa, que se encontrava grávida. E, quando eles ali se encontravam, completaram-se os dias de ela dar à luz e teve o seu filho primogénito, que envolveu em panos e recostou numa manjedoura, por não haver lugar para eles na hospedaria. (Lc 2, 1-7) A intimidade da Igreja com Jesus é uma intimidade itinerante, e a comunhão «reveste essencialmente a forma de comunhão missionária». Fiel ao modelo do Mestre, é vital que hoje a Igreja saia para anunciar o Evangelho a todos, em todos os lugares, em todas as ocasiões, sem demora, sem repugnâncias e sem medo. A alegria do Evangelho é para todo o povo, não se pode excluir ninguém; assim foi anunciada pelo anjo aos pastores de Belém: «Não temais, pois anuncio-vos uma grande alegria, que o será para todo o povo». O Apocalipse fala de «uma Boa Nova de valor eterno para anunciar aos habitantes da terra: a todas as nações, tribos, línguas e povos». (EG 23) Senhor Jesus, Vós que quiseste nascer durante a noite e no espaço vazio de uma gruta, faz com que a estrela da manhã desperte no nosso coração, para iluminar todas as nossas noites e os espaços vazios da nossa indigência. Virgem da escuta e da contemplação, intercedei pela nossa Igreja de Lisboa em caminho sinodal. 4 Mistério A Apresentação do Menino Jesus no Templo Quando se cumpriu o tempo da sua purificação, segundo a Lei de Moisés, levaram-no a Jerusalém para o apresentarem ao Senhor. Ora, vivia em Jerusalém um homem chamado Simeão; era justo e piedoso e esperava a consolação de Israel. Impelido pelo Espírito, veio ao templo, quando os pais trouxeram o menino Jesus, a fim de cumprirem o que ordenava a Lei a seu respeito. Simeão tomou-o nos braços e bendisse a Deus, dizendo: «Agora, Senhor, segundo a tua palavra, deixarás ir em paz o teu servo, porque meus olhos viram a Salvação que ofereceste a todos os povos, Luz para se revelar às nações e glória de Israel, teu povo». Simeão abençoou-os e disse a Maria, sua mãe: «Este menino está aqui para queda e ressurgimento de muitos em Israel e para ser sinal de contradição; uma espada trespassará a tua alma. Assim hão-de revelar-se os pensamentos de muitos corações». (Lc 2, ) Um anúncio renovado proporciona aos crentes, mesmo tíbios ou não praticantes, uma nova alegria na fé e uma fecundidade evangelizadora. Na realidade, o seu centro e a sua essência são sempre o mesmo: o Deus que manifestou o seu amor imenso em Cristo morto e ressuscitado. Ele torna os

50 seus fiéis sempre novos; ainda que sejam idosos, «renovam as suas forças. Têm asas como a águia, correm sem se cansar, marcham sem desfalecer». Cristo é a «Boa Nova de valor eterno», sendo «o mesmo ontem, hoje e pelos séculos», mas a sua riqueza e a sua beleza são inesgotáveis. Ele é sempre jovem, e fonte de constante novidade. A Igreja não cessa de se maravilhar com a «profundidade de riqueza, de sabedoria e de ciência de Deus». (EG 11) Senhor Jesus, tudo o que possuímos de belo vem de Vós, do Vosso amor e da Vossa solicitude. Maria, Mãe da Igreja, ajudai-nos a dizer o nosso «sim». Dai-nos a audácia de buscar novos caminhos para que chegue a todos o dom da beleza que não se apaga. Virgem da escuta e da contemplação, intercedei pela nossa Igreja de Lisboa em caminho sinodal. 5 Mistério A perda e o Encontro do Menino Jesus no Templo Os pais de Jesus iam todos os anos a Jerusalém, pela festa da Páscoa. Quando Ele chegou aos doze anos, subiram até lá, segundo o costume da festa. Terminados esses dias, regressaram a casa e o menino ficou em Jerusalém, sem que os pais o soubessem. Três dias depois, encontraram-no no templo, sentado entre os doutores, a ouvi-los e a fazer-lhes perguntas. Ao vê-lo, ficaram assombrados e sua mãe disse-lhe: «Filho, porque nos fizeste isto? Olha que teu pai e eu andávamos aflitos à tua procura!». Ele respondeu-lhes: «Porque me procuráveis? Não sabíeis que devia estar em casa de meu Pai?». Mas eles não compreenderam as palavras que lhes disse. Depois desceu com eles, voltou para Nazaré e era-lhes submisso. Sua mãe guardava todas estas coisas no seu coração. E Jesus crescia em sabedoria, em estatura e em graça, diante de Deus e dos homens. (Lc 2, ) A fé não tem medo da razão; pelo contrário, procura-a e tem confiança nela, porque «a luz da razão e a luz da fé provêm ambas de Deus», e não se podem contradizer entre si. A evangelização está atenta aos progressos científicos para os iluminar com a luz da fé e da lei natural, tendo em vista procurar que sempre respeitem a centralidade e o valor supremo da pessoa humana em todas as fases da sua existência. Toda a sociedade pode ser enriquecida através deste diálogo que abre novos horizontes ao pensamento e amplia as possibilidades da razão. Também este é um caminho de harmonia e pacificação. (EG 242) Senhor Jesus, que a Vossa ternura nos envolva e a nossa razão se abra ao reconhecimento da Vossa Presença e ao diálogo com todos. Virgem da escuta e da contemplação, intercedei pela nossa Igreja de Lisboa em caminho sinodal. MISTÉRIOS LUMINOSOS (5ª feira) 1 Mistério Baptismo de Jesus Então, veio Jesus da Galileia ao Jordão ter com João, para ser baptizado por ele. João opunha-se, dizendo: «Eu é que tenho necessidade de ser baptizado por ti, e Tu vens a mim?». Jesus, porém, respondeu-lhe: «Deixa por agora. Convém que cumpramos assim toda a justiça». João, então, concordou. Uma vez baptizado, Jesus saiu da água e eis que se rasgaram os céus, e viu o Espírito de Deus descer como uma pomba e vir sobre Ele. E uma voz vinda do Céu dizia: «Este é o meu Filho muito amado, no qual pus todo o meu agrado». (Mt 3, 13-17)

51 Em virtude do Baptismo recebido, cada membro do povo de Deus tornou-se discípulo missionário. Cada um dos baptizados, independentemente da própria função na Igreja e do grau de instrução da sua fé, é um sujeito activo de evangelização, e seria inapropriado pensar num esquema de evangelização realizado por agentes qualificados enquanto o resto do povo fiel seria apenas receptor das suas acções. A nova evangelização deve implicar um novo protagonismo de cada um dos baptizados. Esta convicção transforma-se num apelo dirigido a cada cristão para que ninguém renuncie ao seu compromisso de evangelização, porque, se uma pessoa experimentou verdadeiramente o amor de Deus que o salva, não precisa de muito tempo de preparação para sair a anunciá-lo, não pode esperar que lhe dêem muitas lições ou longas instruções. Cada cristão é missionário na medida em que se encontrou com o amor de Deus em Cristo Jesus; não digamos mais que somos «discípulos» e «missionários», mas sempre que somos «discípulos missionários». Se não estivermos convencidos disto, olhemos para os primeiros discípulos, que logo depois de terem conhecido o olhar de Jesus, saíram proclamando cheios de alegria: «Encontrámos o Messias». A Samaritana, logo que terminou o seu diálogo com Jesus, tornou-se missionária, e muitos samaritanos acreditaram em Jesus «devido às palavras da mulher». Também São Paulo, depois do seu encontro com Jesus Cristo, «começou imediatamente a proclamar que Jesus era o Filho de Deus». Porque esperamos nós? Senhor Jesus, Vós que quisestes descer às águas do nosso pecado para o transfigurar, dai-nos força e coragem para Vos anunciar até aos confins da terra. Virgem da escuta e da contemplação, intercedei pela nossa Igreja de Lisboa em caminho sinodal. 2 Mistério Bodas de Caná Ao terceiro dia, celebrava-se uma boda em Caná da Galileia e a mãe de Jesus estava lá. Jesus e os seus discípulos também foram convidados para a boda. Como viesse a faltar o vinho, a mãe de Jesus disse-lhe: «Não têm vinho!». Jesus respondeu-lhe: «Mulher, que tem isso a ver contigo e comigo? Ainda não chegou a minha hora». Sua mãe disse aos serventes: «Fazei o que Ele vos disser!». Ora, havia ali seis vasilhas de pedra preparadas para os ritos de purificação dos judeus, com capacidade de duas ou três medidas cada uma. Disse-lhes Jesus: «Enchei as vasilhas de água». Eles encheram-nas até cima. Então ordenou-lhes: «Tirai agora e levai ao chefe de mesa». E eles assim fizeram. O chefe de mesa provou a água transformada em vinho, sem saber de onde era - se bem que o soubessem os serventes que tinham tirado a água; chamou o noivo e disse-lhe: «Toda a gente serve primeiro o vinho melhor e, depois de terem bebido bem, é que serve o pior. Tu, porém, guardaste o melhor vinho até agora!». Assim, em Caná da Galileia, Jesus realizou o primeiro dos seus sinais miraculosos, com o qual manifestou a sua glória, e os discípulos creram nele. Depois disto, desceu a Cafarnaum com sua mãe, os irmãos e os seus discípulos, e ficaram ali apenas alguns dias. (Jo 2, 1-11) A família atravessa uma crise cultural profunda, como todas as comunidades e vínculos sociais. No caso da família, a fragilidade dos vínculos reveste-se de especial gravidade, porque se trata da célula básica da sociedade, o espaço onde se aprende a conviver na diferença e a pertencer aos outros e onde os pais transmitem a fé aos seus filhos. O matrimónio tende a ser visto como mera forma de gratificação afectiva, que se pode constituir de qualquer maneira e modificar-se de acordo com a sensibilidade de cada um. Mas a contribuição indispensável do matrimónio à sociedade supera o nível da afectividade e o das necessidades ocasionais do casal. (EG 66) Senhor Jesus, confirmai todas as famílias no amor e na concórdia, para que sejam uma verdadeira fonte de evangelização e nenhuma periferia fique privada da Vossa luz. Virgem da escuta e da contemplação, intercedei pela nossa Igreja de Lisboa em caminho sinodal

52 3 Mistério Anúncio do Reino de Deus Depois de João ter sido preso, Jesus foi para a Galileia, e proclamava o Evangelho de Deus, dizendo: «Completou-se o tempo e o Reino de Deus está próximo: arrependei-vos e acreditai no Evangelho». (Mc 1, 14-15) Uma pastoral em chave missionária não está obcecada pela transmissão desarticulada de uma imensidade de doutrinas que se tentam impor à força de insistir. Quando se assume um objectivo pastoral e um estilo missionário, que chegue realmente a todos sem excepções nem exclusões, o anúncio concentra-se no essencial, no que é mais belo, mais importante, mais atraente e, ao mesmo tempo, mais necessário. A proposta acaba simplificada, sem com isso perder profundidade e verdade, e assim se torna mais convincente e radiosa. (EG 35) Senhor Jesus, muitas vezes não sabemos nem falar nem ensinar. Vós que podei tudo, passai através dos gestos e acontecimentos da nossa vida quotidiana. Ajudai-nos a anunciar sempre a alegria do Evangelho. Virgem da escuta e da contemplação, intercedei pela nossa Igreja de Lisboa em caminho sinodal. 4 Mistério Transfiguração do Senhor Levando consigo Pedro, João e Tiago, Jesus subiu ao monte para orar. Enquanto orava, o aspecto do seu rosto modificou-se, e as suas vestes tornaram-se de uma brancura fulgurante. E dois homens conversavam com Ele: Moisés e Elias, os quais, aparecendo rodeados de glória, falavam da sua morte, que ia acontecer em Jerusalém. Pedro e os companheiros estavam a cair de sono; mas, despertando, viram a glória de Jesus e os dois homens que estavam com Ele. Quando eles iam separar-se de Jesus, Pedro disse-lhe: «Mestre, é bom estarmos aqui. Façamos três tendas: uma para ti, uma para Moisés e outra para Elias». Não sabia o que estava a dizer. Enquanto dizia isto, surgiu uma nuvem que os cobriu e, quando entraram na nuvem, ficaram atemorizados. E da nuvem veio uma voz que disse: «Este é o meu Filho predilecto. Escutai-o». (Lc 9, 28-35) A primeira motivação para evangelizar é o amor que recebemos de Jesus, aquela experiência de sermos salvos por Ele que nos impele a amá-lo cada vez mais. Com efeito, um amor que não sentisse a necessidade de falar da pessoa amada, de a apresentar, de a tornar conhecida, que amor seria? Se não sentimos o desejo intenso de comunicar Jesus, precisamos de nos deter em oração para Lhe pedir que volte a cativar-nos. Precisamos de o implorar cada dia, pedir a sua graça para que abra o nosso coração frio e sacuda a nossa vida tíbia e superficial. Colocados diante d Ele com o coração aberto, deixando que Ele nos olhe, reconhecemos aquele olhar de amor que descobriu Natanael no dia em que Jesus Se fez presente e lhe disse: «Eu vi-te, quando estavas debaixo da figueira!». Como é doce permanecer diante dum crucifixo ou de joelhos diante do Santíssimo Sacramento, e fazê-lo simplesmente para estar à frente dos seus olhos! Como nos faz bem deixar que Ele volte a tocar a nossa vida e nos envie para comunicar a sua vida nova! Sucede então que, em última análise, «o que nós vimos e ouvimos, isso anunciamos». A melhor motivação para se decidir a comunicar o Evangelho é contemplá-lo com amor, é deter-se nas suas páginas e lê-lo com o coração. Se o abordamos desta maneira, a sua beleza deslumbra-nos, volta a cativar-nos vezes sem conta. Por isso, é urgente recuperar um espírito contemplativo, que nos permita redescobrir, cada dia, que somos depositários dum bem que humaniza, que ajuda a levar uma vida nova. Não há nada de melhor para transmitir aos outros

53 Virgem da escuta e da contemplação, intercedei pela nossa Igreja de Lisboa em caminho sinodal. 5 Mistério Instituição da Eucaristia Quando chegou a hora, pôs-se à mesa e os Apóstolos com Ele. Disse-lhes: «Tenho ardentemente desejado comer esta Páscoa convosco, antes de padecer, pois digo-vos que já não a voltarei a comer até ela ter pleno cumprimento no Reino de Deus». Tomando uma taça, deu graças e disse: «Tomai e reparti entre vós, pois digo-vos que não tornarei a beber do fruto da videira, até chegar o Reino de Deus». Tomou, então, o pão e, depois de dar graças, partiu-o e distribuiu-o por eles, dizendo: «Isto é o meu corpo, que vai ser entregue por vós; fazei isto em minha memória». Depois da ceia, fez o mesmo com o cálice, dizendo: «Este cálice é a nova Aliança no meu sangue, que vai ser derramado por vós». (Lc 22, 14-20) Jesus deixa-nos a Eucaristia como memória quotidiana da Igreja, que nos introduz cada vez mais na Páscoa. A alegria evangelizadora refulge sempre sobre o horizonte da memória agradecida: é uma graça que precisamos de pedir. Os Apóstolos nunca mais esqueceram o momento em que Jesus lhes tocou o coração: «Eram as quatro horas da tarde». A memória faz-nos presente, juntamente com Jesus, uma verdadeira «nuvem de testemunhas». De entre elas, distinguem-se algumas pessoas que incidiram de maneira especial para fazer germinar a nossa alegria crente: «Recordai-vos dos vossos guias, que vos pregaram a palavra de Deus». Às vezes, trata-se de pessoas simples e próximas de nós, que nos iniciaram na vida da fé. O crente é, fundamentalmente, «uma pessoa que faz memória». (EG 13) Senhor Jesus faz de nós altar e tabernáculo da Vossa Presença, para que a memória do nosso primeiro encontro possa ser testemunho de comunhão, serviço e fé ardente e generosa. Virgem da escuta e da contemplação, intercedei pela nossa Igreja de Lisboa em caminho sinodal. MISTÉRIOS DOLOROSOS (3ª feira e 6ª feira) 1º Mistério A Agonia de Jesus no Horto Saiu então e foi, como de costume, para o Monte das Oliveiras. E os discípulos seguiram também com Ele. Quando chegou ao local, disse-lhes: «Orai, para que não entreis em tentação». Depois afastou-se deles, à distância de um tiro de pedra, aproximadamente; e, pondo-se de joelhos, começou a orar, dizendo: «Pai, se quiseres, afasta de mim este cálice; contudo, não se faça a minha vontade, mas a tua». Então, vindo do Céu, apareceu-lhe um anjo que o confortava. Cheio de angústia, pôs-se a orar mais instantemente, e o suor tornou-se-lhe como grossas gotas de sangue, que caíam na terra. Depois de orar, levantou-se e foi ter com os discípulos, encontrandoos a dormir, devido à tristeza. Disse-lhes: «Porque dormis? Levantai-vos e orai, para que não entreis em tentação». Um desafio importante é mostrar que a solução nunca consistirá em escapar de uma relação pessoal e comprometida com Deus, que ao mesmo tempo nos comprometa com os outros. Isto é o que se verifica hoje quando os crentes procuram esconder-se e livrar-se dos outros, e quando subtilmente escapam de um lugar para outro ou de uma tarefa para outra, sem criar vínculos

54 profundos e estáveis: «A imaginação e mudança de lugares enganaram a muitos». É um remédio falso que faz adoecer o coração e, às vezes, o corpo. Faz falta ajudar a reconhecer que o único caminho é aprender a encontrar os demais com a atitude adequada, que é valorizá-los e aceitá-los como companheiros de estrada, sem resistências interiores. Melhor ainda, trata-se de aprender a descobrir Jesus no rosto dos outros, na sua voz, nas suas reivindicações; e aprender também a sofrer, num abraço com Jesus crucificado, quando recebemos agressões injustas ou ingratidões, sem nos cansarmos jamais de optar pela fraternidade. (EG 91) Senhor Jesus, dai-nos a graça de unir a nossa oração à Vossa para que nunca nos fechemos à Vossa vontade. Virgem da escuta e da contemplação, intercedei pela nossa Igreja de Lisboa em caminho sinodal. 2 Mistério A Flagelação de Jesus Os soldados do governador conduziram Jesus para o pretório e reuniram toda a corte à volta dele. Despiram-no e envolveram-no com um manto escarlate. Tecendo uma coroa de espinhos, puseram-lha na cabeça, e uma cana na mão direita. Dobrando o joelho diante dele, escarneciamno, dizendo: «Salve! Rei dos Judeus!». E, cuspindo-lhe no rosto, agarravam na cana e batiam-lhe na cabeça. Depois de o terem escarnecido, tiraram-lhe o manto, vestiram-lhe as suas roupas e levaram-no para ser crucificado. (Mt 27, 27-31) Cada cristão e cada comunidade são chamados a ser instrumentos de Deus ao serviço da libertação e promoção dos pobres, para que possam integrar-se plenamente na sociedade; isto supõe estar docilmente atentos, para ouvir o clamor do pobre e socorrê-lo. Ficar surdo a este clamor, quando somos os instrumentos de Deus para ouvir o pobre, coloca-nos fora da vontade do Pai e do seu projecto, porque esse pobre «clamaria ao Senhor contra ti, e aquilo tornar-se-ia para ti um pecado». (EG 187) Senhor Jesus, dai-nos a graça de nos unirmos ao Vosso sofrimento para socorrermos e amarmos os nossos irmãos e irmãs que sofrem. Virgem da escuta e da contemplação, intercedei pela nossa Igreja de Lisboa em caminho sinodal. 3 Mistério A Coroação de Espinhos Então, Pilatos mandou levar Jesus e flagelá-lo. Depois, os soldados entrelaçaram uma coroa de espinhos, cravaram-lha na cabeça e cobriram-no com um manto de púrpura; e, aproximando-se dele, diziam-lhe: «Salve! Ó Rei dos judeus!». E davam-lhe bofetadas. (Jo 19, 1-3) A dignidade de cada pessoa humana e o bem comum são questões que deveriam estruturar toda a política económica, mas às vezes parecem somente apêndices adicionados de fora para completar um discurso político sem perspectivas nem programas de verdadeiro desenvolvimento integral. A cómoda indiferença diante destas questões esvazia a nossa vida e as nossas palavras de todo o significado. A vocação dum empresário é uma nobre tarefa, desde que se deixe interpelar por um sentido mais amplo da vida; isto permite-lhe servir verdadeiramente o bem comum com o seu esforço por multiplicar e tornar mundo mais acessíveis a todos. (EG 203) Senhor Jesus, ajudai-nos a levar o Vosso amor a todos, até aos confins da terra. Virgem da escuta e da contemplação, intercedei pela nossa Igreja de Lisboa em caminho sinodal

55 4 Mistério Caminho para o Calvário Jesus, levando a cruz às costas, saiu para o chamado Lugar da Caveira, que em hebraico se diz Gólgota, onde o crucificaram, e com Ele outros dois, um de cada lado, ficando Jesus no meio. (Jo 19, 17-18) Este critério evangélico recorda-nos que Cristo tudo unificou em Si: céu e terra, Deus e homem, tempo e eternidade, carne e espírito, pessoa e sociedade. O sinal distintivo desta unidade e reconciliação de tudo n Ele é a paz. Cristo «é a nossa paz». O anúncio do Evangelho começa sempre com a saudação de paz; e a paz coroa e cimenta em cada momento as relações entre os discípulos. A paz é possível, porque o Senhor venceu o mundo e sua permanente conflitualidade, «pacificando pelo sangue da sua cruz». Entretanto, se examinarmos a fundo estes textos bíblicos, descobriremos que o primeiro âmbito onde somos chamados a conquistar esta pacificação nas diferenças é a própria interioridade, a própria vida sempre ameaçada pela dispersão dialéctica. Com corações despedaçados em milhares de fragmentos, será difícil construir uma verdadeira paz social. (EG 209) Senhor, ajudai-nos a não sobrecarregar mais a Vossa cruz. Convertei-nos o coração e mudai-nos interiormente para que o nosso testemunho de justiça e amor aos pobres não prive nenhuma periferia da Vossa luz. Virgem da escuta e da contemplação, intercedei pela nossa Igreja de Lisboa em caminho sinodal. 5 Mistério Crucifixão e Morte de Jesus Quando chegaram ao lugar chamado Calvário, crucificaram-no a Ele e aos malfeitores, um à direita e outro à esquerda. Jesus dizia: «Perdoa-lhes, Pai, porque não sabem o que fazem». Ora, um dos malfeitores que tinham sido crucificados insultava-o, dizendo: «Não és Tu o Messias? Salva-te a ti mesmo e a nós também». Mas o outro, tomando a palavra, repreendeu-o: «Nem sequer temes a Deus, tu que sofres o mesmo suplício? Quanto a nós, fez-se justiça, pois recebemos o castigo que as nossas acções mereciam; mas Ele nada praticou de condenável». E acrescentou: «Jesus, lembra-te de mim, quando estiveres no teu Reino». Ele respondeu-lhe: «Em verdade te digo: hoje estarás comigo no Paraíso». Por volta do meio-dia, as trevas cobriram toda a região até às três horas da tarde. O Sol tinha-se eclipsado e o véu do templo rasgou-se ao meio. Dando um forte grito, Jesus exclamou: «Pai, nas tuas mãos entrego o meu espírito.» Dito isto, expirou. (Lc 23, ) Para quantos estão feridos por antigas divisões, resulta difícil aceitar que os exortemos ao perdão e à reconciliação, porque pensam que ignoramos a sua dor ou pretendemos fazer-lhes perder a memória e os ideais. Mas, se virem o testemunho de comunidades autenticamente fraternas e reconciliadas, isso é sempre uma luz que atrai. Por isso me dói muito comprovar como nalgumas comunidades cristãs, e mesmo entre pessoas consagradas, se dá espaço a várias formas de ódio, divisão, calúnia, difamação, vingança, ciúme, a desejos de impor as próprias ideias a todo o custo, e até perseguições que parecem uma implacável caça às bruxas. Quem queremos evangelizar com estes comportamentos? (EG 100) Silêncio

56 MISTÉRIOS GLORIOSOS (4ª feira e Domingo) 1 Mistério Ressurreição de Jesus Terminado o sábado, ao romper do primeiro dia da semana, Maria de Magdala e a outra Maria foram visitar o sepulcro. Nisto, houve um grande terramoto: o anjo do Senhor, descendo do Céu, aproximou-se e removeu a pedra, sentando-se sobre ela. O seu aspecto era como o de um relâmpago; e a sua túnica, branca como a neve. Os guardas, com medo dele, puseram-se a tremer e ficaram como mortos. Mas o anjo tomou a palavra e disse às mulheres: «Não tenhais medo. Sei que buscais Jesus, o crucificado; não está aqui, pois ressuscitou, como tinha dito. Vinde, vede o lugar onde jazia e ide depressa dizer aos seus discípulos: Ele ressuscitou dos mortos e vai à vossa frente para a Galileia. Lá o vereis. Eis o que tinha para vos dizer». Afastando-se rapidamente do sepulcro, cheias de temor e de grande alegria, as mulheres correram a dar a notícia aos discípulos. (Mt 28, 1-8) A sua ressurreição não é algo do passado; contém uma força de vida que penetrou o mundo. Onde parecia que tudo morreu, voltam a aparecer por todo o lado os rebentos da ressurreição. É uma força sem igual. É verdade que muitas vezes parece que Deus não existe: vemos injustiças, maldades, indiferenças e crueldades que não cedem. Mas também é certo que, no a reaparecer e espalhar-se. Cada dia, no mundo, renasce a beleza, que ressuscita transformada através dos dramas da história. Os valores tendem sempre a reaparecer sob novas formas, e na realidade o ser humano renasceu muitas vezes de situações que pareciam irreversíveis. Esta é a força da ressurreição, e cada evangelizador é um instrumento deste dinamismo. (EG 276) Senhor Jesus, lançai-nos numa vida nova, sustentai-nos na oração, para que a esperança certa da manhã da Ressurreição chegue a todos. Virgem da escuta e da contemplação, intercedei pela nossa Igreja de Lisboa em caminho sinodal. 2 Mistério Ascensão de Jesus Estavam todos reunidos, quando lhe perguntaram: «Senhor, é agora que vais restaurar o Reino de Israel?». Respondeu-lhes: «Não vos compete saber os tempos nem os momentos que o Pai fixou com a sua autoridade. Mas ides receber uma força, a do Espírito Santo, que descerá sobre vós, e sereis minhas testemunhas em Jerusalém, por toda a Judeia e Samaria e até aos confins do mundo». Dito isto, elevou-se à vista deles e uma nuvem subtraiu-o a seus olhos. E como estavam com os olhos fixos no céu, para onde Jesus se afastava, surgiram de repente dois homens vestidos de branco, que lhes disseram: «Homens da Galileia, porque estais assim a olhar para o céu? Esse Jesus que vos foi arrebatado para o Céu virá da mesma maneira, como agora o vistes partir para o Céu». (Act 1, 6-11) Algumas pessoas não se dedicam à missão, porque crêem que nada pode mudar e assim, segundo elas, é inútil esforçar-se. Pensam: «Para quê privar-me das minhas comodidades e prazeres, se não vejo algum resultado importante?». Com esta mentalidade, torna-se impossível ser missionário. Esta atitude é precisamente uma desculpa maligna para continuar fechado na própria comodidade, na preguiça, na tristeza insatisfeita, no vazio egoísta. Trata-se de uma atitude autodestrutiva, porque «o homem não pode viver sem esperança: a sua vida, condenada à

57 insignificância, tornar-se-ia insuportável». No caso de pensarmos que as coisas não vão mudar, recordemos que Jesus Cristo triunfou sobre o pecado e a morte e possui todo o poder. Jesus Cristo vive verdadeiramente. Caso contrário, «se Cristo não ressuscitou, é vã a nossa pregação». Diznos o Evangelho que, quando os primeiros discípulos saíram a pregar, «o Senhor cooperava com eles, confirmando a Palavra». E o mesmo acontece hoje. Somos convidados a descobri-lo, a vivêlo. Cristo ressuscitado e glorioso é a fonte profunda da nossa esperança, e não nos faltará a sua ajuda para cumprir a missão que nos confia. (EG 275) Senhor Jesus, sustentai-nos no caminho. Aumentai em nós a confiança e a alegria de saber que Vós já vencestes a morte e o pecado e estais na glória junto do Pai. Virgem da escuta e da contemplação, intercedei pela nossa Igreja de Lisboa em caminho sinodal. 3 Mistério Descida do Espírito Santo Quando chegou o dia do Pentecostes, encontravam-se todos reunidos no mesmo lugar. De repente, ressoou, vindo do céu, um som comparável ao de forte rajada de vento, que encheu toda a casa onde eles se encontravam. Viram então aparecer umas línguas, à maneira de fogo, que se iam dividindo, e poisou uma sobre cada um deles. Todos ficaram cheios do Espírito Santo e começaram a falar outras línguas, conforme o Espírito lhes inspirava que se exprimissem. (Act 2, 1-4) A fé significa também acreditar n Ele, acreditar que nos ama verdadeiramente, que está vivo, que é capaz de intervir misteriosamente, que não nos abandona, que tira bem do mal com o seu poder e a sua criatividade infinita. Significa acreditar que Ele caminha vitorioso na história «e, com Ele, estarão os chamados, os escolhidos, os fiéis». Acreditamos no Evangelho que diz que o Reino de Deus já está presente no mundo, e vai-se desenvolvendo aqui e além de várias maneiras: como a pequena semente que pode chegar a transformar-se numa grande árvore, como o punhado de fermento que leveda uma grande massa, e como a boa semente que cresce no meio do joio e sempre nos pode surpreender positivamente: ei-la que aparece, vem outra vez, luta para florescer de novo. A ressurreição de Cristo produz por toda a parte rebentos deste mundo novo; e, ainda que os cortem, voltam a despontar, porque a ressurreição do Senhor já penetrou a trama oculta desta história; porque Jesus não ressuscitou em vão. Não fiquemos à margem desta marcha da esperança viva! (EG 278) Senhor Jesus, dai-nos a fé ardente e generosa para que anunciemos a esperança da Vossa vitória sobre a morte e o pecado a todos os que encontramos. Virgem da escuta e da contemplação, intercedei pela nossa Igreja de Lisboa em caminho sinodal. 4 Mistério Assunção de Nossa Senhora Depois, apareceu no céu um grande sinal: uma Mulher vestida de Sol, com a Lua debaixo dos pés e com uma coroa de doze estrelas na cabeça. Estava grávida e gritava com as dores de parto e o tormento de dar à luz. Apareceu ainda outro sinal no céu: era um grande dragão de fogo com sete cabeças e dez chifres. Sobre as cabeças tinha sete coroas e, com a sua cauda, varreu a terça parte das estrelas do céu e lançou-as à terra. Depois colocou-se diante da Mulher que estava para dar à luz, a fim de lhe devorar o filho quando ele nascesse. Ela deu à luz um filho varão. Ele é que háde governar todas as nações com ceptro de ferro. Mas o filho foi-lhe arrebatado para junto de Deus e do seu trono. E a Mulher fugiu para o deserto onde Deus lhe preparou um lugar, de modo a não lhe faltar aí o alimento durante mil duzentos e sessenta dias. (Ap 12, 1-6)

58 Na cruz, quando Cristo suportava em sua carne o dramático encontro entre o pecado do mundo e a misericórdia divina, pôde ver a seus pés a presença consoladora da Mãe e do amigo. Naquele momento crucial, antes de declarar consumada a obra que o Pai Lhe havia confiado, Jesus disse a Maria: «Mulher, eis o teu filho!» E, logo a seguir, disse ao amigo bem-amado: «Eis a tua mãe!».... Jesus deixava-nos a sua Mãe como nossa Mãe. E só depois de fazer isto é que Jesus pôde sentir que «tudo se consumara». Ao pé da cruz, na hora suprema da nova criação, Cristo conduz-nos a Maria; conduz-nos a Ela, porque não quer que caminhemos sem uma mãe; e, nesta imagem materna, o povo lê todos os mistérios do Evangelho. (EG 285) Maria, Mãe da Igreja, ajudai-nos a dizer o nosso «sim» para que a alegria do Evangelho chegue até aos confins da terra. Virgem da escuta e da contemplação, intercedei pela nossa Igreja de Lisboa em caminho sinodal. 5 Mistério Coroação de Nossa Senhora Maria disse, então: «A minha alma glorifica o Senhor e o meu espírito se alegra em Deus, meu Salvador. Porque pôs os olhos na humildade da sua serva. De hoje em diante, me chamarão bemaventurada todas as gerações. O Todo-poderoso fez em mim maravilhas. Santo é o seu nome. A sua misericórdia se estende de geração em geração sobre aqueles que o temem. Manifestou o poder do seu braço e dispersou os soberbos. Derrubou os poderosos de seus tronos e exaltou os humildes. Aos famintos encheu de bens e aos ricos despediu de mãos vazias. Acolheu a Israel, seu servo, lembrado da sua misericórdia, como tinha prometido a nossos pais, a Abraão e à sua descendência, para sempre». (Lc 1, 46, 55) À Mãe do Evangelho vivente, pedimos a sua intercessão a fim de que este convite para uma nova etapa da evangelização seja acolhido por toda a comunidade eclesial. Ela é a mulher de fé, que vive e caminha na fé, e «a sua excepcional peregrinação da fé representa um ponto de referência constante para a Igreja». Ela deixou-se conduzir pelo Espírito, através dum itinerário de fé, rumo a uma destinação feita de serviço e fecundidade. Hoje fixamos n Ela o olhar, para que nos ajude a anunciar a todos a mensagem de salvação e para que os novos discípulos se tornem operosos evangelizadores. (EG 287) Virgem e Mãe Maria, Vós que, movida pelo Espírito, acolhestes o Verbo da vida na profundidade da vossa fé humilde, totalmente entregue ao Eterno, ajudai-nos a dizer o nosso «sim» perante a urgência, mais imperiosa do que nunca, de fazer ressoar a Boa Nova de Jesus. Vós, cheia da presença de Cristo, levastes a alegria a João o Baptista, fazendo-o exultar no seio de sua mãe. Vós, estremecendo de alegria, cantastes as maravilhas do Senhor. Vós, que permanecestes firme diante da Cruz com uma fé inabalável, e recebestes a jubilosa consolação da ressurreição, reunistes os discípulos à espera do Espírito para que nascesse a Igreja evangelizadora

59 Alcançai-nos agora um novo ardor de ressuscitados para levar a todos o Evangelho da vida que vence a morte. Dai-nos a santa ousadia de buscar novos caminhos para que chegue a todos o dom da beleza que não se apaga. Vós, Virgem da escuta e da contemplação, Mãe do amor, esposa das núpcias eternas intercedei pela Igreja, da qual sois o ícone puríssimo, para que ela nunca se feche nem se detenha na sua paixão por instaurar o Reino. Estrela da nova evangelização, ajudai-nos a refulgir com o testemunho da comunhão, do serviço, da fé ardente e generosa, da justiça e do amor aos pobres, para que a alegria do Evangelho chegue até aos confins da terra e nenhuma periferia fique privada da sua luz. Mãe do Evangelho vivente, manancial de alegria para os pequeninos, rogai por nós. Amen. Aleluia! (EG 288)

60 CÂNTICOS

61 ORAÇÃO OFICIAL O sonho missionário de chegar a todos Papa Francisco, Evangelii Gaudium nº 31 Maria, Mãe da Igreja ajudai-nos a dizer o nosso «sim». Dai-nos a audácia de buscar novos caminhos para que chegue a todos o dom da beleza que não se apaga. Virgem da escuta e da contemplação, intercedei pela nossa Igreja de Lisboa, em caminho sinodal, para que nunca se feche nem se detenha na sua paixão por instaurar o Reino. Estrela da nova evangelização, ajudai-nos a resplandecer com o testemunho da comunhão, do serviço, da fé ardente e generosa, da justiça e do amor aos pobres, para que a alegria do Evangelho chegue até aos confins da terra e nenhuma periferia fique privada da sua luz. Mãe do Evangelho vivo, manancial de alegria para os pequeninos, rogai por nós. Amen

62 ÍNDICE ORAÇÃO UNIVERSAL ANO B... 2 VIGÍLIA DE ORAÇÃO COM ADORAÇÃO EUCARÍSTICA VIGÍLIA DE ORAÇÃO SEM ADORAÇÃO EUCARÍSTICA VIA SACRA ORAÇÃO DO TERÇO CÂNTICOS ORAÇÃO OFICIAL

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