XVIII SIMPÓSIO INTERNACIONAL DE CIÊNCIAS INTEGRADAS DA UNAERP - CAMPUS GUARUJÁ

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1 XVIII SIMPÓSIO INTERNACIONAL DE CIÊNCIAS INTEGRADAS DA UNAERP - CAMPUS GUARUJÁ Prevalência de comorbidades ou de antecedentes pessoais em indivíduos com COVID -19 Mariana Freitas Barbosa¹; Eleandro Rangel Cruz², Ivan dos Santos Vivas³. ¹ Universidade de Ribeirão Preto (UNAERP). Guarujá, São Paulo, Brasil. Pesquisadora e discente. ² Universidade de Ribeirão Preto (UNAERP). Guarujá, São Paulo, Brasil. Discente. ³ Universidade de Ribeirão Preto (UNAERP). Guarujá, São Paulo, Brasil. Pesquisador e docente. Este simpósio tem o apoio da Fundação Fernando Eduardo Lee Linha de pesquisa: Saúde- outra área da saúde Formato: Artigo Apresentação: Oral (Google Meet) RESUMO Introdução: O novo coronavírus (2019-nCoV) ou a síndrome respiratória aguda grave coronavírus 2 (SARS-CoV-2) avançou em todos os continentes, em diferentes culturas e nacionalidades. Objetivos: Verificar a prevalência de fatores de risco pré-existentes associados em individuos que tiveram COVID-19. Referencial Teórico: Os pacientes com infecção por SARS-CoV-2 podem apresentar sintomas que variam de leves a graves, sendo uma grande parte da população portadores assintomáticos. O período de infecção pode acontecer em 4 fases. Material e Métodos: Foi disponibilizado um questionário online contendo 15 perguntas, na qual se referia a perguntas pessoais, qual teste que foi utilizado para a confirmação da infecção e quais comorbidades o paciente já era acometido, sintomas, tratamento realizado e orientação profissional recebida. Resultados: A amostra foi constituída por 102 indivíduos, em sua maioria de sexo feminino, de etnia branca sem comorbidades e baixa incidência de internações. 1

2 Apesar de baixa comorbidade, as comorbidades que mais tiveram incidência se destacam a Hipertensão Arterial, seguida de Asma e Imunodepressão. Considerações Finais: A maioria dos entrevistados não possuem comorbidades relacionadas a infecção COVID-19, sendo as Hipertensão Arterial, Asma e Imunodepressão são as mais frequentes. Palavras-chave: COVID-19; Prevalência; Comorbidades. ABSTRACT Introduction: The new coronavirus (2019-nCoV) or the severe acute respiratory syndrome coronavirus 2 (SARS-CoV-2) has been progressing in all continents, in different cultures and nationalities. Objectives: To verify the prevalence of associated preexisting risk factors in individuals who had COVID-19. Theoretical framework: Patients with SARS-CoV-2 infection can present symptoms that range from mild to severe, as most of the population being asymptomatic carriers, the infection period happens in 4 phases. Material and Methods: An online survey was available containing 15 amongst personal questions for reference, the answers were used to confirm the infection, which comorbidities the patient was already affected, symptoms, the treatment performed and also professional guidance was advised. Results and Discussion: The sample consisted of 102 individuals, mostly female, white ethnicity with no comorbidities and lower hospitalizations incidences. Also, there were many interesting findings about the incidence of Systemic Arterial Hypertension, Asthma and Immunodepression. However, more local research is still needed. Final considerations: Most of the respondents do not have comorbidities related to COVID-19 infection, nevertheless it is necessary broader local research. Keywords: COVID-19; Prevalence; Comorbidities. 1. INTRODUÇÃO O novo coronavírus (2019-nCoV) ou a síndrome respiratória aguda grave coronavírus 2 (SARS-CoV-2) é a mais nova crise de saúde pública ameaçando o mundo, com o surgimento e disseminação em O vírus se originou em morcegos e foi transmitido a humanos através de animais intermediários ainda desconhecidos em Wuhan, província de Hubei, China em dezembro de 2019 (SINGHAL, 2020). A doença é transmitida por inalação ou contato com gotículas infectadas e o período de incubação varia de 2 a 14 dias. Todas as idades são suscetíveis. A infecção é transmitida através de grandes gotas geradas durante a tosse e espirro por pacientes sintomáticos, mas também pode ocorrer em pessoas assintomáticas e antes do início dos sintomas (WANG B et al., 2020). 2

3 O vírus COVID-19 avançou em todos os continentes, em diferentes culturas e nacionalidades. Impõe necessidades de contenção e isolamento de comunidades e pessoas para minimizar o crescimento exponencial do número de pessoas infectadas. Essa infecção viral gera esforços de governos, profissionais de diferentes especialidades, empresas e um conjunto de pessoas genuinamente interessadas em contribuir na assistência, segurança e provimento de recursos necessários à redução da velocidade de difusão da doença e na mitigação de seus resultados na saúde das pessoas (CRUZ et al., 2020). As características clínicas de COVID-19 são variadas, Huang et al., relataram os primeiros casos na China, com manifestação clínica comum de febre, tosse, mialgia, fadiga e dispneia, com disfunção de órgãos (por exemplo: síndrome do desconforto respiratório agudo SDRA, choque, cardiopatias e lesões renais agudas) e morte, nos casos graves (TEICH et al., 2020). Entre os fatores de risco para desfechos mais graves como a necessidade de internação em unidade de terapia intensiva (UTI), uso de ventilação mecânica e maior chance de óbito para a COVID-19 estão: idade de 65 anos ou mais; pessoas internadas em instituições de longa permanência; pacientes com doença pulmonar obstrutiva crônica, asma (moderada a grave) e dependentes de oxigênio; pessoas com problemas cardíacos graves ou descompensados; hipertensos descompensados; diabéticos; portadores de doenças cromossômicas ou estado de fragilidade imunológica; indivíduos com insuficiência renal crônica avançada; gestantes de alto risco; pessoas de qualquer idade com obesidade grave (IMC > 40); e condições médicas, como doenças hepáticas. É possível ainda que a COVID- 19 seja uma doença endotelial, podendo levar a quadros graves de coagulopatias e tromboses (SILVA; MOREIRA, MARTINS, 2020). Segundo dados da Pesquisa Nacional de Saúde (PNS) do IBGE realizada em 2013, cerca de 42% dos brasileiros se enquadram no grupo considerado de risco para o COVID-19, no entanto estes fatores de risco não se encontram distribuídos igualmente entre a população. A proporção de pessoas a com um ou mais fatores de risco é de 54% para os que declararam ter frequentado apenas o ensino fundamental, ante 28% para os que frequentaram o ensino médio e 34% para os que chegaram a cursar o ensino superior ou pós-graduação. Esta diferença é ainda maior quando se considera quem tem mais de um fator de risco, sendo a presença de dois ou mais fatores de risco três vezes maior entre aqueles que frequentaram apenas o ensino fundamental do que entre aqueles que frequentaram o ensino médio (PIRES, CARVALHO e XAVIER, 2020). Tornando claro desta forma, além dos mecanismos fisiopatológicos o país também enfrenta o fator de risco social. 3

4 O conhecimento do impacto dos fatores de risco em pacientes com COVID- 19 ajudam ao melhor entendimento dessa patologia viral e pode ser um recurso no tratamento médico adequado precoce dos pacientes. 2. OBJETIVOS 2.1 OBJETIVO GERAL Verificar a prevalencia de fatores de risco pré-existentes associados em individuos que tiveram COVID OBJETIVOS ESPECÍFICOS Verificar os fatores de risco associados a COVID-19 Verificar a taxa de internação da população estudada Identificar quais as patologias relacionadas aos participantes com comorbidades pré-existentes; 3. ORIGEM E INFECÇÃO: COVID-19 Desde o surgimento do SARS-COV-2, cientistas do mundo todo tem debatido sua origem. Alguns acreditam que o vírus tenha se originado em laboratório devido sua semelhança com outros SARS- COV, no entanto, sua análise genética a distinguem de qualquer outra coronavírus: a afinidade ideal para o receptor da enzima conversora de angiotensina 2 (ECA2). Os pacientes com infecção por SARS-CoV-2 podem apresentar sintomas que variam de leves a graves, sendo uma grande parte da população portadores assintomáticos (VELAVAN,2020). Velavan (2020) relata que os sintomas mais comuns relatados são febre, tosse e falta de ar. Em pacientes com pneumonia, a radiografia de tórax geralmente mostra manchas múltiplas e opacidade em vidro fosco. Sintomas gastrointestinais como vômitos, diarreia e dor abdominal são descritos em alguns pacientes com COVID-19, e em uma certa parte dos pacientes, diarreia e náusea precedem o desenvolvimento de febre e sintomas respiratórios. De Oliveira Junior (2020) descreve 4 fases da infecção: Na fase 1 (primeira semana de surgimento dos sinais e sintomas), o indivíduo apresenta um estado gripal, com mal estar, coriza, febre intermitente, alteração no olfato e paladar, diarreia (~25%) e conjuntivite. Na fase 2 (segunda semana de evolução dos sinais e sintomas), começa a surgir 4

5 tosse seca, a febre tende a aumentar (~37,5 a 38ºC), pode iniciar artralgia e mialgia. Na fase 3 o individuo pode apresentar complicações muito mais abruptas do que as fases anteriores. A evolução para essa fase é rápida, ocorre em média entre o oitavo e o décimo dia. Os sinais e sintomas mais comuns são cronificação de tosse seca e cansaço com dispneia, que explica a queda da SO2 para os valores entre 90% e 92%, devido a isso podem começar a apresentar uma hipóxia tecidual. A fase 4 pode ocorrer entre o décimo segundo e décimo quarto dia, quando cerca de 50% dos pacientes necessitam de intubação por conta das complicações no sistema respiratório e hematológico. Apresentando um quadro de síndrome do desconforto respiratório, ocorre a queda da SO2 para cerca de 80% a 90%, a diminuição do ph ao redor de 7,25 a 7,31 e o aumento da concentração de CO2 e lactato na corrente sanguínea, caracterizando uma acidose mista (aumento da CO2, causando acidose respiratória, e aumento da lactato, causando acidose metabólica). Com essa hipóxia, passa a ser prejudicados órgãos e sistemas que necessitam de grande parte do débito cardíaco, como fígado e rins. O Ministério da Saúde têm proposto que testes em larga escala são necessários a a identificação precoce do COVID-19, para assim ser tomadas medidas necessárias e melhores entendimentos do comportamento da doença para definir as melhores estratégias e ações para combate da infecção. 4. MATERIAL E MÉTODO A amostra foi constituída por participantes, que atenderam os seguintes critérios de inclusão: indivíduos que testaram positivo para COVID-19. Como critérios de exclusão: indivíduos que testaram negativo para COVID-19, indivíduos que não assinaram o Termo de Consentimento Livre e Esclarecido e indivíduos que fizeram de forma incorreta o preenchimento do questionário. Desta forma, responderam ao questionário 145 indivíduos, destes foram excluídos 44 indivíduos que não testaram positivo para a COVID-19. Procedimento O questionário foi aplicado via digital e divulgado através de redes sociais, permanecendo aberto por um período de quatro semanas, tempo suficiente para obter o número de entrevistas necessárias para a realização deste estudo. 5

6 Ao acessar o link do questionário, o participante lia do Termo de Consentimento Livre e Esclarecido (TCLE) e somente teve acesso ao questionário quem aceitou o TCLE. Quem aceitou foi encaminhado para uma próxima sessão, que era relacionado ao diagnóstico de COVID-19 com teste, assim somente os que testaram positivo acessaram o questionário elaborado. Instrumento Foi criado um questionário digital, via Google Forms. O questionário constituído por 15 perguntas, sendo 5 perguntas sobre o entrevistado, 2 perguntas sobre o teste utilizado, 1 pergunta sobre os fatores pré- existentes, 1 pergunta sobre os sintomas, 2 perguntas sobre o tratamento medicamentoso exigido, 3 perguntas sobre o tipo de internação e 1 pergunta sobre a orientação fisioterapêutica, totalizando um tempo menor que 10 minutos para as respostas. O questionário foi iniciado com aplicação do formulário contendo qual o teste que foi utilizado, idade, sexo, cor/raça, cidade/estado em que reside seguido pelas opções dos testes que foi utilizado para a confirmação da infecção e quais comorbidades o paciente já era acometido. Foi-se perguntado sobre quais os sintomas aferidos e qual o tratamento medicamentoso necessário, se foi necessário o período de internação e quais os procedimentos adotados durante o período pela equipe médica e fisioterapêutica. Análise dos dados Os dados numéricos foram expressos em média e desvio padrão e os dados categóricos expressos em quantidade absoluta e relativa (%). Após análise dos dados, os resultados foram expressos em tabelas. 5. RESULTADOS Participaram da pesquisa 102 (cento e dois) indivíduos, nos quais as características sociodemográficas podem ser encontradas na Tabela 1. Observa-se uma prevalência no sexo feminino (71,6%; n=73) e de etnia branca (48%; n=49), com média de idade de 30,99 anos. Sobre a localização dos indivíduos que foram infectados, pode-se notar que 49,02% (n=50) são moradores de Guarujá/SP. Tabela 1: Caracterização da amostra Variável Média DP Fi Fri% Idade 30,99 10,

7 Sexo Raça Cidade/Estado Feminino ,60% Masculino ,40% Branco ,00% Pardo 45 44,10% Negro ,90% Amarelo ,00% Índigena ,00% Guarujá/SP ,02% Santos/SP 17 16,68% São Vicente/SP 10 9,80% Cubatão/SP ,88% São Paulo/SP 6 5,88% Natal/RN 4 3,92% Praia Grande/SP 4 3,92% Diadema/SP 1 0,98% Florianópolis/SC ,98% Porto Alegue/ RS ,98% Ribeirão Preto/SP 1 0,98% Rio Claro/SP 1 0,98% Legenda: DP - Desvio padrão, Fi - Frequência absoluta, Fri% - Frequência relativa Em relação as principais comorbidades associadas aos que testaram positivo para a COVID-19, de acordo com a Tabela 2 foram evidenciados na pesquisa que em 67,7% (n=69) dos entrevistados não havia fatores pré-existentes. Porém, a comorbidade que mais teve relação com a infecção foi a Hipertensão Arterial, em cerca de 13,7% (n=14) dos participantes. TABELA 2: Comorbidades Variável Fi Fri% Não tinha nenhuma comorbidade 69 67,7% Hipertensão Arterial 14 13,7% Asma ou outras pneumopatias (doenças do pulmão) 11 10,8% Imunodeprimido (Baixa Imunidade) 7 6,9% Obesidade 6 5,9% Diabetes 4 3,9% 7

8 Doenças Reumáticas 2 2,0% Cardiopatias (Doenças do Coração) 1 1,0% Doenças Renais 1 1,0% Legenda: Fi - Frequência absoluta, Fri% - Frequência relativa Sobre as principais características da COVID-19, conforme a tabela 3 nota-se que a maioria dos diagnósticos foi realizado pelo teste de PCR-SWAB, com 72,5% (n=74), e que não houve necessidade de internações em 97,01% (n=99). Observase também que 91,20% (n=93) dos entrevistados não receberam qualquer atendimento fisioterapêutico durante o período de infecção. Tabela 3: CARACTERISTICAS DA COVID Fi Fi (%) PCR- SWAB 74 72,50% TESTES APLICADOS Teste de Anticorpos 30 29,04% Teste Rápido 11 10,08% INTERNAÇÕES ATUAÇÃO DA FISIOTERAPIA Não 99 97,01% Sim, enfermaria 3 2,90% Não 93 91,20% Sim (internação, clínica) 9 8,90% Legenda: Frequência absoluta, Fri% - Frequência relativa 6. DISCUSSÃO Do primeiro diagnóstico da Covid-19 ser detectado no Japão até o paciente zero ser diagnosticado no Brasil, se passaram somente 3 meses. Ocorrendo no dia 26 de fevereiro de 2020, no HIAE (Hospital Israelita Albert Einstein). Neste mesmo Hospital houve o primeiro diagnóstico de transmissão local por Covid-19, dia 11 de março de 2020, mesmo dia em que a OMS passa a considerar pandemia a infecção pelo SARS-CoV-2 (TEICH et al., 2020). Os números de casos e a crescente expansão da COVID-19 no cenário mundial continua causando preocupação. No Brasil, o número de infectados é de , com óbitos segundo atualização no dia 21 de agosto de 2021 do Painel COVID-19 do Ministério da Saúde. (Coronavírus Brasil. Painel Coronavírus) Diante desse caos global, milhares de profissionais da saúde se mobilizam afim de estudarem a nova doença e como ela se relaciona com 8

9 outras comorbidades (GUERRA, Mellyne Henriques et al., 2020). Colaborando com os estudos, nesta pesquisa os participantes do questionário realizado tinham como média de idade de 30,99 anos (TABELA 1), que foi de encontro com a pesquisa de Machado et al. (2021) onde relata que no Estado da Bahia 24,36% eram referentes a faixa etária de anos, diferente da cidade de São Paulo, onde Teich et al. (2020) informa que a média de idade dos paciente tinham 39,9 anos e de Xangai, cidade mais populosa da China, que entre janeiro e fevereiro de 2020, 47,4% dos pacientes admitidos possuía a média de 51 anos (Shen Y et al., 2020). Em relação a pesquisa acredita-se que a média de resultado obtido tenha sido influenciada devido ao meio virtual do questionário ser de mais fácil acesso entre o publico mais jovem. No que se refere ao sexo da maioria dos participantes, houve prevalência de 71,6% em mulheres, estes resultados corroboram com o estudo epidemiológio realizado na Bahia, onde o sexo feminino apresentou uma maior frequência, (MACHADO et al., 2021) diferenciando-se do estudo realizado no HIAE em que relata que os diagnósticos se deram na maioria entre homens (56,9%). (TEICH et al., 2020). Esse dado pressupõe que as mulheres costumam recorrer a serviços de saúde em maior quantidade que os homens. E grande parte dos estudos realizados destacam que embora as mulheres tenham uma maior taxa de infecção, a taxa de mortalidade presente nos homens foi mais alta. (MACHADO et al., 2021) Certo estudo demonstrou que o cromossomo x possui uma maior densidade de genes referidos a imunidade. Além do mais, o estrógeno, presente de forma hormonal na mulher, contém um ativador imunológico, que atua com uma vigorosa resposta imunológica (Tromp, G. et al., 2019). No que tange a raças/etnias, os resultados demonstraram que a infeccção esteve presente em maior parte na etnia branca. Esses dados não corroboram com a pesquisa de Machado et al. (2021), onde tanto o número de casos da infecção quanto o número de óbitos foram maiores na cor parda, supostamente pelo motivo de que 58,5% da população baiana é parda. Assim, possivelmente os resultados obtidos se devam ao fato da população e dos participantes em sua maioria ser de etnia branca, assim como é a maioria da população brasileira, segundo estudo de Araujo et al. (2020). Um dado interessante constatado na pesquisa é que a maioria de mortes relatadas foi em população de etnia negra, esse impacto do virus não corroborou com a idéia de que a COVID-19 seria uma doença que afeta todos as classes sociais de forma igualitária. Conforme a Tabela 2 da pesquisa, foi evidente que a maioria dos participantes infectados não possuia comorbidades presentes em grupos de risco, 9

10 o que referencia a baixa quantidade de internação dos que responderam a pesquisa. Vários estudos relacionam o diabetes Mellitus, a hipertensão arterial sistêmica, a doença cerebrovascular e a idade como fatores de risco mais contundentes em relação à internação. E de todos os pacientes internados em UTI a maior frequência de casos que vinham a óbito possuíam alguma dessas doenças crônicas (GUAN W et al., 2020). Outro estudo realizado indica que ocorrem altas taxas de infecções em pacientes que tinham adquiridas principalmente a Hipertensão Arterial (CHEN T et al., 2019) Este dado corrobora com esta pesquisa, onde destaca em maior incidência de comorbidade entre os participantes, a Hipertensão Arterial. De acordo com Ferrari (2020), a incidência de sintomas cardiovasculares é alta em pacientes acometidos pela COVID-19, devido à resposta inflamatória sistêmica e distúrbios do sistema imunológico durante a progressão da doença. Por este motivo, pacientes com doenças cardiovasculares subjacentes que são infectados por COVID-19 podem apresentar prognóstico pior. Estudos confirmam a preocupação da associação da Hipertensão Arterial Sistêmica (HAS) ao aumento da gravidade das lesões pulmonares e evolução para um quadro fatal. Têm-se associado os receptores da enzima conversora da angiotensina (ECA), especificamente a ECA2, como uma das formas que o COVID- 19 usa para acessar as células (FERRARI, 2020). Os inibidores da enzina conversora de angiotensina (IECA S) e bloqueadores dos receptores de angiotensina II (BRA S) são considerados os principais fármacos dos pacientes hipertensos. Ambos os medicamentos atuam de forma contraditória, e causando a redução da angiotensina II e das citocinas por ela produzidas proporciona um nível elevado de receptores da ECA2. Assim, o relacionamento destes medicamentos têm sido discutido em uma série de estudos sobre a sua administração em pacientes com alta gravidade infecciosa da SARS- COV-2 (DE BRITO et al.; 2020). Todos os estudos concordam que esse assunto precisa de maiores esclarecimentos e comprovações, visto que os medicamentos administrados em pacientes com HAS são muito importantes para evitar outras comordidades associadas em longo prazo. A asma foi caracterizada na pesquisa como segunda comorbidade de maior incidência nos fatores pré-existentes da infecção (TABELA 2). Sabendo-se que a COVID-19 atinge principalmente o trato respiratório (MINISTÉRIO DA SAÚDE, 2021), e infecções virais são um dos fatores importantes para a exacerbação da asma (CARVALHO et al., 2020), fica evidente que existe base para preocupações de como esses dados se correlacionam. O artigo de revisão de Carvalho et al. (2020) descreve que em muitos estudos pacientes com asma ficaram mais suscetíveis em infecções virais respiratórias e tiveram sintomas mais severos do que os que não possuíam asma. No entanto, para o SARS-COV-2 a 10

11 asma foi diagnosticada como sendo um das comorbidades mais comuns em casos sem severidade, o que corrobora com o dado obtido nesta pesquisa que não houve também casos graves nos participantes. Um dado interessante obtido nesta pesquisa é a incidência de participantes imunodeprimidos (TABELA 2), este dado pode se relacionar intimamente a outras comorbidades, considerando o fato que doenças como diabetes e hipertensão tendem a baixar a imunidade, devido ao estresse e dano vascular. O tecido adiposo excessivo é pró- inflamatório e produz aumento de citocinas, em especial as adipocinas, estas em grandes quantidades prejudicam as respostas imunes adaptativas aos vírus, ocorrendo assim com a COVID-19 (DE CARVALHO et al., 2020). O estudo de De Carvalho et al.(2020) apontou a obesidade como maior causa de óbito em cidades do Nordeste do Brasil, indicando assim que a baixa prevalência dessa comorbidade no presente estudo reforça mais uma vez a idéia de que a baixa porcentagem de internação se deve ao fato da baixa prevalência de comorbidades, como a obesidade (somente 5,9% da amostra). Em relação as outras comorbidades com baixas incidências na pesquisa, mas que também são consideradas de alto risco em associação com a infecção por SARS-COV-2, possivelmente devido a baixa taxa de participantes, isso se torna um fator limitante para maiores esclarecimentos. Assim, são necessárias mais pesquisas locais a respeito deste assunto. 7. Considerações Finais Conclui-se com esta pesquisa que embora a grande maioria dos entrevistados não possuam comorbidades ou fatores pré-existentes para terem adquirido a infecção por COVID-19, o que pode indicar os baixos índices de internação. No entanto, entre as comorbidades que tiveram maior incidência se destacam a Hipertensão Arterial, Asma e Imunodepressão. 11

12 8- Referências 1 ALMEIDA K. C.; MARCELINO C. H. da S.; CRUZ L. L. da; ROCHA L. A. S.; FALCÃO F. C. de O. S.; SANTOS J. C.; LIMA S. O.; CÂNDIDO E. A. F. Prevalência e correlação das comorbidades por idade e sexo dos óbitos por COVID-19 no estado de Sergipe - Brasil: Parte I. Revista Eletrônica Acervo Saúde, v. 12, n. 11, p. e4806, 27 nov ARAUJO, Edna Maria et al. COVID-19 morbimortality by race/skin color/ethnicity: the experience of Brazil and the United States. In: COVID-19 morbimortality by race/skin color/ethnicity: the experience of Brazil and the United States CARVALHO, Jóni Costa et al. Asma e COVID-19: Atualização. Revista Portuguesa de Imunoalergologia, v. 28, n. 2, p , CHEN T, WU D, CHEN H, YAN W, YANG D, CHEN G, et al. Clinical characteristics of 113 deceased patients with coronavirus disease 2019: retrospective study. BMJ [ Internet ] Mar [ cited 2020 Jun 1 ]; 368 : m1091. Available from: 5 Coronavírus Brasil. Painel Coronavírus [Internet]. Brasil: Ministério da Saúde; [citado 2021 ago 22]. Disponível em: 6 CRUZ, Roberto Moraes et al. COVID-19: emergência e impactos na saúde e no trabalho. Revista Psicologia Organizações e Trabalho, v. 20, n. 2, p. I- III, DE BARROS, Gabrielly Martins; DE BARROS, Gabriel Martins. COVID-19 no Nordeste brasileiro: características preliminares dos óbitos. Research, Society and Development, v. 9, n. 11, p. e e , DE BRITO, Veronica Perius; DIAS, Fellipe Leonardo Torres; OLIVEIRA, Stefan. Hipertensão arterial sistêmica, uso de bloqueadores dos receptores de angiotensina II e inibidores da enzima conversora da angiotensina e COVID-19: Uma revisão sistemática. InterAmerican Journal of Medicine and Health, v. 3, DE OLIVEIRA JUNIOR, Ricardo Brito; LOURENÇO, Patrick Menezes. Alterações laboratoriais e a COVID-19. RBAC, v. 52, n. 2, p ,

13 10 FERRARI, Filipe. COVID-19: dados atualizados e sua relação com o sistema cardiovascular. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 114, p , GUAN W, NI Z, HU Y, LIANG W, OU C, HE J, et al. Clinical characteristics of coronavirus disease 2019 in China. N Engl J Med [ Internet ] Apr [ cited 2021 Ago 23 ]; 382 ( 18 ): Available from: 12 GUERRA, Mellyne Henriques et al. Covid-19 e tuberculose: coinfecção e riscos. Research, Society and Development, v. 10, n. 2, p. e e , GUIMARÃES, Raphael Mendonça; ELEUTERIO, Tatiana de Araujo; MONTEIRO-DA-SILVA, José Henrique Costa. Estratificação de risco para predição de disseminação e gravidade da Covid-19 no Brasil. Revista Brasileira De Estudos De População, v. 37, MACHADO, Aline Gonçalves; DOS SANTOS BATISTA, Mayara; DE SOUZA, Marcio Costa. Características epidemiológicas da contaminação por COVID- 19 no estado da Bahia. Revista Enfermagem Contemporânea, v. 10, n. 1, p , PIRES, Luiza Nassif; CARVALHO, Laura; XAVIER, Laura de Lima. COVID- 19 e desigualdade: a distribuição dos fatores de risco no Brasil. Experiment Findings, v. 21, SHEN Y, ZHENG F, SUN D, LING Y, CHEN J, LI F, et al. Epidemiology and clinical course of COVID-19 in Shanghai, China. Emerg Microbes Infect. 2020;9(1): SCHRUZ, H., Salie, M., TROMP, G. et al. O cromossomo X e os efeitos específicos do sexo na suscetibilidade a doenças infecciosas. Hum Genomics 13, 2 (2019) SILVA, Andre Luiz Oliveira da et al. COVID-19 e tabagismo: uma relação de risco. Cadernos de Saúde Pública, [S.L.], v. 36, n. 5, p. 1-1, jul FapUNIFESP (SciELO). Disponível em: Acesso em: 21 mar SINGHAL T. A Review of Coronavirus Disease-2019 (COVID-19). The Indian 13

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