Museu das Culturas Dom Bosco
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- Sofia Ferretti Moreira
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1 c a p a Museu das Culturas Dom Bosco Iluminação enaltece culturas indígenas brasileiras Por Claudia Sá Fotos: Sérgio Sato LOCALIZADO NO INTERIOR DO PARQUE DAS NAÇÕES INDÍGENAS, EM CAMPO Grande, Mato Grosso do Sul, o recém-inaugurado Museu das Culturas Dom Bosco é uma homenagem e um registro das formas de vida dos índios brasileiros. O acervo, composto por cerca de 6 mil objetos, permite ao visitante passear pelas culturas de etnias indígenas, oriundas de diversas partes do Brasil, como a Bororó e Xavante, habitantes de Mato Grosso; Karajá, de Goiás; Kadiwéu e Terena, de Mato Grosso do Sul; e de povos do Alto Rio Negro, no Amazonas. Formada por quatro blocos interligados, com varandas e um grande pátio para contemplação do parque, a construção ocupa uma área de metros quadrados. Iniciada em 1993 pelo governo do Estado, e em seguida abandonada, foi retomada em 2004 pela Missão Salesiana de Mato Grosso e Universidade Católica Dom Bosco, graças a uma parceria com o governo. O projeto arquitetônico, de autoria dos arquitetos Eduardo Fachini e Elvio Garabine, e executado pelo arquiteto Apolinário Ramos, mesclou elementos da arquitetura moderna com forte presença de linhas retas e colonial, como pode ser notado, por exemplo, no revestimento externo de tijolos cerâmicos naturais aparentes. Com museografia criada pelo artista italiano Massimo Chiappetta, as áreas destinadas às exposições ganharam galerias subterrâneas e painéis com formas geométricas que remetem às culturas indígenas e deram aos ambientes ares futuristas. 12
2 13
3 Caminho de acesso ao museu. A luminotécnica, assinada pelo lighting designer Nasri Ibrahim, teve como proposta revelar as obras de arte e os elementos arquitetônicos, integrandose sutilmente às características dos ambientes. Procuramos adotar uma iluminação suave, que não ofuscasse ou concorresse com as exposições ou com a arquitetura, afirma Ibrahim. O projeto lançou mão da tecnologia da fibra ótica para revelar o acervo e as formas dos elementos arquitetônicos criados por Chiapetta. E para as demais áreas buscou uma iluminação versátil, que atende às necessidades de cada obra, de acordo com suas dimensões, formas e tipos de materiais. Área externa Para marcar o extenso caminho que dá acesso ao museu, foram utilizados balizadores de 30 centímetros de altura, com lâmpadas fluorescentes compactas de 20W, a 2700K. Na fachada frontal do prédio, a iluminação destacou, em uplight, a série de colunas da varanda que envolve toda a área, com luminárias de embutir e lâmpadas Powerac HQI-R, de 70W/35, aplicadas no solo, próximo à base de cada coluna. O interior da varanda recebeu uma luz amarelada e tênue, fornecida por uma seqüência de luminárias de embutir, com lâmpadas Powerac HQI PAR 38, de 70W/35, a 3200K, instaladas na área central do forro de gesso, acompanhando toda a sua extensão. Estas peças foram distribuídas de forma estratégica para criar focos de luz nos vãos entre as colunas, com uma intensidade de luz que não concorre com a do interior do prédio, diz Ibrahim. As fachadas laterais receberam banho de luz, produzido por dez projetores simétricos e dois assimétricos, com lâmpadas Powerstar HQI-E sílica, de 250W, a 4000K. As peças foram instaladas em bases de alvenaria, localizadas a aproximadamente 2,5 metros das paredes. O facho de luz simétrico lança luz para frente e o assimétrico é direcionado para cima, fornecendo, assim, luz para toda a extensão das fachadas. A intenção é destacar a volumetria do prédio e, ao mesmo tempo, aumentar a segurança nestas áreas, com uma iluminação chapada, sem pontos de escuridão, explica o lighting designer. Saguão principal Para este espaço, onde os visitantes são recepcionados, foi desenvolvida uma iluminação geral indireta, com luminárias pendentes, feitas sob medida. As peças, de alumínio e vidro temperado, dispostas nas extremidades do teto, abrigaram lâmpadas Powerstar HQI-TS, de 150W, a 3000K. A luz produzida formou círculos de luz em todo o contorno do teto. Os balcões de venda de souvenires, localizados no centro do saguão, foram destacados com uma fileira de luminárias embutidas no forro, para Saguão principal: iluminação indireta criou círculos de luz em todo contorno do teto. 14
4 Na sequência das fotos: Escultura de cobre com objetos dos kadwieus e terenas; espaço arqueológico; e vitrine de concreto e vidro com objetos dos karajás. Iluminação feita com luminárias embutidas no teto. lâmpadas Powerac HQI-R, de 70W/35, a 3200K. Com este sistema de iluminação, criamos sensações de conforto e amplidão no ambiente, com um nível de iluminação adequado, diz. Sala de exposições temporárias Para viabilizar a montagem das diferentes exposições que o espaço deve abrigar, com obras de volumes e formas variadas, optou-se pelo uso de trilhos eletrificados, instalados no contorno e no centro do teto. Estes equipamentos abrigam spots direcionáveis para lâmpadas dicróicas, PAR 20 e AR111, para serem acionadas conforme o tipo de obra de arte que vão iluminar. Para ocasiões em que são necessárias as criações de efeitos de luz e sombra foram especificadas lâmpadas dicróicas de 50W/36º e 12V. Os modelos AR 111, de 50W/8 e 12V, podem ser acionados para uma iluminação ainda mais pontual, que valoriza o objeto e despreza o entorno. A luz geral é fornecida pelas lâmpadas PAR 20, de 50W/30 e 220V. A iluminação ambiental é complementada com arandelas, instaladas nas paredes laterais, logo acima dos nichos que abrigam fotografias e painéis. Com lâmpadas fluorescentes compactas de quatro pinos, 36W, a 840K, estas peças quadradas, feitas de alumínio, pintadas de branco, e com refletores, emanam uma luz amarelada, proporcionando ao local uma ambientação aconchegante. Sala de exposições permanentes Logo ao entrar, o visitante é surpreendido com peças expostas nos lugares mais inusitados. Desenhos geométricos no teto e no piso e também em placas verticais com exposição de obras, fazem deste espaço, de 1200 metros quadrados, um dos mais atraentes do museu. O acervo, dividido por etnias, conta com peças das culturas dos bororós, xavantes, karajás, kadiwéus, terenas e dos povos do Alto Rio Negro. Para destacar as formas destes elementos arquitetônicos foi desenvolvido um sistema de iluminação com fibra ótica. Uma galeria criada no piso, que poderia ser comparada a um labirinto circular, bem no meio do salão, busca reproduzir os principais movimentos das danças dos xavantes 16
5 Ficha Técnica Galeria subterrânea dos xavantes iluminada com fibra ótica. Design homenageia danças desses povos. Luminotécnica: Nasri Ibrahim / Light Design Campo Grande Arquitetura: Eduardo Fachini e Elvio Garabine Execução: Apolinário Ramos / A&R Construções Coordenação da museografi a: Massimo Chiapetta Fibra ótica: Fasa Fibra Ótica Lâmpadas: Osram Luminárias: Light Design, Alloy, Altena, Máximo, Ella Design e Incolux Reatores: Trancil e Philips Transformadores: Trancil e abriga materiais referentes a estes povos. Nestes corredores subterrâneos foram criados, com fibra ótica, pontos de luz nos beirais, próximo à cobertura de vidro. Outra área contemplada por este sistema de iluminação é a destinada aos povos do Alto do Rio Negro, localizada na lateral esquerda da sala, cercada por um biombo ondulado, com figuras vazadas que lembram utensílios indígenas. Pontos de luz produzidos por fibra ótica contornaram as galerias circulares, retangulares e em forma de onda, criadas no piso, ao longo do corredor de exposições. Para iluminar o acervo, foram utilizados, no sistema de fibras óticas, 110 fontes de iluminação de 75W halógenas, IRC 100 e temperatura de cor de cerca de 3000K, das quais 21 delas desenhadas especificamente para o projeto. No total foram aproximadamente metros de cabos óticos pontuais. A FASA, fornecedora do sistema, também desenvolveu 1558 terminais exclusivos para a aplicação nas vitrines de concreto, que tornaram possível ajustes orientáveis de facho e estética delicada, uma vez que os terminais foram projetados para estarem embutidos no concreto. Conjunto de sancas fazem iluminação geral do anfiteatro. Mais ao fundo, no centro da sala, duas placas de cimento arqueadas demarcam a área destinada ao ritual fúnebre dos bororós. O interior da área é composto por uma série de placas menores, dispostas em círculo e mais dois arcos no centro. As obras de arte e os elementos arquitetônicos deste ambiente foram destacados com efeito de luz e sombra, produzido por luminárias direcionáveis, embutidas no teto, com lâmpadas dicróicas de 50W 36. Para iluminar todas as demais áreas de exposições, foram utilizadas 82 luminárias direcionáveis, embutidas no teto, com diferentes modelos de lâmpadas, potências, aberturas de foco e temperaturas de cor, a fim de atender às necessidades da museografia. A utilização de lâmpadas dicróicas de 20W ou 50W, de 10 ou 36, deveu-se ao fato de que os objetos iluminados são de diferentes tamanhos, e a potência e o grau utilizados para cada peça respeitam estas características, afirma Ibrahim. A iluminação geral é feita com arandelas, iguais às da sala de exposições temporárias, aplicadas nas duas paredes laterais, com lâmpadas fluorescentes compactas, de quatro pinos, com 36W, a 840K. Anfiteatro A iluminação geral do anfiteatro é fornecida por uma seqüência de sancas, dispostas em ziguezague, criada no forro de gesso, com 42 lâmpadas fluorescentes tubulares, seis em cada sanca, de 32W, a 4000K. Para marcar a parede que margeia o corredor de acesso à platéia, foram aplicadas, no teto, três luminárias de embutir para lâmpadas AR 111, de 50W/24, com focos direcionados para a parede. A área do palco foi ressaltada com três luminárias embutidas no teto com lâmpadas Powerac HQI-R, de 70W, a 3200K. 18
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