PROF. JOÃO GABRIEL DA FONSECA
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- Rosa Deluca Tuschinski
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1 Alta idade média (Séculos v AO X) CARACTERÍSTICAS GERAIS OS POVOS BÁRBAROS O FEUDALISMO O IMPÉRIO CAROLÍNGEO ou REINO CRISTÃO DOS FRANCO O IMPÉRIO BIZANTINO: O IMPÉRIO ÁRABE Baixa Idade Média (SÉCULOS XI AO XV) CARACTERÍSTICAS GERAIS CRESCIMENTO POPULACIONAL O MOVIMENTO CRUZADISTA (séc. XI XIII) O RENASCIMENTO COMERCIAL O RENASCIMENTO URBANO FORMAÇÃO DAS MONARQUIAS NACIONAIS A CRISE DOS SÉCULOS XIV E XV A CULTURA MEDIEVAL
2 ALTA (séc.v a X) BAIXA (séc.x a XV) invasões bárbaras descentralização política ruralização da sociedade formação do feudalismo consolidação da Igreja Cruzadas renascimento comercial ressurgimento urbano crise do feudalismo surgimento da burguesia ANTIGA IDADE MÉDIA MODERNA 476 dc Queda de Roma ORIENTE 1453 Queda de Constantinopla CIVILIZAÇÃO ÁRABE (séc.vii: Imp Islâmico)
3 CONCEITO Idade Média: modo de produção feudal feudo: propriedade & privilégio relações de dependência pessoal ORIGENS síntese de instituições romanas e bárbaras ROMANAS: + GERMÂNICAS: villa: feudo comitatus: lealdade colonato: servidão beneficium:recompensa cristianismo direito consuetudinário FEUDALISMO
4 1 CARACTERÍSTICAS GERAIS: Formação e apogeu do Feudalismo. Período de constantes invasões e deslocamentos populacionais. Síntese de elementos do antigo Império Romano + povos bárbaros + cristianismo.
5 2 OS POVOS BÁRBAROS: Povos fora das fronteiras (sem cultura greco-romana). Germânicos principal grupo (suevos, lombardos, teutônicos, francos, godos, visigodos, ostrogodos, vândalos, burgúndios, anglos, saxões...). Economia agropastoril. Ausência de comércio e moeda. Ausência de escrita. Politeístas. Inicialmente sem propriedade privada. Poder político = casta de guerreiros. Direito Consuetudinário (tradição). COMITATUS (laços de dependência entre guerreiros).
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7 3 O FEUDALISMO Economia: agrícola, auto-suficiente (subsistência), sem comércio e moeda. Unidade econômica básica: FEUDO (benefício). MANSO SENHORIAL castelo + melhores terras. MANSO SERVIL terras arrendadas (lotes = glebas ou tenências). MANSO COMUNAL bosques e pastos (uso comum) Visão interna da casa dos servos
8 Sociedade: Estamental (posição social definida pelo nascimento). Poder vinculado à posse e extensão da terra. Laços de dependência pessoal: SUSERANIA e VASSALAGEM (entre nobres); SENHOR e SERVOS. CLERO: terra + poder político + poder ideológico (salvação) NOBREZA: terra + poder político (defesa) SERVOS: obrigações (corvéia, talha, banalidades, tostão de Pedro, dízimo, mão-morta, capitação, formariage...) e VILÕES: quase servos, porém com menos obrigações
9 Política: descentralização; Ideologia: Teocentrismo IGREJA: maior instituição (atuante em todos os setores) Conformismo, continuismo Ética paternalista cristã
10 Elementos feudais: ROMANOS Clientela (dependência entre servos e senhores) Colonato (fixação na terra origem da servidão) Vilas (grandes propriedades rurais origem dos feudos) Igreja GERMÂNICOS Comitatus (dependência entre nobres base da suserania e vassalagem) Subsistência (ausência de comércio e moeda) Economia agropastoril Direito consuetudinário (tradição oral)
11 4 O IMPÉRIO CAROLÍNGEO ou REINO CRISTÃO DOS FRANCOS Atual França. Único reino bárbaro relativamente duradouro. Dinastia Merovíngea: Clóvis (496) conversão ao cristianismo. Conquista da Gália. Ruralização. Distribuição de terras entre clero e nobreza. Fragmentação do poder. Últimos reis da dinastia: Reis Indolentes (incompetência administrativa). Poder de fato: Mordomos do Paço ou do Palácio (espécies de prefeitos ou primeiro ministro). Carlos Martel (732) Bloqueio aos árabes na França (Batalha de Poitiers).
12 Dinastia Carolíngea Pepino, o Breve ( ): Expulsão dos lombardos da Península Itálica. Doação para a Igreja (Patrimônio de São Pedro). Apoio da Igreja. Carlos Magno ( ): Auge. Guerras de conquista. Doações para nobres (laços de dependência). Centralização relativa.
13 Apoio da Igreja (expansão do cristianismo). Tentativa de reconstruir o Império Romano do Ocidente. Divisão imperial em 300 partes (condados, ducados e marcas). Missi Dominici funcionários imperiais (burocracia). Capitulares leis imperiais. CARLOS MAGNO Renascimento carolíngeo preservação de obras clássicas em escolas eclesiásticas. Luís, o Piedoso ( ) Enfraquecimento. Agravamento da descentralização política. Disputas pela sucessão imperial após morte de Luís, o Piedoso.
14 Tratado de Verdum (843): Divisão do Império. OCIDENTE Carlos, o Calvo (atual França); CENTRO Lotário (atuais Itália e Suíça); ORIENTE Luís, o Germânico (atual Alemanha).
15 1 O IMPÉRIO BIZANTINO: Império Romano do Oriente ou Império Grego. Constantinopla capital. Antiga Bizâncio, hoje Istambul (TUR). Local privilegiado estrategicamente contatos entre Oriente e Ocidente, rota de comércio. Comércio ativo + produção agrícola próspera = riquezas. Resistência às invasões bárbaras. Centralização política: Imperador. CESAROPAPISMO: Imperador = chefe do exército + Igreja
16 JUSTINIANO ( ) auge do Império. Conquistas territoriais. Península Itálica + Península Ibérica + Norte da JUSTINIANO África. Compilação do Direito Romano a partir do séc. II. CORPUS JURIS CÍVILIS Poderes ilimitados ao imperador. Privilégios para a Igreja e para a nobreza. Marginalização de colonos e escravos. Burocracia centralizada + gastos militares + impostos. Revoltas populares (Sedição de Nike) Igreja de Santa Sofia (estilo bizantino majestosidade)
17 CATEDRAL DE SANTA SOFIA
18 EXTENSÃO MÁXIMA DO IMPÉRIO BIZANTINO (JUSTINIANO)
19 Influência de valores orientais. Grego língua a partir do séc. VII. Surgimento de heresias: MONOFISISTAS negação da santíssima trindade (Cristo apenas com natureza divina); ICONOCLASTAS destruição de imagens (ícones). 1054: CISMA DO ORIENTE: Igreja Cristã Ortodoxa (Patriarca de Constantinopla); Igreja Católica Apostólica Romana (Papa).
20 Decadência: séc. VII e VIII invasões de bárbaros e árabes; séc. XI XIII alvo das Cruzadas; 1453 Conquistados pelos Turcos Otomanos (marco histórico que delimita oficialmente o fim da Idade Média e início da Idade Moderna.
21 2 O IMPÉRIO ÁRABE: Península arábica. Deserto predominante. Até o séc. VI: divididos em aproximadamente 300 tribos. Beduínos nômades, dedicados a saques, habitavam o deserto. Tribos urbanas habitantes das margens do Mar Vermelho ou ao sul da Península. Dedicavam-se a agricultura e acima de tudo ao comércio. Formaram as principais cidades da região (Meca e Iatreb). Comando em ambas: xeques (sheiks) Meca: centro comercial e religioso. Caaba (cubo) santuário e depósito de imagens de deuses politeístas das diferentes tribos. Administrada pela tribo dos coraixitas.
22 A CAABA - MECA
23 MAOMÉ ( ) membro do ramo pobre dos coraixitas. Profeta que segue a linhagem de Noé, Abraão, Moisés e Jesus. 610 REVELAÇÃO: Só há um Deus que é Alá, e Maomé é seu profeta. Oposição dos administradores coraixitas de Meca. Repressão aos seguidores de Maomé. 622 HÉGIRA: fuga de Maomé e seus seguidores para Iatreb (posteriormente conhecida como Medina a cidade do profeta). Início do calendário muçulmano. População local é convertida. Proclamação da primeira Jihad (esforço coletivo).
24 630 Retorno a Meca com exército de populações convertidas. Destruição de divindades politeístas da Caaba. Anistia a antigos opositores. Península Arábica é completamente convertida ao islamismo. 632 Maomé morre. Califas continuam expansão do islamismo. 1º Califa: ABU BAKR sogro de Maomé. Motivações: crescimento populacional + busca de terras. Justificativa ideológica: Jihad. Amplas conquistas territoriais: Norte da África, Península Ibérica, Império Persa até parte da Índia, Império Bizantino. Séc. XIII território comparável ao do Império Romano.
25 EXTENSÃO MÁXIMA DO IMPÉRIO ÁRABE:
26 Livro sagrado: AL CORÃO. SUNA: livro de ditos e atos de Maomé. Divisão entre muçulmanos: Após o 4º califa: ALI ABU TALIB (genro e primo de Maomé); MAOWIYA (Síria) apoio da maioria Sunitas (Suna + Al Corão); HASSAN e HUSSEIN filhos de ALI apoio da minoria Xiitas (Al Corão); Ambos assassinados. Hassan (669) e Hussein (680). Este último em Karbala (atual Iraque), um dos principais centros xiitas do mundo.
27 IDADE MÉDIA ( ) SUNITAS E XIITAS NO MUNDO HOJE:
28 Única unidade: religiosa. Politicamente fragmentados em vários califados. Cultura muçulmana: Assimilação de valores de outros povos (hindus, persas, chineses e bizantinos). Tradução e conservação de obras clássicas (Aristóteles e Platão). Medicina: AVICENA ( ) referência mundial até o século XVII com seu compêndio sobre o corpo humano. Matemática: números arábicos, zero, avanços em trigonometria e álgebra. Física: fundamentos da óptica. AVICENA
29 Química: descrição dos processos de destilação, filtração e sublimação; desenvolvimento do carbonato de sódio, nitrato de prata, ácidos nítrico e sulfúrico e álcool. Todas estas descobertas para tentar criar a pedra filosofal e o elixir da longa vida. Arquitetura: cúpulas, minaretes, arcos em ferradura, decoração com motivos geométricos e vegetais.
30 Baixa Idade Média 1 CARACTERÍSTICAS GERAIS: Decadência do feudalismo. Estruturação do modo de produção capitalista. Transformações básicas: auto-suficiência para economia de mercado; novo grupo social: burguesia; formação das monarquias nacionais.
31 2 CRESCIMENTO POPULACIONAL: Fim das invasões. Maior consumo. Excedentes populacionais expulsos dos feudos. Retomada das cidades. Aumento do comércio. Aumento da criminalidade. Aperfeiçoamento de técnicas agrícolas. Moinho hidráulico, arado de ferro... Busca de mais terras para cultivo.
32 3 O MOVIMENTO CRUZADISTA (séc. XI XIII): Movimento religioso e militar dos cristãos para retomar a Terra Santa (Jerusalém), em poder dos muçulmanos. Acomodação de excedentes populacionais. Busca de terras (nobreza). Busca de aventura ou enriquecimento (pilhagens). Absolvição dos pecados ou cura de enfermidades. Interesse comercial (mercadores italianos). 8 cruzadas oficiais e 2 extra oficiais. Fracasso militar.
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35 INSTRUMENTOS DE TORTURA UTILIZADOS CONTRA AS HERESIAS, CONSOLIDANDO O TRIBUNAL DA INQUISIÇÃO CADEIRA INQUISITÓRIA ESMAGA CRÂNEOS CINTO DE ESTRANGULAMENTO ESMAGA SEIOS FORQUILHA DO HEREGE
36 Sucesso comercial (reabertura do Mar Mediterrâneo e das rotas de comércio entre o Oriente e o Ocidente).
37 4 O RENASCIMENTO COMERCIAL: Cidades italianas. Surgimento de rotas de comércio ligando o continente europeu. Cruzamento de rotas: feiras. - Champanhe (FRA) e Flandres (BEL). Retomada da moeda. Atividades de crédito e bancárias. Séc. XII HANSAS ou LIGAS: associações de comerciantes. - Comércio em grande escala. - LIGA HANSEÁTICA (ALE) Mar do Norte
38 ROTAS DE COMÉRCIO MEDIEVAIS:
39 5 O RENASCIMENTO URBANO: Retomada do comércio impulsiona o renascimento urbano. Burgos (fortalezas). Burgueses: habitantes dos burgos (artesãos e comerciantes). Movimento comunal (séc. XI XIII): libertação das cidades da autoridade dos senhores feudais. CARTAS DE FRANQUIA: autonomia. Guerras ou indenizações.
40 GUILDAS: associações de mercadores (monopólio do comércio local, controle da concorrência estrangeira, regulamentação de preços). CORPORAÇÕES DE OFÍCIO: associações de artesãos (monopólio das atividades artesanais, controle da concorrência, regulamentação de preços, estabelecimento de normas de produção, controle de qualidade e assistência aos membros). Formação de grupo de grandes comerciantes e artesãos que se sobrepunham aos demais, impondo seu poder econômico. Trabalho assalariado.
41 6 FORMAÇÃO DAS MONARQUIAS NACIONAIS: Aliança entre reis e burgueses. Reis: redução de poderes dos nobres e da Igreja. Burguesia: unificação de impostos, moeda e sistema de pesos e medidas. Nobreza e clero: cargos e pensões concedidos pelo rei. A monarquia francesa: Capetíngeos ( ): medidas que fortaleceram o poder real em detrimento da autoridade descentralizadora dos senhores feudais.
42 Felipe Augusto ( ): exército nacional, conquistas territoriais, controle de subvassalos, concessão de cartas de franquia (maior renda), criação de impostos nacionais. Luís IX ( ): maior poder para tribunais reais, moeda nacional, engajamento no movimento cruzadista (São Luís). Filipe IV, o Belo ( ): atritos com a Igreja, convocação dos Estados Gerais, Cativeiro de Avignon ( ), CISMA DO OCIDENTE. Guerra dos Cem Anos ( ): Enfraquecimento da nobreza. Nacionalismo francês. Consolidação do poder real.
43 A monarquia inglesa: Enfraquecimento da nobreza. Guerra dos Cem Anos. Guerra das 2 Rosas ( ): YORK X LANCASTER Henrique VII centralização monárquica. As monarquias Ibéricas: Guerra de Reconquista (espírito cruzadista). ESP: Reis Católicos: Fernando (Aragão) e Isabel (Castela). POR: Dinastia de Borgonha Reconquista Dinastia de Avis (1385) Estado Nacional com aliança da burguesia.
44 7 A CRISE DOS SÉCULOS XIV E XV: Guerra dos Cem Anos ( ): FRA* X ING Sucessão do trono francês Filipe IV (Dinastia Valois FRA) X Eduardo III (ING) Controle de Flandres (comércio de tecidos) 1ª fase vantagem da ING Carlos V (FRA) recuperação parcial francesa Disputa interna pelo poder na FRA: Armagnacs* X Borghinhões ING + Borguinhões: controle de quase metade da FRA. Recuperação francesa: Joana D Arc + Carlos VII Centralização política da FRA.
45 Peste Negra ( ): Peste bubônica. Morte de 1/3 dos europeus (25 milhões). Enfraquecimento dos nobres.
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48 JACQUERIES rebeliões camponesas.
49 8 A CULTURA MEDIEVAL: Simplicidade, rusticidade. Igreja controle cultural (mosteiros). Teocentrismo. Séc XII Universidades (renascimento comercial). Filosofia: Alta Idade Média: Santo Agostinho. Filosofia Clássica + Cristianismo. Natureza humana é corrompida. Fé em Deus = Salvação
50 Baixa Idade Média: Escolástica (São Tomás de Aquino). Harmonia entre razão e fé. Valorização do esforço humano. Livre arbítrio. Clero = orientador moral e espiritual. Liberdade de escolha = concepções da Igreja. preço justo condenação da usura. Arquitetura Alta Idade Média: ROMÂNICA construção maciça, pesada, linhas simples, horizontalidade, poucas janelas (idéia de segurança e tranqüilidade).
51 Baixa Idade Média: GÓTICA leveza, graciosidade, verticalidade, grandes janelas, vitrais, luminosidade. ESTILO ROMÂNICO ESTILO GÓTICO
52 ARQUITETURA: O ROMÂNICO E O GÓTICO O românico teve seu apogeu durante o século XII. Apresentava as paredes maciças e as janelas pequenas, prevalecendo interiores escuros, com linhas horizontais e grandes e pesadas pilastras, lembrando a construção dos mosteiros medievais. O gótico desenvolveu-se mais tarde, durante o século XIII, constituindo uma arte essencialmente urbana. Seus elementos, que caracterizam a construção de grandes catedrais, como a de Notre-Dame, de Paris, são o arco ogival, a abóbada nervurada e a decoração exterior, além da utilização de vitrais, que permitem melhor iluminação interna.
Império Romano do Oriente ou Império Grego.
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Conceito de Feudalismo: Sistema político, econômico e social que vigorou na Idade Média.
Conceito de Feudalismo: Sistema político, econômico e social que vigorou na Idade Média. 1.Decadência do Império Romano fragmentação do poder político. Ruralização da Sociedade; Enfraquecimento comercial;
REINO FRANCO E FEUDALISMO. Professor Romildo Tavares
REINO FRANCO E FEUDALISMO Professor Romildo Tavares REINO FRANCO Clovis unificou os povos Francos e originou a Dinastia Merovíngia. Converteu-se ao cristianismo e passou a ter o apoio da igreja católica.
1. Formação do Feudalismo
1. Formação do Feudalismo 1.1. Herança Romana O COLONATO foi uma instituição de fins do Império Romano, em que trabalhadores (colonos) recebiam um lote de terra para seu sustento, em grandes propriedades
A EUROPA FEUDAL PROFESSOR OTÁ
A EUROPA FEUDAL PROFESSOR OTÁ REINOS GERMÂNICOS OS GERMÂNICOS ERAM POVOS GUERREIROS. OS GUERREIROS JURAVAM PRESTAVAM JURAMENTO DE FIDELIDADE AO CHEFE, ESSE GRUPO DE GUERREIROS RECEBIA O NOME DE COMITATUS.
Prof. Alexandre Goicochea História
FRANCO Merovíngia Carolíngio ISLÂMICO Maomé Xiitas (alcorão) e Sunitas (suna e alcorão) BIZÂNTINO Justiniano Igreja Santa Sofia Iconoclastia Monoticismo (Jesus Cristo só espírito) Corpus Juris Civilis
Preparatório EsPCEx História Geral. Aula 2 O renascimento comercial e urbano
Preparatório EsPCEx História Geral Aula 2 O renascimento comercial e urbano O revigoramento comercial (I) Durante a Baixa Idade Média, mudanças sociais ligadas às Cruzadas e ao crescimento demográfico
A FORMAÇÃO DAS MONARQUIAS NACIONAIS. Professor: Eustáquio
A FORMAÇÃO DAS MONARQUIAS NACIONAIS Professor: Eustáquio BURGUESIA E O REI Situação a partir do século XI Revigoramento do comércio Revigoramento das cidades Surgimento de uma nova classe social Burguesia
cumpriam suas funções assim criou-se o cargo de prefeitos do palácio, o mais destacado deles foi Pepino,o breve,que derrubou o último rei indolente,
HG 3: Alta idade média ocidental: -Imperador Constantino divide o império entre Roma Ocidental e Roma Oriental,porém no século IV intensificam-se as invasões bárbaras e no ano de 476 o império romano do
Preparatório EsPCEx História Geral. Aula 2 O renascimento comercial e urbano
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IDADE MÉDIA OCIDENTAL
IDADE MÉDIA OCIDENTAL Idade Média: cronologia Início : 476 d.c.- queda do Império Romano do Ocidente Fim: 1453 d.c.- queda do Império Romano do Oriente (tomada de Constantinopla pelos Turcos). A Idade
Calendários das religiões O que marca o ano 1
7º História Rafael Av. Mensal 23/03/15 INSTRUÇÕES PARA A REALIZAÇÃO DA PROVA LEIA COM MUITA ATENÇÃO 1. Verifique, no cabeçalho desta prova, se seu nome, número e turma estão corretos. 2. Esta prova contém
OS BÁRBAROS A IDADE MÉDIA
OS BÁRBAROS A IDADE MÉDIA Antecedentes: Crise do Império Romano: Crise do escravismo; Declínio da produção e crises econômicas; Altos custos do Estado; Instabilidade política e militar; Ampliação do latifúndio;
12. (Fuvest 85) Uma característica da Idade Média foi o surgimento de heresias.
TEXTO PARA A PRÓXIMA QUESTÃO (Fuvest 92) A(s) questão(ões) seguinte(s) é(são) composta(s) por três proposições I, II e III que podem ser falsas ou verdadeiras. Examine-as identificando as verdadeiras e
OS MUÇULMANOS NA PENÍNSULA IBÉRICA O ISLAMISMO
OS MUÇULMANOS NA PENÍNSULA IBÉRICA O ISLAMISMO No sécula VI, a Arábia era muito pobre. Os Àrabes que viviam nos grandes desertos agrupavam-se em tribos junto dos oásis dos desertos. Dedicavam-se à pastorícia
Os povos bárbaros. Povos que não partilhavam da cultura greco-romana. Bárbaros. Estrangeiros. Para os romanos
Idade Média Parte 1 Os povos bárbaros Bárbaros Estrangeiros Para os romanos Povos que não partilhavam da cultura greco-romana Viviam em clãs. Economia agrícola/pastoril Não tinham propriedade privada.
ABSOLUTISMO REGIME AUTORITÁRIO
O ABSOLUTISMO Transição... ABSOLUTISMO REGIME AUTORITÁRIO Regime político em que o poder está concentrado nas mãos do Rei. Rei: chefe militar, economia, chefe administrativo, controle da Igreja, poder
ENEM CADERNO 1 GERAL CAP.3. Gabarito: EXERCÍCIOS DE SALA. Resposta da questão 1: [A]
Gabarito: EXERCÍCIOS DE SALA Resposta da questão 1: Nas passagens estamos em grande miséria, mas, com os nossos salários, enriquece aquele para quem trabalhamos e ameaçam-nos de nos moer de pancada os
BÁRBAROS Para os romanos, bárbaros eram todos aqueles que não tinham a cultura romana, que estavam fora das fronteiras do Império.
BÁRBAROS Para os romanos, bárbaros eram todos aqueles que não tinham a cultura romana, que estavam fora das fronteiras do Império. Expansão Carolíngia MENTALIDADE A Igreja Católica
FEUDALISMO EUROPEU SÉC. V - XV.
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Igreja medieval Cruzadas Renascimento: Comercial e Urbano
Baixa Idade Média Igreja medieval Cruzadas Renascimento: Comercial e Urbano Cristianismo Surge com a crucificação de Cristo. Se difunde pela necessidade do povo em acreditar em algo além da vida terrena.
ATIVIDADE DE HISTÓRIA PROF. MARCELO SAMPAIO ALUNO(a): Turma Assunto(s): Capítulo 12 A Europa Feudal OBS: Responda no seu caderno para posterior visto.
ATIVIDADE DE HISTÓRIA PROF. MARCELO SAMPAIO ALUNO(a): Turma Assunto(s): Capítulo 12 A Europa Feudal OBS: Responda no seu caderno para posterior visto. Prezados alunos, O objetivo desta lista de exercícios
1. A multiplicidade de poderes
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IGREJA Grande crescimento do cristianismo. Aliança Reis + Igreja Grande proprietária de Terras Controle sobre todo o conhecimento. Pregava repúdio as
IGREJA Grande crescimento do cristianismo. Aliança Reis + Igreja Grande proprietária de Terras Controle sobre todo o conhecimento. Pregava repúdio as Heresias: Qualquer interpretação teológica contrária
Origens Medievais do Estado Moderno e seus Teóricos
Origens Medievais do Estado Moderno e seus Teóricos Deus faz o rei, o Rei faz a lei Prof. Alan Carlos Ghedini A Crise do Sistema Feudal Na Baixa Idade Média o feudalismo entra em sua mais séria crise.
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AS TRANSFORMAÇÕES NO SISTEMA FEUDAL
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A Alta Idade Média. - Fragmentação de Roma (+- entre séc IV e V): civilização greco-romana, tradições germânicas e visão cristã.
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