Manual Ginástica Acrobática 2011
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- Maria de Fátima Castilho Neto
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1 Manual Ginástica Acrobática 2011
2 INDICE Página 1. Calendário de Provas 2011 e Quadros Resumo Informações Gerais Informações Especificas Especialidades Categorias/Idades dos Ginastas Ingresso nas Categorias Programa das Categorias Apuramento para Prova Qualificativa Apuramento para o Campeonato Nacional Classificações Regulamento de Provas 11 Anexo 1 Número de Ginastas Apurados 14 Anexo 2 Regras de Desempate 15 Anexo 3 Exercícios Obrigatórios de Iniciados e Juvenis 17 Pág. 2
3 1 CALENDÁRIO DE EVENTOS 2011 Data Evento Limite de Inscrição Local Fevereiro 5 e 6 Torneio de Abertura (Juvenis e Elites) 28 Jan. Coimbra Março 26 e 27 1ª Prova Qualificativa (Iniciados e Elites) Resultados dos CD até Sangalhos 1 de Março Abril 9 e 10 2ª Prova Qualificativa (Juvenis, Juniores e Seniores) Resultados dos CD até 15 de Março Sangalhos 12 a 17 World Cup Series Flanders Cat.A Puurs Bélgica Maio 7 e 8 Campeonato Nacional (iniciado e Elites) Vila do Conde 21 e 22 Campeonato Nacional (Juvenis, Juniores e Seniores) Loulé Junho 18 e 19 Taça Portugal Sangalhos 25 e 26 Torneio de Niveis Algarve Julho 23 Encontro Nacional Fevereiro 19 e 20 Copa Galiza (*) (*) Ourense Espanha 21 a 27 Acro Stars Above the Boug River Vinnitsa Ucrânia Março 4 a 6 Maia Internacional Acro Cup (*) (*) Maia Portugal Abril 12 a 17 Flanders Internacional Acro Cup (*) (*) Puurs Bélgica 15 a 18 Geneve Internacional Acro Cup Geneve Suiça Maio 19 a 21 Acro Open Baltic 2011 Visaginas Lituania 26 Abr a 2 Maio 28 Abr a 2 Maio Junho Provas Internacionais de Caracter Particular em 2011 (divulgação) 7th Acro Cup Albershausen Acrobatics Gymnastics Tournament "FOR THE MAYOR S CUP" Albershausen Alemanha Pravets Bulgaria 19 a 20 Acro Tra "Irtyshskie Zory" Internacional Tournament Pavlodar Kazakistao Provas (época 2011/2012) Setembro 2 e 3 Acro World Cup Series Cat. B Zielona Gora Polonia 16 e 17 Acro World Cup Series Cat. B Vityazevo Russia Outubro 20 a 24 Competição Europeia por Grupos de Idade Varna Bulgária 23 a 31 Campeonato da Europa de Juniores e Seniores Varna _ Bulgária Dezembro?? Acro World Cup Series Cat. B Forli Italia (*) Provas reconhecidas pela FGP para passagem ao escalão de Elites Pág. 3
4 2 QUADROS RESUMO PROGRAMA DE COMPETIÇÕES/CATEGORIAS Categoria Torneio Abertura Camp. Distrital Prova Qualificativa Camp. Nacional Torneio Nacional Níveis Taça Portugal Iniciados C C C C * X Juvenis E + D E + D E + D E + D C * Juniores E + D E + D E + D C * E + D (E ou D) Seniores E + D E + D E + D C * Elite Júnior E + D E + D E+D+C E+D C Elite Sénior E + D E + D E+D+C (*) Participação reservada a ginastas que não tenham obtido apuramento ou participado em qualquer Campeonato Nacional. 3 INFORMAÇÕES GERAIS 3.1. Os ginastas têm que estar filiados na FGP, aquando da inscrição para as Provas, sem o que não será aceite a sua inscrição Os ginastas a inscrever em mais do que uma modalidade da FGP, devem ter as categorias que variam consoante a modalidade Para todas as Competições, as Entidades devem ser portadoras dos cartões de filiação dos ginastas e técnicos na FGP, sem o que o Director de Prova poderá não autorizar a permanência no recinto Para todas as competições os ginastas devem fazer a sua inscrição na FGP através do preenchimento da ficha própria para o efeito Os ginastas apurados para a Taça Portugal, deverão indicar a ausência (se se verificar) até 12 dias seguidos antes do início do evento, para que possam ser convidados os ginastas seguintes nas respectivas classificações Todas as Entidades que efectuem a inscrição de ginastas em Provas Nacionais, têm que inscrever também um Treinador, filiado na FGP e integrado no Plano Nacional de Formação, sem o que as inscrições dos ginastas não serão aceites A cada entidade participante em competições nacionais só será permitida a presença no recinto da competição de um técnico por cada dois pares/grupos Todos os Técnicos que acompanhem os ginastas no recinto de competição têm que estar integrados no Plano Nacional de Formação e com o nível exigido para o evento. De outra forma não poderão permanecer no recinto durante o decorrer do evento (treinos, aquecimento e competição) O Director de Prova ou quem o substitua, tem autoridade para decidir acerca da participação de um ginasta que apresente sinais evidentes de lesão (limitação física, próteses, ). Pág. 4
5 3.10. Não há limite à participação em eventos Nacionais, a todos os cidadãos de países comunitários ou daqueles com os quais o Estado Português ou a União Europeia tenham acordos de reciprocidade Só podem ostentar o título de Campeões Nacionais individuais os ginastas de nacionalidade portuguesa. 4 INFORMAÇÕES ESPECIFICAS 4.1 Todos os exercícios de Ginástica Acrobática (Equilíbrio, Dinâmico e Combinado) têm a duração máxima de 2 30 (dois minutos e trinta segundos) 4.2 De acordo com as normas da Federação Internacional de Ginástica, a classificação de novas figuras/elementos será efectuada anualmente em reuniões da Comissão Técnica de Ginástica Acrobática. Por este facto não haverá qualquer classificação interna de figuras, sendo que só poderão ser realizadas aquelas que constem das Tabelas de Dificuldade ou que sejam oficialmente enviadas pela FIG em Circular de Informações (newsletter). As figuras só poderão ser realizadas em eventos nacionais sob a égide da FGP, decorridos 15 dias após a publicação na página internet da FGP (aquando da publicação, será indicada a data em que poderão ser realizadas as figuras, em competição). 4.3 Em eventos com a mesma denominação, um ginasta apenas poderá integrar um par/grupo, independentemente do escalão, categoria ou especialidade. 4.4 Exceptuam se do parágrafo anterior os ginastas que participem nas competições de grupos masculinos, não podendo no entanto participar em mais que dois eventos. A categoria do grupo é calculada para cada uma das especialidades, de acordo com a categoria individual dos ginastas (ver pontos 6 e 7). 4.5 O apuramento para o Campeonato Nacional é efectuado segundo os seguintes princípios: Campeonato distrital Mínimos Prova Qualificativa Quotas Campeonato Nacional 5 ESPECIALIDADES As seguintes especialidades são incluídas nas competições de Ginástica Acrobática: Pares Femininos (W2) Pares Masculinos (M2) Pares Mistos (MX2) Grupos Femininos ou Trios (W3) Grupos Masculinos ou Quadras (M4) Pág. 5
6 6 CATEGORIAS / IDADES DE GINÁSTICA ACROBÁTICA 6.1. Os ginastas de Ginástica Acrobática (em eventos nacionais) são divididos nas categorias de Iniciados, Juvenis, Juniores e Seniores Existem duas categorias de elite denominadas Elite Júnior e Elite Sénior Categorias/Idades de Ginástica Acrobática: Categorias Ano de Nascimento Idade Iniciados (INIC) 2003 / / 16 Juvenis (JUV) 2000 / / 16 Juniores (JUN) 2002 / / 19 Seniores (SEN) 1999 e antes 12 / *Elite Junior (ELI_JUN) 2000 / / 19 Elite Senior (ELI_SEN) 1997 e antes 14 / (*) Um P/G Elite Júnior não pode ter mais de 7 anos de diferença entre os seus constituintes Um Par/Grupo (Ginasta) que inicie a época numa determinada categoria, só poderá alterar essa categoria por cumprimento de requisitos técnicos, isto é, apenas poderá integrar uma das categorias Elite Um ginasta masculino que integre na mesma competição um par e um grupo masculino, poderá efectuar a prova em categorias diferentes, correspondendo sempre ao cálculo com os outros elementos do par/grupo (ver também informações gerais e ponto 6.6.) Para efeitos do descrito em 6.5., os ginastas que integrem um Par de categoria elite, apenas podem integrar um grupo masculino de categoria elite e vice versa. 7 INGRESSO NAS CATEGORIAS DE GINÁSTICA ACROBÁTICA Categoria Iniciados Juvenis Juniores Seniores Elite Júnior (ingresso facultativo) Elite Sénior (ingresso facultativo) Condições de Ingresso De acordo com a idade De acordo com a idade De acordo com a idade De acordo com a idade De acordo com a idade Nota mínima de Execução e Artística Nota exacta de Dificuldade De acordo com a idade Nota mínima de Execução e Artística Nota exacta de Dificuldade Nota: Um P/G Elite Júnior tem que ser constituído por ginastas elite. Um P/G Elite Sénior tem que ser constituído por ginastas elite. Pág. 6
7 7.1. Mínimos de ingresso nas respectivas categorias, a atingir na realização dos exercícios: ELITE JÚNIOR PARES / GRUPOS Dificuldade (V) Equilíbrio 110 Dinâmico 80 Nota Final (deduzida das notas de dificuldade) Nota: Para integração no escalão Elite Júnior tem que ser cumpridos (realizados) todos os requisitos estipulados no Código de Pontuação FIG, para o escalão Júnior ELITE SÉNIOR PARES / GRUPOS Dificuldade (V) Equilíbrio 130 Dinâmico 100 Nota Final (deduzida das notas de dificuldade) Nota: Para integração no escalão Elite Sénior tem que ser cumpridos (realizados) todos os requisitos estipulados no Código de Pontuação FIG, para o escalão Sénior Um ginasta poderá integrar a categoria elite para que obteve mínimos, no momento (data) em que obteve esses mínimos Os mínimos para ingresso em Elite Júnior e Elite Sénior podem ser obtidos na Prova Qualificativa para o Campeonato Nacional, no Campeonato Nacional, na Taça FGP e em todos os eventos nacionais (clubes) ou internacionais reconhecidos pela FGP, (ver calendário de eventos) desde que esse reconhecimento seja requerido e autorizada a participação pela FGP, antes da realização do evento Os ginastas que ingressem em alguma das Categorias Elite, têm que fazer a confirmação de mínimos de ingresso num espaço temporal de dois anos, sem o que serão reconvertidos no escalão correspondente ao seu ano de nascimento Quando existir transição entre Pares/Grupos, deverão ser verificados os seguintes pressupostos: Se for de um P/G da mesma categoria (Elite Júnior ou Elite Sénior) e for mantida a posição (base ou volante). Se houver alteração da posição (base para volante ou viceversa), o ginasta não integra qualquer categoria elite Se for de um P/G júnior para um sénior, tem que ter realizado a dificuldade mínima da categoria elite sénior (no período de doze meses anteriores à integração em Elite Sénior) Os mínimos de integração nas Categorias Elite Júnior e Elite Sénior poderão ser congelados até ao início da época sequente àquela onde foram obtidos. (permite se assim que não seja desfeito um P/G a meio da época por razões de escalão etário) Pág. 7
8 8 PROGRAMA DAS CATEGORIAS DE GINÁSTICA ACROBÁTICA 8.1. Quadro Geral Iniciados * [8,16] Juvenis * [11,16] Juniores [9,19] Elite Júnior [11,19] Séniores [12, ] Elite Sénior [14, ] Tipo de Competição Distrital Nacional Distrital Nacional Distrital Nacional Distrital Nacional Distrital Nacional Distrital Nacional Regras a aplicar Combinado (c/ adaptação Ponto ) CI Idades (11,16) * CI Idades (12,19) ** FIG * FIG ** FIG * Há figuras/elementos proibidas para estas categorias (equilíbrio/dinâmico). deverão ser consultadas as regras de pontuação. ** Para os escalões Juniores e Seniores cumprem se todos requisitos constantes do Código de Pontuação, com a seguinte excepção: Elementos Individuais: * No exercício dinâmico é obrigatório a realização de um Mortal por cada elemento do Par/Grupo Regras Específicas (por Escalão) As regras a seguir apresentadas, constituem excepções ao Código de Pontuação FIG/FGP INICIADOS (exercício Combinado) O exercício têm que ser coreografado e com acompanhamento musical Cada par/grupo tem que realizar figuras/elementos obrigatórios de acordo com as tabelas em anexo e figuras facultativas retiradas das Tabelas de Dificuldade FIG Poderão ser utilizadas figuras constantes das tabelas de exercícios obrigatórios (como facultativas), desde que figurem em linhas diferentes daquelas em que já foram usadas figuras como obrigatórias, e que constem nas tabelas de Dificuldade FIG A dificuldade máxima para cada exercício é de 0,50 pts, mesmo que ultrapassado esse valor. Para conversão em nota de dificuldade (A) é aplicada a seguinte tabela: Valor de Dificuldade Nota A (Dif) Os elementos individuais e as figuras facultativas (retirados das tabelas FIG), não são considerados para o cálculo da dificuldade Por cada requisito em falta haverá uma dedução de 1,0 pts Alguns elementos são proibidos. A realização desses elementos implica a penalização de 2,0 pts. Pág. 8
9 Todos os exercícios que cumpram os requisitos estipulados são avaliados para 10,00 pts de nota de execução e 10,00 pts de nota artística Têm que ser realizados dois elementos individuais de Categoria I demonstrando variedade (ver anexo) Têm que ser realizados dois elementos individuais de Categoria II. Não é obrigatória a realização de mortais como elementos individuais Requisitos Específicos Pares (femininos, mistos e masculinos) Das Tabelas de Figuras Obrigatórias em anexo, são escolhidas duas figuras de Equilíbrio e duas figuras de Dinâmico, de linhas diferentes Tem que ser realizada uma figura de equilíbrio, retirada das Tabelas de Dificuldade FIG, com valor de dificuldade entre 1 e 16, mas que não é considerada para o cálculo da nota de dificuldade (ver também ) Tem que ser realizado um elemento dinâmico, retirado das Tabelas de Dificuldade FIG, com valor de dificuldade entre 1 e 14, mas que não é considerado para o cálculo da nota de dificuldade (ver também ) da FGP/FIG. Grupos (femininos e masculinos) Das Tabelas de Figuras Obrigatórias em anexo, é escolhida uma pirâmide de Equilíbrio e dois elementos Dinâmicos, de linhas diferentes Tem que ser realizada uma pirâmide, retirada da Tabelas de Dificuldade FIG, com valor de dificuldade entre 4 e 16, mas que não é considerada para o cálculo da nota de dificuldade.(ver também ) Nos Grupos Femininos tem que ser realizado um elemento dinâmico, retirado das Tabelas de Dificuldade FIG, com o valor de dificuldade entre 1 e 14, mas que não é considerado para o cálculo da nota de dificuldade (ver também ) Nos Grupos Masculinos tem que ser realizado um elemento dinâmico, retirado das Tabelas de Dificuldade FIG, com o valor de dificuldade entre 1 e 10, mas que não é considerado para o cálculo da nota de dificuldade (ver também ) São observadas as regras de construção de exercícios constantes dos códigos de pontuação da FGP/FIG JUVENIS Aplicam se todas as regras do escalão 11/16 anos, referidos para a Competição Internacional por Grupos de Idades JUNIORES / SENIORES Exercício Dinâmico Cada elemento do par/grupo tem que realizar um mortal (elemento individual). Pág. 9
10 9 APURAMENTO PARA A PROVA QUALIFICATIVA 9.1. São apurados para a Prova Qualificativa, os pares/grupos que cumpram com os seguintes requisitos no Campeonato Distrital Nota Final (deduzida a dificuldade em cada exercício) Nota Válida de Execução (mínima) Nota Válida Artística (mínima) pts 6,50 em cada exercício 6,50 em cada exercício 10 APURAMENTO PARA O CAMPEONATO NACIONAL Só poderão participar no Campeonato Nacional os pares/grupos que preencham os requisitos referidos nos pontos 9 deste programa Os pares/grupos de Categoria "Elite"(Juniores e Seniores) tem participação directa no Campeonato Nacional, desde que participem na Prova Qualificativa Os ginastas elite que por motivo de lesão não participem na Prova Qualificativa, deverão justificar a ausência com documento comprovativo da mesma, emitido por médico especialista, junto da FGP e antes da realização do evento ou no prazo de 5 dias se, se tratar de doença súbita Entidades com número suficiente de pares/grupos apurados individualmente, poderão constituir equipas para o Campeonato Nacional. As Equipas serão definidas até 3 dias após a publicação oficial dos resultados da Prova Qualificativa Pares/grupos com a pontuação final (Total) de 0,00 pontos não serão apurados para o Campeonato Nacional O programa técnico da Prova Qualificativa encontra se descrito no ponto As tabelas referentes ao número de pares/grupos apurados encontram se em anexo Os pares/grupos que se classifiquem nos três primeiros lugares de cada categoria, no Campeonato Distrital, com a nota mínima requerida (ver quadro abaixo), transitarão directamente para o Campeonato Nacional. (não têm que realizar a prova qualificativa). Nota Mínima: Categoria Ginástica Acrobática Iniciados Juvenis Juniores Seniores Considerada a nota final da competição. Pág. 10
11 11 CLASSIFICAÇÕES 11.1 O vencedor de cada especialidade de Ginástica Acrobática é definido pelo total mais elevado obtido no conjunto dos exercícios executados em cada competição, ou pelo apuramento da nota mais elevada, no caso da realização de um só exercício classificação individual. Apenas são considerados para a classificação os P/G que realizem a totalidade dos exercícios previstos no respectivo programa do evento A classificação por equipas, é definida pelo somatório das três pontuações mais elevadas, obtidas por três pares/grupos de especialidades diferentes, obtidas nas preliminares (no caso do evento ter finais). Os pares/grupos constituintes das Equipas têm que ser definidos no acto da inscrição na Prova. 12 REGULAMENTO DAS PROVAS TORNEIO ABERTURA 1 Prova aberta a ginastas Juvenis, Elite Júnior e Elite Sénior, inscritos na F.G.P. 2 Prova individual. 3 Programa da Prova: Categoria(s) Juvenis Elite Júnior Elite Sénior Programa Técnico Equilíbrio É Dinâmico 4 Classificação Individual por Escalão/Especialidade. CAMPEONATO DISTRITAL 1 Prova aberta a ginastas Iniciados, Juvenis, Juniores e Seniores inscritos na F.G.P. 2 Prova individual. 3 Programa da Prova: Categoria(s) Iniciados Juvenis Juniores Seniores Programa Técnico Combinado É Equilíbrio e Dinâmico Equilíbrio e Dinâmico Equilíbrio e Dinâmico 4 Classificação Individual por Escalão/Especialidade. Classificação Colectiva por Categoria. O regulamento destas provas, rege se pelo determinado nos Códigos de Pontuação em vigor na FGP. PROVA QUALIFICATIVA 1 Prova aberta a ginastas Iniciados, Juvenis, Juniores, Seniores, Elite Júnior e Elite Sénior, inscritos na F.G.P. 2 Prova individual. Pág. 11
12 3 Programa da Prova: Categoria(s) Iniciados Juvenis Juniores Seniores Elite Júnior Elite Sénior Programa Técnico Combinado É Equilíbrio e Dinâmico Equilíbrio e Dinâmico Equilíbrio e Dinâmico Equilíbrio e Dinâmico Equilíbrio e Dinâmico 4 Classificação Individual por Escalão/Especialidade. O regulamento destas provas, rege se pelo determinado nos Códigos de Pontuação em vigor na FGP CAMPEONATO NACIONAL 1. Categorias Iniciados, Juvenis, Juniores, Seniores, Elite Júnior e Elite Sénior. 2. No Campeonato Nacional, só podem participar os pares/grupos que para tal tenham obtido apuramento segundo o estipulado no ponto 10 do presente regulamento. 3. O Campeonato Nacional é uma competição individual e por equipas. Nesta prova são determinados os campeões nacionais em cada categoria, especialidade e escalão, e as equipas campeãs nacionais (por categoria). 4. Programa da Competição No Campeonato Nacional de Elite Júnior e Elite Sénior, são executados três exercícios: Preliminares *Exercício de equilíbrio *Exercício dinâmico Finais *Exercício combinado Participam nas Finais os Pares/Grupos classificados nos 5 primeiros lugares de cada especialidade. * A classificação final do Campeonato Nacional é obtida pela soma da pontuação de preliminares + finais. No Campeonato Nacional de Juvenis, Juniores e Seniores são executados dois exercícios: *Exercício de equilíbrio *Exercício dinâmico * A classificação final do Campeonato Nacional é obtida pela soma da pontuação dos E xercícios de Equilíbrio e Dinâmico. No Campeonato Nacional de Iniciados é executado um exercício: *Exercício Combinado * A classificação final do Campeonato Nacional é obtida pela pontuação do Exercício realizado. Pág. 12
13 5 Vence o Campeonato Nacional de Equipas (por categoria) aquela que somar maior número de pontos, de acordo com o ponto do presente Manual. Os pontos considerados para a classificação por equipas, correspondem à pontuação obtida em cada um dos exercícios. TAÇA PORTUGAL 1 Participação: Pares e Grupos classificados nos quatro primeiros lugares do Campeonato Nacional de Juvenis, Juniores e Seniores (por especialidade e escalão) e desde que atingidos os 46,000 pontos (nota final). Todos os Pares e Grupos participantes no Campeonato Nacional de Elite Júnior e Elite Sénior (por especialidade e escalão) desde que atingidos os 50,000 pontos (nota final das preliminares). Ausência por motivo de lesão, não impedem a participação, desde que devidamente justificada. 2 Programa: Existem dois escalões de competição distintos: Esperanças Juvenis Absolutos Juniores, Seniores, Elite Júnior e Elite Sénior Todos os Pares/Grupos realizam dois exercícios Equilíbrio e Dinâmico. Os cinco (5) finalistas de cada escalão realizam o seguinte exercício: Esperanças Equilíbrio ou Dinâmico (à escolha) Absolutos Combinado As finais iniciam se por ordem de mérito das preliminares. Todos os exercícios do escalão absoluto são avaliados segundo as regras aplicadas à categoria Elite Sénior, incluindo penalização por diferença de alturas. 3 Classificação Classificação única por escalão. O vencedor é o par e grupo que obtiver maior pontuação no exercício final. TORNEIO NACIONAL DE NÍVEIS 1 Participação: É permitida a participação aos ginastas que não tenham obtido apuramento ou participado no Campeonato Nacional e filiados na FPTDA. 2 Níveis: Nível 1 Iniciados e Juvenis Nível 2 Juniores e Seniores 3 Programa: Todos os P/G realizam um exercício combinado, segundo as seguintes regras: Nível 1 regras do escalão iniciado Nível 2 regras do escalão júnior Nota: Para todos os escalões aplica se a regra de diferenças de altura em vigor no escalão júnior. 4 Classificação Classificação individual e por especialidade (PF, PM, PMx, GF e GM). O vencedor é o par/grupo que obtiver maior pontuação no exercício combinado. Pág. 13
14 ANEXO 1 1 NÚMERO DE GINASTAS APURADOS PARA OS EVENTOS NACIONAIS Nota: No final das provas de apuramento, por forma a respeitar a representatividade Distrital, as Associações que não tiverem ginastas apurados para os Campeonatos Nacionais, poder se ão fazer representar por convite (wild card) de acordo com o seguinte: O p/g de cada escalão, (iniciado, juvenil, júnior, sénior), com a melhor classificação obtida na Prova Qualificativa, retirado o número de par/grupo apurados. Poderá participar um máximo de um par/grupo por escalão. Em qualquer dos casos os ginastas a integrar o Campeonato Nacional têm que ter obtido os mínimos de pontuação requeridos para as respectivas especialidades. As respectivas Associações Distritais deverão solicitar junto da FGP a presença dos ginastas referidos anteriormente. 2 GINASTAS APURADOS DO CAMPEONATO DISTRITAL PARA A PROVA QUALIFICATIVA Os ginastas têm que obter uma pontuação mínima para participar na Prova Qualificativa, conforme os seguintes quadros: Categoria Pontuação Mínima (Total final) Iniciados Juvenis Juniores Seniores NÚMERO DE GINASTAS APURADOS DA PROVA QUALIFICATIVA PARA O CAMPEONATO NACIONAL Por forma a que o cálculo seja o mais justo, a FGP publicará a tabela de ginastas apurados para os Campeonatos Nacionais referidos, após a realização dos Campeonatos Distritais. Esta decisão prende se com a grande flutuação do número de ginastas por categoria e sexo de ano para ano, permitindo assim que se apliquem quotas à realidade da presente época. O cálculo terá sempre por base uma distribuição percentual relativa dos participantes em Campeonatos Distritais, com os seguintes números máximos de ginastas para os Campeonatos Nacionais: Iniciados (PF, PM, PMx, GF, GM) 60 p/g Juvenis (PF, PM, PMx, GF, GM) 25 p/g Juniores e Seniores (PF, PM, PMx, GF, GM) 35 p/g Em todos os eventos, para além dos apurados directamente, aplica se no mínimo, a seguinte regra: Nº de participantes na Ginastas extra apurados Prova Qualificativa 1 a a ou mais 3 Pág. 14
15 ANEXO 2 REGRAS DE DESEMPATE Juvenis, Juniores e Seniores Elite Júnior e Elite Sénior (eventos sem realização de Finais) 1. A nota final execução e artística mais altas dos exercícios de Equilíbrio e Dinâmico (somadas). 2. A nota de execução mais alta dos exercícios de Equilíbrio e Dinâmico. se o empate persistir, será dada a mesma classificação. Iniciados Elite Júnior e Elite Sénior (eventos com realização de Finais) Eventos com realização de Finais 1. A nota final execução e artística mais altas do exercício realizado (somadas). 2. A nota de execução mais alta do exercício realizado. 3. A nota artística mais alta do exercício realizado. 4. O valor de dificuldade mais alto, do exercício realizado. 5. A nota de dificuldade mais alta do exercício realizado. 6. Se persistir o empate, os p/g obtêm a mesma classificação. Nota Geral: Quaisquer casos omissos, serão decididos pela Direcção de Prova, conjuntamente com a Direcção da FGP, por análise e aplicação das Regulamentação Técnica da FIG. Pág. 15
16 ANEXO 3 Exercícios Obrigatórios Iniciados Pág. 16
17 FGP Manual 2011 PAR RES FEMIN NINOS EQUILÍBR RIO 1 Elemento opcio onal uldade: Dificu Mínima 1 Máxiima 16 DINÂMIC COS 1 Ele emento opcio onal Dificculdade: Mínima 1 Máxxima 14 P Pernas p podem ser ju untas ou afastadas Pág. 17
18 FGP Manual 2011 PARES MASCULINOS EQUILÍBRIO 1 Elemento opcional Dificuldade: Mínima 1 Máxima 16 DINÂMICO 1 Elemento opcional Dificuldade: Mínima 1 Máxima 14 Suporte em masculinos é Obrigatório Pernas podem ser juntas ou afastadas Pág. 18
19 FGP Manual 2011 PARES MISTOS EQUILÍBRIO 1 Elemento opcional Dificuldade: Mínima 1 Máxima 16 DINÂMICO 1 Elemento opcional Dificuldade: Mínima 1 Máxima 14 Pág. 19
20 FGP Manual 2011 GRUPOS FEMININOS EQUILÍBRIO Montes ou movimentações paraa AFI são opcionais, não podem exceder os 5 valores 1 Pirâmide opcional com Dificuldade: Mínima 4 Máxima 16 DINÂMICO 1 Elemento opcional Dificuldade: Mínima 1 Máxima 14 Pág. 20
21 FGP Manual 2011 GRUPOS MASCULINOS PIRÂMIDES ( EQUILÍBRIO) 1 Pirâmide opcional Dificuldade: Mínima 4 Máxima 16 DINÂMICO 1 Elemento opcional Dificuldade: Mínima 1 Máxima 10 Suporte em masculinos é Obrigatório Pág. 21
22 FGP INICIADOS E JUVENIS Manual 2011 ELEMENTOS INDIVIDUAIS PARES E GRUPOS Cada parceiro constituinte do Par/Grupo tem de realizarr elementos individuais, sendo 2 de Categoria 1 e 2 de categoria 2, seleccionados das Tabelas FIG. Cada elemento seleccionado deverá ter valor mínimo 1 e máximo 10. Elementos de Categoria 1 Cada parceiro do Par/Grupo tem de realizar 2 elementos de Categoria 1, seleccionados das tabelas de dificuldade. Estes elementos deverão mostrar flexibilidade ( obrigatório) e equilíbrio ou agilidade FLEXIBILIDADE EQUILÍBRIO AGILIDADE Elementos de Categoria 2 Cada parceiro constituinte do Par/Grupo tem de realizar 2 elementos individuais de Categoria 2, seleccionado das tabelas de dificuldade. Não é obrigatório a realização de um mortal (360º rotação transversal) Pág. 22
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