20º Congresso Brasileiro de Sociologia 12 a 17 de julho de 2021 UFPA Belém, PA CP14 - Sociologia das relações étnico-raciais Desigualdades de gênero,

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1 20º Congresso Brasileiro de Sociologia 12 a 17 de julho de 2021 UFPA Belém, PA CP14 - Sociologia das relações étnico-raciais Desigualdades de gênero, raça e região no trabalho por conta própria no Brasil Lucas Maciel Ferreira, Delza da Hora, Universidade Federal de Santa Catarina

2 INTRODUÇÃO 1 O objetivo deste artigo é analisar as desigualdades regionais entre os trabalhadores por conta própria sob as intersecções de raça e gênero. O problema teórico que motiva esta pesquisa é compreender a morfologia da desigualdade no mercado de trabalho por conta-prória (formal e informal) através da análise dos dados estátisticos extraídos da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD-C/ IBGE). O artigo está dividido em 2 (duas) seções. Na seção 1, abordamos a perspectiva histórica dos trabalhadores por conta própria sob as intersecções de raça e gênero para seguirmos à análise estatística sobre os dados gerais do trabalho por conta própria no Brasil. Nela, o nome das ocupações já estão inseridas no próprio gráfico. Cada gráfico possui 20 pontos, que correspondem às ocupações mais comuns entre os trabalhadores por conta própria em determinado território e em determinada faixa de renda. O eixo Y do gráfico varia de 0 a 1 e representa a participação masculina. Ou seja, quanto mais próximo de 0 uma ocupação se encontra no gráfico, menor a participação masculina e quanto mais próximo de 1, maior a participação. O eixo X representa a participação de negros (considerados aqui como a soma de pretos e pardos). Ou seja, quanto mais próximo de 0 está o ponto que representa determinada ocupação, menor a participação de negros nela e quanto mais próximo de 1, maior a participação. Para a elaboração desse eixo, retirou-se da amostra os trabalhadores amarelos (0,75% do total) e indígenas (0,47% do total), de forma a refletir apenas negros e brancos. A seção 2 está dedicada a análise dos dados das regiões brasileiras. Contudo, Para a finalidade deste artigo, trabalhamos com os extremos das profissões (com rendimentos até R$1.000 e as com rendimento acima de R$4.000) e elas estão indicadas pelos seus códigos, ao invés dos nomes. Finalizamos por analisar os dados baseados em literatura de áreas como geografia para contextualizar a dinâmica sociodemográfica das regiões e aprofundar alguns detalhes com pesquisas específicas da sociologia do trabalho ainda que nem todas as pesquisas repousem sobre desigualdade racial e de 1 A pesquisa foi financiada pela Fundação Perseu Abramo e operacionalizada pela Rede Brasil Afroempreendedor, mediante termo de cooperação técnico-científica com a Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC).

3 gênero, elas apresentam elementos que explicam muito a predominância de determinadas configurações em cada região. Analisadas em conjutno, traçam um quadro compreensível de como se estrutura a desigualdade socioracial, independente da região. Esperamos que essa pesquisa embase futuros trabalhos (tanto qualitativos quanto quantitativos) sobre desigualdades no mercado de trabalho, subsidiando com argumentos a formulação de políticas públicas e desmitificando argumentos sobre democracia racial brasileira. SEÇÃO 1 -OS TRABALHADORES POR CONTA PRÓPRIA SOB AS INTERSECÇÕES DE RAÇA E GÊNERO 1.1 TRABALHO POR CONTA PRÓPRIA Perspectiva histórica do problema O trabalho por conta própria, quase sempre informal, é uma constante na vida do povo brasileiro desde o fim do século 18. A sobrevivência das pessoas livres e pobres nas vilas escravagistas brasileiras, lá chegadas pelo êxodo rural ou vindas de Portugal, envolvia estratégias variadas para obter rendimento monetário. Carlos Lessa classificou essas astúcias econômicas em estratos distintos de integração precária à produção: (a) um grupo dedicado à logística da cidade (carregadores manuais ou em carroças, entregadores); (b) um grupo de prestadores de serviços pessoais (barbeiros, cabeleireiras, manicures); (c) um grupo de artesãos produtores ou reparadores de manufaturas (confeiteiros, padeiros, afiadores, sapateiros, costureiras, latoeiros); (d) um grupo de comerciantes (o ambulante, o camelô); (e) a população de rua (pedintes e, mais adiante, recicladores, catadores e guardadores de carro) (LESSA, 2003). Em artigo dedicado a analisar os usos da palavra escrita e os graus de letramento entre escravos e forros na Comarca do Rio das Mortes (Minas Gerais, ), constata-se que ao longo do período analisado, percebeu-se uma continuidade na posse das tecnologias de leitura e escrita por parte dos homens que exerciam ofícios especializados, como os alfaiates, pedreiros e carpinteiros (MORAIS, 2007,p. 550). Costa (1991) argumenta que os Cantos e Lojas eram espaços de trabalho e moradia por toda a Salvador do Século XIX, ocupadas por

4 negros de ganho, apesar de ter priorizado o elemento escravo, a autora augumenta que os libertos compartilhavam desses espaços. Dessa forma, o trabalho no Brasil escravo ou liberto-, contém sua história de informalidade atrelado à população negra. A transição para do trabalho cativo para o assalariado não é apenas econômica. Ela está ligada também a uma degradação moral: o que durante séculos foi a única forma de produção da vida material, o trabalho da população negra torna-se desvalorizado em sua simbologia. Em outras palavras, a sociabilidade capitalista emergente no fim do século 19, em suma, teve de se haver com uma ordem profundamente antiliberal em suas práticas e visões de mundo, e com uma ética da degradação do trabalho que vedou, por muitos anos, o reconhecimento dos trabalhadores como sujeitos de direitos, isto é, como cidadãos. E isso decorreu, segundo o argumento aqui defendido, da lenta transição da escravidão no país, que a fez conviver, por muitas décadas, com formas não escravistas de exploração do trabalho, para as quais os padrões de medida disponíveis à violência estatal ou privada, à organização do trabalho e suas hierarquias de classe, à remuneração do trabalho, à convivência social entre desiguais e à sociabilidade de um modo geral eram, todos, constituídos pela escravidão (CARDOSO, 2019, p. 49) Perfil sociodemográfico do trabalho por conta própria Como resultado dessa trajetória histórica, o trabalho por conta própria no Brasil reflete o longo ciclo de exclusão sistemática de pobres, negros e, em especial, mulheres negras, das oportunidades no mercado formal de trabalho. Para além dos artifícios retóricos, as análises aqui apresentadas fornecem uma visão sistemática desse trecho. Proni e Gomes (2015) estabelecem o perfil da força de trabalho brasileira a partir da desigualdade de gênero e da discriminação racial. Iniciam seu artigo pela constatação de que o setor mais vulnerável da força de trabalho são as mulheres negras e confirmam sua hipótese de que a questão racial e a de gênero contribuem para a reprodução da precariedade. Pela análise de Krein (2017), na informalidade, em 2014, as mulheres negras eram as que possuíam maiores taxas de sindicalização, trabalhando no próprio domicílio ou do empregador, tendo o menor rendimento por hora trabalhada, 3/4 delas ganhando um ou menos de um salário mínimo. Esse autor

5 conclui que gênero e raça são fatores preponderantes nas desigualdades de emprego e renda, sem distinção entre emprego formal ou informal. A divisão racial e de gênero do trabalho por conta própria ficará graficamente explícita ao analisarmos os gráficos de disperção das principais atividades dessa modalidade em diferentes faixas de renda em relação a esses marcadores de desigualdade. 1.2 ANÁLISE ESTATÍSTICA A partir dos microdados da PNAD-C (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílio Contínua) do terceiro trimestre de 2019, ponderados de acordo com a orientação do próprio IBGE, através do software R, foi empregada análise estatística das 5 regiões brasileiras por renda, gênero e raça. Observa-se a dispersão das 20 profissões mais comuns por gênero e raça, ressaltando-se as simetrias e dispariedades interseccionais. No Brasil, os trabalhadores por conta própria formam um grupo social majoritariamente masculino (63%, contra 37% de mulheres), em boa medida porque o emprego doméstico, ao ocupar outra parcela da população mais pobre, é quase inteiramente feminino 2. Os negros são maioria entre os conta própria, 54% (10% de pretos e o restante de pardos), dez pontos percentuais a mais que os brancos. Outras identidades de cor-raça somam pouco mais de 1%. Mais da metade dos conta própria tem mais de 40 anos (45% entre 40 e 60 e 12,5% acima de 60). Eles são pouco numerosos até os 18 anos (apenas 1%) e minoritários na faixa mais jovem (18% entre 18 e 30 anos). Entre 30 e 40 anos concentram-se 24% desses trabalhadores. Realizado por adultos, o trabalho por conta própria tende a ser a única fonte de renda da pessoa (caso de 97%), e costuma ser de longa duração: 74% exercem a mesma atividade há dois anos ou 2 Analisar o trabalho doméstico remunerado no Brasil, conforme anteriormente elencado, implica falar da organização patriarcal da nossa sociedade, das nossas heranças escravocratas, do abismo social que existe em nosso país. ( ) As trabalhadoras domésticas representam o segundo maior grupamento ocupacional de mulheres no Brasil, ficando atrás apenas do comércio, categoria que, na PNAD, engloba um conjunto de atividades muito mais heterogêneas que o emprego doméstico ( ) Mas a informalidade é uma realidade persistente para as trabalhadoras domésticas como um todo: apesar do crescimento da formalização nas últimas duas décadas, ainda chegamos a 2018 com menos de 30% da categoria com carteira de trabalho assinada proporção que é ainda menor entre as trabalhadoras negras e que vem apresentando tendência de redução desde 2016, convertendo-se em um indicador a ser acompanhado de perto nos próximos anos (...) Quanto à renda, há também importantes desigualdades entre mensalistas e diaristas, trabalhadoras com e sem carteira, brancas e negras, e de acordo com a região. O grupo com maior renda média são as mensalistas brancas com carteira assinada (PINHEIRO et al., 2019, p passim)

6 mais. Oito por cento estão nesse trabalho entre um e dois anos e 18%, há menos de um ano. Quanto ao volume de horas trabalhadas por semana, os conta própria no Brasil se dividem em três grupos mais ou menos homogêneos. Trinta e quatro por cento trabalham até 30 horas (sendo 20% até 20 horas). Outros 35% trabalham mais do que 40 horas semanais (sendo 11% mais de 50 horas e 14% entre 44 e 50 horas). No grupo intermediário, 30% trabalham entre 30 e 40 horas semanais. A variedade de temporalidades é coerente com o fato de que a maior parte do trabalho por conta própria é feito em casa, na rua ou não conta com estabelecimento para funcionar (64%). Somente um terço (33%) dispõem de lojas, escritórios ou galpões. Quase metade dos conta própria tem renda baixa, inferior a R$ 1.000,00 por mês (48%). Apenas 7% têm renda superior a R$ 4.001,00. Nos estratos intermediários, 30% têm renda entre R$ 1.001,00 e R$ 2.000,00 e 15%, entre R$ 2.001,00 e R$ 4.000,00, as faixas formando uma pirâmide. Como veremos mais adiante, as mulheres negras se concentram nas faixas de renda mais baixa, enquanto os homens brancos ocupam os quadrantes de renda mais alta. As desigualdades se cruzam umas com as outras. O acesso à escolaridade, por exemplo, é maior no grupo branco no que no grupo negro. Entre os conta própria, 15,7% têm ensino superior completo e 4,8% têm superior incompleto. Os segmentos com ensino médio completo ou não (38,8%) e ensino fundamental completo ou não (38,1%) têm basicamente a mesma dimensão. Apenas 2,5% têm menos de 1 ano de estudo ou nenhuma instrução. Com o caráter subsidiário de seu trabalho em relação ao restante das atividades econômicas, os conta própria se distribuem no território nacional em paralelo à distribuição da população e do Produto Interno Bruto (Tabela 1): quase metade do grupo está na região Sudeste, quase um quarto no Nordeste e o restante, nas demais regiões. O perfil das atividades, contudo, é bastante diferente de região a região: no Sul, concentram-se os conta própria formais e com renda mais alta, enquanto o oposto ocorre no Nordeste. Como veremos mais adiante, as vocações econômicas de cada território se refletem nas ocupações mais frequentes do trabalho por conta própria.

7 Tabela 1 - Distribuição por região dos conta própria, da população (Brasil urbano, 2019) e dopib (2017) Região % dos conta % da população % do PIB própria Sudeste 41,62 42,17 52,87 Nordeste 25,85 27,16 14,48 Sul 14,67 14,28 17,04 Norte 10,11 8,65 5,59 Centro-Oeste 7,74 7,72 10,02 Fonte: IBGE (PNAD-C 3Trim2019 e Sistema de Contas Nacionais) O trabalho por conta própria agrupa uma miríade de atividades dos quatro principais setores de atividades (agricultura, indústria, comércio e serviços) (Tabela 2). Como no conjunto da economia, o bloco mais numeroso é o de prestadores de serviço (46% do total). Entre as atividades industriais, com 27% dos conta própria, 16% são trabalhadores da construção civil. Comerciantes correspondem a 23% do segmento. Embora este estudo tenha selecionado para análise apenas os dados de trabalhadores urbanos, 5% dos respondentes da PNAD-C estavam vinculados a atividades agrícolas - agricultura, pecuária, pesca ou aquicultura. Tabela 2- Distribuição dos conta própria por setor de atividade (Brasil urbano, 2019) Setor Setores Específicos Total Partic. Agricultura (Agricultura, pecuária, produção florestal, pesca e aquicultura 4,69%) 4,69% (Indústria geral 10.43%) Indústria 26,65% (Construção 16.22%) (Informação, comunicação e atividades financeiras, imobiliárias, profissionais e administrativas 10.13%) (Transporte, armazenagem e correio 9.80%) Serviços (Alojamento e alimentação 8.63%) 45,65% (Educação, saúde humana e serviços sociais 3.95%) (Outros Serviços 13.14%) Comércio (Comércio, reparação de veículos automotores e motocicletas 22.92%) 22,92% Fonte: IBGE (PNADC) As atividades são marcadas por divisão sexual e racial do trabalho. Os homens são quase a totalidade dos trabalhadores da construção (99%), transporte, armazenagem e correio (95%) e no setor agrícola (85%), além de majoritários em atividades de informação, comunicação e financeiras, imobiliárias, profissionais e administrativas (65%). As mulheres são maioria nos serviços sociais, de saúde e educação (70%), de alojamento e alimentação (56%) e na

8 indústria geral (56%). Há equilíbrio nas atividades comerciais, com ligeira maioria de homens (53%). As diferenças de cor/raça fazem dos serviços sociais, de educação e saúde majoritariamente brancos (67%), assim como nas atividades de informação, comunicação e financeiras, imobiliárias, profissionais e administrativas (64%). Negros são 65% dos trabalhadores por conta própria na construção civil, 61% nos serviços de alojamento e alimentação, 57% no comércio. Combinadas, as características de gênero e raça (Tabela 3) conformam a criação de uma pirâmide de desigualdade: no topo, homens brancos e, na base, mulheres negras. Tabela 3 Renda dos conta própria variando por Gênero e Raça Raça/Gênero Até R$ 2 mil Entre R$ 2-4 mil Mais de R$ 4 mil Homens Brancos 22,9% 39,9% 50,2% Homens Negros 37,3% 32% 20% Mulheres Brancas 16,9% 18,5% 24,1% Mulheres Negras 22,9% 9,5% 5,7% Fonte: IBGE (PNADC) Desigualdades estruturais de gênero e raça incidem diretamente sobre a divisão social do trabalho por conta própria no Brasil. As diferenças aparecem na distribuição geral das atividades mais frequentes, mas seus efeitos são mais nítidos quando se observam os dados por faixa de renda: aí se constata como negros e mulheres são discriminados em relação a brancos e homens, combinação especialmente perversa para mulheres negras. O gráfico 1 apresenta as 20 atividades por conta própria mais comuns por sexo e raça-cor, no conjunto das faixas de renda do trabalho por conta própria no Brasil. A dispersão predominantemente vertical dos dados sugere segregação por gênero maior do que por raça. As maiores desigualdades interseccionais estão em Condutores de caminhões pesados ocupada por homens brancos e Vendedores ambulantes de serviços de alimentação como a mais feminina e negra das profissões por conta própria. Enquanto Advogados e juristas é a profissão mais corrente para mulheres brancas, essa posição fica com Trabalhadores elementares da construção de edifícios como a mais negra e masculina. Há equilíbrio relativo da participação na perspectiva racial entre

9 homens brancos e negros como Condutores de automóveis, táxis e caminhonetes, ao passo que há equilíbrio quanto ao gênero entre mulheres e homens negros como Vendedores ambulantes e Vendedores de quiosques e postos de mercados. Gráfico 1- Distribuição de atividades mais frequentes em quadrantes de raça/gênero (todo o grupo) Fonte: Elaboradorado a partir dos dados do IBGE (PNADC) Com os dados desagregados por faixas de renda, é mais claro compreender a interseccionalidade das desigualdades - noutras palavras, visualizar como diferenças de classe, raça e gênero se combinam e se reforçam. Os conta própria foram divididos em uma faixa de renda baixa (até R$ 1 mil mensais), uma de renda alta (acima de R$ 4 mil) e duas intermediárias (entre R$ 1 mil e R$ 2 mil e entre R$ 2 mil e R$ 4 mil). Em cada faixa, raça e gênero seguem estruturando a divisão do trabalho. O gráfico 2 apresenta as atividades por conta própria para renda até R$ 1000 reais. Nessa faixa de renda, todas as profissões pertencem majoritariamente à população negra. As desigualdades interseccionais aparecem nos Trabalhadores elementares da construção de edifícios como a mais masculina e negra enquanto Cabeleireiros como a mais feminina e negra. Há equilíbrio relativo da participação na perspectiva racial entre mulheres brancas e negras em Artesãos de tecidos, couros e materiais semelhantes e participação equilibrada quanto ao gênero ocorre entre homens e mulheres negras como Classificadores de resíduos.

10 Gráfico 2- Distribuição de atividades mais frequentes em quadrantes de raça/gênero - renda de R$501 até R$1000. Fonte: Elaboradorado a partir dos dados do IBGE (PNADC) Por fim, o Gráfico 3 descreve os quadrantes dos conta própria de faixa de renda superior a R$ 4 mil. O eixo racial separa as atividades por completo, colocando-as totalmente ao lado dos brancos. A mais masculina e branca das atividades é a de agricultores e trabalhadores qualificados em atividades da agricultura (exclusive hortas, viveiros e jardins) e a mais feminina e branca é a de Psicólogos. Ocorre participação equilibrada quanto ao gênero entre Advogados e juristas. Gráfico 3- Distribuição de atividades mais frequentes em quadrantes de raça/gênero - renda superior a R$4000. SEÇÃO 2 - AS DESIGUALDADES REGIONAIS ENTRE OS TRABALHADORES POR CONTA PRÓPRIA Para fins de análise e comparação, cada região contará com os extremos (renda até R$1.000 reais e renda acima de R$ 4.000). 2.1 REGIÃO NORDESTE

11 Gráfico 4 - Quadrantes de atividades por conta própria por faixa de renda, sexo e raça- cor: Renda até R$1000. Região Nordeste. (Brasil urbano, 2019) As atividades por conta própria de renda até R$1.000 para a Região Nordeste (Gráfico 4) demonstra predominância da população negra, tendo nos homens negros os Pedreiros (7112) como profissão expoente enquanto as mulheres negras estão como Especialistas em tratamento de beleza e afins (5142). Há equilíbrio na participação quanto ao gênero em Vendedores ambulantes [exclusive de serviços de alimentação (9520)] e Vendedores de quiosques e postos de mercados (5211). Gráfico 5 - Quadrantes de atividades por conta própria por faixa de renda, sexo e raça- cor: Renda superior a R$4000. Região Nordeste. (Brasil urbano, 2019) Na faixa de renda mais alta, as atividades por conta própria da Região Nordeste (gráfico 5) possuem segregação racial e de gênero quase simétricas. A profissão mais masculina e branca é a de Instrutores de educação física e atividades recreativas (3423), enquanto a mais masculina e negra é a de Condutores de automóveis, táxis e caminhonetes (8322). Entre as mulheres brancas, a ocupação predominante é de Psicólogas (2634) e para as mulheres negras, Organizadoras de conferências e eventos (3332). A despeito da presença de brancos nesta faixa, é bastante numeroso o conjunto de ocupações de renda mais alta ao alcance da população negra (o que não ocorre em outras regiões).

12 Nelas, também despontam atividades quase majoritariamente praticadas por negros, o que é bastante incomum, sobretudo nas faixas de renda mais alta. 2.2 REGIÃO NORTE Os gráfico por renda até R$ esboça um cenário parecido com o do Nordeste, mas bem diferente na acima de R$4.000, indicando com maior nitidez a presença de discriminação de gênero. O comportamento dos dados revela absoluta segregação racial sobre as atividades por conta própria de renda até R$ para a Região Norte (gráfico 8). Para homens negros, destacam-se atividades como as de Pedreiro (7112) e a de Pescadores (6225) e para as mulheres negras, as de Alfaiates, modistas, chapeleiros e peteleiros (7531) e Especialistas em tratamento de beleza e afins (5142). Há também maioria absolutamente masculina em Mecânicos e reparadores de veículos a motor, Condutores de motocicleta (99%) e Pintores e empapeladores (99%). A população negra desponta ainda como Agricultores e trabalhadores qualificados da agricultura [exclusive hortas, viveiros e jardins (90%)] e Mecânicos e Reparadores de veículos a motor (87%). Gráfico 6 - Quadrantes de atividades por conta própria por faixa de renda, sexo e raça- cor: Renda até R$1000. Região Norte. (Brasil urbano, 2019) As atividades de renda superior a R$4.000 para a Região Norte (gráfico 7), embora pouco numerosas, apresentam fortes disparidades interseccionais, surgindo pela primeira vez ocupações de homens e mulheres brancos. Agricultores e trabalhadores qualificados em atividades da agricultura [exclusive hortas, viveiros e jardins (6111)] e Contadores (2411) são as mais brancas e masculinas e Condutores de automóveis, táxis e caminhonetes (8322) é a mais negra e masculina nesse segmento. Especialistas em tratamento de beleza e afins (5142) é a mais feminina e branca enquanto Gesseiros (7123) é a mais

13 feminina e negra. Há participação equilibrada em perspectiva racial para os homens brancos e negros em Representantes comerciais (3322). Gráfico 7 - Quadrantes de atividades por conta própria por faixa de renda, sexo e raça- cor: Renda superior a R$4000. Região Norte. (Brasil urbano, 2019) 2.3 REGIÃO CENTRO-OESTE Os quadrantes de atividades por conta própria na Região Centro-Oeste considerando a renda até R$ reais (gráfico 8) demonstram recorte racial para os negros (18 em 20) e para as mulheres negras (12 em 20). Destacam-se Mecânicos e reparadores de veículos a motor (7231) e Trabalhadores elementares da construção de edifícios (9313) como as mais masculinas e negras. Criadores de Gado e trabalhadores Qualificados da Criação de Gado (6121) são uma atividade quase integralmente masculina (98%) e majoritariamente negra. Especialistas em tratamento de beleza (5142) são a mais feminina e negra das atividades. Gráfico 8 - Quadrantes de atividades por conta própria por faixa de renda, sexo e raça- cor: Renda até R$1000. Região Centro-Oeste. (Brasil urbano, 2019) Para renda superior a R$ 4 mil, os quadrantes de atividades por conta própria da Região Centro-Oeste (gráfico 9) denotam maior segregação por gênero do que por raça, tendo predominância dos homens brancos (13 em 20) como

14 Engenheiros civis (2142). Os homens negros (4 em 20) atuam, por exemplo, como Cabeleireiros(5141) enquanto as mulheres brancas (3 em 20) se destacam entre os Arquitetos de edificações (2161). Há participação equilibrada quanto ao gênero, em Especialistas em tratamento de beleza e afins (5142). Gráfico 9 - Quadrantes de atividades por conta própria por faixa de renda, sexo e raça- cor: Renda superior a R$4000. Região Centro-Oeste. (Brasil urbano, 2019) 2.4 REGIÃO SUL A presença reduzida de população negra se reflete no conjunto das faixas de renda; ainda assim, repete-se o padrão de concentração de atividades no polo mais masculino e mais branco, à medida que a renda é mais elevada. No sul, o impacto dessa diferença é mais relevante, porque é mais significativo o percentual de respondentes com renda maior. Na faixa de renda até R$ (Gráfico 10), predomina na região sul a atividade de Condutores de automóveis, táxis e caminhonetes (8322) como a mais masculina e branca, ao passo que Operadoras de máquinas de costura (8153) é a mais feminina e branca. Nesse quadro, as mulheres brancas possuem o maior número de ocupações. Verifica-se participação equilibrada quanto ao gênero-raçaentre Classificadores de resíduos (9612).. Gráfico 10 - Quadrantes de atividades por conta própria por faixa de renda, sexo e raça-cor: Renda até R$1000. Região Sul. (Brasil urbano, 2019)

15 Por fim, a distribuição de atividades na faixa de renda superior a R$ para a região sul (Gráfico 11) é no geral branca e masculina, com Mecânicos e reparadores de veículos a motor (7231) como a mais masculina e branca das ocupações e Psicólogas (2634) como a mais feminina e branca. Há equilíbrio na participação quanto ao gênero entre Comerciantes de loja (5221) e Advogados e juristas (2611). Os negros estão mais concentrados entre os vendedores a domicílio (25%), Condutores de caminhões pesados (21%) e Profissionais de vendas técnicas e médicas [exclusive tic (20%)]. Gráfico 11 - Quadrantes de atividades por conta própria por faixa de renda, sexo e raça- cor: Renda superior a R$4000. Região Sul. (Brasil urbano, 2019) 4.5 REGIÃO SUDESTE Os quadrantes de atividades por conta própria com renda até R$1 mil para a região sudeste (Gráfico 12) se apresentam de forma mais concentrada em mulheres brancas (7 em 20), ainda que a desigualdade de gênero seja mais incidente do que a racial. Agricultores e trabalhadores qualificados em atividades da agricultura [exclusive hortas, viveiros e jardins (6111)] é a atividade mais masculina e branca e Costureiros, bordadeiros e afins (7533) a mais feminina e branca. Trabalhadores elementares da construção de edifícios (9313) é a mais masculina e negra, enquanto Cabeleireiros (5141) e Cozinheiros (5120) são as mais femininas e negras. Há participação equilibrada no que se refere à raça para as mulheres em Padeiros, confeiteiros e afins (7512) e Especialistas em tratamento de beleza e afins (5142) e quase uma equilíbrio de gênero para homens e mulheres negros em Vendedores ambulantes de serviços de alimentação (5212).

16 Gráfico 12 - Quadrantes de atividades por conta própria por faixa de renda, sexo e raça- cor: Renda até R$1000. Região Sudeste. (Brasil urbano, 2019) Os quadrantes de atividades por conta própria com renda superior a R$ (Gráfico 13) apresentam todas as atividades dominadas pelos brancos. Pelo recorte interseccional, as profissões mais destacadas tornam-se Contadores (2411) e Representantes comerciais (3322) para os homens e Psicólogos (2634) para as mulheres. Há maioria masculina entre os Condutores de Caminhões Pesados, Pedreiros e Vendedores não classificados anteriormente (95%). A população negra se apresenta minoritária nessa categoria como instrutores de atividades físicas e atividades recreativas (48%), Condutores de Caminhões pesados (36%) e Vendedores não classificados anteriormente (36%). Gráfico 13 - Quadrantes de atividades por conta própria por faixa de renda, sexo e raça- cor: Renda superior a R$4000. Região Sudeste. (Brasil urbano, 2019) À guisa de síntese, as diferenças regionais no perfil do trabalho por conta própria apontadas neste capítulo refletem as distintas dinâmicas de transição do trabalho escravo ao trabalho livre nas várias províncias brasileiras oitocentistas. Como observa Adalberto Cardoso, a transição para o trabalho livre não foi coextensiva com a construção de um mercado de força de trabalho tipicamente capitalista, ou assalariado. Ao longo dos séculos, os escravos e/ou seus descendentes se libertaram da escravidão, ajudando a compor a população não

17 diretamente envolvida com a economia escravista, que se avolumou com o tempo por meio da miscigenação (CARDOSO, 2019, p. 484) ANÁLISE DOS DADOS E CONCLUSÕES FINAIS Conclui-se que as desigualdades cruzadas de gênero, classe e raça recebem, ainda, as dobras das desigualdades regionais no Brasil demarcando o perfil sociodemográfico dos conta própria, incidindo sobre a distribuição de renda no trabalho por conta própria: no Brasil e em cada uma de suas regiões, sendo que as diferenças regionais consagram variações nas desigualdades, explicitando que as atividades e setores por conta própria são fortemente marcados por divisão sexual de trabalho. Os homens negros estão ligados à construção civil no entanto, enquanto no Nordeste eles são Pedreiros, no Sudeste são trabalhadores elementares menor formação técnica, menores salários, maior insalubridade e maior informalidade. Reduzido em concentração, mas não em escala, assim é o trabalho informal e as desigualdade raciais e de gênero: sofrem invisibilidade estatística e também teórica em muitos casos. As mulheres negras estão ligadas ao setor estético, também com menor formação técnica, menor cobertura previdenciária e expostas a insalubridade. Outro fator é a ausência de sindicalização. Os classificadores de resíduos destacam-se no Sul do Brasil. Considerando todas as faixas de renda, apresentam simetria gênero e raça. Ao se analisar a faixa de renda de até R$ reais, esta é a profissão por conta própria principal da população negra. Apesar de ser destaque no Sul do Brasil, todo desenvolvimento socioeconômico nacional está relacionado a essa profissão. Em estudo sobre contrato e condições de trabalho dos catadores de materiais recicláveis do Maranhão, a autora conclui que a indústria de reciclagem obtém o fruto do trabalho dos catadores sem necessariamente tê-los como empregados ou força de trabalho, consequentemente, sem nenhum custo contratual (ALMEIDA, 2018, p. 73). A pecuária nacional é um setor de destaque nas exportações brasileiras e no peso do PIB. A pesquisa, mesmo tratando de um recorte urbano para os

18 trabalhadores por conta própria, registra os criadores de gado e os trabalhadores qualificados da criação de gado como uma ocupação masculina e negra para a região Centro-Oeste. Enquanto Castro (2014) confirma o histórico dessa região em pecuária extensiva de baixa produtividade e no cultivo de pequenas lavouras com gêneros alimentícios de subsistência, Teixeira e Hespanhol (2006) ressaltam o rápido desenvolvimento de uma produção inexpressiva para a principal geradora de produtos agropecuários exportáveis, entre elas, soja e carne bovina. Esse desenvolvimento intensificou a taxa de urbanização da região acompanhada pelo aumento da concentração de terra (COSTA GARÇÃO, 2014). Nesse contexto, Pádua Monteiro (2013) chama atenção ao processo dinâmico de diluição das fronteiras rural-urbano. Entre pedreiros e peões, nos lixṍes e nos salões, as desigualdades geradas pelo desenvolvimento econômico e pela estrutura do mercado de trabalho sintetiza um quadro oposto ao tradicional mito da democracia racial, apresentando com argumentos cientificamente embasados o abismo que a ausência de políticas públicas, do pós-abolição até hoje, provocam no dia a dia e na qualidade do trabalho de mais da metade da população brasileira. A retórica da democracia racial transforma desigualdades em meritocracia, dispensando embasamento científico e apoiando-se numa visão extremamente subjetivista do eu até tenho amigos negros para negar o real enfrentamento de uma situação de injustiça não resolvida. REFERÊNCIAS ALMEIDA, Rosângela Batista. CONTRATO E CONDIÇÕES DE TRABALHO DOS CATADORES DE MATERIAIS RECIVLÁVEIS: o caso do Maranhão de 2000 a f. Dissertação (Mestrado em Desenvolvimento Econômico), Centro de Ciências Sociais, Universidade Federal do Maranhão, São Luis, 2018 CARDOSO, Adalberto. A construção da sociedade do trabalho no Brasil: uma investigação sobre a persistência secular das desigualdades (2a ed. revista e ampliada). 2. ed. Rio de Janeiro: Amazon, v p CASTRO, César Nunes de. A AGROPECUÁRIA NA REGIÃO CENTRO-OESTE: limitações ao desenvolvimento e desafios futuros. Texto para discussão. Instituto de Pesquisas Econômica Aplicada. Rio de Janeiro: Ipea, COSTA, Ana de L.R. Espaços negros; "cantos" e "lojas" em Salvador no século XIX. Cadernos do CRH (UFBA), v. 1991, p , 1991.

19 COSTA GARÇÃO, Lucimar Marques da. ANÁLISE SOCIOAMBIENTAL DA EVOLUÇÃO DAS PASTAGENS DEGRADADAS NO MUNICÍPIO DE PORAN- GATU, NO PERÍODO DE 1983 A f. Dissertação (Mestrado em Geografia), Instituto de Estudos Socioambientais, Universidade de Goiás, Goiânia, 2014 KREIN, Andre Eduardo Becker. Relações Formais e Informais de Trabalho nos Governos Lula e Dilma Por Uma Perspectiva de Gênero e Raça. 29/11/ f. Dissertação (Mestrado em Ciência Política). UNICAMP, Campinas, LESSA, Carlos. Prefácio: Os ovos da serpente. In: BURSZTYN, Marcel (Org.). No meio da rua - nômades, excluídos e viradores. Rio de Janeiro: Garamond, 2003, p MORAIS. Christianni Cardoso. Ler e escrever: habilidades de escravos e forros? (Comarca do Rio das Mortes, Minas Gerais, ). Revista Brasileira de Educação, v. 12, p , PÁDUA MONTEIRO, Elias de. KALUNGAS E BOVINO CURRALEIRO PÉ- DURO: contribuições da pesquisa social f. Tese (Doutorado em Ciência Animal), Escola de Veterinária e Zootecnia, Universidade Federal de Goiás, Goiânia, 2013 PINHEIRO, Luana et al. Os desafios do passado no trabalho doméstico do século XXI: reflexões para o caso brasileiro a partir dos dados da PNAD Contínua. Texto para discussão / Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada.- Brasília : Rio de Janeiro : Ipea, disponível em acesso 18 de maio PRONI, Marcelo W.; GOMES, Darcilene C. Precariedade ocupacional: uma questão de gênero e raça. Estudos Avançados 29 (85), pp , 2015 Disponível em acesso 18 de maio 2021 TEIXEIRA, Jodenir Calixto; HESPANHOL, Antônio Nivaldo. A REGIÃO CENTRO- OESTE NO CONTEXTO DAS MUDANÇAS AGRÍCOLAS OCORRIDAS NO PERÍODO PÓS Revista eletrônica da Associação dos Geógrafos Brasileiros Seção Três Lagoa. Três Lagoas MS. v.1 n 3, maio de Disponível em nivaldo/anteriores%20a%202006/modernizacao%20agricola%20- %20CENTRO%20OESTE.PDF Acesso em 30 de mar 2019

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