Características logísticas em uma rede de supermercados localizada na cidade de Maringá-Pr

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1 Características logísticas em uma rede de supermercados localizada na cidade de Maringá-Pr Daniele de Lourdes Curto da Costa (Universidade Estadual de Maringá) Resumo Nesse estudo busca-se identificar, a partir de uma rede de supermercados, as características, dinâmicas e principais estratégias logísticas, utilizadas no gerenciamento da cadeia de suprimentos. O método utilizado foi à pesquisa qualitativa, envolvendo pesquisa bibliográfica e de campo, através de entrevistas semi-estruturadas envolvendo uma rede de supermercados e um Centro de distribuição responsável por todo abastecimento da empresa. Nesse sentido, envolveu uma revisão da literatura identificando, conceitos e estratégias logísticas de diversos autores que de alguma forma causam impacto no gerenciamento logístico utilizados pelas organizações e que caracterizam as etapas da cadeia de suprimentos. Como resultado foram evidenciadas as estratégias logísticas utilizadas pela empresa na gestão da cadeia de suprimentos, destacando-se, também, os problemas encontrados no sistema logístico da empresa no que se refere ao sistema de informação utilizado que se encontra em processo de adaptação. De forma geral, observa-se que a empresa faz uso de várias ferramentas logísticas que são referenciadas pelos autores na revisão da literatura. Palavras-chave: Características Logísticas, Estratégias, Sistemas de Informação Characteristics in a logistics network of supermarkets in the city of Maringá-Pr Abstract This study seeks to identify, from a supermarket chain, the characteristics, dynamics and key logistics strategies are used in managing the supply chain. The method used was qualitative research involving literature review and field, through simi-structured interviews involving a supermarket chain and a distribution center responsible for all supply company. In this sense, involved a literature review identifying, concepts and logistics strategies of several authors who somehow impact the logistics management used by organizations that characterize the stages of the supply chain. The results have shown the logistics strategies used by the company in managing the supply chain, highlighting also the problems encountered in the company's logistics system in relation to the information system that is used in the adaptation process. In general, it is observed that the company makes use of several tools that are referenced logistics by the authors in the literature review. Keywords: Logistic Features, Strategies, Information Systems

2 1 Introdução Com o mercado cada vez mais competitivo, exige-se das empresas maiores investimentos na melhoria de seus processos, com o intuito de reduzir custos sem afetar a qualidade dos serviços. Vendo por esse prisma, a importância da logística é cada vez maior, pois proporciona condições para obtenção de vantagem competitiva sobre os concorrentes. Segundo Christopher (2002) o gerenciamento logístico é uma grande fonte de vantagem competitiva. Essa vantagem é encontrada na capacidade de diferenciar-se de seus concorrentes aos olhos do cliente e, também, pela habilidade de operar a baixo custo e gerar, como conseqüência, mais lucratividade para a empresa. Parte-se, portanto do pressuposto que, além da necessidade de agradar e manter os clientes, é preciso estar em perfeita sintonia com os fornecedores, recebendo os produtos certos, na quantidade correta, e nas datas previstas, de modo a atender as necessidades do mercado consumidor. De acordo com Ballou (1998), que toma como referência à definição da Council of Logistics Management (CLM), a logística é um processo de planejamento, implementação e controle do fluxo eficiente e economicamente eficaz de matérias-primas, estoque em processo, produtos acabados e informações desde a origem até o cliente final de modo que atenda suas expectativas de consumo. Embora envolva, também, a manufatura, o estudo da Logística se destaca no contexto do abastecimento e da distribuição. Nesse sentido, são necessárias estratégias para atender a grande variedade de produtos, necessidade de maior freqüência de reposição e redução de quantidade nas entregas. Esse contexto da logística pode ser mais facilmente compreendido ao se analisar o setor supermercadista. Esse setor evoluiu das pequenas mercearias para as grandes redes e que requer grande flexibilidade e capacidade de adequação às diversas demandas, gerando, até, uma convergência de serviços. Dessa forma, as ferramentas de gestão passam a ser cada vez mais importante como forma de ampliação da capacidade competitiva das redes de supermercados e, também, como tomada de decisão. Nesse aspecto, a gestão da cadeia contribui para levar a empresa ao aumento de qualidade, melhor atendimento aos clientes e redução de custos. Esses aspectos justificam e definem a importância de realizar estudos enfocando esse tema. Nota-se que, diversas estratégias são adotadas em uma rede de supermercado para obter-se eficiência e eficácia na gestão da cadeia produtiva. Lacerda (2000) destaca algumas disponíveis e de grande aplicação, envolvendo estruturas centralizadas ou descentralizadas. O autor as classifica como estruturas escalonadas ou diretas. Nesse caso, a estrutura escalonada é identificada quando a empresa possui um ou mais armazéns centrais de distribuição que manda as mercadorias para as lojas. Já na estrutura direta verifica-se que as mercadorias são transportadas diretamente ao cliente. Essas podem assumir outras formas como o transit point, cross-docking e merge in transit. Observa-se que essas últimas estruturas caracterizam, na prática, um meio termo entre estruturas escalonadas e diretas, em que se busca uma maior agilidade na estrutura escalonada, notadamente no centro de distribuição. Assim, em uma rede de supermercado torna-se importante delimitar as estratégias utilizadas para a manutenção e transporte dos diferentes tipos de produtos comercializados. Isso porque, diferentes formas de transporte e armazenamento demandam estratégias logísticas que sejam adequadas a cada tipo e característica de produto. O que dificulta ou torna complexa a gestão logística nesses estabelecimentos. Dentro desse contexto o objetivo geral deste trabalho consiste em identificar as características, estratégias e sistema de informação da logística em

3 uma rede de supermercados localizada na cidade de Maringá-PR, que atua com um centro de distribuição integrado às suas lojas. 2 Metodologia e procedimentos operacionais Para a realização deste trabalho utilizou-se a pesquisa qualitativa que, segundo Minayo (1995), é definida como um nível de realidade que não pode ser quantificado. Trabalhando-se, dessa forma, com o universo dos significados, motivos, crenças, valores e atitudes. Ainda foi utilizada a pesquisa descritiva como o tipo mais adequado para a execução deste projeto. A pesquisa descritiva para Cervo e Bervian (1983) é a pesquisa que observa, registra, analisa fatos e fenômenos sem manipulá-los, procura descobrir com a precisão possível a freqüência com que o fenômeno ocorre, a relação e conexão com outros, natureza e características. Neste trabalho foi realizado um estudo de caso que, segundo Godoy (1995), caracteriza-se como uma pesquisa cujo objeto é uma unidade que se analisa profundamente com o exame detalhado de um ambiente, de um sujeito ou de uma situação em particular. Para a realização deste trabalho, foi desenvolvida, primeiramente, uma pesquisa bibliográfica para levantar os conceitos sobre o tema exposto. Nessa fase foram discutidos aspectos relacionados aos estudos logísticos e sua dinâmica no setor supermercadista. A segunda fase envolveu o estudo de caso, realizado em um centro de distribuição de carga seca de uma rede de supermercados localizada na cidade de Maringá-PR. Operacionalmente as informações foram levantadas por intermédio de visitas e entrevistas com profissionais da área integrantes dessa organização, com o uso de questionários semi-estruturados. A empresa foi selecionada intencionalmente para desenvolvimento do estudo de caso por apresentar características logísticas que poderão contribuir significativamente para a consecução dos objetivos estabelecidos. A empresa faz utilização de ferramentas logísticas em sua gestão, trabalha com um centro de distribuição e, também, concorre com as grandes redes localizadas na região. 3 Logística e a cadeia de suprimentos Segundo Ballou (2001), na antiguidade os produtos não ficavam próximos dos mercados consumidores e, como conseqüência, as pessoas aglomeravam-se e consumiam os produtos imediatamente nos locais de compra. Isso porque não havia um sistema eficiente de transporte e armazenagem, o que gerava limitações e alta concentração de pessoas. Com o sistema logístico isso mudou, e melhorou, pois as pessoas já não precisavam povoar somente os locais próximos da área de produção, pois havia a possibilidade de movimentação de mercadorias para lugares mais distantes e, também, maior possibilidade de comercialização. De acordo com Christopher (2002), a Logística surgiu e obteve grande evolução no meio militar, pois surgia a necessidade de movimentação de armamentos, pessoas e alimentos para longas distâncias em um espaço curto de tempo. Desde então a Logística vem tomando força e ocupando papel de destaque na administração de conflitos a serviço de paises e/ou organizações no que se refere à movimentação de equipamentos e suprimentos, no qual se identificava a importância da logística para a movimentação das guerras. Concomitante a esses acontecimentos, em que a atividade logística foi validada como essencial nas ações de guerra, também ocorrerem intensas pesquisas na área acadêmica. Mas ainda segundo Christopher (2002), o meio empresarial somente reconheceu a importância da logística em um passado recente, no qual verificou o valor do gerenciamento logístico para a obtenção da vantagem competitiva e, também, como forma de diferenciação de custos e qualidade. A cadeia de suprimentos é, também, referenciada por Ballou (2001) como logística empresarial. Conforme o autor, o conceito de logística empresarial é bastante recente no Brasil, com início em 1994 devido à estabilização proporcionada pelo plano real. Segundo

4 Fleury et al (2000), isso aconteceu devido ao fato de a economia brasileira ter sofrido por vários anos com a instabilidade provocada pelo alto índice de inflação, o que estagnou as empresas a buscarem novos mercados e vantagem competitiva o que gerou um atraso de 10 anos em relação aos setores produtivos internacionais. Nota-se, que a logística tem o propósito de colocar os produtos em movimento com um nível adequado de serviços ao cliente e com custo razoavelmente baixo. Isso implica na gestão correta dos produtos e serviços, não só das prateleiras para o cliente, mas desde a matériaprima, fornecedores, transporte, estocagem, manuseio até chegar à venda efetiva. Essa caracterização define a própria dinâmica relacionada à cadeia de suprimentos, em seu contexto operacional e competitivo. Deve se considerar, entretanto, as observações de Fleury (2000) de que o conceito de Cadeia de suprimentos tem origem na discussão teórica denominada Logística Integrada. De acordo com o autor, a Logística Integrada deve ser vista como um instrumento de marketing, uma ferramenta gerencial, capaz de agregar valores aos serviços prestados. Segundo o autor, para entender o conceito de cadeia de suprimento é importante ter claro a definição de canal de distribuição, que é de fundamental importância para a comercialização de bens e serviços, bem como sua distribuição. O canal de distribuição pode ser dessa forma, definido como [...] um conjunto de unidades organizacionais, instituições e agentes, internos e externos, que executam as funções que dão apoio ao marketing de produtos e serviços de determinada empresa (FLEURY, 2000, p. 40). 3.1 O sistema de informação e gestão logística As empresas buscam, a cada dia, respostas mais rápidas para abastecimento da cadeia de suprimentos. Uma forma de maximizar esse processo é por intermédio da adoção de sistemas de informação, que são utilizados pelas empresas para alinharem os pedidos com o estoque que é denominado de Sistema de Informação Gerencial (SIG) ou Sistema de Informação Empresarial. Segundo Gomes e Ribeiro (2004), existem duas abordagens para o conceito de sistema de informação empresarial. Uma considera um sistema de interação entre os setores de uma empresa inserido na teoria de sistemas e a outra relaciona somente o uso da informática como ferramenta do sistema de informação. Os autores definem o sistema de informação como sendo um conjunto de dados estruturados de acordo com a necessidade da empresa e, que dispõe da informação necessária para a operação da empresa visando atividades de direção e controle, apoiando pelo menos em alguma parte a tomada de decisão de acordo com a estratégia traçada. Para Ballou (2001), algumas empresas do ramo varejista desenvolvem o sistema de informação, seja para melhorar o atendimento disponibilizado ao cliente ou para estocagem e reabastecimento de produtos dentro da cadeia de suprimentos. Nesse sentido, existe a forma de controle de estoque o Vendor Managed Inventory (VMI), no qual o fornecedor controla o gerenciamento de estoque do varejista com o modo Electronic Data Interchange (EDI). Esse sistema faz com que quando o software do varejista dispara o pedido de reabastecimento, este chegue direto para o fornecedor que emite o pedido e manda para o varejista. Segundo Gomes e Ribeiro (2004) o modo EDI é um formato padrão para trocar dados de negócios. Uma característica fundamental do modo EDI, é que as mensagens enviadas não necessitam de ação humana. Uma vez que o sistema entende um comando, por exemplo, de ressuprimento de estoque: quando o estoque chega a um nível pré-determinado o sistema dispara o pedido para o fornecedor. Normalmente esse tipo de tecnologia é usado por

5 empresas que fazem sempre o mesmo tipo de transação como fornecedor e comprador. Dessa forma, o sistema de informação apresenta-se como importante ferramenta para a eficácia da cadeia de suprimentos, pois torna eficaz o controle de fluxo de produtos dentro da cadeia de suprimentos, o que ajuda na redução de custos com a manutenção correta dos estoques. Isso faz com que a empresa tenha maior capacidade competitiva no mercado e, como conseqüência, melhor preço para o consumidor final. 3.2 Estratégias logísticas Os consumidores quando se dirigem a uma prateleira de uma loja, esperam encontrar tudo o que precisam alocados de maneira adequada proporcionando um bom atendimento, conveniência, preços acessíveis e melhor tempo de atendimento. Para que isso ocorra há diversas formas dos produtos chegarem às lojas. Dessa forma, seu desempenho dependerá da estratégia de estruturação da cadeia de suprimentos adotada pela empresa. Segundo Lacerda (2000), a distribuição pode ser de dois tipos: estrutura escalonada, em que um ou mais armazéns ou centros de distribuição próximos das lojas e que faz a distribuição das mercadorias; estrutura direta, na qual as mercadorias são transportadas dos armazéns centrais diretamente aos clientes. Ainda, segundo o autor, na estrutura escalonada podem estar envolvidos os centros de distribuição avançados e na estrutura direta pode-se, também, contar com instalações intermediárias, as quais serão detalhadas a seguir. Nota-se que as estruturas diretas, na percepção do autor, podem ser ainda subdivididas, em instalações do tipo: transit point; cross-docking; merge in transit. a) Centros de distribuição avançados: é típico de estrutura escalonada, fica localizado entre o armazém central e os clientes. Sua função é atendê-los de forma mais eficiente, rápida e com custos de transportes mais baixos. Permite receber grandes cargas e transformá-las em carga fracionada e tem como conseqüência atendimento a um número maior de clientes e com preços mais baixos, pois do armazém central para o avançado acontece em distâncias. b) Transit point: é bastante parecido com os centros de distribuição avançados, com a diferença de não manter estoques. Sua função é atender uma área de mercado localizada distante dos armazéns centrais, sendo a passagem entre receber o carregamento, separar as mercadorias e mandá-las para os clientes. c) Cross-docking: difere do transit point por trabalhar com vários fornecedores que atendem a clientes comuns. Assim, a carga passa de uma doca de recebimento para outra, na qual será separada e levada para a expedição e distribuído para o cliente. d) Merge in transit: é uma extensão do cross-docking combinado com o Just in Time. É utilizado em distribuição de alto valor agregado, formado por multicomponentes que têm suas partes produzidas em diferentes lugares e procura coordenar o fluxo dos componentes gerenciando o lead time de produção e transporte. Percebe-se que todas essas estratégias são importantes para o gerenciamento da cadeia de suprimentos, pois são alternativas que podem enquadrar-se de acordo com a estrutura da empresa, impactando no processo de transporte e armazenagem dos produtos. Essas estratégias têm uma grande participação na redução de custos, seja por melhor adequá-los a necessidade da empresa e clientes ou por melhor uso da capacidade de transporte da empresa, o que incide em melhores resultados operacionais. 3.3 O transporte e o processo de roteirização

6 O sistema de transportes é de fundamental importância dentro da logística de uma empresa. Contudo deve-se sempre avaliá-lo, pois esse exige altos investimentos com elevados custos de manutenção. Para Ballou (2001) um sistema de transporte eficiente e barato, contribui para aumentar a concorrência do mercado, eleva a economia de escala de produção e, por conseqüência, reduz os custos das mercadorias. Em complemento, Nazario (2000), observa que o transporte de mercadorias tem sido utilizado para levar os produtos onde existe demanda potencial, dentro do prazo adequado às necessidades dos consumidores. Dessa forma, o transporte deve estar relacionado também aos estoques e serviços de atendimento ao cliente. Nesse sentido, o transporte é utilizado para o deslocamento da mercadoria desde o fornecedor até o cliente final. Este trajeto deve ser feito de forma eficiente para que haja redução de custos e aumente a competitividade da empresa no mercado. Dentro desse contexto, o milk run pode facilitar essa atividade dentro da logística. De acordo com, Moura e Botter (on line, 2006) o milk run é um processo de roteirização que visa, em um tempo determinado, coletar os produtos dos fornecedores cumprindo rotas pré-determinadas. Objetiva, nesse sentido, diminuir o custo de transporte da operação para obter o melhor desempenho do veículo utilizado e, reduzir o estoque da cadeia de suprimentos. No modo convencional de roteirização, o transporte é feito de fornecedor em fornecedor, o que acarreta mais tempo e também mais custos. Com o milk run, o trajeto é traçado antes, de modo que em uma única vez alcance vários fornecedores, através de rotas já especificadas. 4 As características logísticas em uma rede de supermercados localizada na cidade de maringá-pr Apresentam-se neste trabalho as características logísticas em uma rede de supermercados, visto que, nesse segmento são utilizadas diversas ferramentas logísticas, as quais ajudaram na compreensão e explanação do tema exposto que integra este capítulo. Nesse sentido, no trabalho procurou-se caracterizar a logística supermercadista, de modo que demonstre sua dinâmica como forma de contribuição competitiva para o setor no qual está inserida. 4.1 Caracterização da empresa A empresa em análise envolve uma rede de supermercados localizada na cidade de Maringá- Pr. Atualmente está com treze lojas sendo: sete em Maringá-Pr, uma em Jandaia-PR, duas em Cianorte-PR, duas em Paranavaí-PR e uma em Dourados-MS. Para distribuição dos produtos para as lojas a empresa atua com um centro de distribuição e um centro de distribuição de frios, ambos localizados em Maringá-Pr, e um centro de distribuição de hortifruti localizado em Londrina-Pr. Atualmente a empresa possui cerca de 1500 colaboradores atuando no ramo varejista. Em suas lojas comercializam-se produtos alimentícios, têxteis, bazar e eletroeletrônicos. O Centro de distribuição de carga seca (CD), que é objeto de estudo deste trabalho, é localizado em Maringá-PR, atua com cerca de sessenta colaboradores. Seu espaço físico é de aproximadamente 5000 m 2, os equipamentos como carrinhos, hidráulicos, paleteiras, entre outros são próprios, exceto as empilhadeiras elétricas que são locadas. O transporte também é próprio, sendo três trucks e 1 carreta. O CD atende todas as lojas da empresa, seja em Maringá ou na região, com o objetivo de diminuir custos e otimizar o transporte dos produtos até as lojas.

7 4.2 Apresentação e análise dos resultados O trabalho foi desenvolvido buscando identificar as visões dos entrevistados na rede de supermercados relacionado-as à gestão da cadeia de suprimentos, suas ferramentas e principais dificuldades, respeitando-se as especificidades de cada entrevistado e o setor no qual atua na empresa. Os resultados são apresentados conforme a divisão das categorias e suas subdivisões e juntamente com a apresentação dos resultados far-se-á a analise dos dados segundo as entrevistas com os gerentes e diretor de logística de forma a confrontá-los e compará-los com a revisão da literatura Características da cadeia de suprimento a) Integrantes da cadeia de suprimentos nos supermercados A cadeia de suprimentos em uma rede de supermercados envolve, segundo os entrevistados: compradores; fornecedores; centro de distribuição de carga seca; centro de distribuição de hortifruti; centro de distribuição de frios; transporte; depósito loja; loja; consumidores. A Figura 01 caracteriza o conjunto de integrantes primários nos segmentos e o fluxo operacional da cadeia de suprimentos da rede de supermercados. Compradores Forn. A Forn. B Forn. C Centro de Distribuição Lj A Lj B Lj C Lj D Lj E Figura 01: Organograma primário do fluxo da cadeia de suprimentos. (Fonte: autor) b) Os fornecedores e seu fluxo operacional na rede de supermercados Segundo os entrevistados, quem controla os fornecedores, o nível de estoque e compras para abastecer as lojas é o setor comercial, não existindo, assim, controle por parte do CD que fica responsável por armazenar e transportar as mercadorias. O controle dos fornecedores é feito por divisões dos fornecedores conforme o produto. Cada gerente de produto é responsável por uma carteira de compra que é separado por categoria, por exemplo, cereais pesados, limpeza, perfumaria, enlatados, entre outros. Como a maioria das compras de mercadorias ocorre por oportunidade, visando preço baixo, isso acaba por prejudicar o gerenciamento adequado dos estoques, pois poucos produtos são entregues diretamente na loja. Esses casos são refrigerantes e bebidas em geral, alguns frios refrigerados e iogurtes, carne e hortifruti. No caso da relação fornecedor/loja, para se efetuar os pedidos, é feito um levantamento através do sistema Efficient Consumer Response (ERP), que aponta os itens que são distribuídos pelo fornecedor e, também, à venda realizada nos

8 últimos três meses. Com esses dados o encarregado responsável pela seção faz o pedido e o entrega diretamente ao fornecedor ou por , pois este não tem acesso informatizado com as lojas, com um lead time de reposição de dois dias tanto para pedidos direto para o fornecedor quanto para pedidos para feitos diretos ao CD. Nota-se que a empresa trabalha com alto volume de estoques devido à forma de compra e controle por parte do comercial. Segundo Christopher (2002), a empresa deve saber operar de forma eficiente o gerenciamento logístico para obter vantagem competitiva frente a seus concorrentes. Para que isso ocorra, a empresa deve manter estoques para atender a sua demanda, ou seja, os pedidos de mercadorias para os fornecedores devem ser alinhados a real necessidade da empresa recebendo o produto certo na quantidade correta e que atenda de forma eficiente o mercado consumidor. Esses dados podem ser indicativos de que a empresa tem como características de seu sistema logístico o modo escalonado. O objetivo é atender aos pedidos de forma mais eficiente e a custos operacionais mais baixos. Quando se trata do fornecedor entregar as mercadorias diretamente nas lojas, a empresa acaba desviando um pouco da estratégia logística do modo escalonado e passando a operar em um processo de milk run por parte dos fornecedores. Uma das alternativas para minimizar esse ritmo de compras de compras é a entrega programada por parte dos fornecedores. Isso, porém, tem que ser uma exigência do setor comercial na hora de negociar a compra, para que os fornecedores entreguem conforme a demanda da empresa, analisando se o custo de manter estoque compensa o custo de entregas programadas. c) Dificuldades encontradas na cadeia de suprimentos Os entrevistados são unânimes em afirmar que, as dificuldades encontradas no caso do gerenciamento da cadeia de suprimentos estão relacionadas á falta de capacidade da ferramenta do Sistema para Armazenagem e Gerenciamento de Armazéns (SAGA) em identificar itens que não são enviados às lojas pelo CD. O gerente de loja observa, também, que o CD ainda está com bastante falha operacional no envio de pedidos, pois existem os itens no CD e esses não chegam às lojas, seja por falha do sistema ou dos colaboradores que separam os pedidos. A conferência dos produtos que chegam do fornecedor ainda é manual o que não possibilita uma definição exata na hora da expedição. Não existe, também, a definição exata do mix que se trabalha nas lojas, o que dificulta as compras pelo setor comercial e também a armazenagem dos produtos nas lojas e no CD. Falta, ainda, segunda ele, programação por parte da empresa em longo prazo no que diz respeito a compras e entregas das mercadorias; os encartes são mandados para o CD um dia antes da promoção o que gera ruptura nas lojas. Essas dificuldades ratificam a falta de um sistema adequado de informação para gerenciar de forma adequada à complexidade do sistema logístico da empresa, que envolve o setor comercial, fornecedor, CD e lojas Sistema de informações a) Sistema de informação e dificuldades encontradas O sistema de informação utilizado pela empresa é o ERP, que é utilizado para fazer controle de mercadorias e também de estoque nas lojas. Esse sistema é utilizado pelas lojas para fazer pedidos ao CD e, também, pelo comercial para verificar estoque, históricos de vendas, e para fazer a negociação direta com o fornecedor. O centro de distribuição trabalha com o SAGA, que faz gerenciamento de armazéns. Esse sistema não controla estoque, ele apenas disponibiliza ferramentas para armazenagem e tem ligação direta com o ERP, ou seja, quando chega à mercadoria ao CD, é dado entrada na nota fiscal através do ERP.

9 Depois de dar baixa na nota, os dados são exportados para o SAGA, o qual identifica os espaços disponíveis no CD para fazer a armazenagem dos produtos. Porém, o SAGA só entende que a mercadoria está no CD, depois de armazenada. E acontece de não existir espaço físico disponível no CD e, então, o SAGA não consegue localizá-las, pois para ele os produtos não entraram no CD. Já o ERP atualiza automaticamente o estoque assim que é dada entrada na nota fiscal. Isso causa divergências de estoque entre os dois sistemas e algumas dificuldades para que o CD atenda os pedidos das lojas na íntegra. A empresa não trabalha com o modo EDI, os pedidos das lojas são feitos baseando-se em um relatório de sugestões emitido pelo sistema ERP. Esse relatório baseia-se na venda média diária e nos estoque existente, desconsiderando os picos de vendas e ofertas. No que se refere à distribuição, esta é feita pelo setor comercial, o qual faz a compra dos produtos e com o apoio do ERP verifica estoque, preço e histórico de venda de cada unidade e distribui as quantidades para cada loja. Nesse modo de abastecimento das lojas acontecem algumas falhas, seja por mandar menos por falha operacional, ou a mais por muitas vezes, individualmente, fecharem com fornecedores grandes quantidades de produtos em busca de baixo valor. Verifica-se que o sistema de informação se apresenta de forma desintegrada com os departamentos que são diretamente relacionados com a logística da empresa. Isso gera problemas como altos níveis de estoque, dificuldades para identificar o nível de estoques no sistema de informação e erros operacionais em função do sistema de informação. Esse aspecto ratifica as posições dos autores acerca da necessidade de um sistema de informação adequado ao nível de complexidade do sistema logístico adotado Movimentação a) O sistema de transporte O transporte do fornecedor para o CD é feito através dos caminhões dos fornecedores. A entrega é agenda pelo setor comercial quando se faz a negociação dos produtos. No entanto, o gerente do CD explica que as descargas dos produtos são feitas de modo integral, não existindo ainda na empresa entregas programadas, se o comercial comprar três carretas de leite, eles são entregues uma única vez no CD. Isso gera, segundo o gerente, gargalos de recebimentos e armazenagem (excesso de mercadoria). O recebimento do fornecedor no CD é definido por prioridade (perecíveis, por exemplo), tamanho de carga (as menores são recebidas primeiro) e facilidade de conferencia por parte de CD da carga do fornecedor. Os pedidos das lojas são atendidos individualmente. Sai um caminhão para cada loja. O gerente do CD, explica que as lojas são atendidas conforme as janelas de entrega, ou seja, durante o dia cada loja tem um horário pré-estabelecido para recebimento do CD. Essas janelas são definidas conforme localização e tamanho da loja. As lojas que não se localizam em Maringá, têm prioridade de recebimento. Primeiro o caminhão faz carregamento e distribui para elas, depois chega ao CD e é carregado para as lojas de Maringá, atendendo da maior para a menor uma a uma. Conforme as lojas emitem o pedido para o CD, esse começa a separação de mercadorias. Para cada loja existe uma doca, na qual são colocados os pallets das mercadorias destinada àquela loja. Segundo o gerente do centro de distribuição a empresa está implantando o sistema cross docking o que, segundo ele, a curto prazo irá ajudar todo o sistema logístico da empresa. Segundo o gerente do CD e o diretor de logística a empresa não trabalha com o processo de roteirização para a entrega de mercadorias nas lojas, uma vez que as lojas são próximas e que geralmente o pedido de cada loja faz uma carga fechada de um truck que são

10 aproximadamente 18 pallets. Dessa forma, o caminhão entrega em uma loja, volta ao CD para carregar mercadoria para outra loja e assim por diante. Quando existe a necessidade de mandar alguma mercadoria da loja para o CD, o transporte é feito pelo mesmo caminhão visto que ele faz a entrega na loja e volta ao CD. Isso evidencia que a empresa não trabalha com milk run, e as movimentações das mercadorias para as lojas são feitas no formato CD/loja uma a uma. Ballou (2001) afirma que um sistema de transporte eficiente e barato contribui para reduzir os custos das mercadorias e contribui para aumentar a concorrência no mercado. Isso demonstra que como a empresa tem muita dificuldade em atender as lojas nos prazos das janelas de entrega, existe uma necessidade de uma reformulação no sistema de transporte, seja aumentando a frota ou utilizando estratégias como milk run que ajude na manutenção e movimentação das mercadorias. Para melhorar e amenizar as dificuldades encontradas pelos entrevistados, é preciso ter um sistema de informação para consolidação dos pedidos e, também, sistematização de rotas que devem ser implementadas de forma a gerar eficiência, atendendo as demandas, e eficácia na redução de custos e manutenção dos padrões de qualidade necessários. b) Dificuldades no setor de transporte Segundo o gerente da loja as dificuldades encontradas com relação ao setor de transportes, estão relacionadas ao setor de hortifruti. Quando os produtos de hortifruti são distribuídos diretamente pelos fornecedores, nem sempre seus caminhões têm estrutura adequada. Além disso, falta estrutura de recebimento e armazenagem correta das lojas. Para o gerente do CD, as dificuldades estão relacionadas à estrutura do transporte utilizado, visto que a empresa possui uma carreta e três trucks dos quais apenas dois tem a plataforma de descarga. Isso dificulta o processo, gerando atrasos de entregas para as lojas, pois algumas somente recebem com a plataforma devido a sua estrutura de recebimento. O gerente observa também que um dos caminhões necessita ser trocado e, também, existe a necessidade de aumento da frota, visto que um dos motivos dos atrasos na entrega das mercadorias para as lojas se dá pela falta de caminhão disponível no Centro de Distribuição. Além disso nota-se também a necessidade de se aplicar o milk run, pois com isso tem-se a possibilidade de melhorar o atendimento às lojas no que se refere a prazo e qualidade dos produtos. 5 Considerações finais Neste trabalho discutiu-se a caracterização do sistema logístico, bem como a importância das estratégias logísticas e do sistema de informação para a gestão logística em uma rede de supermercados que atua com um centro de distribuição ligado às suas lojas, localizadas na cidade de Maringá-Pr. Para isso, procurou-se na literatura as principais percepções dos autores no que se refere às ferramentas logísticas, bem como as formas de gestão em relação à movimentação e armazenagem e ssitema de informação. Além disso, foi efetuada uma analise de como a empresa faz sua gestão da cadeia de suprimentos, quais ferramentas são utilizadas e quais as visões dos entrevistados sobre o tema exposto bem como suas principais dificuldades. Para isso, foi realizada uma pesquisa qualitativa, envolvendo um estudo de caso que foi realizado em uma rede de supermercados, que atua com um centro de distribuição de carga seca, localizada em Maringá-Pr. Foram utilizados nesse estudo, questionários semiestruturados com perguntas abertas, aplicados na forma de entrevistas envolvendo diálogos com os entrevistados. Com base no estudo, no que se refere às estratégias utilizadas, conclui-se que a empresa trabalha com a estrutura escalonada tendo um centro de distribuição de seus produtos para melhor atender suas lojas. Outro aspecto importante é que, como existe o processo de

11 reestruturação, deve-se considerar que algumas falhas que ocorrem no sistema logístico são conseqüências da fase de adaptação desse processo, notadamente no sistema de informação. Outro ponto a se destacar é a implantação da estratégia cross-docking no centro de distribuição. Isso deverá melhorar o nível de estoques e proporcionar um serviço mais adequado à estrutura da empresa, podendo gerar maior interação entre os setores da empresa e, também, com os fornecedores. No que diz respeito à gestão de estoques da empresa, vale destacar que ela trabalha com o modo de empurrar estoques. Isso muitas vezes acarreta aumento nos níveis de estoque, uma vez que existe a incerteza da demanda e do ressuprimento dos produtos. Como foi destacado, o sistema de informação tem a necessidade de maior integração com os setores da empresa, visto que a empresa trabalha com dois sistemas para fazer o gerenciamento de pedidos e armazenagem dos produtos. Existe a perspectiva de melhora pela reestruturação no sistema logístico, o que deverá eliminar esses problemas e aumentar a eficiência e eficácia do sistema, reduzindo custos e aumentando a responsividade do sistema logístico. 5 Rerências BALLOU, Ronald H. Gerenciamento da cadeia de suprimentos: planejamento, organização e logística empresarial. 4 ed. São Paulo: Bookman, CERVO A. L.; BERVIAN P. A. Metodologia cientifica. São Paulo: McGraw-Hill, CHRISTOPHER, Martin. Logística e gerenciamento da cadeia de suprimentos: Estratégias para a redução de custos e melhoria dos serviços. São Paulo: Pioneira, FLEURY, Paulo F. Conceito de Logística Integrada e Supply Chain ManagementI. in. FLEURY, Paulo F et al. Logística empresarial: a perspectiva brasileira. São Paulo: Atlas, GODOY, Arilda Schmidt. Introdução a pesquisa qualitativa e suas possibilidades. São Paulo,v 35, pp 57-63,1995. GOMES, Carlos Francisco Simões; RIBEIRO, Priscila Cristina Cabral, Gestão da cadeia de suprimentos integrada à tecnologia da informação. São Paulo: Pioneira T. Learning, LACERDA, Leonardo. Armazenagem estratégica: Analisando novos conceitos in. FLEURY, Paulo F. et al Logística empresarial: A perspectiva brasileira. São Paulo: Atlas, MINAYO, M.C. et al. Pesquisa social. Petrópolis: Vozes, cap 1. pp MOURA, Delmo A.; BOTTER, Rui C. Caracterização do sistema de coleta programada de peças, milk run. RAE eletrônica, Vol 1, Número 1, jan-jun/2002. Disponível em: < Acesso em: 06 ago

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