PROJETO DE INSTALAÇÃO ELÉTRICA

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1 novembro de 2020 PROJETO DE INSTALAÇÃO ELÉTRICA (TIPO C) Estação Elevatória Requerente: Município de Odemira Contribuinte n.º: Localização da instalação: Freguesia: Santa Clara-a-Velha Concelho: Odemira Cetelmira Centro Técnico de Electricidade do Mira, Lda., Contribuinte n.º Rua António Mantas, n.º 5 1.º Esq Vila Nova de Milfontes Tel.: / Fax:

2 CONTEÚDO I.DOCUMENTOS TÉCNICOS Generalidades Conceção da Instalação Composição e utilização dos locais Instalações previstas Alimentação e origem da instalação elétrica Alimentação de energia Origem da instalação elétrica Fatores de influência externa Canalizações, aparelhagem, aparelhos de utilização e equipamentos Canalizações Aparelhagem Aparelhos de utilização Equipamentos Quadros elétricos Cálculos Proteção das pessoas Contactos Diretos Contactos Indiretos Elétrodo de Terra Ligações Equipotênciais ANEXO II PEÇAS DESENHADAS... 14

3 I.DOCUMENTOS TÉCNICOS Documentos respeitantes à instalação elétrica Identificação do Projeto de Instalações Elétricas de Serviço Particular Ficha Electrotécnica Documentos respeitantes ao autor do Projeto Termo de Responsabilidade pelo Projeto de Instalações Elétricas de Serviço Particular (conforme artigo 5.º do decreto-lei n.º 96/2017, de 10 de agosto) Cópia do Cartão de Cidadão Cópia do Cartão de Técnico Responsável (DGEG) Cópia da Cédula Profissional (Ordem dos Engenheiros) A Estação Elevatória - MDJ.docx 3

4 Anexo 1.1 IDENTIFICAÇÃO DO PROJETO DE INSTALAÇÕES ELÉTRICAS DE SERVIÇO PARTICULAR (artigo 20.º do Decreto-Lei n.º 96/2017, de 10 de agosto) 1 Promotor / Entidade Exploradora Nome: MUNICÍPIO DE ODEMIRA Telefone: NIF: Morada: Praça da República C. Postal: ODEMIRA 2 Técnico responsável pelo projeto Nome: N.º BI/CC: Augusto da Silva Oliveira Telefone: NIF: N.º DGEG: N.º OE: N.º OET: Morada: Rua António Mantas, n.º 5 1.º esq.º C. Postal: Vila Nova de Milfontes 3 Identificação do imóvel Lugar/Rua: Freguesia: Estação Elevatória da Vila Nova de Milfontes Concelho: Odemira Distrito: Beja Coordenadas GPS: 37º 43' 23,28" N 8º 47' 14,01" O NIP: Tipo de estabelecimento: Estação Elevatória Tensão da RESP [kv]: Potência a alimentar pela RESP [kva]: 34,5 4 Identificação da instalação elétrica Instalação Tipo de instalação nova SE/PS/PTC Rede MT/AT Rede BT Instalação de utilização MT/AT Instalação de utilização BT Grupos geradores Instalação existente X Observações Declaro que a informação apresentada identifica a instalação elétrica. 16/11/2020 (Data e assinatura do técnico responsável pelo projeto) Legenda: SE: Subestações; PS: Postos de Seccionamento; PTC: Postos de Transformação de Consumo. RESP: Rede Elétrica de Serviço Público; MT/AT: Média e Alta Tensão; BT: Baixa Tensão. DGEG.DSEE.Mod_Ident.Projeto_v /1

5 FICHA ELETROTÉCNICA DE INSTALAÇÕES ELÉTRICAS DE SERVIÇO PARTICULAR (emitido nos termos do disposto no artigo 12.º do Decreto-Lei n.º 96/2017, de 10 de agosto) 1 - Requerente/Entidade Exploradora Nome: MUNICÍPIO DE ODEMIRA NIF/NIPC: Telefone: Morada: Praça da República C. Postal: ODEMIRA 2 - Técnico Responsável Nome: Augusto da Silva Oliveira NIF: Telefone: N.º DGEG: Localização do imóvel Freguesia: Vila Nova de Milfontes Concelho: Odemira Distrito: Beja Entrada (1) principal (Lugar/Rua): Av.ª Marginal - Praia da Fanquia - Vila Nova de Mifontes Coordenadas GPS: 37º 43' 23,28" N;8º 47' 14,01" O Outra Entrada (1) do Imóvel: Coordenadas GPS: Inserir linha 4 - Caraterização do imóvel Descrição do Imóvel: Outros Instalação: Existente Classificação das instalações (2) : Locais afetos a serviços técnicos Total Ramais: Instalação Eletrica Tipo da Instalação (3) Entrada do Imóvel Ramal N.º NIP (4) (existente) CPE (5) (existente) Andar Fração Tipo utilização individual (6) Entrada Total Instalado (kva) Fator de Simultaneidade Potência a Alimentar (kva) C E1 1 PT BC Estação Elevatória Trif 34,50 1,00 34,50 0,00 0,00 0,00 0,00 Inserir linha Tipo de Instalação Potência Total Instalada (kva) Declaro que a informação apresentada caracteriza a instalação elétrica. Tipo A: geradores de segurança e de socorro Tipo B: instalações alimentadas em MT/AT/MAT 0,00 0,00 16/11/2020 Tipo C: instalações alimentadas em BT 34,50 (Data e assinatura do técnico responsável) FE_v (1) Localização (Rua e numeração de porta ou Lugar) do(s) ponto(s) de entrega ao imóvel (ramais de alimentação). Caso a instalação de utilização seja alimentada por um ramal próprio, deve mencionar a respetiva localização. (2) Conforme Anexo I do Despacho n.º 1/2018 da DGEG. (3) Conforme art.º 3.º do Decreto-Lei nº 96/2017. Para instalações do "Tipo A", de socorro ou segurança, indicar a "Entrada", "Ramal N.º", "NIP" e "CPE" da instalação de utilização a que está associado. (4) NIP - Número de Identificação do Prédio. Caso ainda não esteja atribuído, colocar "-". (5) CPE - Código do Ponto de Entrega (conforme art.º 229º do RRC). Caso ainda não esteja atribuído, colocar "-". (6) Conforme Anexo II do Despacho n.º 1/2018 da DGEG. Ficha Eletrotécnica 30/11/2020 1/2

6 Anexo 1 TERMO DE RESPONSABILIDADE PELO PROJETO DE INSTALAÇÕES ELÉTRICAS DE SERVIÇO PARTICULAR (artigo 5.º do Decreto-Lei n.º 96/2017, de 10 de agosto) 1 Promotor / Entidade Exploradora Nome: MUNICÍPIO DE ODEMIRA Telefone: NIF: Técnico responsável pelo projeto Nome: N.º BI/CC: Augusto da Silva Oliveira Telefone: NIF: N.º DGEG: N.º OE: N.º OET: Morada: Rua António Mantas, n.º 5 1.º esq.º C. Postal: Vila Nova de Milfontes 3 Identificação do imóvel Lugar/Rua: Freguesia: Estação Elevatória da Vila Nova de Milfontes Concelho: Odemira Distrito: Beja Tipo de estabelecimento: 4 Identificação da instalação elétrica NIP: Estação Elevatória Instalação nova CPE(s): Instalação existente X Declaro que se observam, no projeto de execução, as disposições regulamentares em vigor, bem como outra legislação aplicável. Declaro também que o projeto simplificado está em conformidade com o projeto de execução, no que respeita às disposições regulamentares de segurança aplicáveis para efeitos de vistoria/inspeção. 16/11/2020 (Data e assinatura do técnico responsável pelo projeto) DGEG.DSEE.Mod_TermoRespProjeto_v /1

7 CÓPIAS DE CARTÕES A Estação Elevatória - MDJ.docx 3

8 1.GENERALIDADES O presente projeto refere-se ao aumento da potência instalada das instalações elétricas de tipo C da Estação Elevatória de Águas Residuais situada junto à Av.ª Marginal, nas proximidades da Praia da Franquia, em Vila Nova de Milfontes, tendo sido estudado de forma a obter-se não só uma solução funcional e económica, com o máximo de segurança prevista nas Regras Técnicas das Instalações Eléctricas de Baixa Tensão (RTIEBT - Portaria n.º 949-A/2006, de 11 de Setembro, mas também de modo a que se enquadrasse da melhor maneira na arquitetura da instalação e das zonas envolventes. As marcas e tipos dos materiais e equipamentos referidos nesta memória descritiva e nas peças desenhadas, bem como demais recomendações, destinam-se apenas a precisar as características pretendidas na presente instalação, podendo não ser totalmente seguidas, desde que sejam respeitadas as prescrições regulamentares em vigor. Os materiais e equipamentos de utilização a montar nas instalações elétricas, deverão obedecer às disposições regulamentares, bem como a toda a legislação aplicável que o altere (Directiva da Baixa Tensão) e ainda, às normas e especificações nacionais ou, na sua falta, às do CENELEC e/ou IEC. 2. CONCEÇÃO DA INSTALAÇÃO 2.1 COMPOSIÇÃO E UTILIZAÇÃO DOS LOCAIS A Estação Elevatória, que se encontra em funcionamento há muitos anos, é constituída por uma pequena divisão coberta, onde existe um reservatório de recolha das águas residuais e onde estão instaladas duas electrobombas destinadas a injectar essas águas residuais num emissário para que estas sejam enviadas para a ETAR de Vila Nova de Milfontes. Atendendo a que, recentemente, foram instaladas duas electrobombas submersíveis de maior débito, de 11 kw cada uma, em substituição das anteriores, e que podem, em situações de maior carga, trabalhar em simultâneo, a estação elevatória, necessita agora de maior potência instalada À volta dessa construção, existe um pequeno logradouro, onde, ao ar livre, estão instalados os dois quadros eléctricos (quadro de entrada QE e quadro do próprio equipamento de potência e de comando das duas electrobombas QB). Atendendo à nova potência instalada, e porque o quadro de entrada actual se encontra obsoleto, será instalado um novo quadro para substituição do anterior que, contudo, terá que se manter em funcionamento, até à efectivação do novo contrato de fornecimento de energia eléctrica, o que só poderá acontecer depois da certificação das referidas instalações eléctricas. 2.2 INSTALAÇÕES PREVISTAS As instalações previstas neste estudo são: Alimentação de Energia Elétrica Quadro Elétrico de Entrada (QE) A Estação Elevatória - MDJ.docx 4

9 Circuitos de alimentação de energia ao QE e ao quadro das electrobombas Circuitos de iluminação normal. Circuito de Terra de Proteção 3. ALIMENTAÇÃO E ORIGEM DA INSTALAÇÃO ELÉTRICA 3.1. ALIMENTAÇÃO DE ENERGIA A potência unitária prevista para alimentação desta Estação Elevatória é de 34,5 kva. Prevê-se que a alimentação de energia à instalação seja feita a partir da rede pública em Baixa Tensão. Para potências a contratar até a 41,4 kva, a contagem será directa, pelo que o ramal de alimentação, a construir pela EDP Distribuição, S. A., terminará numa portinhola do tipo PI100, equipada com uma única saída, destinada à alimentação do Quadro de Entrada da Instalação. Nota: A portinhola é de acesso restrito ao distribuidor público de energia através de fechadura normalizada da EDP Distribuição ORIGEM DA INSTALAÇÃO ELÉTRICA De acordo com o referido na Secção 141 das Regras Técnicas, a instalação eléctrica, terá origem nos ligadores de saída da supracitada portinhola. 4.FATORES DE INFLUÊNCIA EXTERNA Os locais da instalação foram classificados quanto aos fatores de influência externa (Ambiente, Utilização e Construção). Aos locais da instalação que partilham a mesma classe, foi atribuída uma Zona idêntica. Aos locais da instalação cujas classes a aplicar são diferentes, foi atribuída uma Zona distinta. Desta forma, para a instalação em estudo, foram identificadas 2 zonas distintas [Zona 1 (Z1) a Zona 2 (Z2)], classificadas nos próximos quadros e indicadas na peça desenhada nº 2. As zonas identificadas, referem-se a: Zona 1 (Z1): Espaços fechados e cobertos - IP44 / IK04 Zona 2 (Z2): Locais exteriores - IP44 / IK04 Apresenta-se em seguida, o Quadro II, de classificação dos locais quanto aos fatores de influência externa: A Estação Elevatória - MDJ.docx 5

10 Quadro II.A (Fatores de Influência Externa - Ambientes) FACTORES LOCAIS Ambientes Z1 Z2 Temperatura do Ambiente AA4 AA4 Condições Climatéricas AB4 AB4 Altitude AC1 AC1 Presença de Água AD3 AD4 Presença de Corpos Sólidos Estranhos Presença de Corpos e Substâncias Corrosivas ou Poluentes AE3 AF3 AE3 AF1 Acções Mecânicas (Impactos) AG1 AG1 Acções Mecânicas (Vibrações) AH1 AH1 Acções Mecânicas (Outras) Em estudo Presença de Flora e Bolores AK1 AK1 Presença de Fauna AL1 AL1 Influências Electromagnéticas, Electrostáticas ou Ionizantes AM1 AM1 Radiações Solares AN1 AN1 Efeitos Sísmicos AP1 AP1 Descargas Atmosféricas AQ1 AQ1 Movimentos do Ar Vento Em estudo Em estudo A Estação Elevatória - MDJ.docx 6

11 Quadro II.B (Factores de Influência Externa - Utilizações) FACTORES LOCAIS UTILIZAÇÕES Z1 Z2 Competência das Pessoas Resistência Eléctrica do Corpo Humano Contacto das Pessoas com o Potencial da Terra Evacuação das Pessoas em caso de Emergência Natureza dos Produtos Tratados ou Armazenados BA1 BB1 BC2 BD1 BE2 BA1 BB1 BC2 BD1 BE1 Quadro II.C (Factores de Influência Externa - Construção) FACTORES LOCAIS CONSTRUÇÃO Z1 Z2 Materiais de Construção CA2 CA1 Estrutura dos Edifícios CB1 CB1 Os quadros, aparelhagens e equipamentos a instalar deverão ter índices IP e IK adequados à classificação do ambiente e do local (com os valores mínimos a seguir indicados), conforme previsto nas normas NP EN e EN 50102, respetivamente. Assim, para os tipos de ambiente possíveis teremos: Quadro III (Índices de Proteção) INDÍCES DE PROTECÇÃO Z1 LOCAIS Z2 Penetração de Sólidos e Líquidos IP44 IP44 Impactos IK04 IK04 A Estação Elevatória - MDJ.docx 7

12 5. CANALIZAÇÕES, APARELHAGEM, APARELHOS DE UTILIZAÇÃO E EQUIPAMENTOS 5.1 CANALIZAÇÕES Canalizações em geral Os cabos deverão ser ligados à aparelhagem por meio de ligadores adequados aos materiais em contacto e às correntes elétricas em jogo. As secções dos condutores e cabos de alimentação dos diversos aparelhos de utilização e equipamentos, dependem das potências postas em jogo e são as constantes nas peças desenhadas anexas. Tendo em atenção que o esquema de ligação à terra adotado é o esquema TT, de acordo com o n.º , alínea a) das Regras Técnicas, as secções de neutro de cada um dos circuitos respetivos, serão sempre iguais às secções dos condutores de fase, evitando-se assim a instalação, nos quadros a montante, de equipamentos para deteção de sobreintensidades e dispositivos para corte do neutro de cada um dos cabos. Canalizações embebidas e/ou fixadas nos elementos de construção As canalizações destinadas a alimentar os dois quadros da instalação serão constituídas por cabos multicondutores do tipo XV, entubados em condutas circulares (tubos) de PVC embebidos na alvenaria das paredes e também no pavimento acimentado. As condutas deverão possuir parede interior lisa e possuir código igual ou superior a IK08. Os cabos serão ligados à aparelhagem por meio de ligadores adequados aos materiais em contacto e às correntes elétricas em jogo. 5.2 APARELHAGEM Toda a aparelhagem a instalar, deverá possuir os índices de proteção de acordo com o indicado no quadro III, tendo em conta as classificações dos locais constantes da peça desenhada n.º 2. Os aparelhos de comando de iluminação deverão ser de intensidade nominal superior ou igual à do aparelho de proteção do circuito respetivo. As caixas de derivação serão equipadas com placas com terminais de aperto mecânico adequadas ao número de condutores a ligar. 5.3 APARELHOS DE UTILIZAÇÃO Todos os aparelhos de utilização, deverão possuir os índices de proteção de acordo com o indicado no quadro III, tendo em conta as classificações dos locais constantes da peça desenhadas n.º EQUIPAMENTOS Todos os equipamentos deverão possuir índices de proteção de acordo com o indicado no quadro III, tendo em conta as classificações dos locais constantes da peça desenhada n.º 2. A Estação Elevatória - MDJ.docx 8

13 As electrobombas elevatórias são alimentadas e comandadas a partir de um quadro próprio QB, por circuitos individuais através de cabos não armados do tipo FBBN. O quadro QB, por sua vez, é alimentado a partir do quadro de entrada, por um cabo multicondutor, não armado, do tipo XV, entubado no pavimento protegido, a montante, por um disjuntor magnetotérmico, tripolar, de regulação fixa de 63 A, conjugado com um interruptor diferencial de 63A de média sensibilidade ( I Δn = 300 ma). O alimentador do QE, é também um cabo XV, entubado no pavimento, estabelecido entre os terminais de saída da portinhola PI100, e o contador, que serão embutidos na parede exterior do recinto e entre o contador e os terminais de entrada do interruptor de corte geral do quadro de entrada, QE que será instalado no interior do recinto, sobre uma base de alvenaria. Os circuitos de tomadas e de iluminação normal e de segurança, será protegido a montante por um disjuntores magnetotérmicos tripolar de 16A, para a tomada trifásica e unipolares de 16A e de10 A, respectivamente para a tomada monofásica e para a iluminação conjugados com um interruptor diferencial tetrapolar de 25A de alta sensibilidade (I Δn = 30 ma). 6.QUADROS ELÉTRICOS Os quadros elétricos novos a instalar deverão respeitar a norma NP EN , com partes aplicáveis, pertencer à classe II de isolamento, possuir os índices de proteção de acordo com o indicado no quadro III, tendo em conta a classificação dos locais constantes da peça desenhada n.º 2, e ser equipados com espelho e porta. A portinhola, que é do tipo PI100, será equipada com fecho normalizado EDP Distribuição. O quadro de entrada QE disporá de interruptores diferenciais omnipolares e terá um terminal de terra de proteção ligado à terra. O barramento do quadro é construído por barras de cobre, sendo utilizada uma barra por cada fase, uma outra para o neutro e outra ainda para a terra de proteção. As secções de cada barra, deverão ser previstas para permitir pelo menos uma corrente nominal de 2A/mm2. Deverão ser previstas saídas de reserva não equipadas. Todas as saídas dos quadros, bem como os próprios quadros, deverão ser devidamente identificadas. Os circuitos de utilização dos diversos quadros serão protegidos contra contactos indiretos, por interruptores diferenciais. Os aparelhos de proteção contra sobrecargas das diversas saídas (disjuntores magnetotérmicos de regulação fixa), a instalar nos respetivos quadros, serão modulares e terão um poder de corte igual ou superior a 3 ka. Os aparelhos de utilização, através dos seus bornes de terra e dos condutores de terra (amarelos e verdes) dos circuitos, ligarão ao barramento / borne de terra do quadro QE. Na tampa e no espelho com dobradiça do quadro elétrico, se metálico, deve ser garantida a continuidade elétrica da terra de proteção através de tranças metálicas ou condutores flexíveis ligando essas partes móveis ao barramento de terra dos próprios quadros, desde que estes não sejam da classe II de isolamento. A Estação Elevatória - MDJ.docx 9

14 7.CÁLCULOS CONSIDERAÇÕES GERAIS A secção dos cabos foi amplamente dimensionada para as intensidades de corrente previstas em regime permanente. A temperatura ambiente considerada, foi de 30º C para canalizações instaladas ao ar e de 20º C para canalizações enterradas (fatores de correção = 1). Atendendo às cargas previstas em cada circuito e às secções dos cabos preconizadas, as quedas de tensão são, mesmo nos pontos mais desfavoráveis, inferiores aos valores máximos permitidos por lei (3% da tensão nominal para os circuitos de iluminação e 5% para circuitos de outros usos - quadro 52O das RTIEBT). CONDIÇÕES VERIFICADAS EM TODOS OS CIRCUITOS Em todos os circuitos são verificadas as seguintes condições (ver Quadro IV mais à frente apresentado): I B In Iz I 2 1,45Iz QUEDAS DE TENSÃO - EXPRESSÃO UTILIZADA Para cálculo dos valores das quedas de tensão nas diversas canalizações, foi utilizada a seguinte expressão: u = b (ρ1 L cosφ + λ L senφ) IB Δu S = 100 u Uo onde u - é a queda de tensão, expressa em volts; Δu é a queda de tensão relativa, expressa em percentagem; Uo - é a tensão entre fase e neutro, expressa em volts; b - é um coeficiente igual a 1 para os circuitos trifásicos e a 2 para os monofásicos ρ1 - é a resistividade dos condutores à temperatura em serviço normal, isto é, 1,25 vezes a resistividade a 20º C (0,0225 Ω.mm2/m para o cobre e 0,036 Ω.mm2/m para o alumínio) L - é o comprimento simples da canalização, expresso em metros S - é a secção dos condutores, expressa em milímetros quadrados; cos - é o factor de potência (0,8) λ - é a reactância linear dos condutores (0,08 mω/m) IB - é a corrente de serviço, expressa em ampére MAPA DE CÁLCULO Apresentam-se na próxima página, o mapa de cálculo, referente aos circuitos de alimentação dos quadros e equipamentos elétricos da instalação e dos principais circuitos de utilização (Quadro IV): A Estação Elevatória - MDJ.docx 10

15 QUADRO IV (Cálculo dos circuitos de alimentação dos quadros elétricos da instalação e dos principais circuitos de utilização) Troço Cabo Protecção Origem Destino Potência Total (KVA) Corrente Serviço IB (A) Comprimento (m) Designação Modo de Instalação Método de Ref.ª Quadro RTIEBT Factor de Correcção Iz (A) Fase Iz (A) Neutro 1,45 Iz (A) Fase Queda de Tensão (%) Portinhola QE 34,5 48,8 8 XV 4x16 (1) D 52-C30 0,80 90,04 90,04 131,08 0,49 0,49 QE QB 30,0 43,30 7 XV 5G16 (1) D 52-C30 0,80 90,04 90,04 131,08 0,18 0,64 Parcial Total Tipo Fusíveis gg Disjuntor Modular In (A) I2 (A) Localização ,49 Portinhola 63 91,35 QE (1) Cabo multicondutor em conduta circular (tubo) embebido em elementos da construção, em alvenaria e no pavimento. (a) Método de Referência Em estudo Para determinação do Iz destes cabos multicondutores, utilizaram-se os valores indicados na tabela do fabricante. A Estação Elevatória - MDJ.docx 11

16 8.PROTEÇÃO DAS PESSOAS CONTACTOS DIRETOS Quanto aos contactos diretos, e dada a elevada segurança dos equipamentos fornecidos, bastará uma montagem correta, respeitando a regulamentação em vigor e as regras da arte, sendo garantido o afastamento das partes ativas utilizando anteparos e/ou proteções mecânicas que impeçam o contacto direto com as peças em tensão por descuido ou inadvertência CONTACTOS INDIRETOS Contra os contactos indiretos foi utilizado o sistema de proteção constituído pela ligação das massas à terra (sistema TT) e emprego de aparelhos de corte automático sensíveis à corrente diferencial residual (interruptores diferenciais). Estas ligações à terra, associadas ao emprego de interruptores de corte automático sensíveis à corrente de defeito, garantem uma boa proteção contra contactos indiretos desde que se limite a valores baixos a resistência de terra dos elétrodos. As massas metálicas normalmente sem tensão, serão ligadas através de condutor de proteção, ao terminal/barramento do quadro respetivo e deste ao terminal/barramento do quadro de entrada que por sua vez ligará ao terminal principal de terra. O disparo é, em qualquer circunstância, para 300 ma, pelo que a resistência de terra do recinto poderia, pela fórmula de báculo, ter um valor máximo igual ou inferior a 166,7 Ω, para evitar uma tensão de contacto de 50 V ou superior. Contudo, a resistência de terra de proteção não deverá exceder os 100 Ω. Se tal acontecer, deverão ser instalados e interligados ao sistema de terras já existente, elétrodos de terra adicionais. Sempre que no decorrer da exploração, após medição do valor da resistência de terra, sejam ultrapassados os valores permitidos, esta deverá ser reforçada com mais elétrodos (tantos quanto os necessários). 8.3 ELÉTRODO DE TERRA Na base de alvenaria onde assenta o QE será instalada uma caixa de Terminal Principal de Terra para permitir a leitura dos valores das resistências da terra de proteção de cada uma das instalações. Junto ao Quadro de Entrada será instalado um eléctrodo de terra que ligará ao respectivo barramento e/ou terminal de terra de protecção desse quadro e desses equipamentos. A ligação entre o elétrodo de terra e o Terminal Principal de Terra da instalação e entre este e o quadro de entrada, será feita utilizando-se, em ambos os casos, ligadores de aperto mecânico com parafuso. Desconhecendo-se as características do terreno onde o instalador poderá executar o elétrodo de terra, prevê-se que o mesmo seja executado de acordo com a Secção 5, Anexo IV das RTIEBT, dando-se preferência ao elétrodo tipo vareta ou picket. Deverão ser utilizados elétrodos em quantidade suficiente, instalados a uma profundidade mínima de 0,8 m e envoltos em carvão de coque de forma a garantir uma baixa resistência de terra, constituídos por varetas de aço revestido a cobre, com as seguintes dimensões mínimas: A Estação Elevatória - MDJ.docx 12

17 Comprimento: 2 m; Espessura de revestimento: 0,7 mm; Diâmetro exterior: 15 mm; Deverão prever-se os seguintes acessórios de montagem para as varetas de aço revestido a cobre: Batente em aço temperado para não danificar a vareta ao ser introduzida no solo. União roscada em aço cadmiado para interligação das diferentes varetas. Ponteira em aço temperado para introdução da primeira vareta no solo. Terminal para ligação do cabo ao elétrodo. 8.4 LIGAÇÕES EQUIPOTÊNCIAIS Os condutores das ligações equipotenciais principal e suplementar, devem satisfazer às regras indicadas na secção 54 das Regras Técnicas. LIGAÇÃO EQUIPOTENCIAL PRINCIPAL Na instalação, deverão ser ligados à ligação equipotencial principal os elementos condutores seguintes: a) O condutor principal de proteção; b) O condutor principal de terra ou o terminal principal de terra; c) As canalizações metálicas de alimentação dos edifícios e situadas no interior (por exemplo, de água e gás), quando aplicável; Quando estes elementos condutores tiverem a sua origem no exterior do edifício, esta ligação deve ser feita tão perto quanto possível do seu ponto de entrada no edifício. Devem, também, ser ligadas à ligação equipotencial principal as bainhas metálicas dos cabos de telecomunicações, desde que os proprietários e os utilizadores destes cabos o autorizem. Sempre que não se encontre assegurada a continuidade elétrica nas junções e uniões dos diversos elementos metálicos, deverão ser estabelecidos "shunts" de ligação visíveis. O Técnico Responsável Augusto da Silva Oliveira (Inscrito na Direcção Regional da Economia do Alentejo com o n.º 11814) (Inscrito na Ordem dos Engenheiros Técnicos com o n.º 27878) Minha língua, meu património. Texto escrito de acordo com a anterior ortografia A Estação Elevatória - MDJ.docx 13

18 ANEXO II PEÇAS DESENHADAS Listagem das peças desenhadas Desenho n.º 1 Planta de Localização. Desenho n.º 2 Localização dos quadros eléctricos. Circuitos exteriores. Classificação dos locais quanto às influências externas Desenho n.º 3 Circuitos de tomadas Desenho n.º 4 Circuito de iluminação Desenhos n.º 5 Esquema do quadro elétrico A Estação Elevatória - MDJ.docx 14

19 20 D. RUA RUA DA EIRA DA PEDRA R. DA EIRA DA PEDRA D Eira MEDOS D. II JOAO da da DOS Pedra C T 20 RUA Travessa RUA RUA DO LAVADOURO AVENIDA MARGINAL 10 C REQUERENTE: LOCALIZAÇÃO: DESIGNAÇÃO: MUNICÍPIO DE ODEMIRA Av.ª Marginal - Praia da Franquia - Vila Nova de Milfontes INFRA-ESTRUTURAS ELÉTRICAS - Localização 37º 43' 23,28" N 8º 47' 14,01" O O TÉCNICO: ESCALA: DES. N.º 1:50 1 A D

20 Simbologia - Cabo multicondutor, não armado, do tipo XV entubado e enterrado em vala - Condutor H07V-R1G35 - Terminal Principal de Terra ESTAÇÃO ELEVATÓRIA - Terra de protecção - Quadro eléctrico LOGRADOURO CASA DO RESERVATÓRIO RECOLHA Z2 QB Z1 XV5G16 Cabo da Classe II de isolamento Cabo não armado entubado e enterrado em vala Método de referência "D" QE Z2 H07V-R1G16 VD32 TPT 1G25 (cobre) Da Rede Pública de BT Entrada subterrânea Z2 PEADØ75 IK08 Prof. 0,70 m 63A Portinhola XV4x16 Cabo da Classe II de isolamento Cabo não armado entubado e enterrado em vala Método de referência "D" ÍNDICES DE PROTECÇÃO MÍNIMOS A CONSIDERAR DE ACORDO COM OS LOCAIS DA INSTALAÇÃO Z1 - (Estação de Bombagem - Zona coberta) - IP44 + IK04 Z2 - (Exterior da Estação de Bombagem - Zona livre, descoberta) - IP44 + IK04 NOTAS: - A Portinhola, a Caixa de Contagem e o Quadro de Entrada, deverão ser da classe II de isolamento, ou ter protecção equiparada. REQUERENTE: LOCALIZAÇÃO: DESIGNAÇÃO: MUNICÍPIO DE ODEMIRA Av.ª Marginal - Praia da Franquia - Vila Nova de Milfontes INFRA-ESTRUTURAS ELÉTRICAS - Localização dos Quadros Eléctricos - Curcuitos de Exteriores - Classificação dos Locais O TÉCNICO: ESCALA: DES. N.º 1:50 2 A D

21 ESTAÇÃO ELEVATÓRIA LOGRADOURO CASA DO RESERVATÓRIO RECOLHA Simbologia - Tomada monofásica, tipo schuko, 2P+T, montada no painel frontal do QE - Tomada trifásica, tipo P17, 3P+N+T, montada no painel frontal do QE - Armadura estanque, tipo olho de boi, equipada com lâmpada de leds de 5,5 W - Quadro eléctrico REQUERENTE: LOCALIZAÇÃO: DESIGNAÇÃO: MUNICÍPIO DE ODEMIRA Av.ª Marginal - Praia da Franquia - Vila Nova de Milfontes INFRA-ESTRUTURAS ELÉTRICAS - Circuitos de Tomadas O TÉCNICO: ESCALA: DES. N.º 1:50 3 A D

22 ESTAÇÃO ELEVATÓRIA LOGRADOURO CASA DO RESERVATÓRIO RECOLHA // \ // \ Simbologia - Cabo multicondutor, não armado, do tipo XV montado em braçadeiras - Armadura estanque equipada com uma lâmpada tubolar de leds de18w - Armadura estanque, tipo olho de boi, equipada com lâmpada de leds de 5,5 W - Quadro eléctrico REQUERENTE: LOCALIZAÇÃO: DESIGNAÇÃO: MUNICÍPIO DE ODEMIRA Av.ª Marginal - Praia da Franquia - Vila Nova de Milfontes INFRA-ESTRUTURAS ELÉTRICAS - Circuito de Iluminação O TÉCNICO: ESCALA: DES. N.º 1:50 4 A D

23 QE (Localização: Embutido no murete técnico) (34,5 kva) XV4x16 Tubo Ø75 / IK08, não propagador da chama, embebido nos elementos de construção KWh Equipamento de contagem a instalar pelo comercializador de energia elétrica 125A Características técnicas do quadro QE - NP EN , com partes aplicáveis - Montagem embebida ou, saliente, instalado no interior de compartimento equipado com porta com chave - IP 44 / IK04, ou superior - Classe II de isolamento Caixa de Contagem - IP 44 / IK07 - Classe II de isolamento - Visor para leitura - NP EN c/ partes aplicáveis H07V-R1G16 Tubo Ø32 63A Pdc 3kA 25A 30mA Portinhola PI100 - NP EN , c/ partes aplicáveis - IP 45 / IK10 - Classe II de isolamento - Fecho normalizado EDP Distribuição PVCØ755-10Kg/cm2 Prof. 0,70 m XV4x25 PVCØ75 - IK08 63A Terminal Principal de Terra (TPT) 1G35 (cobre) XV5G16 63A 300mA Tubo Ø50 / IK08, não propagador da chama, embebido nos elementos de construção H07-R5G2,5 16A Pdc 3kA H07-R3G2,5 16A Pdc 3kA H07-R3G1,5 10A Pdc 3kA Da Rede Pública de BaixaTensão //// QB Quadro de comando da electrobomba Tomada P17-3P+N+T a instalar, no painel frontal Tomada Schuko - 2P+T a instalar, no painel frontal Iluminação Simbologia "x"a "x"a "y"ma "x"a "x"a "y"ma - Disjuntor magnetotérmico unipolar/tripolar - Interruptor diferencial bipolar/tetrapolar "x"a "x"a - Interruptor Bipolar/Tetrapolar REQUERENTE: LOCALIZAÇÃO: DESIGNAÇÃO: MUNICÍPIO DE ODEMIRA Av.ª Marginal - Praia da Franquia - Vila Nova de Milfontes INFRA-ESTRUTURAS ELÉTRICAS - ESQUEMAS DOS QUADROS ELÉTRICOS (1/1) O TÉCNICO: ESCALA: DES. N.º Sem Escala 5 A D

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