INDICADORES DO TRIÂNGULO MINEIRO
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- Micaela Canedo Machado
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1 #7 INDICADORES INDUSTRIAIS DE MINAS GERAIS Jul.2016 Região Leste REGIÃO DO TRIÂNGULO Regional Pontal do Triângulo - Ituiutaba Regional Vale do Paranaíba - Uberlândia Regional Vale do Rio Grande - Uberaba INDICADORES ANÁLISE SETORIAL TABELAS
2 I N D I CADORES D A REG IÃO D O TRIÂ NGULO FIEMG INDEX. ano 25. #7. jul 2016 INDICADORES DO TRIÂNGULO MINEIRO INDICADORES DA INDÚSTRIA DO TRIÂNGULO MINEIRO MOSTRAM MELHORA EM JULHO No mês de julho, em relação a junho, as horas trabalhadas na produção na indústria da Região do Triângulo Mineiro registraram elevação decorrente do aumento na realização de horas extras. A expansão no emprego, associada a pagamentos extras, motivou o acréscimo na massa salarial. O destaque negativo no mês foi o faturamento, que INDICADORES (var. %) JUL/16 JUL/16 JAN-JUL/16 ACUMULADO JUN/16 JUL/15 JAN-JUL/15 ÚLTIMOS 12 MESES FATURAMENTO ¹ -9,5-31,2-10,2-2,3 HORAS TRABALHADAS NA PRODUÇÃO 24,9 10,3 0,5 0,2 EMPREGO 0,8-5,4-5,0-4,0 MASSA SALARIAL ² 1,9-10,3-8,2-9,4 decresceu 9,5% frente a junho, em virtude do recuo nas vendas para o mercado doméstico e nas exportações. Apesar de ter mostrado desempenho positivo na maioria dos indicadores analisados na comparação mensal, a indústria da região, de modo geral, continua apresentando resultados negativos nas demais bases de comparação. UCI - UTILIZAÇÃO DA CAPACIDADE INSTALADA (%) MÉDIA MÉDIA JUN/16 JUL/16 JUL/15 JAN-JUL/16 JAN-JUL/15 84,2 85,0 87,2 84,6 87,1 1. Deflator IPA/OG FGV 2. Deflator INPC IBGE
3 INDICADORES DE ATIVIDADE DO SETOR DE ALIMENTOS CONTRA MÊS ANTERIOR (VAR. %) Na comparação mensal, o faturamento do setor de alimentos apresentou retração, em função da queda nas vendas para o mercado doméstico e nas exportações. A paralisação na produção em uma importante empresa de carne contribuiu para o resultado. Os segmentos de óleos e gorduras e de moagem e amiláceos também explicaram o recuo no indicador. Apesar do decréscimo nas vendas do setor, as horas trabalhadas na produção registraram aumento considerável, em decorrência da maior realização de horas extras. A expansão no nível de emprego foi motivada pela recomposição no quadro de funcionários. A utilização da capacidade instalada também registrou crescimento no mês, influenciado pela elevação nas horas trabalhadas. JUL / 2016¹ (VAR. %) 29,4 Região Triângulo Minas Gerais 11,2 3,4 0,5 0,7 0,2 0,0 1,2-16,5-8,7 FATURAMENTO HORAS TRABALHADAS UCI* EMPREGO MASSA SALARIAL *UCI em pontos percentuais (p.p.). Demais indicadores em variação percentual. Nota 1 Contra mês anterior.
4 INDICADORES DE ATIVIDADE DO SETOR QUÍMICO CONTRA MÊS ANTERIOR (VAR. %) O setor químico apresentou elevação considerável no faturamento, na comparação mensal, devido ao aumento nas vendas de adubos e fertilizantes e de defensivos agrícolas para o mercado nacional. O emprego registrou pequeno recuo no mês, em virtude do corte de custos nas indústrias de produtos de limpeza e perfumaria. O menor número de dias úteis em julho, associado ao decréscimo no emprego, motivou a retração nas horas trabalhadas na produção. A massa salarial real, por sua vez, mostrou elevação em decorrência do pagamento de participações nos lucros e resultados. JUL / 2016¹ (VAR. %) Região Triângulo Minas Gerais 23,5 14,3 0,1 1,9 0,1 26,5 22,0-1,1-0,7-0,5 FATURAMENTO HORAS TRABALHADAS UCI* EMPREGO MASSA SALARIAL *UCI em pontos percentuais (p.p.). Demais indicadores em variação percentual. Nota 1 Contra mês anterior.
5 TABELAS REGIÃO TRIÂNGULO (var.%) FATURAMENTO ¹ HORAS TRABALHADAS UCI (var. p.p.) EMPREGO MASSA SALARIAL ² jul/16 jan-jul/16 jul/16 jan-jul/16 jul/16 jan-jul/16 jul/16 jan-jul/16 jul/16 jan-jul/16 jun/16 jan-jul/15 jun/16 jan-jul/15 jun/16 jan-jul/15 jun/16 jan-jul/15 jun/16 jan-jul/15 Alimentos -16,5-6,7 29,4 0,7 3,4 0,3 0,7-6,5 0,0-8,7 Químicos 23,5-5,7-1,1-0,7 0,1 1,7-0,5 0,5 26,5-22,5 Agregado da indústria -9,5-10,2 24,9 0,5 0,8-2,5 0,8-5,0 1,9-8,2 MINAS GERAIS (var. %) FATURAMENTO HORAS TRABALHADAS UCI (var. p.p.) EMPREGO MASSA SALARIAL jul/16 jan-jul/16 jul/16 jan-jul/16 jul/16 jan-jul/16 jul/16 jan-jul/16 jul/16 jan-jul/16 jun/16 jan-jul/15 jun/16 jan-jul/15 jun/16 jan-jul/15 jun/16 jan-jul/15 jun/16 jan-jul/15 Alimentos -8,7-8,5 11,2 2,2 0,5-0,2 0,2-0,2 1,2-2,5 Químicos 14,3-4,6-0,7 2,5 1,9 3,0 0,1 0,4 22,0-16,0 Agregado da indústria -7,6-12,2 0,1-5,7-1,1-3,6-1,0-9,3 2,4-13,1 1 Deflator: IPA/OG - FGV 2 Deflator: INPC - IBGE
6 A N O 26. N º7. AG OSTO 2015 NOTA METODOLÓGICA A PESQUISA INDICADORES INDUSTRIAIS é elaborada pela Assessoria Econômica da Federação das Indústrias do Estado de Minas Gerais (FIEMG) e pela Confederação Nacional da Indústria (CNI). Em função da diversidade regional no estado, desde 2004 vem sendo feita a Pesquisa Indicadores Industriais Regional. A partir de janeiro de 2013 os dados passaram a ser divulgados tendo como referência a Classificação Nacional de Atividade Econômica - CNAE 2.0, na base média 2006=100. Os resultados regionais são obtidos através da ponderação setorial pelo pessoal ocupado utilizando a média da RAIS 2007 e VARIÁVEIS PESQUISADAS: FATURAMENTO Faturamento líquido, exclusive IPI, referente a produtos industrializados pela empresa. O deflator utilizado é o IPA/OG FGV. EMPREGO Total de pessoas empregadas no último dia do mês, remuneradas diretamente pela empresa, com ou sem vínculo empregatício, com contrato de trabalho por tempo indeterminado ou temporário, ligadas ou não ao processo produtivo. HORAS TRABALHADAS NA PRODUÇÃO Total de horas trabalhadas pelo pessoal empregado na produção. MASSA SALARIAL Valor das remunerações pagas ao total de pessoal empregado na empresa. O deflator utilizado é o INPC IBGE. UTILIZAÇÃO DA CAPACIDADE INSTALADA Percentual da capacidade de produção operacional utilizada no mês.
7 GLOSSÁRIO SETORES QUE INTEGRAM A PESQUISA INDICADORES INDUSTRIAIS ALIMENTOS: preparação do leite e fabricação de laticínios; produção de massas e biscoitos, açúcar, balas e chocolates; fabricação de óleos e gorduras vegetais e animais; moagem, fabricação de produtos amiláceos e de alimentos para animais; torrefação e moagem de café; fabricação de especiarias e condimentos; abate e fabricação de produtos de carne. BEBIDAS: fabricação e engarrafamento de bebidas alcoólicas e não alcoólicas, como cervejas, vinhos, refrigerantes e água mineral. CELULOSE E PAPEL: fabricação de celulose, papel, cartolina e papelcartão e de artefatos. COURO E CALÇADOS: preparação de couros e fabricação de artefatos de couro, artigos para viagem e de calçados. DERIVADOS DE PETRÓLEO E BIOCOMBUSTÍVEIS: fabricação de coque, produtos derivados do petróleo e de biocombustíveis, inclusive álcool. EXTRATIVA MINERAL: extração de minerais metálicos, como o minério de ferro, e extração de minerais não metálicos, como fosfatos, calcário e outros. FARMACÊUTICOS: fabricação de medicamentos para uso humano e veterinário. MÁQUINAS E EQUIPAMENTOS: fabricação de máquinas e equipamentos, inclusive componentes mecânicos, partes e peças para uso industrial, agrícola, extração mineral, construção e outros. MÁQUINAS E MATERIAIS ELÉTRICOS: fabricação de máquinas e aparelhos para geração, distribuição e controle de energia elétrica; pilhas, baterias, acumuladores elétricos; lâmpadas e outros equipamentos de iluminação e eletrodomésticos. METALURGIA: produção de ferrogusa e de ferroligas; siderurgia e elaboração de produtos siderúrgicos (perfis laminados, chapas e tubos de aço com ou sem costura); fundição de ferro e aço e de metais não ferrosos e suas ligas; metalurgia dos metais não ferrosos, como alumínio, zinco, cobre e metais preciosos. MINERAIS NÃO METÁLICOS: fabricação de produtos cerâmicos refratários e não refratários, cimento, vidro e cal. PRODUTOS DE METAL: fabricação de embalagens e estruturas metálicas; caldeiraria, forjaria e tratamento de metais; artigos de cutelaria, serralheria e ferramentas; armas, munições e equipamentos militares. QUÍMICOS: fabricação de produtos químicos inorgânicos como adubos e fertilizantes e gases industriais, e de produtos químicos orgânicos; produção de resinas, fibras artificiais e sintéticas, produtos de limpeza, cosméticos e tintas. TÊXTEIS: fiação e tecelagem de fibras e materiais têxteis de origens diversas. VEÍCULOS AUTOMOTORES: fabricação de veículos automotores, inclusive motores, peças e acessórios e material elétrico para automóveis. VESTUÁRIO: confecção de roupas, inclusive profissionais, e de acessórios do vestuário.
8 REGIONAL TRIÂNGULO INDICADORES INDUSTRIAIS DE MINAS GERAIS FICHA TÉCNICA IZAÇÃO SISTEMA FIEMG FEDERAÇÃO DAS INDÚSTRIAS DO ESTADO DE MINAS GERAIS PRESIDENTE: OLAVO MACHADO JUNIOR PRESIDENTE DA REGIONAL PONTAL DO TRIÂNGULO: ADSON MARINHO PRESIDENTE DA REGIONAL VALE DO PARANAÍBA: EVERTON MAGALHÃES SIQUEIRA PRESIDENTE DA REGIONAL VALE DO RIO GRANDE: NAGIB GALDINO FACURY RESPONSABILIDADE TÉCNICA: ASSESSORIA ECONÔMICA DA FIEMG
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