A MARINHA IMPERIAL EM MISSÃO: USOS DO PODER NAVAL NA CONSOLIDAÇÃO DO PROJETO CONSERVADOR DO ESTADO IMPERIAL ( ). LUANA DE AMORIM DONIN

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1 A MARINHA IMPERIAL EM MISSÃO: USOS DO PODER NAVAL NA CONSOLIDAÇÃO DO PROJETO CONSERVADOR DO ESTADO IMPERIAL ( ). LUANA DE AMORIM DONIN Doutoranda PPGH -UFF O olhar sobre a função militar estava em transição no Oitocentos. Com a consolidação de uma formação específica de Estado Nacional iniciada nos países europeus, que se basearia na necessidade do monopólio coercitivo e financeiro para sustentar seu perfeito funcionamento, uma nova relação entre Estado e forças armadas foi estabelecida (TILLY, 1992). A consequência imediata foi a formulação de Exércitos e Marinhas em novos moldes, um intenso caminhar para a construção dos aparatos institucionais modernizados condizentes com suas funções de defesa das fronteiras, do território, dos interesses nacionais e do equilíbrio das relações internacionais. No caso da força militar-naval, que sempre foi necessária para a consolidação de um Estado frente à dinâmica política global (MOLDESKI&THOMPSON, 1988), o século XIX representava também uma grande transformação na questão tecnológica, com a entrada do vapor, da couraça e dos novos apetrechos de artilharia (LEWIS, 1957, p. 229.). Tais transformações que afetariam a estrutura do navio, mas também formas de propulsão e a proteção do mesmo, colocaria em evidência a necessidade de estabelecer uma nova frota naval, condizente com as inovações tecnológicas e que pudesse ser útil ao Estado que então se solidificava. O que se viu no Ocidente, em países como a Inglaterra e a França, foram ações que procuraram adequar, não só no sentido de absorver tais inovações, mas também de compreender qual papel aquela nova instituição militar no mar ocuparia, tendo sempre em vista que a nova modalidade ainda era carregada de velhas tradições. A construção e manutenção de uma Marinha de Guerra exigiam vultuosas somas e pessoal qualificado e em afinidade com todas as transformações que então se impunham, por isso deve-se ter em mente que o processo aqui descrito foi permeado de avanços, experimentações e recuos, mas que no final possibilitaram a formulação de um poder naval que se vinculava à proteção do comércio marítimo, à posição do país no sistema internacional, à subordinação burocrática a um complexo estatal e seus objetivos e a preparação de pessoal adequado a profissão militar. Como analisaria David e Silva, 1

2 Este conjunto de elementos condiciona o poder naval de um Estado, frequentemente resumido como capacidade de um país para fazer uso da força armada no mar, de modo a garantir o seu uso em proveito dos seus objetivos nacionais, bem como controlar (no limite, a negar) o seu uso pelos inimigos. (2012, p.71) Foi em tal cenário que se inseriram os debates realizados pela classe dirigente do Estado Imperial acerca da força militar naval que se pretendia construir no Brasil Império. A Marinha Imperial arregimentada ainda nas lutas de independência, atravessaria por inúmeras modificações no seu material, no seu pessoal e no seu arcabouço administrativo, com vistas de ocupar uma importante missão: assegurar um projeto de Império do Brasil. A partir de 1837, um projeto político conservador com claros objetivos de assegurar a unidade territorial, a centralidade da Coroa, a mão de obra escrava e a propriedade de terra como elementos sustentadores do Estado adentrava ao poder (MATTOS, 2011). O período que ficou conhecido na historiografia como o Regresso conservador se tornaria o pontapé inicial de uma série de ações voltadas a implementar uma intensa normatização burocrática nas esferas administrativas, jurídicas e de ornamentos estatais. Em busca de implementar uma direção ao Estado e à sociedade, pautado nas noções de ordem, civilidade e progresso, ao mesmo tempo que resguardava as heranças e privilégios advindos da época colonial - como a escravidão - uma classe senhorial se preocupava em ajustar o complexo burocrático estatal com intuito de assegurar que seu projeto e visão de mundo chegassem aos mais diversos cantos imperiais. A Marinha Imperial se tornaria assim uma força coercitiva do Estado, um órgão ligado ao organograma estatal que tinha como objetivos concorrer para manutenção da integridade, da independência e da honra nacional (TORRES, 1838, p. 10). A fala do então ministro da Marinha Joaquim Salvador José Maciel, em 1837, resumiria então os principais usos que a força naval deveria cumprir A Grande extensão do nosso litoral, a imensa quantidade de valiosos produtos da nossa agricultura que a navegação da cabotagem conduz a seus mercados naturais e a defesa desses empórios do comércio são motivos bastantes para se cuidar do aumento da nossa Marinha; mas a estas razões gerais, ainda que ponderosas que sejam, acrescem outras de maior importância, como são 2

3 conservar a integridade do Império, sustentar a inabalável o Trono Imperial, e manter a ordem, a tranquilidade, e a obediência às leis.(1837, p.2) O alargamento da esfera militar-naval vivenciado a partir desta fala, com a introdução de novos vasos de guerra, com o aumento dos organismos militares e uma intensa diferenciação e especialização do pessoal militar buscou atender uma dupla consciência ativa acerca do processo de revitalização desta força: em atender o novo contexto das forças marítimas, ao acompanhar o exemplo europeu de como as nações espelhos Inglaterra e França - consolidavam suas forças de mar no aspecto burocrático e material; e também de adicionar os interesses da classe senhorial detentora do poder e do projeto político imperial, assegurar o propósito maior de se criar uma solução política que garantisse a centralização monárquica e a integridade territorial (ARIAS NETO, 2001, p.14). Entre os anos de 1837 e 1864, vésperas da Guerra do Paraguai, a preocupação em se criar uma Marinha que atendesse a uma estratégia política e militar de Estado pode ser mapeada através dos decretos e reformulações realizadas a partir da Secretaria de Negócios da Marinha contemplando três áreas especificas: o administrativo, o material e o pessoal, sendo os dois últimos algo intimamente ligado, pois para os homens políticos da época para ter Marinha Militar é preciso, não só construir, aparelhar e armar os navios, que formam o material dela, mas ainda ter homens para guarnição (RODRIGUES TORRES, 1843, p. 14). Assim, dentro do fluxo legislativo, encarado como um braço importante da política imperial, algumas leis e decretos se destacariam como pontos centrais de explicação e apoio para atender aos dois panoramas que recaiam sobre a Armada Imperial. No quesito administrativo, fator intimamente ligado à utilização da força coercitiva como elemento estatal, os decretos de criação das Estações Navais e Capitanias dos Portos, em 1843 e , por exemplo, no fundo revelavam uma intenção em melhorar o acesso do poder central aos lugares remotos provinciais, em um momento onde assegurar a tranquilidade das províncias após o caos regencial era uma preocupação do governo imperial. Dividir o território, inicialmente em três regiões com sede no Rio de Janeiro, Salvador e Maranhão, permitiria uma organização melhor da Esquadra em 1 Decreto nº 326 de 2 de Outubro de 1843 e Lei 358 de 14 de Agosto de

4 Divisões de navios, para com o intuito de, assim como bem definido pelo decreto: proteger e auxiliar o comércio; combater o contrabando e o tráfico ilícito e assegurar a segurança dos habitantes da Costa contra corsários, mas também auxiliar as Autoridades na sustentação da ordem e da tranquilidade pública. Era preciso que o Governo tivesse presente na província, assegurando o cumprimento e fiscalização em prol da segurança territorial, mas também tendo agentes que transmitissem os valores do projeto político imperial. O Capitão dos portos, seria parte então desta estrutura, que como polícia naval, para melhoramento dos portos, também cumpriria função de agente da centralização e da homogeneidade pretendia pelo Estado Imperial, instruir e vigiar garantindo assim adesão aos valores de Ordem, de adesão ao Império e ao Imperador, de respeito à Constituição e aos Poderes Políticos (MATTOS, 2011, p. 225). Tanto que foi possível encontrar nos relatórios ministeriais, apresentadas a Assembleia Geral anualmente, falas que traziam as necessidades de se melhor delinear as funções da capitania dos portos devido a constantes conflitos de jurisdição com outras esferas provinciais, que trariam certa tensão administrativa não muito desejada. A busca por implementar uma hierarquização administrativa em prol da centralidade, da unidade e da eficiência administrativa era uma forma de fazer a consolidação do Estado em prol do projeto político conservador, era assegurar os privilégios e permitir maior centralidade do governo. Mais do que isso, também era um forma de delinear a função militar dentro dos novos parâmetros que enxergavam o serviço militar como algo permanente e necessário para o sucesso do empreendimento de Estado (HUNTIGTON, 1996). A transição também acontecia na definição de limites entre assuntos militares técnicos e assuntos de governo, estabelecer leis e decretos que atingissem o organograma institucional com a criação de órgãos hierarquicamente postos, com funções precisas e intensa dependência fiscal, fazia parte do processo estatal e seu papel como coordenador e regulador supremo das configurações diferenciadas em geral (ELIAS, 1993, p. 137). Em meados do século XIX, a Marinha viveria essa grande experimentação de normatização, uma sanha de criações, reformulações e regulamentos, que mais uma vez buscavam dar conta deste binômio: formação da estrutura militar estatal defesa dos objetivos do projeto político. 4

5 Uma análise simples das datas dos decretos das organizações militares que ocupariam a dinâmica administrativa naval no Império do Brasil, demostra um intenso trabalho legislativo concentrados nas décadas de 1840, 1850 e Sendo que, ao avaliarmos qualitativamente os dados, enxergamos uma tendência que inicialmente se concentrou na criação destes organismos, o que demonstrava a complexificação da estrutura burocrática ligada à esfera naval, e depois passou a ser de constante reformulação do quadro existente, tendo como característica a mentalidade da elite política da época que enxergava que por melhor que seja a administração de um país, a marcha dos anos e a lei do progresso geram novas necessidades, e questões que parecem ser resolvidas, reproduzem-se, e mudam de face segundo as exigências de novas situações, de novos pontos de vista (IGNÁCIO, 1862, p. 3). Gráfico com datas das criações/reformulações das organizações da Marinha Fonte: Caminha, 1986, p. 54 A dinâmica aqui expressa poder ser analisada pelos seguintes objetivos, tendência de adequar a força naval para atingir funções de interesse nacional, como foi o caso da criação das Estações Navais e a Capitania dos Portos; tendência de tentar dar conta da intensa especialização vivenciada pelo meio militar naval com criações de corpos de pessoal técnico, de instrumentalização da Armada, dos Arsenais e por último tendência de assegurar um fluxo administrativo que tinha como cabeça central o poder Executivo. E aqui por último podemos nos concentrar no constante discurso de adequar a função da Secretaria de Negócios da Marinha, o Quartel General da Marinha e Conselho Naval. 5

6 Para a maioria dos ocupantes da pasta da Marinha nos sucessivos gabinetes ministeriais era preciso uma reformulação administrativa destes três órgãos que estariam no topo da cadeia burocrática da instituição militar. Ano após ano, era comum um discurso de que ao se melhorar os regulamentos e as funções que exerceriam a Secretaria de Negócios, elo da relação entre governo e militares e o Quartel General, instância máxima diretiva militar, se conseguiria estabelecer uma melhora no fluxo das ordens e da rotina diária. Evitaria assim, duplicação de informações, ausência de ações ou dúvidas sobre jurisprudência que de certa forma brecavam alguns progressos pretendidos. Para além disso, uma separação clara entre essas duas instâncias permitiria criar uma sistema administrativo, capaz de dar algum desenvolvimento ao germe da nossa administração naval, e se evitaria a variedade de pensamentos, que torna quase improfícua e sem resultado maior parte dos esforços das diversas administrações. [...], pois nos negócios da Marinha, mais do que qualquer outro, se exige grandes previdências, muita coerência e respeito para com as tradições, e ao mesmo tempo o maior espirito de progresso. (VIEIRA TOSTA, 1849, p.8) Na mesma direção seguiria os relatórios ministeriais que clamavam pela criação de um Conselho Naval, desde 1837, como uma necessidade de se manter uma política estratégica naval contínua e coesa e afastada das querelas políticas. E talvez, seja esse um ponto importante na definição de uma pensamento naval imperial, para esses homens era preciso uma força militar apartada dos caprichos e vacilações existentes numa Administração pública calcada no calor dos acontecimentos políticos, era preciso implementar uma racionalidade burocrática que associasse a direção naval ao princípio da autoridade, da Coroa e do Poder Executivo. Ao analisar os relatórios ministeriais, não existiam projetos para Marinha Imperial conflitantes, conservadores ou liberais, civis ou militares, no geral, apresentavam propostas e argumentos parecidos sobre o que era preciso e necessário para a consolidação desta instituição. Até mesmo se correr os debates na Câmara dos deputados ao longo deste período, as discordâncias encontradas são em questões de como se realizar tal e tal ação, ou de quantidade, mas nunca com contrariedades acerca do projetos ou novas proposições apresentadas pelos Ministros. No geral, as dificuldades encontradas para implementação de algumas ações estavam sempre calcadas nas questões financeiras, necessidade de adequar alguns projetos a realidade orçamentária do país. Isso acarretava constantes adaptações ou 6

7 diminuições da compra de material ou reformulações com pessoal em torno da economia. E talvez a maior dificuldade encontrada seja de fato a falta de pessoal para completar os quadros navais, principalmente nas camadas com trabalhos mais subalternizados, como era o caso de marinheiros imperiais 2. Existiu em muitos momentos uma lacuna entre o planejado e o executado pelo Estado Imperial no tocante à esfera militar naval, mas de fato, pelo menos no pensamento político estratégico naval os pontos eram de bastante concordância sobre a direção que deveria ser seguida. E principalmente, no contexto administrativo e burocrático, moldador das missões que a Marinha Imperial deveria engajar a coerência nas falas ministeriais foram sempre contínuas. Assim sendo, algumas modificações foram feitas na década de 1840 na Secretaria de Estado de Negócios da Marinha, principalmente no tocante as questões orçamentárias e financeiras que anexaram seções organizativas 3. Representariam os primeiros traços que mexeriam com o organograma naval. Uma reformulação mais aprofundada só aconteceria a partir da Lei de 23 de Agosto de O espírito desta reforma, segundo o ministro da Marinha José Maria da Silva Paranhos, seria de ter unidade de pensamento e ação, prontidão do serviço e a maior economia possível quanto ao pessoal (1857, p.2). Tal lei citou a autorização para a criação do Conselho Naval, de fato executado em 1858, e uma reformulação da Secretaria de Negócios e o Quartel da Marinha, respectivamente ocorridas em 1859 e Três órgãos administrativos considerados chaves para os membros que ocupavam as cadeiras ministeriais como centrais para se manter uma organização militar coerente e lineares. Assegurar que os temas das forças de mar fossem em algum medida assunto da Coroa e da esfera executiva. 2 Assim como no Exército Imperial as questões sobre o recrutamento foram extremamente sensíveis para a Marinha Imperial, a falta de uma tradição marítima populacional aliada as precárias condições do trabalho no mar afastavam muitos homens deste tipo de ocupação. Além disso, era um contexto que se relacionava com os limites de raça, cidadania e trabalho que trazem grande complexidade ao tema. Sobre recrutamento e forca naval cf.: NASCIMENTO, Uma série de decretos promulgados desde 1841 até 1845 com intuito de anexar um contadoria de Marinha subordinada à Secretaria de Negócios da Marinha. A ideia era corrigir a falta de controle sobre os gastos da instituição naval que ficavam subordinados aos Arsenais e aos foros provinciais. A querela foi finalmente resolvida em 1850, com a criação da Contadoria Geral da Marinha e a reformulação do Tesouro Nacional. Cf.: ALMEIDA, 2014, p Decreto 2208 de 22 de Julho de 1858/Decreto 2359 de 19 de fevereiro de 1859/Decreto 2536 de 25 de fevereiro de

8 Ou como apontaria Tilly, um importante processo de nacionalização e especialização das forças armadas ao governo nacional (1992, p. 79.) Destas reformulações a impressão que ficou foi a tentativa de deixar mais claro as competências de cada órgão dentro da dinâmica administrativa, sendo a Secretaria de Marinha dividida em quatro seções, além do Gabinete do Ministro: seção central que lidava com a relação com o mundo do governo, relatórios, câmaras legislativas, expediente e empregados; na primeira seção tudo que compete ao quadro de pessoal, recrutamento e Força naval; na segunda seção tudo relativo a conselhos - naval, militar e de compras - e portos e sinalização marítimas e a terceira seção destinada aos Arsenais e tudo que compete a isso como a gerência dos Corpos de pessoal técnicos. No mesmo regulamento também existiu a preocupação em diferenciar e incutir as responsabilidades de cada membro componente dos trabalhadores da Secretaria, estabelecendo horário, tempo de serviço, punições e licenças sempre na linha de tentar ao máximo normatizar e aumentar a eficiência burocrática do Estado, garantindo celeridade nas ordens e economia ao Estado. A mesma lógica encontramos nos regulamentos do Quartel General da Marinha e do Conselho Naval, a mesma apresentada desde os remotos tempos do Regresso e defendidas pelo então Ministro Joaquim José Rodrigues Torres quando se falava do Conselho A criação pois de um conselho, composto de homens instruídos em cada um dos ramos do serviço naval, que pelo estudo, e pelas práticas dos negócios adquiram essa experiência, e convicções lentamente amadurecidas, que fazem marchar com pé firme na carreira dos melhoramentos. (RODRIGUES TORRES, 1838, 3) Era preciso garantir uma uniformidade e eficiências nos assuntos militares, principalmente técnicos e estratégicos relacionados ao investimento dos navios, melhoramentos da instrução e disciplina pessoal. Era consenso entre os ministros militares que a entrada do Vapor na cena marítima traria grandes revoluções nos navios e na arte da guerra, e de fato além das questões físicas apresentadas nas áreas da propulsão, cada vez mais essa evolução tecnológica trazia uma necessidade de especialização e diferenciação para o pessoal militar. Uma construção da função militar 8

9 como parte de uma profissão especializada, fruto de um conhecimento específico, calcado num esquema de hierarquia e disciplina. Assim sendo, o Conselho Naval seria composto pelo Ministro da Marinha como presidente e cinco membros efetivos: sendo três Oficiais da Armada e dois cidadãos com conhecimentos e experiências na área marítima, além disso membros adjuntos que eram da área de engenharia e construção naval. A reuniões consultivas para o estudo e exame de temas que atingiam a rotina naval na parte legislativa, de direção e emprego da Força Naval, do pessoal naval, recrutamento e Arsenais; ou seja, resposta com pareceres técnicos que auxiliariam em manter atitudes e ações coerentes com a ideia de uma força militar naval como imagem da estabilidade e do progresso desejado pelo Estado Imperial. O entendimento compartilhado cada vez mais no cenário ocidental da responsabilidade dessas forças de coerção no equilíbrio das relações internas e externas. A cabeça consultiva que daria as coordenadas para se conseguir navegar para algum rumo. Na tríade da cabeça administrativa, entre o mundo civil e o mundo estratégico militar, residiria a ação operativa do Quartel General da Marinha, responsável pela parte operativa do tramite burocrático naval. Receber, transmitir e executar ordens do Ministério da Marinha para seus subordinados, como também receber dos chefes navais os mapas e informações sobre a rotina diária naval. Seria o grande regente da dinâmica oficial, possibilitando assim um importante fluxo e eficiência administrativa. Garantia assim a ideia reverberada pelos conservadores de que era preciso assegurar, normatizar e alinhar os alicerces centrais da Administração pública como base importante para afirmação do princípio da Autoridade e do Poder Central. Seria a primeira regulação sobre este órgão que desde 1828 participava ativamente da rotina administrativa naval, o órgão inteiramente militar no topo da cadeia, subordinada apenas ao ministro. Entender a importância do Quartel General para assegurar a missão naval nos anos imperiais é também jogar um pouco mais de luz na relação existente entre a esfera militar e a esfera civil no momento. Como já apontado por Adriana Souza, ainda em meados do século XIX, era bastante comum um intenso intercâmbio da função militar com o mundo civil, uma relação que perpassava não só honrarias, mas também participação ativa desses elementos na dinâmica política imperial (2008). Dentro da 9

10 lógica de uma marinha em transição, a percepção da participação ativa dos militares através dos relatórios, por exemplo, ajudam a delinear uma amplo panorama acerca do aparato administrativo naval em prol de um Estado central e forte, em um direção de progresso, que também abarcou as transições existentes na própria instituição militar que caminhava com avanços e recuos para a formação de uma instituição bem mais próxima do que conhecemos hoje. Conscientes do processo em que estavam inseridos, principalmente a oficialidade naval constantemente presente em intercâmbios na Europa e nos Estados Unidos, fazia parte também do discurso de um pensamento naval as vozes que tinham conhecimentos marítimos. E por isso, também ajudaram na consolidação dessa política imperial de utilização da Armada como ponto de conexão, ordem e progresso. A reformulação da tríade administrativa naval foi parte de um longo processo de ações e tentativas que já tentavam dar contar dessa complexificação burocrática e militar. E muitas destas ações partiram de dentro da instituição militar, com a existência de comissões de exames de derrotas 5, de melhoramentos de materiais, que depois se uniram nas Comissões de Exames da Organização do Pessoal e Material da Armada em Como o nome já expressa, foi criada com intuito de fornecer uma direção consultiva acerca desse binômio pessoal-material que estava em franca transformação em meados do século XIX, e que de fato complementa a outra vertente necessária do Poder Naval. Uma gama de documentos disposto em um fundo no Arquivo Nacional reuniu uma série de relatórios e cartas de oficiais de Marinha que expunham suas observações acerca de diversos temas sensíveis a evolução técnica e de pessoal da Marinha desde a década de Entre relatórios de oficiais navais no exterior com demonstrações das evoluções na artilharia, falas sobre melhorar os assentamentos e registros de carreira ou da experiência prática em navios, destacou-se um relatório do Capitão de Mar e Guerra 5 Palavra usada para falar dos trajetos feitos pelos navios no mar. 6 Decisão 10 de 11 de Janeiro de Cf.: AN, Série Marinha XM 314, 351, estas comissões funcionassem como um possível Conselho Naval a ponto de ter trânsito direto com o Ministro da Marinha. As comissões foram extintas em 17 de Agosto de 1858 por causa da criação do Conselho Naval. (AN, Série Marinha, XM 314). 10

11 Joaquim José Ignácio, o Visconde de Inhaúma 8, direcionada ao então Ministro da Marinha Manuel Vieira Tosta 9. Era uma resposta solicitada então pelo próprio ministro que em oito quesitos fazia indagações pertinentes para se detalhar a direção imaginada pela oficialidade sobre os rumos da força naval. Não há indícios se o documento tenha sido redigido apenas pelo Visconde de Inhaúma, na qualidade de chefe das comissões, ou se outros membros participaram da redação, como o Chefe de Divisão Joaquim Marques Lisboa o Marques de Tamandaré e Patrono da Marinha do Brasil. Entretanto em anexo ao documento existe também um grande relatório, assinado pelos dois e por mais oficiais que seguia na mesma direção que o apresentado ao ministro. A data de tão importante relatório era novembro de 1849, momentos que antecederam ações e decretos muito importantes para evolução material e organizativa naval realizadas pelo Ministro Vieira Tosta, como a fixação de navios para Esquadra ideal ao Império do Brasil e a nova divisão das Estações Navais 10. Mesmo que os decretos e a realidade não tenham sido exatamente igual ao sugerido pelo Visconde de Inhaúma, na qualidade de oficial naval, pelo menos nos entrega pistas que possibilitam entender as conexões do pensamento naval do período, e como o discurso imperial de unidade territorial, ordem e civilidade permeavam a visão dos militares sobre sua missão institucional. Os quesitos apresentados em forma de perguntas separados em temas que poderiam ser divididos em questão material e pessoal: como seria o tamanho desta força; se ficaria sempre armado e efetivamente pronta para combate; quais instruções práticas se daria ao oficialato, aos Corpos Imperiais e aos Fuzileiros; por qual mares navegar e por último os gastos necessários para se fazer com a instituição. Respostas dadas com bastante precisão de dados e firmeza no entendimento de que era preciso ajustar uma Armada Imperial condizente com o contexto que se vivia, sendo assim uma grande 8 Cursou a Real Academia de Marinha, ocupou diversos cargos importantes dentro da Marinha Imperial. Chegou até o posto de Almirante. 9 Cursou Direito na Universidade de Coimbra, concluindo seu curso em São Paulo; Juiz de Fora em Cabo Frio, Macaé e Campos; juiz de direito na Capital e em Cachoeira; desembargador em Pernambuco e na Corte; Ministro do Supremo Tribunal de Justiça; Presidente das províncias de Pernambuco, Sergipe e Rio Grande do Sul; Deputado geral; Ministro da Justiça e da Guerra 10 Decreto 667 de 26 de fevereiro de 1850 e Decreto 1061 de 03 de Novembro de

12 resposta ao Estado Imperial sobre os meios necessários para se cumprir as missões até então estabelecidas pelo Estado Imperial e seu projeto conservador. Assim, no relatório apresentado, o argumento se centrou na necessidade de assegurar a tranquilidade e a ordem nas províncias, sendo preciso estar presente no território como todo. A divisão territorial já tinha sido realizada no início da década de 1840, entretanto, o CMG Joaquim José Ignácio exibe um plano de melhoramento da divisão territorial com as embarcações necessárias e suas tripulações. Para ele o Brasil Imperial em meados do Oitocentos deveria ser dividido assim Divisão territorial proposta pelo CMG Joaquim José Ignácio em relatório de 1849 Fonte: AN, Série Marinha, XM 896 Uma ampla noção de que, além de estar presente na costa do Império assegurando comércio, polícia naval e ligação rápida entre o centro e as localidades, também deveria ter consciência dos rios e da presença nos limites fronteiriços com os países do cone sul. A presença da região do Prata também guiaria em muito, principalmente a partir de 1850, a ideia de que era preciso a consolidação de uma Esquadra no mínimo superior às dos países vizinhos. Cada uma dessas sete divisões, separadas entre fluviais e costeiras, deveriam ser compostas por determinado número de navios. Para o autor do documento, a 5ª divisão deveria ser composta, por exemplo, de uma fragata de 1ª ordem, 1 fragata, 2 corvetas, 4 brigues, 4 brigues escunas e 5 vapores 12

13 de diferentes potências; totalizando um total de 1980 homens e canhões de calibres 68 e 80 em rodízios. Para todas as divisões ele estabeleceu uma lista de navios, homens e armamento condizentes com a realidade daquele espaço territorial, em uma visão ampla desse contexto de transição material, incluindo vapor e velas, a ideia era que a Marinha adquirisse o que estava em falta. No mesmo caminho, o autor do documento se concentrou na necessidade de estabelecer números necessários para oficialidade e para os praças, estipulando a importância da instrução e da navegação da Armada Imperial por mares estrangeiros como Europeu com a dupla função de instruir a marinhagem em navegação e de manter contato diplomático com as nações civilizadas. A preocupação com a disciplina e a instrução foram pilares importantes sempre levantados pelos ministros em suas falas, a qualificação de um pessoal que ocupasse essas funções a bordo que ao mesmo tempo era carregada de simbolismos e tradições, mas que passava cada vez mais por uma especialização e diferenciação. Assim como vimos na questão burocrática, foi na década de 1850 que foram surgindo reformulações e criações nos corpos de pessoal, que passando da oficialidade aos corpos mais técnicos como o de maquinistas 11, sentiram o peso desta necessidade de dar limites às funções, melhorando a entrada, a carreira, a instrução e a disciplina. A conformação administrativa destes membros da política coercitiva estatal, representantes da imagem do Brasil Império mundo afora, mas também agentes da ação conservadora por onde passavam. Ao mesmo tempo que a Coroa na forma de Ministério da Marinha procurava modernizar a esquadra brasileira com a compra de navios que compusessem os novos modelos tecnológicos da guerra marítima, com o vapor e navios híbridos, ocorriam também ações no sentido de melhorar o pessoal militar naval garantindo noções mais precisas sobre suas funções profissionais, sua carreira e seus preceitos de hierarquia e disciplina. 11 Dentro das expansão do organograma administrativo naval a presença da divisão do pessoal militar em corpos com funções precisas, escolas de instrução e prática fizeram parte desta onde reformista que passou a Marinha Imperial. Podemos destacar aqui a reforma na Academia de Marinha em 1858, do Corpo de Oficiais da fazendo em 1847, do Corpo da Saúde em 1851, Batalhão Naval em 1852, entre outros. Cf.: CAMINHA,

14 O documento então apresentado aqui acabava por tocar em temas tão debatidos pelos relatórios dos ministros da Marinha naquele momento, personagens que capitaneavam as mudanças ocorridas em meados do Oitocentos. Preocupações em explicitar a necessidade de adequar o vapor no material da Armada e a presença da Força Naval distribuída no Império, a necessidade de melhorar a instrução e o contato do conhecimento marítimo e sua evolução com o pessoal, e apontando que um novo caminho institucional no tocante ao pessoal se instalava. Talvez seja ele, um olhar pontual sobre um contexto intenso de transformações que apesar de as vezes não se completar em sua plenitude na realidade, pelo menos no quesito organizativo e discursivo faziam sentido no pensamento estratégico naval imperial. Referências Bibliográficas ALMEIDA, Felipe Pessanha de. A Secretaria de Estado dos Negócios da Marinha ( ). Rio de Janeiro: Arquivo Nacional, BRASIL. Leis, decretos, etc. Colleção das Leis do Império do Brasil. Rio de Janeiro: Imprensa Nacional, 1831/1870. BRASIL. Ministério da Marinha. Relatórios dos Ministros da Marinha. Rio de Janeiro: Typographia Nacional, 1831/1870. ARIAS NETO, José Miguel. Em busca da Cidadania: praças da armada Nacional ( ). Tese de Doutorado em História. FFLCH Universidade de São Paulo, CAMINHA, Herick Marques. Organização e administração do Ministério da Marinha no Império. Rio de Janeiro: Serviço de Documentação geral da Marinha, DAVID e SILVA, Fernando Alberto Carvalho. O Fim das Naus e a Marinha da transição: Um inquérito da Câmara dos Deputados ( ). Dissertação (Mestrado em História Marítima). Universidade de Lisboa, Lisboa, HUNTINGTON, Samuel P. O Soldado e o Estado: Teoria e Política das relações entre civis e militares. Rio de Janeiro: Biblioteca do Exército, MATTOS, Ilmar Rohloff de. O Tempo Saquarema. 6ª Ed. São Paulo: Hucitec, LEWIS, Michael. The Navy in Transition ( ): A social history. Londres: Hodder and Stoughton, The History of the British Navy. Londres: Pelican books,

15 MOLDESKI, George e THOMPSON, Willian R. Sea Power in Global Politics, London: The Macimillan Press, NASCIMENTO, Álvaro Pereira do. A ressaca da marujada: recrutamento e disciplina na Armada Imperial. Rio de Janeiro: Arquivo Nacional, SOUZA, Adriana Barreto. A metamorfose de um militar em nobre: trajetória, estratégia e ascensão social no Rio de Janeiro joanino. In: Revista Tempo. Niterói, vol. 12, nº 24, Janeiro/ O Militar e a elaboração de um projeto alternativo de modernização para o Brasil ( ). In: Revista Navigator. V. 9. Nº 18, TILLY, Charles. Coerção, Capital e Estados Europeus. São Paulo: Ed. Edusp,

Palavras-Chave: Estado Imperial, História Militar, Marinha Imperial.

Palavras-Chave: Estado Imperial, História Militar, Marinha Imperial. A MARINHA EM TRANSIÇÃO: APONTAMENTOS SOBRE UM PROJETO MILITAR NAVAL NO SÉCULO XIX. Luana de Amorim Donin (Doutoranda do PPGH-UFF) Carlos Gabriel Guimarães (orientador) Palavras-Chave: Estado Imperial,

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