Introdução Objetivos Valor Secundário dos Documentos Autenticidade e Fidedignidade dos Documentos Metodologia e Resultados História do Diário Oficial
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- Vítor Graça Neiva
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1 IV SIMPÓSIO BAIANO DE ARQUIVOLOGIA O DIÁRIO OFICIAL DO ESTADO DA BAHIA: DO IMPRESSO AO DIGITAL, COMO FONTE DE INFORMAÇÃO DE CARÁTER PERMANENTE MARIA DE FÁTIMA S. DE LIMA MARLI BATISTA DOS SANTOS Salvador 2013
2 Introdução Objetivos Valor Secundário dos Documentos Autenticidade e Fidedignidade dos Documentos Metodologia e Resultados História do Diário Oficial do Estado da Bahia Evolução do Formato O Diário Oficial do Estado da Bahia como Fonte de Informação Permanente Considerações finais Referências. APRESENTAÇÃO
3 INTRODUÇÃO Importância e Evolução dos Arquivos; Teoria das Três Idades; Arquivos Permanentes; Acesso e Difusão da Informação.
4 OBJETIVOS Verificar a evolução do Diário Oficial do Estado da Bahia desde sua concepção na forma impressa até o formato digital; Demonstrar seu valor secundário; Sua autenticidade e fidedignidade.
5 VALOR SECUNDÁRIO DOS DOCUMENTOS É o valor atribuído a um documento em função do interesse que possa ter para a entidade produtora e outros usuários, tendo em vista a sua utilidade para fins diferentes daqueles para os quais foi originalmente produzido. (ARQUIVO NACIONAL, 2005, p.163); O Diário Oficial do Estado da Bahia é uma publicação periódica que dispõe sobre os atos, decretos, leis e informações gerais relativas aos servidores, ao governo do Estado da Bahia e á população em geral; DOEB já nasce com caráter de documento permanente.
6 AUTENTICIDADE E FIDEDIGNIDADE DOS DOCUMENTOS Fidedignidade Capacidade de um documento arquivístico sustentar os fatos que atesta. Refere-se à autoridade e à confiabilidade de um documento. Está relacionada ao momento da produção do documento. Autenticidade capacidade de um documento arquivístico ser o que diz ser. Refere-se à fidedignidade ao longo do tempo. Está relacionada com a forma de transmissão e as estratégias de preservação e custódia. (MACNEIL, 2000, p. 100, apud RONDINELLI, 2005, p. 64); O Diário Oficial do Estado da Bahia é um documento arquivístico fidedigno e autêntico; É produzido para provar e/ou informar um procedimento administrativo ou judicial, sustenta os fatos que atesta e é o que diz ser.
7 METODOLOGIA E RESULTADOS O método adotado para a execução do trabalho foi a pesquisa teórica: bibliográfica e documental que tem o documento, em qualquer forma e/ou suporte, como objeto de investigação; A escolha do Diário Oficial do Estado da Bahia como objeto de estudo empírico se deu devido a sua importância como fonte de informação autêntica fidedigna e de caráter permanente; O presente trabalho serviu para clarificar a importância do Diário Oficial do Estado da Bahia, como fonte de informação autêntica e fidedigna.
8 HISTÓRIA DO DIÁRIO OFICIAL DO ESTADO DA BAHIA A Republica e a necessidade de publicação dos atos do governo; Em 7 de setembro de 1915 foi criada a Imprensa Oficial do Estado (IOE) instituída pela Lei nº 881, de 17/05/1912, para editar com exclusividade o Diário Oficial; Em 30 de outubro de 1915 foi publicada a primeira edição do Diário Oficial do Estado, com os atos do governo e os debates da Câmara; Em 30 de agosto de 1948 a Imprensa Oficial do Estado (IOE) foi transformada em Imprensa Oficial da Bahia (IOB) IOB);
9 HISTÓRIA DO DIÁRIO OFICIAL DO ESTADO DA BAHIA Em 3 de outubro de 1972 pela Lei nº 3.037, a antiga IOB é transformada em Empresa Gráfica da Bahia (Egba). (EGBA, 2013); A Egba é responsável pela editoração e impressão do Diário Oficial do Estado, composto pelos cadernos: Executivo, Legislativo, Municípios, Licitações, Judiciário, Diversos e Noticiário; O Diário Oficial possui cinco edições semanais: de terça a sexta-feira, e uma edição única para sábado e domingo (EGBA, 2013).
10 EVOLUÇÃO DO FORMATO 1915 composição em chumbo; Cinquenta anos depois, fotocomposição eletrônica a frio, onde figura a impressão em off-set em quatro cores; Na década de 80 o serviço de microfilmagem foi implantado, o Diário Oficial ganhou um novo projeto gráfico.
11 EVOLUÇÃO DO FORMATO A composição do DOEB por computador foi implantada a partir de meados da década de 90; Em 2007 passou também para o formato digital (EGBA, 2013); As edições do dia e do mês em curso e as publicadas a partir de 2007 podem ser consultadas na íntegra pela internet, através do Sistema br/. Egba on-line:
12 EVOLUÇÃO DO FORMATO
13 O DIÁRIO OFICIAL DO ESTADO DA BAHIA COMO FONTE DE INFORMAÇÃO PERMANENTE Os arquivos permanentes são a matéria-prima da história. Ali estão documentados direitos e deveres do Estado para com o cidadão e do cidadão para com o Estado: provas e testemunhos que ficarão armazenados (BELLOTTO 2004, p. 25); O DOEB é uma fonte de informação de caráter permanente; DOEB é uma fonte de informação histórica; DOEB serve como prova;
14 O DIÁRIO OFICIAL DO ESTADO DA BAHIA COMO FONTE DE INFORMAÇÃO PERMANENTE Não se deve associar o valor secundário a necessidade exclusivamente histórica, uma vez que se prova que os documentos conservados por esta razão são utilizados para toda a espécie de fins e que a necessidade puramente histórica é apenas uma entre outras. (ROUSSEAU; COUTURE, p. 123). Poderoso instrumento informativo e de disseminação da informação; Fonte de informação de grande relevância para o desenvolvimento de pesquisas em várias áreas do conhecimento; É um instrumento de pesquisa histórica, científica e tecnológica para toda a população.
15 CONSIDERAÇÕES FINAIS Verificou a evolução do DOEB desde sua concepção na forma impressa até o formato digital, seu valor secundário, sua autenticidade e fidedignidade; Serviu para clarificar a importância do Diário Oficial do Estado da Bahia como: Fonte de informação fidedigna; de caráter permanente, autêntica e Prova.
16 CONSIDERAÇÕES FINAIS Instrumento informativo e de disseminação da informação; De grande relevância para o desenvolvimento de pesquisas em várias áreas do conhecimento; Verificar a escassez de literatura sobre o objeto de estudo.
17 REFERÊNCIAS ARQUIVO NACIONAL. Dicionário brasileiro de terminologia arquivística. Rio de Janeiro: Arquivo Nacional, Disponível em: < Acesso em: 10 fev BELLOTTO, Heloisa Liberalli. Da administração à história: ciclo vital dos documentos e a função arquivística. In:. Arquivos permanentes: tratamento documental. 2.ed. Rio de Janeiro: FGV, Cap. 1, p EGBA. Empresa Gráfica da Bahia. Histórico da Egba. Disponível em: < Acesso em: 26 jan RONDINELLI, R. C. Gerenciamento arquivístico de documentos eletrônicos: uma abordagem teórica da diplomática arquivística contemporânea. 3. ed. Rio de Janeiro: FGV, p. ROUSSEAU, Jean-Yves; COUTURE, Carol. O ciclo de vida dos documentos de arquivo. In:. Os fundamentos da disciplina arquivística. Lisboa: Dom Quixote, 1998, cap. 4, p
18 CONTATOS: Maria de Fátima Lima Marli B. Santos
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