Prof.: Gilmar Marques. Vertebrados Craniados
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- Victorio Teves Soares
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1 Prof.: Gilmar Marques Vertebrados Craniados
2 Peixes SUPERCLASSE AGNATHA SUPERCLASSE GNATHOSTOMATA CLASSE MYXINI CLASSE CEPHALASPIDOMORPHI CLASSE CONDRICHITE CLASSE ACTINOPTERYGII CLASSE SARCOPTERYGII
3 Vertebrados primitivos Peixes sem mandíbula Crânio cartilaginoso Peixes-bruxas e lampreias Pele lisa Sem escamas Sem nadadeiras pares Boca circular ciclóstomos Brânquias laterais Lampreia Feiticeira
4 Classe Myxine Feiticeiras ou peixes-bruxas Marinhos Corpo alongado Até 1m Muco protetor sobre a pele Feiticeira Flexíveis e escorregadios fuga fácil Tentáculos na boca sensoriais Boca com estruturas cartilaginosas móveis (dentículos)
5 Alimentam-se de anelídeos, moluscos, peixes mortos ou moribundos (saprófagos ou predadores). Embora quase completamente cegas, são rapidamente atraídas (olfato e tato) pelo alimento,especialmente peixes mortos ou moribundos. Penetram no animal utilizando-se de duas placas móveis, denteadas e queratinizadas, situadas sobre a língua. Retiram pedaços de carne de sua presa. Para aumentar a alavanca, produzem um nó em sua cauda e o transferem à frente do corpo. Pressionam e se prendem firmemente ao corpo da presa.
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7 Notocorda na fase adulta Respiração branquial Reprodução Monóicos um sexo funcional Fecundação desconhecida Desenvolvimento direto
8 Lampréias Corpo alongado Até 1m Boca circular Sem mandíbula Pele lisa Maioria das espécies marinha
9 Adultos ectoparasitas de peixes Boca como ventosa e língua com dentículos Raspagem da pele do hospedeiro perfuração Saliva anticoagulante Notocorda com vértebras rudimentares
10 Respiração branquial Reprodução Estuários Fecundação externa Morte dos adultos Larva amocetes 4 a 5 anos Lampréia - Larva amocetes
11 MANDIBULADOS CLASSE CONDRICTES OSTEÍCTES (Elasmobrânquios e Holocéfalos) (Actinopterígeos e Sarcopiterígeos) Tubarão e Raias Quimeras Peixes diversos Peixes Pulmonados
12 Grande diversidade de formas, tamanhos e modos de vida. Exclusivamente aquáticos, com numerosos representantes marinhos e dulcícolas. Corpo hidrodinâmico - permite vencer melhor a resistência da água.
13 : permitiu aos peixes arrancarem com eficiência grandes pedaços de algas e de animais de maior porte (sem mandíbula os cordados estavam restritos à filtração, à sucção do alimento ou captura de pequenos animais). Predação ativa e grande aumento de tamanho. Condrictes: boca ventral Osteíctes: boca anterior
14 Aprimoramento da função locomotora e eficiência da propulsão do corpo.
15 Condrictes: heterocerca Osteictes: Actinopterígeos: homocerca Sarcopterígeos: dificerca.
16 : Rica em glândulas mucosas Secreção diminui o atrito com a água e facilita a natação. Derme com células pigmentadas chamadas cromatóforos. Permitem mudanças de cores em alguns peixes. Recoberta por escamas.
17 Condrictes Ausentes ou escamas placóides (dentículos dérmicos).
18 Osteictes Ganóides (formas ancestrais) Ciclóides, ctenóides ou ausentes (formas modernas).
19 : todos os peixes são mais densos que a água. Condrictes: Não possuem bexiga natatória. Estão sempre se deslocando para frente. Fígado atua como uma grande bolsa de óleo (densidade: 0,86) Ajuda a compensar a densidade do corpo.
20 : Osteictes Bexiga natatória (bolsa cheia de gás) Ajustes no volume do gás (permite afundar ou flutuar).
21 : Condrictes e Osteictes Actinopterígeos (branquial). Condrictes: brânquias comunicam-se diretamente com o Condrictes: brânquias comunicam-se diretamente com o exterior. Osteíctes: brânquias protegidas por opérculo.
22 : Osteíctes Sarcopterígeos dipnóicos ou pulmonados bexiga natatória.
23 Bexiga natatória muito vascularizada e utilizada para respiração e flutuação.
24
25 : Simples, fechada e completa 1 seio venoso, 1 átrio, 1 ventrículo no coração só passa sangue venoso.
26 LINHA LATERAL: mecanorrecepção. Detecta a direção e a velocidade das correntes aquáticas, as vibrações das ondas sonoras e alterações na pressão da água.
27 ELETRORRECEPITORES Reconhecimento de objetos próximos, cuja condutibilidade elétrica difere da condutibilidade da água que o rodeia. Reconhecimento de objetos com a mesma forma, porém com diferente condutibilidade elétrica. Detecção da presença de outros animais (devido à fraca corrente elétrica gerada pela atividade muscular) até uma certa distância. Em peixes elétricos: comunicação social, comportamento, e identificação de sexo e espécie.
28 Ampolas de Lorenzini de condrictes Respondem aos campos elétricos fracos e possivelmente à Respondem aos campos elétricos fracos e possivelmente à temperatura, à pressão da água e à salinidade. Eletrorreceptores detectam variações no potencial elétrico da água que circunda o peixe. Localização de presas (mesmo aquelas enterradas na areia).
29
30 Condrictes: Boca ventral, estômago em forma de J ou ausente (quimeras). Intestino curto com válvula espiral, fígado grande e preenchido de óleo (flutuação). Término em cloaca. Válvula espiral
31 Osteíctes: Boca anterior, estômago em forma de J. Intestino longo com várias dobras e sem válvula espiral, presença de cecos pilóricos. Término em ânus.
32 Condrictes uréia. Osteíctes amônia
33 Condrictes: Hiposmóticos (hipotônicos) em relação ao meio. Não ingerem água e eliminam uréia como excreta nitrogenada. Retêm grande quantidade de uréia nos fluidos corpóreos (uremia fisiológica), líquidos internos ficam com uma concentração próxima à da água do mar.
34 Osteictes de água doce: Fluidos corporais osmoticamente mais concentrados que o meio (hipertônico sou hiperosmóticos). Osteíctes de água salgada: Hiposmóticos (hipotônicos) em relação ao meio.
35 Condrictes: Dióicos, fecundação interna (órgão copulador: clásper). Dutos reprodutores abrem-se na cloaca. Ovíparos, ovovivíparos ou vivíparos. Desenvolvimento direto. Clásper
36 Osteictes: Dióicos (maioria). Muitos com dimorfismo sexual. Fecundação e desenvolvimento externos (maioria). É comum a piracema. Dimorfismo sexual
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