Cel Cláudio Moreira Bento
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- Cíntia Porto Miranda
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1 GUERRA CONTRA ORIBE E ROSAS ( )- SINTESE Cel Cláudio Moreira Bento Presidente e Fundador da Federação de Academias de História Militar Terrestre do Brasil (FAHIMTB),do Instituto de História e Tradições do Rio Grande do Sul (IHTRGS) e da Academia Canguçuense de História (ACANDHIS) e sócio benemérito do Instituto de História e Geografia Militar e História Militar do Brasil (IGHMB) e do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro (IHGB) e integrou a Comissão de História do Exército do Estado- Maior do Exército 1971/1974. Presidente emérito fundador das academias Resendense e Itatiaiense de História e sócio dos Institutos Históricos de São Paulo,Rio de Janeiro e Sorocaba e Rio Grande do Sul e CIPEL etc. Foi o 3º vice presidente do IEV no seu 13º Encontro do IEV em Resende e Itatiaia que coordenou o Simpósio sobre a Presença Militar no Vale do Paraíba, cujas comunicações reuniu em volumes dos quais existe exemplar no acervo da FAHIMTB doado a Academia Militar das Agulhas Negras.É tambem jornalista. Trabalho do autor digitalizado para ser colocado em Livros e Plaquetas no site da FAHIMTB e cópia no acervo da FAHIMTB, doado a AMAN em Boletim A GUERRA CONTRA ORIBE E ROSAS ( )SINTESE
2 2 Em 1851, o poder na Argentina era exercido por D. Juan Manoel Rosas desde e no Uruguai, desde 1834, por Manuel Oribe. Rosas passou a alimentar o sonho de reconstituição do antigo Vice Reinado do Prata e, por via de consequência, a ameaçar a Soberania a e a Integridade do Brasil e do Uruguai. E assim, a ameaçar os objetivos geopolíticos do Brasil. No Prata, projetavam-se também interesses ingleses e franceses que contrariavam os do Uruguai, Argentina e Brasil. Rosas tentou interferir na Revolução Farroupilha, repelida a sua oferta de apoio pelo General Davi Canabarro, comandante do Exército Farrapo, com a declaração histórica a ele atribuída já referida na Revolução Farroupilha. Caudilhos platinos disputavam o poder Em 1850, Manuel Oribe hostilizou brasileiros residentes no Uruguai. O barão do Jacuí Francisco Pedro de Abreu (Chico Pedro,ou Moringue), que se celebrizara no combate à Revolução Farroupilha, e agora liderando fazendeiros brasileiros, invadiu o Uruguai, em ações denominadas Californias de Chico Pedro. Rosas, aliado de Oribe, exigiu satisfações, fato que terminou com o rompimento das relações Brasil-Argentina. Em 1850, o Brasil assinara com o Paraguai um tratado de aliança defensiva e ofensiva, para fazer frente ao objetivo de Rosas de incorporar aquele país. O Brasil havia reconhecido a independência do Paraguai em Na área do Rio Grande do Sul, desde 6 de maio de 1851, a movimentação militar na área da atual 3 a RM foi intensa, no preparo de suas forças para a guerra iminente, ao lado de medidas políticas e económicas e de aliança militar com caudilhos que se opunham a Rosas e Oribe. O então Conde de Caxias foi nomeado Presidente da Provincia do Rio Grande do Sul e Comandante das Armas (atual 3 a RM)e pela 2 a vez assumia a presidência por estar subordinada a ela a Guarda Nacional gaúcha. E as forças ao comando de Caxias, organizadas em quatro divisões, constituiu-se no principal elemento terrestre para conduzir a guerra contra Oribe e Rosas, em aliança com Urquiza, governador de Entre- Rios e com Virasoro, governador de Comentes, tendo os seguintes objetivos ligados aos objetivos geopolíticos do Brasil no Prata - Defesa dos limites do Brasil com o Uruguai; - Manutenção de independência do Uruguai e do Paraguai; - Defesa da livre navegação no Rio da Prata, fechada desde 1842 por Rosas; e - Proteção de propriedades de brasileiros na fronteira com Uruguai e de brasileiros perseguidos no Uruguai por Oribe. A guerra que então teve lugar envolveu o território do Rio Grande do Sul e parcelas expressivas dos territórios do Uruguai e Argentina Teria sido envolvido o Paraguai, se este tivesse cumprido o Tratado de 25 de dezembro de 1850 com o Brasil,defensivo e ofensivo, para evitar que fosse incorporado por D. Manoel Rosas. Em Caçapava do Sul atual, foi construída uma enorme base logística nucleada pelo monumental forte D. Pedro II, ainda com suas muralhas em pé, para aproximar o apoio l gístico às operações contra Oribe e Rosas
3 Caxias assumiu o comando da 3 a RM atual em junho e acelerou a concentração de suas forças na fronteira Brasil-Uruguai. Concentrou o grosso em Santana do Livramento e colocou uma divisão em Jaguarão. Operações contra Oribe De Santana, Caxias lançou uma vanguarda ao comando do Tenente Cel Manoel Luis Osório para fazer a ligação com o General Urquiza, da qual nasceu o seguinte plano de operações aliado:. Urquiza atravessaria o rio Uruguai em Passo del Hijo, sob a proteção da Esquadra Brasileira, e operaria junção com as forças de Caxias próximo à confluência do rio Taquarembó com o Negro. Atuação da Esquadra Brasileira impedindo o apoio mútuo Oribe-Rosas ao longo do rio Uruguai..Urquiza, tirando proveito da cobertura de Caxias e da Esquadra, marchou para o Sul sem honrar o combinado, levando como vanguarda Servando Gomes, que Oribe havia mandado para combatê-lo. Nas imediações de Montevidéu, Urquiza, após escaramuças com Oribe, celebrou um Convênio de Capitulação sem consultar Caxias. Caxias e e suas forças internaram-se no Uruguai. Percorreram 500 Km de terreno difícil, agravado pelo mau tempo. Levaram, como impedimenta, mais de 100 carretas tracionadas por bovinos, inclusive a Artilharia de Mallet, que aí adquiriu seu apelido histórico de Boi de botas, pois enfrentaram lama grossa no itinerário de marcha. Então, as tropas brasileiras revelando "elevado grau de abnegação, resistência e espírito de sacrifício" cumpriram etapas de 17 Km por dia sem encontrarem locais para acantonar. Em 14 de outubro de 1851, Caxias operou junção com Urquiza. Isso assinalou o término da guerra contra Oribe e, por via de consequência, garantiu segurança para os rio-grandenses da fronteira ou moradores do Uruguai. Guerra contra Rosas Em 21 de novembro de 1851, ficou estabelecido um tratado entre os aliados brasileiros; uruguaios (orientais) e argentinos contra Rosas e não contra a Argentina. - Urquiza comandaria o Exército de invasão destinado a comba ter Rosas; - Caxias permaneceria no Uruguai, mais especificamente em Colônia do Sacramento, com o grosso da de seu Exército em condiçoes de atuar. caso necessário; -.O Brasil contribuiria na invasão com uma Divisão ao comando do Brigadeiro. Manuel Marques de Souza - o futuro Barão de Porto Alegre. -A Esquadra Brasileira cooperaria da melhor forma com a invasão. - A transposição das forças de invasão seria na ponta do Diamante para onde os aliados se deslocaram da seguinte formal
4 4 - A Cavalaria Argentina marchou por terra até a concentração: - A Infantaria e a Artilharia argentinas foram transportadas pela Esquadra Brasileira que forçou Tonelero. - Os uruguaios foram transportados pela Esquadra Brasileira até Potrero Pires. Dali, por terra, alcançaram Diamante em 31 dez A 1ª Divisão Brasileirra embarcou em Colônia do, Sacramento,e chegou em Diamante, em 20 de dez Em 30 de dezembro havia sido concluída a concentração em Diamante. depois de 40 dias de haver sido decidida..a transposição do rio Paraná em Diamante teve inicio em 23 e iezembro de 1851, com a Cavalaria de Urquiza atravessando o rio a nado para, estabelecer uma cabeça- de- praia na margem direita. Operação épica que descrevemos em Travessia Militar de Brechas e Curso d`agua no Brasil ( ). na revista A Defesa Nacional Nov /Dez 1985). E agora disponível El Livros e Plaquetas no site da FAHIMTB sem atuação inimiga e que se extendeu por cerca de 15 dias. Nela a Esquadra Brasileira teve papel decisivo. A Divisão de Cavalaria entrerriana, que atravessou o rio perdeu por afogamento muitos homens e cavalos, Em 8 de janeiro de 1852, todo o Exército Aliado havia transpostoo Paraná e se concentrado em Espinilho. E dali os aliados, brasileiros, argentinos e uruguaios, sob o pomposo nome oficial de Exército Grande da América do Sul, encetou sua marcha para Buenos Aires. No dia 2 de fevereiro de 1852 teve lugar a vitoriosa batalha de Morón ou Monte Caseros (ou ainda batalha dos Santos Lugares), na qual a 1ª Divisão Brasileira destacada das forças brasileiras, coube-lhe atacar o centro da posição inimiga que era o ponto mais forte - El Palomar de Caseros, que os brasileiros conquistaram. A Divisão Brasileira que lutou em Monte Caseros foi constituída das seguintes unidades: Infantaria: 5 o, 6 o, 7 o, 8 o, 11 e 13 Batalhões; Artilharia: 1 0 Regimento de Artilharia (200 h); Cavalaria: 2 o Regimento de Cavalaria. Total: homens ou 1/7 do efetivo aliado. Muito contribuiu para o rompimento da posição rosista atiradores de escol alemães, em número de cerca de 100, que foram espalhados entre as unidades brasileiras de Infantaria e armados com moderníssimos fuzis Dreyse de agulha, conforme abordamos em nosso livro 'Estrangeiros e Descendentes na História Militar no RGS, ao tratarmos dos Brummer, a Legião Alemã,contratada na Prússia pelo Brasil para este conflito e composta de um Batalhão Infantaria, um Regimento de Artilharia e duas Companhias de pontoneiros, equipadas com a equipagem alemã Birago, que focalizamos na op.cit. Enquanto isso se passava. Caxias, com o restante das suas forças em Colônia, e com apoio da Esquadra Brasileira, assistia o desenrolar dos acontecimentos, após haver reconhecido, em janeiro de 1852, a margem do
5 Paraná junto a Buenos Aires, onde escolheu um local para um possível desembarque. Rosas conseguiu evadir-se a bordo de um navio inglês. A Divisão Brasileira desfilou triunfalmente em Buenos Aires. Em 1 o de março I de 1852 retornou, coberta de glória, a Montevidéu, onde se reintegrou às forças brasileiras ao comando de Caxias. Com a vitória sobre Rosas foram definidos: Os limites Brasil-Uruguai; A confirmação das independências do Uruguai e do Paraguai: O direito do Brasil à livre navegação no Rio da Prata; e a reparação da espoliação de patrimônios de brasileiros. E resguardados os interesses geopolíticos do Brasil no Prata e. preservada a sua Integridade e Soberania.
6 6 Uruguai, < sua honre najue perc< 190 FAHIMTB - IHTRGS
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