INCLUSÃO DIGITAL NO BRASIL: FALTA DE POLÍTICAS PÚBLICAS NEGA ESTE DIREITO ÀS CAMADAS SOCIAIS DE BAIXA RENDA
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- Denílson Veiga Eger
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1 1 INCLUSÃO DIGITAL NO BRASIL: FALTA DE POLÍTICAS PÚBLICAS NEGA ESTE DIREITO ÀS CAMADAS SOCIAIS DE BAIXA RENDA THIAGO CALBO VALLADARES 1. INTRODUÇÂO Em 2008 o mundo comemorou a Declaração Universal dos Direitos Humanos, celebrada em Paris, na França, em Este País, após a Revolução Francesa ( ), encerrou um longo período de servidão, adotando como lema a frase de Jean-Jacques Rousseau ( ) Liberté, Égalité e Fraternité (Liberdade, Igualdade e Fraternidade), como tripé para a estruturação de uma sociedade calcada nestes princípios universais. Passados 62 anos, este documento continua atual, sobretudo no que tange a questão aqui discutida: Direitos Humanos e Inclusão Digital na Sociedade do Conhecimento. Antes de entrar no cerne da temática, cabe citar o Artigo 19 deste documento, onde se lê Todo o homem tem direito à liberdade de opinião e expressão; este direito inclui a liberdade de, sem interferências, ter opiniões e de procurar, receber e transmitir informações e idéias por quaisquer meios, independentemente de fronteiras. Este artigo ganhou o mundo como uma conquista pela Liberdade de Expressão, mas, antecipou-se à Era Digital e à sua grande rede, a Internet, que, neste século é, sem dúvida, o maior meio de expressão disponibilizado no planeta, derrubando, ao menos virtualmente, as fronteiras que podem impedir o Homem de ter acesso a todos os acontecimentos em tempo real. Ou seja, quebrando quaisquer barreiras geográficas. Nesta realidade globalizada e virtualizada, a Internet se destaca como o maior banco de dados da História, podendo se constituir como importante meio de Inclusão, mesmo nos países onde a Exclusão Social é, ainda hoje, um problema grave que depende de medidas políticas mais eficazes. O Brasil é um bom exemplo disso, pois apesar dos avanços nos últimos anos, quando o País deixou de figurar apenas entre o chamado Terceiro Mundo e ganhou espaço na esfera internacional em meio às grandes potências, ainda engatinha no sentido de assegurar a Inclusão Digital nas camadas de baixa renda.
2 2 Na Educação, em especial, os computadores estão longe das salas de aula da maioria das escolas das redes pública e municipal, salvo raros programas onde já se pode ver a sinalização para a importância da Inclusão Digital na aquisição do Conhecimento. Assim, pode-se falar que em termos de Direitos Humanos, a Declaração assegura este acesso, mas na Sociedade do Conhecimento, quando se tem uma demanda cada vez maior pela informação, esta ferramenta (Internet) se restringe a redes socais. Tome-se, por exemplo, duas delas, Orkut e Facebook, num fenômeno bastante discutido pelos estudiosos, especialmente pelo poder de agregar pessoas de diferentes partes do mundo, mas em torno de conteúdos questionáveis. 2. DESENVOLVIMENTO A Internet, se bem utilizada, pode ir além dos scraps e posts lançados diariamente numa velocidade desenfreada nas localidades mais inóspitas do planeta, onde muitas pessoas, normalmente jovens, dividem um mesmo computador em Lan House que cobram por hora de acesso de quem, em regra, não pode arcar com esta despesa, posto que a sobrevivência venha em primeiro lugar. Assim, entre a aquisição de 10 pães e de 1 hora de acesso à rede, obviamente a fome grita mais alto. Além disso, não há, no Brasil, o incentivo real pela busca de Conhecimento. Muitas crianças freqüentam as escolas para que os pais possam receber as bolsas minguadas ofertadas às famílias carentes pelo Governo e que abrem mote para outras discussões mais acirradas por parte de quem defende a Inclusão de todos, resguardada no Brasil pela Constituição de 1988, inspirada, em parte, na Declaração Universal dos Direitos do Homem. Observada do ponto de vista dos Direitos Humanos, a Inclusão Digital na Sociedade do Conhecimento, é, também, uma conquista datada da Declaração Universal em seu artigo 27: I)Todo o homem tem o direito de participar livremente da vida cultural da comunidade, de fruir as artes e de participar do progresso científico e de fruir de seus benefícios. II)Todo o homem tem direito à proteção dos interesses morais e materiais decorrentes de qualquer produção científica, literária ou artística da qual seja autor.
3 3 Claramente, este artigo em seus dois tópicos assinala para o acesso de todos às novas tecnologias, sendo o advento do computador, datado da Segunda Guerra, um progresso capaz de agregar pessoas de todas as idades e de diferentes culturas em torno do bem maior de uma sociedade que se quer civilizada: o Conhecimento. A Inclusão Social caminha junto com a Inclusão Digital, porque a Educação, direito assegurado a todos, mas ainda muito precária no Brasil, é, sem sombra de dúvida, a única forma de se ter uma sociedade mais justa e igualitária. Ciente disso, o Poder Executivo Brasileiro no Decreto 5.581, datado de 2005, determinou que o Ministério das Comunicações formulasse políticas, diretrizes, objetivos e metas voltadas à Inclusão Digital, coordenando a implementação dos projetos e ações desenvolvidas neste sentido. 3. CONCLUSÔES Mas o que se pode dizer desta Inclusão determinada por lei num País onde a Constituição não é seguida à risca nos seus itens essenciais, como Saúde e Educação? Como abordar a Inclusão Digital na seara do Conhecimento sendo a maioria das pessoas excluídas de suas necessidades básicas? Em qual patamar estão as políticas de Inclusão Digital? No papel, certamente, estas existem, porém, na realidade, se limitam a Telecentros incapazes de suprir a procura pelas novas tecnologias, sem esquecer-se do pouco esclarecimento acerca da utilização de meios de comunicação de massa como a Internet. Não raro, as escolas recomendam pesquisas e os alunos se contentam ao Control C/Control V ou copiar/colar em troca de alguns pontos dados pelo professor, que não dispõe de mecanismo ou não está capacitado/motivado a verificar o plágio. Não há como se falar em Inclusão Digital na busca de Conhecimento, quando se sabe do calabouço educacional em países como o nosso. Os dados encontrados numa breve pesquisa na rede. Fala-se, inclusive em documento federal, sobre o Apartheid Digital brasileiro, quando se observa o acesso à Internet nas escolas, onde esta tecnologia pode se firmar como diferencial. Estudos recentes dão conta de que no ensino fundamental, apenas 17,2% dos alunos das escolas públicas usam a Internet, ao passo que, nas escolas particulares, esse número sobe para 74,3%. No ensino médio, o percentual de
4 4 estudantes das escolas públicas com acesso à Internet é baixo (37,3%), bem inferior ao das escolas privadas (83,6%), justificando o chamado Apartheid Digital no sistema educacional brasileiro. Estas informações fazem parte da Emenda ao texto Constitucional elaborada este ano pela Câmara de Deputados e pelo Senado Federal, modificando a redação do Art. 6.º, que agora determina: São direitos sociais a educação, a saúde, a alimentação, o trabalho, a moradia, o lazer, o acesso à Rede Mundial de Computadores (Internet), a segurança, a previdência social, a proteção à maternidade e à infância, a assistência aos desamparados, na forma desta Constituição. Resta saber se este não será mais um direito assegurado no papel aos cidadãos brasileiros, porém muito distante de ser posto em prática, sobretudo quando se sabe que os direitos que antecedem o da Inclusão Digital continuam, em pleno século XXI, a soar como promessas, passados 23 anos da elaboração da Constituição de 1988.
5 5 REFERÊNCIAS BECHARA, Marcelo. A inclusão digital à luz dos direitos humanos. In: CGI.br (Comitê Gestor da Internet no Brasil). Pesquisa sobre o uso das tecnologias da informação e da comunicação São Paulo, 2006, pp Disponível em: Acesso em: 3-out-2011 DECLARAÇÂO Universal dos Direitos do Homem. Disponível em: Acesso em: 03-out-2011 GOMES, Cristiana. Revolução Francesa. Artigo online. Disponível em: Acesso em: 02-out-2011 PROPOSTA de Emenda à Constituição. Disponível em: Acesso em: 04-out-2011
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