Edificações - instalações elétricas, mecânicas e de telecomunicações
|
|
|
- Inês Vilaverde Sacramento
- 9 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 MT - DEPARTAMENTO NACIONAL DE ESTRADAS DE RODAGEM DIRETORIA DE DESENVOLVIMENTO TECNOLÓGICO - IPR DIVISÃO DE CAPACITAÇÃO TECNOLÓGICA Rodovia Presidente Dutra km Centro Rodoviário, Parada de Lucas Rio de Janeiro, RJ - CEP Norma rodoviária Especificação de Serviço DNER-ES 357/97 p. 01/06 Edificações - instalações elétricas, mecânicas e de telecomunicações RESUMO Este documento estabelece a sistemática utilizada para instalações elétricas, mecânicas, e de telecomunicações nas obras de edificações. ABSTRACT This document presents procedures for the execution of electrical, mechanical and telecommunication settlements in buildings. It presents requirements concerning materials, equipment, execution, ambiental preserving, quality control and the criteria for acceptance and rejection of the services. SUMÁRIO 0 Prefácio 1 Objetivo 2 Referências 3 Definição 4 Condições gerais 5 Condições específicas 6 Inspeção 7 Critérios de medição 0 PREFÁCIO Esta Norma estabelece a sistemática a ser empregada na execução e no controle da qualidade do serviço em epígrafe. 1 OBJETIVO Estabelecer as exigências básicas a serem adotadas na execução das instalações em edificações. 2 REFERÊNCIAS Para o entendimento desta Norma deverão ser consultados os documentos seguintes: a) DNER-PRO 361/97 - Procedimentos para similaridades de materiais de construção; b) ABNT NBR-5410/90 (NB-03) - Instalações elétricas de baixa tensão Macrodescritores MT : edificações Microdescritores DNER : instalações elétricas, mecânicas, telecomunicação Palavras-chave IRRD/IPR : instalação (3840) Descritores SINORTEC : edificações Aprovado pelo Conselho Administrativo em: 05/03/97, Resolução n 16/97, Sessão nº CA/08/97 Autor: DNER/ DrDTc (IPR) Revisão e Adaptação à DNER-PRO 101/97, Processo n /97-63 Aprovada pela DrDTc em 06/11/97
2 DNER-ES 357/97 p. 02/06 3 DEFINIÇÃO Para os efeitos desta Norma, é adotada a definição de Serviços de instalações elétricas, mecânicas e de telecomunicações - compreendem aqueles previstos para dotar as edificações de instalações seguras, de qualidade, operacionalmente confiáveis e que atendam a todas as exigências dos diversos equipamentos a serem operados. 4 CONDIÇÕES GERAIS Os serviços contratados serão executados, rigorosamente, de acordo com o projeto, desenhos, e demais elementos neles referidos. 5 CONDIÇÕES ESPECÍFICAS 5.1 Além de seguir as normas da ABNT, do NEC (National Electrical Code) e das Concessionárias locais, as instalações elétricas, mecânicas e de telecomunicações devem atender ao contido nesta Norma. 5.2 Para obtenção de aprovação do projeto de instalação de telefones será obedecida a sistemática estabelecida pela TELEBRÁS. 5.3 Conforme definido pela TELEBRÁS, nenhuma tubulação telefônica deverá ser executada sem que seu projeto tenha sido aprovado. 5.4 Todas as instalações elétricas, mecânicas e de telecomunicações serão executadas com esmero e bom acabamento, com todos os condutores, condutos e equipamentos cuidadosamente arrumados em posição e firmemente ligados às estruturas de suporte e aos respectivos pertences, formando um conjunto mecânica e eletricamente satisfatório e de boa aparência. 5.5 As partes vivas expostas dos circuitos e do equipamento elétrico serão protegidas contra contatos acidentais. As partes dos equipamentos elétricos que, em operação normal, possam produzir centelhas, deverão possuir separação incombustível protetora ou efetivamente separadas de todo material facilmente combustível. 5.6 Em lugares úmidos ou sujeitos às intempéries serão usados métodos de instalação adequados e materiais destinados especialmente a essa finalidade. 5.7 Todas as extremidades dos tubos serão, antes da concretagem e durante a construção, convenientemente obturadas, a fim de evitar a penetração de detritos e umidade. 5.8 A resistência de aterramento terá os valores indicados nos projetos, não ultrapassando jamais a 5 ohms. 5.9 A taxa máxima de ocupação para calhas não deverá ultrapassar a 35% de sua área útil. Os cabos instalados em bandejas deverão formar camada única, ficando os fios presos à estrutura.
3 DNER-ES 357/97 p. 03/ Os condutos metálicos serão sempre instalados com luvas, buchas e porcas vedadas com adesivo não secativo As extensões de interligação de máquinas sujeitas a vibrações serão feitas por condutos flexíveis metálicos Os condutos metálicos envolverão simultaneamente as três fases de um circuito trifásico, evitando perdas e aquecimento por indução Os condutos deverão ser limpos e secos internamente, antes da passagem dos condutores elétricos, os condutos não utilizados serão providos de arames guias Todos os condutos metálicos serão aterrados e não sofrerão solução de continuidade As instalações embutidas em lajes, paredes, e pisos deverão ser exclusivamente em eletrodutos rígidos, a seu turno emendados, por luvas ou outro processo que atenda a perfeita continuidade elétrica, boa resistência mecânica e vedação equivalente à da luva Deverão ser empregadas caixas, em todos os pontos de entrada e saída dos condutores na canalização; em todos os pontos de emenda ou derivação de condutores e em todos os pontos de instalações de aparelhos e dispositivos As alturas das caixas em relação ao piso acabado serão as seguintes: a) interruptores e botões de campainha (bordo superior da caixa)... 1,10 m. b) tomadas baixas, quando não indicadas no rodapé (bordo inferior da caixa)... 0,20 m. c) tomadas em locais úmidos (bordo inferior da caixa)... 0,80 m. d) caixas de passagem (bordo inferior da caixa)... 0,20 m As caixas de interruptores quando próximas de alizares serão localizadas a, no mínimo, 0,10m dos mesmos Os pontos de luz dos tetos serão rigorosamente centrados ou alinhados nos respectivos recintos A distância entre caixas ou conduletes deverá ser determinada de modo a permitir, em qualquer tempo, fácil enfiação e desenfiação dos condutores. Nos trechos retilíneos, o espaçamento deverá ter no máximo o comprimento de 15,0 m nos trechos dotados de curvas, este espaçamento será reduzido para 3,0 m entre curvas de 90 o A colocação de canalização embutida em peças estruturais de concreto armado deverá ser feita de modo que as peças não fiquem sujeitas a esforços, nem sofram deformação na concretagem Os eletrodutos rígidos expostos deverão ser adequadamente fixados, de modo a apresentarem boa aparência e firmeza suficiente para suporte do peso dos condutores e os esforços quando da enfiação Nas instalações subterrâneas serão usados dutos, canaletas e galerias. As caixas usadas serão de alvenaria, revestidas com argamassa ou concreto, impermeabilizadas e com previsões para drenagem. Serão usadas caixas em todos os pontos de mudança de direção das canalizações, instaladas em trechos não maiores do que 60,0 m. As dimensões internas das caixas serão
4 DNER-ES 357/97 p. 04/06 determinadas em função do raio mínimo de curvas do cabo usado de modo a permitir o trabalho de enfiação As caixas serão cobertas com tampas convenientemente calafetadas para impedir a entrada de água e corpos estranhos. Nas passagens do exterior para o interior dos edifícios, pelo menos a extremidade interior da linha, será convenientemente fechada a fim de impedir a entrada de água e pequenos animais As canaletas serão construídas com o fundo em desnível e deverão ser providas de meios para drenagem em todos os pontos baixos capazes de coletar água, sendo fechadas com tampa para impedir a entrada d água e corpos estranhos. Deverão ser assentadas de modo a resistirem aos esforços externos As saídas dos condutores e dos cabos deverão ser alojadas em caixas metálicas acessíveis e dispensadas quando os cabos terminarem na caixa de chaves ou disjuntores, no interior do conjunto de manobra ou ainda quando ligados a linhas abertas ou redes aéreas. Para saídas nos postes de iluminação serão colocadas caixas na base Os condutores serão instalados de forma a evitar esforços mecânicos incompatíveis com a sua resistência, isolamento ou revestimento. Nas deflexões os condutores serão curvados segundo raios iguais ou maiores do que os mínimos admitidos para seu tipo O isolamento das emendas e derivações deverá ter características no mínimo equivalentes às dos condutores usados. Os fios de seção igual ou menor que 10,0 mm 2 poderão ser ligados diretamente aos bornes, sob pressão de parafuso; os de seção maior serão ligados por terminais adequados As instalações dos condutores terra deverão obedecer às seguintes disposições: O condutor será tão curto e retilíneo quanto possível, sem emendas e não contendo chaves ou quaisquer dispositivos que possam causar sua interrupção Os aterramentos especiais destinados a instalações de computadores e similares serão totalmente isolados da estrutura do prédio Serão devidamente protegidos por eletrodutos aterrados, rígidos ou flexíveis, os trechos que possam sofrer danos mecânicos Deverão ser ligados à terra as partes metálicas dos equipamentos que em condições normais não estejam sob tensão: caixas de equipamentos de controle ou proteção dos motores, equipamentos elétricos de elevadores e guindastes, equipamentos de garagens, exceto lâmpadas pendentes em circuitos com menos de 150 volts contra a terra Também serão ligados à terra os equipamentos elétricos fixos e suas estruturas, como as partes metálicas expostas que em condições normais não estejam sob tensão, quando o equipamento estiver dentro do alcance de uma pessoa sobre piso de terra, cimento, ladrilhos ou materiais semelhantes ou o equipamento for suprido por meio de instalação em condutos metálicos estiver em local úmido ou perigoso; ou em contato com uma estrutura metálica.
5 DNER-ES 357/97 p. 05/ O condutor de ligação à terra deverá ser preso ao equipamento por meios mecânicos tais como: braçadeiras, orelhas, conectores que assegurem contato elétrico perfeito e permanente. Não deverão ser usados dispositivos que dependam de solda de estanho As instalações dos condutores só poderão ser efetuadas depois de limpar e seca internamente a tubulação; as pavimentações que levem argamassa estejam concluídas; e concluída a impermeabilização dos telhados ou coberturas, portas, janelas e vedações que impeçam a penetração da água da chuva, e os revestimentos de argamassa ou que levem argamassa As barras nuas sobre isoladores deverão ser instaladas protegidas contra contatos acidentais. Não serão empregadas barras nuas nas localizações perigosas. Distâncias mínimas entre barras: 6,0 cm para tensões até 300 V e 10,0 cm para tensões entre 300 V e 600 V O nível dos quadros de distribuição será regulado por suas dimensões e pela comodidade de operação das chaves ou inspeção dos instrumentos, não devendo estar o bordo inferior a menos de 0,6 m do piso acabado. A profundidade do quadro será regulada pela espessura do revestimento previsto para o local e dos equipamentos e chaves ali instalados Os transformadores serão instalados sobre base apropriada compatível com seu peso e dimensão. O local sendo fechado deverá ter uma ventilação eficiente para manutenção da temperatura dentro dos padrões admissíveis O tanque do transformador deverá ser conectado à malha geral do aterramento do prédio O local de instalação do transformador deverá ter condições de escoar o seu óleo e não poderá ser interligado ao sistema de esgoto Os motores elétricos serão, instalados sobre bases apropriadas, capazes de suportar seus pesos e vibrações; serão nos casos mais críticos isolados da estrutura do prédio através de amortecedores específicos para este fim O local de instalação de motor deverá possuir ventilação adequada, com distanciamento entre motores suficiente para os serviços de manutenção Os pára-raios serão montados de modo a proteger eficazmente todo o prédio As hastes de aterramento serão cravadas a uma distância mínima de 3,0 m das paredes ou muros, em número e comprimentos suficientes para dar o valor de resistência de aterramento exigível Todos os aterramentos do prédio serão interligados, formando uma malha comum, conforme as normas NFPA 78 (National Fire Protection Association - USA), item As hastes de aterramento serão cravadas dentro de caixas com tampa removível, para permitir a vistoria periódica de suas conexões A distância entre fixadores para cordoalhas de descida não poderá ser superior a 1,5 m As cordoalhas de descida e de interligação das hastes terão área mínima de 70 mm 2 protegida mecanicamente com material não magnético a partir de 3,0 m acima do solo.
6 DNER-ES 357/97 p. 06/06 6 INSPEÇÃO 6.1 Controle do material Os materiais serão recebidos nas embalagens originais invioladas. 6.2 Controle da execução Durante a execução serão observados as cotas, alinhamentos e dimensões com base nas indicações do projeto. 6.3 Verificação final da qualidade Após a instalação dos equipamentos elétricos, mecânicos e de telecomunicações será verificado o atendimento quanto ao funcionamento e características indicadas nos catálogos dos fabricantes Caso atendam às exigências preconizadas para o seu funcionamento os equipamentos e serviços de instalação serão aceitos, caso contrário rejeitados. 6.4 Aceitação e rejeição A aceitação dos serviços estará condicionada ao atendimento às exigências contidas nesta Norma Serão rejeitados todos os trabalhos que não satisfaçam às condições contratuais Ficará o Executante obrigado a substituir e/ou refazer, por sua conta exclusiva, os trabalhos impugnados, logo após recebimento da Ordem de Serviço correspondente. 7 CRITÉRIOS DE MEDIÇÃO A medição será efetuada por unidade de serviço instalada. Não serão motivo de medição a mão-deobra, materiais, transportes e encargos por estarem incluídos na composição do preço unitário.
Memorial de Projeto: Instalações Hidráulicas
Pág. 1 Memorial de Projeto: Instalações Hidráulicas Cliente: Unidade: Assunto: Banco de Brasília - BRB DITEC Reforma das instalações Código do Projeto: 1564-12 Pág. 2 Índice Sumário 1. Memorial Descritivo
Obras-de-arte especiais - armaduras para concreto protendido
MT - DEPARTAMENTO NACIONAL DE ESTRADAS DE RODAGEM DIRETORIA DE DESENVOLVIMENTO TECNOLÓGICO - IPR DIVISÃO DE CAPACITAÇÃO TECNOLÓGICA Rodovia Presidente Dutra km 163 - Centro Rodoviário, Parada de Lucas
E S P E C I F I C A Ç Õ E S T É C N I C A S
SUBGRUPO: 180400 CERCA / MURO FOLHA: SUMÁRIO 1. CERCA COM TELA DE ARAME GALVANIZADO E ESTACAS DE CONCRETO...1 1.1 OBJETIVO E DEFINIÇÕES...1 1.2 MATERIAIS...1 1.3 EQUIPAMENTOS...2 1.4 EXECUÇÃO...2 1.5 CONTROLE...2
ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA CLIENTE: UNIFACS UNIVERSIDADE SALVADOR DISCIPLINA DE EXPRESSÃO GRÁFICA E PROJETOS ELÉTRICOS
ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA CLIENTE: PROGRAMA: ÁREA: UNIFACS UNIVERSIDADE SALVADOR DISCIPLINA DE EXPRESSÃO GRÁFICA E PROJETOS ELÉTRICOS CURSO DE ENGENHARIA ELÉTRICA ELETROTÉCNCIA FOLHA 1 de 5 ÍNDICE DE REVISÕES
Agregados - análise granulométrica
MT - DEPARTAMENTO NACIONAL DE ESTRADAS DE RODAGEM DIRETORIA DE DESENVOLVIMENTO TECNOLÓGICO - IPR DIVISÃO DE CAPACITAÇÃO TECNOLÓGICA Rodovia Presidente Dutra km 163 - Centro Rodoviário, Parada de Lucas
Drenagem - transposição de sarjetas e valetas
MT - DEPARTAMENTO NACIONAL DE ESTRADAS DE RODAGEM DIRETORIA DE DESENVOLVIMENTO TECNOLÓGICO - IPR DIVISÃO DE CAPACITAÇÃO TECNOLÓGICA Rodovia Presidente Dutra km 163 - Centro Rodoviário, Parada de Lucas
OBJETIVO: APLICAÇÃO:
OBJETIVO: Este manual tem por objetivo sugerir os procedimentos, do ponto de vista técnico, para execução da infra-estrutura interna das unidades usuárias dos serviços em fibra óptica da Copel Telecomunicações.
Padrão de entrada para baixa tensão 380/220v
Padrão de entrada para baixa tensão 380/220v DESENHO 1: padrão ligação monofásica - instalação na parede com ramal de entrada aéreo, edificação do mesmo lado da rede e na divisa com o passeio público.
S i s t e m a N o r m a t i vo Corporativo
S i s t e m a N o r m a t i vo Corporativo PADRÃO TÉCNICO VERSÃO Nº DELIBERAÇÃO Nº APROVAÇÃO DATA DATA DE PUBLICAÇÃO 01-22/07/2014 05/08/2014 APROVADO POR RODNEY PEREIRA MENDERICO JÚNIOR DTES-BD SUMÁRIO
Escola Municipal Caminho para o Futuro. Rua Goiânia 559-S, Lucas do Rio Verde - MT. Elaine Benetti Lovatel
DADOS CADASTRAIS CLIENTE PROPRIETÁRIO Pref. Municipal de Lucas do Rio Verde OBRA Escola Municipal Caminho para o Futuro LOCAL DA OBRA Rua Goiânia 559-S, Lucas do Rio Verde - MT SECRETÁRIA DE EDUCAÇÃO MUNICIPAL
DEOP DIRETORIA DE ENGENHARIA E OPERAÇÕES EPE PLANEJAMENTO E ENGENHARIA MANUAL DE TUBULAÇÕES TELEFÔNICAS PREDIAIS
CAPÍTULO 3: ATERRAMENTOS 1. FINALIDADE O sistema de equipotencialização principal da edificação consiste na interligação de elementos especificados visando obter a equipotencialidade necessária para os
M E M O R I A L D E S C R I T I V O
M E M O R A L D E S C R T V O N S T A L A Ç Õ E S E L É T R C A S CONSELHO REGONAL DE ENFERMAGEM DE SERGPE-COREN Endereço : Rua Duque de Caxias nº 389, Bairro São José, cidade de Aracaju/SE. Proprietário
TH 030- Sistemas Prediais Hidráulico Sanitários
Universidade Federal do Paraná Engenharia Civil TH 030- Sistemas Prediais Hidráulico Sanitários Aula 17 Instalações de Esgoto Profª Heloise G. Knapik 1 Instalações prediais de esgotamento sanitário Objetivo
1 - MEMORIAL DESCRITIVO
MEMORIAL DESCRITIVO PROJETO DE SPDA ESTRUTURAL AMPLIAÇÃO DA TELECOMUNICAÇÕES 1 - MEMORIAL DESCRITIVO 2 MEMORIAL DESCRITIVO DO SISTEMA DE PROTEÇÃO CONTRA DESCARGA ATMOSFÉRICA - SPDA 1.0 - DADOS BÁSICOS:
ANEXO I ANATEL - AGÊNCIA NACIONAL DE TELECOMUNICAÇÕES
ANEXO I ANATEL - AGÊNCIA NACIONAL DE TELECOMUNICAÇÕES PROJETO DE INSTALAÇÕES DE REDE LOCAL DE COMPUTADORES E DE SPDA (SISTEMA DE PROTEÇÃO CONTRA DESCARGAS ATMOSFÉRICAS) DO ESCRITÓRIO REGIONAL ER-8 - SALVADOR-BA
CEIRF Coordenação Executiva de Infraestrutura da Rede Física
MEMORIAL DESCRITIVO PARA INSTALAÇÃO DA REDE ELÉTRICA E LÓGICA - 2016 1. OBJETO Serviços de instalação de rede elétrica e lógica para os postos policiais do São João 2016. 2. DESCRIÇÃO DOS SERVIÇOS Os parâmetros
Painéis de Concreto Armado
CONCEITO É constituído por painéis estruturais pré-moldados maciços de concreto armado e pelas ligações entre eles. Destina-se à construção de paredes de edifícios habitacionais de até 5 pavimentos. A
Especificação Disjuntores Baixa Tensão
Especificação Disjuntores Baixa Tensão Descrição: DISJUNTOR MICROPROCESSADO Local de Aplicação: QGBT Modelo: Fabricante: Fabricante Alternativo: Normas NBR-5361 / 8176, IEC-947-2 Aplicáveis Critério de
Calhasxxxxxx. emxxxxxcor U23X cinzento RAL 7035. Cumprir o RTIEBT. Catálogo Geral 2015-2016. Indicado para intempérie
73 Calhasxxxxxx UV Indicado para intempérie emxxxxxcor U23X cinzento RAL 7035 Cumprir o RTIEBT Catálogo Geral 2015-2016 47 CALHAS 73 EM U23X COR CINZENTO RAL 7035 Calhas 73 em U23X cor cinzento RAL 7035
FOLHA DE CAPA CONTROLE DE REVISÃO DAS FOLHAS
FOLHA DE CAPA TÍTULO ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA TUBOS DE COBRE RÍGIDOS E FLEXÍVEIS NÚMERO ORIGINAL NÚMERO COMPAGAS FOLHA CONTROLE DE REVISÃO DAS FOLHAS ET-65-200-CPG-039 1 / 7 ESTA FOLHA DE CONTROLE INDICA
Aula 5 Projetos elétricos
Aula 5 Projetos elétricos Um projeto elétrico é um conjunto de símbolos desenhados sobre uma planta baixa interligados de tal forma para mostrar com deve ser executada a obra. Todo projeto elétrico residencial,
Sistema de proteção por extintores de incêndio
Outubro 2014 Vigência: 08 outubro 2014 NPT 021 Sistema de proteção por extintores de incêndio CORPO DE BOMBEIROS BM/7 Versão:03 Norma de Procedimento Técnico 5 páginas SUMÁRIO 1 Objetivo 2 Aplicação 3
MEMORIAL DESCRITIVO SISTEMA DE PROTEÇÃO CONTRA DESCARGAS ATMOSFÉRICAS
MEMORIAL DESCRITIVO SISTEMA DE PROTEÇÃO CONTRA DESCARGAS ATMOSFÉRICAS PROPRIETÁRIO.: TRIBUNAL DE CONTAS DO ESTADO DE GOIÁS - TCE OBRA: CONSTRUÇÃO DA NOVA SEDE ENDEREÇO: RUA UBIRAJARA BEROCAN LEITE - GOIÂNIA-GO
Drenagem - dissipadores de energia
MT - DEPARTAMENTO NACIONAL DE ESTRADAS DE RODAGEM DIRETORIA DE DESENVOLVIMENTO TECNOLÓGICO - IPR DIVISÃO DE CAPACITAÇÃO TECNOLÓGICA Rodovia Presidente Dutra km 163 - Centro Rodoviário, Parada de Lucas
Critérios Básicos para Elaboração de Projeto e Construção de Rede de Distribuição com Poste de Concreto Duplo T
ITA 012 Rev. 1 Janeiro / 2007 Praça Leoni Ramos n 1 São Domingos Niterói RJ Cep 24210-205 http:\\ www.ampla.com Critérios Básicos para Elaboração de Projeto e Construção de Rede de Distribuição com Poste
Adaptação do galpão de aqüicultura do campus Fazenda Experimental e da sala destinada aos técnicos do núcleo de atendimento ao dicente e docente.
PROJETO BÁSICO: Adaptação do galpão de aqüicultura do campus Fazenda Experimental e da sala destinada aos técnicos do núcleo de atendimento ao dicente e docente 1. IDENTIFICAÇÃO DO PROJETO 1.1 Título do
Canaletas PVC DLP & Acessórios
Centro de Suporte Técnico T 0800-11 11-8008 [email protected] Canaletas PVC DLP & Acessórios CONTEÚDOS PÁGINAS 1.Linha 1 a 2 2.Acessórios de acabamento 3 a 5 3.Acessórios complementares 6
ANEXO X. Especificações Técnicas. Concorrência nº. 003/2011
ANEXO X Especificações Técnicas Concorrência nº. 003/2011 CONTRATAÇÃO DE EMPRESA COM MÃO-DE-OBRA ESPECIALIZADA, VISANDO À EXECUÇÃO INDIRETA, POR PREÇO UNITÁRIO, DE SERVIÇOS TÉCNICOS ENVOLVENDO O MANEJO
CONECTORES PARA CABOS FLEXÍVEIS RAMAIS DE LIGAÇÃO E MEDIDORES
T Í T U L O ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA DA DISTRIBUIÇÃO CONECTORES PARA CABOS FLEXÍVEIS RAMAIS DE LIGAÇÃO E MEDIDORES CÓDIGO ESP-I-GPC-01/13 VERSÃO APROVAÇÃO DATA DATA DA VIGÊNCIA R0 20/05/2013 CONTROLE DE REVISÃO
NORMA TÉCNICA 34/2014
ESTADO DE GOIÁS SECRETARIA DA SEGURANÇA PÚBLICA CORPO DE BOMBEIROS MILITAR NORMA TÉCNICA 34/2014 Hidrante Urbano SUMÁRIO 1 Objetivo 2 Aplicação 3 Referências normativas e bibliográficas 4 Definições 5
2. Critério do limite da queda de tensão (qualquer carga):
4 Dimensionamento de Circuitos de Motores 2. Critério do limite da queda de tensão (qualquer carga): 23 4 Dimensionamento de Circuitos de Motores 24 Exemplo de aplicação 4.4(3.7): 4(3 Calcular a seção
Instalações Elétricas de BT I. Odailson Cavalcante de Oliveira
Instalações Elétricas de BT I Odailson Cavalcante de Oliveira Componentes das instalações Componente: podem ser materiais, acessórios, dispositivos, instrumentos, equipamentos, máquinas, conjuntos, partes
Apostila de Instalações Elétricas
12.1 Eletrodutos Para se determinar a medida dos eletrodutos deve-se: medir, diretamente na planta, os eletrodutos representados no plano horizontal e somar, quando for o caso, os eletrodutos que descem
COMUNICADO TÉCNICO Nº 04
Página 1 de 1 COMUNICADO TÉCNICO Nº 04 CAIXA DE MEDIÇÃO INSTALADA NA DIVISA COM O PASSEIO PÚBLICO PARA ATENDIMENTO INDIVIDUAL EM BAIXA TENSÃO ATRAVÉS DA NORMA CEMIG ND- 5.1 1.OBJETIVO Visando a redução
Redes de Computadores e Aplicações. Aula 51 - Cabeamento Estruturado
Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Rio Grande do Norte Campus Currais Novos Redes de Computadores e Aplicações Aula 51 - Cabeamento Estruturado Prof. Diego Pereira
MANUAL DE INSTALAÇÃO ABRIGO MODELO. O novo abrigo de ligação facilitará a vida de todos.
MANUAL DE INSTALAÇÃO ABRIGO MODELO O novo abrigo de ligação facilitará a vida de todos. ÍNDICE O QUE É ABRIGO MODELO? VANTAGENS DO NOVO ABRIGO COMO INSTALAR POSIÇÕES POSSÍVEIS PARA INSTALAÇÃO MATERIAIS
Estaca Escavada Circular
Estaca Escavada Circular 1 Definição e Recomendações da Norma NBR 6122 / 96 A Norma NBR 6122 / 96 define estaca escavada como o tipo de fundação profunda executada por escavação mecânica, com uso ou não
Sistema de Abastecimento de Água 1 CAPÍTULO 5 REDE DE DISTRIBUIÇÃO DE ÁGUA
Sistema de Abastecimento de Água 1 CAPÍTUO 5 REDE DE DISTRIBUIÇÃO DE ÁGUA Sistema de Abastecimento de Água 2 1. Considerações Gerais A rede de distribuição de água é constituída por um conjunto de condutos
Divisão da instalação em circuitos
Divisão da instalação em circuitos 285 Tipo de proteção a ser empregada Vamos optar pela instalação do DR nos circuitos terminais e DTM na entrada + demais terminais. 286 Página 143 Tipo de proteção a
INSTALAÇÃO DE PONTOS ELÉTRICOS
SINAPI SISTEMA NACIONAL DE PESQUISA DE CUSTOS E ÍNDICES DA CONSTRUÇÃO CIVIL CADERNOS TÉCNICOS DE COMPOSIÇÕES PARA INSTALAÇÃO DE PONTOS ELÉTRICOS LOTE 2 Versão: 001 Vigência: 01/2016 Última atualização:
EMBASAMENTO NORMATIVO:
EMBASAMENTO NORMATIVO: ABNT NBR 5410/04 ABNT NBR 5419/05 IEC 61643-1 IEC 61312-1 A legislação sobre SPDAs no Brasil existe desde da década de 50. PARARRAIO ATRAI O RAIO OU NÃO? Objetivo de um SPDA: proteção
APRENDIZAGEM INDUSTRIAL. UNIDADE 4 Práticas de Instalação
APRENDIZAGEM INDUSTRIAL UNIDADE 4 Práticas de Instalação Instalação de cabos e hardware metálicos Devem ser instalados de forma que se permita uma inspeção visual. Cabos com capa danificada; Cabos com
uso externo Nº 2117 1
Nº Data Revisões Aprov.: Vanderlei Robadey Página 1 de 12 DESENHO 2 - CORPO DA CAIXA DISPOSITIVO PARA LACRE DE SEGURANÇA A B ROSCA M6 x 1 TORRE DE FIXAÇÃO ROSCA M10 x 1,5 C TORRE DE FIXAÇÃO ROSCA M10 x
MEMORIAL DE CALCULO - QUANTITATIVOS
1 SERVIÇOS PRELIMINARES Preparo do terreno será considerado uma área de : área: 22,76 m² Container escritório com 1 sanitário - mínimo 9,20 m² será utilizado container, no espaço destinado á estacionamento
OFICINA CULTURAL GLAUCO PINTO DE MORAIS
SECRETARIA DA CULTURA PROJETO EXECUTIVO MEMORIAL DESCRITIVO DE CÁLCULO ESTRUTURAL OFICINA CULTURAL GLAUCO PINTO DE MORAIS BAURU / SP SETEMBRO/2013 SUMÁRIO 1. PROJETO ESTRUTURAL... 2 1.1. Reforço estrutural...
Pavimentação - acostamento
MT - DEPARTAMENTO NACIONAL DE ESTRADAS DE RODAGEM DIRETORIA DE DESENVOLVIMENTO TECNOLÓGICO - IPR DIVISÃO DE CAPACITAÇÃO TECNOLÓGICA Rodovia Presidente Dutra km 163 - Centro Rodoviário, Parada de Lucas
4.1 Esquema de ligação para Baixa Tensão
15 4 Esquemas elétricos 4.1 Esquema de ligação para Baixa Tensão Os projetos elétricos em baixa tensão devem ser utilizados, conforme esquemas de ligação, onde as ligações são desenvolvidas através de
NORMA TÉCNICA 37/2014
sisé ESTADO DE GOIÁS SECRETARIA DA SEGURANÇA PÚBLICA CORPO DE BOMBEIROS MILITAR NORMA TÉCNICA 37/2014 Subestação Elétrica SUMÁRIO 1 Objetivo 2 Aplicação 3 Referências 4 Definições 5 Procedimentos ANEXO
Especificação Técnica de Projeto N.º 009 ETP009 Lacres para unidade de medição.
SERVIÇO AUTONOMO DE ÁGUA E ESGOTO DE SOROCABA ETP 009 Especificação Técnica de Projeto N.º 009 ETP009 Lacres para unidade de medição. 1. Objetivo. Esta ETP 009, especificação Técnica de Projeto nº 009
ESTRADAS E AEROPORTOS. Prof. Vinícius C. Patrizzi
ESTRADAS E AEROPORTOS Prof. Vinícius C. Patrizzi 1. SISTEMA DE PISTA: O sistema de pistas de pouso e decolagem de um aeroporto consiste do pavimento estrutural (a pista propriamente dita), os acostamentos,
ÍNDICE DE REVISÕES DESCRIÇÃO E/OU FOLHAS ATINGIDAS
CLIENTE: ÁREA: UNIFACS UNIVERSIDADE SALVADOR DISCIPLINA DE EXPRESSÃO GRÁFICA E PROJETOS CURSO DE ENGENHARIA ELÉTRICA - ELETROTÉCNICA FOLHA: SEP: RLAM: ÍNDICE DE REVISÕES 1 de 18 Emissão original. DESCRIÇÃO
OBRA: CONSTRUÇÃO DE CISTERNA E CAIXA D'ÁGUA ESCOLA: EEM MARIA BERNARDO DE CASTRO ASSUNTO: ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS
OBRA: CONSTRUÇÃO DE CISTERNA E CAIXA D'ÁGUA ESCOLA: EEM MARIA BERNARDO DE CASTRO ASSUNTO: ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS 01. OBJETO: 01.01. Estas especificações dizem respeito à construção de cisterna e estrutura
Ofício Circ. n o 14/2002/ADADC-ANATEL. Brasília, 28 de Fevereiro de 2002. Ilmo(a). Senhor(a)
Ofício Circ. n o 14/2002/ADADC-ANATEL Brasília, 28 de Fevereiro de 2002 Ilmo(a). Senhor(a) Em resposta a consulta formulada por empresa interessada em participar da licitação de que trata o PREGÃO AMPLO
NBR 5629 Execução de tirantes ancorados no solo, 17/03/206.
ATENDIMENTO DE DE SERVIÇOS E TECNOLÓGICO 1 DE 8 1. NORMAS DE DE SERVIÇOS 1.1 LEVANTAMENTO TOPOGRÁFICO NBR 13133 - Execução de levantamento topográfico, 30/05/1994. Errata em 30/12/1996. 1.2 SOLOS E FUNDAÇÕES
ELÉTRICA.. Amanco Quadros de Distribuição 194. ElectroAmanco 196.. Amanco Eletroduto Rígido 202. Amanco Eletroduto Flexível Corrugado 207
ELÉTRICA 9. Amanco Quadros de Distribuição 194. 196. Amanco Eletroduto Rígido 202. Amanco Eletroduto Flexível Corrugado 207 13 16 17 18 19 1 12 13 14 15 Eletroduto Flexível Corrugado Caixa Luz 4x2 Flexível
Arame farpado de aço zincado
MT - DEPARTAMENTO NACIONAL DE ESTRADAS DE RODAGEM DIRETORIA DE DESENVOLVIMENTO TECNOLÓGICO - IPR DIVISÃO DE CAPACITAÇÃO TECNOLÓGICA Rodovia Presidente Dutra km 163 - Centro Rodoviário, Parada de Lucas
Instalações alimentadas diretamente por um ramal de baixa tensão, a partir de uma rede de distribuição 4% 4% pública de baixa tensão.
7.3. Queda de tensão (conforme NBR 5410/97, item 6.2.7) a) A queda de tensão entre a origem da instalação e qualquer ponto de utilização não deve ser superior aos valores da Tabela 18, dados em relação
Esquemas de ligação à Terra em baixa tensão
Esquemas de ligação à Terra em baixa tensão A escolha correcta dos elementos de protecção de uma instalação eléctrica, minimiza ou elimina por completo o risco de incêndio, explosão ou choques eléctricos
Sistema de Gestão de Segurança e Saúde Ocupacional Identificação: PROSHISET 03. Procedimento para GCR (Guarda Corpo e Rodapé)
Revisão: 00 Folha: 1 de 6 1. Objetivo Este procedimento tem como objetivo, assegurar que todas as obras efetuem o sistema de Guarda Corpo e Rodapé, o qual destina-se a promover a proteção contra riscos
18.14.1.1 A montagem e desmontagem devem ser realizadas por trabalhador qualificado. (118.257-9 / I4)
18.14. Movimentação e transporte de materiais e pessoas - http://portal.mte.gov.br 18.14.1 Os equipamentos de transporte vertical de materiais e de pessoas devem ser dimensionados por profissional legalmente
LEI Nº 8553. O PREFEITO MUNICIPAL DE PORTO ALEGRE. Faço saber que a Câmara Municipal aprovou e eu sanciono a seguinte Lei:
LEI Nº 8553 Dispõe sobre a instalação de cercas energizadas destinadas à proteção de perímetros no Município de Porto Alegre e dá outras providências. O PREFEITO MUNICIPAL DE PORTO ALEGRE. Faço saber que
02. ENCARGOS: 02.01. Os encargos do construtor são aqueles estipulados no Caderno de Encargos do DERT/SEINFRA, que o empreiteiro declara conhecer.
OBRA: IMPERMEABILIZAÇÃO DA COBERTA DO AUDITÓRIO; REFORMA DA COBERTA DOS GALPÕES; IMPERMEABILIZAÇÃO DO HALL ESCOLA: EEEP JOSÉ IVANILTON NOCRATO ASSUNTO: ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS 01. OBJETO: 01.01. Estas
Concepção da Forma Arquitetônica_2 bares e restaurantes _ dimensionamento básico
Concepção da Forma Arquitetônica_2 bares e restaurantes _ dimensionamento básico fonte: PANERO, Julius; ZELNIK, Martin. Las Dimensiones en los Espacios Interiores. Mexico: Gustavo Gili, 1996 [1979]. Pg
DER/PR ES-OC 07/05 OBRAS COMPLEMENTARES: DEFENSAS METÁLICAS
OBRAS COMPLEMENTARES: DEFENSAS METÁLICAS Departamento de Estradas de Rodagem do Estado do Paraná - DER/PR Avenida Iguaçu 420 CEP 80230 902 Curitiba Paraná Fone (41) 3304 8000 Fax (41) 3304 8130 www.pr.gov.br/derpr
Sobre Sisteme de Iluminação de Emergência
SOBRE ILUMINAÇÃO DE EMERGÊNCIA Informativo - Normas Quarta 11 Novembro Sobre Sisteme de Iluminação de Emergência Conjunto de Blocos Autônomos. São aparelhos de iluminação de emergência constituído de um
INSTALAÇÕES ELÉTRICAS
FNDE ProInfância INSTALAÇÕES ELÉTRICAS PROJETO EXECUTIVO PROJETO B 110V/220V MEMORIAL TÉCNICO 13 de Março de 2008 FNDE ProInfância INSTALAÇÕES ELÉTRICAS MEMORIAL TÉCNICO Memória Descritiva e Justificativa
TAMPÕES DE FERRO FUNDIDO DÚCTIL
Rev. 0 1 DIRTEC Companhia de Gás do Estado do Rio Grande do Sul. 1 de 6 ÍNDICE DE REVISÕES DESCRIÇÃO E/OU FOLHAS ATINGIDAS EMISSÃO INICIAL REVISÃO GERAL DATA: 24/06/05 30/05/12 EXECUÇÃO: Hebert Michael
IT 18 SISTEMA DE CHUVEIROS AUTOMÁTICOS
IT 18 SISTEMA DE CHUVEIROS AUTOMÁTICOS SUMÁRIO ANEXOS 1 Objetivo A - Hidrantes de recalque do sistema de chuveiros automáticos 2 Aplicação B Sinalização dos Hidrantes de Recalque do Sistema de chuveiros
LEI N 1.873/2008 Dispõe sobre as instalações de cercas energizadas destinadas à proteção de perímetro no município de Viçosa e dá outras providências
LEI N 1.873/2008 Dispõe sobre as instalações de cercas energizadas destinadas à proteção de perímetro no município de Viçosa e dá outras providências O Povo do Município de Viçosa, por seus representantes
GOVERNO DO DISTRITO FEDERAL CORPO DE BOMBEIROS MILITAR DO DISTRITO FEDERAL
GOVERNO DO DISTRITO FEDERAL CORPO DE BOMBEIROS MILITAR DO DISTRITO FEDERAL PORTARIA DE APROVAÇÃO DA NORMA TÉCNICA Nº 03/2015 - SISTEMA DE PROTEÇÃO POR EXTINTORES DE INCÊNDIO PORTARIA N 09/2015 - CBMDF,
02.01.01.02.001 02.01.02.02.001
INFRAERO RJ.06/432.92/2073/00 33/58 02.01.01.02 02.01.02.02 FORNECIMENTO E INSTALAÇÃO DE TUBULAÇÕES E ACESSÓRIOS DA CASA DE BOMBAS Descrição: O fornecimento e instalação de tubulações e acessórios da casa
Manual de Operação e Instalação
Manual de Operação e Instalação LI-100 Indicador de Nível Cod: 073AA-018-122M Outubro / 2003 S/A. Rua João Serrano, 250 Bairro do Limão São Paulo SP CEP 02551-060 Fone: (11) 3488-8999 FAX: (11) 3488-8980
Forros. Prof. MSc. Eng. Eduardo Henrique da Cunha Engenharia Civil 8º Período Turmas C01, C02 e C03 Disc. Construção Civil II
Forros Prof. MSc. Eng. Eduardo Henrique da Cunha Engenharia Civil 8º Período Turmas C01, C02 e C03 Disc. Construção Civil II Definição Revestimento da face inferior da laje ou de telhados de modo a constituir
Instalações Elétricas Prediais A ENG04482
Instalações Elétricas Prediais A ENG04482 Prof. Luiz Fernando Gonçalves AULA 14 Demanda de Energia e Eletrodutos Porto Alegre - 2012 Tópicos Demanda de Energia Elétrica Dimensionamento de Eletrodutos Exemplos
Inspeção preventiva de redes elétricas de distribuição subterrânea em condomínios - diretrizes e critérios
50 Capítulo III Inspeção preventiva de redes elétricas de distribuição subterrânea em condomínios - diretrizes e critérios Por Ronaldo Antonio Roncolatto* O planejamento e a execução de um programa de
Análise dos requisitos da parte 4 da NBR 15.575 para vedações internas de drywall ABNT INSTITUTO DE ENGENHARIA DIVISÕES TÉCNICAS
Análise dos requisitos da parte 4 da NBR 15.575 para vedações internas de drywall ABNT INSTITUTO DE ENGENHARIA DIVISÕES TÉCNICAS Análise dos requisitos da parte 4 da NBR 15.575 para vedações internas de
Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior - MDIC
Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior - MDIC Instituto Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial- INMETRO Portaria nº 27, de 18 de fevereiro de 2000 O PRESIDENTE
PREFEITURA MUNICIPAL DE VOLTA REDONDA
Anexo II.7 Especificações de Garagem PREFEITURA MUNICIPAL DE VOLTA REDONDA ÍNDICE 1 ESPECIFICAÇÕES DE GARAGEM... 2 1.1Instalações... 2 1.2Pátio... 2 1.3Posto de Abastecimento... 2 1.4Lavagem... 3 1.5Inspeção
3 Barreiras de Fogo - Sistema C-AJ-5030
3 Barreiras de Fogo - Sistema C-AJ-5030 Dados Técnicos Junho/02 Substitui: Janeiro/01 Tubos Metálicos Isolados F 1 and 2 horas (veja o item 1) T 0 horas L Temperatura Ambiente 0,30 m³/m² ( 2 CFM/sq ft)
Drenagem - drenos subterrâneos
MT - DEPARTAMENTO NACIONAL DE ESTRADAS DE RODAGEM DIRETORIA DE DESENVOLVIMENTO TECNOLÓGICO - IPR DIVISÃO DE CAPACITAÇÃO TECNOLÓGICA Rodovia Presidente Dutra km 163 - Centro Rodoviário, Parada de Lucas
3 CLASSIFICAÇÃO DOS SISTEMAS. 3.1 Sistema Direto
3 CLASSIFICAÇÃO DOS SISTEMAS 3.1 Sistema Direto No sistema direto, as peças de utilização do edifício estão ligadas diretamente aos elementos que constituem o abastecimento, ou seja, a instalação é a própria
Resistência mecânica Isolamento térmico e acústico Resistência ao fogo Estanqueidade Durabilidade
APÓS ESTUDAR ESTE CAPÍTULO; VOCÊ DEVERÁ SER CAPAZ DE: Escolher a alvenaria adequada; Orientar a elevação das paredes (primeira fiada, cantos, prumo, nível); Especificar o tipo de argamassa de assentamento;
PREFEITURA MUNICIPAL DE NOVO SÃO JOAQUIM - MT MEMORIAL DESCRITIVO
MEMORIAL DESCRITIVO MELHORIAS SANITÁRIAS DOMICILIARES BANHEIROS -(Área = 2,73m 2 ). O memorial descritivo a seguir determina as normas para construção do MÓDULO SANITÁRIO SIMPLIFICADO padrão, de área construída
PROJETO E CONSTRUÇÃO DE ESTRADAS
27 PROJETO E CONSTRUÇÃO DE ESTRADAS PROJETO GEOMÉTRICO DE VIAS 4 SEÇÃO TRANSVERSAL 4.1 ELEMENTOS BÁSICOS DIMENSÕES Perpendicularmente ao eixo, a estrada pode ser constiutída pelos seguintes elementos:
sistema construtivo Steel Frame
sistema construtivo Steel Frame A Allmas é uma indústria da construção civil, especializada na fabricação de estruturas e na construção em Steel Frame ou Light Steel Frame (LSF). Atua nos segmentos residenciais,
Bloco de Concreto CONCEITO
CONCEITO A alvenaria de bloco de concreto é empregada em paredes com função estrutural ou mesmo como vedação em edifícios com estrutura de concreto armado. Substituem a alvenaria de tijolos que, por falta
Anexo I. Caderno de Especificações Técnicas. Execução de Adaptações, Obras Civis e Instalações para Implantação de Grupo Motor Gerador.
Anexo I Caderno de Especificações Técnicas Execução de Adaptações, Obras Civis e Instalações para Implantação de Grupo Motor Gerador Fortaleza/CE 1. Serviços Preliminares Antes do início de quaisquer serviços
CRR-RA CRR-RF CRR-RS Recorte Recorte Semi- Aberto Fechado Recortado
Dutos - Dutoplast Os dutos Dutoplast, protegem os cabos e fios contra todo o tipo de influência externa, e estão disponíveis em 4 recortes laterais diferentes, liso, recorte fechado, recorte aberto e semi
Atividade. 04) Qual a finalidade da cura do concreto? De que maneira a cura pode ser realizada (cite no mínimo 3 exemplos)?
Curso: Superior de Tecnologia em Construção de Edifícios - Disciplina: Construções de Concreto Armado - Data: / / Aluno: Turma: Professor: Marcos Valin Jr Atividade 01) Defina: A- Concreto B- Concreto
Mini-Colunas 50 Catálogo Geral 2015-2016 155
Mini-Colunas 50 Catálogo Geral 2015-2016 155 MINI-COLUNAS 50 Mini-Colunas 50 Para a alimentação de postos de trabalho desde o chão, em salas amplas Sistema flexível para a alimentação de postos de trabalho
ANEXO I CADERNO DE ESPECIFICAÇÕES AQUISIÇÃO/INSTALAÇÃO DE NO-BREAK MICROPROCESSADO E BANCO DE BATERIAS CAPACIDADE 150 KVA
ANEXO I CADERNO DE ESPECIFICAÇÕES AQUISIÇÃO/INSTALAÇÃO DE NO-BREAK MICROPROCESSADO E BANCO DE BATERIAS CAPACIDADE 150 KVA 1 INTRODUÇÃO Este Caderno de Especificações estabelece as características gerais
1. SISTEMA DE ESGOTO SANITÁRIOS
1. SISTEMA DE ESGOTO SANITÁRIOS 1.1 - CONCEPÇÃO DO PROJETO: O projeto constará de plantas, detalhes, memória de cálculo e especificações, que sejam necessárias para que haja o perfeito entendimento. 1.
NORMA TÉCNICA 23/2014
ESTADO DE GOIÁS CORPO DE BOMBEIROS MILITAR NORMA TÉCNICA 23/2014 SISTEMAS DE CHUVEIROS AUTOMÁTICOS SUMÁRIO 1 Objetivo 2 Aplicação 3 Referências normativas e bibliográficas 4 Definições 5 Procedimentos
PEDIDO DE ESCLARECIMENTO PREGÃO Nº 33/12. Foco Soluções Corporativas Ltda., CNPJ 13.039.855/0001-78, solicita os seguintes esclarecimentos:
PEDIDO DE ESCLARECIMENTO PREGÃO Nº 33/12 Foco Soluções Corporativas [[email protected]] Para [email protected] Enviado ter 22/05/2012 21:17 Sr. Pregoeiro Foco Soluções Corporativas
Edição Data Alterações em relação à edição anterior. 2ª 15/02/2007 Retirado o tubulete da caixa de muflas do medidor.
Especificação Sucinta de Caixa Modelo F3 Uso Externo Processo Planejamento, Ampliação e Melhoria da Rede Elétrica Atividade Planeja o Desenvolvimento da Rede Código Edição Data VR01.01-00.4 4ª Folha 1
À PROVA DE EXPLOSÃO INVÓLUCROS CAIXAS DE LIGAÇÃO
Esta linha de produtos é projetada para suportar as pressões resultantes de uma explosão interna no sistema instalado, proveniente da ignição de gases infl amáveis, de forma a evitar a ignição da mistura
