"Programa de Capacitação em Educação Ambiental Rural"
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- Roberto Alves Candal
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1 ilto Cl... ÍRub -.J.i. OS l M A H AGEVAP/CEIVAP 2005 "Programa de Capacitação em Educação Ambiental Rural" Princípios Básicos da Legislação de Águas Política Nacional de Recursos Hídricos - Lei N 9.433/97 COORDENAÇÃO: INSTITUTO IPANEMA SUPERVISÃO: INSTITUTO IMAH EXECUÇÃO: SALVEASERRA - ONG Projeto financiado com recursos oriundos da cobrança pelo uso da água na Bacia do Rio Paraíba do Sul em 2005 Recanto - REBRAF REDE BRASILEIRA AGÍ10RGRESTAL MARITACAS
2 Ri:lVh Princípios Básicos da Legislação de Águas Política Nacional de Recursos Hídricos - Lei N 9.433/97 L CÇNSIDERAÇÕES INICIAIS Água como bem de domínio público Agua - recurso limitado Água como bem económico Usos prioritários: o Consumo humano o Dessedentação de animais Captação insignificante do pode vista económico e, portanto, gratuita PROBLEMAS Conflitos de usos - escassez e poluição Demandas e disponibilidade hídrica diferenciadas para as diferentes regiões do Brasil Multiplicidade de usuários: o Saneamento, indústria, agricultura, energia, mineração, lazer, etc. POLÍTICA NACIONAL DE RECURSOS HÍDRICOS Lei 9.433/97 Considerações gerais Conjunto de práticas para administrar o recurso natural "água" POLÍTICA NACIONAL DE RECURSOS HÍDRICOS - PNRH 1.Fundamentos 2.0bjetivos S.Diretrizes 4.Sistema Nacional de Gerenciamento de Recursos Hídricos - SINGREM 5.Instrumentos da PNRH FUNDAMENTOS Consumo humano e dessedentação de animais como usos prioritários em situações de escassez Água como recurso natural limitado e dotado de valor económico Uso múltiplo das águas Bacia hidrográfica como unidade territorial para implementação do gerenciamento das águas Gestão descentralizada e participativa OBJETIVOS Garantir a disponibilidade de água para as gerações atuais e futuras, em padrões de qualidade adequados aos respectivos usos Garantir a utilização racional e integrada visando o desenvolvimento sustentável Gestão visando prevenção e defesa contra eventos hidrológicos críticos
3 o De origem natural (cheias e secas) o Decorrentes do uso inadequado DIRETRIZES Associação dos aspectos de quantidade e qualidade Adequação às diversidades físicas, biótícas, demográficas, económicas, sociais e culturais das diversas regiões do país Integração com a gestão ambiental, com a gestão dos sistemas estuarinos e costeiros e a articulação com a gestão do uso do solo SISTEMA NACIONAL DE GERENCIAMENTO DE RECURSOS HÍDRICOS Constitui-se de um conjunto de mecanismos jurídico-administrativos (leis, instituições ou instrumentos de gestão) com a finalidade de colocar em prática a Política Nacional, dando suporte técnico e institucional para o gerencíamento dos recursos hídricos no país. Formação do SNGRH Conselho Nacional de^recursos Hídricos - CNRH Agência Nacional de Águas - ANA Conselhos de Recursos Hídricos dos Estados e do Distrito Federal Comités de Bacia Hidrográfica Órgãos públicos Agências de Águas (ou Agências de Bacias) Organizações civis legalmente constituídas Estrutura SNGRH FORMULAÇÃO DA POLÍTICA IMPLEMENTAÇÃO DOS INSTRUMENTOS DE PQllT E POUTICA ORGANISMOS COLEGIADOS ADMlfilS.,,. Dl RET. PODER OUTORGANTE ENTIDADE DA BACIA AHA NACIONAL ccmmí D B «AC l A 06 BAC«j C E RH j 38CRITAR1A peestãgo J ENTIDADES ESTADUAIS COMITÉ DE BACIA AGêHCIA
4 Principais atribuições Conselhos - subsidiar a formulação da Política de Recursos Hídricos e dirimir conflitos. MMA/SRH - formular a Política Nacional de Recursos Hídricos e subsidiar a formulação do Orçamento da União. ANA - implementar o Sistema Nacional de Recursos Hídricos, outorgar e fiscalizar o uso de recursos hídricos de domínio da União. Órgão Estadual - outorgar e fiscalizar o uso de recursos hídricos de domínio do Estado. Comité de Bacia - decidir sobre o Plano de Recursos Hídricos (quando, quanto e para que cobrar pelo uso de recursos hídricos). Agência de Água - escritório técnico do comité de Bacia. CONSELHO NACIONAL DE RECURSOS HÍDRICOS COMPETÊNCIAS 1.Articular planejamentos 2.Arbitrar em última instância 3.Analisar propostas de alteração legal 4.Deliberar sobre projetos que extrapolem âmbito dos estados 5.Estabelecer díretrizes complementares 6.Aprovar a constituição de comités de bacias 7.Aprovar o plano nacional de bacia e providenciar o cumprimento 8.Estabelecer critérios gerais para outorga ^coordenação: presidente *secretario executivo COMPOSIÇÃO (REPRESENTANTES) Ministérios Secretarias CERH Usuários Sociedade Civil Representantes do poder Executivo não podem exceder metade mais um do total dos membros AGÊNCIA NACIONAL DE ÁGUAS - ANA Vinculada ao Ministério do Meio Ambiente, sua função principal é implementar os instrumentos da PNRH, outorgar, fiscalizar e cobrar o uso dos recursos hídricos de domínio da União ATUAÇÃO 1.Obedecer os fundamentos, objetivos, diretrizes e instrumentos da PNRH 2.Articulação com órgãos e entidades públicas e privadas integrantes do SNGRH
5 COMITÉS DE BACIA HIDROGRÁFICA COMPETÊNCIAS 1. Promover debates 2. Arbitrar em primeira instância 3. Aprovar o plano de recursos hídricos 4. propor critérios de outroga e rateio de custo das obras de usos múltiplos 5. Estabelecer mecanismos cobrança ÁREA DE ATUAÇÃO 1. Totalidade da bacia 2. Sub-bacia de tributário 3. Grupo de bacias ou 4. Sub-bacias contíguas COMPOSIÇÃO União, Estados, DF e Municípios Usuários Entidades civis AGÊNCIAS DE ÁGUA (OU AGÊNCIAS DE BACIA) Atuam como Secretaria Executiva dos Comités, oferecendo suporte administrativo, técnico e financeiro para implementação de suas decisões. COMPETÊNCIAS 1. Balanço da sisponibilidade hídrica 2. Cadastro de usuários 3. Efetuar a cobrança (delegação do outorgante) 4. Emitir pareceres sobre os projetos a serem financiados e encaminhar à instituição financeira 5. Administrar valores da cobrança 6. Gerir o sistema de informação em sua área de atuação 7. Celebrar convénios 8. Elaborar proposta orámentária para o comité 9. Promover estudos de gestão 10. Propor aos comités: enquadramento, valores para 11. Cobrança e plano de aplicação dos recursos ORGANIZAÇÕES CIVIS LEGALMENTE CONSTITUÍDAS Consórcios e associações intermunicipais; Associações regionais, locais ou setoriais de usuários Organizações técnicas e de ensino e pesquisa com interesse na área Organizações não governamentais com objetivos de defesa de interesses difusos e coletivos da sociedade Outras organizações reconhecidas pelos CNRH OU CERH INSTRUMENTOS DA PNRH 1. Planos de Recursos Hídricos
6 2. Enquadramento dos corpos de água em classes, segundo usos^ preponderantes 3. Outorga de direitos de uso dos recursos hídricos 4. Cobrança pelo uso dos recursos hídricos 5. Sistema de informações sobre recursos hídricos 1. PLANO NACIONAL DE RECURSOS HÍDRICOS São Planos Diretores que visam fundamentar, orientar e implementar a Política Nacional e o Gerenciamento dos recursos hídricos Devem ser elaborados em três níveis: o Nacional - Plano Nacional de Recursos Hídricos o Estadual - Plano Estadual de Recursos Hídricos o Bacias Hidrográficas - Plano de Bacia Hidrográfica Políticas públicas, tipos de planos, âmbitos geográficos e entidades coordenadoras no processo de planejamento de recursos hídricos no Brasil POLÍTICAS PQB1-ICAS ETAPAS OE P 1_A. N E J A. HM E MTO EiEP/VÇOS GEOGRÁFICOS CLMTIDAOUIS GOODEMJA.OORAS f'" Roírtlca """'j,' -fc' PFama ClG 's Hídricos H Consoltio j M :ic;íorií3 1 cjo l I l-lídricoc J H R*wSmo«1 'í 1^ Hídricos ) " it f Rlnno da '"* B^ciri»H Midroi^rEÍinc^i do Rio IL F"oídoral ^ Sócias ^ HidrocirEiííc-ns do Fíio isola o Domínio ^ FocJcrnl ^ 1 "~ A.<- 1 "^ f * 1 MídroD^Jcâs L i l' PoEÍ iças '[ Ec1.3< ÍUÍ-1ÍS 0 n RlOCL jrsoa j ÍÍ5OH -/ k. Hidr.'"^ Plnno^i Es ta d unis f-\o Rc-c-urr-OG. k Hfdricon. x ^ ZT" F' 11^O3 do Bodo do Rio ''i 1 Er.tndos f Bacins % cio Fíio R-ota o Dor^ilnio -*- -i 1 Consolrios j [ 1-li'dricos J j Camitôn dnn 1 1 í-^li cjr-ocjrâlrccjq 1 Conteúdo Mínimo dos Planos de Recursos Hídricos 1. Diagnóstico e prognóstico: avaliação quantitativa e qualitativa da da disponibilidade hídrica para subsidiar o enquadramento, outorgas e diretrizes da cobrança, análise das demandas, avaliação ambiental, sócio-econômica, etc 2. Elaboração das alternativas: prioridade de uso, disponibilidade e demanda associando alternativas de intervenções, mitigação, possíveis cenários, alternativas técnicas 3. Metas: identificação das prioridades, avaliação dos custos, proposta para adequação ao sistema nacional de RHS, programa de implementação (limites e critérios para outorga), diretrizes para cobrança, proposta de enquadramento, ações de educação ambiental.
7 RESOLUÇÃO 17, DE 29 DE i!* AIO CONSELHO NACIONAL DE RE C U ELABORADO AGÊNCIA DE ÁGUA APROVA DO PELO COGITE INEXISTÊ^CIA DO COMITÉ RESPONSABILIDADE O. G. COM A PARTICIPAÇÃO USUÁRIOS -r ENTIDADES CIVIS I^PLENTAR O ITê QUE APROVARÁ O PLANO NA AUSÊNCIA ÓRGÃOS GESTORES DO MI NIC DA UNIÃO COMITÉ DEFINE O cnte COORDENADOR UNIÃO COORDENAR EQUIPE TÉCNICA INEXISTÊNCIA EXUTORIO SERÁ DEFINIDO APROVAÇÃO DO ENQUADRAMENTO DOS CO?^Cv? DVv^ ; r ^\.A57~S, SEGUNDO USOS PREPO^D =?.A^T^? Tem objetivo de assegurar às águas Qualidade comoatíve! com os usos mais exigentes a que forem destinadas e diminuir os custos de combate à poluição/ mediante ações preventivas permanentes. AS CLASSES ESTÃO ESTABELECIDAS PELA LEGISLAÇÃO AMBIENTAL - RESOLUÇÃO. CONAMA n 357, 2005 REGRAS: RESOLUÇÃO CNRH n 12, de 2000 OUTORGA DE DIREITOS D" 'JSO DC3 ^CVP.SvP HÍDRICOS É um instrumento pelo qual o Poder Público Autoriza o usuário a utilizaias águas sob seu domínio por tempo determinado e condições preestabelecidas. Objetivo: assegurar o controle quantitativo e Qualitativo dos usos da água superficial ou subterrânea e o efetivo exercíoc do direito de acesso á água. Os critérios utilizados são definidos pelos Conselhos de recursos Hídricos e Comités de Bacia Hidrográfica. Usos que dependem de 0^0- Derivação ou captação de parce'a da água existente em um corpo d'água para consumo final, inclusive abastecimento público, ou insumo de processo produtivo;
8 FF; LS Extração de água de aquífero subterrâneo para consumo final ou insum de processo produtivo; Lançamento em corpo de água de esgotos e demais resíduos líquidos ou gasosos, tratados ou não, com o fim de sua diluição, transporte ou disposição final; Uso de recursos hídricos com fins de aproveitamento dos ootenciais hidrelétricos; Outros usos que alterem o regime, ;a quantidade ou a qualidade da água existente em um corpo de água. Usos que independem de outorga O uso de recursos hídricos para a satisfação das necessidades de pequenos núcleos populacionais, distribuídos no meio rural; As derivações, captações e lançamentos considerados insignificantes, tanto do ponto de vista de vazão como de carga poluente; As acumulações de volumes de água consideradas insignificantes. COBRANÇA PELO USO DA ÁGUA E um mecanismo educador, que reconhece a água como bem económico e dá ao usuário uma indicação de seu real valor, incentivando a racionalização do uso da água e obtendo recursos para financiamento de programas e intervenções contemplados nos planos de recursos hídricos. Os critérios gerais de cobrança são definidos pelos Conselhos de Recursos Hídricos. Os Comités de Bacias definem os valores a serem cobrados. SISTEMA NACIONAL DE INFORMAÇES RECURSOS HÍDRICOS É um sistema de coleta, tratamento, armazenamento, recuperação e difusão de informações relevantes sobre recursos hídricos e sua gestão. Princípios Básicos: "descentralização da obtenção e produção de dados; coordenação unificada; atualização permanente sobre disponibilidade e demanda em todo ^território nacional; subsídios para a elaboração dos planos de RHs. INFRAÇÕES E PENALIDADES Constitui infração das normas de utilização de recursos hídricos superficiais ou subterrâneos: o Derivar ou utilizar recursos hídricos para qualquer finalidade, sem a respectiva outorga de direito de uso; o Iniciar a implantação ou implantar empreendimento relacionado com a derivação ou a utilização de recursos hídricos, superficiais ou subterrâneos, que implique alterações no regime, quantidade ou qualidade dos mesmos, sem autorização dos órgãos ou entidades competentes;
9 ir,- o Utilizar-se dos recursos hídricos ou executar obras ou serviços relacionados com os mesmos em desacordo com as condições estabelecidas na outorga; o Perfurar poços para extração de água subterrânea ou operá-los sem a devida autorização; o Fraudar as medições dos volumes de água utilizados ou declarar valores diferentes dos medidos; o Infringir normas estabelecidas no regulamento desta Lei e nos regulamentos administrativos, compreendendo instruções e procedimentos fixados pelos órgãos ou entidades competentes; o Obstar ou dificultar a ação fiscalizadora das autoridades competentes no exercício de suas funções. PENALIDADES: advertência, multa e embargo. PREJUÍZO AO ABASTECIMENTO PÚBLICO, RISCO À SAÚDE OU À VIDA, PERECIMENTO DE BENS OU ANIMAIS OU PREJUÍZO A TERCEIROS: multa nunca inferior a metade do valor máximo. AÇÃO DO PODER PÚBLICO Competência para implementar a PNRH. PODER EXECUTIVO FEDERAL o Providências para implementar o SNRHS o Proceder outorga, regulamentar e o Fiscalizar os usos o Implantar e gerir o sistema de informação o Promover a integração de rh com a gestão ambiental * O PODER EXECUTIVO FEDERAL INDICARÁ, POR DECRETO, A AUTORIDADE RESPONSÁVEL PELA EFETIVAÇÃO DE OUTORGAS DE DIREITO DE USO DE RECURSOS HÍDRICOS SOB O DOMÍNIO DA UNIÃO * PODER EXECUTIVO ESTADUAL E DO DF o Proceder as outorgas, regulamentar e fiscalizar os usos dos RHS o Realizar o controle técnico das obras de oferta hídrica o Implantar e gerir o sistema de informação * PODERES EXECUTIVOS DO DF + MUNICÍPIOS DEVEM PROMOVER A INTEGRAÇÃO DAS POLÍTICAS LOCAIS DE SANEAMENTO BÁSICO, USO DE OCUPAÇÃO DO SOLO E DE MEIO AMBIENTE COM AS POLÍTICAS FEDERAIS E ESTADUAIS. Cristiane Jaccoud Fevereiro de 2006 l il l >l l
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