A Comissão Eleitoral
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- João Pedro Belém di Azevedo
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1 Universidade Federal de Juiz de Fora Campus Governador Valadares Ofício nº. 01/ Comissão Eleitoral para Consulta à Comunidade do Instituto de Ciências da Vida para o cargo de Diretor e Vice-Diretor. De: Comissão Eleitoral À: Comunidade do Instituto de Ciências da Vida Assunto: Comunicação (faz) A Comissão Eleitoral do Instituto de Ciências da Vida vem, por meio deste, comunicar a abertura do processo eleitoral para o cargo de Diretor e Vice-Diretor desse instituto. O processo terá início no dia 14 de março de 2016 (com as inscrições das chapas) e fim no dia 15 de abril de 2016 (com a divulgação do resultado final). As normas reguladoras da consulta à comunidade seguem anexas. Certos da participação de todos no processo, A Comissão Eleitoral Governador Valadares, 10 de março de 2016.
2 Campus Governador Valadares Instituto de Ciências da Vida NORMAS REGULAMENTADORAS DA CONSULTA PARA DIRETOR E VICE-DIRETOR DE UNIDADE Art. 1º O presente Regimento tem por finalidade estabelecer normas para eleição para Diretor e Vice-Diretor do Instituto de Ciências da Vida para o quadriênio 2016/2020. SEÇÃO I Da Comissão Eleitoral Art. 2º O processo eleitoral será desenvolvido segundo as normas constantes desta regulamentação e coordenado por uma Comissão Eleitoral (CE). Art. 3º A CE compor-se-á de 11 membros, sendo 7 (sete) docentes lotados no Instituto de Ciências da Vida, 2 (dois) técnico-administrativos em educação lotados no Instituto de Ciências da Vida e 2 (dois) discentes regularmente matriculados nos cursos do Instituto de Ciências da Vida. 1º Fica vedada aos membros da CE a participação como candidato a qualquer dos cargos definidos neste Regimento. 2º A CE escolherá entre seus membros 1 (um) Presidente, 1 (um) vicepresidente e 1 (um) secretário e ficará instalada no bloco D9 da Universidade Vale do Rio Doce campus II (Univale) do campus de Governador Valadares. Art. 4º Compete à CE: I Zelar pelo cumprimento deste Regimento; II Receber e homologar a inscrição dos candidatos por chapa; III Organizar e regulamentar os debates entre as chapas; IV Definir o calendário eleitoral; V Definir e organizar as eleições; VI Deliberar sobre os recursos interpostos; VII Credenciar fiscais para atuarem junto às Seções Eleitorais. VIII Apurar e divulgar os resultados da eleição. IX Resolver os casos omissos. Parágrafo Único - A CE, sempre que necessário, poderá recrutar auxiliares para operacionalizar seus encargos. Art. 5º A CE extinguir-se-á, automaticamente, ao completar seus encargos com a eleição. SEÇÃO II Da Eleição Página 1 de 10
3 Art. 6º A eleição para Diretor e Vice-Diretor será realizada em 1 (um) turno, independentemente do número de chapas inscritas. 1º O voto será secreto, garantido seu sigilo. 2º A cédula eleitoral conterá as chapas cuja numeração será feita por sorteio, realizado pela CE. SEÇÃO III Dos Eleitores Art. 7º São eleitores: I Todos os docentes, efetivos, substitutos e visitantes, em exercício ou não de suas atividades didáticas ou administrativas, lotados no Instituto de Ciências da Vida à data de 08/03/2016; II Todos os técnico-administrativos em educação, em exercício ou não de suas atividades, e que desempenhem regularmente suas funções junto aos departamentos do Instituto de Ciências da Vida. III Todos os discentes dos cursos de graduação e de pós-graduação do Instituto de Ciências da Vida matriculados à data de 08/03/2016; Parágrafo Único - Os eleitores que porventura pertençam a mais de um segmento deverão optar por somente um deles para efeito de validação de voto, até a data da votação. SEÇÃO IV Dos candidatos Art. 8º Podem ser candidatos todos os docentes efetivos, lotados e em exercício no Instituto de Ciências Vida do campus de Governador Valadares e portadores do título de doutor. Art. 9º A inscrição da candidatura será realizada através da formação de uma chapa constituída de um candidato a Diretor e de outro a Vice-Diretor, vinculados entre si. 1º A inscrição será feita mediante entrega de documento simples na Secretaria dos cursos de Ciências da Vida da UFJF em Governador Valadares, no qual conste o nome dos candidatos, a indicação aos respectivos cargos, seu registro no SIAPE e suas respectivas assinaturas, conforme formulário disponível na própria Secretaria. 2º No ato da inscrição, os candidatos de cada chapa deverão apresentar comprovante da titulação de doutor. Página 2 de 10
4 SEÇÃO V Do calendário eleitoral e dos procedimentos de campanha Art. 10 Fica estabelecido o seguinte Calendário Eleitoral I Inscrição das chapas: de 14/03/2016 a 18/03/2016. II Homologação e atribuição de número às chapas: 18/03/2016. III Prazo para interposição de recurso da decisão de homologação das chapas: 21/03/2016. IV Julgamento dos recursos: 22/03/2016. V Período de campanha: de 21/03/2016 a 08/04/2016. VI Eleição: 12/04/2016 e 13/04/2016. VII Apuração e divulgação do resultado: 13/04/2016. VIII Prazo para interposição de recursos: 14/04/2016. IX Julgamento de recursos e divulgação do resultado final: 15/04/ º As eleições se realização em um único turno, e ocorrerão durante os períodos matutino e vespertino, das 08:00 às 17:00, em sala previamente divulgada pela CE. 2º Não havendo recursos, a CE divulgará o resultado final da eleição em 14/04/ º Outras datas poderão ser divulgadas posteriormente pela CE. Art. 11 A campanha eleitoral terá início oficial em 21/03/2016. Art. 12 Havendo mais de uma chapa, a CE coordenará debate oficial entre os candidatos, com regras gerais estabelecidas em comum acordo entre as chapas. Art. 13 A campanha eleitoral dos candidatos é facultativa, consistindo de: I - Debates entre os candidatos II - Discussão com estudantes, professores e técnico-administrativos em educação. III - Afixação de cartazes e banners de dimensões máximas de 100 cm por 150 cm, nos locais reservados à UFJF na unidade da Univale, desde que garantidas às chapas igualdade de condições na utilização desses locais. IV - Divulgação pela internet em websites, s, redes sociais e listas de discussão. V - Distribuição de folders, botons e adesivos. 1º Todo material impresso de campanha eleitoral deverá conter o número e o nome da Chapa. Material impresso e sem identificação será recolhido pela CE. 2º Não é permitida propaganda que implique em incitamento de atentado contra pessoas ou bens; em oferecimento, promessa ou solicitação de dinheiro, rifa, sorteio ou vantagem de qualquer natureza; que prejudique a higiene ou o Página 3 de 10
5 bom andamento das aulas na unidade da Univale; que calunie, difame ou injurie qualquer candidato, bem como seus apoiadores. 3 Qualquer outro tipo de material físico de campanha, não previsto nesse regulamento, deverá ser enviado, com no mínimo 24 horas de antecedência, à CE para análise e aprovação. 4 - É vedada a confecção e distribuição de brindes (camisas, bonés, canetas, chaveiros e similares) na forma da legislação eleitoral brasileira. Art. 14 É expressamente proibida a realização de campanha eleitoral de qualquer natureza nas salas de aula, durante a realização de atividades de ensino, pesquisa ou extensão. 1º Não configura atividade de campanha o uso ostensivo de adesivos, botons ou outras formas passivas de demonstração de preferência, desde que respeitadas as disposições gerais deste artigo. 2º É facultado às chapas inscritas a reserva de salas de aula não utilizadas na Univale para a realização de atividades de campanha, respeitadas as disposições gerais deste artigo. Art. 15 As violações às normas da campanha eleitoral serão apuradas pela CE, que definirá penalidades que vão desde a repreensão pública do infrator, suspensão de realização de campanha por período determinado, ou ainda solicitação do cancelamento da inscrição da chapa à Congregação do Instituto de Ciências da Vida da UFJF em Governador Valadares. 1º Se aplicada qualquer uma das penalidades acima mencionadas, o infrator poderá interpor recurso, dentro de 24 (vinte e quatro) horas da divulgação da repreensão, à Congregação. 2º A Congregação será convocada para decidir sobre o recurso dentro de 48 (quarenta e oito) horas após o seu recebimento e sua decisão será irrecorrível. Art. 16 É de responsabilidade dos candidatos a retirada dos materiais de campanha, sejam eles de qualquer ordem, num período máximo de 48 horas após a consulta. SEÇÃO VI Da Votação Art. 17 A Seção Eleitoral do Instituto de Ciências da Vida, será instalada na Univale. Art. 18 A Seção Eleitoral do Instituto de Ciências da Vida do campus de Governador Valadares funcionará com uma mesa coletora de votos, em local a ser definido pela CE. Página 4 de 10
6 1º A mesa coletora de votos será composta por 1 (um) mesário indicado por cada chapa inscrita e um membro da CE, que irá presidi-la. 2º Não havendo número suficiente de mesários indicados pelas chapas, caberá à CE indicar o membro suplente para compor a mesa. 3º Candidatos e seus cônjuges e parentes até terceiro grau, por consanguinidade ou afinidade, não poderão ser membros de nenhum órgão do processo eleitoral. 4º Os casos excepcionais serão resolvidos pela CE. Art.19 A CE poderá organizar reuniões de instrução para os membros das mesas coletoras. Art.20 Compete ao Presidente da mesa coletora de votos: I - Dirimir, quando possível, as dúvidas que ocorrerem. II - Manter a ordem no recinto da votação. III - Comunicar à CE as ocorrências relevantes. IV Confeccionar, e assinar ata referente ao turno de votação por ele presidido, fazendo constar quaisquer incidentes ocorridos na Seção Eleitoral. Art. 21 Compete ao mesário cumprir as determinações do Presidente, cabendo à CE proceder a substituição do mesmo e do mesário, quando necessário. Art. 22 A mesa coletora de votos só poderá funcionar com a presença de pelo menos 2 (dois) membros autorizados. Art. 23 A CE providenciará, para cada mesa coletora de votos, o seguinte material: I - Relação dos eleitores nela inscritos, por segmento. II - Urna para votação. III - Cédulas oficiais. IV - Modelo de ata. V - Cabine de votação. 1º Os professores e técnico-administrativos em educação, bem como os estudantes deverão votar em cédulas especificas e identificadas para cada um dos dois segmentos. 2º Só será permitida votação presencial 3º Sendo a votação em cédulas de papel, cada segmento terá uma cor específica. Página 5 de 10
7 4º Cada segmento deverá depositar seu voto na urna respectiva. Art. 24 A CE publicará, até 5 dias antes da data da eleição, a lista de votantes com o local de votação. SEÇÃO VII Do Início da Votação Art. 25 No dia e horário de início da votação, o Presidente da mesa coletora de votos verificará se, no lugar designado, está em ordem o material remetido pela CE, segundo o previsto no Art. 23. Art. 26 Às 8 (oito) horas, supridas as deficiências que porventura ocorram, o Presidente declarará iniciados os trabalhos. Art. 27 O horário de recebimento dos votos terá o início as 8:00 horas da manhã e término as 17:00 horas em cada dia de votação. Parágrafo único. No segundo dia de votação, havendo fila de espera para entrada no recinto de votação, será efetuada distribuição de senhas entre aqueles presentes em até 15 minutos antes do fechamento da Seção. Art. 28 Durante a votação, deverá ser observado o seguinte procedimento: I Verificar a presença do nome do eleitor na lista de votantes. II - Em caso afirmativo, o eleitor apresentará à Seção Eleitoral um documento de identificação com foto (cédula de identidade, carteira profissional, carteira funcional ou carteira de estudante, carteira de habilitação e passaporte). É vedada a votação sem apresentação de Documento de identificação nos termos acima. III - Não havendo dúvida sobre sua identidade, o eleitor assinará a lista. IV O eleitor receberá uma cédula oficial, da cor símbolo do seu segmento, rubricada, no ato, pelo presidente e pelo(s) mesário(s) da mesa coletora. V O eleitor passará, então, à cabine indevassável, onde votará. VI O eleitor deverá dobrar a cédula conforme instruções, sairá da cabine e depositará sua cédula na urna inviolável, à vista da Mesa Coletora, de modo que esta possa verificar se tratar-se da mesma cédula rubricada. Parágrafo Único - O voto é facultativo, pessoal, presencial, intransferível e secreto. Art. 29 Somente poderão permanecer no recinto da Seção Eleitoral os seus membros, um fiscal de cada chapa e, durante o tempo necessário à votação, o eleitor. Art. 30 Pessoa alguma estranha à CE ou a mesa coletora de votos, salvo se integrante da CE, poderá sob pretexto algum intervir em seu funcionamento. Página 6 de 10
8 Art. 31 É vedada a propaganda eleitoral fora do período definido no art. 10. Art. 32 O presidente, apoiado pelos demais membros da mesa, obstará imediatamente e se necessário, denunciará à CE qualquer tentativa de impedir ou embaraçar o exercício do sufrágio. SEÇÃO VIII Da Fiscalização Art. 33 Cada chapa poderá indicar um fiscal para atuar junto a cada uma das mesas coletoras de votos. 1º - A escolha de fiscais não poderá recair sobre quem já faça parte de uma mesa coletora ou membro da CE. 2º - O fiscal só poderá atuar depois de exibir ao Presidente da mesa coletora sua credencial, expedida pela CE. SEÇÃO IX Do Encerramento Art. 34 Terminada a votação e declarado seu encerramento pelo Presidente da mesa coletora, tomará este, as seguintes medidas: I - Vedará a urna segundo instruções da CE. II - Inutilizará, nas listas, os espaços referentes aos eleitores ausentes. III Preencherá e assinará a ata da eleição. IV - Assinará a ata com os demais membros de Seção Eleitoral. V - Entregará a urna e demais documentos à CE. 1º - No modelo de ata, deverão constar os nomes dos membros da Seção Eleitoral, os nomes dos fiscais, quando houver, bem como a descrição de um breve histórico que contenha o número de eleitores, o número de ausentes e as ocorrências relevantes, a juízo do presidente da mesa. 2º - A entrega da urna ocorrerá à vista dos fiscais. SEÇÃO X Da apuração Art. 35 A CE determinará a quantidade de Mesas Apuradoras necessárias, bem como seus membros, 1 (um) Presidente e 2 (dois) escrutinadores, cuja indicação não deverá recair em pessoas que tenham atuado como mesários nas Seções Eleitorais. Página 7 de 10
9 Art. 36 A Apuração será pública e será realizada logo após o encerramento da votação, em local e hora a ser indicado pela CE. 1º - Iniciada a apuração, os trabalhos prosseguirão ininterruptamente até à proclamação do resultado, que será registrado de imediato em ata lavrada e assinada pelos integrantes da CE. 2º - A apuração poderá ser acompanhada por um fiscal de cada chapa, por Mesa Apuradora, devidamente credenciado pela CE. Art. 37 Será aberta uma urna por vez, em cada Mesa apuradora, conferindo-se inicialmente o número das cédulas com o número de votantes constantes na ata da Seção Eleitoral. Art. 38 Somente será considerado voto a manifestação de vontade expressa através da cédula oficial, devidamente rubricada pela Seção Eleitoral. Parágrafo Único - Serão considerados nulos os votos que: I - Contiverem indicação de mais de uma chapa. II - Contiverem expressões, frases ou sinais ou quaisquer outros caracteres estranhos à manifestaçãode escolha do voto. III - Estiverem assinalados fora do quadrilátero próprio desde que se torne duvidosa a vontade do eleitor. IV - Contiverem indicação de chapa não inscrita regularmente ou nome de candidato não integrante da chapa. V - Contiverem adulteração da cédula. Art. 39 Após a apuração dos votos, o conteúdo da urna deverá retornar a ela, que será lacrada e guardada para efeito de julgamento de eventuais recursos interpostos. Art. 40 Cada Mesa Apuradora elaborará um mapa por urna apurada, firmado por seus membros e pelos fiscais. Igualmente será confeccionado pela CE um mapa geral, firmado por seus membros e pelos fiscais, no qual deverão constar: I - O número de eleitores: professores e técnico-administrativos em educação, bem como estudantes, separadamente. II - O número de votantes: professores e técnico-administrativos em educação, bem como estudantes, separadamente. III - O número de votos nulos, brancos e válidos de professores e técnicoadministrativos em educação, bem como estudantes, separadamente. IV - O número de votos de professores e técnico-administrativos em educação, bem como estudantes, separadamente, em cada chapa. V - O somatório dos resultados apurados em cada uma das alíneas anteriores. Página 8 de 10
10 Art. 41 O resultado da apuração obedecerá ao critério da paridade estabelecido na reunião da comissão eleitoral do Instituto de Ciências Vida, agrupando-se, em três categorias: categoria dos docentes, categoria dos técnicoadministrativos em educação e a categoria dos discentes matriculados, de forma a garantir igual participação entre as três categorias. Para isto, os votos das chapas serão realizados segundo o critério de paridade da representação das categorias, ou seja, através do voto paritário com peso de 1/3 (um terço), igualmente, para o corpo-docente, corpo técnico-administrativo e corpo discente, cujo resultado será obtido mediante a aplicação da seguinte fórmula: N = [NVD/NTDV + NVS/NTSV + NVE/NTEV] x 100/3 Onde: N = escore; NVD = número de votos na chapa pelos docentes; NTDV = número total de docentes votantes; NVS = número de votos na chapa pelos servidores técnico-administrativos; NTSV = número total de servidores técnico-administrativos votantes; NVE = número de votos na chapa pelos estudantes; NTEV = número total de estudantes votantes 2º - Para cada chapa deverão ser consideradas duas decimais no cálculo das parcelas da expressão e duas decimais no resultado, fazendo-se o arredondamento da segunda decimal para o inteiro imediatamente superior se a terceira decimal for igual ou superior a 5 (cinco) ou mantendo-se a segunda decimal se a terceira for menor que 5 (cinco). 3º - Os índices multiplicadores da ponderação descrita no caput deste artigo serão estabelecidos pela CE, logo após o encerramento da votação, conhecido o número de votantes. Art. 42 Será proclamada eleita a chapa que obtiver o maior total de votos, calculado nos termos do artigo anterior. 1º - Em caso de empate, as chapas serão classificadas de acordo com o número de votos válidos obtidos na soma dos (3) três segmentos. 2º - Encerrada a apuração, a CE publicará, de imediato, o resultado da eleição. SEÇÃO XI Dos Recursos Art. 43 Os eleitores, candidatos e/ou fiscais credenciados poderão solicitar impugnação à Seção Eleitoral ou à Mesa Apuradora, conforme sua natureza, com recurso à CE, em qualquer hipótese, no prazo de 24 (vinte e quatro) horas, constando em ata toda a ocorrência. Página 9 de 10
11 Parágrafo Único A Seção Eleitoral, ou a Mesa Apuradora, decidirá das impugnações de imediato e a CE, julgará os recursos no prazo de 24 (vinte e quatro) horas. Art. 44 Das deliberações da CE caberá recurso à Congregação, no prazo de 24 (vinte e quatro) horas. Parágrafo Único - A Congregação será convocada para decidir sobre o recurso dentro de 48(quarenta e oito) horas após o seu recebimento e sua decisão será irrecorrível. SEÇÃO XII Das Disposições Finais Art. 45 Os docentes, técnico-administrativos em educação e estudantes oferecerão à CE os recursos requeridos para o pleno exercício de suas funções. Art. 46 Os membros docentes e técnico-administrativos em educação da CE serão liberados de suas atividades normais, para atuarem na CE, nos dias e horas de trabalho previstos pela CE, na medida do necessário e do possível. 1º - Os representantes discentes na CE terão suas faltas às aulas ou trabalhos justificadas nos dias e horas de atuação na Comissão Eleitoral. 2º - Nos dias da votação, o discente que estiver trabalhando junto às Mesas Receptoras e Apuradoras de voto terá as suas faltas às aulas devidamente justificadas. Art. 47 Os casos omissos serão resolvidos pela Comissão Eleitoral, aplicandose subsidiariamente o Código Eleitoral Brasileiro e Instruções baixadas pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e Tribunal Regional Eleitoral (TRE). Aprovado na reunião da Comissão Eleitoral de 08 de Março de Página 10 de 10
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