MINISTÉRIO PÚBLICO DO ESTADO DA BAHIA
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1 Edição Nº:3983 Data de Publicação:29/04/2006 SÁBADO Ano:16 DIÁRIO DO PODER JUDICIÁRIO CADERNO 1 MINISTÉRIO PÚBLICO DO ESTADO DA BAHIA PROCURADORIA GERAL DE JUSTIÇA RESOLUÇÃO Nº. 005/2006 Aprova a criação do Grupo de Atuação Especial de Defesa do Patrimônio Público e da Moralidade Administrativa - GEPAM, do Grupo de Atuação Especial de Defesa dos Direitos dos Idosos - GEIDO, do Grupo de Atuação Especial de Defesa da Educação - GEDUC, Grupo de Atuação Especial da Defesa da Saúde - GESAU, Grupo de Atuação Especial de Defesa dos Direitos das Pessoas Portadoras de Deficiência - GEDEF e do Grupo de Atuação Especial de Combate à Discriminação - GEDIS, no âmbito do Centro de Apoio Operacional das Promotorias de Justiça da Cidadania - CAOCI, e dá outras providências. O COLÉGIO DE PROCURADORES DE JUSTIÇA DO ESTADO DA BAHIA, no uso de suas atribuições legais e com fundamento no art. 43, 4º, c/c art. 45, da Lei Complementar nº. 11/96, RESOLVE Art. 1º Aprovar a criação, no âmbito do Centro de Apoio Operacional às Promotorias de Justiça da Cidadania - CAOCI, o Grupo de Atuação Especial de Defesa do Patrimônio Público e da Moralidade Administrativa - GEPAM, o Grupo de Atuação Especial de Defesa dos Direitos dos Idosos - GEIDO, o Grupo de Atuação Especial de Defesa da Educação - GEDUC, o Grupo de Atuação Especial de Defesa da Saúde - GESAU, o Grupo de Atuação Especial de Defesa dos Direitos das Pessoas Portadoras de Deficiência - GEDEF e o Grupo de Atuação Especial de Combate à Discriminação - GEDIS, na forma dos Anexos I, II, III, IV, V e VI desta Resolução. Leonor Salgado Atanázio Manoel Fernandez Cordeiro Marília de Campos Souza Mary Almeida Brito Art. 2º Esta Resolução entra em vigor na data de sua publicação. SALA DAS SESSÕES, 28 de abril de LIDIVALDO REAICHE RAIMUNDO BRITTO Procurador-Geral de Justiça Presidente
2 José Cupertino Aguiar Cunha Washington Araújo Carigé Maria Marta Karaoglan Martins Abreu Itanhy Maceió Batista Ademário Silva Rodrigues Franklin Ourives Dias da Silva Cleonice de Souza Lima Santos Rita Maria Silva Rodrigues Maria das Graças Souza e Silva Ilona Márcia Reis Terezinha Maria Lôbo Santos Regina Maria da Silva Carrilho Maria de Fátima Campos da Cunha Oseneide de Calazans Barbosa João Paulo Cardoso de Oliveira Maria Ivone Souza Rocha Sônia Maria da Silva Brito Vera Lúcia de Azerêdo Coutinho Sheilla Maria da Graça Coitinho das Neves Carlos Frederico Brito dos Santos Míria Valença Góis Adalberto da Costa Dórea Simone Isaura Rocha Caetano do Nascimento Adivaldo Guimarães Cidade Licia Maria de Oliveira ANEXO I
3 GRUPO DE ATUAÇÃO ESPECIAL DE DEFESA DO PATRIMÔNIO PÚBLICO E DA MORALIDADE ADMINISTRATIVA - GEPAM Art. 1º Fica instituído, no âmbito do Centro de Apoio Operacional às Promotorias de Justiça da Cidadania - CAOCI, o Grupo de Atuação Especial de Defesa do Patrimônio Público e da Moralidade Administrativa - GEPAM, destinado a atuar na proteção do patrimônio público e da moralidade administrativa, na comarca da Capital, incentivando e auxiliando os órgãos de execução do Ministério Público do Estado da Bahia, com atribuições nesta área, nas comarcas de 1ª, 2ª e 3ª entrâncias. Art. 2º O GEPAM será formado por todos os Promotores de Justiça com atuação na defesa do patrimônio público e da moralidade administrativa, e coordenado por um Promotor de Justiça escolhido dentre os Promotores de Justiça de entrância especial, integrantes desse mesmo Grupo. Art. 3º Compete ao Coordenador do GEPAM, juntamente com o Coordenador do CAOCI, ou por delegação deste, o desenvolvimento das seguintes atividades: I - estimular a integração e o intercâmbio entre os órgãos de execução que atuem na defesa do patrimônio público e da moralidade administrativa; II - encaminhar informações técnico-jurídicas, sem caráter vinculativo, aos órgãos de execução engajados na defesa do patrimônio público e da moralidade administrativa; III - prestar auxílio aos órgãos de execução mencionados no art. 1º deste Anexo I, na instrução de procedimentos administrativos preparatórios ou inquéritos civis, bem como na adoção de medidas judiciais; IV - promover encontros periódicos entre os Promotores de Justiça com atuação na defesa do patrimônio público e da moralidade administrativa, com o propósito de discutir questões afeitas à área; V - apresentar ao Coordenador do CAOCI proposta para: a) realização de convênios ou termos de parcerias com entidades públicas ou privadas, sem fins lucrativos, com vistas a instrumentalizar a atuação no combate a atos atentatórios ao patrimônio público e à moralidade administrativa; b) promoção de cursos, palestras e outros eventos destinados a suprir as deficiências constatadas no exercício de atribuições que envolvam a proteção do patrimônio público e da moralidade administrativa; c) elaboração de política institucional dirigida à realização de metas comuns no combate a atos que atentem contra o patrimônio público e à moralidade administrativa. VI - manter um banco de dados, com a finalidade de proporcionar maior eficiência e articulação no combate a atos atentatórios ao patrimônio público e à moralidade administrativa. Art. 4º Compete, ainda, ao GEPAM promover a interação dos Promotores de Justiça que atuam na área de defesa do patrimônio público e da moralidade administrativa
4 com os órgãos de execução do Ministério Público do Estado da Bahia, por delegação do Procurador-Geral de Justiça, para funcionarem nos feitos e apuratórios relacionados a ilícitos criminais atribuídos a Prefeitos Municipais, cujos fatos ensejarem os efeitos preconizados no art. 37, 4º, da Constituição Federal. Art. 5º Compete ao Coordenador GEPAM, sem prejuízo das atribuições previstas no art. 3º deste Anexo I, exercer todas as funções que visem atender às finalidades do GEPAM, vedada a expedição de atos normativos. Art. 6 o Compete aos Promotores de Justiça que integram o GEPAM a instauração de procedimentos administrativos preparatórios ou inquéritos civis destinados a apurar a prática de atos atentatórios ao patrimônio público e à moralidade administrativa, adotando as medidas extrajudiciais e judiciais cabíveis e acompanhando os processos em andamento. Art. 7º As Promotorias de Justiça de todo o Estado da Bahia, com atribuições na defesa do patrimônio público e da moralidade administrativa, encaminharão continuamente informações ao GEPAM, concernentes aos inquéritos civis e às ações judiciais instauradas, destinadas a alimentar o banco de dados previsto no art. 3º deste Anexo I. Art. 8º A critério do Procurador-Geral de Justiça, poderão ser designados Promotores de Justiça da mais elevada entrância para prestar serviços no GEPAM. Art. 9º O Coordenador do GEPAM apresentará ao Procurador-Geral de Justiça relatório circunstanciado de suas atividades até o dia 10 de dezembro de cada ano, ou sempre que solicitado. Art. 10 Os casos omissos serão resolvidos pelo Procurador-Geral de Justiça. ANEXO II
5 GRUPO DE ATUAÇÃO ESPECIAL DE DEFESA DOS DIREITOS DOS IDOSOS - GEIDO Art. 1º Fica instituído, no âmbito do Centro de Apoio Operacional às Promotorias de Justiça da Cidadania, o Grupo de Atuação Especial de Defesa dos Direitos dos Idosos - GEIDO, destinado a atuar na proteção dos direitos dos idosos, na comarca da Capital, incentivando e auxiliando os órgãos de execução do Ministério Público do Estado da Bahia, com atribuições nesta área, nas comarcas de 1ª, 2ª e 3ª entrâncias. Art. 2º O GEIDO será formado por todos os Promotores de Justiça com atuação na defesa dos direitos dos idosos, e coordenado por um Promotor de Justiça escolhido dentre os Promotores de Justiça de entrância especial, integrantes desse mesmo Grupo. Art. 3º Compete ao coordenador do GEIDO, juntamente com o Coordenador do CAOCI, ou por delegação deste, o desenvolvimento das seguintes atividades: I - estimular a integração e o intercâmbio entre os órgãos de execução que atuem na defesa dos direitos dos idosos; II - encaminhar informações técnico-jurídicas, sem caráter vinculativo, aos órgãos de execução destinados à defesa dos direitos dos idosos; III - prestar auxílio aos órgãos de execução mencionados no artigo deste Anexo II, na instrução de procedimentos administrativos preparatórios ou inquéritos civis, bem como na adoção de medidas judiciais; IV - promover encontros periódicos entre os Promotores de Justiça com atuação na defesa dos direitos dos idosos, com o propósito de discutir questões afeitas à área; V - apresentar ao Coordenador do CAOCI proposta para: realização de convênios ou termos de parcerias com entidades públicas ou privadas, sem fins lucrativos, com vistas a instrumentalizar a atuação no combate a atos atentatórios aos direitos dos idosos; promoção de cursos, palestras e outros eventos destinados a suprir as deficiências constatadas no exercício de atribuições que envolvam a proteção dos direitos dos idosos; elaboração de política institucional dirigida à realização de metas comuns no combate a atos que atentem contra os direitos dos idosos. VI - manter um banco de dados, com a finalidade de proporcionar maior eficiência e articulação no combate a atos atentatórios aos direitos dos idosos. Art. 4º Compete, ainda, ao GEIDO promover a interação dos Promotores de Justiça com atuação na área de defesa dos direitos dos idosos. Art. 5 o Compete ao Coordenador GEIDO, sem prejuízo das atribuições previstas no art. 3º deste Anexo II, exercer todas as funções que visem atender às finalidades do GEIDO, vedada a expedição de atos normativos. Art. 6º Compete aos Promotores de Justiça que integram o GEIDO a instauração de procedimentos administrativos preparatórios ou inquéritos civis destinados a
6 apurar a prática de atos atentatórios aos direitos dos idosos, adotando as medidas extrajudiciais e judiciais cabíveis e acompanhando os processos em andamento. Art. 7º As Promotorias de Justiça de todo o Estado da Bahia, com atribuições na defesa dos direitos dos idosos, encaminharão continuamente informações ao GEIDO, concernentes aos inquéritos civis e às ações judiciais instauradas, destinadas a alimentar o banco de dados previsto no art. 3º deste Anexo II. Art. 8º A critério do Procurador-Geral de Justiça, poderão ser designados Promotores de Justiça da mais elevada entrância para prestar serviços no GEIDO. Art. 9º O Coordenador do GEIDO apresentará ao Procurador-Geral de Justiça relatório circunstanciado de suas atividades até o dia 10 de dezembro de cada ano, ou sempre que solicitado. Art. 10 Os casos omissos serão resolvidos pelo Procurador-Geral de Justiça. ANEXO III
7 GRUPO DE ATUAÇÃO ESPECIAL DE DEFESA DA EDUCAÇÃO - GEDUC Art. 1º Fica instituído, no âmbito do Centro de Apoio Operacional às Promotorias de Justiça da Cidadania - CAOCI, o Grupo de Atuação Especial de Defesa de Educação - GEDUC, destinado a atuar na proteção da educação, na comarca da Capital, incentivando e auxiliando os órgãos de execução do Ministério Público do Estado da Bahia, com atribuições nesta área, nas comarcas de 1ª, 2ª e 3ª entrâncias. Art. 2º O GEDUC será formado por todos os Promotores de Justiça com atuação na proteção da educação, e coordenado por um Promotor de Justiça escolhido dentre os Promotores de Justiça de entrância especial, integrantes desse mesmo Grupo. Art. 3º Compete ao coordenador do GEDUC, juntamente com o Coordenador do CAOCI, ou por delegação deste, o desenvolvimento das seguintes atividades: I - estimular a integração e o intercâmbio entre os órgãos de execução que atuem na defesa da educação; II - encaminhar informações técnico-jurídicas, sem caráter vinculativo, aos órgãos de execução engajados na proteção da educação; III - prestar auxílio aos órgãos de execução mencionados no art. 1º deste Anexo III, na instrução de procedimentos administrativos preparatórios ou inquéritos civis, bem como na adoção de medidas judiciais; IV - promover encontros periódicos entre os Promotores de Justiça com atuação na defesa da educação, com o propósito de discutir questões afeitas à área; V - apresentar ao Coordenador do CAOCI proposta para: a) realização de convênios ou termos de parcerias com entidades públicas ou privadas, sem fins lucrativos, com vistas a instrumentalizar a atuação na defesa da educação; b) promoção de cursos, palestras e outros eventos destinados a suprir as deficiências constatadas no exercício de atribuições que envolvam a defesa da educação; c) elaboração de política institucional dirigida à realização de metas comuns na defesa da educação; VI - manter um banco de dados, com a finalidade de proporcionar maior eficiência e articulação na defesa da educação. Art. 4º Compete, ainda, ao GEDUC promover a interação dos Promotores de Justiça com atuação na área de defesa da educação. Art. 5 o Compete aos Promotores de Justiça que integram o GEDUC a instauração de procedimentos administrativos preparatórios ou inquéritos civis destinados a apurar a prática de atos atentatórios à educação, adotando as medidas extrajudiciais e judiciais cabíveis e acompanhando os processos em andamento. Art. 6º Compete ao Coordenador do GEDUC, sem prejuízo das atribuições previstas no art. 3º deste Anexo III, exercer todas as funções que visem atender às finalidades
8 do GEDUC, vedada a expedição de atos normativos. Art. 7º As Promotorias de Justiça de todo o Estado da Bahia, com atribuições de defesa da educação, encaminharão continuamente informações ao GEDUC, concernentes aos inquéritos civis e às ações judiciais instauradas, destinadas a alimentar o banco de dados previsto no art. 3º deste Anexo III. Art. 8º A critério do Procurador-Geral de Justiça, poderão ser designados Promotores de Justiça da mais elevada entrância para prestar serviços no GEDUC. Art. 9º O Coordenador do GEDUC apresentará ao Procurador-Geral de Justiça relatório circunstanciado de suas atividades até o dia 10 de dezembro de cada ano, ou sempre que solicitado. Art. 10 Os casos omissos serão resolvidos pelo Procurador-Geral de Justiça. ANEXO IV
9 GRUPO DE ATUAÇÃO ESPECIAL DA DEFESA DA SAÚDE - GESAU Art. 1º Fica instituído, no âmbito do Centro de Apoio Operacional às Promotorias de Justiça da Cidadania - CAOCI, o Grupo de Atuação Especial de Defesa da Saúde - GESAU, destinado a atuar na proteção da saúde, na comarca da Capital, incentivando e auxiliando os órgãos de execução do Ministério Público do Estado da Bahia, com atribuições nesta área, nas comarcas de 1ª, 2ª e 3ª entrâncias. Art. 2º O GESAU será formado por todos os Promotores de Justiça com atuação na proteção da saúde, e coordenado por um Promotor de Justiça escolhido dentre os Promotores de Justiça de entrância especial, integrantes desse mesmo grupo. Art. 3º Compete ao Coordenador do GESAU, juntamente com o Coordenador do CAOCI, ou por delegação deste, o desenvolvimento das seguintes atividades: I - estimular a integração e o intercâmbio entre os órgãos de execução que atuem na defesa da saúde; II - encaminhar informações técnico-jurídicas, sem caráter vinculativo, aos órgãos de execução engajados na proteção da saúde; III - prestar auxílio aos órgãos de execução mencionados no art. 1º deste Anexo IV, na instrução de procedimentos administrativos preparatórios ou inquéritos civis, na adoção de medidas judiciais ou na criação de mecanismos de fiscalização e acompanhamento das políticas públicas de saúde; IV - promover encontros periódicos entre os Promotores de Justiça com atuação na defesa da saúde, com o propósito de discutir questões afeitas à área; V - implementar registro eletrônico dos programas ministeriais de defesa da saúde pública; VI - implantar sistema de identificação de dados municipais e regionais que permita o conhecimento do perfil sócio-econômico e epidemiológico daquelas áreas; VII - implantar rede de compartilhamento de dados de interesse para a saúde pública, ampliando a produção e disseminação de informações, de modo a atender tanto às necessidades dos usuários, como às demandas encaminhadas aos membros do Ministério Público do Estado da Bahia que atuam na área da saúde pública; VIII - tornar a divulgação da informação em saúde mais acessível e compreensível à população, utilizando diferentes linguagens, mídias e veículos de comunicação, de forma a alcançar públicos específicos; IX - apresentar ao Coordenador do CAOCI proposta para: a) realização de convênios ou termos de parcerias com entidades públicas ou privadas, sem fins lucrativos, com vistas a instrumentalizar a atuação na defesa da saúde; b) promoção de cursos, palestras e outros eventos destinados a suprir as deficiências constatadas no exercício de atribuições que envolvam a defesa da saúde e de contribuir na capacitação dos Promotores com atuação na área de saúde;
10 c) elaboração de política institucional dirigida à realização de metas comuns na defesa da saúde; X - manter um banco de dados, com a finalidade de proporcionar maior eficiência e articulação na defesa da saúde. Art. 4º Compete, ainda, ao GESAU promover a interação dos Promotores de Justiça com atuação na área de defesa da saúde. Art. 5º Compete ao Coordenador do GESAU, sem prejuízo das atribuições previstas no art. 3º deste Anexo IV, exercer todas as funções que visem atender às finalidades do GESAU, vedada a expedição de atos normativos. Art. 6 o Compete aos Promotores de Justiça que integram o GESAU a instauração de procedimentos administrativos preparatórios ou inquéritos civis destinados a apurar a prática de atos atentatórios à saúde, adotando as medidas extrajudiciais e judiciais cabíveis e acompanhando os processos em andamento. Art. 7º As Promotorias de Justiça de todo o Estado da Bahia, com atribuições na defesa da saúde, encaminharão continuamente informações ao GESAU, concernentes aos inquéritos civis e às ações judiciais instauradas, destinadas a alimentar o banco de dados previsto no art. 3º deste Anexo IV. Art. 8º A critério do Procurador-Geral de Justiça, poderão ser designados Promotores de Justiça da mais elevada entrância para prestar serviços no GESAU. Art. 9º O Coordenador do GESAU apresentará ao Procurador-Geral de Justiça relatório circunstanciado de suas atividades até o dia 10 de dezembro de cada ano, ou sempre que solicitado. Art. 10 Os casos omissos serão resolvidos pelo Procurador-Geral de Justiça. ANEXO V
11 GRUPO DE ATUAÇÃO ESPECIAL DE DEFESA DOS DIREITOS DAS PESSOAS PORTADORAS DE DEFICIÊNCIA - GEDEF Art. 1º Fica instituído, no âmbito do Centro de Apoio Operacional às Promotorias de Justiça da Cidadania - CAOCI, o Grupo de Atuação Especial de Defesa dos Direitos das Pessoas Portadoras de Deficiência - GEDEF, destinado a atuar na proteção dos direitos das pessoas portadoras de deficiência, na comarca da Capital, incentivando e auxiliando os órgãos de execução do Ministério Público do Estado da Bahia, com atribuições nesta área, nas comarcas de 1ª, 2ª e 3ª entrâncias. Art. 2º O GEDEF será formado por todos os Promotores de Justiça com atuação na defesa dos direitos das pessoas portadoras de deficiência, e coordenado por um Promotor de Justiça escolhido dentre os Promotores de Justiça de entrância especial, integrantes desse mesmo Grupo. Art. 3º Compete ao Coordenador do GEDEF, juntamente com o CAOCI, ou por delegação deste, o desenvolvimento das seguintes atividades: I - estimular a integração e o intercâmbio entre os órgãos de execução que atuem na defesa dos direitos das pessoas portadoras de deficiência; II - encaminhar informações técnico-jurídicas, sem caráter vinculativo, aos órgãos de execução destinados à defesa dos direitos das pessoas portadoras de deficiência; III - prestar auxílio aos órgãos de execução mencionados no art. 1º deste Anexo V, na instrução de procedimentos administrativos preparatórios ou inquéritos civis, bem como na adoção de medidas judiciais; IV - promover encontros periódicos entre os Promotores de Justiça com atuação na defesa dos direitos das pessoas portadoras de deficiência, com o propósito de discutir questões afeitas à área; V - apresentar ao Coordenador do CAOCI proposta para: a) realização de convênios ou termos de parcerias com entidades públicas ou privadas, sem fins lucrativos, com vistas a instrumentalizar a atuação no combate a atos atentatórios aos direitos das pessoas portadoras de deficiência; b) promoção de cursos, palestras e outros eventos destinados a suprir as deficiências constatadas no exercício de atribuições que envolvam a proteção dos direitos das pessoas portadoras de deficiência; c) elaboração de política institucional dirigida à realização de metas comuns na defesa das pessoas portadoras de deficiência ou que atentem contra os direitos destas; VI - manter um banco de dados, com a finalidade de proporcionar maior eficiência e articulação no combate a atos atentatórios aos direitos das pessoas portadoras de deficiência. Art. 4º Compete, ainda, ao GEDEF promover a interação dos Promotores de Justiça com atuação na área de defesa dos direitos das pessoas portadoras de deficiência. Art. 5 o Compete aos Promotores de Justiça que integram o GEDEF a instauração de procedimentos administrativos preparatórios ou inquéritos civis destinados a
12 apurar a prática de atos atentatórios aos direitos das pessoas portadoras de deficiência, adotando as medidas extrajudiciais e judiciais cabíveis e acompanhando os processos em andamento. Art. 6º Compete ao Coordenador do GEDEF, sem prejuízo das atribuições previstas no art. 3º deste Anexo V, exercer todas as funções que visem atender às finalidades do GEDEF, constantes do aludido artigo, vedada a expedição de atos normativos. Art. 7º As Promotorias de Justiça de todo o Estado da Bahia, com atribuições na defesa dos direitos das pessoas portadoras de deficiência, encaminharão continuamente informações ao GEDEF, concernentes aos inquéritos civis e às ações judiciais instauradas, com vistas a alimentar o banco de dados previsto no art. 3º deste Anexo V. Art. 8º A critério do Procurador-Geral de Justiça, poderão ser designados Promotores de Justiça da mais elevada entrância para prestar serviços no GEDEF. Art. 9º O Coordenador do GEDEF apresentará ao Procurador-Geral de Justiça relatório circunstanciado de suas atividades até o dia 10 de dezembro de cada ano, ou sempre que solicitado. Art. 10 Os casos omissos serão resolvidos pelo Procurador-Geral de Justiça. ANEXO VI
13 GRUPO DE ATUAÇÃO ESPECIAL DO COMBATE À DISCRIMINAÇÃO - GEDIS Art. 1º Fica instituído, no âmbito do Centro de Apoio Operacional às Promotorias de Justiça da Cidadania, o Grupo de Atuação Especial de Combate à Discriminação - GEDIS, destinado a atuar no combate a atos de discriminação, na Comarca da Capital, incentivando e auxiliando os órgãos de execução do Ministério Público do Estado da Bahia, com atribuições nesta área, nas comarcas de 1ª, 2ª e 3ª entrâncias. Art. 2º O GEDIS será formado por todas as Promotorias de Justiça com atuação no combate à discriminação, e coordenado por um Promotor de Justiça escolhido dentre os Promotores de Justiça de entrância especial, integrantes desse mesmo grupo. Art. 3º Compete ao Coordenador do GEDIS, juntamente com o Coordenador do CAOCI, ou por delegação deste, o desenvolvimento das seguintes atividades: I - estimular a integração e o intercâmbio entre os órgãos de execução que atuem no combate à discriminação; II - encaminhar informações técnico-jurídicas, sem caráter vinculativo, aos órgãos de execução engajados no combate à discriminação; III - prestar auxílio aos órgãos de execução mencionados no art. 1º deste Anexo VI, na instrução de procedimentos administrativos preparatórios ou inquéritos civis, bem como na adoção de medidas judiciais; IV - promover encontros periódicos entre os Promotores de Justiça com atuação no combate à discriminação, com o propósito de discutir questões afeitas à área; V - apresentar ao Coordenador do CAOCI proposta para: a) realização de convênios ou termos de parcerias com entidades públicas ou privadas, sem fins lucrativos, com vistas a instrumentalizar a atuação no combate à discriminação; b) promoção de cursos, palestras e outros eventos destinados a suprir as deficiências constatadas no exercício de atribuições que envolvam combate à discriminação; c) elaboração de política institucional dirigida à realização de metas comuns no combate à discriminação. VI - manter um banco de dados, com a finalidade de proporcionar maior eficiência e articulação no combate à discriminação; Art. 4º Compete, ainda, ao GEDIS promover a interação dos Promotores de Justiça com atuação na área de combate à discriminação. Art. 5º Compete ao Coordenador do GEDIS, sem prejuízo das atribuições previstas no art. 3º deste Anexo VI, exercer todas as funções que visem atender às finalidades do GEDIS, constantes do aludido artigo, vedada à expedição de atos normativos. Art. 6 o Compete aos Promotores de Justiça que integram o GEDIS a instauração de procedimentos administrativos preparatórios ou inquéritos civis destinados a apurar a prática de atos discriminatórios, adotando as medidas extrajudiciais e judiciais
14 cabíveis e acompanhando os processos em andamento. Art. 7º As Promotorias de Justiça de todo o Estado da Bahia, com atribuições no combate à discriminação, encaminharão continuamente informações ao GEDIS, concernentes aos inquéritos civis e às ações judiciais instauradas, destinadas a alimentar o banco de dados previsto no art. 3º deste Anexo VI. Art. 8º A critério do Procurador-Geral de Justiça, poderão ser designados Promotores de Justiça da mais elevada entrância para prestar serviços no GEDIS. Art. 9º O Coordenador do GEDIS apresentará ao Procurador-Geral de Justiça relatório circunstanciado de suas atividades até o dia 10 de dezembro de cada ano, ou sempre que solicitado. Art. 10 Os casos omissos serão resolvidos pelo Procurador-Geral de Justiça.
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