A Propriedade Intelectual
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- Maria Clara Santiago de Barros
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1 Maria do Rosário Dias Camelo A Propriedade Intelectual REFERE-SE ÀS CRIAÇÕES DO ESPÍRITO HUMANO CONCEBIDAS PELA IMAGINAÇÃO E PELA CAPACIDADE CRIATIVA DO HOMEM, APOIADA NO CONHECIMENTO E NOS INVESTIMENTOS EM RECURSOS HUMANOS E MATERIAIS ARTES, CIÊNCIAS E DA TÉCNICA A Propriedade Industrial 20/06/06 2
2 A Propriedade Intelectual OBRA: UM INDIVÍDUO UM CONJUNTO DE INDIVÍDUOS UMA EMPRESA UM ORGANISMO DE INVESTIGAÇÃO A Propriedade Industrial 20/06/06 3 Em muitos casos, essas criações resultam da actividade de investigação desenvolvida em organismos de investigação, colocando-se algumas questões quanto à titularidade e exploração dessas criações, normalmente definidas em regulamentos de propriedade intelectual ou apenas industrial A Propriedade Industrial 20/06/06 4
3 Actualmente Reconhecimento generalizado da importância da propriedade intelectual Fundamental para o: Desenvolvimento económico, científico e cultural dos países Ex: SIUPI - Sistema de Incentivos à Utilização da Propriedade Industrial A Propriedade Industrial 20/06/06 5 Leis Previlégios Já vem do séc. XVIII Inventores A Propriedade Industrial 20/06/06 6
4 De cada Estado Protecção: Internacional Convenções Internacionais Ex: : Os expositores estrangeiros recusaram-se se a participar na Exposição Internacional das Invenções, em Viena, em 1873, por recearem que as suas ideias fossem roubadas e exploradas comercialmente noutros países A Propriedade Industrial 20/06/06 7 Destacam-se: se:.convenção de Paris para a Protecção da Propriedade Industrial de 1883.Convenção de Berna para a protecção das obras literárias e artísticas de 1886 Secretaria Internacional Organização Mundial da Propriedade Intelectual A Propriedade Industrial 20/06/06 8
5 .Tratado de cooperação em matéria de patentes, de 1988, concluído em Washington.Convenção de Munique sobre Patente Europeia A União Europeia também tem tido um papel importante: regulamentos e directivas Ex: : Regulamento de 1993 sobre a marca comunitária A Propriedade Industrial 20/06/06 9 Portanto, a protecção da Propriedade Intelectual resulta: Legislação Interna dos Estados Convenções Internacionais Legislação Europeia A Propriedade Industrial 20/06/06 10
6 Criações do Espírito Humano Direitos De Autor Propriedade Industrial A Propriedade Industrial 20/06/06 11 Direitos de autor criações de carácter literário, científico e artístico, como os romances, os poemas, as peças de teatro, os filmes, as obras musicais, as obras de arte (pinturas, esculturas, criações arquitecturais, etc.) A Propriedade Industrial 20/06/06 12
7 Propriedade Industrial abrange os direitos relativos a actividades empresariais, nos domínios industrial e comercial:.patentes.desenhos e Modelos Industriais.Marcas.Nome e Insígnia do estabelecimento.logótipos.denominações de Origem e Indicações Geográficas A Propriedade Industrial 20/06/06 13 Direitos de Autor Direito Civil
8 Propriedade Industrial Direito Comercial/Direito Industrial A Propriedade Industrial 20/06/06 15 Propriedade Industrial Código da Propriedade Industrial (2003( 2003) A Propriedade Industrial 20/06/06 16
9 Função da Propriedade Industrial Garantir a lealdade da concorrência Atribuição de Direitos Privativos A Propriedade Industrial 20/06/06 17 Direitos Privativos Inovações Sinais Distintivos Comércio A Propriedade Industrial 20/06/06 18
10 Inovações Patentes Modelos de utilidade Desenhos ou Modelos Topografias de produtos semi-condutores A Propriedade Industrial 20/06/06 19 Sinais Distintivos de Comércio Marcas Nome do Estabelecimento Denominações de origem Insígnia do Estabelecimento Logótipos A Propriedade Industrial 20/06/06 20
11 Actos atributivos destes direitos: Concessão Patentes, modelos de utilidade e Modelos e Desenhos Industriais Registo Marcas, Nome e Insígnia do estabelecimento, Logótipos, Denominações de Origem e Indicações Geográficas A Propriedade Industrial 20/06/06 21 Meios de Prova: Os respectivos Títulos escritos documentos Podem ser passados Certificados a pedido dos interessados A Propriedade Industrial 20/06/06 22
12 A quem compete a concessão e o registo destes direitos? INPI (Instituto Nacional da Propriedade Industrial) A Propriedade Industrial 20/06/06 23 Quem tem prioridade para obter a concessão ou o registo? O que primeiro apresentar regularmente o pedido, com os respectivos documentos A Propriedade Industrial 20/06/06 24
13 Após o pedido: É publicado Aviso no Boletim da Propriedade Industrial Prazo de reclamações A Propriedade Industrial 20/06/06 25 Posteriormente: O processo é examinado e informado para Despacho A Propriedade Industrial 20/06/06 26
14 Patentes Invenção É uma operação intelectual da qual resulta algo que aparece pela primeira vez A Propriedade Industrial 20/06/06 27 Invenção/Descoberta reporta-se a realidades pré-existentes ainda que desconhecidas A Propriedade Industrial 20/06/06 28
15 Invenção Produto Processo para obter um produto A Propriedade Industrial 20/06/06 29 Requisitos de patenteabilidade: A invenção tem que ser nova Tem que implicar actividade inventiva Tem que ser susceptível de Tem que ser susceptível de aplicação industrial A Propriedade Industrial 20/06/06 30
16 Novidade: Tem que se tratar de uma realidade desconhecida, não tornada acessível ao público (estado da técnica) A Propriedade Industrial 20/06/06 31 A novidade não é afastada: Divulgações perante sociedades científicas ou associações técnico profissionais Por motivo de concursos, exposições, feiras portuguesas ou internacionais, oficiais ou oficialmente reconhecidas A Propriedade Industrial 20/06/06 32
17 Desde que a patente: seja solicitada no prazo de 12 meses A Propriedade Industrial 20/06/06 33 Actividade Inventiva Se para um perito da especialidade não resultar de forma evidente do estado da técnica, isto é, que não seja capaz de chegar de forma evidente a um mesmo resultado A Propriedade Industrial 20/06/06 34
18 Índices: Carácter inesperado e surpreendente da invenção Dificuldades encontradas Progresso técnico que a invenção permite A Propriedade Industrial 20/06/06 35 Susceptibilidade de aplicação industrial: traduz a ideia de poder ser explorada economicamente (é suficiente a possibilidade de fabrico industrial, não se exigindo uma utilização industrial) A Propriedade Industrial 20/06/06 36
19 Não pode ser objecto de uma patente: As descobertas, as teorias científicas (semi- condutividade) e os métodos matemáticos Os materiais ou as substâncias já existentes na natureza e as matérias nucleares As criações estéticas (apreciação subjectiva) A Propriedade Industrial 20/06/06 37 Os projectos, os princípios e os métodos de exercício de actividades intelectuais em matéria de jogo ou no domínio das actividades económicas, bem como os programas de computadores, como tais, sem qualquer contributo Ex: método de estudo de línguas, um método de resolução de palavras cruzadas, um plano de organização comercial, mas o dispositivo já o pode ser A Propriedade Industrial 20/06/06 38
20 Programas de computador O programa é diferente do resultado que se consegue com a utilização do programa de computador. É preciso que haja um contributo técnico. Ex: pedido de patente que consistia num efeito técnico de aumento da durabilidade de um aparelho de raio x em resultado da acção conjugada com um programa de computador de processamento de dados A Propriedade Industrial 20/06/06 39 As apresentações de informação (os( suportes podem sê-lo lo) Os métodos de tratamento cirúrgico ou terapêutico do corpo humano ou animal e os métodos de diagnóstico aplicados ao corpo humano ou animal (os( medicamentos podem sê-lo assim como os instrumentos) A Propriedade Industrial 20/06/06 40
21 Também não são patenteáveis as invenções que forem contrárias à lei, à ordem pública ou aos bons costumes: Processos de clonagem em seres humanos Processos de modificação da identidade genética do ser humano As utilizações de embriões humanos para fins industriais ou comerciais A Propriedade Industrial 20/06/06 41 Os processos de modificação da identidade genética que possam causar sofrimentos aos animais sem utilidade médica substancial para o homem ou animal O corpo humano As variedades vegetais ou as raças animais A Propriedade Industrial 20/06/06 42
22 Vias de protecção da invenção: Via Nacional Via Europeia Via Internacional A Propriedade Industrial 20/06/06 43 Via Nacional É a mais económica Demora menos a obter o título É indicada quando se pretende obter a protecção em poucos países O pedido é feito em cada país em que se pretende a protecção Cada entidade administrativa tem que efectuar um exame formal e substancial A Propriedade Industrial 20/06/06 44
23 Titularidade da patente Inventor Entidade Patronal A Propriedade Industrial 20/06/06 45 Entidade Patronal: Nos casos em que a actividade inventiva está prevista no contrato de trabalho Mesmo que não esteja prevista, mas que se integre na sua actividade, a empresa tem direito de opção Isto aplica-se às patentes universitárias A Propriedade Industrial 20/06/06 46
24 Processo Requerimento (Língua Portuguesa) + Documentos -desenhos -resumo da invenção -reinvindicações A Propriedade Industrial 20/06/06 47 Pedido: INPI Exame - Forma - Substância A Propriedade Industrial 20/06/06 48
25 Exame forma Se regular Publicação no BPI A Propriedade Industrial 20/06/06 49 Exame substância Relatório Positivo Publicação no BPI A Propriedade Industrial 20/06/06 50
26 Decisões do INPI Recurso Tribunal de Comércio de Lisboa (3 meses) A Propriedade Industrial 20/06/06 51 Via Europeia Organização Europeia de Patentes sistema centralizado Instituto Europeu de Patentes Com base num pedido e num único processo de exame, é concedido um conjunto de patentes nacionais A Propriedade Industrial 20/06/06 52
27 Pedido INPI envia para o IEP (redigido numa das línguas oficiais: alemão, inglês e Francês) se aceite publicação no Boletim Europeu de Patentes Em média a obtenção de uma patente europeia demora mais de 3 anos e é válida por 20 anos A Propriedade Industrial 20/06/06 53 Via Internacional É estabelecida pelo Tratado de Cooperação em matéria de Patentes (PCT), concluído em 1970 É administrado pela Organização Mundial da Propriedade Intelectual O pedido é apresentado no INPI,, indicando-se os Estados onde se requer a protecção A Propriedade Industrial 20/06/06 54
28 Âmbito de Protecção e Direitos conferidos pela Patente Direito exclusivo de explorar a invenção durante um período de 20 anos,, no território onde foi solicitada a protecção Direito de impedir que terceiros, sem o seu consentimento, explorem a invenção ilícito criminal de contrafacção A Propriedade Industrial 20/06/06 55 Modelos de Utilidade Forma de protecção das invenções por um procedimento administrativo mais simplificado e acelerado do que o das patentes Tem uma duração mais curta 6 anos (podendo ir até 10) A Propriedade Industrial 20/06/06 56
29 Requisitos (= patentes) Novidade Actividade Inventiva (é menos rigoroso) Susceptibilidade de aplicação Industrial A Propriedade Industrial 20/06/06 57 Topografias de produtos semicondutores Produtos que desempenham funções electrónicas A protecção abrange um período de 10 anos A Propriedade Industrial 20/06/06 58
30 Desenhos ou modelos Protege criações estéticas =/= modelos de utilidade a forma é funcional, visa aumentar a utilidade do objecto Protege-se a aparência de um produto ou de uma parte do produto resultante das suas características: linhas, cores, forma, textura, ornamentação A Propriedade Industrial 20/06/06 59 Aqui a forma é sobretudo estética. Não se confunde com as obras de arte porque aqui visa-se se a produção em série Duração da protecção: 5 anos, renovável por períodos iguais até aos 25 anos Ex. Gaivotas da Barrinha da Praia de Mira A Propriedade Industrial 20/06/06 60
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