MEMÓRIA DE CÁLCULO PARA OS AJUSTES DO RELÉ DE PROTEÇÃO DE ALIMENTADOR SEL-751A

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1 MEMÓRIA DE CÁLCULO PARA OS DO RELÉ DE PROTEÇÃO DE ALIMENTADOR SEL-751A Rodovia Campinas-Mogi Mirim (SP-340), Km 118,5 - Prédio 11 - CEP Campinas-SP Pág. - 1/228

2 ÍNDICE PÁG. 1. INTRODUÇÃO CARACTERÍSTICAS DO RELÉ SEL-751A Funções de Proteção Funções de Medição Funções de Monitoramento Funções de Controle Integração e Comunicação Outras Características Kit Retrofit (Opcional) MEMÓRIA DE CÁLCULO Correntes de curtos-circuitos Global Group Front Panel Report Port F Port Port Port 3 / Modbus User Map DNP Maps ANEXOS Anexo I Referências Rodovia Campinas-Mogi Mirim (SP-340), Km 118,5 - Prédio 11 - CEP Campinas-SP Pág. - 2/228

3 1. INTRODUÇÃO O presente documento tem a finalidade de apresentar um exemplo de memória de cálculo e a respectiva parametrização dos ajustes, para o Relé de proteção de alimentador SEL-751A, utilizado na proteção de um alimentador de 13,8 kv, conforme Figura 1. Figura 1 Aplicação dos relés SEL-751A Rodovia Campinas-Mogi Mirim (SP-340), Km 118,5 - Prédio 11 - CEP Campinas-SP Pág. - 3/228

4 NOTA IMPORTANTE: Este documento é apenas um exemplo de memória de cálculo para o relé SEL- 751A, o profissional que irá executar os estudos deve ser qualificado para tal tarefa e utilizar de outras literaturas, não tomando este documento como única referência. Devido à complexidade e inúmeros detalhes das subestações onde o relé SEL-751A pode ser usado, a SCHWEITZER ENGINEERING LABORATORIES não se responsabiliza por qualquer uso inadequado deste documento e que venha a causar danos. Rodovia Campinas-Mogi Mirim (SP-340), Km 118,5 - Prédio 11 - CEP Campinas-SP Pág. - 4/228

5 Diagrama de Conexão O diagrama de conexão da Figura 2 ilustra as entradas, saídas e portas de comunicação do relé SEL-751A. Figura 2 Entradas, Saídas e Portas de Comunicação do Relé SEL-751A Rodovia Campinas-Mogi Mirim (SP-340), Km 118,5 - Prédio 11 - CEP Campinas-SP Pág. - 5/228

6 2. CARACTERÍSTICAS DO RELÉ SEL-751A O Relé de Proteção de Alimentadores SEL-751A fornece uma excelente combinação de funções de proteção, monitoramento, controle e comunicação, incluídas num pacote industrial. Funções de Proteção Padronizadas. Efetue a proteção de linhas e equipamentos usando elementos de sobrecorrente de fase, seqüência negativa, terra-residual e terra-neutro. Implemente esquema de rejeição de cargas e outros esquemas de controle usando proteção de sub/sobrefreqüência baseada em corrente e esquema falha de disjuntor para um disjuntor tripolar. Proteção contra Arcos Voltaicos Opcional. Use o SEL-751A com elementos de proteção e entradas opcionais para o detector de arco voltaico via quatro canais de fibra óptica. Elementos ajustáveis de sobrecorrente de fase e neutro para detecção do arco voltaico, combinados com elementos para detecção da luz indicativa da formação do arco voltaico, propiciam uma atuação rápida, segura e confiável da proteção durante eventos com arco voltaico. Funções de Proteção Opcionais. Use o SEL-751A com uma das opções de entrada de tensão para fornecer elementos de sub/sobrefreqüência, taxa de variação da freqüência, sub/sobretensão, check de sincronismo, monitor da tensão dc das baterias da subestação, detecção de arco voltaico, potência e elementos de medição da demanda. Controles do Operador e Religamento. Facilidade para abertura e fechamento do disjuntor através de quatro botões de pressão programáveis no painel frontal. Implemente funções de controle local e remoto, e efetue religamento seletivo com verificações de tensão e sincronismo (opcional). Software para Ajustes do Relé e das Lógicas. O Software AcSELerator QuickSet SEL-5030 reduz os custos de engenharia para programação das lógicas e dos ajustes do relé. As ferramentas do Software AcSELerator QuickSet facilitam o desenvolvimento das equações de controle SELogic. Medição e Monitoramento. Use as funções de medição incorporadas para eliminar os dispositivos de medição montados separadamente. Analise os relatórios do Registrador Seqüencial de Eventos ( Sequential Events Recorder SER) e os relatórios oscilográficos dos eventos para agilizar o comissionamento, testes e diagnósticos pós-falta. O protocolo de mensagens não solicitadas do SER permite a coleta de mensagens binárias do SER ao longo da subestação. A opção com detecção de arco voltaico fornece relatórios de evento e medição da intensidade da luz para os propósitos de comissionamento e captura dos eventos com arco voltaico para análise. Rodovia Campinas-Mogi Mirim (SP-340), Km 118,5 - Prédio 11 - CEP Campinas-SP Pág. - 6/228

7 Entradas de Tensão com Conexão em Estrela ou Conexão em V. As entradas de tensão opcionais permitem a conexão das entradas de tensão do relé em estrela, V com dois TPs ( open-delta ) ou individual. Recursos Adicionais Padronizados. O SEL-751A também inclui Modbus RTU, compatibilidade para Event Messenger, tecnologia de comunicação MIRRORED BITS, perfil de carga, monitoramento do desgaste do disjuntor, suporte para 12 RTDs externos (SEL-2600), entrada IRIG-B, equações SELogic avançadas e protocolo para os sincrofasores em conformidade com a norma IEEE C Recursos Opcionais. Selecione a partir de uma ampla oferta de recursos opcionais, incluindo IEC 61850, DNP3 serial e LAN/WAN, Modbus TCP/IP, 10 RTDs internos, entradas e saídas (I/Os) analógicas/digitais expandidas, entradas de tensão, entradas de fibra óptica para a função de detecção de arco voltaico, portas de comunicação EIA-232 ou EIA-485 adicionais, porta serial de fibra óptica, portas Ethernet de fibra óptica ou cobre, simples ou dual, e etiquetas configuráveis Funções de Proteção 50/51 - Sobrecorrente de fase instantânea e temporizada; 50/51G - Sobrecorrente residual instantânea e temporizada; 50/51N (ou GS) Sobrecorrente instantânea e temporizada de neutro ou terra; 50/51Q (46) - Sobrecorrente instantânea e temporizada de seqüência negativa; 50PAF Sobrecorrente de fase instantânea de alta velocidade para detecção de arco voltaico (opcional); 50NAF Sobrecorrente de neutro instantânea de alta velocidade para detecção de arco voltaico (opcional); 49 elemento térmico (opcional), com a utilização de RTDs; 81 Sub / Sobrefreqüência e taxa de variação de freqüência (opcional); 27/59 - Subtensão e sobretensão fase-neutro ou entre fases (opcional); 55 Fator de potência (opcional); 60 - Perda de potencial (opcional); 59Q (47) Sobretensão de seqüência negativa (fase reversa) (opcional); Rodovia Campinas-Mogi Mirim (SP-340), Km 118,5 - Prédio 11 - CEP Campinas-SP Pág. - 7/228

8 59N Sobretensão de seqüência zero (opcional), quando utilizados 3 TP a quatro fios. 86 Bloqueio; 50/62BF Falha de disjuntor; 79 Religamento Automático (4 tentativas) (opcional); 32 Direcional de potência (opcional); 25 - Check de Sincronismo (opcional); AFD Detecção de arco voltaico (opcional) Funções de Medição Correntes de fase (IA,IB, IC), de neutro (IN), residual (IG), correntes de seqüência negativa (3I2) e zero (3I0); Tensões de fase (VA,VB,VC), tensões fase-fase (VAB,VBC,VCA), tensão de sincronismo (Vs), de seqüência negativa (3V2), seqüência zero (3V0) e tensão DC (Vbat); Potência aparente, ativa e reativa trifásica; Fator de potência trifásico; Energia ativa e reativa trifásica; Freqüência; Medição de temperatura com até 12 RTD s (através do módulo externo SEL-2600) ou 10 RTD s com cartão interno. Tipo do RTD configurável: Pt100, Ni100, Ni120 ou Cu10 (opcional); Medição sincronizada de fasores Funções de Monitoramento Oscilografia de 15 (até 23 relatórios) ou 64 ciclos (até 5 relatórios). Resolução de 16 amostras/ciclo; Seqüência de eventos, armazena os últimos 1024 eventos; Relatório de Curva de Carga (load-profile), com coleta de até 17 grandezas analógicas com intervalos programáveis (5, 10, 15, 30 ou 60min.); Monitoramento do sistema de alimentação auxiliar CC, fornecendo alarme para sub ou sobretensão. Rodovia Campinas-Mogi Mirim (SP-340), Km 118,5 - Prédio 11 - CEP Campinas-SP Pág. - 8/228

9 2.4. Funções de Controle Número de entradas e saídas binárias: STANDARD: 2 entradas e 3 saídas digitais; Placas adicionais (até 3 placas): 04 Entradas para sensores de luz para detecção de arco voltaico; 10 RTD s internos; 4 Entradas e 4 Saídas Digitais; 4 Entradas Digitais e 4 Saídas Digitais de Estado Sólido 8 Entradas Digitais 3 Entradas e 4 Saídas Digitais e 1 Saída Analógica (4-20mA) 8 Entradas Analógicas (até ±10V ou ±20mA) 4 Entradas e 4 Saídas Analógicas (até ±10V ou ±20mA) 3 Entradas de Tensão AC (VA, VB, VC) 5 Entradas de Tensão AC (VA, VB, VC, Vsync, Vbat) Porta serial EIA-232/485 Comunicação DeviceNet EIA Retenção de sinal de disparo; Pushbottons frontais personalizáveis para controle local; Programação por equações lógicas e matemáticas SELogic para controle local e remoto, possuindo os seguintes elementos: 32 chaves locais; 32 chaves remotas; 32 temporizadores; 32 contadores 32 biestáveis; Operações: AND, OR, NOT, comparadores (=,<>,<, >, <=, >=), adição (+), subtração (-), multiplicação (*), divisão (/), detecção de borda de subida (R_TRIG) e detecção de borda de descida (F_TRIG). Rodovia Campinas-Mogi Mirim (SP-340), Km 118,5 - Prédio 11 - CEP Campinas-SP Pág. - 9/228

10 2.5. Integração e Comunicação 1 porta serial EIA-232 frontal; 1 porta serial EIA-232 ou EIA-485 traseira; 1 porta de fibra óptica serial; 1 ou 2 portas Ethernet; (opcional); 1 placa com porta serial EIA-485 ou EIA-232 traseira; (opcional); 1 placa para comunicação DeviceNet; (opcional); Sincronização horária por IRIG-B; Protocolos: Serial: ASCII, Modbus RTU, DNP3.0 Serial (opcional), DeviceNet (opcional), SEL Fast Meter, SEL Fast Operate, SEL Fast SER, SEL Fast Message, Mirrored Bits. Ethernet: Modbus TCP (opcional), DNP3.0 LAN/WAN (opcional), Telnet (opcional), FTP (opcional), IEC (opcional) Outras Características Painel frontal com LED s e rótulos (Labels) configuráveis, display LCD com 2 x 16 caracteres e teclado de fácil navegação; Alimentação Auxiliar: 24-48Vdc / Vdc / Vac Software amigável para parametrização (AcSELerator ); Contatos Standard: capacidade de condução contínua 70oC, capacidade de estabelecimento de condução 30A, capacidade de interrupção 0,3A (125Vcc, L/R = 40ms); Possibilidade de aumento da capacidade de interrupção para 10A (125Vcc, L/R = 40ms), utilizando SEL-9501/SEL Entradas de corrente: 1 A ou 5 A; Entrada de corrente de neutro de alta sensibilidade: 2,5mA; (opcional) Painel frontal atende os requisitos do NEMA12/IP65; Temperatura de operação 40 º a + 85 º C; Proteção Conformal Coating dos circuitos impressos contra agentes químicos (opcional); Garantia de dez anos; Rodovia Campinas-Mogi Mirim (SP-340), Km 118,5 - Prédio 11 - CEP Campinas-SP Pág. - 10/228

11 2.7. Kit Retrofit (Opcional) O relé pode ser fornecido com kit incluindo moldura para fácil substituição dos relés existentes pelo relé SEL-751A: Bezel, CO (FT-2) Bezel, IAC (S1) Bezel, GE F650 Bezel, série GE 700 Bezel, Basler 851/951 Bezel, série ABB 500 (1/2 Rack Case) Bezel, Siemens 7SJ61 (1/3 Rack Case) Cover Plate, CO (FT-2) Cover Plate, IAC (S1) Rodovia Campinas-Mogi Mirim (SP-340), Km 118,5 - Prédio 11 - CEP Campinas-SP Pág. - 11/228

12 3. MEMÓRIA DE CÁLCULO Os cálculos de ajustes e as parametrizações que serão definidos a seguir se referem ao Relé SEL-751A (IN = 5,0 A Fase e Neutro), utilizado no esquema de proteção de um alimentador fictício de 13,8 kv, representado na Figura Correntes de curtos-circuitos Os cálculos de curtos-circuitos para as condições Normal, Máxima e Mínima de operação, estão apresentados no anexo I Global General PHROT Phase Rotation Este ajuste define a rotação de fase. PHROT: ABC, ACB. PHROT = ABC FNOM Rated Frequency (Hz) Este ajuste define a freqüência nominal do sistema. FNOM: 50, 60 Hz. FNOM = DATE_F Date Format Este ajuste define o formato da data. DATE_F: MDY, YMD, DMY. DATE_F = MDY Rodovia Campinas-Mogi Mirim (SP-340), Km 118,5 - Prédio 11 - CEP Campinas-SP Pág. - 12/228

13 FAULT Fault Conditions (SELogic) Este ajuste define quais elementos terão a suspensão temporária da medição de valores máximos e mínimos durante uma falta. FAULT: SELogic Equation. Nesse exemplo as medições serão suspensas em caso de partida das unidades de sobrecorrente de fase ou terra e TRIP. FAULT = 50G1P OR 50N1P OR 51P1P OR 51QP OR 50Q1P OR TRIP Event Messenger EMP Messenger Points Enable O SEL-751A, quando usado com o SEL-3010 Event Messenger, pode permitir que até 32 mensagens em ASCII definidas pelo usuário, juntamente com dados analógicos medidos ou calculados pelo relé, sejam transformadas em mensagens de voz. Essa combinação permite que o usuário receba mensagens de voz em qualquer telefone, avisando quando da transição de qualquer Relay Word bit do relé. Notificação verbal de aberturas de disjuntores, falhas de fusíveis, alarmes de RTDs, etc., podem agora ser enviadas diretamente para seu telefone celular através do uso do SEL-751A e SEL (têm de estar conectados a uma linha de telefone analógica). Além disso, as mensagens podem incluir uma grandeza analógica, tal como medições de corrente, tensão ou potência efetuadas pelo SEL-751A. Essas mensagens trafegam virtualmente sobre qualquer meio com capacidade de suportar comunicações em texto tais como uma mensagem de texto via modem de telefone celular. Adicionalmente, elas podem ser enviadas para um dispositivo que as converte em áudio e, em seguida, efetua a ligação e reporta a mensagem audivelmente. Além dos métodos previamente mencionados de envio da mensagem de um evento como uma mensagem de texto e uma mensagem de voz audível, ela também pode ser convertida em uma mensagem de . Nesse caso, um transceptor serialpara-ethernet é conectado na Porta 3, o qual captura a mensagem de texto e a converte em um . Esse é então imediatamente enviado para um endereço individual, ou Rodovia Campinas-Mogi Mirim (SP-340), Km 118,5 - Prédio 11 - CEP Campinas-SP Pág. - 13/228

14 para vários endereços incluídos em um grupo, e é disponibilizado no PC, Blackberry ou outro PDA. Esse ajuste define o número de mensagens habilitado. EMP: N, 1 a 32. EMP = 1 Event Messenger n MPTRnn Messenger Point MPnn Trigger (Off, 1 Relay Word bit) Este ajuste define qual elemento iníciará o envio da mensagem nn, com nn entre 01 e 32. MPTRnn: OFF, 1 Relay Word bit. MPTR01 = OFF MPAQnn Messenger Point MPnn Analog Quantity (None, 1 analog quantity) Este é um ajuste opcional e pode ser usado para especificar uma Quantidade Analógica para ser formatada em uma mensagem nn, com nn entre 01 e 32. MPAQnn: None, 1 quantidade analógica. Nesse exemplo, a mensagem será usada para informar o valor da corrente de carga do circuito, em Amperes. MPAQ01 = 157, MPTXnn Messenger Point MPnn Text (148 characters) Este ajuste define o texto da mensagem nn desejada, com nn entre 01 e 32. MPTXnn: 148 caracteres. Rodovia Campinas-Mogi Mirim (SP-340), Km 118,5 - Prédio 11 - CEP Campinas-SP Pág. - 14/228

15 O local e resolução do valor da quantidade analógica dentro da mensagem podem ser especificados usando %.pf, onde: % = define a localização do valor. p = define a quantidade de casas decimais que será usada (até 6, se omitido o defaul é 6). f = indica o ponto flutuante do valor. Usando %d será arredondado para o valor mais próximo (p.e. 157 AMPERES). Nesse exemplo o formato da mensagem exibida será: A CORRENTE DE CARGA É 157,44 AMPERES. MPTX01 = A CORRENTE DE CARGA É %2f AMPERES Setting Group Selection O Relé SEL-751A armazena três grupos de ajustes. Os grupos de ajustes selecionáveis tornam o relé ideal para aplicações que necessitem alterações freqüentes de ajustes e para adaptar a proteção às alterações das condições do sistema. Pode-se selecionar o grupo ativo através de um contato de entrada, comando ou outras condições programáveis. Usando esses grupos de ajustes é possível cobrir uma ampla faixa de contingências de proteção e controle. Ao selecionar um grupo, também são selecionados os ajustes da lógica e quando programada pode adaptar os ajustes às diferentes condições de operação tais como manutenção da subestação, operações sazonais, contingências de emergência, e alterações da fonte, carregamento, e dos ajustes de relés adjacentes TGR Group Change Delay (Seconds) Este ajuste define o tempo decorrente entre o comando para mudança de grupo de ajustes e a ativação de um novo grupo de ajustes. TGR: 0 a 400 segundos. Ajustar para um tempo de 5 seg. TGR = 5 Rodovia Campinas-Mogi Mirim (SP-340), Km 118,5 - Prédio 11 - CEP Campinas-SP Pág. - 15/228

16 SS1 Select Settings Group 1 (SELogic) Este ajuste define a lógica necessária para a ativação do grupo de ajustes 1. Cada lógica pode ser programada para uma série de elementos e equações SELogic. SS1: SELogic Equation SS2 Select Settings Group 2 (SELogic) Este ajuste define a lógica necessária para a ativação do grupo de ajustes 2. Cada lógica pode ser programada para uma série de elementos e equações SELogic. SS2: SELogic Equation SS3 Select Settings Group 3 (SELogic) Este ajuste define a lógica necessária para a ativação do grupo de ajustes 3. Cada lógica pode ser programada para uma série de elementos e equações SELogic. SS3: SELogic Equation. Nesse exemplo não haverá comutação de grupos de ajustes. Observar que com todas as variáveis ajustadas para zero, a mudança de grupo de ajustes somente pode ser feita via interface serial ou via teclado frontal do relé. SS1 = 0 SS2 = 0 SS3 = 0 Synchronized Phasor Measurement O SEL-751A inclui a tecnologia de medição fasorial que fornece medições sincronizadas de fasores ao longo do sistema de potência. Essa tecnologia incorporada a um relé de proteção reduz ou elimina os custos incrementais de instalação e manutenção ao mesmo tempo em que mantém inalterada a confiabilidade do sistema. Usando a tecnologia de fasores sincronizados, é incorporado, sem muito esforço, aplicações de controle atuais e futuras nos mesmos dispositivos usados para proteção e controle do sistema de potência. Rodovia Campinas-Mogi Mirim (SP-340), Km 118,5 - Prédio 11 - CEP Campinas-SP Pág. - 16/228

17 Essa função permite melhorar a percepção do operador sobre as condições do sistema, usando dados em tempo real para visualizar os ângulos de carga, melhorar a análise de eventos e fornecer as medições dos estados. 10 DICAS DA SEL SOBRE APLICAÇÃO DE SINCROFASORES Existem muitas opções de uso para uma Concessionária de Energia Elétrica ao aplicar os recursos das medições sincronizadas de fasores. É possível utilizar tais recursos para se obter diversos benefícios que são desconhecidos pela maioria dos usuários. Os valores de tensão e corrente ficam precisamente alinhados, graças aos relógios GPS com precisão de microssegundos (como os GPS SEL 2401 e SEL 2407 de fabricação da SEL). Um microssegundo corresponde a apenas 0,02 graus elétricos a 60Hz e erros de fases são na maioria das vezes oriundos de TC s e TP s. A lista abaixo fornece 10 dicas de como atualmente se pode utilizar medição de fasores e é de grande utilidade para aqueles que trabalham com operação, COS - Centro de Operação do Sistema, gerenciamento de ativos, análise de perturbações, estudos elétricos e dinâmicos e testes ou comissionamento de sistemas de proteção. 1- Use Medição Sincronizada de Fasores Oriundas dos Relés Para Verificar as Condições dos Transformadores de Instrumentos da sua Subestação: Numa mesma subestação, quando os disjuntores estão fechados, todas os TP s das linhas e barramentos devem estar com mesma magnitude e fase. Nos relés SEL, através do comando "Meter PM" é possível simular de forma remota um voltímetro vetorial. 2- Verifique Polaridades, Defasagem e Relação dos TC s: Com uma pequena carga no sistema e com todos os relés sincronizados, basta aplicar a Lei de Kirchoff ao redor do barramento, fase por fase e com isto será possível visualizar remotamente qualquer erro de defasagem, polaridade ou de relação de transformação. 3- Verifique Polaridades, Defasagens e Relações de TC s e TP s nos Terminais de uma Linha de Transmissão: Basta executar o comando "Meter PM" num mesmo instante de tempo para ambos os terminais de uma linha de transmissão para verificar polaridades, defasagens e relações de transformação nos transformadores de instrumentos de cada SE. Para uma rápida Rodovia Campinas-Mogi Mirim (SP-340), Km 118,5 - Prédio 11 - CEP Campinas-SP Pág. - 17/228

18 verificação de sensibilidade, na maioria dos casos, não é necessário efetuar cálculos complexos utilizando os parâmetros da linha. Verifique se a fase A é realmente a fase A, para correntes e tensões, em ambos os terminais. Com fasores sincronizados em ambas as extremidades de uma linha, também se podem usar as equações da linha para cálculo exato e investigar erros que podem estar vindos de constantes da linha, TC s, TP s ou nas conexões de TC s e TP s. 4- Analíse Faltas e Verifique a Modelagem do Sistema: Calcule infeeds de todas as fontes, calcule resistências de faltas e verifique parâmetros de seqüência zero para linhas e fontes do sistema de potência. 5- Verifique seu Estimador de Estado: O estimador de estado estima magnitudes e ângulos das tensões das barras do sistema. Porém, ele é preciso? Através de disparo de medições em várias barras ao mesmo tempo, pode-se comparar as medições reais com as estimativas. Bastante útil para encontrar erros de dados no SCADA. 6- A Empresa não tem Estimador de Estado? Porém, pode ter algo MELHOR: Medição Direta do Estado do Sistema. Não somente uma medição direta, mas também uma medição mais freqüente, pois se pode ajustá-la para cada segundo versus uma estimação de 1 a 10 minutos. 7- Elabore um Sistema Automático de Verificação de Esquemas: Há muitos exemplos e citaremos apenas um. Quando 2 relés estão numa mesma barra ou mesmo TC ou TP eles deveriam estar medindo a mesma corrente ou tensão. Adicionalmente aos testes manuais acima citados, é possível elaborar check automático num processador de comunicação ou UTR para que verifique rotineiramente a possibilidade de existência de erros e forneça alarme quando algo estiver errado. Este erro pode ser com um relé, com um medidor, uma chave de teste, com o TC ou TP. Através da diferença entre os fasores, pode-se visualizar erros de magnitude e também de ângulo de fase. Rodovia Campinas-Mogi Mirim (SP-340), Km 118,5 - Prédio 11 - CEP Campinas-SP Pág. - 18/228

19 8- Monitore Ângulos Através do Sistema de Transmissão: Basta mostrar para o operador do sistema valores de tensão e ângulo de algumas poucas barras críticas. Os engenheiros de operação podem construir gráficos que mostram relações entre os ângulos e os possíveis cenários críticos para que os operadores possam facilmente entender e usar os dados. 9- Monitore Ângulos Entre o Sistema de Transmissão e Barras Críticas de Distribuição: Engenheiros de Operação e Planejamento podem montar gráficos que relacionem os ângulos com limites de estabilidade de tensão e desta forma os operadores terão uma ferramenta para visualizar e impedir colapso de tensão. 10- Registro de Oscilografia Coletados pelos Relés em Perfeita Sincronização: A nova versão do software SEL possibilita análise de diferentes relés SEL de forma sincronizada. Para obter estes recursos de forma estendida e ampla no sistema, a melhor forma é aplicar medição de fasores já inclusas nos relés de proteção. Relés de Proteção encontram aplicação obrigatória no sistema elétrico, ao passo que para aplicação de equipamentos separados (PMU s) existem limitações de verbas. Da mesma forma como a função de localização de faltas e oscilografia já vem inclusas nos relés de proteção, sugere-se que nas especificações de relés de proteção agregue-se funcionalidades de medição de fasores. Ao se especificar equipamentos em separado para exercerem estas funcionalidades haverá custos adicionais de aquisição, inspeção, testes, instalação, comissionamento e manutenção, além de não ter a possibilidade de usufruir os benefícios acima num maior número de pontos do sistema elétrico. Para aquelas Empresas que já possuem relés SEL em seu sistema, para obter os benefícios apontados acima, basta um pequeno investimento adicional para concentração e alinhamento dos dados. Rodovia Campinas-Mogi Mirim (SP-340), Km 118,5 - Prédio 11 - CEP Campinas-SP Pág. - 19/228

20 Selections EPMU Enable Synchronized Phasor Measurement Este ajuste define se o elemento de medição fasorial sincronizada estará habilitado para operação. EPMU: Y, N. Nesse exemplo essa função não será usada. EPMU = N MRATE Messages Per Second O relé deverá fornecer uma taxa selecionável de atualização dos dados dos sincrofasores de 1 a 10 vezes por segundo. MRATE: 1, 2, 5, 10 vezes por segundo. A Tabela 1 lista os ajustes da velocidade de transmissão de dados da porta serial disponível no SEL-751A e o tamanho máximo das mensagens em bytes correspondente, para cada taxa. As entradas em branco indicam mensagens menores que 20 bytes. Tabela 1 Relação entre Velocidade de Transmissão de Dados na Porta Serial do Sincrofasor e o Tamanho das Mensagens para cada Taxa MRATE = NUMANA Number of Analog Values Este ajuste define o número de valores analógicos definidos pelo usuário para ser incluído no fluxo de dados dos sincrofasores. Rodovia Campinas-Mogi Mirim (SP-340), Km 118,5 - Prédio 11 - CEP Campinas-SP Pág. - 20/228

21 É um dos seis ajustes que determinam a velocidade mínima da porta, necessário para suportar a taxa e tamanho do pacote de dados dos sincrofasores. NUMANA: 0 a 4. As escolhas para este ajuste dependem do projeto do sistema dos sincrofasores. O ajuste NUMANA = 0 não envia nenhum valor analógico definido pelo usuário. O ajuste NUMANA = 1 4 envia valores analógico definido pelo usuário, como listada na Tabela 2. Tabela 2 Valores Analógicos Definidos Pelo Usuário NUMANA = NUMDSW Number of 16-Bit Digital Status Words Este ajuste define o número da condição digital das palavras definidas pelo usuário para ser incluído no fluxo de dados dos sincrofasores. É um dos seis ajustes que determinam a velocidade mínima da porta, necessário para suportar a taxa e tamanho do pacote de dados dos sincrofasores. NUMDSW: 0, 1. As escolhas para este ajuste dependem do projeto do sistema do sincrofasor. A inclusão de dados binários pode ajudar na indicação do estado do disjuntor ou outros dados operacionais quando da utilização dos sincrofasores. O ajuste NUMDSW = 0 não envia nenhuma condição digital das palavras definidas pelo usuário. Rodovia Campinas-Mogi Mirim (SP-340), Km 118,5 - Prédio 11 - CEP Campinas-SP Pág. - 21/228

22 O ajuste NUMDSW = 1 envia a condição digital das palavras definidas pelo usuário. Tabela 3 Condição Digital das Palavras Definidas Pelo Usuário NUMDSW = IRIGC IRIG-B Control Bits Definition É possível combinar o SEL-751A com a interface da entrada do sinal recebido via satélite para sincronização dos relés (IRIG-B) para medir o ângulo do sistema em tempo real, com uma precisão na temporização de ±10 µs. A medição é feita em tempo real dos ângulos de fase de corrente e tensão instantâneos para melhorar a operação do sistema com as informações dos sincrofasores. È possível também substituir a medição de estado, validação de estudos ou efetuar o rastreamento da estabilidade do sistema. As medições fasoriais sincronizadas superam os requisitos de precisão/nível 0 definidos pela norma IEEE C Este ajuste define se a norma IEEE C será usada em conjunto com o IRIG-B. IRIGC: NONE, C IRIGC = NONE ID PMSTN Station Name (16 characters) Este ajuste identifica na subestação o alimentador onde será usado o sincrofasor. PMSTN: 16 caracteres. Rodovia Campinas-Mogi Mirim (SP-340), Km 118,5 - Prédio 11 - CEP Campinas-SP Pág. - 22/228

23 PMSTN = SEL-751A - ALIMENTADOR PMID PMU Hardware ID Este ajuste indica o local da memória onde serão armazenados os dados de medição obtidos para o sincrofasor. PMID: 1 a PMID = 1 Data Set PHDATAV Phasor Data Set, Voltages Este ajuste seleciona qual tensão será usada na medição fasorial sincronizada. Ajustando em V1 será usada somente a tensão de seqüência positiva. Ajustando em ALL serão usadas todas as tensões disponíveis, V1, VA, VB e VC. Ajustando em NA não será usada nenhuma tensão. PHDATAV: V1, ALL, NA. PHDATAV = V VCOMP Voltage Angle Compensation Factor (degrees) Este ajuste permite através do fator de compensação angular de tensão, corrigir erros provocados pelos transformadores de potencial ou por tipos de ligações. VCOMP: -179,99 a 180,00. VCOMP = 0,00 Rodovia Campinas-Mogi Mirim (SP-340), Km 118,5 - Prédio 11 - CEP Campinas-SP Pág. - 23/228

24 PHDATAI Phasor Data Set, Currents Este ajuste seleciona qual corrente será usada na medição fasorial sincronizada. Ajustando em I1 será usada a corrente de seqüência positiva I1. Ajustando em ALL serão usadas todas as correntes disponíveis, I1, IA, IB e IC. Ajustando em NA não será usada nenhuma corrente. PHDATAI: I1, ALL, NA. PHDATAI = I ICOMP Current Angle Compensation Factor (degrees) Este ajuste permite através do fator de compensação angular de corrente, corrigir erros provocados pelos transformadores de corrente ou por tipos de ligações. ICOMP: -179,99 a 180,00. ICOMP = 0,00 Trig TREA1 Trigger Reason Bit 1, (SELogic) Este ajuste define qual elemento ou lógica programável, que iniciará o envio de mensagem referente ao sincrofasor, em conformidade com a norma IEEE C Estes bits podem ser usados para enviar várias mensagens com baixo nível de banda larga via fluxo de mensagem de sincrofasor. Podem também ser usados para enviar informações binárias diretamente, sem a necessidade de administrar a codificação das mensagens de partida em SELogic. TREA1: SELogic Equation. TREA1 = TRIP OR ER Rodovia Campinas-Mogi Mirim (SP-340), Km 118,5 - Prédio 11 - CEP Campinas-SP Pág. - 24/228

25 TREA2 Trigger Reason Bit 2, (SELogic) Este ajuste define qual elemento ou lógica programável, que iniciará o envio de mensagem referente ao sincrofasor, em conformidade com a norma IEEE C Estes bits podem ser usados para enviar várias mensagens com baixo nível de banda larga via fluxo de mensagem de sincrofasor. Podem também ser usados para enviar informações binárias diretamente, sem a necessidade de administrar a codificação das mensagens de partida em SELogic. TREA2: SELogic Equation. TREA2 = 81D1T OR 81D2T OR 81D3T OR 81D4T TREA3 Trigger Reason Bit 3, (SELogic) Este ajuste define qual elemento ou lógica programável, que iniciará o envio de mensagem referente ao sincrofasor, em conformidade com a norma IEEE C Estes bits podem ser usados para enviar várias mensagens com baixo nível de banda larga via fluxo de mensagem de sincrofasor. Podem também ser usados para enviar informações binárias diretamente, sem a necessidade de administrar a codificação das mensagens de partida em SELogic. TREA3: SELogic Equation. TREA3 = 59P1T OR 59P2T TREA4 Trigger Reason Bit 4, (SELogic) Este ajuste define qual elemento ou lógica programável, que iniciará o envio de mensagem referente ao sincrofasor, em conformidade com a norma IEEE C Estes bits podem ser usados para enviar várias mensagens com baixo nível de banda larga via fluxo de mensagem de sincrofasor. Podem também ser usados para enviar informações binárias diretamente, sem a necessidade de administrar a codificação das mensagens de partida em SELogic. TREA4: SELogic Equation. Rodovia Campinas-Mogi Mirim (SP-340), Km 118,5 - Prédio 11 - CEP Campinas-SP Pág. - 25/228

26 TREA4 = 27P1T OR 27P2T PMTRIG Trigger (SELogic) Para que o processador do sincrofasor leia os campos TREA1 a TREA4, estes deverão estar definidos no ajuste de PMTRIG. PMTRIG = TREA1 OR TREA2 OR TREA3 OR TREA4 Breaker Failure O relé SEL-751A oferece uma lógica flexível para a função de falha de disjuntor, conforme Figura 3. Figura 3 Lógica de Falha de Disjuntor ABF 52A Interlock in BF Logic Este ajuste define se a lógica de Falha de Disjuntor será habilitada para operação. 52ABF: Y, N. 52ABF = Y Rodovia Campinas-Mogi Mirim (SP-340), Km 118,5 - Prédio 11 - CEP Campinas-SP Pág. - 26/228

27 BFD Breaker Failure Delay (Seconds) Este ajuste define a temporização da função de Falha de Disjuntor. BFD: 0,00 a 2,00 segundos. BFD = 0, BFI Breaker Failure Initiate (SELogic) Este ajuste define quais elementos irão iniciar o esquema de Falha de Disjuntor. BFI: SELogic. BFI = R_TRIG TRIP Arc-Flash Protection Uma falta à terra ou curto-circuito com arco num cubículo de baixa ou média tensão pode causar sérios danos aos equipamentos e ferimentos nas pessoas. Esses eventos também podem provocar interrupções de energia prolongadas e de alto custo. A melhor forma para minimizar o impacto de um evento com arco voltaico é reduzir os tempos de detecção e abertura do disjuntor. Os sistemas de proteção convencionais podem precisar de vários ciclos para detectar a falta por sobrecorrente resultante e abrir o disjuntor. Em alguns casos, pode não haver corrente suficiente para detectar uma falta por sobrecorrente. Em algumas aplicações, a abertura pode levar centenas de milissegundos em função de fatores como sensibilidade e seletividade. A proteção baseada na detecção de arcos voltaicos ( arc-flash detection AFD) pode atuar no disjuntor em poucos milissegundos (2 5 ms). Esta resposta rápida pode limitar a energia do arco voltaico, evitando, dessa forma, o ferimento das pessoas e limitando ou eliminado os danos aos equipamentos. A opção da proteção com detecção de arco voltaico do relé SEL-751A adiciona elementos de proteção e entradas AFD via quatro canais de fibra óptica. Cada canal tem um receptor de fibra óptica e um transmissor de fibra óptica baseado em LEDs que continuamente efetua autodiagnósticos e monitora o circuito óptico para detectar e dar alarme na ocorrência de qualquer mau funcionamento. Rodovia Campinas-Mogi Mirim (SP-340), Km 118,5 - Prédio 11 - CEP Campinas-SP Pág. - 27/228

28 O arco voltaico gera uma luminosidade que é capturada por um difusor óptico (localizado adequadamente dentro do cubículo) e transmitida via cabo de fibra óptica de plástico de µm para o detector óptico instalado internamente ao relé. O relé efetua testes de loopback do sensor do sistema óptico usando um transmissor baseado em LED para transmitir pulsos luminosos em intervalos regulares para os sensores pontuais (através de um segundo cabo de fibra óptica). Se o receptor óptico do relé não detectar esta luminosidade, o relé declara uma condição de mau funcionamento e gera um alarme. Para maiores informações sobre arco voltaico, ver o artigo (SISTEMA DE PROTEÇÃO CONTRA ARCO VOLTAICO EM PAINÉIS DE MÉDIA E BAIXA TENSÃO) no site PAFP Arc Flash Maximum Phase Overcurrent Pickup (Amps sec.) Este ajuste define a grandeza de operação do elemento de sobrecorrente de fase instantânea de alta velocidade, para detecção de arco voltaico. 50PAFP: OFF, 0,10 a 20,00 A/sec. 50PAFP = OFF NAFP Arc Flash Neutral Phase Overcurrent Pickup (Amps sec.) Este ajuste define a grandeza de operação do elemento de sobrecorrente de neutro instantânea de alta velocidade, para detecção de arco voltaico. 50NAFP: OFF, 0,10 a 20,00 A/sec. 50NAFP = OFF AOUTSLOT Select Arc Flesh Output Slot Este ajuste define os contatos de saída de alta velocidade que serão usados na proteção contra arco voltaico. Por exemplo, se o slot 3 for selecionado (AOUTSLOT = 301_2) as equações SELogic OUT301 e OUT302 serão processadas na relação de 1/16 de ciclo. AOUTSLOT: 101_2, 301_2, 401_2. Rodovia Campinas-Mogi Mirim (SP-340), Km 118,5 - Prédio 11 - CEP Campinas-SP Pág. - 28/228

29 AOUTSLOT = 101_2 Sensor AFSENS1 Arc Flesh Input 1 Sensor Type Este ajuste define qual o tipo do contato de entrada 1 que será usado na proteção contra arco voltaico. AFSENS1: NONE, POINT, FIBER. AFSENS1= FIBER TOL1P Time-Over-Light Pickup 1 (%) Este ajuste define a intensidade de luz do arco voltaico em por cento do fundo de escala. O ajuste típico de TOL1P se baseia no nível de luz ambiente, o qual é continuamente medido e pode ser facilmente exibido no painel dianteiro através do menu METER > Light Intensity e também no comando MET L. Deve ser ajustado acima da intensidade de luz normal mais alta esperada. TOL1P: OFF, 0,60 a 4,00 % (FIBER) OFF, 3,00 a 20,00 % (POINT) TOL1P = 3,00 Sensor AFSENS2 Arc Flesh Input 2 Sensor Type Este ajuste define qual o tipo do contato de entrada 2 que será usado na proteção contra arco voltaico. AFSENS2: NONE, POINT, FIBER. AFSENS2= FIBER Rodovia Campinas-Mogi Mirim (SP-340), Km 118,5 - Prédio 11 - CEP Campinas-SP Pág. - 29/228

30 TOL2P Time-Over-Light Pickup 2 (%) Este ajuste define a intensidade de luz do arco voltaico em por cento do fundo de escala. O ajuste típico de TOL2P se baseia no nível de luz ambiente, o qual é continuamente medido e pode ser facilmente exibido no painel dianteiro através do menu METER > Light Intensity e também no comando MET L. Deve ser ajustado acima da intensidade de luz normal mais alta esperada. TOL2P: OFF, 0,60 a 4,00 % (FIBER) OFF, 3,00 a 20,00 % (POINT) TOL2P = 3,00 Sensor AFSENS3 Arc Flesh Input 3 Sensor Type Este ajuste define qual o tipo do contato de entrada 3 que será usado na proteção contra arco voltaico. AFSENS3: NONE, POINT, FIBER. AFSENS3= FIBER TOL3P Time-Over-Light Pickup 3 (%) Este ajuste define a intensidade de luz do arco voltaico em por cento do fundo de escala. O ajuste típico de TOL3P se baseia no nível de luz ambiente, o qual é continuamente medido e pode ser facilmente exibido no painel dianteiro através do menu METER > Light Intensity e também no comando MET L. Deve ser ajustado acima da intensidade de luz normal mais alta esperada. TOL3P: OFF, 0,60 a 4,00 % (FIBER) OFF, 3,00 a 20,00 % (POINT) TOL3P = 3,00 Rodovia Campinas-Mogi Mirim (SP-340), Km 118,5 - Prédio 11 - CEP Campinas-SP Pág. - 30/228

31 Sensor AFSENS4 Arc Flesh Input 4 Sensor Type Este ajuste define qual o tipo do contato de entrada 4 que será usado na proteção contra arco voltaico. AFSENS4: NONE, POINT, FIBER. AFSENS4= FIBER TOL4P Time-Over-Light Pickup 4 (%) Este ajuste define a intensidade de luz do arco voltaico em por cento do fundo de escala. O ajuste típico de TOL4P se baseia no nível de luz ambiente, o qual é continuamente medido e pode ser facilmente exibido no painel dianteiro através do menu METER > Light Intensity e também no comando MET L. Deve ser ajustado acima da intensidade de luz normal mais alta esperada. TOL4P: OFF, 0,60 a 4,00 % (FIBER) OFF, 3,00 a 20,00 % (POINT) TOL4P = 3,00 Analog Inputs Slot C Input 1 a AI30nNAM AI30n Instrument Tag Name (8 characters) Este ajuste define o nome da entrada analógica AI30n, com n entre 1 e 8. AI30nNAM: 8 caracteres alfanuméricos. AI30nNAM = AI30n Rodovia Campinas-Mogi Mirim (SP-340), Km 118,5 - Prédio 11 - CEP Campinas-SP Pág. - 31/228

32 AI30nTYP AI30n Input Type Este ajuste define qual o tipo de transdutor que será usado na entrada analógica AI30n, com n entre 1 e 8. AI30nTYP: I, V. AI30nTYP = I AI30nL AI30n Low Input Value Este ajuste define o nível mais baixo de corrente ou tensão no transdutor da entrada analógica AI30n, com n entre 1 e 8. AI30nL: -20,480 a 20,480 ma. (I) -10,240 a 10,240 V (V) AI30nL = 4, AI30nH AI30n High Input Value Este ajuste define o nível mais alto de corrente ou tensão no transdutor da entrada analógica AI30n, com n entre 1 e 8. AI30nH: -20,480 a 20,480 ma. (I) -10,240 a 10,240 V (V) AI30nH = 20, AI30nEU AI30n Engineering Units (16 characters) Este ajuste define a unidade de engenharia aplicável na entrada analógica AI30n, com n entre 1 e 8. Unidades de engenharia se referem às quantidades reais medidas, isto é, temperatura, pressão, etc. Estão disponíveis até 16 caracteres para atribuir nomes descritivos para as unidades de engenharia. Considerando, por exemplo, que será medido a temperatura, será utilizado graus C (sem aspas) como unidade de engenharia. AI30nEU: 16 caracteres. Rodovia Campinas-Mogi Mirim (SP-340), Km 118,5 - Prédio 11 - CEP Campinas-SP Pág. - 32/228

33 AI30nEU = Graus C AI30nEL AI30n Low Input Engineering Units Este ajuste define o nível mais baixo nas unidades de engenharia aplicável na entrada analógica AI30n, com n entre 1 e 8. AI30nEL: ,000 a 99999,000. AI30nEL = -50, AI30nEH AI30n High Input Engineering Units Este ajuste define o nível mais alto nas unidades de engenharia aplicável na entrada analógica AI30n, com n entre 1 e 8. AI30nEH: ,000 a 99999,000. AI30nEH = 150, AI30nLW1 AI30n Low Warn Level 1 Este ajuste é utilizado para gerar uma advertência de nível 1, quando a medida utilizada na entrada analógica AI30n, com n entre 1 e 8, atingir o nível mais baixo. AI30nLW1: OFF, ,000 a 99999,000. AI30nLW1 = OFF AI30nLW2 AI30n Low Warn Level 2 Este ajuste é utilizado para gerar uma advertência de nível 2, quando a medida utilizada na entrada analógica AI30n, com n entre 1 e 8, atingir o nível mais baixo. AI30nLW2: OFF, ,000 a 99999,000. Rodovia Campinas-Mogi Mirim (SP-340), Km 118,5 - Prédio 11 - CEP Campinas-SP Pág. - 33/228

34 AI30nLW2 = OFF AI30nLAL AI30n Low Alarm Este ajuste é utilizado para gerar um alarme, quando a medida utilizada na entrada analógica AI30n, com n entre 1 e 8, atingir o nível mais baixo. AI30nLAL: OFF, ,000 a 99999,000. AI30nLAL = OFF AI30nHW1 AI30n High Warn Level 1 Este ajuste é utilizado para gerar uma advertência de nível 1, quando a medida utilizada na entrada analógica AI30n, com n entre 1 e 8, atingir o nível mais alto. AI30nHW1: OFF, ,000 a 99999,000. AI30nHW1 = OFF AI30nHW2 AI30n High Warn Level 2 Este ajuste é utilizado para gerar uma advertência de nível 2, quando a medida utilizada na entrada analógica AI30n, com n entre 1 e 8, atingir o nível mais alto. AI30nHW2: OFF, ,000 a 99999,000. AI30nHW2 = OFF Rodovia Campinas-Mogi Mirim (SP-340), Km 118,5 - Prédio 11 - CEP Campinas-SP Pág. - 34/228

35 AI30nHAL AI30n High Alarm Este ajuste é utilizado para gerar um alarme, quando a medida utilizada na entrada analógica AI30n, com n entre 1 e 8, atingir o nível mais alto. AI30nHAL: OFF, ,000 a 99999,000. AI30nHAL = OFF Slot D Input 1 a AI40nNAM AI40n Instrument Tag Name (8 characters) Este ajuste define o nome da entrada analógica AI40n, com n entre 1 e 8. AI40nNAM: 8 caracteres alfanuméricos. AI40nNAM = AI40n AI40nTYP AI40n Input Type Este ajuste define qual o tipo de transdutor que será usado na entrada analógica AI40n, com n entre 1 e 8. AI40nTYP: I, V. AI40nTYP = I AI40nL AI40n Low Input Value Este ajuste define o nível mais baixo de corrente ou tensão no transdutor da entrada analógica AI40n, com n entre 1 e 8. AI40nL: -20,480 a 20,480 ma. (I) -10,240 a 10,240 V (V) AI40nL = 4,000 Rodovia Campinas-Mogi Mirim (SP-340), Km 118,5 - Prédio 11 - CEP Campinas-SP Pág. - 35/228

36 AI40nH AI40n High Input Value Este ajuste define o nível mais alto de corrente ou tensão no transdutor da entrada analógica AI40n, com n entre 1 e 8. AI40nH: -20,480 a 20,480 ma. (I) -10,240 a 10,240 V (V) AI40nH = 20, AI40nEU AI40n Engineering Units (16 characters) Este ajuste define a unidade de engenharia aplicável na entrada analógica AI40n, com n entre 1 e 8. Unidades de engenharia se referem às quantidades reais medidas, isto é, temperatura, pressão, etc. Estão disponíveis até 16 caracteres para atribuir nomes descritivos para as unidades de engenharia. Considerando, por exemplo, que será medido a temperatura, será utilizado graus C (sem aspas) como unidade de engenharia. AI40nEU: 16 caracteres. AI40nEU = Graus C AI40nEL AI40n Low Input Engineering Units Este ajuste define o nível mais baixo nas unidades de engenharia aplicável na entrada analógica AI40n, com n entre 1 e 8. AI40nEL: ,000 a 99999,000. AI40nEL = -50, AI40nEH AI40n High Input Engineering Units Este ajuste define o nível mais alto nas unidades de engenharia aplicável na entrada analógica AI40n, com n entre 1 e 8. AI40nEH: ,000 a 99999,000. Rodovia Campinas-Mogi Mirim (SP-340), Km 118,5 - Prédio 11 - CEP Campinas-SP Pág. - 36/228

37 AI40nEH = 150, AI40nLW1 AI40n Low Warn Level 1 Este ajuste é utilizado para gerar uma advertência de nível 1, quando a medida utilizada na entrada analógica AI40n, com n entre 1 e 8, atingir o nível mais baixo. AI40nLW1: OFF, ,000 a 99999,000. AI40nLW1 = OFF AI40nLW2 AI40n Low Warn Level 2 Este ajuste é utilizado para gerar uma advertência de nível 2, quando a medida utilizada na entrada analógica AI40n, com n entre 1 e 8, atingir o nível mais baixo. AI40nLW2: OFF, ,000 a 99999,000. AI40nLW2 = OFF AI40nLAL AI40n Low Alarm Este ajuste é utilizado para gerar um alarme, quando a medida utilizada na entrada analógica AI40n, com n entre 1 e 8, atingir o nível mais baixo. AI40nLAL: OFF, ,000 a 99999,000. AI40nLAL = OFF AI40nHW1 AI40n High Warn Level 1 Este ajuste é utilizado para gerar uma advertência de nível 1, quando a medida utilizada na entrada analógica AI40n, com n entre 1 e 8, atingir o nível mais alto. AI40nHW1: OFF, ,000 a 99999,000. Rodovia Campinas-Mogi Mirim (SP-340), Km 118,5 - Prédio 11 - CEP Campinas-SP Pág. - 37/228

38 AI40nHW1 = OFF AI40nHW2 AI40n High Warn Level 2 Este ajuste é utilizado para gerar uma advertência de nível 2, quando a medida utilizada na entrada analógica AI40n, com n entre 1 e 8, atingir o nível mais alto. AI40nHW2: OFF, ,000 a 99999,000. AI40nHW2 = OFF AI40nHAL AI40n High Alarm Este ajuste é utilizado para gerar um alarme, quando a medida utilizada na entrada analógica AI40n, com n entre 1 e 8, atingir o nível mais alto. AI40nHAL: OFF, ,000 a 99999,000. AI40nHAL = OFF Slot E Input 1 a AI50nNAM AI50n Instrument Tag Name (8 characters) Este ajuste define o nome da entrada analógica AI50n, com n entre 1 e 8. AI50nNAM: 8 caracteres alfanuméricos. AI50nNAM = AI50n Rodovia Campinas-Mogi Mirim (SP-340), Km 118,5 - Prédio 11 - CEP Campinas-SP Pág. - 38/228

39 AI50nTYP AI50n Input Type Este ajuste define qual o tipo de transdutor que será usado na entrada analógica AI50n, com n entre 1 e 8. AI50nTYP: I, V. AI50nTYP = I AI50nL AI50n Low Input Value Este ajuste define o nível mais baixo de corrente ou tensão no transdutor da entrada analógica AI50n, com n entre 1 e 8. AI50nL: -20,480 a 20,480 ma. (I) -10,240 a 10,240 V (V) AI50nL = 4, AI50nH AI50n High Input Value Este ajuste define o nível mais alto de corrente ou tensão no transdutor da entrada analógica AI50n, com n entre 1 e 8. AI50nH: -20,480 a 20,480 ma. (I) -10,240 a 10,240 V (V) AI50nH = 20, AI50nEU AI50n Engineering Units (16 characters) Este ajuste define a unidade de engenharia aplicável na entrada analógica AI50n, com n entre 1 e 8. Unidades de engenharia se referem às quantidades reais medidas, isto é, temperatura, pressão, etc. Estão disponíveis até 16 caracteres para atribuir nomes descritivos para as unidades de engenharia. Considerando, por exemplo, que será medido a temperatura, será utilizado graus C (sem aspas) como unidade de engenharia. AI50nEU: 16 caracteres. Rodovia Campinas-Mogi Mirim (SP-340), Km 118,5 - Prédio 11 - CEP Campinas-SP Pág. - 39/228

40 AI50nEU = Graus C AI50nEL AI50n Low Input Engineering Units Este ajuste define o nível mais baixo nas unidades de engenharia aplicável na entrada analógica AI50n, com n entre 1 e 8. AI50nEL: ,000 a 99999,000. AI50nEL = -50, AI50nEH AI50n High Input Engineering Units Este ajuste define o nível mais alto nas unidades de engenharia aplicável na entrada analógica AI50n, com n entre 1 e 8. AI50nEH: ,000 a 99999,000. AI50nEH = 150, AI50nLW1 AI50n Low Warn Level 1 Este ajuste é utilizado para gerar uma advertência de nível 1, quando a medida utilizada na entrada analógica AI50n, com n entre 1 e 8, atingir o nível mais baixo. AI50nLW1: OFF, ,000 a 99999,000. AI50nLW1 = OFF AI50nLW2 AI50n Low Warn Level 2 Este ajuste é utilizado para gerar uma advertência de nível 2, quando a medida utilizada na entrada analógica AI50n, com n entre 1 e 8, atingir o nível mais baixo. AI50nLW2: OFF, ,000 a 99999,000. Rodovia Campinas-Mogi Mirim (SP-340), Km 118,5 - Prédio 11 - CEP Campinas-SP Pág. - 40/228

41 AI50nLW2 = OFF AI50nLAL AI50n Low Alarm Este ajuste é utilizado para gerar um alarme, quando a medida utilizada na entrada analógica AI50n, com n entre 1 e 8, atingir o nível mais baixo. AI50nLAL: OFF, ,000 a 99999,000. AI50nLAL = OFF AI50nHW1 AI50n High Warn Level 1 Este ajuste é utilizado para gerar uma advertência de nível 1, quando a medida utilizada na entrada analógica AI50n, com n entre 1 e 8, atingir o nível mais alto. AI50nHW1: OFF, ,000 a 99999,000. AI50nHW1 = OFF AI50nHW2 AI50n High Warn Level 2 Este ajuste é utilizado para gerar uma advertência de nível 2, quando a medida utilizada na entrada analógica AI50n, com n entre 1 e 8, atingir o nível mais alto. AI50nHW2: OFF, ,000 a 99999,000. AI50nHW2 = OFF AI50nHAL AI50n High Alarm Este ajuste é utilizado para gerar um alarme, quando a medida utilizada na entrada analógica AI50n, com n entre 1 e 8, atingir o nível mais alto. AI50nHAL: OFF, ,000 a 99999,000. Rodovia Campinas-Mogi Mirim (SP-340), Km 118,5 - Prédio 11 - CEP Campinas-SP Pág. - 41/228

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