Panorama do Plamus Julho de 2015
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- Ana Clara Amélia Bonilha Henriques
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1 Panorama do Plamus Julho de 2015
2 O PLAMUS foi elaborado por consórcio de três empresas LogitEngenharia, Strategy& e Machado Meyer Advogados, com cinco parceiros Consórcio Empresa brasileira, fundada há mais de 20 anos, com ampla experiência no planejamento de transporte no Brasil e em diversas partes do mundo Expertise em elaboração de planos de mobilidade urbana e planos diretores de transportes para municípios Empresa global, líder em consultoria de estratégia e gestão, com mais de 40 anos de presença no Brasil Ampla experiência em projetos em Transportes em Massa, incluindo Transporte Público na América Latina e demais regiões Parceiros Criada em 2005, a EMBARQ Brasil integra a rede EMBARQ, que tem sede em Washington, nos EUA, dentro do WRI (World Resources Institute) O ITDP é uma organização sem fins lucrativos, fundada em Nova Iorque em 1985, com a missão de promover soluções de transporte sustentável e equitativo em todo o mundo A Urban Systems é uma empresa especializada em análise de dados demográficos em mapas digitais, para dimensionamento e levantamento de tendências em mercados e cidades Equipe de especialistas em diversas áreas do direito, notadamente infraestrutura Expertise em desenvolvimento de modelos institucionais públicos responsáveis por planejamento e gestão de transportes e mobilidade A Comtactitem mais de 30 anos de mercado, criando soluções interativas para Web, Tablets e Mobiles em geral A Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), localizada em Florianópolis, é cotada como a quinta melhor instituição de ensino superior da América Latina pelo Webometrics Ranking of World Universities. 2
3 Do diagnóstico à proposição de soluções, o trabalho foi desenvolvido com intenso envolvimento da sociedade, em oficinas de trabalho, entrevistas e com participação de um comitê técnico Envolvimento da Sociedade Oficinas PLAMUS Oficinas de trabalho para discussão da situação atual, expectativas quanto ao desenvolvimento urbano e de mobilidade e principais entraves observados Entrevistas com representantes dos principais grupos de interesse, públicos e privados, para entendimento das visões sobre os problemas e soluções, inclusive sobre a visão da organização institucional para mobilidade Formação de comitê técnico, com participação de representantes dos vários municípios Mais de 400 pessoas envolvidas em 50 eventos 3
4 Foram feitas também oficinas de desenho urbano com o arquiteto Michael King, engajando técnicos e acadêmicos para projetos de ruas completas 4
5 Houve também atividades de comunicação por meios digitais (site, Flickr, Twitter, Faceboook, ) e assessoria de imprensa dedicada a produzir e divulgar conteúdos 5
6 O PLAMUS teve como objetivo propor soluções para a mobilidade na Grande Florianópolis e o escopo do trabalho foi bastante abrangente Pesquisas de campo Soluções Físicas Viabilização das Soluções Arcabouço Regulatório Organização Institucional Comunicação PLAMUS foi desenvolvido em conjunto com um comitê técnico multidisciplinar, com representantes do estado e das prefeituras, e com ampla participação da sociedade civil 6
7 O projeto encontra-se em fase de conclusão, com todas as etapas percorridas FASES I II III IV Levantamento preliminar de informações, preparação e planejamento da pesquisa Realização das pesquisas e levantamentos em campo Aplicação da avaliação e modelagem dos dados da pesquisa Avaliação das alternativas de solução Jan/2014 Fev/2015 O que foi feito Pesquisas (veraneio e normal) Preparação do modelo Entendimento do zoneamento e da infraestrutura atual Levantamento de melhores práticas Entendimento de expectativas de agentes públicos e privados Diagnóstico de modelo institucional Projeções de variáveiscondicionantes de demanda Discussão sobre a visão de futuro Definição dos critérios para a avaliação das propostas Caracterização e detalhamento das propostas e cenários Avaliação de propostas Desenho do modelo institucional de gestão integrada 7
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9 9
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13 Avaliação urbanística O padrão de uso do solo, marcado pela urbanização dispersa, concentração de empregos e baixas densidades, condiciona a difícil mobilidade no território Evolução da ocupação Uso do solo Densidade populacional 13
14 O desequilíbrio na distribuição das atividades urbanas, com a concentração de empregos e serviços em Florianópolis, gera um padrão de transporte pendular -29% % Biguaçu Mais -14% moradia do que emprego % 71 Florianópolis 51 São José Mais emprego do que moradia Palhoça Empregos (mil) Moradores que trabalham (mil) 14
15 veículos e motocicletas cruzam as Pontes Ilha/Continente por dia, sendo veículos e 1000 motocicletas somente na Hora Pico da Tarde 15
16 Pesquisas - Deslocamentos As pesquisas quantificaram quanto a capital atrai viagens, e quanto cada município contribui no total de viagens produzidas nas região 16
17 Na Região Metropolitana de Florianópolis, identificou-se uma utilização de veículo particular muito acima da média nacional e de outras regiões Distribuição de Viagens na RMF + 48% Comparação com Utilização de Veículo Particular no Brasil 32% 24% Belo Horizonte 25% + 25% Curitiba 33% São Paulo Florianópolis 32% 48% Rio de Janeiro 21% 17
18 Pesquisas - Principais gargalos de mobilidade Os volumes de veículos identificados em algumas vias indicam que alguns dos principais corredores já apresentam altos níveis de saturação BR % de saturação 84% de saturação Beira Mar Norte BR % de saturação 83% de saturação BR % de saturação Ponte Colombo Sales Fonte: Pesquisa PLAMUS, Análise Logit e Strategy&. 18
19 O parcelamento do solo é inadequado ao deslocamento a pé, além das calçadas e ciclovias pouco atrativas e sem equipamentos de apoio para guarda e empréstimo 19
20 As propostas de solução do PLAMUS foram agrupadas em 6 grandes temas, sustentados pela gestão integrada das soluções na RM BRT + VLT Desenvolvimento orientado ao transporte BRT Modal para implantação do troncal 2H Propostas Concorrentes Reestruturação do Transporte Coletivo Integrado para RM Priorização de modais não-motorizados Gestão de demanda Implantação de transporte aquaviário Expansão da capacidade viária e gestão de tráfego Gestão da demanda Regulação de transporte de mercadorias Aumento da infraestrutura viária Propostas Complementares Organização Institucional para Gestão Integrada na RM 20
21 Desenvolvimento orientado ao transporte A RM apresenta concentração urbana em algumas regiões e o crescimento tendencial dos municípios criará desafios importantes para a mobilidade Contexto atual: concentração urbana em algumas regiões Projeções 2015 a 2040 Crescimento populacional na região de 1,18% ao ano Menor crescimento das faixas etárias mais jovens Crescimento do número de domicílios de 327 mil para 493 mil na região metropolitana Número de automóveis varia de 306 mil para 723 mil O crescimento no modelo atual levará a uma maior dispersão da urbanização no território feita de forma desestruturada com a ampliação das distâncias a serem percorridas pela população no acesso a empregos e serviços A opção pelo automóvel permanecerá sendo a mais vantajosa devido ao padrão de crescimento com baixas densidades que inviabiliza transporte coletivo eficiente 21
22 Desenvolvimento orientado ao transporte O desenvolvimento orientado endereça vários dos desafios identificados no diagnóstico do PLAMUS Diagnóstico atual Objetivo Princípios do Desenvolvimento Urbano ORIENTADO Baixas densidades e ausência de polos e eixos consolidados Predomíniodos usos residenciais distantes de áreas mistas Dispersãoda urbanização Concentrar crescimentonos atuais eixose polos de transporte coletivo Diversificação de usodo solo Estruturar a expansão com novomodelo de ocupação Adensamentode empregose residentes junto aos eixose polos de transporte coletivo, de modo a concentrar a geração e atração de viagens próximas à oferta de serviços de transporte Promoção da diversidade de usos do solo ao longo dos eixos de transporte coletivo, de modo a criar sequências de polos atratores e geradores de viagem que tornem as linhas do sistema mais eficientes, com aumento do índice de renovação e redução da pendularidade Fomentar aoferta de serviços e oportunidades de empregos próximos às áreas residenciais, viabilizando maior participação dos transportes não motorizados no total de viagens Planejamento da expansão de áreas urbanizáveis no continente de modo a criar bairros estruturados por transporte coletivo e deslocamentos não motorizados, com novos conceitos de desenho de sistema viário, novo paradigma de espaços públicos, mobiliário urbano e mistura de usos de solo que permitam o desenvolvimento de bairros mais equilibrados. Trabalhamos com a hipótese de que o desenvolvimento orientado levará a um cenário de menores investimentos em transporte ao promover um crescimento urbano mais estruturado 22
23 Reestruturação do Transporte Coletivo A recomendação para a região metropolitana é de um sistema troncalque nomeamos de 2H, onde um dos trechos é para uma visão futura alinhada à estruturação da urbanização do continente Av. das Torres BR-101 Beira Mar Norte SC-401 Foram avaliadas diferentes opções de sistemas de média/alta capacidade: BRT (Bus Rapid Transit) VLT (Veículo leve sobre trilhos) As propostas consideraram combinações destes modais Novo viário BR-282 Edu Vieira A visão é de proposição de um sistema integrado SC-405 Novos eixos norte-sul estruturarão as relações entre os municípios do continente, promovendo acessibilidade além da BR-101 Troncal atual Troncal Futuro 23
24 Reestruturação do Transporte Coletivo A definição de um sistema troncalfoi acompanhada de outras propostas de melhoria da mobilidade, como reestruturação do sistema de ônibus e de prioridade para o transporte coletivo O sistema troncaldeverá ser alimentado por um sistema de ônibus reestruturado (nova malha) Sistemas de prioridade para ônibus deverão ser estabelecidos Implementação do monitoramento do transporte coletivo GPS Controle de Bilhetagem Troncal atual Troncal Futuro 24
25 Reestruturação do Transporte Coletivo A implantação da infraestrutura para corredores de ônibus promove a qualificação do meio urbano e traz eficiência à operação do sistema de transporte coletivo 25
26 Reestruturação do Transporte Coletivo A implantação da infraestrutura para corredores de ônibus promove a qualificação do meio urbano e traz eficiência à operação do sistema de transporte coletivo 26
27 Reestruturação do Transporte Coletivo A implantação da infraestrutura para corredores de ônibus promove a qualificação do meio urbano e traz eficiência à operação do sistema de transporte coletivo 27
28 Reestruturação do Transporte Coletivo A implantação da infraestrutura para corredores de ônibus promove a qualificação do meio urbano e traz eficiência à operação do sistema de transporte coletivo 28
29 Reestruturação do Transporte Coletivo A implantação da infraestrutura para corredores de ônibus promove a qualificação do meio urbano e traz eficiência à operação do sistema de transporte coletivo 29
30 Reestruturação do Transporte Coletivo A implantação da infraestrutura para corredores de ônibus promove a qualificação do meio urbano e traz eficiência à operação do sistema de transporte coletivo 30
31 Reestruturação do Transporte Coletivo A implantação da infraestrutura para corredores de ônibus promove a qualificação do meio urbano e traz eficiência à operação do sistema de transporte coletivo 31
32 Reestruturação do Transporte Coletivo A implantação da infraestrutura para corredores de ônibus promove a qualificação do meio urbano e traz eficiência à operação do sistema de transporte coletivo 32
33 As servidões também devem ser objeto de intervenção, de modo a adequá-las à convivência da vizinhança, criar espaços de estar e disciplinar o fluxo de veículos 33
34 As servidões também devem ser objeto de intervenção, de modo a adequá-las à convivência da vizinhança, criar espaços de estar e disciplinar o fluxo de veículos 34
35 Sobre transporte aquaviário, foram avaliadas diversas oportunidades que aproveitam as características naturais da ilha Foram avaliadas: Rotas autorizadas pelo DETER : Praia de São Miguel (Biguaçu) Praia de Canasvieiras 2: Ponta Três Henriques - Cacupé Reestruturação do Transporte Coletivo 3: Barra de Aririú(Palhoça) Beira Mar de São José Trapiche da Baía Sul (Centro-Sul) 4: Praia de Fora (Palhoça) Praia de Laranjeiras (Tapera) 5: Praia de Fora (Palhoça) Costeira do Ribeirão da Ilha Alternativas de pontos de atracação Características das embarcações Estratégia do modal (convencional ou alternativo e passageiros ou veículos) 4 5 Pontos de atenção: Atualmente, os pontos de atracação não são polos de atração de pessoas A política de transporte aquaviário tende a ser de longo prazo Voltar a cidade para a água 35
36 Priorização de modais não motorizados Transportes não motorizados foram contemplados com propostas para melhoria da caminhabilidade: Ruas Completas e Zonas 30 Ruas Completas Zona 30 36
37 O conceito das Ruas Completas relaciona-se à oferta de espaço adequado aos diversos tipos de deslocamento que ocorrem na cidade, democratizando as vias Visão de Futuro Hoje 37
38 São propostos 30 km de Zonas 30 e 146 km de Ruas Completas Priorização de modais não motorizados 38
39 Priorização de modais não motorizados Foram também apresentadas propostas de expansão da rede de ciclovias, com infraestrutura de apoio para o ciclista, como bicicletários e empréstimos de bikes... 39
40 Priorização de modais não motorizados...assim como uma rede de ciclovia mais extensa e conectada, que incentive o uso da bicicleta na RM de Florianópolis, e que deverá contar com mais 400km 40
41 Expansão da capacidade viária e gestão de tráfego Para o espaço viário, as propostas do PLAMUS para implantação ou ampliação de vias foram concisas e localizadas em pontos estratégicos do território Propostas básicas Redesenho de vias Binários e faixas reversíveis Propostas estruturantes Ligação Leste-Oeste entre o futuro Contorno Rodoviário e a BR além de sua complementariedade ao sistema viário e boa interação com a implantação do sistema BRT, apresenta investimentos significativamente inferiores aos necessários para construção de outras obras de grande porte aventadas e cujos benefícios reais não se mostraram atraentes nas avaliações realizadas, como o túnel na Lagoa, a quarta ponte ou a Av. Beira Mar Norte de São José; Ampliação da capacidade viária das principais vias por onde passa o BRT, de forma a manter a capacidade disponível para o modo individual -BR- 282, BR-101, SC-401 e SC-405. A expansão da capacidade viária é a alternativa adotada com maior frequência para melhoria da mobilidade urbana. No entanto, observa-se que o aumento da oferta dessa capacidade tende a ser acompanhado de um aumento da demanda, levando a uma manutenção dos problemas atuais h 41
42 Com relação à organização institucional, identificamos a necessidade da gestão integrada de mobilidade, do planejamento à execução -a criação da SUDERF representa importante avanço para a RM Planejamento Execução e Gestão Contratações de infraestrutura Concessões de serviços públicos Gestão dos Contratos / Fiscalização Definição / revisão de tarifas, etc. $ Busca de recursos para projetos A RM precisa ser reforçada para endereçar esses pontos e deve ter um vínculo formal com os municípios Fóruns de debate e alinhamento Planejamento conjunto /definição de diretrizes 42
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