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1 Mercados informação global Relações Económicas Portugal Cuba Novembro 2010

2 Relações Económicas Portugal Cuba (Novembro 2010) Índice 1. Relações Económicas Portugal Cuba Comércio Importância de Cuba nos Fluxos Comerciais de Portugal Evolução da Balança Comercial Bilateral Exportações por Produtos Importações por Produtos Serviços Investimento Turismo 7 Anexo: 1 Principais Produtos Transaccionados entre Portugal e Cuba (2008/2009) 8 2

3 Relações Económicas Portugal Cuba (Novembro 2010) 1. Relações Económicas Portugal Cuba 1.1 Comércio Importância de Cuba nos Fluxos Comerciais de Portugal Cuba tem um peso reduzido na estrutura do comércio internacional português. Em 2009, foi o nosso 75º cliente, com uma quota de 0,04% e o 74º fornecedor, tendo representado, também, 0,04% do valor global das importações. Verificouse uma melhoria da posição de Cuba no respectivo ranking de mercados de destino das nossas exportações de 2005 (ocupando nessa altura o 91º lugar) para Ao nível das quotas referentes às nossas vendas para esse país registaramse alguns ligeiros aumentos. Relativamente ao ranking de mercados de origem das nossas importações, Cuba passou do 102º lugar em 2005 para o 74º em 2009, tendo ficado em 2008 na 62ª posição, a melhor do período em análise. Em termos de quotas, verificouse, também, em 2008 o valor percentual mais elevado de 2005 a 2009 (sendo, no entanto, de apenas 0,05%). De Janeiro a Setembro de 2010, esse país subiu ao 70º lugar, como cliente de Portugal, com uma quota de 0,05% e manteve a 74ª posição enquanto fornecedor, com um valor percentual de 0,04%. Importância de Cuba nos Fluxos Comerciais de Portugal Como cliente Como fornecedor Jan/Set Posição 91ª 93ª 81ª 71ª 75ª 70ª % 0,01 0,02 0,02 0,04 0,04 0,05 Posição 102ª 75ª 73ª 62ª 74ª 74ª % 0,02 0,03 0,04 0,05 0,04 0,04 Fonte: INE Instituto Nacional de Estatística No que respeita à importância de Portugal nos fluxos comerciais de Cuba, o nosso país, em 2009, ocupou 17ª posição, como cliente, com uma quota de 1,25% e o 26º lugar, enquanto fornecedor, com um valor percentual de 0,34% Evolução da Balança Comercial Bilateral Os valores das exportações portuguesas de produtos para Cuba aumentaram consideravelmente de 2005 até 2008, tendo passado de, respectivamente, cerca de 4 milhões de euros para, aproximadamente, 16,8 milhões de euros. 3

4 Relações Económicas Portugal Cuba (Novembro 2010) O montante de 2009 diminuiu para cerca de 11,2 milhões de euros (33,1% do que no ano anterior). A média das taxas de crescimento anuais das nossas vendas para esse mercado de 2005 a 2009 foi de 39%. As importações, também, aumentaram consideravelmente de 2005 a 2008, tendo mais que quadruplicado, e diminuíram, igualmente, em 2009 (neste caso, 43,5%). O crescimento médio anual das nossas compras provenientes desse país no período em análise foi de 41,7%. O saldo da balança comercial foi sempre negativo e, atendendo aos montantes das importações terem sido bastante superiores aos das exportações, o respectivo coeficiente de cobertura de 2005 a 2009, apenas em 2009 foi superior a 50%. De Janeiro a Setembro de 2010, as nossas exportações para esse destino aumentaram 75,7% face ao período homólogo do ano anterior, tendo as importações diminuído 9,5%. Evolução da Balança Comercial Bilateral (10 3 ) Var % a 05/ Jan/Set 2010 Jan/Set Var % b 09/10 Exportações , ,7 Importações , ,5 Saldo Coef. Cobertura 49,4% 29,2% 39,7% 48,8% 57,8% 41,0% 79,5% Fonte: Notas: INE Instituto Nacional de Estatística (a) Média aritmética das taxas de crescimento anuais no período Exportações por Produtos Nas exportações portuguesas para Cuba, em 2009, a primeira posição foi ocupada pelos plásticos e borracha que representaram 50% do respectivo valor total. Nos lugares seguintes surgiram os produtos químicos (11,9%), as máquinas e aparelhos (10%) e as matérias têxteis e os metais comuns, ambos os grupos com 4,1%. Os cinco primeiros grupos de produtos representaram cerca de 80% do total das vendas portuguesas para o mercado nesse ano. Os valores de todos esses agrupamentos diminuíram de 2008 para 2009, tendo no caso das máquinas e aparelhos sido uma ligeira redução percentual (4%). 4

5 Relações Económicas Portugal Cuba (Novembro 2010) Numa análise mais desagregada, constatase que nos plásticos e borracha as duas principais categorias de produtos respeitaram em 2009 a polímeros de etileno (48,7% do valor total desse grupo) e a poliuretanos (32,8%). Os produtos classificados como de médiaalta intensidade tecnológica representaram 56,6% das exportações portuguesas para Cuba em 2009 de produtos industriais transformados (99,9% das exportações totais). Seguiramse os produtos com graus de intensidade tecnológica baixa (17,6%), médiabaixa (16,2%) e alta (9,7%). Com base nos dados do INE, 54 empresas portuguesas efectuaram exportações para Cuba em 2009, mais 35% do que em Não obstante esse aumento, o número de 2009 foi inferior aos registados em 2008 e Exportações por Grupos de Produtos (10 3 ) 2005 % 2008 % 2009 % Var.% 08/09 Plásticos e borracha , , ,0 30,4 Produtos químicos 52 1, , ,9 22,3 Máquinas e aparelhos , , ,0 4,0 Matérias têxteis 172 4, , ,1 44,5 Metais comuns 209 5, , ,1 56,9 Pastas celulósicas e papel 19 0, , ,0 247,9 Minerais e minérios 137 3, , ,5 76,0 Vestuário 124 3, , ,1 14,8 Veículos e outro mat. transporte 211 5, , ,1 87,5 Instrumentos de óptica e precisão 56 1, , ,9 52,4 Madeira e cortiça 272 6,9 44 0,3 58 0,5 31,8 Produtos alimentares 28 0,7 60 0,4 54 0,5 10,2 Produtos agrícolas 14 0,1 32 0,3 126,5 Peles e couros 4 0,1 12 0,1 4 0,0 67,1 Combustíveis minerais 0 0,0 8 0,0 4 0,0 54,0 Calçado 2 0,0 0 0,0 99,1 Outros produtos 37 0, , ,8 14,8 Valores confidenciais 14 0,1 32 0,3 125,8 Total , , ,0 33,1 Fonte: INE Instituto Nacional de Estatística 5

6 Relações Económicas Portugal Cuba (Novembro 2010) Importações por Produtos Nas importações verificase uma maior concentração do que nas exportações, tendo os dois principais grupos de produtos representado cerca de 90% do respectivo valor global de Na primeira posição situaramse os produtos alimentares com 79,1% do total das compras portuguesas provenientes do mercado nesse ano, tendo o grupo referente a madeira e cortiça ocupado o segundo lugar, mas bastante distanciado, com 10,5%. Os valores destes dois agrupamentos aumentaram substancialmente em 2009 face ao ano anterior. De referir que em 2008 tinham ocorrido exportações portuguesas de combustíveis minerais para esse mercado no montante de, aproximadamente, 22 milhões de euros, não se registando qualquer valor nesse âmbito em Importações por Grupos de Produtos (10 3 ) 2005 % 2008 % 2009 % Var.% 08/09 Produtos alimentares , , ,1 46,1 Madeira e cortiça 0 0, , ,5 443,0 Plásticos e borracha 0 0,0 57 0,3 Instrumentos de óptica e precisão 1 0,0 33 0,2 Produtos agrícolas 2 0,0 51 0,1 10 0,1 79,6 Máquinas e aparelhos 3 0,0 2 0,0 1 0,0 40,1 Pastas celulósicas e papel 0 0,0 0 0,0 625,0 Produtos químicos 0 0,0 0 0,0 Combustíveis minerais ,4 100,0 Minerais e minérios 1 0,0 3 0,0 100,0 Vestuário 1 0,0 100,0 Metais comuns 45 0,6 0 0,0 100,0 Matérias têxteis 0 0,0 100,0 Peles e couros Calçado Veículos e outro mat. transporte Outros produtos , , ,9 48,6 Valores confidenciais Total , , ,0 43,5 Fonte: Nota: INE Instituto Nacional de Estatística Coeficiente de variação >= % ou valor zero no período anterior 6

7 Relações Económicas Portugal Cuba (Novembro 2010) O montante das importações de produtos alimentares, em 2009, respeitou quase na globalidade à categoria de produtos (a quatro dígitos da Nomenclatura Combinada) referente açúcares de cana. O respectivo valor do grupo de madeira e cortiça respeitou na totalidade a carvão vegetal. Os produtos classificados como de baixa intensidade tecnológica representaram 89% das importações portuguesas desse país em 2009 de produtos industriais transformados (100% das importações totais). Seguiramse os produtos com graus de intensidade tecnológica médiaalta (10,6%), médiabaixa (0,3%) e alta (0,2%). Com base nos dados do INE, 22 empresas portuguesas efectuaram importações de Cuba em 2009, mais cerca de 57% do que em De referir que passouse de 14 empresas, de 2005 a 2007, para 26 em 2008, tendo existido em 2009 uma redução face ao ano anterior. 1.2 Serviços Não existem dados disponíveis que nos permitam fazer uma análise dos fluxos relativos aos serviços. 1.3 Investimento Não existem dados disponíveis que nos permitam fazer uma análise dos fluxos relativos ao investimento. 1.4 Turismo Não existem dados disponíveis que nos permitam fazer uma análise dos fluxos relativos ao turismo. 7

8 Relações Económicas Portugal Cuba (Novembro 2010) Anexo 1 Principais Produtos Transaccionados entre Portugal e Cuba (2008/2009) Exportações N.C. PRINCIPAIS MERCADORIAS Tons % Tot Tons % Tot Var. % TOTAL , Polímeros de etileno, em formas primárias , ,34 43, Resinas amínicas, fenólicas e poliuretanos, em formas primárias , ,39 29, Sangue humano;antisoro;vacinas,culturas de microorganismos e prod.semelhantes , ,51 1, Pneumáticos novos, de borracha , ,16 187, Outros móveis e suas partes , ,73 35, Caixas, sacos, bolsas, cartuchos e outras embalagens, de papel, cartão, etc Tecidos de algodão, com peso >=85% de algodão, com peso superior a 200g/m2 Bombas de ar/vácuo, compressores etc; exaustores p/ extracção/reciclagem, etc Aparelhos iluminação (inc projectores) e suas partes; anúncios, tabuletas, etc , , , ,70 38, , ,36 630, , , Compostos de outras funções azotadas (nitrogenadas) 0 0 0, , Fios de ferro ou aço não ligado 0 0 0, , Partes e acessórios dos veículos automóveis das posições 8701 a 8705 Garrafões, garrafas, frascos etc; boiões de vidro; rolhas, tampas de vidro Aglutinantes preparados para moldes ou para núcleos de fundição; etc Feltros, mesmo impregnados, revestidos, recobertos ou estratificados Limas, grosas, alicates, tenazes, pinças, e ferramentas semelhantes, manuais Ladrilhos e placas p/ pavimentação/revestimento, vidrados/esmaltados; cubos Máquinas/aparelhos p/ trabalhar borracha/plástico ou p/ fabrico prod dessa mat Máquinas e aparelhos mecânicos, c/ função própria, ainda n/ inc noutras pp , ,11 45, , ,09 79, , ,00 402, , ,87 9, , , , ,82 33, , ,78 52, , , Fatos saiacasaco, vestidos, saias, calças e calções etc., de uso feminino , ,65 12, Silicones em formas primárias , ,64 37, Outras chapas, folhas, películas, tiras, e lâminas de plástico , ,64 15, Transformadores eléctricos, conversores, bobinas de reactância e autoindução Instrumentos e aparelhos para medicina, cirurgia, odontologia e veterinária Caixas fundição; placas fundo p/ moldes; modelos p/ moldes; moldes p/ metais 0 0 0, , , ,63 45, , ,59 74, Grupos electrogéneos e conversores rotativos, eléctricos 1 6 0, ,56 990, Aparelhos p/ interrupção, seccionamento, protecção etc, p/ tensão <= volts Obras de cestaria obtidas a partir de matérias de entrançar; obras de lufa Ferramentas manuais ainda n/ inc outras pp; lâmpadas etc; tornos etc; bigornas , ,47 77, , , , , Mástique de vidraceiro, cimentos de resina e outros mástiques , ,42 170, Aparelhos mecânicos projectar etc, pós; extintores; pistolas aerográficas etc Máq p/ seleccionar terras, pedras etc; máq p/ aglomerar combustíveis, etc; etc Ferramentas intercambiáveis p/ ferramentas manuais, mesmo mecânicas, etc Acumuladores eléctricos e seus separadores, de forma quadrada ou rectangular Outras obras de plástico e obras de outras matérias das posições 3901 a , ,41 174, , ,39 87, , ,39 90, , ,37 4, , ,36 19,66 (cont.) 8

9 (cont.) N.C. PRINCIPAIS MERCADORIAS Tons aicep Portugal Global Relações Económicas Portugal Cuba (Novembro 2010) % Tot Tons % Tot Var. % 2903 Derivados halogenados dos hidrocarbonetos , ,36 43, Fatos, conjuntos, calças e calções, etc., de uso masculino , ,35 30, Construções e suas partes (etc) de ferro fundido, ferro/aço, exc prod pp , ,34 89, Tshirts e camisolas interiores, de malha , ,32 6, Bombas para líquidos mesmo com dispositivo medidor; elevadores de líquidos Facas e lâminas cortantes, para máquinas ou para aparelhos mecânicos Partes reconhecíveis c/o exclusiva/principalmente p/ motores das pp 8407/08 Refrigeradores, congeladores etc; bombas de calor, exc as máquinas da pp 8415 Papel e cartão kraft, n/ revestidos, em rolos ou em folhas, exc das pp 4802/03 Preparações e conservas de peixes; caviar e seus sucedâneos de ovas de peixes , ,32 21, , ,31 194, , ,30 32, , , , ,27 61, , ,26 AMOSTRA , ,33 Importações N.C. PRINCIPAIS MERCADORIAS Tons % Tot Tons % Tot Var. % TOTAL ,53 Açúcares de cana ou de beterraba e sacarose quimicam. pura, no estado sólido , ,04 46, Carvão vegetal, mesmo aglomerado , ,55 443, Charutos, cigarrilhas e cigarros, de tabaco ou dos seus sucedâneos , ,86 49, Outras chapas, folhas, películas, tiras, e lâminas de plástico 0 0 0, , Instrumentos/aparelhos p/ medida/controlo do caudal, do nível, da pressão etc 0 0 0, , Café, mesmo torrado ou descafeinado 1 4 0, ,05 156, Pneumáticos novos, de borracha 0 0 0, , Aguardentes,licores e alc. etílico não desnaturado c/ teor alcoólico <80% vol 0 0 0, ,01 771, Quadros, pinturas e desenhos, feitos inteiramente à mão, exc da pp 4906, etc 0 4 0, ,01 51, Caixas fundição; placas fundo p/ moldes; modelos p/ moldes; moldes p/ metais 0 0 0, ,00 104, Outros impressos, incluídas as estampas, gravuras e fotografias 0 0 0, , Medicamentos, em doses ou acondicionados para venda a retalho 0 0 0, , Óleos de petróleo ou minerais betuminosos, exc. óleos brutos; preparações, etc Crustáceos mesmo s/ casca, vivos, etc; crustáceos c/ casca, cozidos água/vapor Outras plantas vivas (incl. raízes); estacas e enxertos; micélios de cogumelos , , , , , , Peixes congelados excepto os filetes e carne de peixe da pp , , Outros animais vivos, excluíndo pp 0101/02/03/04/ , , Estatuetas e outros objectos de ornamentação, de cerâmica 0 3 0, , Bombas de ar/vácuo, compressores etc; exaustores p/ extracção/reciclagem, etc Camisolas e pulôveres, cardigans, coletes e art. semelhantes, de malha Instrumentos musicais de percussão (por ex: tambores, caixas, xilofones, etc) 0 1 0, , , , , , Cervejas de malte 0 1 0, ,00 AMOSTRA , Fonte: INE Instituto Nacional de Estatística Notas: Informação corrigida dos valores confidenciais Coeficiente de variação >= % ou valor zero no período anterior Agência para o Investimento e Comércio Externo de Portugal, E.P.E. Av. 5 de Outubro, 101, LISBOA Tel. Lisboa: Contact Centre: [email protected] 9 Capital Social 110 milhões de Euros Matrícula CRC Porto Nº 1 NIPC

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