SALAS TEMÁTICAS: ESPAÇOS DE EXPERIÊNCIAS E APRENDIZAGEM. Palavras Chave: salas temáticas; espaços; aprendizagem; experiência.
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- Victorio Lencastre Marinho
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1 1 SALAS TEMÁTICAS: ESPAÇOS DE EXPERIÊNCIAS E APRENDIZAGEM BAGEGA, Chariane 1 BONI, Marina 2 RAFFAELLI, Alexandra F. 3 Palavras Chave: salas temáticas; espaços; aprendizagem; experiência. 1 INTRODUÇÃO A pesquisa aqui apresentada tem uma grande intencionalidade, olhar para os espaços escolares e perceber que cada arranjo, cada espaço possui no contexto da escola uma construção histórica de grandes aprendizagens. Assim, buscaremos observar como os espaços das salas temáticas observados durante nosso estágio de gestão escolar podem auxiliar na aprendizagem das crianças. O objetivo central da pesquisa está em perceber a importância dos espaços escolares e como estes efetivam a aprendizagem dos sujeitos nela inseridos. Assim, estar na escola é encontrar-se inserido em um ambiente, o qual se torna, e porque não afirmar, nosso espaço, nossas recordações, nossas experiências e aprendizagens. Nesse espaço construímos diferentes aprendizagens e essas nos emancipam enquanto sujeitos, podemos desta forma nos questionar de que a forma de organização de uma sala ou espaço escolar interfere na aprendizagem dos alunos? Desta forma, pensando nos espaços e suas organizações é que percebemos a importância de refletir as salas temáticas. Esta forma de organização permite que os alunos mudem de sala, sendo que estes passam a ter uma maior movimentação no espaço escolar, no entanto aumentam-se as responsabilidades e compromissos, pois é ele quem tem que ir para a sala e não o professor. As salas temáticas possuem uma estrutura com materiais diversificados correspondente a cada disciplina escolar. Os materiais servem de subsídios para que a aprendizagem aconteça cabendo ao professor a mediação dos conhecimentos. 1 Acadêmica do Curso de Pedagogia da FAI Faculdade de Itapiranga. 2 Acadêmica do Curso de Pedagogia da FAI Faculdade de Itapiranga 3 Professora (Orientadora) do Curso de Pedagogia da FAI Faculdade de Itapiranga.
2 2 2 CONTEXTUALIZANDO A PESQUISA As escolas precisam pensar em seus espaços escolares, refletindo sobre o contexto em que está inserida, oferecendo aos alunos - além de um ambiente convidativo, um espaço dinamizador que favoreça as interações entre todos os envolvidos no processo de escolarização, além de promover o crescimento social assim como educacional. Quando nos referimos à escola com salas temáticas percebemos que esses espaços proporcionam aos alunos momentos de muita interação, favorecendo as relações interpessoais. A escola observada em nosso estágio nos permitiu refletir e dar significado a ideia que as salas temáticas proporcionam ao aluno um maior contato com a efetiva aprendizagem, os alunos participam ativamente do processo de ensino, tomando como seu, o papel que antes era realizado pelos professores durante a troca de salas, construindo desta forma um perfil de cidadão participativo e consciente de suas responsabilidades. 3 BREVE REFERENCIAL TEÓRICO Os alunos, em suas diferentes formas de pensar e agir, precisam de ambientes que os envolvam e os instiguem para a aprendizagem, haja vista que o computador e as diferentes mídias convidam nossos alunos a todo o momento para uma vida escolar voltada para um mundo mais distante do contato sensível e humanizado. Como futuras pedagogas precisamos usar a tecnologia a nosso favor e, desta forma, as salas temáticas - quando bem organizadas - proporcionam essa experiência aos seus alunos. As salas de aula precisam ser planejadas para que possam atender de forma temática, é preciso envolver os alunos em seus diferentes arranjos, o aluno passa a ser o autor daquele espaço. O professor, enquanto mestre na arte de educar, precisa organizar seu planejamento pensando nas diferentes possibilidades de aprendizagem que a sala temática pode oferecer, uma vez que essa sala difere daquele espaço em que o professor encontra-se mais a frente e os alunos estão sentados como a esperar o conhecimento. O planejamento educacional é um instrumento orientador de todo o processo educativo, pois constitui e determina as grandes necessidades, indica as prioridades básicas, ordena e determina todos os recursos e meios necessários para atingir as grandes finalidades da educação, tendo uma série de aproximações com outras praticas que envolvem
3 3 representações e antecipações, sendo um processo, continuo de reflexão e decisões, as salas temáticas também precisam ser planejadas, bem como as aulas que nelas irão ser trabalhadas. O planejamento da educação escolar pode ser concebido como processo que envolve a pratica docente no cotidiano escolar; durante todo o ano letivo onde o trabalho de formação do aluno, através do currículo escolar, será priorizado. Assim, o planejamento envolve a fase anterior ao inicio das aulas, o durante e o depois, significando o exercício continuo da ação-reflexão-ação, o que caracteriza o ser educador. (VASCONCELLOS, 2006, p.9) O planejamento orienta nossos alunos a organizar nossa escola da forma que a mesma possa atender de forma acolhedora proporcionando uma aprendizagem voltada para os alunos. Os espaços precisam ser contextualizados levando em consideração as aprendizagens que queremos proporcionar. De acordo com BEYER, (2010, p.28) Precisamos entender que as crianças são diferentes entre si. Elas são únicas na sua forma de pensar e em aprender. Todas as Crianças, não apenas as que apresentam alguma limitação ou deficiência, são especiais. Por isto, também é errado exigir de diferentes crianças o mesmo desempenho e lidar com elas de maneira uniforme. O ensino deve ser organizado de forma que contemple as crianças em suas distintas capacidades Na atualidade, necessitamos de um processo contínuo de interação entre professor e aluno para garantir a qualidade de ensino e as salas temáticas são espaços que proporcionam a interação uma vez que a mesma aproxima mais o aluno. Os professores devem desafiar-se a serem pesquisadores de novos assuntos e possibilidades didáticas, abrindo espaço para a que a família também participe da vida escolar do filho. 3.1 ESPAÇOS ESCOLARES DE EXPERIÊNCIA Nossa pesquisa se fundamenta através da observação de espaço feita na Instituição de Ensino Fundamental da escola Tenente Portela, a mesma atende crianças de 6 a 15 anos de idade, as crianças são de famílias que os pais residem e/ou trabalham no município de Tenente Portela/RS. A partir das observações, durante o estágio de Gestão Escolar, pudemos visualizar os diferentes espaços compostos na escola, com amplo espaço para realizar diversas atividades com os alunos. É de extrema importância manter um ambiente propício para a aprendizagem; desta forma, favorecemos as experiências e aprendizagens, fazendo com que os mesmos se sintam a vontade para aprender.
4 4 O método aqui utilizado para apresentar essa pesquisa de observação é através das imagens fotográficas que nos permitem observar, olhar e ao mesmo tempo sentir esses diferentes espaços de aprendizagem. Para Raffaelli;Soto (2013), a escola não pode ser apenas percebida ou citada como um espaço físico, geográfico, pois muito além de sua estrutura arquitetônica há um mundo de significados a ser explorado. Os espaços escolares produzem em nós momentos de diferentes experiências, tudo o que neles vivenciarmos produzirá em nós marcas. Raffaelli;Soto (2013) afirmam que teremos corporalmente, no decorrer de nossa trajetória educacional, impregnados valores de diferentes espaços os quais irão nos deixar registros corporais que jamais esqueceremos. Nas salas de aula podemos observar um espaço rico em materiais didáticospedagógicos professores competentes usando diversas ferramentas para a construção da aprendizagem dos alunos. As salas de aula ainda propiciam o lúdico para os seus alunos, pois dentro da sala de aula há diversos espaços para a recreação, esses métodos fortalecem a sua criatividade e desempenho na sala de aula, tornando as aulas prazerosas. Foto 01: Sala de aula Fonte: Arquivo próprio das autoras, 2014 Cada espaço contem materiais referentes à sua disciplina; a sala de artes- possui materiais de uso comum, revistas, obras de arte, material para teatro, roupas, acessórios, fantoches. Na sala visitada foi perceptível a importância que a escola da aos alunos que são atendidos, pois a sala tem diverso materiais, livros para serem usados pelos alunos e professores
5 5 Foto 2: Espaço da sala de aula Fonte: Arquivo próprio das autoras, 2014 A referida escola onde realizamos o estágio consta com 15 salas de aula, contento biblioteca que possui área de estudo, com espaço adequado com mesas e cadeiras para que os alunos possam pesquisar e retirar livros, tendo uma infinidade de gêneros literários, livros infantis, livros para pesquisa, revistas. Foto 3: Biblioteca Fonte: Arquivo próprio das autoras, A sala de informática é ampla com computadores e retroprojetor, para que os alunos possam pesquisar e também os professores possam dar suas aulas usando o retroprojetor utilizando o meio da pesquisa, sendo um ambiente bem organizado para poder atender todos.
6 6 Foto 4: Auditório Fonte: Arquivo próprio das autoras, A sala de ciências conta com uma imensa variedade de materiais, tabela periódica em tamanho grande, a qual possui objetos referentes a cada elemento, livros, reservas de amostras de corpos e suas composições, painel com insetos, representação gigante de órgãos do corpo humano. Durante as aulas percebe-se que os alunos intergem bastante, os mesmos tem liberdade com responsabilidade nos espaços. Foto 5: Sala de aula Fonte: Arquivo próprio das autoras, 2014 A escola conta além das salas temáticas com um grande espaço externo com área coberta, nesse ambiente os alunos têm espaço para correr, dançar, pular, socializar com as outras crianças, tendo também uma pracinha com brinquedos e uma caixa de areia que as crianças ocupam durante o recreio com a supervisão das professoras. Percebemos que esses espaços também se constituem em espaços de grandes aprendizagens.
7 7 Foto 6: área externa Fonte: Arquivo próprio das autoras, Conforme a diretora LB (2014), o processo de alfabetização dos alunos é encantador, os professores se baseiam na teoria do construtivismo, conforme a autora Emilia Ferreiro, buscando diversas atividades, partindo do todo, para a parte, dando sentido a aprendizagem do aluno. Nesse momento as salas temáticas e seus espaços auxiliam para que a aprendizagem aconteça. 4 CONSIDERAÇOES FINAIS Consideramos fantástico a forma de organização das salas temáticas, a escola Tenente Portela, foi uma das primeiras escolas do Estado do Rio Grande do Sul, a introduzir as salas temáticas, sendo que assim cada disciplina possui o seu próprio espaço. Este trabalho teve como principal objetivo a disseminação do conhecimento referente às salas temáticas, assim como suas contribuições para uma educação de qualidade. Constatamos que essa nova organização possibilita ao professor, novas formas de transmitir o conteúdo, pois pode esclarecer qualquer duvida que surja, no mesmo momento, pois esta munido de diferentes materiais referentes a disciplina que exerce. Quanto aos alunos acreditamos que a organização das salas possibilita vivencias diversificadas, remetendo a estes autonomia, organização e a responsabilidade. Acreditamos que esta organização das salas temáticas possibilita aos educadores e educandos uma dinâmica qualificada das aulas e de suas aprendizagens. Constitui-se, portanto este arranjo uma forma de organização de espaço melhorada que pode ser pensada e realizada com sucesso em demais educandários.
8 8 REFERÊNCIAS GIANCATERIANO, Roberto. Supervisão Escolar e Gestão Democrática. Rio de janeiro. Editora Wak, SCHIMITZ, Lenir Luft. Entre a educação infantil e o ensino fundamental: uma análise das vivências espaço-temporais das infâncias. Curitiba: Ed. CRV, VASCONCELLLOS, Celso Dos Santos. Planejamento (Projeto de Ensino-Aprendizagem e projeto político-pedagógico).15ª ed., Editora Libertad, São Paulo, RAFFAELLI, Alexandra; SOTO, Ubiridiana P. Espaços e experiências sentidas: reflexão topofílica do ambiente escolar. In: II Colóquio Internacional de Políticas Educacionais e Formação de Professores. Frederico Westphalen, 2013.
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