Gerência de Vigilância de Produtos e Serviços de Interesse à Saúde COVISA

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1 Gerência de Vigilância de Produtos e Serviços de Interesse à Saúde COVISA

2 Coordenação de Vigilância em Saúde COVISA Núcleo técnico de Informação Núcleo Técnico de Comunicação Assessorias Acompanhamento de ativ descent. CEDOC Gerência de Vigilância de Produtos e Serviços de Interesse à Saúde GVSPSIS Gerência do Centro de Controle de Doenças GCCD Gerência de Vigilância Ambiental GVISAM Gerência do Centro de Controle de Zoonoses GCCZ Gerência de Recursos Humanos GRH Gerência de Administração e Finanças GAF SUVIS Ações descentralizadas e integradas de vigilância em saúde CRST Centro de referência em Saúde do trabalhador

3 Gerência de Vigilância de Produtos e Serviços de Interesse a Saúde

4 Vigilância Sanitária no Município de São Paulo Histórico e Perspectiva Julho de 2003 município assume a Gestão Plena do SUS Criação COVISA principal atribuição: coordenar o Sistema Municipal de Vigilância em Saúde de São Paulo Janeiro de 2004 Código Sanitário Municipal Abril de 2004 gestão e execução das atividades de básica e média complexidade de competência da Vigilância Sanitária Inicio da descentralização de algumas das ações de básica e média para as Supervisões de Vigilância em Saúde SUVIS (25 regionais) Setembro de 2007 Município assumi a execução de parte da alta complexidade(toda a área de alimentos)

5 Vigilância Sanitária O que é? A Vigilância Sanitária compreende um conjunto de práticas voltadas para a detecção, monitoramento e intervenção sobre determinantes do processo saúde-doença, atuando na prevenção e eliminação do risco sanitário inerentes à produção, circulação e consumo de produtos e serviços e assim, contribuindo para a proteção e promoção da saúde da população. Na Lei Federal 8.080/ 90: Conjunto de ações capaz de eliminar, diminuir ou prevenir riscos à saúde e de intervir nos problemas sanitários decorrentes do meio ambiente, da produção e circulação de bens e da prestação de serviços de interesse da saúde, abrangendo: o controle de bens de consumo que, direta ou indiretamente, se relacionem com a saúde, compreendidas todas as etapas e processos, da produção ao consumo; o controle da prestação de serviços que se relacionam direta ou indiretamente com a saúde.

6 Gerência de Vigilância de Produtos e Serviços de Interesse da Saúde Alimentos Medicamentos Produtos para a saúde Serviços de Interesse à Saúde Laboratório de Controle de Qualidade em Saúde

7 Contextualizando DESAFIOS São Paulo em Números habitantes estabelecimentos de básica e média complexidade estabelecimentos de alta complexidade. Grande número de estabelecimentos clandestinos

8 Estratégias de Ação: Vigilância Sanitária Regulamentação dos procedimentos de serviços e produtos de interesse à saúde, através da elaboração de leis, portarias e normas técnicas que são embasadas nos riscos sanitários; Comunicação e Educação em Saúde e conscientização sanitária da população e do setor regulado; Inspeção/ fiscalização dos setores por ela regulada; Articulação e Integração com diversos órgãos que atuam direta ou indiretamente com a saúde

9 Vigilância Sanitária Regulamentação/ Suporte Legal: Estabelecer princípios, diretrizes e preceitos; Organizar serviços e práticas da vigilância em saúde. Ferramenta necessária para o exercício da autoridade sanitária. Constituição Federal e a Lei Orgânica da Saúde 8.080/90 atribuem ao SUS a Vigilância Sanitária Sistema Nacional de Vigilância Sanitária SNVS (Lei Federal 9782/99) Tríplice regulamentação: Federal, Estadual e Municipal ANVISA Coordena o SNVS. Resoluções de proteção à saúde com validade para todo o território nacional; CVS-SES Regula conforme as necessidades e realidade do Estado; COVISA-SMS Regula de acordo com as peculiaridades do Município.

10 Inspeção/ Fiscalização: Vigilância Sanitária Sustenta as ações da Vigilância Sanitária, pois possibilita um conhecimento real dos problemas sanitários que afetam a saúde pública e, a partir dos aspectos observados, permite definir estratégias/ações que promovam a adequação dos estabelecimentos, equipamentos e produtos de interesse à saúde, assim como o aumento da consciência sanitária dos responsáveis pelos serviços prestados. As inspeções sanitárias são efetuadas em estabelecimentos que requerem cadastro ou renovação dos mesmos na Vigilância Sanitária, como também são geradas a partir de denúncias, solicitações de outros órgãos ou de ações programadas segundo critérios de risco.

11 Vigilância Sanitária Comunicação e Educação em Saúde: Componente essencial para fundamentar as negociações e intervenções sobre os problemas sanitários. A compreensão sobre a responsabilidade da empresa/estabelecimento. A conscientização e a participação da sociedade.

12 Vigilância Sanitária Autoridade Sanitária: Autoridade competente no âmbito da área da saúde com poderes legais para estabelecer regulamentos e executar licenciamento (habilitação) e fiscalização. Suporte Legal Municipal: Lei /04, institui o Código Sanitário do Município de São Paulo; Decreto 50079/08 de 07/10/08, regulamenta o Código, disciplina o Cadastro Municipal de Vigilância Sanitária e estabelece os procedimentos administrativos de vigilância em saúde; Portaria SMS-G 1293/07, dispõe sobre o CMVS e os procedimentos administrativos decorrentes da constatação de infração sanitária.

13 Supervisões de Vigilância em Saúde Região Sudeste : Mooca-Aricanduva Ipiranga-Sacomã Vila Prudente-Sapopemba Vila Mariana-Jabaquara Penha

14 Supervisões de Vigilância em Saúde Região Centro Oeste : Sé- Santa Cecilia Lapa -Pinheiros Butantã

15 Supervisões de Vigilância em Saúde Região Norte: Casa Verde-Cachoeirinha Freguesia do Ó -Brasilândia Jaçanã-Tremembé Vila Maria Vila Guilherme Pirituba-Perus Santana-Tucuruvi

16 Supervisões de Vigilância em Saúde Região Sul: Cidade Ademar-Santo Amaro Campo Limpo M Boi Mirim Capela do Socorro Parelheiros

17 Supervisões de Vigilância em Saúde Região Leste: Cidade Tiradentes Itaquera Ermelino Matarazzo Guaianases Itaim Paulista São Mateus São Miguel

18 Supervisões de Vigilância em Saúde Ações desenvolvidas em vigilância sanitária, ambiental e epidemiológica.

19 Supervisões de Vigilância em Saúde Ações desenvolvidas em vigilância sanitária em comércio varejista de medicamentos, (drogarias),óticas, serviços médicos sem procedimento, creches, instituiçoes de longa permanência para idosos, entre outros. Todo o comércio varejista de alimentos.

20 Subgerência de Alimentos Equipes atuando em vistorias sanitárias em: Indústrias, em todos os graus de complexidade Comércio Atacadista Distribuidora e Transportadoras de Alimentos Cozinhas Industrias

21 Subgerência de Alimentos Suporte técnico para as equipes locais (SUVIS), em vistorias nos comércios varejistas, principalmente em hipermercados e avícolas com abate

22 Subgerência de Alimentos Atendimento de denúncias originadas de Ministério Publico, CVS, ANVISA, e da população em geral Inspeções realizadas para emissão de Cadastro Municipal de Vigilância Sanitária Inspeções em empresa que comunicam inicio de fabricação/importação de produtos dispensados de registro Inspeções em empresa que entram com processos de registro de produtos

23 Subgerência de Alimentos Colheita dos produtos para a análise de controle, com o objetivo de verificar a conformidade com o Padrão de Identidade e Qualidade (PIQ) dos mesmos e encaminhar para o Instituto Adolfo Lutz SP; Colheita dos produtos para a análise fiscal de produtos denunciados e em atendimento a programas municipais, encaminhados ao Laboratório Municipal

24 Subgerência de Alimentos Comunicação de início de fabricação/importação de produtos dispensados de registro Recepção de processos de registro de produtos

25 Subgerência de Alimentos Equipe Multiprofissional Nutricionistas Médicos Veterinários Engenheiros de Alimentos Biólogos Químicos

26 Subgerência de Alimentos Código Sanitário do Municipio de São Paulo Lei 13725/04 Portaria SMS G 1210/06 Outras Portarias, Regulamentos e Resoluções Federais e Estaduais

27 Inspeções Sanitárias em Supermercados Irregularidades Mais Frequentes Maiores Preocupações 27

28 Salmão Comercialização fresco ou/e congelado Orientação aos consumidores 28

29 Peixe Fresco Exposição para venda Controle do prazo de validade Auto serviço 29

30 Bacalhau Armazenamento Exposição para venda Prazo de Validade Fracionamento

31 Carne moída Pré moída: pré embalada Condições de higiene dos moedores Decreto Lei Estadual /1978 Gordura: 10% Aponevroses: 3%

32 Frango Congelado ou resfriado: exposição para venda, informação sobre descongelamento Assado: prazo de validade, controle de temperatura, local de preparo 32

33 Produtos Cárneos Secos e Salgados Exposição para venda: proteção Fracionamento: prazo de validade e rastreabilidade 33

34 Padaria Separação da área de venda e produção Exposição para venda: auto serviço Prazo de validade, proteção e exposição para venda de produtos recheados/com cobertura 34

35 Preparações quentes Controle de temperatura Prazo de validade Local de preparação 35

36 Balcões refrigerados Controle temperatura Superlotação 36

37 Plantas, rações para animais, carvão Localização 37

38 Áreas de Lixo Segregação Acesso de pessoas estranhas Limpeza do piso, caçambas e ao redor Presença de: pombos, roedores e insetos 38

39 Área de Recebimento Cruzamento de alimentos com lixo Locais pequenos, mal organizados e mal higienizados Proximidade: produtos para descarte/lixo/recebimento 39

40 Prazo de Validade Produtos fracionados: conservas, embutidos, doces Produção própria Indicação de prazo de validade produtos de origens diversas, fora das embalagens originais, com prazos de validade iguais 40

41 Caixas de Madeira de Hortifruti Recebimento Armazenamento Área de vendas

42 Recebimento de Produtos Congelados Demora no armazenamento

43 1º Encontro Técnico com os Representantes da Vigilância Sanitária Município de São Paulo APAS Março 2009

44 OBJETIVOS Qualidade e Segurança do Produto Adequação a Legislação Controle da Qualidade do Processo Qualidade de Recursos Humanos e Serviços Redução de custos e desperdícios Aumento da rentabilidade

45 MODELO GESTÃO DA QUALIDADE Responsável Técnico: Operação : Elaboração do Manual e POP Adequação legislação Implementação e treinamento Verificação Ações corretivas Operacionalização das BPF e POP Implantação Respeito a legislação Monitoramento Correção

46 OPERAÇÃO CORREÇÃO X AÇÃO CORRETIVA Responsável Técnico

47 Objetivos do Encontro Interpretação da legislação Harmonização da fiscalização e RT Comunicação mais efetiva Formação de grupos de estudo Atualização tecnológica Segurança dos Alimentos

48 Exemplos Recebimento do FLV em caixas de madeira; Exposição de produtos salgados e secos como o bacalhau; Exposição do pescado; Definição da vida de prateleira; Temperatura de exposição de queijo, bolos, confeitaria etc.

49 GESTÃO DA QUALIDADE EM SUPERMERCADOS BOM TRABALHO! Daniel Bertuzzi Vilela

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