SEGURANÇA ALIMENTAR NAS FORÇAS ARMADAS

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1 SEGURANÇA ALIMENTAR NAS FORÇAS ARMADAS A atuação do QCO na implantação do PROGRAMA DE AUDITORIA E SEGURANÇA ALIMENTAR - PASA do Exército Brasileiro. 01Out15

2 MINISTÉRIO DA DEFESA EMCFA SEC GERAL CHOC CAE CHELOG SUBILOG

3 EMCFA CHEFIA DE LOGÍSTICA SUBCHEFIA DE INTEGRAÇÃO LOGÍSTICA SECMA Seção de Geoinformação, Metereologia e Aerolevantamento SECISM Seção de Interoperabilidade Logística de Subsistência e Medicina Operativa SECIL Seção de Interoperabilidade Logística

4 ESTRUTURA SECISM Coordenação de Medicina Operativa Coordenação de Alimentação CEAFA

5 COMPOSIÇÃO Presidente Ten Cel QCO Vet Fernanda Peixoto Assessores SC Davi Santiago SC Vilmar Fogaça Assessoria Técnica Representante MB CF (IM) Morcillo/SGM CF (IM) Vizeu/SGM Representante EB Cel Int Braga/ DABST Cap Vet Renata/DABST Representante FAB Cel Int Helder / EMAER Cel Int Testi Jr/SDAB Portaria nº 732/EMCFA, de 27 Mar 2015.

6 NORMATIZAÇÃO CEAFA

7 BASE LEGAL MD 42 R-01 REGULAMENTO DE SEGURANÇA DOS ALIMENTOS DAS FA Saúde do manipulador. Capacitação de pessoal. Controle da água. Controle de pragas. Estrutura e edificação. Higiene do manipulador. Higiene ambiental. Higiene de víveres. Manipulação higiênica. Recebimento de gêneros. Armz /Trnp de gêneros. Documentação. Registro.

8 Cursos Regulares de Segurança dos Alimentos AMAN /AFA EAD Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial SENAC MG para Manipuladores de Alimentos * contratado e customizado pelo EB. FERRAMENTAS DE ENSINO - BPF

9 Cursos de Capacitação em Segurança dos Alimentos para os cadetes do Curso de Intendência da AMAN e da AFA. (Prático e Teórico- modelo OPAS/ 40 HORAS AULA) AMAN 25 a 29 Mai 2015 AFA 4 a 7 AGO 2015

10 CURSO DE CAPACITAÇÃO NAS BOAS PRÁTICAS NA MANIPULAÇÃO DOS ALIMENTOS EAD 40 HORAS/AULA 2012: 822 inscritos 2013: 406 inscritos

11 LINHA DO TEMPO VI SEAL CURSO BPF SEGURANÇA ALIMENTAR CURRICULO DAS ESCOLAS MILITARES EPCOEM 17º CONTBRAS CCOPAB EPCOEM 18º & 19º CONTBRAS CCOPAB PROSPECÇÃO TECNOLOGIA ALIMENTO COLETIVIDADE Op São Francisco CURSO BPF Op Arcanjo I SEAL 2002 II SEAL 2003 III SEAL 2004 PORT 854 IV SEAL 2005 CURSO BPF OPAS 2006 V SEAL CURSO BPF CURSO BPF Op Guanabara PROJETO ESTRATÉGICO DE DEFESA ALIMENTAR 695 Multiplicadores em Segurança dos Alimentos 643 Cadetes Intêndencia AMAN / AFA

12 CAMPOS DE ATUAÇÃO 156 OM DE TERRA 105 NAVIOS 435 OM COM RANCHO MIL HOMENS 55 OM COM RANCHO

13 PROGRAMAS PROGRAMA DE NECESSIDADES PARA O PROJETO DE REFORMA DOS RANCHOS, PARA A IMPLANTAÇÃO DAS BOAS PRÁTICAS EM SERVIÇOS DE ALIMENTAÇÃO. As OM interessadas em orientar e adequar os lay out dos seus ranchos (cozinhas e refeitórios), a fim de reduzir os riscos de contaminação alimentar, poderão solicitar a DABm, a elaboração do programa de Necessidade..., como subsídio à projeto de reforma dos ranchos. PORT Nº C-7/GC3, DE 04 MAR Atribui à Diretoria de Intendência, por intermédio da Subdiretoria de Abastecimento, a responsabilidade para normatizar e implantar as instalações, equipamentos e processos de gestão alimentar dos Serviços de Intendência. Art 1º, I: implantar e orientar Construindo uma o correto emprego das Boas Práticas de logística de Fabricação, no que se subsistência refere à gestão alimentar. comprometida com a segurança alimentar.

14 Boas Práticas de Fabricação de Alimentos

15 Marco Legal CORTE PASA RX /Inventário da atividade Aumento do Valor da Etapa Incremento das Operações conjuntas CERTIFICAÇÕES /2015 CUSTEIO INVEST CUSTEIO INVEST CUSTEIO INVEST CUSTEIO INVEST PASA 5,5 MI 1,3 MI 5,5 MI 1,3 MI 8 MI 53 MI FMOD 20 6,0 MI 8,5 MI 1.4 MI - -

16 Matéria NE/SET Fonte: DAbst/COLOG Autora: Cap QCO Vet Renata

17 OBJETIVO Garantir a qualidade das refeições preparadas e do Serviço de Alimentação como um todo, através da avaliação da sua conformidade. PERIGOS ACIDENTAIS COZINHA CONVENCIONAL

18 CONTRATO DE OBJETIVOS LOGÍSTICOS

19 QUEM PARTICIPA? RM 2013 N Auditores ESCALÃO LOGÍSTICO AUDITORES PASA COLOG 11 1ª RM 11 2ª RM 11 3ª RM 26 4ª RM 17 5ª RM 27 6ª RM 10 7ª RM 22 8ª RM 06 9ª RM 19 10ª RM 17 11ª RM 13 12ª RM 17 TOTAL 207

20 PA S A LOGISTICA DE SUBSISTÊNCIA INSPEÇÕES SANITÁRIAS DEPÓSITO EFETIVO ALIMENTADO GESTÃO DE RECURSOS FISCALIZAÇÃO BPF REQUISITOS SANITÁRIOS

21 LISTA DE VERIFICAÇÃO B AVALIAÇÃO SIM NÃO PARCIAL NA 1. EDIFICAÇÃO E INSTALAÇÕES 1.1 ÁREA EXTERNA: Área externa livre de focos de insalubridade, de objetos em desuso ou estranhos ao ambiente, de vetores e outros animais no pátio e vizinhança; de focos de poeira; de acúmulo de lixo nas imediações, de água estagnada, dentre outros. X Vias de acesso interno com superfície dura ou pavimentada, adequada ao trânsito sobre rodas, escoamento adequado e limpas X 1.2 ACESSO: Direto, não comum a outros usos ( habitação). X 1.3 ÁREA INTERNA: Área interna livre de objetos em desuso ou estranhos ao ambiente. X 1.4 PISO: Material que permite fácil e apropriada higienização (liso, resistente, drenados com declive, impermeável e outros). X Em adequado estado de conservação (livre de defeitos, rachaduras, trincas, buracos e outros). X Sistema de drenagem dimensionado adequadamente, sem acúmulo de resíduos. Drenos, ralos sifonados e grelhas colocados em locais adequados de forma a facilitar o escoamento e proteger contra a entrada de baratas, roedores etc. X

22 RELATÓRIO PASA INDICADORES DE CONFORMIDADE

23 AUDITORIA AUDITORIAS REALIZADAS META

24 RESULTADOS DO PASA (PREVISÃO) 2015: Form Aud do COLOG. Cpc Aud regionais na 4ª, 5ª e 8ª RM. Aud Ctf Pq R Mnt/5, 3 RCC, 20 BIB, 28 BC, 1ª Cia Inf, Cmdo 1ª Bda AAAe, 7 BE Cmb, H Gu Natal, Cmdo 11ª Bda Inf L, 2 GAC L, 2 BE Cmb e 21 D Sup. Emprego de: R$ 11,5 milhões em custeio; e R$ 16,2 milhões em investimentos. Curso de Capacitação em Boas Práticas na Manipulação de Alimentos EAD:

25 CERTIFICAÇÃO 12 BI / 4ª RM 2012 Ba Adm Ap 1ª RM

26 ALIMENTO SEGURO É A GARANTIA DO EMPREGO OPERACIONAL DA TROPA.

27 INCREMENTO DAS BPF NAS OPERAÇÕES CONJUNTAS FOCO NA ALIMENTAÇÃO PARA COLETIVIDADES PROJETO ESTRATÉGICO GOVERNANÇA E CULTURA ALIMENTAR VISÃO DE FUTURO

28 Alimentação para coletividades 2015 Ração operacional 2014

29 DEFESA ALIMENTAR Plano de Gestão Estratégica da Defesa/2015. elaboração de um Plano de Contingência para identificação de vulnerabilidades e desenvolvimento da percepção de risco envolvendo as reservas de água e de alimento, frente a contaminações intencionais. CONTAMINAÇÃO ACIDENTAL - PASA x CONTAMINAÇÃO INTENCIONAL PROJETO ESTRATÉGICO DE DEFESA

30 Defesa Alimentar Maximização da excelência da alimentação militar por meio da Gestão da Segurança dos Alimentos fundamentada na mudança de comportamento. RESULTADOS ESPERADOS PARA O PROJETO Proteção do potencial humano das Forças Armadas e garantia do emprego operacional da tropa Cultura de Gestão em Segurança dos Alimentos baseada nas Boas Práticas de Fabricação dos alimentos. Proteção das reservas militares de água e alimentos frente a ataques maliciosos ou ideologicamente motivados. PRODUTOS Conjunto integrado de tecnologias, políticas, costumes, processos e conhecimento, necessários para a garantia da Defesa Alimentar das Forças Armadas - GOVERNANÇA INVESTIMENTO Reuniões técnicas, benchmarking, fomento, capacitações.

31 SISTEMA INTEGRADO DA CADEIA DE SUPRIMENTOS

32 Defesa Alimentar Fortalecimento da Cultura em Gestão de Segurança dos Alimentos baseada em comportamento. Boas Práticas de Fabricação Gestão de Boas Práticas de Fabricação dos Alimentos Plano de Contingência para proteção contra ataques maliciosos ou ideologicamente motivados de reservas militares de água e alimentos, e procedimentos para minimizar o impacto ou interrupção de abastecimento em caso de ataque.

33 C O N C L U S Ã O

34 Ten Cel Vet Fernanda Peixoto Coordenadora Seção de Interoperabilidade de Subsistência e Medicina Operativa Subchefia de Integração Logística Chefia de Logística [email protected] (61)

35 PROGRAMA DE AUDITORIA E SEGURANÇA ALIMENTAR

36 PROGRAMA DE AUDITORIA E SEGURANÇA ALIMENTAR

37 PROGRAMA DE AUDITORIA E SEGURANÇA ALIMENTAR

38 PROGRAMA DE AUDITORIA E SEGURANÇA ALIMENTAR

39 PROGRAMA DE AUDITORIA E SEGURANÇA ALIMENTAR

40 PROGRAMA DE AUDITORIA E SEGURANÇA ALIMENTAR

41 PROGRAMA DE AUDITORIA E SEGURANÇA ALIMENTAR

42 PROGRAMA DE AUDITORIA E SEGURANÇA ALIMENTAR

43 PROGRAMA DE AUDITORIA E SEGURANÇA ALIMENTAR

44 PROGRAMA DE AUDITORIA E SEGURANÇA ALIMENTAR

45 PROGRAMA DE AUDITORIA E SEGURANÇA ALIMENTAR

46 PROGRAMA DE AUDITORIA EM SEGURANÇA ALIMENTAR

47 PROGRAMA DE AUDITORIA EM SEGURANÇA ALIMENTAR

48 PROGRAMA DE AUDITORIA EM SEGURANÇA ALIMENTAR

49 C O N C L U S Ã O

50 Ten Cel Vet Fernanda Peixoto Coordenadora Seção de Interoperabilidade de Subsistência e Medicina Operativa Subchefia de Integração Logística Chefia de Logística [email protected] (61)