Parte V. O Universo Muito Perturbado
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- Mario Festas Marreiro
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1 Parte V O Universo Muito Perturbado
2 Evolução Não Linear Antes da recombinação: Hoje: Radiação e matéria acoplados ρ 10 ρ 4 Radiação e matéria desacoplados ρ Gal ρ 10 6 Necessidade de estudar o regime não-linear
3 Como Gerar um Catálogo de Galáxias? Receita: Composição do Universo Parâmetros cosmológicos Dados iniciais: Espectro primordial das flutuações Evolução Linear Espectro Processado Radiação cósmica de fundo Catálogo simulado de galáxias Evolução Não Linear Função de seleção Observar o modelo como se observa o universo
4 Composição do Universo Bárions: Ωb Neutrinos: Ω ν < Matéria Escura: Ω Curvas da rotação de galáxias - Emissão de raios x em aglomerados - Movimentos em grande escala... - Lentes gravitacionais m M33 disco estelar gás matéria escura ΩΛ < Ω tot < 1.03 a 4π G = + a 3 ( ρ 3P)
5 Simulações Computacionais Universo bidimensional fechado, representado pela superfície de uma esfera em expansão Simula-se uma porção apreciável do Universo, e utiliza-se condições de contorno periódicas. Receita: composição do universo + condições iniciais Catálogo simulado (dinâmica: evolução temporal)
6 Simulações Computacionais Cosmologia newtoniana: 2 φ = 4πG ρδ 2 d x 2 p = a φ 2 + N corpos dτ ρ Coordenadas comóveis (acompanham a expansão média): x = r / a t () As pequenas flutuações iniciais crescem e se agrupam em grandes estruturas. Grand Challenge Cosmology Consortium
7 Resultados de Simulações Simulações do Hubble Volume. Área similar à do SDSS 10 6 partículas 500 Gb de dados O modelo de matéria escura fria e energia escura reproduz satisfatoriamente a maioria das propriedades do nosso universo
8 Resultados de Simulações Simulações do Hubble Volume. Área similar à do SDSS 10 6 partículas 500 Gb de dados O modelo de matéria escura fria e energia escura reproduz satisfatoriamente a maioria das propriedades do nosso universo
9 A Simulação do Milênio
10 Parte VI Incógnitas e Perspectivas
11 O Universo Conhecido Hoje medimos com grande precisão: A Expansão do Universo A Radiação Cósmica de Fundo A Abundância de Elementos Leves A Curvatura do Universo Movimentos no Cosmos Distribuição de Matéria Com Todos os comprimentos de onda Lentes gravitacionais Diversos objetos : RCF, galáxias, quasares, gás, aglomerados
12 Alguns probleminhas
13 Não sabemos o que compõe 95% da densidade de energia do universo! Ignorância Cósmica
14 Outros Mistérios Porquê há mais matéria do que antimatéria? Quais são os fenômenos físicos no universo primordial? De onde vem e o que são os pulsos de raios gama? Como se formam as galáxias? (Quasares, AGN e buracos negros)
15 Problemas? Incógnitas e problemas fundamentais em aberto: Pequenas escalas Satélites Halos pontiagudos (cuspy) Buracos negros supermassivos? Grandes escalas Baixos multipolos da radiação cósmica de fundo Anisotropia dos raios cósmicos? Não sabemos o que compõe 96% da densidade do Universo Novo éter?
16 O Dark Energy Survey no Brasil
17 Uma Grande Questão O que é a Energia Escura? 2/3 do universo Problemas teóricos fundamentais Abordagem fenomenológica: Procurar efeitos observáveis da energia escura Limitar o seu comportamento w P = Λ w = 1, w = const. ρ
18 Cosmologia O que é a Energia Escura? 2/3 do universo Problemas teóricos fundamentais Também Estrutura em grande escala Massa do neutrino Matéria escura Estrutura e formação de aglomerados Evolução galáctica Etc.
19 Procurando as marcas da Energia Escura Os Observáveis
20 Medidas da Energia Escura com o DES Realizar medidas complementares e de precisão dos efeitos da energia escura Novos métodos Contagem de aglomerados de galáxias 20,000 aglomerados até z = 1 com M > 2x10 14 M 200,000 grupos e aglomerados Efeito fraco de lentes gravitacionais 300 milhões de galáxias com medida da forma Distribuição espacial de galáxias 300 milhões de galáxias Medida padrão da energia escura Distâncias de supernovas do tipo Ia 1900 supernovas até 0.25 < z < 0.75 Imagens repetidas de 40 graus 2 Curvas de luz precisas
21 Outros Projetos Exemplo: arcos gravitacionais Sensível à energia escura Estrutura dos aglomerados, evolução Previsões para o DES Melhorar modelos e observações! Dados do EMSS, HST, SDSS coadd Arcos no RCS
22 O Instrumento decam
23 Telescópio Blanco Telescópio de 4m no CTIO Tim Abbott, CTIO CTIO opera: SOAR: campo pequeno (Brasil = 33% do tempo) Blanco: grande campo
24
25 O Instrumento: DECam F8 Mirror Filters Shutter 3556 mm CCD Read out Hexapod Optical Lenses 1575 mm
26 Dark Energy Survey (DES) Câmera de 500 Megapíxeis Campo ~ 2 graus 2 Telescópio de 4m do CTIO 4 cores para zs fotométricos Acurácia: δz < 0.02 até z = galáxias/arcmin 2 Cerro Tololo Cobertura 5000 graus 2 30% do CTIO em 5 anos (525 noites)
27 Área do DES Superposição de 4000 graus 2 com o SPT e com a tira 82 do SDSS (e outros)
28 As CCDs Objetivo: z ~ 1 ~50% do tempo no filtro z ( nm) CCD comerciais mícrons de espessura bom para 400nm ruim para 900nm CCDs do LBNL eficientes em 1000 nm (QE> 50%) 250 mícrons de espessura Produzidas no LBNL, montadas no Fermilab Mesmo tipo de CCD que o SNAP Quantum Efficiency (%) Thinned CCD Deep Depleted LBNL high resistivity Wavelength (nm)
29 O estado atual Câmera Simulações Análise de dados
30 Testando e Caracterizando as CCDs
31 Testando e Caracterizando as CCDs
32 Estado Atual Teoria: previsões, métodos, simulações Software Experimento: setup e teste das CCDs, eletrônica design óptico, estudo das melhorias do blanco
33 Participação Brasileira no DES Por que o DES? Escala de tempo Envolver pessoas Aportar contribuições Histórico de colaboração com Fermilab Instrumento versátil: Outros interesses astrofísica brasileira Contribuição brasileira: Ciência Software Infra-estrutura computacional A participação brasileira já é uma realidade!
34 Mini-Workshop O Brasil e o Dark Energy Survey 10 e 11 de novembro de 2005, ICRA/CBPF, Rio de Janeiro, RJ comitê científico: M. Novello (ICRA/CBPF), P. Pellegrini (ON), R. Rosa (LAC/INPE), L. Sodré (IAG/USP) comitê organizador local: M. Makler (ICRA/CBPF), S. Joffily (ICRA/CBPF)
35 Considerações Finais A Cosmologia é hoje parte de física e da astronomia Nova física a partir da cosmologia! Nesta última década houve uma revolução na cosmologia com uma avalanche de dados observacionais de alta qualidade Entendemos muita coisa sobre o Universo Há questões fundamentais que não entendemos ainda Muitas novidades no futuro próximo! Dark Energy Survey: Possibilidade do Brasil estar na vanguarda da cosmologia Seja bem vindo a participar deste fascinante ramo da ciência!
36 Obrigado!
37 Recursos on-line Cosmo BR, Fórum Brasileiro de Cosmologia Busca de artigos e bibliografia na rede: arxiv HepSpires Nasa/ADS
38 Alguns Links Links do WMAP Teoria: Links sobre estrutura em grande escala:
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