Sessão ADFER O NOVO EIXO DE BITOLA EUROPEIA E ALTA VELOCIDADE LISBOA PORTO
|
|
|
- Andreia Peixoto Martinho
- 10 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 Sessão ADFER O NOVO EIXO DE BITOLA EUROPEIA E ALTA VELOCIDADE LISBOA PORTO Lisboa, 5 de Maio de 2009 Mário Lopes, Membro da Direcção da ADFER, Prof. do Dept. engª Civil (Área de estruturas) do IST No que diz respeito à Linha de Alta Velocidade (AV) Lisboa-Porto há duas questões que se têm colocado publicamente. Portugal precisa de uma rede de Alta-Velocidade ferroviária em bitola europeia? Se sim, qual o melhor traçado na aproximação a Lisboa? Para a primeira questão há respostas para todos os gostos. Cada uma pode ser justificada assumindo pressupostos e critérios de análise que favoreçam a resposta que se pretende obter. A razão apresentada no início da década de 1990 para preterir a construção da rede de AV face à modernização da Linha do Norte foi de que não valia a pena gastar milhares de milhões de contos apenas para demorar menos 15 minutos entre Lisboa e o Porto. É óbvio que se o pressuposto estivesse correcto (de que o que está em causa é apenas o tempo de viagem Lisboa- Porto e que o diferencial entre a AV e a ferrovia convencional é apenas 15 minutos) a conclusão também estaria. Ou seja, se pensarmos apenas à escala do nosso país, num prazo relativamente curto, e esquecermos o transporte de mercadorias, é óbvio que não há justificação para construir a rede de AV. Mas não é assim que se devem tomar decisões. Se se pretender tomar a melhor decisão do ponto de vista do interesse público o problema deve ser analisado na sua globalidade, considerando a nossa inserção internacional, numa perspectiva de longo prazo, e tendo em conta todas as vertentes da questão. Neste contexto, no âmbito ferroviário, Portugal precisa acima de tudo de uma rede de bitola (distância entre carris) europeia. Como se sabe a bitola em Portugal e Espanha (bitola ibérica) é diferente da bitola no resto da Europa ocidental. A Espanha está a construir a sua rede de AV em bitola europeia e há 20 anos que prepara a migração da bitola ibérica para a bitola europeia na rede convencional, introduzindo as travessas de dupla fixação (que permitem fixar os carris tanto na posição correspondente a uma bitola como à outra). Se Portugal nada fizer poderá ficar isolado da Europa por via ferroviária em 2020 (ou pouco depois, de acordo com os Planos e anúncios do Governo espanhol). Com as questões ambientais e energéticas a impulsionar o máximo possível a utilização dos modos de transporte marítimo e ferroviário, o isolamento ferroviário transformar-se-á numa portagem espanhola nas nossas fronteiras devido aos transbordos que será necessário fazer, reduzindo a competitividade da nossa economia. 1
2 A questão da Alta Velocidade, que se refere apenas ao transporte de passageiros, embora menos importante que a questão da bitola, também tem importância, em particular devido à política de Espanha, que está a construir uma das melhores redes de AV do mundo. Dada a maior competitividade da AV relativamente ao transporte aéreo para distâncias até 800km, acentuar-seá a tendência actual de redução da oferta de transporte aéreo entre cidades espanholas, fazendo com que as ligações entre cidades da península ibérica se façam essencialmente por via ferroviária. Se Portugal não acompanhar o desenvolvimento da rede espanhola de AV e insistir nos investimentos essencialmente rodoviários, ou seja, num modelo insustentável a médio e longo prazo, as melhores comunicações ferroviárias em Espanha (com velocidades médias cerca do dobro das de Portugal) e a diferença da bitola isolarão o nosso país. A Espanha atrairá a imensa maioria do investimento externo e turismo dirigido à península Ibérica. Corre-se assim o risco de transformar Portugal em pouco mais do que uma reserva de mão-de-obra barata para a economia espanhola. É fundamental contrariar estas tendências. Portugal deve promover boas ligações directas para passageiros e mercadorias entre as principais cidades do eixo Atlântico sem passagem por Madrid, o que reforça a importância da ligação Lisboa-Porto e da ligação Porto-Vigo. Para as mercadorias a ligação Aveiro-Salamanca é muito importante, pois é a principal via de escoamento para a Europa. A linha de AV Lisboa-Porto permite melhorar tempos de percurso Lisboa-Porto no longo curso de passageiros e aumentar a fiabilidade de todos os serviços (cumprimento de horários, importante para a competitividade do transporte ferroviário), pois a Linha do Norte, além de estar saturada junto a Lisboa e ao Porto, suporta com dificuldade serviços de diferentes características: longo curso, regionais, suburbanos e mercadorias, o que acarreta falta de fiabilidade nos serviços prestados. É um investimento importante (deve estudar-se a possibilidade de ser faseado) mas as razões referidas também mostram que não é urgente. Nada o justifica a todo o custo. É importante minimizar as relações custo/benefício, pelo que as principais opções devem estar bem fundamentadas, o que nos traz à segunda questão: qual o melhor traçado da Linha de AV Lisboa-Porto na aproximação a Lisboa? A ADFER e posteriormente a CIP/TIS propuseram uma saída única de Lisboa das Linhas de AV Lisboa-Porto e Lisboa-Madrid, com um troço comum até ao Novo Aeroporto de Lisboa (NAL). Aí as Linhas separar-se-iam, seguindo a Linha Lisboa-Porto para norte pela margem esquerda do Tejo em direcção a Almeirim, atravessando o Tejo a nordeste de Santarém. A partir daí a Linha continuaria para norte passando perto de Torres Novas, contornado a Serra d Áire pelo leste em direcção à saída de Leiria da A1 (nó da Caranguejeira) e ligando ao traçado previsto pela RAVE ligeiramente a oeste de Pombal. A figura 1, adaptada de uma apresentação da RAVE, ilustra esquematicamente este traçado, bem como o traçado da Linha Lisboa-Porto da RAVE ao sul de Pombal. 2
3 (Nota: o NAL está representado mais próximo de Vendas Novas do que de Alcochete, o que não está correcto. Por isso neste mapa corrige-se a posição do NAL e da linha de AV na sua vizinhança) Figura 1 Representação esquemática dos traçados alternativos para a linha de AV Lisboa-Porto ao sul de Pombal ( pág. 18) Fez-se uma comparação entre os custos de construção dos 2 traçados com base nas seguintes hipóteses (ver Anexo 1, disponível em Traçado da RAVE: adoptam-se os limites superiores das estimativas da RAVE, pois as estimativas inferiores parecem excessivamente optimistas (por comparação com outras Linhas de AV semelhantes e anteriores estimativas da RAVE). O comprimento do traçado é de 165 km da Gare do Oriente a Pombal Traçado ADFER/CIP/TIS: no troço entre o NAL e o Tejo na zona de Santarém e os primeiros 15 km ao norte do Tejo, adoptou-se o mesmo custo por km que no troço Poceirão-Caia, por o relevo 3
4 ter características semelhantes; para a ponte sobre o Tejo em Santarém adoptou-se uma estimativa da RAVE; para o resto do troço Santarém-Pombal sobrestimou-se o custo admitindo que era igual ao do troço Ota-Pombal da RAVE, em que o relevo é mais acidentado e há mais população afectada. O comprimento aproximado do traçado NAL-Pombal é de 145 km. O resultado é que o custo de construção do traçado da RAVE é cerca de 870 milhões de euros superior, como se demonstra no Anexo 1. As incertezas na estimação das distâncias e dos custos podem alterar quantitativamente este resultado, mas não o alteram qualitativamente. Outro aspecto importantíssimo é a ligação ao NAL de toda a zona entre Lisboa e Porto, um elemento fundamental para os respectivos acessos internacionais (à excepção da maior parte de Espanha), e por isso para a competitividade económica dessas zonas. Como segundo a RAVE só 5% dos passageiros se dirigirão ao NAL que fica a 53,5 km de Lisboa (pela ponte Chelas- Barreiro), isso significa que os comboios que chegam a Lisboa, antes de voltarem ao Porto, para irem ao NAL terão de percorrer 107 km quase vazios. Nenhum operador fará isto (a não ser que seja fortemente subsidiado com o dinheiro dos impostos), pelo que provavelmente não haverá ligações ferroviárias directas ao NAL a partir do centro do país. O facto da Linha da RAVE não permitir a circulação de comboios de mercadorias (ver Anexo 2), ao contrário do traçado pela margem esquerda, também terá custos muito elevados (i) após a mudança da bitola em Espanha, pois restringirá ligações directas dos nossos portos a Espanha, e (ii) durante a mudança da bitola na Linha do Norte, pois não haverá alternativas a esta Linha para o transporte ferroviário de mercadorias. A RAVE tem referido diversos outros factores de comparação, como custos de manutenção, tempos de percurso e perdas de receitas, relativamente aos quais se fazem alguns comentários (ver Anexo 3). Relativamente ao cálculo da diferença dos custos de manutenção, superior no traçado da RAVE por ser mais longo e ter mais túneis e viadutos, apenas foi possível estimar um intervalo grosseiro da respectiva ordem de grandeza, que variaria entre 64 e 300 milhões de euros em 40 anos, consoante (i) se assumisse uma proporção entre os custos de manutenção e a extensão da Linha ou (ii) se considerassem os custos de manutenção como sendo proporcionais aos custos de construção (adoptando o rácio que consta das propostas para o troço Poceirão- Caia), de forma a contabilizar também os efeitos da existência de túneis e viadutos. O tempo de viagem Lisboa-Porto seria superior em 0 a 4 minutos pelo traçado alternativo (com entrada em Lisboa pela travessia Beato-Montijo, que reduz a distância Lisboa-NAL em 15,5 km relativamente ao percurso pela ponte Chelas-Barreiro), mas o tempo total de viagem para a maioria dos destinos na cidade e região de Lisboa seria menor se a estação de AV em Lisboa fosse Chelas-Olaias ou outra localização na Linha de Cintura. 4
5 E tudo isto é sem contar com perdas de receitas devidas a preços de bilhetes mais elevados se se adoptar o traçado da RAVE, que poderiam desviar passageiros para a via rodoviária. Perante isto como se explica que a RAVE apresente resultados completamente diferentes para as comparações que fez entre o seu traçado e o traçado pela margem esquerda? A resposta é simples: o traçado que a RAVE estudou e disse que era o traçado da CIP não é o proposto pela CIP, mas o traçado que se mostra na figura 2, com passagem pela Ota. Figura 2 Traçado da Linha Lisboa-Porto pela margem esquerda do Tejo estudado pela RAVE Este traçado é absurdo, pois o trajecto do NAL para norte em direcção a Santarém é muito mais favorável pela margem esquerda do Tejo. São terrenos planos e a norte do Tejo não, e a ponte sobre o Tejo nessa zona custa metade do que custa na zona da OTA. Para além disto o traçado pela margem esquerda estudado pela RAVE é um traçado mais longo, o que provoca aumento de tempos de percurso e de custos de construção e manutenção. A este propósito cite-se o que está escrito na pág. 3 da Nota Técnica da RAVE Alta Velocidade Ferroviária: Análise Comparativa das Alternativas de Entrada em Lisboa : A análise comparativa foi, inicialmente, desenvolvida assumindo como pressuposto que, independentemente da decisão que irá ser tomada relativa à localização do Novo Aeroporto de Lisboa, a Alta Velocidade Ferroviária passaria, em qualquer das alternativas, na zona da Ota. Ou seja, para comparar com o seu traçado, a RAVE escolheu um traçado que ninguém propôs, ainda pior que o seu próprio traçado, e depois concluiu que o seu traçado é melhor. Assim pode justificar-se qualquer solução por mais absurda que seja. Se existir vontade de escolher a melhor solução para o país, é necessário estudar minimamente e comparar as principais alternativas. Neste contexto sugere-se ao Governo que estude o traçado 5
6 da Linha de AV Lisboa-Porto aqui designado como ADFER/CIP/TIS e o compare com o traçado proposto pela RAVE, num processo aberto e transparente em que todos os elementos possam ser escrutinados por qualquer observador independente que o deseje fazer e que a discussão pública das vantagens e desvantagens das diferentes alternativas se faça antes da decisão final. Nota: este texto completa-se com os seguintes elementos de consulta, disponíveis em sendo que os Anexos 4 a 6 se destinam a leitores não familiarizados com as questões ferroviárias e a importância da integração de diferentes meios de transportes: Anexo 1 Custos de construção Graus de detalhe diferentes do desenvolvimento de alternativas: hipóteses adoptadas na estimação de custos Cálculos de custos de construção Anexo 2 Transporte de mercadorias Anexo 3 - Outros custos referidos pela RAVE 3.1 Custos de manutenção 3.2 Tempos de viagem 3.3 Perdas de receitas Anexo 4 Importância da integração do NAL com a rede de AV Anexo 5 Mudança da bitola Anexo 6 Principais factores que influenciam o custo de Linhas de AV 6
REGIÃO NORTE E A ALTA VELOCIDADE
REGIÃO NORTE E A ALTA VELOCIDADE Rui Rodrigues Site: www.maquinistas.org (Ver Opinião) Email [email protected] Data: Público, 0 de Outubro de 003 A REGIÃO NORTE E A ALTA VELOCIDADE Independentemente
Integrar o Aeroporto Sá Carneiro na Linha de Velocidade Elevada Porto Galiza através da Linha de Leixões António Alves 10 01 2008
Integrar o Aeroporto Sá Carneiro na Linha de Velocidade Elevada Porto Galiza através da Linha de Leixões António Alves 10 01 2008 As grandes vantagens desta proposta são não pôr em causa o objectivo de
MUNICÍPIO DE PALMELA A PLATAFORMA LOGÍSTICA DO POCEIRÃO
A EUROACE E A LIGAÇÃO FERROVIÁRIA DE MERCADORIAS SINES CAIA MADRID PARIS MUNICÍPIO DE PALMELA A ATAFORMA LOGÍSTICA DO POCEIRÃO INTERMODALIDADE E A LOGÍSTICA NO CORREDOR SINES/SETÚBAL/LISBOA; CAIA; MADRID
Disciplina: TRANSPORTES. Sessão 10: A Intermodalidade em Sistemas de. Transportes: potencialidades, dificuldades, soluções
MESTRADO INTEGRADO DE ENGENHARIA CIVIL Disciplina: TRANSPORTES Prof. Responsável: José Manuel Viegas Transportes: potencialidades, dificuldades, soluções 2010 / 2011 1/16 MÚLTIPLAS SOLUÇÕES MODAIS Devido
A REDE FERROVIÁRIA DE ALTA VELOCIDADE E A SUA ARTICULAÇÃO COM O. Lisboa, 2 de Abril 2009
A REDE FERROVIÁRIA DE ALTA VELOCIDADE E A SUA ARTICULAÇÃO COM O SISTEMA AEROPORTUÁRIO Lisboa, 2 de Abril 2009 Enquadramento Histórico e Ponto de Situação do Projecto Principais Decisões 2003-2005: 2005:
REDE TRANSEUROPEIA DE TRANSPORTES CORREDOR DO ATLÂNTICO
RTE-T -CEF REDE TRANSEUROPEIA DE TRANSPORTES CORREDOR DO ATLÂNTICO Rui Rodrigues - Consultor 3 de Outubro de 2014 Congresso da APAT TEMAS EM DEBATE PREÇO DO PETRÓLEO CUSTOS DO TRANSPORTE PROBLEMA DA DIFERENÇA
O céu. Aquela semana tinha sido uma trabalheira! www.interaulaclube.com.br
A U A UL LA O céu Atenção Aquela semana tinha sido uma trabalheira! Na gráfica em que Júlio ganhava a vida como encadernador, as coisas iam bem e nunca faltava serviço. Ele gostava do trabalho, mas ficava
Aspectos Sócio-Profissionais da Informática
ESCOLA SUPERIOR DE TECNOLOGIA I N S T I T U T O P O L I T É C N I C O D E C A S T E L O B R A N C O ENGENHARIA INFORMÁTICA Aspectos Sócio-Profissionais da Informática Jovens Empresários de Sucesso e Tendências
O Futuro do Transporte de Mercadorias
O Futuro do Transporte de Mercadorias A diminuição dos custos de transacção na economia portuguesa é fundamental para o aumento de nossa competitividade. Tal diminuição joga-se fundamentalmente no transporte
O Projecto de Alta Velocidade em Portugal. Lisboa, 17 de Novembro de 2008
O Projecto de Alta Velocidade em Portugal Lisboa, 17 de Novembro de 2008 Sinopse Histórica Sinopse Histórica Dez/2000 Criação da RAVE Jan/2001 Criação do AVEP Jun/2002 Início dos Estudos de Viabilidade
PROJECTO DE RESOLUÇÃO N.º 150/XI/1ª
Grupo Parlamentar PROJECTO DE RESOLUÇÃO N.º 150/XI/1ª PELA DEFESA DA MODERNIZAÇÃO DA REDE FERROVIÁRIA NACIONAL, INCLUINDO A CONSTRUÇÃO DA LINHA DE ALTA VELOCIDADE LISBOA- MADRID O debate acerca da racionalidade
Rendimentos e despesas das famílias europeias
Insights precisos para o crescimento europeu Rendimentos e despesas das famílias europeias Como está a crise a afetar a vida quotidiana? Think... nº 6 Janeiro 2013 TNS 2013 Insights precisos para o crescimento
3. ANÁLISE DE RISCO NA CONSTRUÇÃO CIVIL
Gestão de Operações s 2007/2008 3. ANÁLISE DE RISCO NA CONSTRUÇÃO CIVIL Jorge Moreira da Costa Professor Associado SCC/FEUP FEP_Fev Mar.2008 Top.3.1 Gestão de Operações s Análise de Risco 1 CONCEITOS GERAIS
O desenvolvimento da Contabilidade está naturalmente ligado ao desenvolvimento económico
INTRODUÇÃO 1. Desenvolvimento histórico O desenvolvimento da Contabilidade está naturalmente ligado ao desenvolvimento económico Alguns marcos de desenvolvimento: Séc. XV introdução das partidas dobradas
NOME: Nº. ASSUNTO: Recuperação Final - 1a.lista de exercícios VALOR: 13,0 NOTA:
NOME: Nº 1 o ano do Ensino Médio TURMA: Data: 11/ 12/ 12 DISCIPLINA: Física PROF. : Petrônio L. de Freitas ASSUNTO: Recuperação Final - 1a.lista de exercícios VALOR: 13,0 NOTA: INSTRUÇÕES (Leia com atenção!)
INOVAÇÃO PORTUGAL PROPOSTA DE PROGRAMA
INOVAÇÃO PORTUGAL PROPOSTA DE PROGRAMA FACTORES CRÍTICOS DE SUCESSO DE UMA POLÍTICA DE INTENSIFICAÇÃO DO PROCESSO DE INOVAÇÃO EMPRESARIAL EM PORTUGAL E POTENCIAÇÃO DOS SEUS RESULTADOS 0. EXPOSIÇÃO DE MOTIVOS
ESTATÍSTICAS, O ABECEDÁRIO DO FUTURO
ESTATÍSTICAS, O ABECEDÁRIO DO FUTURO Maria João Valente Rosa Membro do Conselho Superior de Estatística; Professora Universitária da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas/ Universidade Nova de Lisboa;
Programa Janela Eficiente tem potencial de negócio de 500 milhões 08/03/11, 18:31
1 de 9 Programa Janela Eficiente tem potencial de negócio de 500 milhões 08/03/11, 18:31 NOTÍCIAS A substituição de janelas antigas por janelas eficientes pode gerar na indústria, um potencial de negócio
INTERVENÇÃO DE SUA EXCELÊNCIA O MINISTRO DAS OBRAS PÚBLICAS, TRANSPORTES E COMUNICAÇÕES. Eng. Mário Lino. Cerimónia de Abertura do WTPF-09
INTERVENÇÃO DE SUA EXCELÊNCIA O MINISTRO DAS OBRAS PÚBLICAS, TRANSPORTES E COMUNICAÇÕES Eng. Mário Lino Cerimónia de Abertura do WTPF-09 Centro de Congressos de Lisboa, 22 de Abril de 2009 (vale a versão
STC5 Redes de informação e comunicação
STC5 Redes de informação e comunicação João Paulo Ferreira Técnico de organização de eventos Modulo: STC5 Redes de informação e comunicação Formador: Hélder Alvalade 0 Índice Introdução... 2 Desenvolvimento...
A IMPORTÂNCIA DOS TRANSPORTES
MODOS DE TRANSPORTE A IMPORTÂNCIA DOS TRANSPORTES Os transportes evoluíram com o processo de desenvolvimento económico. A sua utilização é fundamental para a economia mundial, para o desenvolvimento das
SERVIÇOS ABASTECIMENTO ECONOMIA DESCANSO PORQUÊ AUTO-ESTRADAS E PONTES CONCESSIONADAS
SERVIÇOS ABASTECIMENTO ECONOMIA DESCANSO PORQUÊ AUTO-ESTRADAS E PONTES CONCESSIONADAS VERDADES UNIVERSAIS ACERCA DAS PORTAGENS Não há auto-estradas gratuitas... A questão que podemos colocar é a de quem
1 A INEFICIENCIA ENERGÉTICA EM PORTUGAL AGRAVA A CRISE ECONÓMICA E SOCIAL
Ineficiência energética agrava a crise económica e social em Portugal Pág. 1 A INEFICIENCIA ENERGÉTICA EM PORTUGAL AGRAVA A CRISE ECONÓMICA E SOCIAL RESUMO DESTE ESTUDO A baixa eficiência como é utilizada
O FUTURO DA REDE CONVENCIONAL E A AV (1)
O FUTURO DA REDE CONVENCIONAL E A AV (1) Durante o consulado de Oliveira Martins, enquanto Ministro dos Transportes, foram publicados três Diplomas fundamentais: A Lei de Bases dos Transportes Terrestres;
Estruturas Pré-fabricadas em Betão
Filipe Saraiva Fevereiro 2012 Introdução A pré-fabricação de edifícios surge na Europa, após a II Guerra Mundial, como forma de resposta rápida à falta de habitação nos países mais destruídos. O desenvolvimento
IMS Health. Carlos Mocho. General Manager. www.imshealth.com
IMS Health Carlos Mocho General Manager www.imshealth.com Q. A IMS tem actividade em Portugal e Fale-nos um pouco da actividade da empresa? R. A IMS Portugal iniciou em Portugal no inicio deste ano (2008),
Eng.ª Ana Paula Vitorino. por ocasião da
INTERVENÇÃO DE SUA EXCELÊNCIA A SECRETÁRIA DE ESTADO DOS TRANSPORTES Eng.ª Ana Paula Vitorino por ocasião da Sessão de Encerramento do Colóquio PORTO DE AVEIRO: ESTRATÉGIA E FUTURO, Ílhavo Museu Marítimo
Norma Interpretativa 2 Uso de Técnicas de Valor Presente para mensurar o Valor de Uso
Norma Interpretativa 2 Uso de Técnicas de Valor Presente para mensurar o Valor de Uso Esta Norma Interpretativa decorre da NCRF 12 - Imparidade de Activos. Sempre que na presente norma existam remissões
ALTA VELOCIDADE FERROVIÁRIA CONSULTA PÚBLICA NO ÂMBITO DO PROCEDIMENTO DE AVALIAÇÃO DE IMPACTE AMBIENTAL DO TROÇO LISBOA-ALENQUER (OTA)
ALTA VELOCIDADE FERROVIÁRIA CONSULTA PÚBLICA NO ÂMBITO DO PROCEDIMENTO DE AVALIAÇÃO DE IMPACTE AMBIENTAL DO TROÇO LISBOA-ALENQUER (OTA) Apreciação do Estudo de Impacto Ambiental e Apresentação de Soluções
P t ESTUDO DE IMPACTE AMBIENTAL DO TROÇO ALENQUER (OTA) POMBAL DA LIGAÇÃO FERROVIÁRIA DE ALTA VELOCIDADE ENTRE LISBOA E PORTO
EIA LAVE Lisboa - P t ESTUDO DE IMPACTE AMBIENTAL DO TROÇO ALENQUER (OTA) POMBAL DA LIGAÇÃO FERROVIÁRIA DE ALTA VELOCIDADE ENTRE LISBOA E PARECER DA CÂMARA MUNICIPAL DE ALENQUER AO ESTUDO EM FASE DE DISCUSSÃO
Escola Superior de Tecnologia de Setúbal. Modelação e Identificação de Sistemas. Controlo. Ângelo Carmo - 1579 Luis Santos - 2717
Escola Superior de Tecnologia de Setúbal Curso de Licenciatura em Engenharia de Automação, Controlo e Instrumentação Modelação e Identificação de Sistemas Controlo Sistema de Transporte e Compactação de
- Os dois Ministros acordam que a conexão do corredor Lisboa-Madrid será feita nas imediações das cidades de Elvas e Badajoz.»
Caros Tiago Azevedo Fernandes e José Ferraz Alves, Na chamada Cimeira da Figueira da Foz, que decorreu nos dias 7 e 8 de Novembro de 2003, o que ficou estabelecido entre os estados português e espanhol
Projeto de Resolução n.º 270/XII/1.ª
PARTIDO COMUNISTA PORTUGUÊS Grupo Parlamentar Projeto de Resolução n.º 270/XII/1.ª Pela modernização e reabertura do troço Covilhã-Guarda e prestação de um serviço público de transporte ferroviário de
Estatística II Antonio Roque Aula 9. Testes de Hipóteses
Testes de Hipóteses Os problemas de inferência estatística tratados nas aulas anteriores podem ser enfocados de um ponto de vista um pouco diferente: ao invés de se construir intervalos de confiança para
Novo Aeroporto de Lisboa e privatização da ANA
Novo Aeroporto de Lisboa e privatização da ANA O turismo de Portugal não precisa de uma cidade aeroportuária nem de um mega aeroporto; O desenvolvimento do turismo de Portugal, num quadro de coesão territorial
Aquicultura. Breves Notas e uma Sugestão
Aquicultura Breves Notas e uma Sugestão Âmbito da Apresentação Aquicultura em Portugal Moluscicultura (Cultivo Ameijoas e Ostras) Piscicultura Marinha (Cultivo Peixes - Robalo, Dourada, Rodovalho) Piscicultura
CONSEQUÊNCIAS ECONÓMICAS DA EXPLORAÇÃO DA REDE DE ALTA VELOCIDADE. 1. Efeitos no PIB da substituição de tráfego
UNIVERSIDADE CATÓLICA PORTUGUESA Centro de Estudos Aplicados CONSEQUÊNCIAS ECONÓMICAS DA EXPLORAÇÃO DA REDE DE ALTA VELOCIDADE 1. Efeitos no PIB da substituição de tráfego Versão Final João Confraria Sónia
COMO IDENTIFICAR E ANALISAR OS IMPACTOS DOS DRIVERS DA EMPRESA (CASH E VALUE)
COMO IDENTIFICAR E ANALISAR OS IMPACTOS DOS DRIVERS DA EMPRESA (CASH E VALUE) O que são cash e value drivers Como identificá-los Como analisá-los Autor: Francisco Cavalcante([email protected]) Administrador
Índice Geral Índice Geral Pág.Pág.
VELFAC - Vidros Índice Geral Pág. Pág. Vidros VELFAC VELFAC ENERGY VELFAC SUN VELFAC VELFAC DÉCOR VELFAC SOUND VELFAC SAFETY VELFAC SECURE VELFAC Fachada VELFAC FIRE Termos Técnicos p/ Protecção Térmica
Numa turma de 26 alunos, o número de raparigas excede em 4 o número de rapazes. Quantos rapazes há nesta turma?
GUIÃO REVISÕES Equações e Inequações Equações Numa turma de 6 alunos, o número de raparigas ecede em 4 o número de rapazes. Quantos rapazes há nesta turma? O objectivo do problema é determinar o número
1 Introdução. 2 Exemplo de aplicação
Os problemas da utilização de métodos de simulação de cargas térmicas e consumo energético na auditoria energética para verificação dos Requisitos Energéticos dos edifícios por Luís Roriz e Alexandre Gonçalves
O Fluxo: movimento de pessoas, bens, mercadorias, a partir de um dado lugar para outro.
Redes e meios de transporte e de telecomunicação Transporte: O Deslocação de pessoas ou bens entre uma origem e um destino, realizada através de modos apropriados; O Tem 3 funções: Política: controlo do
Grupos Especiais de Peões. Peões de mobilidade reduzida (velocidade de marcha inferior, falta de visão e audição
Tráfego Pedonal Caracterização do Tráfego Pedonal Grupos Especiais de Peões Espaço o Vital para o Peão Velocidade de Circulação dos Peões Extensão das Deslocações Pedonais Flexibilidade Grandezas Base
As 10 Melhores Dicas de Como Fazer um Planejamento Financeiro Pessoal Poderoso
As 10 Melhores Dicas de Como Fazer um Planejamento Financeiro Pessoal Poderoso Nesse artigo quero lhe ensinar a fazer um Planejamento Financeiro Pessoal Poderoso. Elaborei 10 dicas para você fazer um excelente
UFCD 8 Controlo e armazenagem de mercadorias Carga horária 50 horas ARMAZENAGEM DAS MERCADORIAS
ARMAZENAGEM DAS MERCADORIAS O que é a armazenagem? A armazenagem é constituída por um conjunto de funções: - de recepção, - descarga, - carregamento, matérias-primas, - arrumação produtos acabados ou semi-acabados
AVALIAÇÃO. 3. O tempo de duração de cada teste é cuidadosamente calculado, tendo em conta a idade do aluno e aquilo que já é capaz de fazer.
AVALIAÇÃO Regras de correcção e atribuição de notas em Lower School Os professores de Lower School seguirão as regras, a seguir apresentadas, na avaliação, exceptuandose os testes de ortografia e cálculo
EXAME NACIONAL DO ENSINO SECUNDÁRIO VERSÃO 2
EXAME NACIONAL DO ENSINO SECUNDÁRIO 10.º/11.º ou 11.º/12.º Anos de Escolaridade (Decreto-Lei n.º 286/89, de 29 de Agosto Programas novos e Decreto-Lei n.º 74/2004, de 26 de Março) PROVA 712/12 Págs. Duração
Nível 3 IV FAPMAT 28/10/2007
1 Nível 3 IV FAPMAT 8/10/007 1. A figura abaixo representa a área de um paralelepípedo planificado. A que intervalo de valores, x deve pertencer de modo que a área da planificação seja maior que 184cm
Desenhando perspectiva isométrica
Desenhando perspectiva isométrica A UU L AL A Quando olhamos para um objeto, temos a sensação de profundidade e relevo. As partes que estão mais próximas de nós parecem maiores e as partes mais distantes
6 A coleta de dados: métodos e técnicas utilizadas na pesquisa
A coleta de dados: métodos e técnicas utilizadas na pesquisa 110 6 A coleta de dados: métodos e técnicas utilizadas na pesquisa 6.1. Introdução Neste capítulo pretende-se apresentar os métodos e as técnicas
1.1. Viagens com GPS. Princípios básicos de funcionamento de um GPS de modo a obter a posição de um ponto na Terra.
1.1. Viagens com GPS Princípios básicos de funcionamento de um GPS de modo a obter a posição de um ponto na Terra. O que é o GPS? Como funciona o GPS? Qual é a precisão do GPS? O sistema de satélites do
PP nº 16 da RTE-T: Ligação ferroviária entre o porto de Sines e Elvas (fronteira)
PP nº 16 da RTE-T: Ligação ferroviária entre o porto de Sines e Elvas (fronteira) Comissão Arco Atlântico Eduardo Borges Pires, Director de Estudos e Estratégia Sines, 11 de Março de 2011 Procura Transporte
Contributo do GEOTA para a Consulta Pública do projeto de intervenção da 2.ª Circular
Contributo do GEOTA para a Consulta Pública do projeto de intervenção da 2.ª Circular Demasiadas dúvidas para se avançar 28 de Janeiro de 2016 28 de Janeiro de 2016 1/6 Índice 1. INTRODUÇÃO 2. CONSULTA
Os Segredos da Produtividade. por Pedro Conceição
Os Segredos da Produtividade por Pedro Conceição Em 1950, cada português produzia durante uma hora de trabalho um quinto do que um trabalhador norte-americano conseguia na mesma hora. Em 1999 esta diferença
Os juízes de linha devem apresentar-se, junto da mesa do marcador, no mínimo 45 minutos antes do início do jogo.
INTRODUÇÃO As Regras de Jogo regulamentam as funções dos juízes de linha, a sua localização (27.1) e as suas responsabilidades (27.2). Além disso, a Regra 28.2 indica os gestos oficiais com as bandeirolas
Metro Sul do Tejo. Artigo de Opinião
Metro Sul do Tejo Artigo de Opinião Neste artigo chama-se a atenção para as ineficiências do atual sistema de transportes públicos na zona de Almada, devida à descoordenação entre as carreiras do Metro
Interseções. Lastran/Ufrgs
Interseções Lastran/Ufrgs 1 Noções Gerais Interseção é o local onde 2 ou mais vias se interceptam. Local de grande número de acidentes: 53% dos acidentes em vias rurais; 78% dos acidentes em vias urbanas;
EXAME NACIONAL DO ENSINO SECUNDÁRIO VERSÃO 1
EXAME NACIONAL DO ENSINO SECUNDÁRIO 11.º Ano de Escolaridade (Decreto-Lei n.º 74/2004, de 26 de Março) Curso Científico-Humanístico de Ciências Socioeconómicas PROVA 712/12 Págs. Duração da prova: 120
GOVERNO UTILIZA EMPRESAS PUBLICAS PARA REDUZIR O DÉFICE ORÇAMENTAL, ENDIVIDANDO-AS E ARRASTANDO-AS PARA A SITUAÇÃO DE FALENCIA TÉCNICA
GOVERNO UTILIZA EMPRESAS PUBLICAS PARA REDUZIR O DÉFICE ORÇAMENTAL, ENDIVIDANDO-AS E ARRASTANDO-AS PARA A SITUAÇÃO DE FALENCIA TÉCNICA RESUMO DESTE ESTUDO Os principais jornais diários portugueses divulgaram
Posição da SPEA sobre a Energia Eólica em Portugal. Sociedade Portuguesa para o Estudo das Aves
Posição da SPEA sobre a Energia Eólica em Portugal Sociedade Portuguesa para o Estudo das Aves 1. Introdução A energia eólica é a fonte de energia que regista maior crescimento em todo o mundo. A percentagem
Desenvolvimento Sustentável para controlo da população humana.
Desenvolvimento Sustentável para controlo da população humana. O aumento da população humana é frequentemente citado como a principal causa de problemas para o planeta. De facto a humanidade está a crescer
Resposta da Sonaecom Serviços de Comunicações, SA (Sonaecom) à consulta pública sobre o Quadro Nacional de Atribuição de Frequências 2010 (QNAF 2010)
Resposta da Sonaecom Serviços de Comunicações, SA (Sonaecom) à consulta pública sobre o Quadro Nacional de Atribuição de Frequências 2010 (QNAF 2010) I. Introdução O espectro radioeléctrico é um recurso
ANÁLISE DO MERCADO DE REMESSAS PORTUGAL/BRASIL
Banco Interamericano de Desenvolvimento Fundo Multilateral de Investimentos Financiado pelo Fundo Português de Cooperação Técnica ANÁLISE DO MERCADO DE REMESSAS PORTUGAL/BRASIL SUMÁRIO EXECUTIVO Equipa
Montepio, Portugal. Tecnologia de recirculação de notas na optimização dos processos de autenticação e de escolha por qualidade
Montepio, Portugal Tecnologia de recirculação de notas na optimização dos processos de autenticação e de escolha por qualidade A qualidade e fiabilidade dos recirculadores Vertera foram determinantes na
ESTUDO STERN: Aspectos Económicos das Alterações Climáticas
Resumo das Conclusões Ainda vamos a tempo de evitar os piores impactos das alterações climáticas, se tomarmos desde já medidas rigorosas. As provas científicas são presentemente esmagadoras: as alterações
Projecto de Lei n.º 54/X
Projecto de Lei n.º 54/X Regula a organização de atribuição de graus académicos no Ensino Superior, em conformidade com o Processo de Bolonha, incluindo o Sistema Europeu de Créditos. Exposição de motivos
NCRF 19 Contratos de construção
NCRF 19 Contratos de construção Esta Norma Contabilística e de Relato Financeiro tem por base a Norma Internacional de Contabilidade IAS 11 - Contratos de Construção, adoptada pelo texto original do Regulamento
ESAPL IPVC. Licenciatura em Engenharia do Ambiente e dos Recursos Rurais. Economia Ambiental
ESAPL IPVC Licenciatura em Engenharia do Ambiente e dos Recursos Rurais Economia Ambiental Tema 9 O Valor Económico do Meio Ambiente O porquê da Valorização Ambiental Como vimos em tudo o que para trás
TRANSPORTES RODOVIÁRIOS: HARMONIZAÇÃO DAS DISPOSIÇÕES LEGAIS
TRANSPORTES RODOVIÁRIOS: HARMONIZAÇÃO DAS DISPOSIÇÕES LEGAIS A criação de um mercado único europeu dos transportes rodoviários não é possível sem uma harmonização das disposições legais em vigor nos Estados-Membros.
Experiência: PROGRAMA DE RACIONALIZAÇÃO DE PROCESSOS COM BASE NA APRENDIZAGEM ORGANIZACIONAL PRPAO
Experiência: PROGRAMA DE RACIONALIZAÇÃO DE PROCESSOS COM BASE NA APRENDIZAGEM ORGANIZACIONAL PRPAO Exército Brasileiro - Hospital de Guarnição de Marabá Ministério da Defesa Responsável: Alexssandro da
FEUP - 2010 RELATÓRIO DE CONTAS BALANÇO
relatório de contas 2 FEUP - 2010 RELATÓRIO DE CONTAS BALANÇO FEUP - 2010 RELATÓRIO DE CONTAS 3 4 FEUP - 2010 RELATÓRIO DE CONTAS DEMONSTRAÇÃO DOS RESULTADOS POR NATUREZAS DEMONSTRAÇÃO DOS FLUXOS DE CAIXA
Desigualdade Económica em Portugal
Desigualdade Económica em Portugal A publicação anual pelo Eurostat e pelo INE de indicadores de desigualdade na distribuição pessoal do rendimento em Portugal, e a sua comparação com os dos restantes
Artigo publicado. na edição 30. www.revistamundologistica.com.br. Assine a revista através do nosso site. setembro e outubro de 2012
Artigo publicado na edição 30 Assine a revista através do nosso site setembro e outubro de 2012 www.revistamundologistica.com.br Paulo Guedes :: opinião LOGÍSTICA A Logística como instrumento estratégico
BRISA Auto-estradas de Portugal. UM PARADIGMA DA CONSTRUÇÃO SUSTENTÁVEL Preservar a Lezíria EMPRESA
BRISA Auto-estradas de Portugal UM PARADIGMA DA CONSTRUÇÃO SUSTENTÁVEL Preservar a Lezíria EMPRESA A Brisa Auto Estradas de Portugal, empresa fundada em 28 de Setembro de 1972, é o maior operador português
Os sistemas de Segurança Social e da CGA utilizados pelo governo como instrumento orçamental
A MANIPULAÇÃO DO FATOR DE SUSTENTABILIDADE PELO GOVERNO, O AUMENTO TODOS OS ANOS DA IDADE DE REFORMA E DE APOSENTAÇÃO, E O DUPLO CORTE NA PENSÕES ANTECIPADAS Neste estudo vamos esclarecer cinco questões
REUNIÃO EXTRAORDINÁRIA DA CÂMARA MUNICIPAL DE S. JOÃO DA MADEIRA
REUNIÃO EXTRAORDINÁRIA DA CÂMARA MUNICIPAL DE S. JOÃO DA MADEIRA ATA Nº 8/2013 - ABRIL --- DATA DA REUNIÃO: Nove de Abril de dois mil e treze. ---------------------------------- ---- LOCAL DA REUNIÃO:
Os gráficos estão na vida
Os gráficos estão na vida A UUL AL A Nas Aulas 8, 9 e 28 deste curso você já se familiarizou com o estudo de gráficos. A Aula 8 introduziu essa importante ferramenta da Matemática. A Aula 9 foi dedicada
EVOLUÇÃO DO SEGURO DE SAÚDE EM PORTUGAL
EVOLUÇÃO DO SEGURO DE SAÚDE EM PORTUGAL Ana Rita Ramos 1 Cristina Silva 2 1 Departamento de Análise de Riscos e Solvência do ISP 2 Departamento de Estatística e Controlo de Informação do ISP As opiniões
Tecnologia nacional potencia sustentabilidade
Tecnologia nacional potencia sustentabilidade 1 Tecnologia nacional potencia sustentabilidade O desenvolvimento de soluções inovadoras que melhoram a eficiência das organizações e a qualidade de vida das
O novo regime jurídico de habilitação para a docência: Uma crítica
O novo regime jurídico de habilitação para a docência: Uma crítica Ramiro Marques O novo regime jurídico da habilitação para a docência (Decreto Lei nº 43/2007 de 2/2), ao espartilhar o plano de estudos
A Telemática como Instrumento de Promoção de Eficiência e de Sustentabilidade no Transporte de Passageiros
de Promoção de Eficiência e de de Passageiros 1. Introdução 2. Gestão da Capacidade de Vias Rodoviárias; 3. Sistemas Ferroviários Urbanos; 4. Gestão Aeroportuária; 5. Conclusão 1.Introdução O que é a Telemática?
NORMA CONTABILISTICA E DE RELATO FINANCEIRO 1 ESTRUTURA E CONTEÚDO DAS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS
NORMA CONTABILISTICA E DE RELATO FINANCEIRO 1 ESTRUTURA E CONTEÚDO DAS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS Esta Norma Contabilística e de Relato Financeiro tem por base a Norma Internacional de Contabilidade IAS
OPTIMIZAR OS COMBOIOS SUBURBANOS DE LISBOA
OPTIMIZAR OS COMBOIOS SUBURBANOS DE LISBOA Diagrama actual Rui Rodrigues Site: www.maquinistas.org (Ver Opinião) Email [email protected] Data: Público, 13 de Junho de 2005 OPTIMIZAR OS COMBOIOS SUBURBANOS
Tecnologia GreenTech EC
Tecnologia GreenTech EC Benefícios econômicos alcançados pela comutação eletrônica A escolha dos Engenheiros Não desligue o seu ventilador, controle-o de forma inteligente! Aqui está um exemplo prático
PROTOCOLO ENERGIA POSITIVA CONTRA A OBESIDADE
PROTOCOLO ENERGIA POSITIVA CONTRA A OBESIDADE A incidência e a prevalência quer da pré-obesidade quer da obesidade têm vindo a aumentar na União Europeia e, também, em Portugal, constituindo um importante
IV Fórum do Sector Segurador e Fundos de Pensões. Lisboa, 15 de Abril de 2009
IV Fórum do Sector Segurador e Fundos de Pensões Lisboa, 15 de Abril de 2009 Foi com todo o gosto e enorme interesse que aceitei o convite do Diário Económico para estar presente neste IV Fórum do sector
EXERCÍCIO - ROMA : Modelar Capitel de uma Coluna Clássica
FACULDADE DE ARQUITECTURA UNIVERSIDADE TÉCNICA DE LISBOA SEMESTRE VIII ANO LECTIVO 2012/2013 MODELAÇÃO GEOMÉTRICA PROFESSOR LUÍS MATEUS RAFAELA MEZEIRO 20091261 MIARQ 4ºE EXERCÍCIO - ROMA : Modelar Capitel
TRANSPORTE INTERMODAL. Os diferentes modos de transporte deverão funcionar como peças de um puzzle, que se encaixam harmoniosamente
TRANSPORTE INTERMODAL Os diferentes modos de transporte deverão funcionar como peças de um puzzle, que se encaixam harmoniosamente Rui Rodrigues Site: www.maquinistas.org (Ver Opinião) Email [email protected]
