Da Duna de Oitavos ao Cabo Raso: Flora, Vegetação e Fauna
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- Carlos Eduardo Minho Mendonça
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1 Da Duna de Oitavos ao Cabo Raso: Flora, Vegetação e Fauna Ana Caperta 1, Sara Saraiva 2, Vasco Silva 2, Ana Paula Paes 1, José Carlos Costa 1 1 Centro de Botânica Aplicada à Agricultura (CBAA), Instituto Superior de Agronomia, Tapada da Ajuda, , Lisboa 2 Agência Cascais Natura, Complexo Multiserviços, Estrada de Manique, nº 1830, Alcoitão, Alcabideche I. Introdução Esta excursão pretende mostrar a flora e vegetação aero-halófita e a fauna de dunas e arribas de um troço do território costeiro português, entre Oitavos e o Cabo Raso, a Oeste de Cascais. Em termos biogeográficos esta área inclui-se no Distrito Olissiponense, Sector Divisório Português, Subprovíncia Sadense-Divisória Portuguesa e Província Lusitano-Andaluza Litoral, sendo o bioclima termomediterrânico seco (Costa et al., 1999). As formações litorais que vamos visitar constituem meios de difícil sobrevivência, pois em todos eles existe fraca disponibilidade de água, baixo teor de elementos nutritivos essenciais e a ação abrasiva do mar, vivendo por isso em condições de secura extrema. As plantas para ultrapassarem estas limitações respondem com adaptações de natureza morfológica, anatómica, fenológica e fisiológica (Costa, 2001). A linha extensa de arribas costeiras permite a ocorrência de uma avifauna peculiar. Dadas as boas condições de abrigo a salvo de predadores aqui nidificam espécies com estatuto de ameaça em Portugal como o falcão-peregrino (Falco peregrinus). Neste local, devido à pouca vegetação existente a avifauna terrestre é muito escassa sendo o Cabo Raso um local de excelência para a observação de aves marinhas (ICN, 2003). O percurso inicia-se na Duna de Oitavos (Paragem 1), atribuída ao Quaternário, que corresponde à acumulação eólica consolidada situada mais para o interior na região da Estremadura, a Ocidente de Cascais (Soares & Cabral, 2006). Segundo estes autores, os sedimentos dunares de Oitavos e outros depósitos detríticos subjacentes, formam uma elevação alongada na direção NNW-SSE, situada a cerca de 250 m da linha de costa, com cerca de 500 m de extensão e uma largura máxima de 140 m, assentando sobre rochas carbonatadas do Cretácio Inferior. Os sedimentos eólicos da Duna de Oitavos estão consolidados por um cimento carbonatado, apresentando por vezes, alguma carsificação. Perto do Forte de São José e durante todo o percurso, várias relíquias como simples pedregulhos grandes que podem ter entre 10 e 20 t, cordilheiras de pedras, seixos de basalto, conchas, etc., são testemunho do tsunami que ocorreu em Lisboa e Foz do Tejo em 01 de Novembro de A qualidade do desgaste destes pedregulhos, bem como o desenvolvimento de vegetação pioneira em seu redor, aponta para que durante décadas ou séculos não se tenham movido do mesmo lugar (Scheffers & Kelletat, 2005). 1
2 Entre o Forte de São José e o Cabo Raso, observa-se uma enorme quantidade de areia e dunas embrionárias e dunas fixas (Paragem 2). Estas formações têm sido explicadas por um lado, pelo transporte eólico de areia da praia do Guincho na direção NNO e, por outro, pelas ondas do tsunami de 1755 na direção SO, transportando sedimentos finos do estuário do Tejo. Evidências desta última afirmação são: o maior diâmetro dos grãos de areia (ca. 1 mm) com menor teor de carbonatos a leste do Cabo Raso relativamente à areia da praia do Guincho, sendo esta última menos polida que a areia do Tejo (Scheffers & Kelletat, 2005). O campo de lapiás litoral que se estende desde o Farol de Stª Marta (Cascais) e o Cabo Raso, estreito promontório de falésias baixas (Paragem 3), é uma formação geológica típica de regiões calcárias que resulta da meteorização de rochas sedimentares carbonatadas. Este apresenta-se como formas escavadas e esculpidas nas rochas que afloram à superfície, constituindo a porção externa de relevo, que derivam da dissolução de rochas ricas em carbonato de cálcio (processo de carsificação). O solo, minerais e a vegetação podem preencher os espaços vazios entre rochas. Para o interior do Cabo Raso, encontramos dunas fixas. II. Paragens Paragem 1 - Duna consolidada de Oitavos Nesta duna fóssil sobre substrato calcário observa-se uma comunidade de nanofanerófitos de dunas fixas, Osyrio-quadripartitae-Juniperum turbinatae (Costa et al., 2000), caracterizada pela presença de Juniperus turbinata subsp. turbinata (sabina), arbusto de folhas escamiformes imbricadas, gálbulos baciformes, vermelho-acastanhados; Rubia peregrina subsp. longifolia (raspa-língua), de ramos de secção quadrangular aculeolados, folhas verticiladas, coriáceas, fruto baciforme negro na maturação; Asparagus aphyllus (espargo-bravo-maior), de raminhos foliáceos espinescentes desiguais, flores esverdeadas e baga negra; Daphne gnidium (troviscofêmea), arbusto de copa hemisférica de folhas persistentes, numerosas flores brancas, bagas vermelhas; Pistacia lentiscus (aroeira), arbusto dióico, flores unissexuadas, amareladas ou apurpuradas, frutos drupas avermelhadas que depois tornam-se negros; Phillyrea angustifolia (lentisco), arbusto de folhas persistente, flores brancas, fruto uma drupa carnuda parecida à azeitona; Smilax aspera (salsaparrilha-bastarda), trepadeira de folhas coriáceas, cordiformeacuminadas, com pecíolo gavinhoso na base, flores esbranquiçadas ou avermelhadas, bagas, primeiro vermelhas, depois negras; Antirrhinum cirrhigerum (boca-de-dragão), planta vivaz com flores vermelho-púrpura em rácimo terminal; Cistus salvifolius (estevinha), folhas pecioladas, ovadas, estrelado-tomentosas na parte superior, flores de corola rosácea branca; etc (Vasconcellos, 1964). A avifauna é constituída por espécies próprias de meios arbustivos, como a toutinegra-decabeça-preta (Sylvia melanocephala), felosa-do-mato (Sylvia undata) ou o pintarroxo-comum (Cardueliss cannabina). Observa-se o rabirruivo-preto (Phoenicurus ochruros), que aproveita as áreas de fronteira entre os matos e a faixa mais litoral, onde nidifica preferencialmente em escarpas. Mais típicas de bosque podem observar-se o gaio (Garrulus glandarius) e a rola-turca (Streptopelia decaocto) (Fonseca, 1996). É frequente a observação de águia-de-asa-redonda (Buteo buteo) e de peneireiro-comum (Falco tinnunculus). A herpetofauna está representada pelo sardão (Lacerta lepida) e a osga-comum (Tarentola mauritanica). O coelho-bravo (Oryctolagus cuniculus) é o mamífero mais abundante, espécie importante do ponto de vista da cadeia alimentar (ICN, 2003). 2
3 Paragem 2 Dunas embrionárias ou semi-fixas, e dunas fixas De acordo com Costa et al. (2005), nas dunas embrionárias onde a areia é extremamente móvel aparece uma comunidade hemicriptófita, Elytrigietum junceo-boreoatlantici, de plantas psamófilas. Esta comunidade de dunas onde a areia é muito móvel, tem baixos recobrimentos e geralmente é pobre em espécies. Os taxa dominantes são: Elytrigia juncea subsp. juncea e subsp. boreoatlantica (feno-das-areias), a primeira, planta vivaz, rizomatosa e sem pelos, de colmos espessos, enquanto a segunda, planta vivaz, folhosa, mais delgada e com a espiga quebradiça e frequentemente envolvida na bainha da folha superior; Euphorbia paralias (morganheira-das-praias), subarbusto pequeno, glauco, com látex branco, folhas espessas imbricadas; Calystegia soldanella (corriola-da-praia), planta rastejante rizomatosa, flores axilares, solitárias; Pancratium maritimum (narciso-das-areias), planta de bolbo grande, folhas lineares glaucas, flores em umbela, grandes, brancas (Franco & Rocha Afonso, ). As cristas dunares, onde a areia ainda possui mobilidade elevada são ocupadas pela associação Loto cretici-ammophiyletum australis (Costa et al., 2005), onde são frequentes taxa caméfitos e hemicriptófitos como Ammophila arenaria subsp. australis (estorno), gramínea de rizoma longamente rastejante, espiguetas unifloras dispostas em tirso; Lotus creticus (trevo-de-creta), planta vivaz, acetinado-prateada, multicaule de folhas trifoliadas, flores amarelas; Otanthus maritimus (cordeiros-da-praia), erva vivaz, molemente branco-tomentosa, capítulos de flores todas de corola tubulosa amarela; Eryngium maritimum (cardo-marítimo), cardo vivaz, azulado na parte superior, folhas glaucas; Medicago marina (luzerna-da-praia), erva vivaz de rizoma rastejante, completamente branco-tomentosa, folhas trifoliadas, flores amarelo-douradas e vagem enrolada em hélice; Calystegia soldanella. Ocorre também a subassociação armerietosum welwitschii específica do Sector Divisório Português. A associação de dunas fixadas por pequenos caméfitos e habitat prioritário da Rede Natura 2000 é Armerio welwitschii-crucianelletum maritimae caracterizado pelo endemismo Armeria welwitschii subsp. welwitschii (raíz-divina), planta vivaz, glabra, folhas basilares, numerosas, flores obliquamente pediceladas, corola rosada; Artemisia crithmifolia (madorneira), subarbusto glabro, de folhas recortadas em segmentos caniculados, flores de corola tubulosa dispostas em capítulos reunidos em panícula; Helichrysum picardii (perpétua-das-areias), subarbusto brancotomentoso, de brácteas amarelo-citrinas e flores todas com corola tubulosa; Ononis natrix subsp. ramosissima (joina-das-areias), subarbusto muito ramoso formando moitas mais ou menos hemisféricas, muito viscoso, flores de corola amarela listrada de vermelho; Malcolmia littorea (goivos-da-praia), pequeno o arbusto esbranquiçado, folhas estreitas, flores de corola crucífera, azuis em cachos; Lobularia maritima (escudinha), planta vivaz ramosa, com folhas lanceolado-lineares mais ou menos prateadas, de corola crucífera branca; Crucianella maritima (granza-da-praia), planta lenhosa na base, de folhas quatro em cada verticilo, coriáceas, tornando no conjunto os ramos tetragonais, flores de corola amarela dispostas em espiga; Lotus creticus (Pinto da Silva, 1982). Esta comunidade é exclusiva das dunas entre Cascais e a Praia da Murtinheira (Cabo Mondego) (Figura 1). Na Primavera, nas clareiras, aparece uma comunidade anual Pseudorlayo minusculae-polycarpietum alsinifoli (Costa et al., 2011), onde ocorrem Medicago littoralis, erva anual, esparsamente vilosa, com vagem discóide a cilíndrica, glabra, espinhosa ou inerme, de nervuras transversais subrectas; Silene littorea, erva anual cespitosa, verde acinzentada, pubescente-glandulosa, viscosa, de folhas opostas subcarnudas, flores em pseudo-cachos, corola cravinosa rosada, com os pedicelos retroflectidos; Silene nicaeensis; Polycarpon alsinifolium; Pimpinella villosa; Erodium bipinnatum; Hedypnois arenaria; Ononis dentata; Senecio gallicus, erva anual de pequena estatura, de folhas alternas 3
4 mais ou menos recortadas com os segmentos enrolados na margem, capítulos amarelos reunidos em corimbo, com invólucro de brácteas unisseriadas, flores da margem de corola ligulada, curta, e as do disco de corola tubulosa; etc. Na vegetação das dunas fixas encontra-se a comunidade termomediterrânica Osyrioquadripartitae-Juniperum turbinatae, tal como referido acima para a duna consolidada (Paragem 1). Ao sistema dunar encontra-se associada uma fauna variada destacando-se insectos, como a borboleta-das-eufórbias (Hyles euphorbiae), pequenos répteis, a lagartixa-do-mato (Psammodromus algirus), roedores, como o coelho-bravo (Oryctolagus cuniculus) e predadores como o sacarrabos (Herpestes ichneumon) (ICN, 2003). Próximo da praia, facilmente se observam nos meses de inverno pequenos bandos de aves limícolas: e.g., pilrito-das-praias (Calidiris alba) ou borrelho-grande-de-coleira (Charadrius hiaticula). Na duna fixa podem ser facilmente observadas as espécies de cartaxo-comum (Saxicola torquata), cotovia-de-poupa (Galerida cristata), rabirruivo-preto (Phoenicurus ochruros) e peneireiro-comum (Falco tinnunculus). Junto dos locais com água encontra-se frequentemente a alvéola-branca (Motacilla alba). Podem ser observadas ainda espécies como a poupa (Upupa epops) ou a perdiz-vermelha (Alectoris rufa), identificada através dos seus repetidos chamamentos (Fonseca, 1996). Paragem 3 Campo de lapiás litoral e arribas calcárias do Cabo Raso Nas arribas calcárias e especialmente nas margosas, encontra-se a comunidade Limonietum multifloro-virgati (Costa et al., 1998) que integra o caméfito endémico do Divisório Português Limonium multiflorum, planta cespitosa com escapos em panícula piramidal, todos floríferos; conjuntamente com Dactylis marina (panasco), erva vivaz, colmos de pequeno porte, folhosos, inflorescência uma panícula tirsoide; Plantago coronopus (diabelha), erva anual e vivaz, de folhas reunidas em roseta basilar, mais ou menos penati-recortadas, flores de corola escariosa, dispostas em espiga; Limonium virgatum (limónio), planta cespitosa, com folhas em roseta, oblongo-espatuladas e limbo uninérveo, flores de cálice afunilado de corola rosada dispostas em panícula, com os ramos inferiores estéreis; Crithmum maritimum (funcho-do-mar), planta de rizoma rastejante, folhas carnudas, muito recortadas, flores branco-esverdeadas em umbela; Daucus halophilus, endemismo português, planta de cor verde-acinzentada, caule com pelos densos, folhas penatissectas, flores em umbela hemisféricas na ântese; Calendula suffruticosa, erva vivaz, prostrada, folhas subinteiras, flores de lígula amarela, por vezes avermelhada no ápice; Spergularia australis, planta perene, decumbente, folhas carnudas, inflorescência cimosa, pedicelos curtos, flores de rosa intenso; o endemismo português de arribas Armeria welwitschii subsp. cinerea; Frankenia laevis (rasteira), planta vivaz, prostrada, folhas pequenas lineares, axilares, de corola com quatro a cinco pétalas vermelhas ou violáceas; Limonium nydeggeri, planta cespitosa, de roseta com folhas oblanceoladas, com inflorescência subglobular a semiglobular, e flores de corola vermelho-violáceas, sem ramos estéreis (Erben, 1999); Beta vulgaris subsp. marina, (acelga-brava), erva vivaz prostrada ou ascendente, folhas ovadas, flores dispostas em longas espigas, com o perianto quinquefendido, por fim endurecido; Inula crithmoides, planta vivaz, de caule lenhoso, glabro, folhas lineares, carnudas, flores em capítulos de cor amarela; Myriolimon ferulaceum, planta de caules lenhosos, folhas basilares oblongo-lanceoladas destruídas na ântese, ramificações floríferas alternadas, só com flores distais, pseudo-espiguetas só com 1 flor (Franco, 1984; Pinto da Silva, 1982); etc. 4
5 Por vezes, os campos de lapiás encontram-se cobertos por areias onde chegam a formar dunas de espessura e mobilidade variáveis onde está presente uma comunidade vegetal Limonium ovalifolium, planta cespitosa, de folhas em roseta oblanceoladas, inflorescência em panícula do tipo C ou G, pseudo- espiguetas 3-8 flores, sem ramos estéreis; Spergularia australis; Frankenia laevis; Cakile maritima (eruca-marítima), erva anual carnuda, glabra e prostradaascendente, com folhas recortadas, pedicelos frutíferos (Franco, 1971). A fauna observada para além de variar ao longo do dia, devido às condições do estado do mar, varia ao longo do ano. Relativamente às espécies mais interessantes, os melhores meses para as observações são: cagarra (Calonectris diomedea) [Mar.-Out.], pato-preto (Melanitta nigra) [Out.-Fev.], torda-mergulheira (Alca torda) [Nov.-Abr.], moleiro-grande (Stercorarius skua) [Out.-Mar.], gaivota-tridáctila (Rissa tridactyla) [Nov.-Fev.]. Facilmente são observadas durante todo o ano o ganso-patola (Morus bassanus) e o corvo-marinho-de-crista (Phalacrocorax aristotelis). Nos rochedos em frente ao farol observa-se regularmente o maçarico-galego (Numenius phaeopus) [Abr.-Mai. e Set.-Out.] e a rola-do-mar (Arenaria interpres) (Cabral et al., 2006). 5
6 Elenco florístico Aizoaceae Aptenia cordifolia (L. fil.) Schwantes [int.] Carpobrotus edulis (L.) N.E. Br. in E. Phillips [int.] Disphyma crassifolium (L.) L. Bolus [int.] Drosanthemum candens (Haw.) Schwantes [int.] Drosanthemum floribundum (Haw.) Schwantes [int.] Mesembryanthemum nodiflorum L. [int.] Amaryllidaceae Pancratium maritimum L. Anacardiaceae Pistacia lentiscus L. Asparagaceae Asparagus aphyllus L. Boraginaceae Anchusa calcaria Boiss. Caryophyllaceae Herniaria maritima Link Paronychia argentea Lam. Polycarpon alsinifolium (Biv.) DC. Silene colorata Poiret Silene littorea Brot. Silene nicaeensis All. Spergularia australis (Samp.) Ratter Chenopodiaceae Atriplex halimus L. Beta vulgaris L. ssp. maritima (L.) Arcangeli Cistaceae Cistus salviifolius L. Tuberaria guttata (L.) Fourr. Compositae (Asteraceae) Andryala arenaria (Guss. ex DC.) Boiss. & Reuter Artemisia crithmifolia L. Arctotheca calendula (L.) Levyns [int.] Calendula suffruticosa Vahl ssp. algarbiensis (Boiss.) Nyman Carlina corymbosa L. ssp. corymbosa Centaurea sphaerocephala L. ssp. polyacantha (Willd.) Dostal Hedypnois cretica (L.) Dumont-Courset Helichrysum decumbens Cambess. Helichrysum picardii Boiss. & Reuter Inula crithmoides L. Leontodon taraxacoides (Vill.) Mérat. ssp. longirostris Finch. & P.D. Sell Otanthus maritimus (L.) Hoffmanns. & Link Reichardia picroides (L.) Roth Senecio cineraria DC. [int.] Senecio gallicus Vill. Convolvulaceae Calystegia soldanella (L.) R. Br. Crassulaceae Sedum album L. Sedum sediforme (Jacq.) Pau Cruciferae (Brassicaceae) Cakile maritima Scop. ssp. maritima Iberis procumbens Lange ssp. procumbens Jonopsidium acaule (Desf.) Rchb. Lobularia maritima (L.) Desv. Malcolmia littorea (L.) Br. 6
7 Cupressaceae Juniperus turbinata Guss. ssp. turbinata Dipsacaceae Scabiosa atropurpurea L. Euphorbiaceae Euphorbia paralias L. Euphorbia portlandica L. Frankeniaceae Frankenia laevis L. Gentianaceae Centaurium erythraea Rafn ssp. erythraea Geraniaceae Erodium bippinatum Willd. Gramineae (Poaceae) Ammophila arenaria (L.) Link ssp. arundinaceae H. Lindb. Arundo donax L. [int.] Catapodium marinum (L.) C. E. Hubbard Corynephorus canescens (L.) P. Beauv. var. maritimus Godr. Cortaderia selloana (Schult. & Schult.f.) Asch. & Graebn. [int] Cutandia maritima (L.) W. Barbey Dactylis marina Borril Elytrigia juncea (L.) Nevski ssp. juncea Elytrigia juncea (L.) P. Beauv. ssp. boreoatlantica (Simont & Guinochet) Hyl. Hordeum marinum Hudson Lagurus ovatus L. Vulpia alopecuros (Schousboe) Dumort. Iridaceae Romulea bulbocodium (L.) Sebastiani & Mauri ssp. bulbocodium Juncaceae Juncus acutus L. Juncus bulbosus L. Juncus valvatus Link. Juncus maritimus Lam. Leguminosae (Fabaceae) Acacia cyclops A. Cunn. ex G. Don [int.] Acacia longifolia (Andrews) Willd. [int.] Acacia pycnantha Benth. [int.] Acacia retinodes Schltdl. [int.] Lotus creticus L. Medicago marina L. Medicago littoralis Loisel. Medicago polymorpha L. Ononis dentata Sol. ex Lowe Ononis ramosissima Desf. Ornithopus pinnatus (Miller) Druce Liliaceae Allium paniculatum L. Aloe arborescens Mill. [int.] Asparagus asparagoides (L.) Druce [int.] Urginea maritima (L.) Baker Myoporaceae Myoporum laetum G. Forst. [int.] Oleaceae Phillyrea angustifólia L. Orobanchaceae Orobanche calendulae Pomel Papaveraceae 7
8 Glaucium flavum Crantz Pinaceae Pinus halepensis Mill. [int.] Pinus pinaster Aiton [int.] Pinus pinea L. [int.] Pittosporaceae Pittosporum tobira (Thunb.) Ait. [int.] Pittosporum crassifolium Soland. ex Putt. [int.] Plantaginaceae Plantago coronopus L. ssp. occidentalis (Pliger) Franco Plumbaginaceae Armeria welwitschii Boiss. ssp. cinerea (Boiss. & Welw.) Capelo & J. C. Costa Armeria welwitschii Boiss. ssp. welwitschii Limonium multiflorum Erben Limonium nydeggeri Erben Limonium ovalifolium (Poiret) O. Kuntze Limonium virgatum (Willd.) Fourr. Myriolimon ferulaceum (L.) Lledó, Erben & M. B. Crespo Polygonaceae Polygonum maritimum L. Rumex bucephalophorus L. ssp. hispanicus (Steinh.) Rech. f. Primulaceae Anagallis arvensis L. var. arvensis Anagallis arvensis L. var. caerulea (L.) Gouan Anagallis monelli L. var. microphylla (Ball) Vasc. Rubiaceae Rubia peregrina L. Crucianella maritima L. Scrophulariaceae Antirrhinum cirrhigerum (Welw. ex Ficalho) Rothm. Linaria caesia (Pers.) Chav. ssp. decumbens (Lange) Laínz Verbascum litigiosum Samp. Smilacaceae Smilax aspera L. Solanaceae Solanum nigrum L. [int.] Tamaricaceae Tamarix gallica L. [int.] Thymelaeaceae Daphne gnidium L. Umbelliferae (Apiaceae) Cachrys libanotis L. Crithmum maritimum L. Daucus halophilus Brot. Eryngium maritimum L. Pimpinella villosa Schousboe Pseudorlaya minuscula (Font Quer) Laínz Thapsia villosa L. [int.] = introduzida 8
9 Referências bibliográficas Cabral MJ [coord.], Almeida J, Almeida PR, Dellinger T, Ferrand de Almeida N, Oliveira ME, Palmeirim JM, Queiroz AI, Rogado L & Santos-Reis M [eds.] (2006). Livro Vermelho dos Vertebrados de Portugal, 2ª ed. Instituto da Conservação da Natureza, Assírio & Alvim. Lisboa. Costa JC, Capelo J, Lousã M & Espírito-Santo MD (1998). Sintaxonomia da vegetação halocasmofílica das falésias marítimas portuguesas (Crithmo-Staticetea Br.-Bl. 1947). Itinera Geobotanica 11, Costa JC, Aguiar C, Capelo J, Lousã M & Neto C (1999). Biogeografia de Portugal continental. Quercetea 0, Costa JC, Lousã M, Capelo J, Espírito-Santo MD, Izco J & Arsénio P (2000). The coastal vegetation of the Portuguese Divisory Sector: dunes, cliffs and low-scrub communities. Finisterra XXXV(69), Costa JC (2001). Tipos de vegetação e adaptações das plantas do litoral de Portugal continental. In Albergaria Moreira ME, Casal Moura A, Granja HM & Noronha F (eds.) Homenagem (in honorio) Professor Doutor Soares de Carvalho, Braga. Universidade do Minho. Costa JC, Neto C, Lousã M, Capelo J & Rivas-Martínez S (2005). Elytrigietum junceoboreoatlantici: nova associação das dunas embrionárias da Província Lusitano-Andaluza Litoral. Silva Lusitana 13(1), Costa JC, Neto C, Martins M & Lousã M (2011). Annual dune plant communities in the Southwest coast of Europe. Plant Biosystems 145 Supplement, Erben M (1999). Limonium nydeggeri - eine neue Ar taus Sudwestportugal. Sendtnera 6, Fonseca JP (1996). Aves do Parque Natural Sintra Cascais. Instituto da Conservação da Natureza. Lisboa. Franco JA (1971). Nova Flora de Portugal (Continente e Açores), vol I (Lycopodiaceae- Umbelliferae). Edição do Autor. Lisboa. Franco JA (1984). Nova Flora de Portugal (Continente e Açores), vol II (Clethraceae- Compositae). Edição do Autor. Lisboa. Franco JA & Rocha Afonso MD ( ). Nova Flora de Portugal, vol III (fasc. I-III). Escolar Editora. Lisboa. ICN (2003). Plano de Ordenamento do Parque Natural de Sintra-Cascais Relatório. Instituto da Conservação da Natureza. Ministério das Cidades, Ordenamento do Território e Ambiente. Lisboa. 9
10 Pinto da Silva AR (1982). Um passeio botânico (imaginário) ao Guincho. Ciclo de palestras promovido pela Associação de Defesa do Património Natural e Cultural do Concelho de Cascais (DEPA). Estoril. Scheffers A & Kelletat D (2005).Tsunami relics on the coastal landscape west of Lisbon, Portugal. International Journal Tsunami Society 1, Soares AMM & Cabral J (2006). A duna consolidada de Oitavos (a oeste de Cascais Região de Lisboa) a sua datação pelo método de radiocarbono. Comunicações geológicas 93, Vasconcellos JC (1964). Vegetação Natural do Concelho de Cascais. VI Centenário da Vila de Cascais. Câmara Municipal de Cascais. 10
11 11
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