História da Astronomia
|
|
|
- Júlio César Cortês Correia
- 10 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 História da Astronomia Jay M. Pasachoff, Magda Stavinschi, Mary Kay Hemenway International Astronomical Union Williams College, Williamstown, Massachusetts, USA Instituto Astronómico de la Academia Rumana, Rumania Universidad de Texas, Austin, USA
2 1) Introdução A História da astronomia é vasta e complexa, por isso, escolhemos um momento histórico estelar: a conceção heliocêntrica do Sistema Solar. Também referimos algumas noções de astronomia das grandes culturas do passado.
3 2) Astronomia geocêntrica da Grécia antiga Os planetas parecem mover-se no céu mais devagar que as estrelas, é o chamado movimento direto. Por vezes, um planeta move-se na direção oposta do movimento aparente das estrelas, num movimento retrógrado.
4 2) Astronomia geocêntrica da Grécia antiga Os gregos fizeram modelos teóricos do Sistema Solar para explicar o movimento dos planetas. Comparando os períodos de movimento retrógrado, foram capazes de ordenar os planetas pela distância.
5 2) Astronomia geocêntrica da Grécia antiga Aristóteles (350 AC) pensava e acreditava que a Terra era o centro do Universo e que os planetas, o Sol e as estrelas giravam à sua volta. Segundo Aristóteles, o Universo era formado por um conjunto de 55 esferas celestes umas à volta das outras.
6 2) Astronomia geocêntrica da Grécia antiga Os planetas moviam-se em esferas cujo movimento de rotação afetava as outras e assim explicavam o movimento retrógrado. A esfera mais externa era a das estrelas fixas. Por fora estava "o mecanismo principal " que gerava a rotação das estrelas. A teoria de Aristóteles dominou o pensamento científico durante 1800 anos, até ao Renascimento, o que impediu o aparecimento de novos modelos.
7 2) Astronomia geocêntrica da Grécia antiga Por volta de 140 DC, Ptolomeu, que trabalhou em Alexandria, apresentou um modelo que explicava o movimento retrógrado. Como se acreditava que os círculos eram formas perfeitas, parecia lógico que os planetas deviam realizar os seus movimentos em círculos.
8 2) Astronomia geocêntrica da Grécia antiga Ptolomeu, para explicar o movimento retrógrado, concebeu que os planetas andavam ao longo pequenos círculos (epiciclos) que por sua vez se movem em círculos maiores (deferente) das órbitas gerais dos planetas. O centro de um epicíclo move-se com uma velocidade angular constante, em relação ao ponto chamado equante.
9 2) Astronomia geocêntrica da Grécia antiga O Almagesto (o Maior) de Ptolomeu foi aceite por 15 séculos. Ele continha as suas ideias e um resumo das ideias dos seus antecessores. As suas tabelas dos movimentos planetários eram razoavelmente precisas.
10 3) Uma heresia: o Sol centro do Universo No século XVI, Nicolau Copérnico, um astrónomo polaco, propôs a teoria heliocêntrica (com o Sol no centro). Aristarco de Samos, um cientista grego, propôs a teoria heliocêntrica, 18 séculos antes de Copérnico. No entanto, não conhecemos os detalhes dessa teoria.
11 3) Uma heresia: o Sol centro do Universo Copérnico acha que os planetas se movem em círculos, embora os círculos não estivessem muito centrados no Sol. Copérnico usou alguns epiciclos, a fim de melhor ajustar as suas previsões às observações (e conseguiu eliminar o equante).
12 3) Uma heresia: o Sol centro do Universo O modelo explicava o movimento retrógrado dos planetas exteriores, como Marte, por projeção: * Como a Terra ultrapassa Marte, a projeção da linha que une a Terra e Marte, mostra um movimento aparente para trás em relação às estrelas, contrário ao sentido real do movimento. * Como a Terra e Marte continuam a mover-se em sua órbita, a projeção da linha que une os dois planetas parece mover-se de novo, mas no sentido real do movimento.
13 3) Uma heresia: o Sol centro do Universo Com a ideia de que o Sol estava aproximadamente no centro do Sistema Solar, Copérnico: trabalhou com as distâncias relativas aos planetas. A partir de observações, deduziu o tempo que os planetas demoravam a orbitar o Sol.
14 4) Os olhos apurados de Tycho Brahe No final do século XVI, o nobre dinamarquês Tycho Brahe começou a observar Marte e outros planetas no seu observatório (Uraniborg).
15 4) Os olhos apurados de Tycho Brahe Tycho usou instrumentos gigantes para fazer observações sem precedentes na precisão (ainda não se utilizava o telescópio). Com a morte de Tycho em 1601, Kepler foi capaz de analisar todas as suas observações.
16 5) Johannes Kepler e as suas leis das órbitas As precisas observações de Tycho mostravam imprecisões nas tabelas de posições dos planetas, utilizadas nessa época. Kepler desenvolveu cálculos detalhados para explicar as posições planetárias. Primeiro tentou explicar a órbita de Marte sem desistir dos círculos, mas, por fim, estabelece as suas leis.
17 5) Primeira Lei de Kepler Os planetas orbitam em torno do Sol em elipses, com o Sol num dos focos.
18 5) Primeira Lei de Kepler A distância entre os focos e uma corda com um determinado comprimento definem cada elipse. A elipse altera-se quando se muda o comprimento da corda ou a distância entre os focos.
19 5) Segunda Lei de Kepler Descreve a velocidade dos planetas em suas órbitas. Diz que a linha que une um planeta ao Sol, descreve áreas iguais em tempos iguais. O planeta move-se mais rápido quando está mais perto do Sol. Também é conhecida como a lei das áreas iguais.
20 5) Segunda Lei de Kepler A segunda lei de Kepler é especialmente útil para os cometas, que têm órbitas elípticas muito excêntricas (isto é, achatadas). Por exemplo, demonstrou que o Cometa Halley se move muito mais lentamente quando está longe do Sol, uma vez que a linha que o une ao Sol é muito comprida.
21 5) Terceira Lei de Kepler Relaciona o período com a medida da distância do planeta ao Sol. Especificamente, diz que o quadrado do período de translação é proporcional ao cubo do semi-eixo maior da elipse: P 2 = ka 3, onde k é uma constante Isto é, se o cubo do semi-eixo maior da elipse aumenta, o quadrado do período aumenta com o mesmo factor.
22 5) Terceira Lei de Kepler A aplicação à realidade da 3ª lei de Kepler é feita nos "satélites geoestacionários", que estão a grande altitude e orbitam à mesma velocidade que a da rotação da Terra. Parecem flutuar sobre o equador (ver figura, à esquerda), e são usados para transmitir sinais de TV e telefone.
23 6) Queda do modelo ptolomaico: Galileo No final de 1609, Galileu foi o primeiro a utilizar um telescópio para estudos astronómicos sistemáticos.
24 6) Queda do modelo ptolomaico: Galileo Em 1610, publicou que com seu telescópio, podia ver: Muito mais estrelas do que a olho nu. A Via Láctea tinha muitas estrelas individuais. Montanhas, crateras e escuros "mares lunares. 4 pequenos corpos que orbitam em torno de Júpiter (assim nem todos os corpos giram em torno da Terra) e as 4 luas não ficavam para trás", enquanto Júpiter se movia (sugerindo que a Terra se devia comportar da mesma forma, sem deixar objetos para trás).
25 6) Queda do modelo ptolomaico: Galileo Para o modelo heliocêntrico foi fundamental Galileu ter descoberto que Vénus mostrava um conjunto completo de fases, o que não se explicava no sistema de Ptolomeu.
26 6) Queda do modelo ptolomaico: Galileo Em 1612, Galileu descreveu manchas solares (evidência de que os objetos celestes não eram perfeitos) mostrando que rodavam juntamente com a superfície do Sol.
27 6) Queda do modelo ptolomaico: Galileo Agora, quatrocentos anos depois que Galileu fez as suas descobertas e que Giordano Bruno foi queimado na fogueira, pelo menos em parte, pela sua visão de mundos que devem existir para além do Sistema Solar, há paz entre a Igreja e os cientistas. O Vaticano mantém um observatório moderno e vários astrónomos respeitados.
28 7) Sobre os ombros de Gigantes: Isaac Newton Temos de esperar por Isaac Newton, 60 anos depois, para saber o "porquê" das leis empíricas de Kepler. Newton nasceu na Inglaterra em 1642, no ano em que Galileu morreu. É o maior cientista de sua época e talvez de todos os tempos por seu trabalho sobre: a decomposição da luz visível no seu espetro. a invenção do telescópio refletor. o movimento dos objetos na Terra e no espaço. a lei da gravidade (teve que inventar o cálculo).
29 7) Sobre os ombros de Gigantes: Isaac Newton Principia (1687) contêm as Três Leis do Movimento: Primeira lei (inércia): corpos em movimento tendem a permanecer em movimento, em linha reta e a velocidade constante, a não ser que sobre eles atue uma força exterior (descoberta por Galileu). Segunda lei: relaciona a força com o seu efeito sobre a aceleração de uma massa. (F = ma, onde F é a força, m a massa e a a aceleração).
30 7) Sobre os ombros de Gigantes: Isaac Newton Terceira Lei: para cada ação há uma reação igual e e de sentido contrário. O movimento de um foguete é apenas um dos muitos fenómenos explicados por esta lei. Os Principia inclui também a lei da gravidade. Uma das aplicações da lei da gravidade de Newton é o conceito de peso.
31 7) Sobre os ombros de Gigantes: Isaac Newton Uma das histórias mais famosas da ciência é a da maçã que caiu na cabeça de Newton. O próprio Newton contou, anos depois, que ele viu uma maçã cair e percebeu que, tal como a maçã cai para a Terra, a Lua está a cair em direção à Terra, e o seu movimento faz com que se mantenha afastanda de nós. (A distância que a Lua viaja em direção à Terra é compensada pela distância para a Lua percorre para a frente, o resultado ao longo do tempo é uma órbita estável, em vez de colidir com a Terra)
32 7) Sobre os ombros de Gigantes: Isaac Newton A mais famosa frase de Newton é, "Se eu vi mais longe, foi por estar de pé sobre ombros de gigantes."
33 Slides opcionais
34 8) As raízes da astronomia : BABILÓNIA Na Caldeia estão os primórdios da astronomia ocidental, a matemática utilizava no sistema de numeração sexagesimal, que por ser um sistema de notação posicional (muito parecido com o atual sistema decimal, mas na base 60), facilitou o desenvolvimento de uma álgebra e aritmética precoces, daí aparece por exemplo, a divisão do círculo em 360 graus, ou a de uma hora em 60 minutos e estes em 60 segundos.
35 8) As raízes da astronomia : BABILÓNIA Os caldeus observaram eclipses lunares e proposeram a série de Saros para prever sua ocorrência. Embora só tivessem sido utilizadas para os eclipses lunares, são também aplicáveis aos eclipses solares. Carta ao Rei Assurbanipal onde é descrito um eclipse lunar Planisfério, da biblioteca do rei Assurbanipal em Nínive (800 AC)
36 8) As raízes da astronomia : BABILÓNIA Os cinco planetas conhecidos para os caldeus Códice de Amurabi Nome Significado Planeta Neberu Articulação Júpiter Delebat A proclamada Vênus Sithu, Ishtar O saltador Mercúrio Kayamanu O constante Saturno Salbatanu O corou Marte
37 8) As raízes da astronomia : EGITO Nut, o céu, divindade feminina, em torno da Terra, representada por Geb, divindade masculina. Por sua vez, separa o mundo dos vivos do dos mortos.
38 Os egípcios notaram que quando Sirius (que chamaram a Sotis) nascia um pouco antes do Sol (nascer heliacal), isso coincidia com o início da inundação do Nilo. O deserto ficava fértil, por isso Sirius foi associada com a deusa da fertilidade, Isis.
39 8) As raízes da astronomia : EGITO No telhado do templo de Hathor em Dendera, Egipto, estão as constelações egípcias no período helenístico. Muitas delas já desapareceram atualmente, como o crocodilo ou o hipopótamo.
40 8) As raízes da astronomia : EGITO Os egípcios orientavam os seus edifícios com as posições do Sol e certas estrelas que tinham significados rituais.
41 8) As raízes da astronomia : INDIA O primeiro texto de conteúdo astronómico aparece na literatura religiosa da Índia (segundo milênio AC). Durante os séculos seguintes uma série de astrónomos indianos estudaram vários aspetos relacionados com a astronnomia.
42 8) As raízes da astronomia : ÍNDIA O calendário Hindu da antiguidade tem sofrido muitas alterações com o processo de regionalização. Hoje em dia há vários calendários indianos regionais, bem como um calendário nacional indiano. No calendário hindu, o dia começa com o nascer do Sol. São-lhe atribuídas cinco propriedades" chamadas angas.
43 8) As raízes da astronomia : ÍNDIA A eclítica é dividida em 27 nakshatras, que são chamadas indiferentemente de casas lunares ou asterismos. Estas refletem o ciclo da Lua contra as estrelas fixas, 27 dias e 7 horas ¾, onde a parte fracionada serácompensada por um nakshatra intercalar de 28a. O cálculo nakshatra parece ter sido bem conhecido no segundo primeiro milénio AC
44 8) As raízes da astronomia : ÁRABES Na maior parte do desenvolvimento astronómico por árabes tem lugar nos séculos VIII - XV, no Médio Oriente, na Ásia Central, na Andaluzia, no Norte da África, e, mais tarde, no Extremo Oriente e na Índia.
45 8) As raízes da astronomia : ÁRABES As primeiras observações sistemáticas ocorreram sob o patrocínio de Al-Mamun ( ) em muitos observatórios de Damasco a Baguedá: mediram os graus de meridiano, estabeleceram parâmetros solares, e fizeram observações detalhadas do Sol, da Lua e dos planetas.
46 8) As raízes da astronomia : ÁRABES Grande número de estrelas no céu, como Aldebaran e Altair, e termos como alidade, azimute, almicantarat, ainda são referidos pelo seu nome árabe. INSTRUMENTOS Globos celestes Esferas armilares Astrolábios Relógios de sol Quadrantes
47 8) As raízes da astronomia : MAIAS Os maias estavam muito interessados nas passagens zenitais, quando o sol passa diretamente por cima da cabeça. Os maias tinham um deus para esta posição: "Deus Descendente. A latitude da maioria de suas cidades faz com que essas passagens aconteçam duas vezes por ano equidistantes dos solstícios.
48 8) As raízes da astronomia : MAIAS Vênus era o objeto astronómico mais importante para os maias, ainda mais do que o Sol Demonstraram conhecimentos sobre a nebulosa de Orion como sendo um objeto difuso (não como estrela pontual).
49 8) As raízes da astronomia : MAIAS O calendário Maia é um sistema de calendários e almanaques usados na civilização maia pré-colombiana, e em algumas comunidades modernas maias na meseta da Guatemala e Oaxaca, México.
50 8) As raízes da astronomia : MAIAS Embora o calendário mesoamericano não ter se originado com os maias, os desenvolvimentos e melhorias introduzidos posteriormente pelos maias, foram muito sofisticados. Junto com o dos astecas, os calendários maias são os melhores documentados e os mais compreensível.
51 8) As raízes da astronomia : ASTECAS A partir do século XIII, o Vale do México era o coração da civilização asteca. Eram grupos étnicos da região central do México, em particular os grupos que falavam a língua Nahuatl dominaram a maior parte da Mesoamérica nos séculos XIV, XV e XVI, um período conhecido como o último período pós-clássico mesoamericano
52 8) As raízes da astronomia : ASTECAS O calendário asteca (aprox. 1479) é circular, com quatro círculos concêntricos. No centro está o rosto de Tonatiuh (Deus Sol) segurando uma faca na boca. As quatro eras anteriores, estão representadas por figuras quadrados ao lado do Sol no centro. O círculo exterior tem 20 áreas que representam os dias de cada um dos 18 meses, que compunham o calendário asteca. Para completar os 365 dias do ano solar, incorporavam 5 dias de azar ou nemontemi.
53 8) As raízes da astronomia : ASTECAS Os astecas agruparam as estrelas mais brilhantes em constelações: mamalhuaztli (Cinturão de Órion), Tianquiztli (Pléiades), Citlaltlachtli (Gémeos) Citlalcolotl (Escorpião) e Xonecuilli (Ursa Menor ou Cruzeiro do Sul para outros, etc.) Cometas eram chamados de "as estrelas que fumam".
54 8) As raízes da astronomia : INCAS Os Incas são uma civilização précolombiana do Grupo Andino. Começa no início do século XIII, na Bacia de Cuzco no Peru e, depois, estende-se ao longo do Oceano Pacífico e dos Andes, cobrindo a parte ocidental da América do Sul. No seu auge, espalhava-se desde a Colômbia até à Argentina e Chile, pelo Equador, Peru e Bolívia.
55 8) As raízes da astronomia : INCAS Os incas usavam um calendário solar para a agricultura e outro lunar para as festividades religiosas. De acordo com as crônicas dos espanhóis, na periferia de Cuzco havia um grande calendário público composto por 12 pilares de 5 metros de altura, que se podia ver a grande distância para se determinar a data em que estavam. Celebravam duas festividades principais, o Inti Raymi e o Capac Raymi, os solstícios de verão e de inverno, respectivamente.
56 8) As raízes da astronomia : INCAS Os incas consideravam o seu Rei, Sapa Inca, o "filho do Sol". As cidades mais importantes foram traçadas seguindo alinhamentos celestes e usando os pontos cardeais. Identificaram diversas áreas escuras ou nebulosas escuras da Via Láctea com animais, e associaram o seu aspeto com as chuvas sazonais.
57 8) As raízes da astronomia : INCAS As constelações, como, Yutu o sapo celestial, e o Lama do Céu, foram usadas para acompanhar a passagem das estações e para marcar os eventos sagrados. Por exemplo: No antigo Peru, os sacrifícios de lamas negras e multicoloridas, eram previstos para abril e outubro, quando os "olhos do lama, alfa e beta Centauri, se opunham ao Sol.
58 8) As raízes da astronomia : CHINA Os chineses são considerados como sendo os observadores mais persistentes e precisos de fenómenos celestes antes dos árabes. Registros detalhados de observações astronómicas começaram no século IV AC. Elementos da astronomia indiana chegaram à China com a expansão do budismo no final da dinastia Han ( DC), mas a introdução mais detalhada do pensamento astronómico indiano ocorreu durante a dinastia Tang ( ).
59 8) As raízes da astronomia : CHINA A astronomia revitalizou-se com o aparecimento da cosmologia e da tecnologia ocidentais quando os Jesuítas fundaram as suas missões no século XVI. Instrumentos Esfera Armilar Globo Celeste Torre com uma Esfera Armilar Globo Celeste movidos hidraulicamente. O telescópio foi introduzido no século XVII
60 8) As raízes da astronomia : CHINA O cientista chinês Shen Kuo ( ) foi o primeiro a: - Descrever a bússola de agulha magnética. - Fazer uma medição precisa da distância entre a estrela Polar e o norte verdadeiro para ser utilizada na navegação.
61 8) As raízes da astronomia : CHINA Shen Kuo e Pu Wei fizeram um projecto de observação astronómica noturna, por um período de cinco anos consecutivos, um trabalho que poderia rivalizar com as observações de Tycho Brahe. Para este projeto também marcaram as coordenadas exatas dos planetas num mapa de estrelas e formularam teorias do movimento planetário, incluindo o movimento retrógrado.
62 8) As raízes da astronomia : CHINA A astronomia chinesa centrou-se na observação. Tinham dados desde o ano AC (explosão de supernovas, eclipses e aparição de cometas). em AC registaram um eclipse do Sol. em AC descreveram "pintas escuras" no Sol. em 532 AC registaram o aparecimento de uma supernova na constelação Aquila. em 240 e 164 AC registaram a passagem do cometa Halley.
63 8) As raízes da astronomia : CHINA Na nossa era: determinaram a precessão dos equinócios em 1º a cada 50 anos. observaram que as caudas dos cometas apontavam sempre na direção oposta à posição do Sol. No ano 1.006, anotaram o aparecimento de uma supernova tão brilhante podia ser observada durante o dia (a mais brilhante de que se tem notícia). No ano 1.054, observaram a explosão de uma supernova que, mais tarde, daria origem à nebulosa do Caranguejo.
64 Obrigado pela sua atenção!
Introdução à Astrofísica. As Leis de Kepler. eclipse.txt. Rogemar A. Riffel
Introdução à Astrofísica As Leis de Kepler Rogemar A. Riffel Teoria heliocêntrica A Teoria Heliocêntrica conseguiu dar explicações mais simples e naturais para os fenômenos observados Movimento retrógrado
Introdução À Astronomia e Astrofísica 2010
CAPÍTULO 7 ÓRBITA DOS PLANETAS. LEIS DE KEPLER E DE NEWTON. Movimento dos Planetas. O Modelo Geocêntrico. O Modelo Heliocêntrico. Leis de Kepler. Isaac Newton e Suas Leis. Recapitulando as aulas anteriores:
07 e 08 06/10/2011 Sumário
Sumário Correção do TPC. Conclusões da atividade experimental da lição anterior. Como se tornou possível o conhecimento do Universo? Modelos de organização do Universo: Teoria Geocêntrica e Teoria Heliocêntrica.
Astronomia/Kepler. As hipóteses de Kepler [editar] Colaborações com Tycho Brahe [editar]
Astronomia/Kepler < Astronomia Astronomia Uma das importantes personagens da Astronomia foi Johannes Kepler.. Como muitos astrônomos de sua época, Kepler era também um astrólogo e uma de suas crenças fundamentais
História da Astronomia
História da Astronomia Motivações: A necessidade de sobrevivência levou as tribos remanescentes das últimas glaciações a observarem o Sol, a Lua e suas relações com as estações do ano e com a natureza
O Sistema Solar 11/12/2014. Unidade 2 O SISTEMA SOLAR. 1. Astros do Sistema Solar 2. Os planetas do Sistema Solar
Ciências Físico-químicas - 7º ano de escolaridade Unidade 2 O SISTEMA SOLAR O Sistema Solar 1. Astros do Sistema Solar 2. Os planetas do Sistema Solar 2 1 Competências a desenvolver: Caracterização do
A ASTRONOMIA NAS CULTURAS DA AMÉRICA PRÉ-COLOMBIANA
A ASTRONOMIA NAS CULTURAS DA AMÉRICA PRÉ-COLOMBIANA Astronomia Fundamental Caroline F. Dorneles Abril, 2011 Civilizações pré-colombianas MAIAS ASTECAS INCAS Civilizações pré-colombianas Estas civilizações
Leis de Newton e Forças Gravitacionais
Introdução à Astronomia Leis de Newton e Forças Gravitacionais Rogério Riffel Leis de Newton http://www.astro.ufrgs.br/bib/newton.htm Newton era adepto das ideias de Galileo. Galileo: Um corpo que se move,
Aula 2 Órbitas e Gravidade. Alex C. Carciofi
Aula 2 Órbitas e Gravidade. Alex C. Carciofi Geocentrismo: um modelo amplamente aceito A Terra parece firme e estável. As estrelas parecem descrever circunferências no céu, em torno dos pólos celestes.
Unidade IX: Gravitação Universal
Página 1 de 5 Unidade IX: Gravitação Universal 9.1 Introdução: Até o século XV, o homem concebia o Universo como um conjunto de esferas de cristal, com a Terra no centro. Essa concepção do Universo, denominada
Unidade IX: Gravitação Universal
Colégio Santa Catarina Unidade IX: Gravitação Universal 143 Unidade IX: Gravitação Universal 9.1 Introdução: Até o século XV, o homem concebia o Universo como um conjunto de esferas de cristal, com a Terra
Prof. Dr. Ronaldo Rodrigues Pelá. 4 de junho de 2013
GRAVITAÇÃO Mecânica II (FIS-26) Prof. Dr. Ronaldo Rodrigues Pelá IEFF-ITA 4 de junho de 2013 Roteiro 1 Lei da Universal Roteiro Lei da Universal 1 Lei da Universal Motivação Lei da Universal Movimento
Apostila de Física 28 Gravitação Universal
Apostila de Física 28 Gravitação Universal 1.0 História Astrônomo grego Cláudio Ptolomeu (87-150): Sistema planetário geocêntrico A Terra é o centro do universo. A Lua e o Sol descreveriam órbitas circulares
Aula 04: Leis de Newton e Gravitação Tópico 05: Gravitação
Aula 04: Leis de Newton e Gravitação Tópico 05: Gravitação Lei da Gravitação http://www.geocities.com/capecanaveral/hangar/6777/newton.html Era um tarde quente, no final do verão de 1666. Um homem jovem,
Movimento dos Planetas
Introdução à Astronomia Movimento dos Planetas eclips e.txt Rogério Riffel e-mail: [email protected] http://www.if.ufrgs.br/~riffel Sala: N106 Livro texto: Astronomia e Astrofísica Kepler de Souza Oliveira
Figura 1 - O movimento da Lua em torno da Terra e as diferentes fases da Lua
Estudo do Meio Físico e Natural I Movimentos reais e aparentes dos astros J. L. G. Sobrinho Centro de Ciências Exactas e da Engenharia Universidade da Madeira A Lua e a Terra A Lua está a sempre visível
Autor: (C) Ángel Franco García. Ptolomeu e Copérnico. Os planetas do Sistema Solar. Os satélites. Atividades
Nesta página eu apenas traduzi podendo ter introduzido, retirado ou não alguns tópicos, inclusive nas simulações. A página original, que considero muito boa é: Autor: (C) Ángel Franco García O Sistema
O Ensino da Astronomia
O Ensino da Astronomia Os Parâmetros Curriculares Nacionais (PCN) indicam o estudo da Astronomia no 3o e 4o ciclos do Ensino Fundamental, na área de Ciências Naturais, no eixo temático "Terra e Universo"
Como surgiu o universo
Como surgiu o universo Modelos para o universo Desde os tempos remotos o ser humano observa o céu, buscando nele pistas para compreender o mundo em que vive. Nessa busca incansável, percebeu fenômenos
Aula 04 Medidas de tempo
Aula 04 Medidas de tempo O que é tempo? Os fenômenos astronômicos são periódicos e regulares: tornaram-se os primeiros relógios. E foram os relógios mais precisos até a construção dos relógios atômicos
Johannes Kepler (1571 1630)
Johannes Kepler (1571 1630) Prometi a Deus que tornaria público este maravilhoso exemplo da Sua sabedoria. Johannes Kepler Misterium Cosmographicum (1597) ASTRÓNOMO ALEMÃO JOHANNES KEPLER FOI A PRIMEIRA
ÓRBITA ILUMINADA HU F 152/ NT4091
ÓRBITA ILUMINADA HU F 152/ NT4091 INTRODUÇÃO Trata-se de um modelo científico de trabalho, representando o Sol, a Terra e a Lua, e mostrando como estes se relacionam entre si. Foi concebido para mostrar
Boa tarde a todos!! Sejam bem vindos a aula de Física!! Professor Luiz Fernando
Boa tarde a todos!! Sejam bem vindos a aula de Física!! Professor Luiz Fernando Minha História Nome: Luiz Fernando Casado 24 anos Naturalidade: São José dos Campos Professor de Física e Matemática Formação:
INTRODUÇÃO À ASTRONOMIA SANDRO FERNANDES
INTRODUÇÃO À ASTRONOMIA SANDRO FERNANDES O que é a Astronomia? É a ciência que estuda o universo, numa tentativa de perceber a sua estrutura e evolução. Histórico É a ciência mais antiga. Os registros
História... Esta Teoria permaneceu Oficial durante 13 Séculos!!
Astronomia História... O modelo grego para explicar o movimento dos corpos celestes foi estabelecido no século IV a.c. Neste modelo a Terra estava no centro do universo e os outros planetas, Sol e Lua
Faculdade de Administração e Negócios de Sergipe
Faculdade de Administração e Negócios de Sergipe Disciplina: Física Geral e Experimental III Curso: Engenharia de Produção Assunto: Gravitação Prof. Dr. Marcos A. P. Chagas 1. Introdução Na gravitação
Elementos de Astronomia
Elementos de Astronomia Astronomia Antiga, Esfera Celeste, Coordenadas e Movimento Diurno dos Astros Rogemar A. Riffel Sala 1316 e-mail: [email protected] http://www.ufsm.br/rogemar/ensino.html Por que estudar
UNIDADE 2: ASTRONOMIA
UNIDADE 2: ASTRONOMIA ARISTÓTELES (384-322 a.c.) Afirmou que a Terra era redonda devido à sombra esférica deixada por ela durante o eclipse lunar. ERATÓSTENES (273-194 a.c.) Mediu a circunferência da Terra
Movimento real e aparente das estrelas e dos planetas
José Laurindo Sobrinho Grupo de Astronomia da Universidade da Madeira Fevereiro 2014 Movimento real e aparente das estrelas e dos planetas 1 O Movimento da Lua A Lua apresenta sempre a mesma face virada
Podemos considerar a elipse como uma circunferência achatada. Para indicar o maior ou menor achatamento, definimos a excentricidade:
Leis de Kepler Considerando um referencial fixo no Sol, por efeito da lei da gravitação universal, o movimento dos planetas ao redor do Sol acontece segundo as três leis de Kepler. Na verdade, as leis
CONSTRUIR E UTILIZAR UM ASTROLÁBIO SIMPLES
CONSTRUIR E UTILIZAR UM ASTROLÁBIO SIMPLES INTRODUÇÃO O astrolábio é um instrumento que serve para medir ângulos. Foi bastante utilizado no passado por exemplo pelos navegadores do tempo dos Descobrimentos
APOSTILA DE GRAVITAÇÃO. Johannes Kepler (1571-1630)
APOSTILA DE GRAVITAÇÃO Johannes Kepler (1571-1630) Astrônomo alemão, publicou sua primeira obra, "Mysterium Cosmographicum", em 1596, na qual se manifesta pela primeira vez a favor da teoria heliocêntrica
Sistema Solar. Sistema de Ensino CNEC. 4 o ano Ensino Fundamental Data: / / Atividades de Ciências Nome:
4 o ano Ensino Fundamental Data: / / Atividades de Ciências Nome: Sistema Solar 1 o Mercúrio 5 o Júpiter 2 o Vênus 6 o Saturno 3 o Terra 7 o Urano 4 o Marte 8 o Netuno Com certeza você já deve ter ouvido
GABARITO DA PROVA OLÍMPICA DO NÍVEL II DA II OBA
1. A astronomia estuda tudo que está fora da Terra, como por exemplo, os planetas, as estrelas, os cometas, as galáxias, as constelações, os movimentos destes corpos, etc. Para observar estes corpos basta
UNIDADE III Energia: Conservação e transformação. Aula 12.2 Conteúdo:
UNIDADE III Energia: Conservação e transformação. Aula 12.2 Conteúdo: Quantidade de Movimento e Gravitação Universal. Habilidades: Confrontar interpretações científicas com interpretações baseadas no senso
Níve v l e 4 Prof. Alex Samyr
Nível 4 Prof. Alex Samyr - Origem e desenvolvimento - Origem do universo - Teoria do Big-Bang É a mais antiga das ciências (desde os pré-históricos) Desde a antiguidade o céu é usado como: MAPA, RELÓGIO
UNIDADE 2 MOVIMENTOS NO SISTEMA SOLAR Texto 1 Notas de aula (M. F. Barroso)
UNIDADE MOVIMENTOS NO SISTEMA SOLAR Texto 1 Notas de aula (M. F. Barroso) O Sistema Solar A observação do mundo ao nosso redor constitui uma das atividades mais antigas da humanidade. Os movimentos do
ENSINO MÉDIO 01 - PLANETA TERRA FORMA E MOVIMENTO
ENSINO MÉDIO 01 - PLANETA TERRA FORMA E MOVIMENTO QUESTÃO 01 - Sobre as características gerais dos movimentos terrestres, julgue os itens: a) É incorreto dizer que o Sol nasce a leste e se põe a oeste,
Olha pro céu! (uma brevissima introdução à astronomia para crianças de todas as idades) Helder da Rocha
Pedra de Sto. Antônio (Fagundes, PB) e constelações de Sagitário e Coroa Austral 20o. Encontro para a Nova Consciência Campina Grande, PB, 2011 Olha pro céu! (uma brevissima introdução à astronomia para
Mecânica do Sistema Solar
Mecânica do Sistema Solar IFSP Vicente Barros Mais informações em Click to edit Masterhttp://astro.if.ufrgs.br/index.htm subtitle style Curiosidades - Posição da ISS http://spotthestation.nasa.gov/ Nosso
Movimentos da Terra e suas consequências
Movimentos da Terra e suas consequências Movimentos da Terra A Terra descreve, como todos os outros planetas principais do Sistema Solar: Movimento de rotação movimento em torno de si própria, em volta
Insígnia de Competência de Astrónomo Alguns apontamentos para Exploradores
Insígnia de Competência de Astrónomo Alguns apontamentos para Exploradores 1 Conhecer a influência do sol, terra e lua nas estações do ano (exs: culturas, flores, frutos, árvores, entre outros) 2 Conhecer
Escola E. B. 2º e 3º ciclos do Paul. Trabalho elaborado por: Diana Vicente nº 9-7ºB No âmbito da disciplina de Ciências Naturais
Escola E. B. 2º e 3º ciclos do Paul Trabalho elaborado por: Diana Vicente nº 9-7ºB No âmbito da disciplina de Ciências Naturais Introdução Formação do sistema solar Constituição * Sol * Os planetas * Os
Docente: Prof. Doutor Ricardo Cunha Teixeira Discentes: Carlos Silva Sara Teixeira Vera Pimentel
Docente: Prof. Doutor Ricardo Cunha Teixeira Discentes: Carlos Silva Sara Teixeira Vera Pimentel Sem a Matemática, não poderia haver Astronomia; sem os recursos maravilhosos da Astronomia, seria completamente
Sumário. Prefácio... xi. Prólogo A Física tira você do sério?... 1. Lei da Ação e Reação... 13
Sumário Prefácio................................................................. xi Prólogo A Física tira você do sério?........................................... 1 1 Lei da Ação e Reação..................................................
Entrevista a Galileu Galilei
Escola Secundária Emidio Navarro 2009/2010 Disciplina: Físico-Quimica Entrevista a Galileu Galilei Trabalho realizado por: Cristiana Monteiro nº5 Francisco Pinto nº9 11ºCT2 Entrevista a Galileu Galilei
Seminário 5: Aluna: Michele Martins Lopes. Data: 16/03/2015. Disciplina: História da Matemática. Profª: Andrea Cardoso
Seminário 5: Aluna: Michele Martins Lopes Data: 16/03/2015 Disciplina: História da Matemática Profª: Andrea Cardoso Havia a necessidade de saber quando seria o tempo bom para o plantio, a colheita
CURSO DE HISTÓRIA ANTIGA. Professor Sebastião Abiceu 7º ano Colégio Marista São José Montes Claros - MG
CURSO DE HISTÓRIA ANTIGA Professor Sebastião Abiceu 7º ano Colégio Marista São José Montes Claros - MG POVOS PRÉ-COLOMBIANOS ASTECAS MAIAS INCAS Principais fontes para estudo dos povos americanos: 1º Fontes
Leis de Newton. Dinâmica das partículas Física Aplicada http://www.walmorgodoi.com
Leis de Newton Dinâmica das partículas Física Aplicada http://www.walmorgodoi.com Antes de Galileu Durante séculos, o estudo do movimento e suas causas tornou-se o tema central da filosofia natural. Antes
Lista 1_Gravitação - F 228 2S2012
Lista 1_Gravitação - F 228 2S2012 1) a) Na figura a abaixo quatro esferas formam os vértices de um quadrado cujo lado tem 2,0 cm de comprimento. Qual é a intensidade, a direção e o sentido da força gravitacional
ELEMENTOS DA ASTRONOMIA Na ANTIGUIDADE a observação dos astros e a interpretação religiosa mantiveram uma ligação praticamente una.
ELEMENTOS DA ASTRONOMIA Na ANTIGUIDADE a observação dos astros e a interpretação religiosa mantiveram uma ligação praticamente una. Os povos primitivos já utilizavam símbolos representando os corpos celestes
Universidade Federal do Rio Grande do Sul Instituto de Física Departamento de Astronomia. Fundamentos de Astronomia e Astrofísica: FIS02010
Universidade Federal do Rio Grande do Sul Instituto de Física Departamento de Astronomia Fundamentos de Astronomia e Astrofísica: FIS02010 Prof. Tibério B. Vale Como se calcula o comprimento da sombra?
História da astronomia
Jay Pasachoff, Magda Stavinschi, Mary Kay Hemenway International Astronomical Union, Williams College (Massachusetts, EUA), Instituto Astronômico da Academia Romena (Bucarest, Romênia), Universidade de
Introdução À Astronomia e Astrofísica 2010
CAPÍTULO 3 ESTAÇÕES DO ANO E INSOLAÇÃO SOLAR. Movimento Anual do Sol e as Estações do Ano. Estação em diferentes latitudes. Insolação Solar. Recapitulando a aula anterior: Capítulo 2 Trigonometria Esférica
Cap. 2 Mecânica do Sistema Solar I
Cap. 2 Mecânica do Sistema Solar I Nosso Lugar no Universo 1 min luz = 1,798 x 10 7 km 1 ano-luz = 9.460.800.000.000.00 Km ~10 12 km 100.000 a.l. = 946073047258080000 km = 9.46 x 10 17 km Observando o
15 O sistema solar e seus planetas
A U A UL LA Atenção O sistema solar e seus planetas Leia com atenção as notícias abaixo, que apareceram em jornais de diferentes épocas. ANO DE 1781 CIENTISTAS DESCOBREM NOVO PLANETA De há quase 2.000
ESCOLA SALESIANA DE MANIQUE TESTE DE AVALIAÇÃO DE CIÊNCIAS FÍSICO-QUÍMICAS ANO LECTIVO 2010/2011
ESCOLA SALESIANA DE MANIQUE TESTE DE AVALIAÇÃO DE CIÊNCIAS FÍSICO-QUÍMICAS ANO LECTIVO 2010/2011 Nome: 7.º Ano Turma Nº: Encarregado de Educação: Classificação: Professor: 1. Observe a figura seguinte,
I Olimpíada Brasileira de Astronomia Brasil, 22 de agosto de 1998. Nível 1 GABARITO OFICIAL
I Olimpíada Brasileira de Astronomia Brasil, 22 de agosto de 1998. Nível 1 GABARITO OFICIAL Questão 1 a) (VALOR: 0,2 pts) Quais os planetas do Sistema Solar que têm sistema de anéis? R: Saturno, Júpiter,
Aula 18 Elipse. Objetivos
MÓDULO 1 - AULA 18 Aula 18 Elipse Objetivos Descrever a elipse como um lugar geométrico. Determinar a equação reduzida da elipse no sistema de coordenadas com origem no ponto médio entre os focos e eixo
www.google.com.br/search?q=gabarito
COLEGIO MÓDULO ALUNO (A) série 6 ano PROFESSOR GABARITO DA REVISÃO DE GEOGRAFIA www.google.com.br/search?q=gabarito QUESTÃO 01. a) Espaço Geográfico RESPOSTA: representa aquele espaço construído ou produzido
CIÊNCIAS. Tantas vezes a morte é apercebida, na Terra tanta guerra, tanto engano, tanta necessidade aborrecida. Os Lusíadas, Luís Vaz de Camões.
Tantas vezes a morte é apercebida, na Terra tanta guerra, tanto engano, tanta necessidade aborrecida. Os Lusíadas, Luís Vaz de Camões. Capítulo 1 Astronomia (Os cientistas e suas teorias sobre o Universo
17º Congresso de Iniciação Científica O CONHECIMENTO GEOMÉTRICO EM PORTUGAL NO SÉCULO XVI E SUAS APLICAÇÕES NA CARTOGRAFIA MARÍTIMA
17º Congresso de Iniciação Científica O CONHECIMENTO GEOMÉTRICO EM PORTUGAL NO SÉCULO XVI E SUAS APLICAÇÕES NA CARTOGRAFIA MARÍTIMA Autor(es) FLÁVIA DE ALMEIDA LUCATTI Orientador(es) JOANA DARC DA SILVA
4ºano Turma Mista. Autora: Beatriz Rodrigues
4ºano Turma Mista O ESPAÇO Autora: Beatriz Rodrigues O que é e como é o Espaço? Os seres humanos chamam Espaço a tudo o que está fora da superfície e atmosfera terrestre. A maioria dos peritos acredita
Exercícios de Física Gravitação Universal
Exercícios de Física Gravitação Universal 1-A lei da gravitação universal de Newton diz que: a) os corpos se atraem na razão inversa de suas massas e na razão direta do quadrado de suas distâncias. b)
Em que constelações se encontram os planetas?
Complemento de informação aos leitores (Por conveniência editorial, este documento segue as regras do novo Acordo Ortográfico) Em que constelações se encontram os planetas? Guilherme de Almeida Dados para
Apostila de Atividades
Apostila de Atividades IMAX A viagem pelo espaço continua aqui Transforme a sua sala de aula em uma divertida aventura pelo espaço. Assim que sua classe viver a experiência sem limites pelo universo com
Lista Gravitação. Lista de Física
ALUNO(A): COLÉGIO PEDRO II UNIDADE ESCOLAR SÃO CRISTÓVÃO III Lista Gravitação SÉRIE: 1ª TURMAS COORDENADOR: Eduardo Gama PROFESSOR(A): Lista de Física 1) Um satélite artificial S descreve uma órbita elíptica
A VISÃO MITOLÓGICA DO MUNDO
Antiguidade A VISÃO MITOLÓGICA DO MUNDO Os mitos representam a primeira e real aproximação da racionalidade, importante para a instalação do pensamento filosófico e científico. Explicaçõe para o funcionamento
Exercícios de Física Gravitação Universal
Exercícios de Física Gravitação Universal 1-A lei da gravitação universal de Newton diz que: a) os corpos se atraem na razão inversa de suas massas e na razão direta do quadrado de suas distâncias. b)
Universidade Federal do Rio Grande do Sul Instituto de Física Departamento de Astronomia. Fundamentos de Astronomia e Astrofísica
UniversidadeFederaldoRioGrandedoSul InstitutodeFísica DepartamentodeAstronomia FundamentosdeAstronomiaeAstrofísica Movimentodosplanetas:LeisdeKepler Prof.RogérioRiffel MovimentodosPlanetas AsleisdeKepler
Conteúdo: Mesopotâmia: região entre rios Dois rios, muitos povos Dois grandes impérios Como viviam os mesopotâmicos Alguns aspectos culturais
CONTEÚDO E HABILIDADES DESAFIO DO DIA INTERATIVA I Conteúdo: Mesopotâmia: região entre rios Dois rios, muitos povos Dois grandes impérios Como viviam os mesopotâmicos Alguns aspectos culturais CONTEÚDO
Movimentos da Terra PPGCC FCT/UNESP. Aulas EGL 2016 João Francisco Galera Monico unesp
Movimentos da Terra PPGCC FCT/UNESP Aulas EGL 2016 João Francisco Galera Monico Terra Movimentos da Terra Cientificamente falando, a Terra possui um único movimento. Dependendo de suas causas, pode ser
SISTEMA PLANETÁRIO COMO OS PLANETAS SE MOVEM
GRAVITAÇÃO UNIVERSAL Gravitação universal e a forca de atração que age entre todos os objetos pôr causa da sua massa - isto e, a quantidade de matéria de que são constituídos. A gravitação mantém o universo
A Geometria e as distâncias astronômicas na Grécia Antiga
A Geometria e as distâncias astronômicas na Grécia Antiga Geraldo Ávila Qual é o mais distante: o Sol ou a Lua? Quais os tamanhos da Terra, Sol e Lua? A busca das respostas à essas perguntas intrigantes
1- Durante o dia conseguimos ver apenas o brilho do Sol e não conseguimos ver o brilho de outras estrelas. Explique por que isso acontece.
Atividade de Estudo - Ciências 5º ano Nome: 1- Durante o dia conseguimos ver apenas o brilho do Sol e não conseguimos ver o brilho de outras estrelas. Explique por que isso acontece. 2- Cite uma semelhança
Geodesia Física e Espacial. ******* Sistemas e Tecnologias de Georeferenciação. Ano lectivo 2011/2012
Geodesia Física e Espacial ******* Sistemas e Tecnologias de Georeferenciação Ano lectivo 2011/2012 Definição A geodesia é uma palavra de origem grega (γεωδαιζία ) que literalmente quer dizer divisão da
CIÊNCIAS PROVA 2º BIMESTRE 6º ANO PROJETO CIENTISTAS DO AMANHÃ
PREFEITURA DA CIDADE DO RIO DE JANEIRO SECRETARIA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO SUBSECRETARIA DE ENSINO COORDENADORIA DE EDUCAÇÃO CIÊNCIAS PROVA 2º BIMESTRE 6º ANO PROJETO CIENTISTAS DO AMANHÃ Prova elaborada
Galileu e as primeiras descobertas com um telescópio. Guião para Stellarium
Galileu e as primeiras descobertas com um telescópio Guião para Stellarium Carlos Brás 14-11-2011 Galileu e as primeiras descobertas com um telescópio Esta é uma actividade com recurso ao Stellarium. Deve
Muitas regras populares foram criadas para calcular anos bissextos,
A Matemática dos Anos Bissextos O ano de 2004 foi bissexto! No nosso calendário denominado por calendário Gregoriano os anos ditos comuns têm 365 dias e os bissextos têm um dia a mais, ou seja, 366. Esta
SOCIEDADE ASTRONÔMICA BRASILEIRA SAB VII Olimpíada Brasileira de Astronomia VII OBA - 2004 Gabarito do nível 2 (para alunos da 3ª à 4ª série)
SOCIEDADE ASTRONÔMICA BRASILEIRA SAB VII Olimpíada Brasileira de Astronomia VII OBA - 2004 Gabarito do nível 2 (para alunos da 3ª à 4ª série) Questão 1) (1 ponto) Como você já deve saber o sistema solar
Na cauda do cometa. Série Matemática na Escola. Objetivos 1. Motivar o estudo das cônicas para a astronomia;
Na cauda do cometa Série Matemática na Escola Objetivos 1. Motivar o estudo das cônicas para a astronomia; Na cauda do cometa Série Matemática na Escola Conteúdos Geometria analítica, cônicas, elipse,
Planetário de pobre. Introdução. Materiais Necessários. Vamos simular e entender o movimento da abóbada celeste com uma montagem simples e barata.
dução Vamos simular e entender o movimento da abóbada celeste com uma montagem simples e barata. Retirado de Rodolfo Caniato, O Céu, ed. Ática, 1990. Cadastrada por Lucas Assis Material - onde encontrar
O céu. Aquela semana tinha sido uma trabalheira! www.interaulaclube.com.br
A U A UL LA O céu Atenção Aquela semana tinha sido uma trabalheira! Na gráfica em que Júlio ganhava a vida como encadernador, as coisas iam bem e nunca faltava serviço. Ele gostava do trabalho, mas ficava
Leis de Newton. Física Professora Cristiane
Leis de Newton Física Professora Cristiane Afinal, quem é este Newton?? Sir Isaac Newton 1642-1727 Contribuições de Newton 1- Desenvolvimento em série da potência de um binômio, ensinado atualmente nas
1a) Resposta: O aluno deveria ter pintado a bola maior de amarelo e a média de azul ou indicado a cor.
Sociedade Astronômica Brasileira (SAB) - Agência Espacial Brasileira (AEB) VIII Olimpíada Brasileira de Astronomia e de Astronáutica- 2005 Gabarito da Prova do nível 1 (para alunos da 1ª à 2ª série) Questão
Considera-se que o Sistema Solar teve origem há cerca de 5 mil milhões de anos.
19 e 20 17/11/2011 Sumário Correção do TPC. Como se formou o Sistema Solar? Constituição do Sistema Solar. Os planetas do Sistema Solar. Principais características dos planetas do Sistema Solar. Outros
Os aparelhos de GPS (Sistema de Posicionamento Global) se tornaram
GPS Os aparelhos de GPS (Sistema de Posicionamento Global) se tornaram ferramentas importantes para nos localizarmos com mais facilidade. Agora imagine que você pudesse ter um GPS que, além de lhe fornecer
HISTORIA da GEODESIA. Geodesia na Antiguidade Idade Média na Geodesia O Renascimento na Geodesia A era Moderna na Geodesia
HISTORIA da GEODESIA Idade Média na Geodesia O Renascimento na Geodesia A era Moderna na Geodesia É a mais antiga das Ciências da Terra (geociência) Compreender a geometria da Terra... observando o céu!
A História dos Quadrados Mágicos
A História dos Quadrados Mágicos O que é um quadrado mágico? Um quadrado mágico é uma tabela quadrada de lado n, onde a soma dos números das linhas, das colunas e das diagonais é constante, sendo que nenhum
Introdução À Astronomia e Astrofísica 2010
CAPÍTULO 1 ESFERA CELESTE E O SISTEMA DE COORDENADAS Esfera Celeste. Sistema de Coordenadas. Coordenadas Astronómicas. Sistema Horizontal. Sistema Equatorial Celeste. Sistema Equatorial Horário. Tempo
Sistema Sol-Terra-Lua
Sistema Sol-Terra-Lua Parte 1 As estações do ano Parte 2 As fases da Lua Parte 3 Eclipses Parte 4 - Marés 1 Parte 1 As estações do ano A latitudes medianas (como a nossa) há variações significativas de
PROVA DE HISTÓRIA 2 o TRIMESTRE 2012
PROVA DE HISTÓRIA 2 o TRIMESTRE 2012 PROFa. FLÁVIA N ME N o 6 o ANO Nos anos 80 quando esta professora tinha a sua idade! passava na televisão um seriado chamado Viajantes do Tempo. A ideia do seriado
As estações do ano acontecem por causa da inclinação do eixo da Terra em relação ao Sol. O movimento do nosso planeta em torno do Sol, dura um ano.
PROFESSORA NAIANE As estações do ano acontecem por causa da inclinação do eixo da Terra em relação ao Sol. O movimento do nosso planeta em torno do Sol, dura um ano. A este movimento dá-se o nome de movimento
Universidade Federal Fluminense
Universidade Federal Fluminense Curso de Formação continuada em Astronomia Para professores de Educação Básica Prof. Dr. Tibério Borges Vale Projeto de Extensão O uso da Astronomia como elemento didático
INSTITUTO DO EMPREGO E FORMAÇÃO PROFISSIONAL, I.P. Centro de Emprego e Formação Profissional da Guarda Curso: Técnico de Informática Sistemas
INSTITUTO DO EMPREGO E FORMAÇÃO PROFISSIONAL, I.P. Centro de Emprego e Formação Profissional da Guarda Curso: Técnico de Informática Sistemas (EFA-S4A)-NS Formando: Igor Daniel Santos Saraiva Covilhã,
Estações do Ano e Fases da Lua
ESPECIALIZAÇAO EM CIÊNCIAS E TECNOLOGIAS NA EDUCAÇÃO Estações do Ano e Fases da Lua Prof. Nelson Luiz Reyes Marques Movimentos da Terra Quais são os movimentos da Terra? 1. Rotação 2. Revolução 3. Precessão
Movimento Anual do Sol, Fases da Lua e Eclipses
Elementos de Astronomia Movimento Anual do Sol, Fases da Lua e Eclipses Rogemar A. Riffel Sol, Terra e Lua Movimento Diurno do Sol Relembrando a aula passada De leste para oeste; O círculo diurno do Sol
Astronomia à luz do dia
Astronomia à luz do dia (Expresso: 16-05-1998) O Sol revela-nos as suas manchas e a Lua mostra-nos as suas crateras. Vénus e Júpiter estão ao nosso alcance. QUEM nunca observou o Sol através de um telescópio
Movimento Annual do Sol, Fases da Lua e Eclipses
Movimento Annual do Sol, Fases da Lua e Eclipses FIS02010 Professora Ana Chies Santos IF/UFRGS https://anachiessantos.wordpress.com/ensino/fis02010/ Facebook #AstroUFRGS Relembrando... Sistemas de Coordenadas
PAUTA DO DIA. Acolhida Revisão Interatividades Intervalo Avaliação
PAUTA DO DIA Acolhida Revisão Interatividades Intervalo Avaliação REVISÃO 1 Astronomia Ciência que estuda os astros e os fenômenos relacionados a eles. REVISÃO 1 Relaciona os fenômenos celestes aos fatos
