|
|
|
- Antônia Ribas Chaplin
- 10 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1
2
3
4
5
6
7
8
9
10
11
12 Horizontais: 4. Isto foi um de Deus. 6. S. Martinho deu-lhe metade da sua. 7. A festa de S. Martinho é no mês de. 8. O brilhou. Verticais: 1. Subitamente a amainou. 2. Martinho era um soldado do exército. 3. Martinho é o dos enfermos e doentes. 4. Foi no que o pobre lhe pediu esmola.
13
14 M E N D I G O Q E R T U I O P A S D F G H C A V A L E I R O J L Z E X C V B N M Q E U R I R O P A S D F G Ã H J L V C Z X C V O B N M I A Q S O L D A D O N P E R C A S T A N H A S T M A G U S T O U I 1. Castanhas 5. Verão 2. Mendigo 6. Vinho 3. Cavaleiro 7. Magusto 4. Capa 8. Soldado
15
16 Lê o texto com atenção. Num dia tempestuoso ia S. Martinho, valoroso soldado, montado no seu cavalo, quando viu um mendigo quase nu, tremendo de frio, que lhe estendia a mão suplicante e gelada. S. Martinho não hesitou : parou o cavalo, poisou a sua mão carinhosamente na do pobre e, em seguida, com a espada cortou ao meio a sua capa militar, dando metade ao mendigo. E, apesar de mal agasalhado e de chover torrencialmente, preparava-se para continuar o seu caminho, cheio de felicidade. Mas subitamente, a tempestade desfez-se, o céu ficou límpido e um sol de estio inundou a terra de luz e calor. Diz-se que Deus, para que se não apagasse da memória dos homens o ato de bondade praticado pelo santo, todos os anos, nessa mesma época, cessa por alguns dias o tempo frio e o céu e a terra sorriem com a benção dum sol quente e miraculoso. 1 Quais são as personagens do que nos fala o texto? I Lenda tradicional recolhida por Fernando Cardoso 2 Como estava o tempo nesse dia? 3 Quem é que S.Martinho encontrou naquele dia?
17 4 Como estava o mendigo? 5 O que fez S. Martinho ao mendigo? 6 Porque é que se diz que todos os anos nessa época está bom tempo? 7 Quem é o autor do texto? 8 - Assinala com X a quadrícula certa. Prosa O texto é... Texto oral Poesia II 1 Assinala o grupo em que todos os nomes são do género masculino. dia mão soldado valoroso felicidade terra capa quente cavalo mendigo santo sol 2 Escreve palavras da família de : terra sol
18 3 Lê a frase e completa : Feminino Negativa Interrogativa Exclamativa Plural 4 Copia as frases substituindo as palavras destacadas pelos seus antónimos : O mendigo estava gelado S. Martinho foi bondoso O soldado partiu feliz Legenda a banda desenhada sobre a história que leste. Pinta
19 Lê o texto com atenção e escreve as palavras em falta. Podes recorrer às pistas ao lado de cada palavra... CAPA CAVALO ESMOLA ESPADA VERÃO MARTINHO OUTONO NUVENS POBRE VALENTE DEUS METADE FRIO ROMANOS QUENTE era um soldado romano que estava a regressar da Itália para a sua terra, algures em França. Montado no seu estava a passar num caminho para atravessar uma serra muito alta, chamada Alpes, e, lá no alto, fazia muito, muito frio, vento e mau tempo. Martinho estava agasalhado normalmente para a época: tinha uma vermelha, que os soldados normalmente usavam. De repente, aparece-lhe um homem muito, vestido de roupas já velhas e rotas, cheio de que lhe pediu. Infelizmente, Martinho não tinha nada para lhe dar. Então, pegou na, levantou-a e deu um golpe na sua capa. Cortou-a ao meio e deu ao pobre. Nesse momento, de repente, as e o mau tempo desapareceram. Parecia que era Verão! Foi como uma recompensa de a Martinho por ele ter sido bom. É por isso que todos os anos, nesta altura do ano, mesmo sendo, durante cerca de três dias o tempo fica melhor e mais : é o de São Martinho.
20
21
22 adaptado - Há muitos, muitos anos, havia uma cabana no meio da floresta onde viviam seis duendes muito endiabrados. Usavam todos, um barrete laranja e uma roupa de cor diferente. Eles gostavam muito de brincar e cantar. O que tinha a roupa azul chamava-se Azulinho. O outro que andava vestido de verde era o Verdinho. O que tinha a roupa cor de laranja chamavam-lhe Laranjinha. O quarto andava vestido de Branco, era o Branquinho. O quinto tinha a roupa amarela e chamavam-lhe Amarelinho. E o sexto andava vestido com uma roupa vermelha, era o Vermelhinho. Cada manhã, um dos duendes encarregava-se das tarefas da casa, enquanto os outros corriam e brincavam na floresta. Mas quando chegava o domingo, já todos os duendes tinham feito as suas tarefas e nenhum queria trabalhar. - No outro lado da floresta, vivia um avô com a sua neta, que era uma menina muito bonita chamada Maria Castanha. Deram-lhe este nome porque ela e o seu avô apanhavam castanhas e iam vendêlas no mercado da povoação. Cada vez que iam para a floresta, o avô dizia à Maria Castanha: - - Toma atenção, não te afastes muito e sobretudo não passes para o outro lado do rio. Lembra-te que vivem lá os duendes da cabana. - Os duendes são maus, avô? (perguntou a menina). - - Não, não são maus, mas gostam muito de fazer travessuras. - E naquela tarde a Maria Castanha foi à floresta apanhar flores e andando, andando, passou por cima de um castanheiro que tinha caído e ficado atravessado no rio e encontrou a cabana dos duendes.
23 - Quando os duendes a viram, ficaram muito contentes. Depois, perguntaram-lhe como é que ela se chamava, onde vivia e se queria ficar a brincar um bocado com eles. Assim, todos juntos, estiveram a tarde inteira a brincar: às escondidas, aos cinco cantinhos, ao lenço, ao gato e ao rato... - Mas, de repente os duendes deram as mãos, fizeram uma roda à volta da menina e começaram a cantar: - Não, não; tu não te irás embora. Não, não; tu não regressarás. - Pronto, já chega. Agora é que me vou embora. - Não, não; tu não te irás embora. Não, não; tu não regressarás. - Mas por que é que não me deixam partir? - Escuta bem: amanhã é domingo, e aos domingos nenhum de nós quer trabalhar nem fazer a comida! E não fazemos nada, só brigamos uns com os outros. Mas, se tu ficares, tratarás da casa e, sobretudo, poderás fazer o comer. - Mas o meu avô vai ficar preocupado. - Basta que lhe mandes uma mensagem a dizeres onde estás e pronto. Como? - Velho Krock! Nesse momento, ao longe ouviu-se croc, croc, croc! (Chega e leva o papel no bico ) - Quando chegou a tarde, a Maria Castanha quis ir-se embora,mas os duendes deram as mãos e fizeram uma roda à volta dela.
24 Não, não, tu não te irás embora. Não, não; tu não regressarás. começou a chorar.) Mas, por que é que não me posso ir embora? (E a menina - Podes ir embora mas tens que prometer que vens todos os domingos para arrumar a casa e fazer a comida! - Se não cumprires o que prometeste, nós ficaremos muito zangados contigo e o velho Krock, como castigo, rouba-vos todas as castanhas antes de as poderem vender. - A Maria Castanha prometeu e por fim pôde regressar a casa do seu avô. Passaram dois domingos e no terceiro domingo a menina disse ao avô: Acho que desta vez não vou. Estou cansada. - Está bem, então temos que trancar bem as janelas e as portas, porque o velho Krock pode vir roubar-nos as castanhas. Ouviram alguém a bater à porta e uma velhinha a gemer: - Sou uma pobre velhinha que me perdi na floresta; se me pudessem ensinar o caminho Os duendes entraram, levaram todas as castanhas, o corvo saiu a voar e os duendes, mais espertos do que uma raposa, desapareceram sem deixar rasto. A neta e o avô ficaram a chorar No outro dia o guarda da floresta, ao saber o que tinha acontecido, pegou no seu cajado e disse: Vamos, vou já dar uma lição a estes duendes.
25 O avô e a Maria Castanha seguiram atrás dele. Procuraram, procuraram e em cima de um grande castanheiro estavam os duendes, cansados, encharcados, sujos, a espirrar e a chorar. Estavam todos ao monte, cheios de fome e de frio. Noutro ramo, com as penas cheias de lama, todo molhado, estava o velho Krock. - Fomos bem castigados. Por pouco não morremos e ficámos sem casa. Perdoem-nos, nunca mais faremos isso! ficam bem. Se não têm casa, podem ir viver connosco, lá - Obrigado, obrigado! Prometemos que vamos ser bonzinhos e que vamos trabalhar. - Tudo isso está muito bem disse o guarda da floresta: - mas vocês têm que ir buscar as castanhas e devolvê-ias agora mesmo! Os duendes e o velho Krock devolveram as castanhas que tinham retirado, fizeram o seu quarto no palheiro, e o velho Krock encontrou no telhado um tronco bem forte onde fez a sua casa. Adaptado por: Paula Dias EB1 Amoreira PNEP /09 Narrador 1 Narrador 2 Narrador 3 Avô Neta Kroc Guarda Duendes Aluno 1 Aluno 2 Aluno 3 Aluno 4 Aluno 5 Aluno 6 Aluno 7 Alunos 8,9 e 10 Fato Fato Fato Bigode Menina Pássaro azul Chapéu azul polícia Chapéus laranja
