Ministério das Cidades. Plano de Ação em Habitação e Saneamento em Regiões Metropolitanas
|
|
|
- Clara Franca Abreu
- 10 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 Ministério das Cidades Plano de Ação em Habitação e Saneamento em Regiões Metropolitanas
2 UMA VISÃO GERAL DO QUADRO METROPOLITANO BRASILEIRO Definição Formal Regiões Metropolitanas definidas em em lei lei 3 Regiões Integradas de de Desenvolvimento -- RIDE Critérios diferenciados Manaus não é considerado RM enquanto Londrina o é. Dificuldade de encontrar um conceito pactuado nacionalmente Constituição Federal de 1988 remeteu competência aos estados: situação insatisfatória, vazio institucional.
3 Regiões Metropolitanas do Brasil Dados Institucionais Criadas por Leis Federais Criadas por Leis Estaduais Região Integrada de Desenvolvimento do Distrito Federal RIDE Lei Complementar 94 de 1988 Região Integrada de Desenvolvimento criada após 2000 RIDE Decreto nº 4366, setembro de 2002
4 BRASIL Concentração da população no território 13 municípios concentram 20% da população ou 34 milhões de pessoas: São Paulo, Rio de Janeiro, Salvador, Fortaleza, Brasília, Curitiba, Recife, Manaus, Porto Alegre, Belo Horizonte, Goiânia, Guarulhos e Belém RMs: São Paulo e Rio de Janeiro 16,9% da população brasileira RMs: São Paulo, Rio de Janeiro e Belo Horizonte - 20% da população brasileira 83% dos municípios possuem menos de 30 mil habitantes (FNRM) 30 RMs possuem 40 % da população brasileira, ou seja, habitantes 49 aglomerações possuem aproximadamente 50% da população brasileira (IPEA)
5 Regiões Metropolitanas em Risco - Definição do Universo de Ação Foram Foram selecionadas selecionadas regiões regiões a a partir partir do do seguinte seguinte critério critério básico: básico: carência carência habitacional habitacional medida medida pelo: pelo: déficit déficit habitacional habitacional absoluto absoluto e, e, complementarmente, complementarmente, pelo pelo número número de de domicílios domicílios em em favelas. favelas. Dada Dada a a forte forte correlação correlação entre entre déficit déficit habitacional habitacional ee as as carências carências de de serviços serviços de de saneamento, saneamento, admite-se admite-se que que as as questões questões mais mais críticas críticas de de habitação habitação e e de de saneamento saneamento estejam estejam contempladas contempladas nesse nesse critério critério de de seleção. seleção. Metrópolis em risco déficit habit. dom. em favelas São Paulo Rio de Janeiro Recife Belo Horizonte Salvador Fortaleza RIDE Brasília Belém Porto Alegre Manaus Curitiba Regiões metropolitanas não selecionadas Regiões selecionadas
6 Tabela 1 População, Taxa de Crescimento, Percentual da População do Estado na RM, IDH, Taxa de Mortalidade Infantil, Taxa de Desemprego e Taxa de Homicídios - Brasil e Regiões Metropolitanas Região Metropolitana População Total 2000 (1) População Urbana 2000 (1) Percentual da População do Estado na RM Taxa de Crescimento da População, IDH 2000 (2) Taxa de Mortalidade Infantil, 2000 (3) Taxa de Desemprego Total, 2003 (4) Violência (Taxa de Homicídios), 2000 (5) 1 São Paulo - SP ,3% 15,8% 0,828 20,24 20,0 66,54 2 Rio de Janeiro - RJ ,7% 11,0% 0,816 21,60-62,96 3 Recife - PE ,1% 14,3% 0,780 30,00 23,1 97,79 4 Belo Horizonte - MG ,3% 23,7% 0,811 27,53 19,9 35,22 5 Salvador - BA ,1% 21,0% 0,794 36,32 29,2 29,87 6 Fortaleza - CE ,2% 24,3% 0,767 34,73 28,09 7 RIDE - GO/DF/MG (6) ,9% 36,6% 0,815 22,87 23,6 37,54 8 Belém - PA ,0% 28,1% 0,797 26,48-26,62 9 Porto Alegre - RS ,9% 15,4% 0,833 16,16 16,5 39,79 10 Manaus - AM ,0% 39,0% 0,774 28, Curitiba - PR ,5% 32,3% 0,824 20,22-29,17 12 Campinas - SP ,3% 25,3% 0,835 13, Goiânia - GO ,8% 33,2% 0,812 21,17-28,93 14 São Luís - MA ,9% 30,5% 0,766 29,53-19,65 15 Baixada Santista - SP ,0% 21,0% 0,817 17, Maceió - AL ,0% 25,7% 0,724 43,00-44,88 17 Natal - RN ,6% 26,3% 0,762 37,87-24,93 18 Vitória - ES ,0% 26,5% 0,798 28,34-78,90 19 Norte/Nordeste Catarinense - SC ,9% 24,5% 0,853 6, Londrina - PR ,8% 17,1% 0,813 15, Florianópolis - SC ,2% 29,7% 0,859 11,90-9,51 22 Vale do Itajaí - SC ,4% 23,6% 0,850 8, Maringá - PR ,0% 24,3% 0,817 14, Vale do Aço - MG ,2% 22,6% 0,803 21, Foz do Rio Itajaí - SC 13,94 26 Carbonífera - SC 12,37 27 Tubarão - SC 7,49 28 João Pessoa - PB 37,66 29 RIDE - Petrolina/Juazeiro - PE/BA 30 RIDE - Teresina/Timon - PI/MA 22,85 TOTAL RM's ,0% BRASIL ,0% 0,764 30,57 Fontes: Dados básicos: (1) Ministério das Cidades/SNIU/IBGE, Censo Demográfico 1991 e 2000; (2) IPEA / FJP / PNUD - Atlas de Desenvolvimento Humano no Brasil; (3) IPEA / FJP / PNUD - Atlas de Desenvolvimento Humano no Brasil; (4) PED - Pesquisa de Emprego e Desemprego - Convênio DIEESE/SEADE, MTE/FATe convênios regionais; (5) DATASUS-IBGE-CRISP/UFMG - Centro de Estudos de Criminalidade e Segurança Pública da Universidade de Minas Gerais. (5) Taxas referentes aos municípios sede das RM s (6) Para dados de Percentual da População do Estado na RM foi ultilizado a população do Distrito Federal como referência. (7) Os dados referentes às RM's da Foz do Rio Itajaí, Carbonífera, de Tubarão e de João Pessoa, além dos dados das RIDE's de Petrolina/Juazeiro e de Teresina/Timon estão sendo consolidados e ainda não se encontram disponíveis.
7 Tabela 2 Déficit Habitacional, Inadequação Habitacional, Domicílios em Setores Subnormais Total de Domicílios - Brasil e Regiões Metropolitanas (Domicílios) Déficit Habitacional Inadequação Habitacional 2000 (1) Domicílios em Setores Subnormais 2000 (²) Região Metropolitana Domicílios Improvisados, Coabitação Familiar, Cômodo Cedido ou Alugado (3) Habitação Precária, com Ônus Excessivo c/ Aluguel ou com Depreciação (4) Total (4) Por Adensamento Por Infraestrutura Absoluto Relativo Total de Domicílios (5) 1 São Paulo - SP , Rio de Janeiro - RJ , Recife - PE , Belo Horizonte - MG , Salvador - BA , Fortaleza - CE , RIDE - GO/DF/MG , Belém - PA , Porto Alegre - RS , Manaus - AM , Curitiba - PR , Campinas - SP , Goiânia - GO , São Luís - MA , Baixada Santista - SP , Maceió - AL , Natal - RN , Vitória - ES , Norte/Nordeste Catarinense - SC , Londrina - PR , Florianópolis - SC , Vale do Itajaí - SC , Maringá - PR , Vale do Aço - MG , Foz do Rio Itajaí - SC 26 Carbonífera - SC 27 Tubarão - SC 28 João Pessoa - PB 29 RIDE - Petrolina/Juazeiro - PE/BA 30 RIDE - Teresina/Timon - PI/MA TOTAL RM's , BRASIL , Fonte: (¹) IPPUR / Observatório / Censo Demográfico IBGE; (²) Fonte: IPPUR / Observatório / Censo Demográfico IBGE; (³) IPPUR / Observatório / Censo Demográfico IBGE; (4) FJP, 2001 / IBGE,Sinópse Preliminar do Censo Demográfico 2000, Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios(PNAD) 1999 (microdados), IPPUR / Observatório / IBGE - Censo Demográfico 2000, Elaboração Ministério das Cidades (4) Ver nota (3) do texto
8 Caracterização Geral da Habitação e Saneamento nas metrópoles em risco Dimensionamento do Problema As 11 regiões em risco são compostas por 209 municípios que concentram: 15,2 milhões de domicílios, 34,2% dos domicílios brasileiros; 55,0 milhões de habitantes, 32% da população brasileira; 33% do déficit habitacional brasileiro, do qual 90,5% possui renda até 3 sm 82% dos domicílios em favelas do Brasil (R$ 14,9 bilhões) 2,19 milhões de domicílios com déficit habitacional (R$ 62 bilhões) 2,56 milhões de domicílios de baixa renda em situação de irregularidade fundiária (R$ 767,6 milhões), 1,6 milhão de domicílios com déficit de distribição de água (R$ 2,1 bilhões) 7,2 milhões de domicílios com déficit de coleta de esgoto (R$ 5,6 bilhões); 12,6 milhões de domicílios com déficit tratamento de esgoto (6,0 bilhões); Taxa de mortalidade infantil mais alta em Fortaleza (39,12) e mais baixa em Porto Alegre (15,19) Texa de homicídios mais alta em Recife (97,79) e mais baixa em Belém (26,62)
9 Por um Pacto Federativo a Favor das Metrópolis em Risco Considerando: A concentração de problemas ambientais urbanos e sociais nas RMs em risco; A dispersão e a desarticulação dos investimentos realizados nas RMs; A falência do modelo de gestão de RMs instituído durante governos autoritários e a pouca eficácia dos executivos e legislativos estaduais em cumprir a Constituição de 1988; A ausência de modelo de gestão integrado para transporte, saneamento, etc; As competências estabelecidas na CF 88 para estados e municípios; As diversas iniciativas em desenvolvimento pelo Ministério das Cidades: Sistema nacional de habitação e saneamento, programa de regularização fundiária, Conselho Nacional das Cidades, Programa Pró-Transporte, implementação do Código Nacional de Trânsito, Plano em Habitação e Saneamento para Metrópoles em Risco, entre outras; Propõe-se um PACTO FEDERATIVO com objetivo de articular as intervenções nas RMs críticas, incluindo participação social, para enfrentarem conjuntamente os graves problemas destes centros urbanos; Como 1º passo: Plano de Ação; 2º passo: Modelo de Gestão Metropolitana.
Regiões Metropolitanas do Brasil
Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia IPPUR/UFRJ CNPQ FAPERJ Regiões Metropolitanas do Brasil Equipe responsável Sol Garson Luiz Cesar de Queiroz Ribeiro Juciano Martins Rodrigues Regiões Metropolitanas
A REALIDADE DAS ÁREAS METROPOLITANAS DIA GNÓSTIC O SOCIO ECONÔMICO E DA ESTRUTURA DE GESTÃO
A REALIDADE DAS ÁREAS METROPOLITANAS E SEUS DESAFIOS NA FEDERAÇÃO BRASILEIRA: DIA GNÓSTIC O SOCIO ECONÔMICO E DA ESTRUTURA DE GESTÃO Brasília - março de 2004 1ª fase - anos 70 Lei Federal 14/73 e 20/74
A QUESTÃO METROPOLITANA NO BRASIL
A RONALDO GUIMARÃES GOUVEA A QUESTÃO METROPOLITANA NO BRASIL FGV EDITORA Sumário Apresentação 11 Edésio Fernandes Introdução 17 1. Urbanização e planejamento no Brasil 27 O processo brasileiro de urbanização
POLÍTICA NACIONAL DE MOBILIDADE URBANA. LEI 12.587 3 de janeiro de 2012
LEI 12.587 3 de janeiro de 2012 A POLÍTICA NACIONAL DE MOBILIDADE URBANA, INSTITUDA PELA LEI 12.587, É INSTRUMENTO DA POLÍTICA DE DESENVOLVIMENTO URBANO, OBJETIVANDO A INTEGRAÇÃO ENTRE OS DIFERENTES MODOS
As Metrópoles no Censo 2010: novas tendências? 1
P á g i n a 1 As Metrópoles no Censo 2010: novas tendências? 1 Os primeiros resultados do Censo 2010 já permitem algumas reflexões sobre mudanças e permanências da posição das metrópoles na rede urbana
ANEXO II - PLANILHA DE FORMAÇÃO DE PREÇOS - MODELO DE PROPOSTA PROPOSTADEFORNECIMENTO
ANEXO II - PLANILHA DE FORMAÇÃO DE PREÇOS - MODELO DE PROPOSTA PROPOSTADEFORNECIMENTO Ref.:COTAÇÃO ELETRÔNICANº003/2015 ApresentamosnossapropostaparafornecimentodosItensabaixodiscriminados,conformeAnexoI
SUFICIÊNCIA DE REDE: Ligia Bahia Ronir Raggio Luiz Maria Lucia Werneck Vianna. Edital 005/2014 ANS/OPAS
SUFICIÊNCIA DE REDE: UM ESTUDO ECOLÓGICO SOBRE BENEFICIÁRIOS E REDES DE CUIDADOS À SAÚDE A PARTIR DE ANÁLISES EXPLORATÓRIAS DAS PROPORÇÕES DE PARTOS CESARIANOS E TAXAS DE MORTALIDADE POR CÂNCER DE MAMA
Diretoria de Geociências Coordenação de Geografia. Regiões de Influência das Cidades
Diretoria de Geociências Coordenação de Geografia Regiões de Influência das Cidades 2007 Objetivos Gerais Hierarquizar os centros urbanos Delimitar as regiões de influência associadas aos centros urbanos
OAB/RN RELATÓRIO DE APROVADOS NA PROVA OBJETIVA POR INSTITUIÇÕES DE ENSINO SUPERIOR
OAB/RN RELATÓRIO DE APROVADOS NA PROVA OBJETIVA POR INSTITUIÇÕES DE ENSINO SUPERIOR Tabela 01 - Aprovados Prova Objetiva - Exame de Ordem 2009.3, Natal/RN, 2009. UF MUNICÍPIO DA IES IES INSCRITOS PRESENTES
Metrópoles em Números. Crescimento da frota de automóveis e motocicletas nas metrópoles brasileiras 2001/2011. Observatório das Metrópoles
Crescimento da frota de automóveis e motocicletas nas metrópoles brasileiras 21/211 Observatório das Metrópoles Elaboração: Juciano Martins Rodrigues Doutor em Urbanismo (PROURB/UFRJ), Pesquisador do INCT
Nº 1. Estimativas do déficit habitacional brasileiro (2007-2011) por municípios (2010)
Estimativas do déficit habitacional brasileiro (2007-2011) por municípios (2010) Bernardo Alves Furtado Vicente Correia Lima Neto Cleandro Krause Nº 1 Brasília, maio de 2013 Introdução Esta nota técnica
OS MUNICÍPIOS BILIONÁRIOS EM 2012
OS MUNICÍPIOS BILIONÁRIOS EM 2012 (Estudo Técnico nº 175) François E. J. de Bremaeker Salvador, julho de 2012 2 OS MUNICÍPIOS BILIONÁRIOS EM 2012 François E. J. de Bremaeker Economista e Geógrafo Associação
O CUSTO DOS DESLOCAMENTOS NAS PRINCIPAIS ÁREAS URBANAS DO BRASIL
PUBLICAÇÕES SISTEMA FIRJAN PESQUISAS E ESTUDOS SOCIOECONÔMICOS AMBIENTE DE NEGÓCIOS O CUSTO DOS DESLOCAMENTOS NAS PRINCIPAIS ÁREAS URBANAS DO BRASIL Setembro/2015 Esta publicação contempla os seguintes
DEMANDA DE CANDIDATOS POR VAGA
Analista de Correios / Administrador AC / Rio Branco 123 1 123,00 Analista de Correios / Técnico em Comunicação Social Atuação: Jornalismo AC / Rio Branco 27 1 27,00 Médico do Trabalho Formação: Medicina
Evolução demográfica 1950-2010
Evolução demográfica 195-1 37 A estrutura etária da população brasileira em 1 reflete as mudanças ocorridas nos parâmetros demográficos a partir da segunda metade do século XX. Houve declínio rápido dos
Interior de SP. Mailing Jornais
São Paulo AGORA SÃO PAULO BRASIL ECONÔMICO D.C.I. DESTAK (SP) DIÁRIO DO COMMERCIO (SP) DIÁRIO DE SÃO PAULO DIÁRIO DO GRANDE ABC EMPREGO JÁ (SP) EMPREGOS & CONCURSOS (SP) EMPRESAS & NEGÓCIOS (SP) FOLHA
Seleção Territorial Enfrentamento a Violência contra Juventude Negra Classificação 2010
Posição Nome do Município Estado Região RM, RIDE ou Aglomeração Urbana 1 Salvador BA Nordeste RM Salvador 2 Maceió AL Nordeste RM Maceió 3 Rio de Janeiro RJ Sudeste RM Rio de Janeiro 4 Manaus AM Norte
FINANCIAMENTO DOS MUNICÍPIOS DO BRASIL Um balanço o entre aspectos sociais e econômicos
Seminário Internacional sobre Tributação Imobiliária FINANCIAMENTO DOS MUNICÍPIOS DO BRASIL Um balanço o entre aspectos sociais e econômicos Maria Cristina Mac Dowell [email protected]
Tipo de Frete Estado Capital Peso do pedido (até) Frete capital Frete interior 1 AC RIO BRANCO 5,00 57,23 65,81 1 AC RIO BRANCO 10,00 73,49 84,51 1
Tipo de Frete Estado Capital Peso do pedido (até) Frete capital Frete interior 1 AC RIO BRANCO 5,00 57,23 65,81 1 AC RIO BRANCO 10,00 73,49 84,51 1 AC RIO BRANCO 15,00 84,98 97,73 1 AC RIO BRANCO 20,00
UN 4 0,00 Catraca pedestal com cofre com leitor smart card
ITEM 1 - Município - Rio de Janeiro - RJ ANEXO II DO TERMO DE REFERÊNCIA QT Valor Unitário R$ Valor Total R$ 1 - Projeto (verba para infraestrutura e ativação local) VB 1 Software de Acesso - Licença Web
Demanda por Investimentos em Mobilidade Urbana Brasil/ ª Semana de Tecnologia Metroferroviária - AEAMESP setembro/2015
Demanda por Investimentos em Mobilidade Urbana Brasil/2014 21ª Semana de Tecnologia Metroferroviária - AEAMESP setembro/2015 AS PERGUNTAS Qual é o DÉFICIT de Infraestrutura de Mobilidade Urbana do BRASIL?
A URBANIZAÇÃO BRASILEIRA. www.tiberiogeo.com.br A Geografia Levada a Sério
A URBANIZAÇÃO BRASILEIRA 1 Início de nossa urbanização Segundo o Censo 2010 aponta que aproximadamente 85% é urbano; Nossa economia estava voltada para a exportação; As primeiras ocupações urbanas se deram
Edital de 18 de janeiro de 2010 Bolsão Curso Clio Concurso de Bolsas por Desempenho
Edital de 18 de janeiro de 2010 Bolsão Curso Clio Concurso de Bolsas por Desempenho 1. Das disposições preliminares 1.1 O Concurso de Bolsas do Curso Clio será organizado por esta mesma instituição e o
Trabalho Social em Programas de Habitação e Desenvolvimento Urbano: Entre o Ideal e o Concreto
Trabalho Social em Programas de Habitação e Desenvolvimento Urbano: Entre o Ideal e o Concreto INÊS MAGALHÃES Secretária Nacional de Habitação Ministério das Cidades Seminário Trabalho Social em Programas
Fonte: CPS/FGV a partir dos microdados da POF/IBGE
Agentes de Crédito e Grupos Solidários Segurado Segurador Agente de Seguro Segurado Segurado Definição de Microseguros Critério Renda Per Capita % Pop E 13.48 DE 34.96 83.83 1 SM 51.05 2 SM 74.82 3 SM
Situação da Tuberculose no Brasil
Ministério da Saúde Secretaria de Vigilância em Saúde Departamento de Vigilância Epidemiológica Programa Nacional de Controle da Tuberculose Situação da Tuberculose no Brasil Draurio Barreira Coordenador
Demanda por Investimentos em Mobilidade Urbana Brasil/2014
Demanda por Investimentos em Mobilidade Urbana Brasil/2014 Classificação: Documento Reservado Restrição de Acesso: Empresas do Sistema BNDES - Uso no Âmbito Interno Unidade Gestora: AS/DEURB AS/DEURB -
Fórum Nacional de Entidades Metropolitanas. Luiz José Pedretti. Empresa Paulista de Planejamento Metropolitano SA. São Paulo, Março 2012
Fórum Nacional de Entidades Metropolitanas Empresa Paulista de Planejamento Metropolitano SA Luiz José Pedretti São Paulo, Março 2012 Problemática / FNEM O Brasil é, há 40 anos, um país de características
Ministério das Cidades Secretaria Nacional de Habitação
Ministério das Cidades SEMINÁRIO INTERNACIONAL SOBRE MEJORAMIENTO DE BARRIOS México - 29 e 30 novembro/2004 Programa Habitar Brasil/BID Governo Federal Processo de Urbanização Brasileiro Crescimento da
Experiências de APLs e outros Arranjos de Empresas no Estado do Rio de Janeiro: resultados alcançados e cenários futuros
Experiências de APLs e outros Arranjos de Empresas no Estado do Rio de Janeiro: resultados alcançados e cenários futuros > Lia Hasenclever (IE/UFRJ) 10º Encontro da ReINC 08 e 09 de novembro de 2007 Grupo
NOTA TÉCNICA 63 2011 PROPOSTA DE AMPLIAÇÃO DO PROJETO VIDA NO TRÂNSITO
NOTA TÉCNICA 63 2011 PROPOSTA DE AMPLIAÇÃO DO PROJETO VIDA NO TRÂNSITO Repasse financeiro do Fundo Nacional de Saúde aos Fundos de Saúde Estaduais, Municipais e do Distrito Federal, por meio do Piso Variável
ACOMPANHAMENTO DAS CONVOCAÇÕES CARGO/ FORMÇÃO ÚLTIMA CLASSIFICAÇÃO CONVOCADA EDITAL 01/2011 PROFISSIONAL JÚNIOR ADMINISTRAÇÃO NACIONAL 51ª
ACOMPANHAMENTO DAS CONVOCAÇÕES PROFISSIONAL JÚNIOR ADMINISTRAÇÃO NACIONAL 51ª PROFISSIONAL JÚNIOR ADMINISTRAÇÃO NACIONAL 3ª PCD * PROFISSIONAL JÚNIOR ANALISTA DE SISTEMAS - ÊNFASE EM INFRAESTRUTURA RJ
Seminário de Políticas para o trânsito Seguro de Motos Saúde, Processo de Habilitação e Questões Socioeducativas
Seminário de Políticas para o trânsito Seguro de Motos Saúde, Processo de Habilitação e Questões Socioeducativas Marta Maria Alves da Silva CGDANT/DASIS/SVS/MS Brasília/DF, 13 de setembro de 2012 2009:
Soluciones para ciudades : La evolución de un proyecto que ayuda a construir ciudades sostenibles Erika Mota Associação Brasileira de Cimento
Soluciones para ciudades : La evolución de un proyecto que ayuda a construir ciudades sostenibles Erika Mota Associação Brasileira de Cimento Portland Contexto das políticas públicas no Brasil Capacidade
Perfil Municipal de Fortaleza Tema V: Aspectos Educacionais. 23 de Agosto/2012 Fortaleza - Ceará
IPECE Informe nº 38 Perfil Municipal de Fortaleza Tema V: Aspectos Educacionais 23 de Agosto/2012 Fortaleza - Ceará 1. INTRODUÇÃO O Neste documento serão analisados os aspectos educacionais da capital
Crédito Suplementar. 2049 Moradia Digna 2.000.000.000 OPERAÇÕES ESPECIAIS 28 845 2049 00AF Integralização de Cotas ao Fundo de Arrendamento
ÓRGÃO: 56000 - Ministério das Cidades UNIDADE: 56101 - Ministério das Cidades ANEXO I PROGRAMA DE TRABALHO (SUPLEMENTAÇÃO) Crédito Suplementar Recurso de Todas as Fontes R$ 1,00 FUNCIONAL PROGRAMÁTICA
Lote Produzidos Cidade UF Qte faturada
Lote Produzidos Cidade UF Qte faturada 1400008703 BELEM PA 339 1400008703 BELO HORIZONTE MG 2.034 1400008703 BRASILIA DF 1.356 1400008703 CONGONHAS MG 54 1400008703 CUIABA MT 678 1400008703 GOIANIA GO
MCMV 3 REUNIÃO COM EMPRESÁRIOS DA CONSTRUÇÃO CIVIL 10/09/2015
MCMV 3 REUNIÃO COM EMPRESÁRIOS DA CONSTRUÇÃO CIVIL 10/09/2015 1 SITUAÇÃO ATUAL MCMV RURAL 1. Orçamento encaminhado ao Congresso para 2016 assegura: Continuidade das obras que permitirá ao Governo entregar
Comitê Gestor do Programa de Divulgação da Qualificação dos Prestadores de Serviço na Saúde Suplementar COGEP
Comitê Gestor do Programa de Divulgação da Qualificação dos Prestadores de Serviço na Saúde Suplementar COGEP 1 ªReunião do GT de Indicadores de SADT 19/07/2012 GERPS/GGISE/DIDES/ANS Agenda Categorias
O PROGRAMA NACIONAL DE SANEAMENTO RURAL
O PROGRAMA NACIONAL DE SANEAMENTO RURAL 08 de Novembro de 2012 O que é o Brasil Rural? O Brasil Rural Diversidade: raças, origens étnicas, povos, religiões, culturas Conflitos: concentração de terra, trabalho
Investimento do Governo Federal em Mobilidade Urbana
Investimento do Governo Federal em Mobilidade Urbana PAC 2 SÃO PAULO R$ 241,5 bilhões R$ milhões Eixo 2011-2014 Pós 2014 TOTAL Transportes 55.427 2.169 57.596 Energia 57.578 77.936 135.513 Cidade Melhor
Resultados da Movimentação de Viagens Organizadas na Temporada de Inverno 2014
Resultados da Movimentação de Viagens Organizadas na Temporada de Inverno 2014 EQUIPE TÉCNICA DO IPETURIS Coordenação: Mariana Nery Pesquisadores: César Melo Tamiris Martins Viviane Silva Suporte: Gerson
BRASIL - IMPORTAÇÃO DE TRIGO 2015 ( t ) ( US$ / t ) 450.000 120.000 400.000 100.000 350.000 80.000 300.000 250.000 60.000 200.000 150.000 40.
BRASIL IMPORTAÇÃO DE TRIGO 2015 (POR PAÍS) PAÍSES ARGENTINA Volume ( Ton/Liq ) 269.719,83 387.213,30 406.882,12 310.956,48 318.530,07 375.612,10 414.745,41 233.717,31 309.486,24 320.128,57 267.045,80 205.498,88
LOCALIZAÇÃO DOS OBJETIVOS DE DESENVOLVIMENTO DO MILÊNIO NA ESCALA SUBNACIONAL: ÁGUA E ESGOTO
LOCALIZAÇÃO DOS OBJETIVOS DE DESENVOLVIMENTO DO MILÊNIO NA ESCALA SUBNACIONAL: ÁGUA E ESGOTO Maria da Piedade Morais 1º Seminário Franco-Brasileiro sobre Saúde Ambiental Brasília, 28 de junho de 2011 Objetivos
URBANIZAÇÃO NO BRASIL, NO ESTADO E NO MUNICÍPIO, NOS ÚLTIMOS 50 ANOS.
URBANIZAÇÃO NO BRASIL, NO ESTADO E NO MUNICÍPIO, NOS ÚLTIMOS 50 ANOS. O que é cidade? Segundo a ONU, aglomerado urbano concentrado com mais de 20 mil habitantes, com atividades no setorsecundário secundário
50 cidades com as melhores opções para aberturas de franquias
50 cidades com as melhores opções para aberturas de franquias Pesquisa realizada pela Rizzo Franchise e divulgada pela revista Exame listou as 50 cidades com as melhores oportunidades para abertura de
Júlio Eduardo dos Santos
Júlio Eduardo dos Santos Secretário Nacional de Transporte e da Mobilidade Urbana Linha do Tempo 1965 a 2003 Extinção da GEIPOT Lei 10.233 / 2001 Criação da EBTU lei nº 6.261 em 1975 Extinção da EBTU Dec.
CRITÉRIOS DE SELEÇÃO DE PROJETOS
CRITÉRIOS DE SELEÇÃO DE PROJETOS Lúcia Maria Mendonça Santos Marcos Daniel Souza dos Santos Paula Coelho da Nóbrega Departamento de Mobilidade Urbana Secretaria Nacional de Transporte e da Mobilidade Urbana
MINISTÉRIO DA SAÚDE FUNDAÇÃO NACIONAL DE SAÚDE Coordenação Regional de santa Catarina ATENÇÃO
ATENÇÃO Apresentação do Seminário A Lei da Política Nacional do Saneamento Básico (lei 11.445/07) e o Inquérito Civil Público Estadual 04/04/PGJ/MPSC, realizado nos dias 30 e 31 de outubro de 2008. Arquivos
POLITICAS PARA O TRÂNSITO SEGURO DE MOTOS
Seminário POLITICAS PARA O TRÂNSITO SEGURO DE MOTOS LEGISLAÇÃO, FISCALIZAÇÃO E POLÍTICA DE SEGURANÇA Brasília DF 13 de setembro de 2012 Regulamentação da atividade de mototaxista Mesmo diante da ausência
ÓRGÃO: JUSTIÇA FEDERAL
ÓRGÃO: JUSTIÇA FEDERAL Programa: 0569 - PRESTAÇÃO JURISDICIONAL NA JUSTIÇA FEDERAL Objetivo: Garantir pleno exercício do direito por meio da prestação dos serviços jurisdicionais, observando o disposto
FGTS 45 ANOS DE DESENVOLVIMENTO O BRASIL E PROMOVENDO A CIDADANIA
FGTS 45 ANOS DE DESENVOLVIMENTO O BRASIL E PROMOVENDO A CIDADANIA Inês Magalhães Secretária Nacional de Habitação Ministério das Cidades Brasília, 24 de novembro de 2011 Política Nacional de Habitação
OBJETIVOS DO EVENTO APRESENTAÇÃO DO PROGRAMA MINHA CASA MINHA VIDA II NIVELAMENTO DAS INFORMAÇÕES DIRIMIR DÚVIDAS COLHER SUGESTÕES
OBJETIVOS DO EVENTO APRESENTAÇÃO DO PROGRAMA MINHA CASA MINHA VIDA II NIVELAMENTO DAS INFORMAÇÕES DIRIMIR DÚVIDAS COLHER SUGESTÕES MINHA CASA, MINHA VIDA Ampliação das oportunidades de acesso das famílias
CAIXA ECONÔMICA FEDERAL CONCURSO PÚBLICO PARA FORMAÇÃO DE CADASTRO DE RESERVA PARA O CARGO DE TÉCNICO BANCÁRIO NOVO CARREIRA ADMINISTRATIVA
Técnico Bancário Novo AC Cruzeiro do Sul 1618 CR* Técnico Bancário Novo AC Rio Branco 6648 CR * Técnico Bancário Novo AC Sena Madureira 1065 CR* Técnico Bancário Novo AL Maceió 22524 CR * Técnico Bancário
Programa de Requalificação de UBS. Março/2015
Programa de Requalificação de UBS Março/2015 PROGRAMA DE REQUALIFICAÇÃO DE UBS Instituído no ano de 2011 OBJETIVOS: Criar incentivo financeiro para as UBS Contribuir para estruturação e o fortalecimento
O consumo dos brasileiros atingirá R$ 3,7 trilhões, em 2015
O consumo dos brasileiros atingirá R$ 3,7 trilhões, em 2015 A potencialidade de consumo dos brasileiros deve chegar a R$ 3,730 trilhões neste ano, ao mesmo tempo em que revela significativo aumento dos
ACOMPANHAMENTO DAS CONVOCAÇÕES
ACOMPANHAMENTO DAS CONVOCAÇÕES PROFISSIONAL JÚNIOR ADMINISTRAÇÃO NACIONAL 57ª PROFISSIONAL JÚNIOR ADMINISTRAÇÃO NACIONAL PNE * PROFISSIONAL JÚNIOR ANALISTA DE SISTEMAS - ÊNFASE EM DESENVOLVIMENTO EM ERP
A Importância do Fortalecimento Fiscal dos Municípios
A Importância do Fortalecimento Fiscal dos Municípios Maria Cristina Mac Dowell Diretora-Geral Adjunta Escola de Administração Fazendária Esaf/MF [email protected] [email protected]
Parceria com Universidades (federais, estaduais e privadas) Universidades federais
Rede Nacional de Treinamento de Atletismo está sendo estruturada pelo Ministério do Esporte (ME) em parceria com universidades, prefeituras, governos estaduais, Confederação Brasileira de Atletismo, federações
INCT Observatório das Metrópoles
INCT Observatório das Metrópoles INDICADORES SOCIAIS PARA AS REGIÕES METROPOLITANAS BRASILEIRAS: EXPLORANDO DADOS DE 2001 A 2009 Apresentação Equipe Responsável Luiz Cesar de Queiroz Ribeiro Marcelo Gomes
Estado da motorização individual no Brasil Relatório 2015. Coordenação: Juciano Martins Rodrigues. Observatório das Metrópoles
Estado da motorização individual no Brasil Relatório 2015 Estado da motorização individual no Brasil Relatório 2015 Coordenação: Juciano Martins Rodrigues Observatório das Metrópoles Luiz Cesar de Queiroz
A Força do Grande ABC no Mercado Imobiliário de São Paulo. Flavio Amary Vice-Presidente do Secovi-SP
A Força do Grande ABC no Mercado Imobiliário de São Paulo Flavio Amary Vice-Presidente do Secovi-SP Momento Econômico Atual Indicadores Econômicos Taxa de Desemprego (média) Medo Desemprego 11,5% 97,50
Seminário Rio Metrópole Moradia: Assunto de Interessa Metropolitano
Realização Seminário Rio Metrópole Moradia: Assunto de Interessa Metropolitano Henry Cherkezian Rio, 18 de maio de 2011 A questão Habitacional Aspectos a serem abordados Breve Diagnóstico Um exemplo da
FEIRÃO CAIXA DA CASA PRÓPRIA. II Fórum de Comunicação do Governo Federal no Nordeste 11 NOV 2008
FEIRÃO CAIXA DA CASA PRÓPRIA ESTRATÉGIA DO FEIRÃO OS PÚBLICOS TRABALHADOS ESTRATÉGIA DE COMUNICAÇÃO RESULTADOS ESTRATÉGIA DO FEIRÃO Disponibilizar espaço para a interação entre demanda (população), oferta
Transição da economia informal para a economia formal: o papel da Inspeção do Trabalho
Transição da economia informal para a economia formal: o papel da Inspeção do Trabalho Ministério do Trabalho e Emprego Secretaria de Inspeção do Trabalho SIT Departamento de Fiscalização do Trabalho DEFIT
MICROCEFALIA DENGUE CHIKUNGUNYA ZIKA NOVEMBRO DE 2015
MICROCEFALIA DENGUE CHIKUNGUNYA ZIKA NOVEMBRO DE 2015 Situação da microcefalia no Brasil Até 21 de novembro, foram notificados 739 casos suspeitos de microcefalia, identificados em 160 municípios de nove
Boas práticas para Mobilidade Urbana
Boas práticas para Mobilidade Urbana PAC para Mobilidade - EMBARQ Otávio Vieira Cunha, Presidente da Diretoria Executiva Associação Nacional das Empresas de Transportes Urbanos NTU Brasília, 28 de Novembro
NELSON WILIANS ADVOGADOS ASSOCIADOS
www.nwadv.com.br NELSON WILIANS ADVOGADOS ASSOCIADOS CNPJ UF Cidade CNPJ SP São Paulo 03.584.647/0001-04 PR Londrina 03.584.647/0002-87 RJ Rio de Janeiro 03.584.647/0003-68 DF Brasília 03.584.647/0004-49
FINANCIAMENTO DO DESENVOLVIMENTO URBANO
FINANCIAMENTO DO DESENVOLVIMENTO URBANO As condições para o financiamento do desenvolvimento urbano estão diretamente ligadas às questões do federalismo brasileiro e ao desenvolvimento econômico. No atual
SALVADOR E SUA REGIÃO METROPOLITANA: MUDANÇAS RECENTES, CONFLITOS E PERSPECTIVAS INSTITUCIONAIS
Tema 2 Salvador metropolitana: configuração urbana e mobilidade espacial SALVADOR E SUA REGIÃO METROPOLITANA: MUDANÇAS RECENTES, CONFLITOS E PERSPECTIVAS INSTITUCIONAIS Prof. Dr. Sylvio Bandeira de Mello
Uma proposta da ISES do Brasil
Uma proposta da ISES do Brasil INTRODUÇÃO: Aeroportos x Geração Fotovoltaica Características construtivas: praticamente horizontais, grandes áreas; Formadores de opinião e tomadores de decisão passam por
Motivações para a Federalização da Educação Desempenho das Escolas Federais
Motivações para a Federalização da Educação Desempenho das Escolas Federais Senador Cristovam Buarque IDEB 2011- Anos Iniciais do Ensino Fundamental Resultados: Total para o Brasil: 5,0 Privada: 6,5 Pública:
Página 1 de 8 IPI - Jurisdição - Regiões fiscais 18 de Maio de 2012 Em face da publicação da Portaria MF nº 203/2012 - DOU 1 de 17.05.2012, este procedimento foi atualizado (novas disposições - tópico
FÓRUM ESTADUAL DA UNDIME. Belo Horizonte, 3 de abril de 2013.
MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO FÓRUM ESTADUAL DA UNDIME MINAS GERAIS Belo Horizonte, 3 de abril de 2013. MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO ALINHAMENTO DOS PLANOS MUNICIPAIS E ESTADUAIS DE EDUCAÇÃO AO PNE SECRETARIA DE ARTICULAÇÃO
A REALIDADE DAS ÁREAS METROPOLITANAS E SEUS DESAFIOS NA FEDERAÇÃO BRASILEIRA: DIAGNÓSTICO SOCIOECONÔMICO E DA ESTRUTURA DE GESTÃO 1
A REALIDADE DAS ÁREAS METROPOLITANAS E SEUS DESAFIOS NA FEDERAÇÃO BRASILEIRA: DIAGNÓSTICO SOCIOECONÔMICO E DA ESTRUTURA DE GESTÃO 1 Rosa Moura, Paulo Delgado, Marley Deschamps 2 e Nelson Ari Cardoso 3
PROGRAMA PRIORITÁRIO DE INVESTIMENTOS EM INFRA-ESTRUTURA 2007-2010. Saneamento
PROGRAMA PRIORITÁRIO DE INVESTIMENTOS EM INFRA-ESTRUTURA 2007-2010 Saneamento PREMISSAS BÁSICAS Buscar a universalização do atendimento Implementar a Lei de Saneamento Básico Garantir política estável
O que é o PLHIS? Quais são os beneficiários do PLHIS? Quais são as exigências do PLHIS?
O que é o PLHIS? Quais são os beneficiários do PLHIS? Quais são as exigências do PLHIS? Planejamento Planejamento é uma das condições para a prática profissional dos Assistente Social (BARBOSA, 1991).
Inventar com a diferenca,
Inventar com a diferenca, cinema e direitos humanos PATROCÍNIO APOIO REALIZAÇÃO Fundação Euclides da Cunha O que é Inventar com a diferença: cinema e direitos humanos O projeto visa oferecer formação e
Centro de Artes e Esportes Unificados, Sertãozinho SP. UBS Elpidio Moreira Souza AC. UPA município de Ribeirão Pires SP
Centro de Artes e Esportes Unificados, Sertãozinho SP UBS Elpidio Moreira Souza AC Quadra da Escola Municipal Érico de Souza, Águas Lindas GO UPA município de Ribeirão Pires SP UBS Clínica da Família,
POLÍTICAS PERMANENTES DE HABITAÇÃO
POLÍTICAS PERMANENTES DE HABITAÇÃO A IMPORTÂNCIA DO PROGRAMA MINHA CASA MINHA VIDA Outubro / 2014 POLÍTICAS PERMANENTES DE HABITAÇÃO Histórico recente da evolução do crédito à moradia Impactos dos investimentos
Geração de Emprego Formal no NOTA CONJUNTURAL DO OBSERVATÓRIO DAS MICRO E PEQUENAS EMPRESAS NO ESTADO DO RIO DE JANEIRO, JULHO DE 2011
Geração de Emprego Formal no RIO DE JANEIRO NOTA CONJUNTURAL DO OBSERVATÓRIO DAS MICRO E PEQUENAS EMPRESAS NO ESTADO DO RIO DE JANEIRO, JULHO DE 211 1 211 O crescimento da economia fluminense nos últimos
FURB UNIVERSIDADE REGIONAL DE BLUMENAU CENTRO DE CIÊNCIAS Disciplina: SOCIAIS APLICADAS Planejamento Urbano DEPARTAMENTO DE ADMINISTRAÇÃO MBA - GESTÃO PÚBLICA Unidade 1 - Planejamento Regional 1 0,9 0,8
EQUILÍBRIOS E ASSIMETRIAS NA. distribuição da população e do pib. entre núcleo e periferia. nas 15 principais regiões. metropolitanas brasileiras
CONSELHO FEDERAL DE ECONOMIA - COFECON COMISSÃO DE DESENVOLVIMENTO REGIONAL INSTITUTO BRASILIENSE DE ESTUDOS DA ECONOMIA REGIONAL IBRASE EQUILÍBRIOS E ASSIMETRIAS NA distribuição da população e do pib
SEMINÁRIOS TEMÁTICOS. Mesa 1: Produção Habitacional : programas de financiamento da habitação de interesse social
SEMINÁRIOS TEMÁTICOS Mesa 1: Produção Habitacional : programas de financiamento da habitação de interesse social Maria do Carmo Avesani Diretora do Departamento de Produção Habitacional Secretaria Nacional
Relação dos cargos do próximo concurso da empresa, que formará cadastro reserva: Analista Superior I
Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária (Infraero) Relação dos cargos do próximo concurso da empresa, que formará cadastro reserva: AS I - Arquivista AS I Assistente Social AS I Biólogo Analista
Ministério das Cidades MCidades
Ministério das Cidades MCidades Objetivos de Desenvolvimento Sustentável ODS São Paulo, 02 de junho de 2014 Roteiro 1. O processo de urbanização no Brasil: histórico. 2. Avanços institucionais na promoção
Boletim Econômico e do Setor Portuário. Sumário
Boletim Econômico e do Setor Portuário Junho de 2014 Sumário Indicadores da Economia Nacional... 2 O Produto Interno Bruto PIB no primeiro trimestre de 2014... 2 Os Índices de Inflação... 3 O Mercado de
RESULTADOS DO ÍNDICE DE VULNERABILIDADE SOCIAL DO PARANÁ - 2010 *
RESULTADOS DO ÍNDICE DE VULNERABILIDADE SOCIAL DO PARANÁ - 2010 * Os resultados aqui apresentados foram extraídos do Atlas da Vulnerabilidade Social nos Municípios Brasileiros, elaborado pelo Instituto
Candidatos por Vaga Processo Seletivo Simplificado / 2008: IBGE - INSTITUTO BRASILEIRO DE GEOGRAFIA E ESTATÍSTICA - ANALISTA CENSITÁRIO
Candidatos por Vaga Processo Seletivo Simplificado / 2008: IBGE - INSTITUTO BRASILEIRO DE GEOGRAFIA E ESTATÍSTICA - ANALISTA CENSITÁRIO UF MUNICÍPIO CARGO AC RIO BRANCO Análise de Sistemas / Suporte à
MARÇO 19 A 21 RECIFE - PE FILIAL XII (PE-AL-PB) MARÇO 19 A 21 PORTO ALEGRE - RS FILIAL VI (RS) MARÇO 26 A 29 CURITIBA - PR FILIAL VII (PR-SC)
TÉCNICAS DE GESTÃO DE PROJETOS MARÇO 19 A 21 BELO HORIZONTE - MG FILIAL III (MG) ANÁLISE DE FALHAS E ESTRATÉGICAS DE PLANEJAMENTO E CONTROLE DE - MARÇO 19 A 21 RECIFE - PE FILIAL XII (PE-AL-PB) MARÇO 19
AVALIAÇÃO SEGUNDO ENFOQUE POR PROBLEMAS DE SAÚDE: O CÂNCER DE MAMA
AVALIAÇÃO SEGUNDO ENFOQUE POR PROBLEMAS DE SAÚDE: O CÂNCER DE MAMA Núcleo de Investigação em Serviços e Sistemas de Saúde NISIS Instituto de Saúde SES/SP Luiza Sterman Heimann Problema Demanda da equipe
