BAVARIA. CRUISER40 Para navegar bem e fácil
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- Edson Olivares Wagner
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1 T E S T E Por Guilherme Kodja Fotos Mozart Latorre Teste n o BAVARIA CRUISER40 Para navegar bem e fácil O Cruiser 40, da marca alemã Bavaria, tem linhas clássicas, fácil controle e preço bem interessante para o que oferece DDe tempos para cá, os fabricantes de veleiros têm se dedicado a desenvolver barcos que não requerem vários tripulantes para a lida com velas, cabos etc., o que é um tremendo desestímulo para quem só quer cruzeirar com a família a bordo. Com isso, os barcos do gênero têm se tornado cada vez mais práticos, exigindo, quando muito, apenas mais uma pessoa ativa a bordo, além do timoneiro ou, se possível, só ele. É o caso deste barco, o Bavaria Cruiser 40, que, a despeito do seu bom porte, pode tranquilamente ser conduzido por apenas uma pessoa. Ou no máximo duas, nas manobras ou sob condições de vento mais intensas. Mas essa não é a única característica positiva desse barco, do tradicional fabricante alemão Bavaria Yachts, um dos mais recentes veleiros chegados ao mercado brasileiro. Ele também agrada pelo espaço a bordo (pode vir com dois ou três camarotes, neste caso, também com dois banheiros) e pelo bom custo/benefício, com preços bem atraentes para um barco importado desse nível. Exemplos. Com dois camarotes, chega aqui por cerca de R$ 670 mil, já equipado com vários opcionais, como vela mestra de enrolar, guincho para âncora, hélice dobrável, piloto automático, motor de 40 hp (um pouco mais forte que o original, de 27 hp, mas mais recomendado para travessias mais longas, como a do Atlântico, necessárias para trazer os barcos navegando até aqui do contrário, só o frete de navio passaria de R$ 100 mil a mais!). Já o exemplar testado, com três camarotes e esses mesmos equipamentos, sai por aproximadamente R$ 730 mil, na sua versão essencialmente de cruzeiro, que, como mostra este teste, agrada em cheio. 132 NÁUTICA
2 ESTILO ALEMÃO Embora não faça questão de parecer ultramoderno, o Bavaria Cruiser 40 agrada pelo casco seguro e pela praticidade do cockpit Espelho de popa com plataforma rebatível Duas rodas de leme para melhor visão e navegação Cockpit com espaço para sete pessoas Linha d água longa, para melhor performance Cabine com opção de dois ou três camarotes Dois banheiros na opção de três camarotes Casco seguro, com paiol de colisão na proa NÁUTICA 133
3 Bavaria Cruiser 40 AR POR TODOS OS LADOS Na sala, há vigias nos dois bordos e um par de gaiutas com aberturas opostas no teto, para permitir a entrada de ar vindo de diferentes direções ESPELHO DE POPA E PLATAFORMA QUE ABRE O espelho de popa abre totalmente e se transforma em uma grande plataforma, com tamanho excepcional para um veleiro. É prática, útil e surpreendente ACESSO TAMBÉM PELO CAMAROTE O motor tem dois excelentes acessos para manutenção. Um deles é pelo jeito convencional em veleiros, erguendo-se a escada da entrada da cabine. O outro é por meio de uma portinhola em um dos camarotes de popa, o que facilita ainda mais o acesso 134 NÁUTICA
4 O interior foi projetado pela BMW, mas privilegia a praticidade, não o design arrojado COCKPIT GRANDE E LIVRE O comando tem duas rodas de leme, para o timoneiro escolher o melhor bordo para navegar e ainda deixar a circulação central livre. Os comandos do motor ficam sob um assento removível e os cabos das velas, próximos à porta da cabine, que abre ao meio, para os dois lados COZINHA BEM ORGANIZADA A configuração da sala é convencional, com os sofás em torno de uma mesa de refeições e perto da cozinha. Mas esta é ótima, com bons armários, geladeira e pia e fogão com tampas, que, quando fechadas, formam uma bancada de ótimo tamanho NÁUTICA 135
5 Bavaria Cruiser 40 As duas camas da popa são melhores do que a da proa, que é estreita para um casal Giovanni Nejar DOIS OU UM A popa pode receber dois camarotes ou um só, neste caso gerando espaço para um enorme paiol ao lado. O Cruiser 40 também pode ter um banheiro só, mas bem maior do que na versão com dois banheiros e três quartos Como ele é O Bavaria Cruiser 40 tem casco projetado pelo escritório de Bruce Farr, um especialista em veleiros rápidos, mas interior desenhado pela BMW e parece ter sido concebido pensando mais na eficiência do que na estética, sem, por exemplo, qualquer pretensão vanguardista. Seu cockpit recebe bem seis pessoas além do timoneiro, possui vários paióis, duas rodas de leme e excelente acesso pelo espelho de popa, que é rebatível e, quando aberto, se transforma em uma grande plataforma sobre o mar. Em vez do habitual traveller, a vela mestra é controlada por um sistema de duas escotas e um burro mecânico, que torna os ajustes excepcionalmente precisos e simples. Sua linha d'água é grande. Já as janelas, nem tanto, mas são várias, para deixar a cabine naturalmente bem iluminada e ventilada. O casco é reforçado e o aproveitamento do espaço a bordo é ótimo, assim como os acessos ao motor e demais instalações, facilidade valiosa para quem cuida da manutenção do próprio barco. No entanto, o padrão apenas mediano dos sofás e camas do exemplar testado ficou um pouco aquém do que se esperaria de um veleiro deste porte e tão bem equipado em outros aspectos especialmente para um barco que se destina a cruzeiros familiares. Contudo, apesar de a cama de proa ser estreita para um casal, o tamanho das camas da popa, que é o mesmo da versão com dois camarotes, é bom. COMO TESTAMOS ONDE: Baía de Guanabara, RJ CONDIÇÕES: mar calmo, ondas de menos de meio metro de altura e ventos fracos a moderados, entre 9 e 16 nós A BORDO: 3 pessoas, 150 litros de combustível e 200 litros de água MASTREAÇÃO E VELAS: mastro e retranca de alumínio, com mestra e genoa de dacron, com enroladores QUEM FAZ O estaleiro alemão Bavaria Yachts fabrica o Cruiser 40 e mais seis modelos da mesma linha, de 33 a 56 pés. Fundado em 1978, é uma marca bem conhecida no mundo. No Brasil, é representado pela Brizza Iates. Para saber mais, acesse ou ligue 21/ NÁUTICA
6 DUAS ESCOTAS A mestra é controlada por um eficiente sistema com duas escotas e burro mecânico, sem o traveller. Ele veleja suave Como navega No dia do teste, o mar estava calmo e o vento, inconstante, variando entre 9 e 16 nós, o que, afinal, favoreceu a avaliação. Mesmo usando uma vela mestra opcional de enrolar no mastro, sistema que muitos velejadores consideram não tão eficiente quanto as velas comuns, o Cruiser 40 realizou as manobras com rapidez e tranquilidade e foi fácil de timonear. Também com uma genoa de enrolar, totalizando assim 74 m² de área vélica, navegamos a 6 nós, com ventos de través de 12 nós e, sob rajadas de 16 nós, atingimos bons 8 nós na orça folgada. Com ventos de apenas 9,8 nós, conseguimos velejar a valentes 6,5 nós na orça apertada, em ótimos 36 graus. A motor, que no teste era um saildrive Volvo D2 de 40 hp, diesel, com hélice de pás dobráveis, o veleiro avançou a bons 6,7 nós em regime de cruzeiro, a rpm, com consumo estimado de 3,5 litros/hora, e atingiu 7,5 nós de velocidade máxima, com gasto de 4,5 litros/hora. Números que vieram se somar às demais virtudes de um barco que, sem dúvida, não desagrada. Especialmente no preço. COM QUEM CONCORRE O Bavaria Cruiser 40 tem dois concorrentes nacionais e quatro também importados. São eles: Beneteau Oceanis 41 Barco moderno e recente, produzido na França, tem escota fixada numa targa e não no traveller convencional, o que o torna diferente. BB40 Único concorrente com apenas uma roda de leme, mas bem grande, para ser manuseada nos dois bordos. Tem duas suítes. Jeanneau Sun Odyssey 409 Outro novo veleiro francês, com plataforma rebatível, quatro opções de cabine e possibilidade de vir com joystick para manobras a motor. Dufour Grand Large 410 Modelo recém-lançado na França, também com plataforma de popa rebatível e opção de até três camarotes e dois banheiros. Grand Soleil 39 Veleiro italiano feito para velejar rápido. Tem popa aberta e também dois ou três camarotes, com um ou dois banheiros. Delta 41 Veleiro nacional de cruzeiro rápido, que agrada pelo bom acabamento. Vem com três camarotes e dois banheiros. NÁUTICA 137
7 Bavaria Cruiser 40 RESUMO paióis Há vários, dentro e fora da cabine. No cockpit, tem quatro grandes paióis sob os bancos e, na versão com dois camarotes, um paiol gigantesco na popa. A proa tem paiol de colisão elétrica A fiação é estanhada, codificada e há acessos excelentes para as instalações sob os bancos e paneiros da cabine, inclusive para as baterias pilotagem Embora não seja muito diferente dos veleiros do gênero, o banco do piloto é pouco confortável e falta uma bolsa para a manicaca. Já os cabos são bem posicionados para quem navega só construção O casco, com estrutura projetada para absorver os esforços da quilha e do mastro, é de fibra maciça abaixo da linha d água e de sanduíche de espuma de pvc no costado e no convés Pontos altos Cockpit bem amplo Fácil e leve de pilotar Bom custo/benefício Pontos baixos Encosto do piloto desconfortável Cama de proa é estreita Tanque de água pequeno Principais equipamentos de motor c/ circuitos individuais Principais opcionais cockpit Espaçoso, com plataforma de popa rebatível e mesinha de centro. Os paióis, ótimos, têm divisórias e um sistema que evita que a tampa caia sobre a mão de algum desavisado ferragens De aço inox 316, resistente à corrosão e com excelente acabamento. Na plataforma de popa há uma escadinha de encaixar que é um pouco pesada, mas muito boa cabine O acabamento, sem luxo, é bem-feito. 1,94 m A sala não é muito ampla, mas a cozinha é ótima e as camas de popa são melhores que a de proa $ Quanto custa É assim Comprimento Boca Borda-livre proa Borda-livre popa Calado (padrão e opcional) Área vélica (grande e genoa) Altura na entrada da cabine Altura no banheiro Deslocamento Lastro (quilha longa e curta) Água Pessoas (dia/pernoite) Projeto desempenho Atingiu 50% da velocidade do vento de 12 nós no través e de 16 nós na orça folgada. Sob vento de 9,8 nós, alcançou bons 6,5 nós na orça apertada. Com vento de alheta a 9 nós, navegou a 4,9 nós hidráulica O tanque de água, de 210 litros, é pequeno, mas pode haver mais um, de 150 litros. Já o de combustível, também de 210 litros, garante cerca de boas 350 milhas no motor, a quase 7 nós Cerca de R$ 670 mil ou R$ 730 mil (com dois camarotes, vários opcionais e motor de 40 hp) Como velejou Com ventos de 11,7 nós 8,2 nós 5,7 nós 6,1 nós Través (sem balão) 5,9 nós Popa (sem balão) mastreação O mastro é de alumínio com 18,6 metros de altura, estaiamento de tope e dois pares de cruzetas anguladas em 20 graus. A retranca também é de alumínio (com três camarotes e os mesmos opcionais e motor) 12,35 m 3,96 m 1,10 m 0,92 m 2,05 m / 1,65 m 74 m2 1,94 m 1,90 m kg kg / kg 360 litros 12 / 8 Farr Yachts / BMW USA 138 NÁUTICA
DUFOUR 405 GRAND LARGE. Mais um francês bom de vela
T E S T E Por Ricardo Lebreiro Fotos Bruno Castaing Teste n o 846 Coeficiente de potência* 4,51/4, 43 (mestra de enrolar) Relação deslocamento/ área vélica** 98,66 kg/m² /104 kg/m² (mestra de enrolar)
T E S T E. Por Guilherme Kodja Fotos Mozart Latorre. Interior bem iluminado e ventilado. Convés com cabos e equipamentos à mão
T E S T E Por Guilherme Kodja Fotos Mozart Latorre Popa com espelho que abre e vira plataforma Duas rodas de leme Convés com cabos e equipamentos à mão Banheiro espaçoso, mas único Interior bem iluminado
n o 840 T E S T E Por Sergio Rossi Fotos Mozart Latorre
T E S T E Por Sergio Rossi Fotos Mozart Latorre Teste n o 840 Coeficiente de potência* 4,43 (cruzeiro) ou 4,75 (regata) Relação deslocamento/ área vélica** 78 kg/m² (cruzeiro) ou 68 kg/m² (regata) Relação
Dufour 500. Um grande veleiro, não só no tamanho, mas também no conforto a bordo e na navegação fácil e tranquila. n o
t e s t e Por Norberto Marcher Mühle Fotos Mozart Latorre Dufour GRAND LARGE 500 Teste n o 9 4 7 Um grande veleiro, não só no tamanho, mas também no conforto a bordo e na navegação fácil e tranquila Espelho
FIRST 45. Regata ou cruzeiro? Tanto faz
T E S T E Por Sergio Rossi Fotos Mozart Latorre Teste n o 867 * Quanto maior esse valor (que em barcos de regata é acima de 5), maior a tendência para velocidade **A área vélica corresponde à soma da mestra
OCÉANIS 40. Cruzeiro à francesa. No novo Océanis 40, o bem-estar a bordo supera até o que sempre se espera de um Bénéteau
TESTE Por Ricardo Lebreiro Fotos Fernando Monteiro LÁ E CÁ Apesar do tamanho, o Océanis 40 é um barco dócil. Velejando na Baía de Guanabara, foi bem tanto no contravento quanto no través OCÉANIS 40 Cruzeiro
Projetado por Eduardo da Costa, um experiente velejador
T E S T E Por Sergio Rossi Fotos Mozart Latorre ACTION Teste n o 854 O primeiro dos cabinados Com preço atraente, bom desempenho e uma cabine para até quatro pessoas, o Action 19.5 é uma opção interessante
LAGOON 450. Para velejar no flybridge
T E S T E Por Guilherme Kodja Fotos Fernando Monteiro LAGOON 450 Teste n o 9 2 0 Para velejar no flybridge O Lagoon 450 é um novo catamarã com flybridge baseado em um modelo consagrado e que, mal chegou
VINI 47. Aequipe do projetista Thierry Stump não faz produção. Melhor do que parece
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MASTRACCHIO 24,5. Além das raias. O Mastracchio 24,5 foi desenhado para regatas, mas vai bem, também, nos cruzeiros e pode até ser rebocado na estrada
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n o 8 85 T E S T E Por Daniel Borghetti Fotos Mozart Latorre
Por Daniel Borghetti Fotos Mozart Latorre Teste n o 8 85 Coeficiente de potência* 3,8 Relação deslocamento/ área vélica** 135,87 kg/m 2 Relação lastro/ deslocamento 0,33 Velocidade a motor 6 nós Autonomia
CORAL 24 OPEN. Proa aberta, cabine e algo mais
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focker 265 A nova lancha da Fibrafort agrada bastante no estilo e no desempenho, mas nem tanto assim na cabine
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Skip p er. T este. Por Ricardo Lebreiro Fotos Bruno Castaing
Teste700 Skip p er 30 COEFICIENTE DE POTÊNCIA (*) 4,85 RELAÇÃO DESLOCAMENTO/ ÁREA VÉLICA (**) 62 kg/m 2 (*) Quanto maior o coeficiente de potência, maior a tendência para a velocidade. Em barcos de regata,
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PSARI pés sem apertos. A Psari 195 é bem mais espaçosa do que parece e pode ser usada mesmo quando o mar não estiver tão calmo assim.
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COMMODORE 230. Pequena, mas bem resolvida
T E S T E Por Sergio Rossi Fotos Mozart Latorre Teste n o 836 Velocidade máxima 37,2 nós (a 5 100 rpm) Velocidade de cruzeiro 5,0 s (até 20 nós) Aceleração 5,3 s (até 20 nós) Autonomia 92 milhas (a 3 500
ATLANTIS 40. Os italianos são conhecidos pela culinária, Esportiva cheia de classe
T E S T E Por Guilherme Kodja Fotos Mozart Latorre Teste n o 8 86 Velocidade máxima 32,5 nós (a 3 500 rpm) Velocidade de cruzeiro 29,2 nós (a 3000 rpm) Aceleração 8,9 s (até 20 nós) Autonomia 206 milhas
T E S T E. n o 856. Por Sergio Rossi Fotos Mozart Latorre
T E S T E Por Sergio Rossi Fotos Mozart Latorre Teste n o 856 Velocidade máxima 34 nós (a 4 000 rpm) Velocidade de cruzeiro 26,2 nós (a 3 200 rpm) Aceleração 18,5 s (até 20 nós) Autonomia 315 milhas (a
T este. Por Ricardo Lebreiro
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ROYAL MARINE 360 CABIN. Um bom início. Feita em Pernambuco, esta cabinada da estreante Royal Marine impressiona pelo desempenho e bom custo-benefício
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