Capítulo XIV Interface Homem Máquina (IHM) e sistemas supervisórios
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- Maria Vitória Leveck Sales
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1 30 Capítulo XIV Interface Homem Máquina (IHM) e sistemas supervisórios Equipe de engenharia da Schweitzer Engineering Laboratories (SEL) A principal ferramenta para a operação de uma subestação de energia elétrica, que contenha tecnologia de automação atualizada, é o Sistema Supervisório. Este tipo de sistema consiste em softwares que fazem a aquisição das informações nas subestações (tensão, corrente, potência ativa, reativa, frequência) e posições aberta/fechada de seccionadoras, disjuntores, chaves, etc., e as disponibiliza em diagramas unifilares ou em telas de Interface Homem Máquina (IHM). Veja um exemplo na Figura 1. Área de engenharia de manutenção. Órgãos governamentais (CCEE, ONS, Aneel). Sob este ponto de vista, foram definidos três níveis de operação: Nível 1 Operação local, visualização ou atuação direta nos equipamentos de campo. Nível 2 - Visualização e atuação sobre um computador local que aglutine todas as informações da subestação. Nível 3 Centro de operação do sistema. Existe também outro tipo de classificação que são os níveis de automação, que podemos visualizar na Figura 2. Figura 1 Diagrama unifilar de subestação em sistema supervisório. Existem vários perfis de usuários que necessitam dessas informações: Operador da subestação. Operador de sistema no centro de operação. Figura 2 Múltiplos níveis de automação no processo elétrico. Para o atendimento dessas necessidades de operação e automação, temos os softwares conhecidos como:
2 31 SCADA Supervisory Control and Data Acquisition E M S Energy Management Systems Vamos iniciar descrevendo o SCADA. Dentre os grandes requisitos e descritivos deste tipo de software, ressaltamos os mais importantes e representativos. Executar o tratamento adequado das informações dos disjuntores, seccionadoras, taps de transformadores, assim como das medições das tensões de barra, de linha de transmissão, de correntes de alimentadores e transformadores, de potências ativas, reativas e frequências; Disponibilizar estas informações em unifilares e telas; Alarmes com discriminação de milissegundos; Permitir automatismos e manobras do setor elétrico como funcionalidades do sistema SCADA; Permitir definir limites operacionais, emergenciais e físicos. Discriminação da carga leve, média e pesada; Gráficos de tempo real e histórico; Superposição de imagens de câmeras nos unifilares (opcional já bastante difundido nos dias de hoje); Relatórios diários de interrupções; Relatórios de operação manobras realizadas no período de 24 horas; Previsão de carga. Existem outros atributos igualmente importantes, que são implementados também nos IEDs que fazem aquisição das informações: Banda Morta Normalmente expressada em porcentual do fundo de escala, significa que uma medição só será enviada quando existe uma variação que supera a Banda Morta. Exemplo: fundo de escala 500 KV com 0,1% de Banda Morta Envio se processa para variações superiores a 0,5 KV. GPS Sistema de sincronização de relógios através de pulsos de satélite, que são recebidos a cada segundo, com exatidão de 1 microssegundo. o IRIG-B Sistema em que o pulso de sincronismo é levado ao IED, por meio de fiação. Hardware. É o mais preciso e confiável. o NTP Network Time Protocol O sinal de sincronismo é enviado por meio de Protocolo de Rede (TCP/IP). Apresenta limitações, causando atrasos no sincronismo. Algoritmos modernos têm melhorado sua performance, mas dificilmente alcançam a precisão de 1 milissegundo do IRIG-B. o PTP Precise Time Protocol IEEE 1588 Resolução de 1 microssegundo, em conclusão de desenvolvimento. SOE Sequenciamento de eventos Utilizando os eventos da subestação (abertura/fechamentos de disjuntores e religadores) com estampas de tempo com exatidão de 1 milissegundo, é possível determinar a origem de uma perturbação no sistema
3 32 O Setor Elétrico / Fevereiro de 2011 elétrico. Ainda podemos classificar os SCADAs: Quanto a funcionalidades: Servidor de comunicação; Servidor de base de dados de tempo real; Servidor de IHM; Servidor de dados históricos. Quanto ao ambiente de processamento: Windows (NT, 2000 e XP); Linux; Unix; Outros. Quanto a arquiteturas: Software roda stand-alone em um computador; Software roda em arquitetura cliente x servidor; Software roda com servidor e Thin Clients (WEB). Quanto a BDTR: Software tem BDTR proprietário; Software usa uma base de dados de mercado. Quanto à base histórica: Software não tem base histórica; Software tem base de dados proprietária; Software usa uma base de dados de mercado. Quanto à compressão da base de dados históricos, dado que um sistema armazena milhões de informações de medidas e eventos diariamente, é necessário saber se ele usa as tabelas de forma canônica ou utiliza algoritmos de compressão. Quanto ao editor de telas, é um software, cujos objetos de visualização são elementos internos do pacote ou são elementos padrão de mercado, usando qualquer editor. Quanto aos objetos de visualização, os elementos disponibilizados são: Ponto digital simples; Ponto digital duplo; Ponto digital múltiplo; Ponto analógico; Medidor gauge; Gráficos; Objetos equipamentos; Objetos de animação (ventilador, líquidos, etc.). Quanto às funções disponibilizadas: PID; Fórmulas elétricas; Expressões; Horímetro; Contador; Rampa; Outras. Quanto às implantações de novas funções: Linguagem própria do tipo Vbscript; Módulos-objeto usando uma linguagem suportada como C, C++, Delphi, Visual Basic, OCX, DLL, etc.; Não suporta implementação de novas funções. Quanto ao nível de abertura do software: Disponibiliza fontes; Disponibiliza APIs (Application Program Interface = Biblioteca de sub-rotinas); Não disponibiliza novos desenvolvimentos. Quanto aos protocolos da área elétrica suportados: IEC , 103, 104; IEC (UCA-2); DNP 3.0; Modbus; Outros. Quanto às generalidade da implementação: Proprietário de uma empresa de solução, sendo orientado a suportar os equipamentos da solução, tendo como vantagem permitir uma integração fácil com seus equipamentos, já que os reconhece e tem ferramentas de configuração inclusas no próprio SCADA; Genérico e, portanto, não reconhece os equipamentos dos fabricantes, devendo mapeá-los através de seu módulo de configuração. Quanto à aplicação orientada ao setor elétrico ou industrial. Softwares SCADA orientados ao setor elétrico têm funções diferenciadas, tais como: Tratamento de alarmes e eventos com milissegundo; Definição de prioridades de alarmes e filtros; Vinculação automática das informações de abertura de dispositivo e carga interrompida; Tratamento especial de disjuntores, seccionadoras, Tap s de transformadores, religadores, impedimentos, etc.; Função de impedimento de comando em função de equipe de manutenção implementada nos comandos; Limites com troca automática em função de carga leve, média e pesada; Tratamento automático de variáveis trifásicas com alarme por defasagem de fase;
4 34 Função de manobras do setor elétrico; Tratamento automático de variáveis trifásicas com alarme por defasagem de fase; Função de manobras do setor elétrico; Estrutura hierárquica orientada a criação de objetos bay ; Prioridade de alarmes e filtros de alarmes por prioridade; Filtros de equipamentos / macros. Intertravamento de comandos e condicionamento de alarmes; Segurança de acessos com perfil configurado ao nível de vão de alimentador, com alarmes/reconhecimento habilitado por classe de tensão; Transferência de dados entre equipamentos vinculada ao perfil do equipamento, permitindo, por exemplo, que os equipamentos só recebam dados de eventos associados a um nível de carga; Geração automática de relatório diário do tipo de carga interrompida em função dos eventos do sistema. Todo este aparato é necessário para garantir a qualidade da energia entregue aos consumidores, à indústria, ao comércio, etc. Grandes parques de produção da cadeia eletrônica, da indústria de componentes à de computadores, só estão se viabilizando no Brasil por dois motivos: escala do mercado consumidor e energia de qualidade (sem ruídos, harmônicos e interrupções/blecautes). Energy Management Systems (EMS) Podemos relacionar seus módulos principais: Após o blecaute de 9 de novembro de 1965, no norte dos Estados Unidos e do Canadá: 1. Configurador de rede Considera corretos os estados aquisitados do campo pelo SCADA. Seccionadoras e disjuntores. 2. Estimação de estados Determina a melhor estimativa possível dos módulos e ângulos das tensões nas barras do sistema elétrico. Considera parâmetros e topologia da rede para serem usados nos cálculos da solução de fluxo de potência. 3. Fluxo de potência Estabelece a condição operativa para a rede a partir das medições do sistema SCADA e estimador de estados. Calcula as tensões e ângulos para as barras e os fluxos nos circuitos (MW, MVAr, MVA). Método de Newton-Raphson. Matrizes impedância/admitância. 4. Análise de contingência Comportamento do sistema elétrico frente a uma lista das mais críticas ou prováveis.
5 35 Contingência perda de um equipamento importante do sistema. Linha de transmissão, transformador ou usina geradora. Mesmo com a perda de alguns componentes, o sistema mantém-se íntegro. Se ocorrer uma sequência de perdas, o sistema pode entrar em colapso. Blecaute. O operador de sistema é informado e analisa continuamente as fragilidades do sistema, simulando-as e se preparando para correção. 5. Controle de emergência Lista de ações sugeridas ao operador no sentido de mover o sistema para condição operativa normal. 6. Controle de segurança Mover de uma condição insegura para uma condição operativa normal. - Condição operativa insegura nem todas as restrições físicas dos equipamentos são respeitadas para pelo menos uma contingência a que o sistema foi submetido na análise de contingência. Após os blecautes dos anos 2000, ocorridos no Brasil, nos Estados Unidos e na Europa: 7. Controle preventivo Avaliação de segurança dinâmica e controle coordenado de tensão. 8. ECS (Esquema de Controle de Emergência) e SOE (Sequência de Eventos) sincronização por GPS Satélites. 9. Avaliação da estabilidade angular e de tensão. 10. Ferramentas de auxílio ao operador Interpretação inteligentes de alarmes. 11. Medição sincronizada de fasores. *Equipe de engenharia da Schweitzer Engineering Laboratories (SEL) CONTINUA NA PRÓXIMA EDIÇÃO Confira todos os artigos deste fascículo em www. osetoreletrico.com.br Dúvidas, sugestões e comentários podem ser encaminhados para o redacao@ atitudeeditorial.com.br
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