Redes de Computadores sem Fio
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- Vinícius Gentil Peixoto
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1 Redes de Computadores sem Fio Prof. Marcelo Gonçalves Rubinstein Programa de Pós-Graduação em Engenharia Eletrônica Faculdade de Engenharia Universidade do Estado do Rio de Janeiro
2 Programa Introdução a Redes de Computadores sem Fio IEEE Bluetooth Avaliação de Desempenho Redes de Sensores IEEE
3 Redes de sensores Sensores tradicionais Podem ser posicionados distantes do fenômeno real Ruído do ambiente pode influenciar medidas Vários sensores só fazem sensoriamento Posições dos sensores e topologia de comunicação são cuidadosamente planejadas Transmitem séries temporais do fenômeno medido para nós centrais Nós centrais realizam computações e fazem fusão de dados Novo modelo dado pelo conceito de rede de sensores
4 Redes de sensores Desenvolvimento de redes de sensores de baixo custo devido a avanços recentes em Comunicação sem fio Eletrônica Mecânica Nós sensores estão em geral organizados em grupos (clusters) Pelo menos um nó sensor deve ser capaz de Detectar um evento na região de interesse Processar o evento Decidir se deve ou não difundir o resultado para outros nós Nós sensores podem também conter atuadores
5 Redes de sensores Comunicação entre nós sensores através de redes sem fio Meios como par trançado, cabo coaxial ou fibra óptica podem não ser viáveis Aplicações como monitoramento de floresta ou oceano Número muito grande de sensores interconectados Mobilidade Redes de sensores devem ser reconfiguráveis Sensores podem se tornar inativos Novos sensores podem ser conectados à rede
6 Redes de sensores Envolvem um grande número de sensores Colocados densamente dentro ou perto do fenômeno a ser observado Posição dos sensores não precisa ser planejada ou predeterminada Permite uma disposição aleatória em terrenos inacessíveis ou operações de socorro após desastres Com isso, protocolos e algoritmos devem possuir capacidade de auto-organização
7 Redes de sensores Possuem capacidade de esforço cooperativo Nós sensores processam dados localmente Nós sensores enviam os dados processados para os nós responsáveis pela fusão dos dados Melhoria do desempenho na detecção de eventos Leituras de maior precisão Rede mais robusta e menos vulnerável às falhas de um único sensor Economia de energia Redução da quantidade de mensagens e dados
8 Redes de sensores Sensor inteligente Circuito integrado que contém um ou mais sensores Sensores controlados por uma lógica Geralmente existe uma relação de igualdade entre os sensores Peer-to-Peer
9 Redes de sensores Principais tarefas de sensores Sensoriamento Realização de processamento local de dados Transmissão dos dados Características de sensores Baixa potência Multifuncionais Pequenos Permitem comunicação sem fio Baratos Redes de sensores são diferentes das redes ad hoc tradicionais
10 Redes de sensores x redes ad hoc Número de sensores é bem maior Nós sensores são colocados densamente Nós sensores são propensos a falhas Topologia dos nós sensores pode variar frequentemente Mobilidade Falhas Nós sensores usam principalmente comunicação por difusão Maioria das redes ad hoc usa comunicação ponto-aponto
11 Redes de sensores x redes ad hoc Nós sensores são limitados em termos de energia, capacidade computacional e memória Nós sensores podem não ter identificação global devido a Grande quantidade de overhead Grande número de sensores Nós sensores tendem a executar uma função colaborativa Em redes ad hoc tradicionais, cada nó executa em geral tarefas distintas Nós sensores precisam de grande integração com a tarefa a ser realizada
12 Redes de sensores x redes ad hoc Redes centradas em dados x redes centradas em nós
13 Aplicações de redes de sensores Tipos de sensores Sísmicos Térmicos Visuais Acústicos Radares
14 Aplicações de redes de sensores Tarefas de sensores Temperatura Umidade Movimento veicular Condição de iluminação Pressão Composição de solo Níveis de ruído Características de um objeto Velocidade Direção Tamanho
15 Aplicações de redes de sensores Segurança e monitoramento Controle Atuação e manutenção de sistemas complexos Monitoramento de ambientes internos e externos Principais áreas de aplicação Militar Ambiente Saúde Domicílio Comércio
16 Militar Sistemas de comando, controle, comunicação, computação, inteligência, vigilância, reconhecimento e objetivo Devido a Rápida distribuição Auto-organização Tolerância a falhas Alguns sensores podem ser destruídos sem grande prejuízos para a operação Alcance reduzido Evita escutas clandestinas
17 Militar Monitoramento de forças aliadas, equipamentos e munição Pequenos sensores indicam o estado Dados coletados e enviados para os líderes da tropa ou níveis mais altos na hierarquia Vigilância de campo de batalha Reconhecimento de forças inimigas e terreno Avaliação de prejuízos de batalha Detecção e reconhecimento de ataques nucleares, biológicos e químicos
18 Ambiente Rastreamento do movimento de pequenos animais como pássaros e insetos Monitoramento de condições ambientais que afetam a colheita e os animais Irrigação Detecção de fogo em florestas Pode-se determinar a origem e evitar o espalhamento Detecção de enchentes Através do nível das águas, tempo Mapeamento biocomplexo do ambiente Satélites não conseguem observar a biodiversidade de tamanho pequeno
19 Saúde Telemonitoramento de dados fisiológicos humanos Identificação de sintomas predefinidos mais cedo Melhor qualidade de vida do que em Centros Médicos Rastreamento e monitoramento de doutores e pacientes em hospitais Acompanhamento de Pulsação Pressão sanguínea Administração de medicamentos em hospitais Sensores identificam alergias e medicamentos requisitados
20 Domicílio Automação Ambiente inteligente
21 Comércio Controle ambiental em prédios de escritórios Ar-condicionado Aquecimento Museus interativos Detecção e monitoramento de roubo de carros Área geográfica Gerenciamento de controle de inventário Localização do item Registro do número de itens de mesma categoria Rastreamento e detecção de veículos
22 Arquitetura de redes de sensores Composta de Nós sensores Nó sorvedouro (sink) Nó gerente de tarefas Em princípio, todos os nós podem ser fonte, sorvedouro ou intermediário Nós sensores geralmente espalhados em um campo de sensores Nós sensores com capacidade de Coletar dados Rotear os dados para um sorvedouro Através de comunicações de múltiplos saltos (multihop)
23 Arquitetura de redes de sensores Nó sorvedouro Pode se comunicar com o nó gerente de tarefas através da Internet ou de satélite Função de Gateway Podem existir mais de um nó sorvedouro Hierarquia
24 Arquitetura de redes de sensores Arquitetura de redes de sensores (Fonte: Akyildiz)
25 Projeto de redes de sensores Influenciado por Tolerância a falhas Escalabilidade Custos de produção Limitações de hardware Topologia Ambiente operacional Meio de transmissão Consumo de energia
26 Tolerância a falhas Sensores podem falhar por Falta de energia Dano físico Interferência do ambiente Falha de nós sensores não deve afetar a tarefa geral da rede de sensores
27 Escalabilidade Número de sensores pode ser da ordem de centenas, milhares ou milhões Esquemas devem ser capazes de lidar com esse número de sensores
28 Custos de produção Rede composta por muitos sensores Custo de um sensor é muito importante Para justificar o custo total da rede Custo de um sensor deve ser de menos do que US$1 Custo de um rádio Bluetooth da ordem de US$10
29 Limitações de hardware Sensor é composto de quatro componentes básicos Unidade de sensoriamento Unidade de processamento Unidade transceptora Unidade de energia Outros componentes podem ser necessários Sistema de localização Gerador de energia Unidade de movimentação
30 Limitações de hardware Componentes de um nó sensor (Fonte: Akyildiz)
31 Limitações de hardware Unidade de sensoriamento Usualmente composta de Sensor Conversor A/D Unidade de processamento Geralmente associada a uma pequena unidade de armazenamento Gerencia os procedimentos que fazem o nó sensor colaborar com outros nós Geralmente envolvem Processador de 8 bits e 10 MHz Memória de 128 koctetos a 1 Mocteto
32 Limitações de hardware Unidade transceptora Conecta o nó à rede Largura de banda de 1 kbps a 1 Mbps Unidade de energia Pode-se extrair energia do ambiente Baterias solares
33 Limitações de hardware Sistema de localização Muitas vezes é necessário o conhecimento da localização dos sensores Roteamento Tarefas de sensoriamento Gerador de energia Unidade de movimentação Usada para mover os sensores
34 Limitações de hardware Características Tamanho Pequeno (caixa de fósforos) Depende do tipo de aplicação Consumo de pouca energia Operação em grandes densidades Baixo custo de produção e dispensáveis Autônomos e de operação sem assistência (manutenção) Adaptativos ao ambiente
35 Topologia Distância entre nós de algumas dezenas de metros Densidade de nós pode chegar a 20 nós/m 3 Manutenção da topologia
36 Topologia Manutenção e mudança de topologia divididas em três fases Preposicionamento e posicionamento Sensores jogados Uso de avião, foguete etc. Sensores colocados um-a-um Uso de uma pessoa ou robô Pós-posicionamento Topologia muda de acordo com Posição Alcance Energia disponível Mal funcionamento Detalhes de tarefas
37 Topologia Manutenção e mudança de topologia divididas em três fases (cont.) Recolocação de novos nós Substitui nós que não estão funcionando corretamente Mudança na dinâmica da tarefa
38 Ambiente operacional Sensores geralmente trabalham sem manutenção em áreas remotas Sensores podem trabalhar em Interior de máquinas grandes Fundo do mar Campo contaminado biologicamente ou quimicamente Campo de batalha Domicílio Prédio grande
39 Meio de transmissão Enlaces podem ser formados por Rádio Maioria dos sensores é baseada em RF Uso das faixas de 900 MHz e 2,4 GHz Infravermelho Robusto a interferência de dispositivos elétricos Transceptores mais baratos Porém requer linha de visada Meio óptico Requer linha de visada Meio de transmissão deve estar disponível no mundo todo
40 Consumo de energia Fonte de energia limitada Menor que 0,5 Ah, 1,2 V Substituição da fonte de energia pode ser impossível Tempo de vida do sensor depende da bateria Rede depende do consumo de energia dos sensores Cada nó sensor tem um duplo papel Gerador de dados Roteador de dados Pode isolar parte da rede
41 Consumo de energia Dividido em Sensoriamento Detecção de eventos Comunicação Gasta mais energia Transmissão em geral gasta mais do que a recepção Processamento de dados Estudos indicam que são equivalentes em termos de energia Envio de 1 KB a 100 m Execução de 3 milhões de instruções em um processador de 100 milhões de instruções por segundo Processamento de dados é essencial para diminuir o consumo de energia
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