Enterprise Java Beans
|
|
|
- Alícia Caiado Rico
- 10 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 Enterprise Java Beans Prof. Pasteur Ottoni de Miranda Junior DCC PUC Minas Disponível em 1-O que é um Enterprise Java Bean? O Entertprise Java Bean (EJB) é um componente server-side que encapsula a lógica de negócio de uma aplicação. A lógica de negócio é o código que preenche os objetivos da aplicação. Ocupa a camada web em em um container EJB. 2-Benefícios do uso de EJBs EJBs simplificam o desenvolvimento de aplicações grandes e distribuídas. Primeiro, porque o container EJB fornece serviços de nível de sistema a elas. Assim sendo o desenvolvedor pode se concentrar em resolver problemas do negócio. O container EJB é responsável por serviços como gestão de transações e autorizações de segurança. Segundo, porque são os EJBs que contêm a lógica de negócios, não os clientes. Assim sendo, o desenvolvedor da aplicação cliente pode se concentrar na apresentação, não tendo que implementar regras de negócio ou bancos de dados de acesso. Como resultado, clientes tornam-se mais leves, executáveis em máquinas menos poderosas. 1
2 Terceiro, porque EJBs são componentes portáteis, podendo ser reutilizados em outros aplicativos. 3-Quando usar EJBs Quando a aplicação for escalável. Para suportar um crescente número de usuários, pode-se desejar distribuir aplicações por múltipas máquinas. Quando transações devam garantir integridade dos dados. EJBs suportam transações. Quando a aplicação contém um grande número de clientes, leves e variados. 4-Tipos de EJBs 4.1-Session Beans Session beans encapsulam lógica de negócio que pode ser invocada programaticamente por um cliente de maneira local, remota ou via web service. Para acessar uma aplicação armazenada em um servidor, o cliente invoca os métodos do session bean. Tipos de session beans Stateful: Em um EJB stateful, suas variáveis de instância representam o estado de uma sessão única aberta entre o cliente e o EJB. Devido ao fato do cliente interagir com o o EJB, esse estado é frequentemente denominado estado conversacional. O estado é mantido enquanto durar a sessão cliente/ejb. São apropriados para as seguintes situações: O estado do EJB representa a interação entre o EJB e um cliente específico; O EJB precisa manter informação do cliente entre invocação de métodos; Stateless. Esses EJBs não mantêm um estado conversacional com o cliente. Quando o cliente invoca métodos de um EJB stateless, as variáveis de instância mantêm um estado específico apenas enquanto durar a execução do método. Quando esta termina, o estado não é mantido. Exceto durante a invocação de métodos, todas as instâncias de EJBs stateless são equivalentes, permitindo alocar uma instância para qualquer cliente. Provêem melhor escalabilidade para aplicações que requerem um número maior de clientes, pois aplicações requerem menos EJBs stateless do que stateful para atender ao mesmo número de clientes. Para incrementar a performance, deve-se escolher um EJB stateless se: Em uma única invocação de método, o EJB realiza uma tarefa genérica para todos os clientes; O EJB implementa um web service. Singleton - São instanciados apenas uma vez por aplicação e existem durante o ciclo de vida da mesma. São projetados para circunstâncias nas quais uma única instância do EJB é compartilhada e concorrentemente acessada por clientes. Oferecem a mesma funcionalidade dos EJBs stateful, a menos da instância única. O estado é mantido entre invocações de clientes, mas não quando ocorrem quedas do servidor. São apropriados nas seguintes circunstãncias: O estado precisa ser mantido durante a execução da aplicação; Um único EJB precisa ser acessado por múltiplos threads concorrentemente; 2
3 A aplicação precisa necessita que o EJB realize tarefas entre seu startup e shutdown. O EJB implementa um web service. 4.2-Message-driven Beans São EJBs que permitem a aplicações JEE processar mensagens assincronamente. Agem de maneira semelhante a um listener de eventos, mas ao invés de eventos, recebe mensagens provenientes de aplicações, outro EJB ou componentes web. Clientes não localizam message-driven beans e invocam métodos diretamente neles. Eles são acessados através de um serviço de mensagens (JMS), enviando mensagens ao destinatário (MessageListener). São executados mediante a recepção de uma mensagem vinda do cliente, assincronamente e stateless. Quando a mensagem chega, o container chama o método onmessage do messagedriven bean, que por sua vez chama métodos auxiliares (helper methods) para processá-la. Tudo isso ocorre em um contexto transacional. Eles não são acessados via interfaces, como session beans, ou seja, possuem apenas uma classe bean. 5-Acesso local ou remoto Acesso local: Cliente deve estar na mesma aplicação do EJB. Pode ser um componente web ou outro Local deve ser colocado no cabeçalho da interface do EJB local Acesso remoto: Pode rodar em uma máquina e JVM diferentes. Pode ser um componente web, uma aplicação cliente ou outro Remote deve ser colocado no cabeçalho da interface do EJB remote. 6-Interface do EJB Os métodos que darão acesso às regras de negócio do EJB devem estar contidos dentro de uma interface Java, como no exemplo abaixo: package com.webage.ejb; import public interface SimpleBean { public String sayhello(string name); 7-A classe que implementa a interface A classe que implementa a interface acima deve estar contida no mesmo pacote da mesma. Repare, abaixo, como declaramos o tipo do EJB (@Stateless, no caso). 3
4 package com.webage.ejb; import mappedname="ejb/simplebeanjndi") public class SimpleBeanImpl implements SimpleBean { public String sayhello(string name) { return "Hello " + name + "!"; 8)O cliente EJB A classe exibida abaixo faz o acesso ao Session Bean criado. O objeto ctx da classe InitialContext é instanciado e é um contexto criado para acesso ao Session Bean através do chamado JNDI (Java Name and Directory Interface) Lookup, que é uma interface para localização da instância do session bean. Em seguida, o SessionBean é instanciado, por meio de uma chamada ao método lookup de InitialContexto, passando-se com o parâmetro o caminho JNDI. Na linha seguinte, o método correspondente do bean (sayhello) é invocado explicitamente. package com.webage.client; import javax.naming.*; import com.webage.ejb.simplebean; public class TestClient { public void runtest() throws Exception { InitialContext ctx = new InitialContext(); SimpleBean bean = (SimpleBean) ctx.lookup("ejb/simplebeanjndi"); String result = bean.sayhello("billy Bob"); System.out.println(result); public static void main(string[] args) { try { TestClient cli = new TestClient(); cli.runtest(); catch (Exception e) { e.printstacktrace(); 4
5 REFERÊNCIAS SUN Microsystems/Oracle Tutorial JEE6 Material disponível em 5
Como criar um EJB. Criando um projeto EJB com um cliente WEB no Eclipse
Como criar um EJB Criando um projeto EJB com um cliente WEB no Eclipse Gabriel Novais Amorim Abril/2014 Este tutorial apresenta o passo a passo para se criar um projeto EJB no Eclipse com um cliente web
ENTERPRISE JAVABEANS 3. Msc. Daniele Carvalho Oliveira
ENTERPRISE JAVABEANS 3 Msc. Daniele Carvalho Oliveira Apostila Servlets e JSP www.argonavis.com.br/cursos/java/j550/index.html INTRODUÇÃO Introdução Enterprise JavaBeans é um padrão de modelo de componentes
UTILIZAÇÃO DA TECNOLOGIA ENTERPRISE JAVABEANS NO DESENVOLVIMENTO DE APLICAÇÕES DISTRÍBUIDAS
UTILIZAÇÃO DA TECNOLOGIA ENTERPRISE JAVABEANS NO DESENVOLVIMENTO DE APLICAÇÕES DISTRÍBUIDAS ¹Lucas Martins de Andrade, ¹Jaime William Dias ¹Universidade Paranaense (Unipar) Paranavaí PR Brasil [email protected]
PadrãoIX. Módulo II JAVA. Marcio de Carvalho Victorino. Servlets A,L,F,M
JAVA Marcio de Carvalho Victorino 1 Servlets 2 1 Plataforma WEB Baseada em HTTP (RFC 2068): Protocolo simples de transferência de arquivos Sem estado (não mantém sessão aberta) Funcionamento (simplificado):
J2EE. J2EE - Surgimento
J2EE Java 2 Enterprise Edition Objetivo: Definir uma plataforma padrão para aplicações distribuídas Simplificar o desenvolvimento de um modelo de aplicações baseadas em componentes J2EE - Surgimento Início:
Message Driven Beans. Apresentação. Introdução Implementação de MDBs Deployment no JBoss Java Messaging Service Exemplo
Message Driven Beans Apresentação Introdução Implementação de MDBs Deployment no JBoss Java Messaging Service Exemplo 1 Introdução Message Driven Beans são EJBs que consomem mensagens enviadas para filas
TDC2012. EJB simples e descomplicado, na prática. Slide 1
TDC2012 EJB simples e descomplicado, na prática Slide 1 Palestrantes Kleber Xavier Arquiteto Senior / Globalcode [email protected] Vinicius Senger Arquiteto Senior / Globalcode [email protected]
EJB. Session Beans. J2EE (C. Geyer) Introdução a SessionBean 1
EJB Session Beans J2EE (C. Geyer) Introdução a SessionBean 1 Autores! Autores " Cláudio Geyer " Eduardo Studzinski Estima de Castro (EJB 3.0) " Gisele Pinheiro Souza (EJB 3.0) J2EE (C. Geyer) Introdução
Serviço de Transação. Transação - Conceitos
Serviço de Transação Conceitos Tipos de Gerência de Transação JTA Transação - Conceitos Garantir as propriedades ACID Atomicidade Consistencia Isolamento Durabilidade Transações no modelo EJB Dois Tipos
UFG - Instituto de Informática
UFG - Instituto de Informática Especialização em Desenvolvimento de Aplicações Web com Interfaces Ricas EJB 3.0 Prof.: Fabrízzio A A M N Soares [email protected] Aula 6 EJB Enterprise Java
Arquitetura JEE Introdução à Camada de Negócios: Enterprise Java Beans (EJB) Marcos Kalinowski ([email protected])
Arquitetura JEE Introdução à Camada de Negócios: Enterprise Java Beans (EJB) ([email protected]) Agenda Arquiteturas Web em Java (Relembrando) Arquitetura Java EE Introdução a Enterprise Java Beans
SISTEMAS DISTRIBUÍDOS
SISTEMAS DISTRIBUÍDOS CUP Disk Memoey CUP Memoey Disk Network CUP Memoey Disk Remote Method Invocation (RMI) Introdução Solução JAVA para Objetos Distribuídos Um objeto existe em uma máquina É possível
Prof. Fellipe Araújo Aleixo [email protected]
Prof. Fellipe Araújo Aleixo [email protected] A arquitetura Enterprise JavaBeans é uma arquitetura de componentes para o desenvolvimento e a implantação de aplicativos de negócio distribuídos
Enterprise Java Bean. Enterprise JavaBeans
Enterprise Java Bean Introdução Elementos do Modelo Enterprise JavaBeans A especificação do Enterprise JavaBeansTM (EJB) define uma arquitetura para o desenvolvimento de componentes de software distribuídos
Middleware de Aplicações Paralelas/Distribuídas
Computação Paralela Middleware de Aplicações Paralelas/Distribuídas João Luís Ferreira Sobral Departamento do Informática Universidade do Minho Outubro 2005 Principais aspectos a gerir pelo Middleware
Sistemas Distribuídos na WEB (Plataformas para Aplicações Distribuídas) Sumário. Java 2 Enterprise Edition. J2EE (Java 2 Enterprise Edition)
Sistemas Distribuídos na WEB (Plataformas para Aplicações Distribuídas) J2EE () Sumário Introdução J2EE () APIs J2EE Web Container: Servlets e JSP Padrão XML 2 J2EE é Uma especificação para servidores
Web Technologies. Tópicos da apresentação
Web Technologies Tecnologias de Middleware 2004/2005 Hugo Simões [email protected] 1 A Web Tópicos da apresentação Tecnologias Web para suporte a clientes remotos (Applets,CGI,Servlets) Servidores Aplicacionais
Fundamentos da Plataforma Java EE. Prof. Fellipe Aleixo ([email protected])
Fundamentos da Plataforma Java EE Prof. Fellipe Aleixo ([email protected]) Como a plataforma Java EE trata o SERVIÇO DE NOMES Serviço de Nomes Num sistema distribuído os componentes necessitam
Aplicações Distribuídas Cliente/ Servidor Corporativas
Aplicações Distribuídas Cliente/ Servidor Corporativas Introdução Desenvolver e distribuir Servlets e aplicativos EJB. Desenvolver e distribuir aplicativos Enterprise JavaBeans (EJB). Introdução Simples
Sistemas Distribuídos e Tolerância a Falhas Mestrado em Engenharia Informática 1ª ano / 2ª semestre
Sistemas Distribuídos e Tolerância a Falhas Mestrado em Engenharia Informática 1ª ano / 2ª semestre Prática: 1 - A plataforma JEE (Java Enterprise Edition) UBI, DI, Paula Prata SDTF T01 1 Arquitectura
Invocação de Métodos Remotos
Invocação de Métodos Remotos Java RMI (Remote Method Invocation) Tópicos Tecnologia RMI Introdução Modelo de camadas do RMI Arquitetura Fluxo de operação do RMI Passos para implementação Estudo de caso
Aplicação da Arquitetura Multicamadas Utilizando Java. Raquel Schlickmann Orientador: Marcel Hugo
Aplicação da Arquitetura Multicamadas Utilizando Java Raquel Schlickmann Orientador: Marcel Hugo Roteiro Introdução Histórico da Arquitetura de Software Enterprise JavaBeans - EJB Voyager Implementação
Curso de Linguagem Java
Curso de Linguagem Java 1 Referência Bibliográfica: Enterprise JavaBeans 3.0 Bill Burke & Richard Monson Editora. Prentice Hall Tutorial do J2EE Bodoff Green Haase Jendrock - Pawlan Stearns Editora Campus
Computação Paralela. Uma framework para aplicações concorrentes João Luís Ferreira Sobral Departamento do Informática Universidade do Minho
Computação Paralela Uma framework para aplicações concorrentes João Luís Ferreira Sobral Departamento do Informática Universidade do Minho Dezembro 2005 Fases de desenvolvimento de aplicações paralelas
EJB 3.1: A Community Update
EJB 3.1: A Community Update Reza Rahman Autor, EJB 3 in Action Expert Group Member, Java EE 6 and EJB 3.1 Fundador, Cognicellence Julho de 2008 1 EJB 3.0: Revisão Breve > As grandes mudanças > EJB simplificado
A interface de uma mensagem é extremamente flexível e permite várias formas de customização de conteúdo. Figura 1 - Tipos de Mensagens JMS
Programando com Java Artigo http://mballem.wordpress.com/ Chat JMS com ActiveMQ Java Message Service Autor Marcio Ballem: é formado em Sistemas de Informação e possui certificação Oracle Certified Professional,
Stateful Session Beans
J530 - Enterprise JavaBeans Stateful Session Beans Helder da Rocha ([email protected]) argonavis.com.br 1 Stateful Session Beans Quando um cliente chama um método de um bean, ele está iniciando um diálogo
Como foi exposto anteriormente, os processos podem ter mais de um fluxo de execução. Cada fluxo de execução é chamado de thread.
5 THREADS Como foi exposto anteriormente, os processos podem ter mais de um fluxo de execução. Cada fluxo de execução é chamado de thread. 5.1 VISÃO GERAL Uma definição mais abrangente para threads é considerá-lo
MIDDLEWARE Aplicativos RMI, RPC e eventos Camadas Protocolo Requesição-Respostal Middleware Representação Externa dos Dados Sistemas Operacionais
RMI JAVA MIDDLEWARE Aplicativos RMI, RPC e eventos Protocolo Requesição-Respostal Camadas Middleware Representação Externa dos Dados Sistemas Operacionais RMI REMOTE METHOD INVOCATION Invocação remota
Sistemas Distribuídos: Conceitos e Projeto Java RMI
Sistemas Distribuídos: Conceitos e Projeto Java RMI Francisco José da Silva e Silva Laboratório de Sistemas Distribuídos (LSD) Departamento de Informática / UFMA http://www.lsd.deinf.ufma.br 19 de agosto
Explorando os novos recursos de EJB 3.1. Fabio Velloso [email protected]
Explorando os novos recursos de EJB 3.1 Fabio Velloso [email protected] Esta obra está licenciada sob uma Licença Creative Commons http://creativecommons.org/licenses/by-nc-sa/2.0/br/ Fabio Velloso
Especialização em desenvolvimento para web com interfaces ricas. Tratamento de exceções em Java Prof. Fabrízzio A. A. M. N. Soares
Especialização em desenvolvimento para web com interfaces ricas Tratamento de exceções em Java Prof. Fabrízzio A. A. M. N. Soares Objetivos Conceito de exceções Tratar exceções pelo uso de try, catch e
THREADS EM JAVA. George Gomes Cabral
THREADS EM JAVA George Gomes Cabral THREADS Fluxo seqüencial de controle dentro de um processo. Suporte a múltiplas linhas de execução permite que múltiplos processamentos ocorram em "paralelo" (em computadores
Universidade Federal de Juiz de Fora Ciência da Computação Sistemas Distribuídos Professor Ciro Barbosa
Universidade Federal de Juiz de Fora Ciência da Computação Sistemas Distribuídos Professor Ciro Barbosa Web Service Plínio Antunes Garcia Sam Ould Mohamed el Hacen Sumário Introdução conceitual O Web Service
Invocação de Métodos Remotos RMI (Remote Method Invocation)
Invocação de Métodos Remotos RMI (Remote Method Invocation) Programação com Objetos Distribuídos Um sistema de objetos distribuídos permite a operação com objetos remotos A partir de uma aplicação cliente
FBV - Linguagem de Programação II. Um pouco sobre Java
FBV - Linguagem de Programação II Um pouco sobre Java História 1992: um grupo de engenheiros da Sun Microsystems desenvolve uma linguagem para pequenos dispositivos, batizada de Oak Desenvolvida com base
Mini-curso Gratuito Globalcode Slide 1
Mini-curso Gratuito Slide 1 Mini-curso Gratuito Introdução Enterprise Java Beans (EJB) 3.0 Slide 2 Agenda Plataforma Java EE Conceitos Iniciais (EJB) Session Bean Message-Driven Bean (MDB) Java Persistence
Sistemas Distribuídos
Sistemas Distribuídos Marcelo Lobosco DCC/UFJF Comunicação em Sistemas Distribuídos Aula 06 Agenda Modelo Cliente-Servidor (cont.) Invocação Remota de Método (Remote Method Invocation RMI) Visão Geral
Framework. Marcos Paulo de Souza Brito João Paulo Raittes
Framework Marcos Paulo de Souza Brito João Paulo Raittes Sobre o seu surgimento A primeira versão do spring foi escrita por Rod Johnson em 2002, quando ele estava Lancando o seu livro Expert One-on-One
Java Spaces Exemplos
Java Spaces Exemplos Programação com Objetos Distribuídos (C. Geyer) Java Spaces - Exemplos V0 1 Autoria! Autores! Local " Cláudio Geyer " Instituto de Informática " UFRGS " disciplina: Programação com
Tutorial RMI (Remote Method Invocation) por Alabê Duarte
Tutorial RMI (Remote Method Invocation) por Alabê Duarte Este tutorial explica basicamente como se implementa a API chamada RMI (Remote Method Invocation). O RMI nada mais é que a Invocação de Métodos
A ) O cliente terá que implementar uma interface remota. . Definir a interface remota com os métodos que poderão ser acedidos remotamente
Java RMI - Remote Method Invocation Callbacks Folha 9-1 Vimos, na folha prática anterior, um exemplo muito simples de uma aplicação cliente/ servidor em que o cliente acede à referência remota de um objecto
Laboratório EJB e J2EE Uma aplicação completa
J530 - Enterprise JavaBeans Laboratório EJB e J2EE Uma aplicação completa Helder da Rocha ([email protected]) argonavis.com.br 1 Objetivos O objetivo deste módulo é construir e implantar uma aplicação J2EE
INF1013 MODELAGEM DE SOFTWARE
INF1013 MODELAGEM DE SOFTWARE Departamento de Informática Ivan Mathias Filho [email protected] Programa Capítulo 18 Sockets OLadoServidor O Lado Cliente Múltiplos Clientes 1 Programa Capítulo 18 Sockets
Enterprise Java Beans (III)
Enterprise Java Beans (III) Professor: Diego Passos UFF [email protected] Baseado no material original cedido pelo Professor Carlos Bazilio Última Aula Disponibilização do EJB no container. Arquivo descritor.
Java 2 Enterprise Edition Fundamentos básicos de Transações
Java 2 Enterprise Edition Fundamentos básicos de Transações Helder da Rocha www.argonavis.com.br 1 Objetivos Apresentar conceitos essenciais sobre transações em aplicações J2EE Este curso não aborda o
Chamadas Remotas de Procedimentos (RPC) O Conceito de Procedimentos. RPC: Programa Distribuído. RPC: Modelo de Execução
Chamadas Remotas de Chamada Remota de Procedimento (RPC) ou Chamada de Função ou Chamada de Subrotina Método de transferência de controle de parte de um processo para outra parte Procedimentos => permite
Sistemas Paralelos e Distribuídos - 2003/2004 Curso: Matemática /Informática Sistemas Distribuídos - 2003/2004 Curso: Ensino da Informática
Java RMI - Remote Method Invocation Folha 5-1 No modelo de programação orientada a objectos, vimos que um programa consiste numa colecção de objectos que comunicam entre si através da invocação dos seus
Arquitetura de Aplicações JSP/Web. Padrão Arquitetural MVC
Arquitetura de Aplicações JSP/Web Padrão Arquitetural MVC Arquitetura de Aplicações JSP/Web Ao projetar uma aplicação Web, é importante considerála como sendo formada por três componentes lógicos: camada
Implementando uma Classe e Criando Objetos a partir dela
Análise e Desenvolvimento de Sistemas ADS Programação Orientada a Obejeto POO 3º Semestre AULA 04 - INTRODUÇÃO À PROGRAMAÇÃO ORIENTADA A OBJETO (POO) Parte: 2 Prof. Cristóvão Cunha Implementando uma Classe
Prova Específica Cargo Desenvolvimento
UNIVERSIDADE FEDERAL DO PIAUÍ Centro de Educação Aberta e a Distância CEAD/UFPI Rua Olavo Bilac 1148 - Centro CEP 64.280-001 Teresina PI Brasil Fones (86) 3215-4101/ 3221-6227 ; Internet: www.uapi.edu.br
Descrição. Implementação. Departamento de Informática e Estatística Universidade Federal de Santa Catarina LAB 4 Transferência de Arquivos
Departamento de Informática e Estatística Universidade Federal de Santa Catarina LAB 4 Transferência de Arquivos Descrição Implemente nesta atividade de laboratório um programa em Java utilizando threads
PROGRAMAÇÃO ORIENTADA A OBJETOS -TRATAMENTO DE EXCEÇÕES. Prof. Angelo Augusto Frozza, M.Sc. [email protected]
PROGRAMAÇÃO ORIENTADA A OBJETOS -TRATAMENTO DE EXCEÇÕES Prof. Angelo Augusto Frozza, M.Sc. [email protected] ROTEIRO 5. Tratamento de Exceções Introdução e conceitos Capturando exceção usando
Projetos Corporativos Baseados na Tecnologia Java Que Falham: O Que Podemos Aprender Deles?
Projetos Corporativos Baseados na Tecnologia Java Que Falham: O Que Podemos Aprender Deles? Sobre o Palestrante Sun Certified Programmer for the Java 2 Platform 1.2 & 1.4 e Sun Certified Web Component
Introdução à Linguagem Java
Introdução à Linguagem Java Histórico: Início da década de 90. Pequeno grupo de projetos da Sun Microsystems, denominado Green. Criar uma nova geração de computadores portáveis, capazes de se comunicar
Exercício 1 : As classes abaixo serão utilizadas neste exercício: public class Ponto { int x; int y; public Ponto(int x, int y){ this.
Exercício 1 : As classes abaixo serão utilizadas neste exercício: public class Ponto { int x; int y; public Ponto(int x, int y){ this.x = x; this.y = y; public String tostring(){ return "(" + x + "," +
4 Um Exemplo de Implementação
4 Um Exemplo de Implementação Neste capítulo será discutida uma implementação baseada na arquitetura proposta. Para tanto, será explicado como a arquitetura proposta se casa com as necessidades da aplicação
Laboratório de Computação VI JAVA IDL. Fabricio Aparecido Breve - 981648-9
Laboratório de Computação VI JAVA IDL Fabricio Aparecido Breve - 981648-9 O que é Java IDL? Java IDL é uma tecnologia para objetos distribuídos, ou seja, objetos em diferentes plataformas interagindo através
Objetos Distribuídos - Programação Distribuída Orientado a Objetos. Luiz Affonso Guedes
Objetos Distribuídos - Programação Distribuída Orientado a Objetos Luiz Affonso Guedes Introdução Conceitos básicos programação distribuída + programação orientada a objetos = Objetos distribuídos Motivação
Java 2 Enterprise Edition Uma aplicação J2EE completa
Java 2 Enterprise Edition Uma aplicação J2EE completa Helder da Rocha www.argonavis.com.br 1 Objetivos O objetivo deste módulo é construir e implantar uma aplicação J2EE completa Inicialmente, será mostrada
Prática da Disciplina de Sistemas Distribuídos Serviços Web IFMA DAI Professor Mauro Lopes C. Silva
1. O que são Serviços Web (Web Services)? Prática da Disciplina de Sistemas Distribuídos Serviços Web IFMA DAI Professor Mauro Lopes C. Silva A ideia central dos Web Services parte da antiga necessidade
Num sistema de objectos distribuídos, dois conceitos são fundamentais.
Folha 10-1 Java RMI - Remote Method Invocation No modelo de programação orientada a objectos, vimos que um programa consiste numa colecção de objectos que comunicam entre si através da invocação dos seus
Linguagem de Programação JAVA. Técnico em Informática Professora Michelle Nery
Linguagem de Programação JAVA Técnico em Informática Professora Michelle Nery Agenda Regras paravariáveis Identificadores Válidos Convenção de Nomenclatura Palavras-chaves em Java Tipos de Variáveis em
RMI/JNDI - Fundamentos
c o l u n a Professor J RMI/JNDI - Fundamentos Um exemplo prático do que são e de como funcionam RMI e JNDI Roberto Vezzoni ([email protected]): SCJP, faz Ciência da Computação na Faesa e atua
Java Laboratório Aula 1. Divisões da Plataforma. Introdução a Plataforma Java. Visão geral da arquitetura da
Java Laboratório Aula 1 Programação orientada a objetos Profa. Renata e Cristiane Introdução a Plataforma Java O que é Java? Tecnologia Linguagem de Programação Ambiente de Execução (JVM) Tudo isso é a
EJB ainda tem vez no Java EE 6? Fernando Lozano Consultor 4Linux [email protected]
EJB ainda tem vez no Java EE 6? Fernando Lozano Consultor 4Linux [email protected] Você Gosta do EJB? O EJB esteve por muito tempo na berlinda do mundo Java É pesado... É complicado... Código muito
SISTEMAS DISTRIBUIDOS
1 2 Caracterização de Sistemas Distribuídos: Os sistemas distribuídos estão em toda parte. A Internet permite que usuários de todo o mundo acessem seus serviços onde quer que possam estar. Cada organização
Java. Marcio de Carvalho Victorino www.dominandoti.eng.br
Java Marcio de Carvalho Victorino www.dominandoti.eng.br 3. Considere as instruções Java abaixo: int cont1 = 3; int cont2 = 2; int cont3 = 1; cont1 += cont3++; cont1 -= --cont2; cont3 = cont2++; Após a
Padrão Arquitetura em Camadas
Padrão Arquitetura em Camadas Universidade Católica de Pernambuco Ciência da Computação Prof. Márcio Bueno [email protected] Fonte: Material da Profª Karina Oliveira Definição Estimula a organização
Java para Desenvolvimento Web
Java para Desenvolvimento Web Servlets A tecnologia Servlet foi introduzida pela Sun Microsystems em 1996, aprimorando e estendendo a funcionalidade e capacidade de servidores Web. Servlets é uma API para
Uma Introdução à Arquitetura CORBA. O Object Request Broker (ORB)
Uma Introdução à Arquitetura Francisco C. R. Reverbel 1 Copyright 1998-2006 Francisco Reverbel O Object Request Broker (ORB) Via de comunicação entre objetos (object bus), na arquitetura do OMG Definido
Guia de Fatores de Qualidade de OO e Java
Qualiti Software Processes Guia de Fatores de Qualidade de OO e Java Versã o 1.0 Este documento só pode ser utilizado para fins educacionais, no Centro de Informática da Universidade Federal de Pernambuco.
Sistemas Distribuídos
Sistemas Distribuídos LICENCIATURA EM COMPUTAÇÃO Prof. Adriano Avelar Site: www.adrianoavelar.com Email: [email protected] Relembrando... Mecanismos de Comunicação Middleware Cenário em uma rede Local
Curso de Java. Orientação a objetos e a Linguagem JAVA. TodososdireitosreservadosKlais
Curso de Java Orientação a objetos e a Linguagem JAVA Roteiro A linguagem Java e a máquina virtual Objetos e Classes Encapsulamento, Herança e Polimorfismo Primeiro Exemplo A Linguagem JAVA Principais
Java : Comunicação Cliente-Servidor.
Java : Comunicação Cliente-Servidor. Objetivo: Capacitar o aluno a desenvolver uma aplicação servidora para múltiplos clientes. Apresentar as classes Socket e ServerSocket, classes de fluxo de dados, a
UFG - Instituto de Informática
UFG - Instituto de Informática Especialização em Desenvolvimento de Aplicações Web com Interfaces Ricas EJB 3.0 Prof.: Fabrízzio A A M N Soares [email protected] Aula 5 Servidores de Aplicação
Grupo I [7v] 1. [1,0] Apresente o conteúdo do IDL relativo a este programa. Assuma PROGRAM=62015 e VERSION=1.
Número: Nome: Página 1 de 6 LEIC/LETI, 2014/15, Repescagem do 1º Teste de Sistemas Distribuídos 30 de Junho de 2015 Responda no enunciado, apenas no espaço fornecido. Identifique todas as folhas. Duração:
Linguagem de Programação JAVA. Professora Michelle Nery Nomeclaturas
Linguagem de Programação JAVA Professora Michelle Nery Nomeclaturas Conteúdo Programático Nomeclaturas JDK JRE JEE JSE JME JVM Toolkits Swing AWT/SWT JDBC EJB JNI JSP Conteúdo Programático Nomenclatures
Java Básico. Classes Abstratas, Exceções e Interfaces Prof. Fernando Vanini Ic-Unicamp
Java Básico Classes Abstratas, Exceções e Interfaces Prof. Fernando Vanini Ic-Unicamp Classes Abstratas construção de uma classe abstrata construção de classes derivadas Classes e Herança Uma classe define
Argo Navis J931 - Padrões de Design J2EE. Introdução. Objetivos de aprender padrões J2EE. Conhecer padrões para uso na plataforma J2EE
Padrões de Projeto J2EE J931 Introdução Helder da Rocha ([email protected]) argonavis.com.br Objetivos de aprender padrões J2EE Conhecer padrões para uso na plataforma J2EE Padrões permitem maior reuso, menos
J530 - Enterprise JavaBeans. Introdução a EJB e Stateless. Session Beans. argonavis.com.br. Helder da Rocha ([email protected])
J530 - Enterprise JavaBeans Introdução a EJB e Stateless Session Beans Helder da Rocha ([email protected]) argonavis.com.br 1 Componentes de um EJB Para que o container possa gerar o código necessário é preciso
4 - Padrões da Camada de Integração. Introdução
Padrões de Projeto J2EE J931 Padrões da Camada de Integração Helder da Rocha ([email protected]) argonavis.com.br Introdução A camada de integração encapsula a lógica relacionada com a integração do sistema
UNIVERSIDADE. Sistemas Distribuídos
UNIVERSIDADE Sistemas Distribuídos Ciência da Computação Prof. Jesus José de Oliveira Neto Web Services Web Services Existem diferentes tipos de comunicação em um sistema distribuído: Sockets Invocação
Adriano Reine Bueno Rafael Barros Silva
Adriano Reine Bueno Rafael Barros Silva Introdução RMI Tecnologias Semelhantes Arquitetura RMI Funcionamento Serialização dos dados Criando Aplicações Distribuídas com RMI Segurança Exemplo prático Referências
EXERCÍCIOS SOBRE ORIENTAÇÃO A OBJETOS
Campus Cachoeiro de Itapemirim Curso Técnico em Informática Disciplina: Análise e Projeto de Sistemas Professor: Rafael Vargas Mesquita Este exercício deve ser manuscrito e entregue na próxima aula; Valor
(UFF) JDBC (I) TEPIS II
Aula 20: JDBC (I) Diego Passos Universidade Federal Fluminense Técnicas de Projeto e Implementação de Sistemas II Diego Passos (UFF) JDBC (I) TEPIS II 1 / 33 JDBC: Introdução Especificação que provê acesso
Java 2 Standard Edition. Fundamentos de. Objetos Remotos. Helder da Rocha www.argonavis.com.br
Java 2 Standard Edition Fundamentos de Objetos Remotos Helder da Rocha www.argonavis.com.br 1 Sobre este módulo Este módulo tem como objetivo dar uma visão geral, porém prática, da criação e uso de objetos
J2EE TM Java 2 Plataform, Enterprise Edition
CURSO DE GRADUAÇÃO J2EE TM Java 2 Plataform, Enterprise Edition Antonio Benedito Coimbra Sampaio Junior [email protected] OBJETIVOS DO CURSO Capacitar os alunos no desenvolvimento de aplicações para a WEB com
Aula 30 - Sockets em Java
Aula 30 - Sockets em Java Sockets Sockets são estruturas que permitem que funções de software se interconectem. O conceito é o mesmo de um soquete (elétrico, telefônico, etc...), que serve para interconectar
3 Um Framework Orientado a Aspectos para Monitoramento e Análise de Processos de Negócio
32 3 Um Framework Orientado a Aspectos para Monitoramento e Análise de Processos de Negócio Este capítulo apresenta o framework orientado a aspectos para monitoramento e análise de processos de negócio
Componentes no Java EE
Unidade III Componentes no Plataforma Java Enterprise Edition Adiciona ao Java suporte para: Desenvolvimento de Aplicações Web: JSP, Servlets e Componentes de Negócio: Interconexão com Sistemas Legados:
Sistemas Distribuídos
Sistemas Distribuídos Modelo Cliente-Servidor: Introdução aos tipos de servidores e clientes Prof. MSc. Hugo Souza Iniciando o módulo 03 da primeira unidade, iremos abordar sobre o Modelo Cliente-Servidor
Desenvolvimento WEB II. Professora: Kelly de Paula Cunha
Desenvolvimento WEB II Professora: Kelly de Paula Cunha O Java EE (Java Enterprise Edition): série de especificações detalhadas, dando uma receita de como deve ser implementado um software que utiliza
Relacionamentos entre objetos. Relacionamentos entre objetos. Relacionamentos entre objetos. Relacionamentos entre objetos
Programação Orientada a Objetos Relacionamentos entre objetos Associação, composição e agregação Construtores e sobrecarga Variáveis de classe e de instância Reinaldo Gomes [email protected] Objetos
