Rede Portuguesa de Matemática na Indústria
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- Bruno Vieira Figueiroa
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1 Rede Portuguesa de Matemática na Indústria Apresentação dos resultados dos grupos de trabalho Adérito Araújo FCT/UNL, 15 de Julho de 2014
2 Grupos de trabalho Grupo 1: Levantamento de outras redes nacionais Coordenadores: Fernando Pestana da Costa e José Matias Grupo 2: Ponto da situação nacional Coordenadores: Paula Cerejeira, Joaquim Correia e Rui Rodrigues Grupo 3: Ligação ao ensino Coordenadores: Isabel Cristina e Ana Moura Grupo 4: Oportunidades e desafios Coordenadores: Manuel Cruz, Cláudia Nunes e Alberto Pinto
3 Grupo 1: Outras redes nacionais Ver lista em: Redes de cariz informal; Áustria, Hungria, Suécia; redes de cariz formal: França, Alemanha, Holanda, Espanha, Itália, Reino Unido; outra: Polónia; A rede holandesa não se dedica exclusivamente à MI; Elaborado um inquérito às várias redes (poucos responderam).
4 Grupo 1: Outras redes nacionais
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7 Grupo 2: Situação nacional Elaborado um inquérito para fazer o levantamento da situação nacional; Construído um template para reportar histórias de sucesso; Foi o levantamento de dois casos particulares: Évora e UNL
8 Grupo 2: Situação nacional Inquérito Tecido industrial circundante Existência de parque industrial na proximidade? Tipo de empresas; Relação instituição / tecido industrial circundante Tópicos matemáticos abordados com possível aplicação industrial; Sectores industriais com que colabora; Casos de sucesso; Consultadorias; Eventos organizados; Empregabilidade dos alunos na indústria Infra-estruturas da instituição Tamanho da instituição; Breve descrição do grupo; Gabinetes de apoio a projectos Dificuldades enfrentadas
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10 Grupo 3: Ligação ao ensino Levantamento exaustivo da situação nacional Informar, inspirar, estimular e convencer a Academia Benefícios de uma relação Indústria / Rede PT-Math-IN / Academia Programas de ensino; modelo de mestrado ECMI Formação continuada
11 Grupo 3: Ligação ao ensino Informar, inspirar, estimular e convencer a Academia Divulgação de casos de sucesso; ESGIs; workshops/conferências; apoio à criação de start ups e registos de patentes; Seminários proferidos por recentes graduados em Matemática que escolheram seguir a carreira industrial; modelling weeks; projectos com alunos pré-universitários. Benefícios de uma relação Indústria/PT-Math-IN /Academia Para a academia: Criar estágios para os alunos na indústria; aumentar o leque de saídas profissionais para alunos; parcerias inter-universitárias; alargar mapas de estágios; Para os alunos: Estudar problemas reais, casos de estudo práticos; formação direcionada; Potenciar a empregabilidade.
12 Grupo 3: Ligação ao ensino Programas de ensino; modelo de mestrado ECMI A Rede Portuguesa de Matemática na Indústria deve contribuir para a harmonização dos programas educacionais em Matemática Industrial, criando uma coesão nestas designações, e ainda para o alargamento geográfico destes cursos no país; Em Portugal, devem ser criados cursos superiores de Matemática Industrial, ao nível de licenciatura, mestrado e doutoramento, com programas comuns a várias universidades e que interliguem alunos e docentes de várias instituições de ensino, de forma a criar uma comunidade científica neste processo; Difundir o modelo de mestrado do ECMI. Formação continuada
13 Grupo 4: Oportunidades e desafios Apresentadas algumas considerações sobre as oportunidades e desafios inerentes à criação daquela rede. Factos e oportunidades: a nível da indústria; a nível político; a nível académico; a nível de financiamento Desafios: a nível da POR-MATHS-IN; a nível industrial; a nível académico
14 Grupo 4: Oportunidades e desafios Factos e oportunidades A nível da indústria: grandes empresas; PMEs; grupos e associações sectoriais; A nível político: a MI potencia a inovação, potenciando a economia nacional; A nível académico: o desenvolvimento de novas linhas de investigação e financiamento; captação de estudantes; consultoria; fundos europeus. Desafios: a nível da POR-MATHS-IN; a nível industrial; a nível académico
15 Grupo 4: Oportunidades e desafios Desafios: a nível da POR-MATHS-IN; a nível industrial; a nível académico. A nível da POR-MATHS-IN: Como aumentar a visibilidade dos centros? Quais os estatutos da rede? Como compaginar os interesses individuais com os interesses nacionais? Como garantir a qualidade? Como gerir os fundos gerados pela rede? A nível industrial: a matemática tem aqui uma oportunidade para se afirmar como uma mais-valia; A nível académico: valorização da actividade de MI; desenvolver programas de ensino adequados (licenciatura, mestrado e doutoramento); envolvimento de alunos em actividades de modelação.
16 Considerações finais Rede formal ou informal? Aproveitar redes já existentes (CIM/CNM/APMInd/...)? Quem são os membros? Qual a missão da rede? Novos grupos de trabalho? Novas pessoas? Datas: 26/Set/2014 (Braga, reunião CNM com os presidentes do ERC, J-P Bourguignon e EU-MATHS-IN, Mario Primicerio); 3-5/Out/ 2014 (Aveiro, 5º Encontro Ibérico de Matemática, com sessão de MI) Ver:
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