1. JUSTIFICATIVA E OBJETIVOS
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- Adriana Mangueira Pacheco
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2 1. JUSTIFICATIVA E OBJETIVOS A Especialização Técnica de Nível Médio em Prótese Total compõe o itinerário formativo da Habilitação Técnica de Nível Médio em Prótese Dentária, Eixo Tecnológico Ambiente e Saúde; atende ao disposto na Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB) Lei Federal nº /96, nas Resoluções CNE/CEB nº. 04/2010 e 06/2012, nos Pareceres CNE/CEB nº. CNE/CEB 14/02, 07/2010 e 11/2012, no Regimento das Unidades Educacionais e nas demais normas do sistema de ensino, bem como na Lei Federal nº 6.710/79, Decreto nº /82, que regulamentam as atividades do Técnico em Prótese Dentária. Com o objetivo de atualizar o perfil profissional de conclusão, para que os egressos possam acompanhar as transformações do setor produtivo e da sociedade, o Plano de Curso de Especialização Técnica em Prótese Total, aprovado pela Portaria Senac/GDE nº 42/2006, publicado no Diário Oficial do Estado, pela Portaria CEE/GP-272, em 22/07/2006 passa, nesta oportunidade, por revisão, mantendo-se alinhado às exigências específicas da ocupação, incorporando as inovações decorrentes dos avanços científicos e tecnológicos deste segmento, da experiência acumulada pela instituição e de novas tecnologias educacionais. A saúde, por definição, não é apenas o bem-estar físico, mas também o psíquico e social 1. A odontologia tem na prótese a sua expressão mais médica, ao substituir no corpo humano um segmento anatômico perdido 2. A prótese dentária, por sua vez, é a especialidade da odontologia que tem como objetivo a reconstrução, por meio de trabalhos protéticos, dos dentes parcialmente destruídos, bem como a reposição de dentes ausentes, visando à manutenção das funções do sistema estomatognático e proporcionando ao paciente a função, a saúde, o conforto e a estética 3, devolvendo-lhe assim o bem-estar psíquico e social. Dentre os vários tipos de próteses dentárias, a prótese total é uma das mais complexas, visto que é utilizada em casos nos quais, junto com os dentes, o indivíduo perde todas as referências mastigatórias, restando-lhe apenas a distância intermaxilar e os músculos da mastigação. A prótese total ainda é o tratamento mais indicado para reabilitar o edentado total e proporciona estética, fonética e mastigação. Em certa forma, pode-se dizer que reintegra o indivíduo à sociedade, já que uma pessoa sem seus dentes sente-se 1 A "Organização Mundial de Saúde" (OMS) define a saúde como "um estado de completo bem-estar físico, mental e social e não somente ausência de afecções e enfermidades". Disponível em:< Acesso em: TURANO, J. C. Fundamentos de Prótese Total. 9ª edição. São Paulo: Santos, Conselho Federal de Odontologia (CFO). Consolidação das normas para procedimentos nos conselhos de Odontologia. Disponível em: < Acesso em:
3 socialmente excluída 4. Nascida com a odontologia como ciência e arte (Fouchard, 1728) 5, consiste na confecção de dispositivos utilizados na reabilitação dos pacientes inválidos dentais. Promove a reposição dos dentes e do volume alveolar perdidos em uma arcada totalmente edêntula, visando restabelecer as funções mastigatória, fonética e estética com harmonia facial. Nas últimas décadas do século XX a odontologia iniciou uma nova fase, com a evolução tecnológica voltada à osseointegração, os materiais adesivos, os novos biomateriais e as técnicas de restauração e regeneração tecidual. Com o surgimento da osseointegração, as possibilidades de reabilitação oferecidas pela odontologia se ampliaram e passaram a demandar uma maior integração entre o técnico em prótese dentária e o cirurgiãodentista. Este último, por sua vez, deparou-se com a necessidade de mobilizar conhecimentos relativos à confecção da prótese total para a realização do diagnóstico, o planejamento e a execução dos implantes. Nesse sentido, o planejamento reverso adquiriu especial importância, passando a instalação dos implantes a ser realizada com base em um planejamento protético pré-estabelecido 6. Ao lado do câncer de boca, a ausência de dentes é um dos mais graves problemas da saúde bucal no Brasil. Estima-se que oito milhões de pessoas precisam de prótese dentária no país. De acordo com o levantamento epidemiológico realizado no Projeto SB Brasil , a necessidade de prótese dentária constatou-se principalmente na população brasileira das faixas etárias de 15 a 19, 35 a 44 e 65 a 74. Por outro lado, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) 8, a população brasileira de mais de 60 anos poderá chegar a 16% da população total em 2030, o que mostra que o número de pacientes que necessitam de reconstruções protéticas tende a aumentar. Atualmente, 75% dos idosos são desdentados, e entre os adultos com idade entre 30 a 44 anos esse índice é de 30%. O Ministério da Saúde registra, ainda, um total de adolescentes desdentados sem prótese na boca. Existe, portanto, um amplo mercado para o Técnico em Prótese Dentária. Segundo estimativas do INCA 9 ( ), foram identificados no Brasil, no ano de 2012, casos novos de câncer da cavidade bucal em homens e em mulheres. Esses valores correspondem a um risco estimado de dez casos novos a cada homens e quatro a cada mulheres. Sem considerar as neoplasias malignas da pele, o câncer de boca em homens é o quinto mais frequente na região 4 COSTA, S.C; REBOLLAL, J.; BRAZ, D. B. U. Descomplicando a Prótese Total: Perguntas e respostas. SÃO Paulo: Napoleão, FOUCHARD, P. Le Chirurgien Dentiste, 1728 Disponível em < Acesso em: COSTA, S.C; REBOLLAL, J.; BRAZ, D. B. U. Descomplicando a Prótese Total: Perguntas e respostas. SÃO Paulo: Napoleão, Projeto SB Brasil Disponível em: < >.Acesso em: IBGE. Disponível em: < Acesso em: INCA Estatísticas Disponível em < Acesso em
4 Sudeste (15/ ) e o nono para as mulheres (6/ ). São Paulo é o estado com maior estimativa de incidência para 2012 e Frente a esse cenário, o Governo Federal lançou o Programa Brasil Sorridente englobando os Centros de Especialidades Odontológicas (CEO), uma das frentes de atuação da Política Nacional de Saúde Bucal. O tratamento oferecido nesses centros é uma continuidade do trabalho realizado pela rede de atenção básica, em que o Técnico em Prótese Dentária faz parte da equipe atuando nos Laboratórios Regionais de Próteses Dentárias (LRPD), na confecção das próteses totais, parciais removíveis e fixas. A partir de 2011 o Programa Brasil Sorridente passou a oferecer também o implante dentário como uma nova opção de tratamento. Segundo o Conselho Federal de Odontologia - CFO 10, atualmente existem dentistas e técnicos em prótese dentária inscritos no país, dos quais e respectivamente estão no estado de São Paulo, que conta ainda com cirurgiões-dentistas especialistas em Prótese Dentária e em Implantodontia. Assim, o mercado de trabalho passou a requisitar técnicos em prótese dentária especialistas em prótese total para atuarem junto com cirurgiões-dentistas especialistas em prótese dentária e em implantodontia, surgindo diversas possibilidades de inserção profissional em laboratórios de prótese dentária, empresas de materiais odontológicos e hospitais que possuem atendimento bucomaxilofacial e laboratório próprio, por meio da execução da fase laboratorial da confecção das próteses dentárias totais, bem como de dispositivos diferenciados para reabilitar pacientes que sofreram mutilações para retirada do câncer bucal. Nesse contexto, o oferece a Especialização Técnica de Nível Médio em Prótese Total, com o objetivo do formar profissionais qualificados para atender às necessidades de mercado, de acordo com parâmetros de qualidade da área odontológica. A instituição se propõe a permanente atualização deste Plano de Curso, a fim de acompanhar as transformações tecnológicas e socioculturais do mundo do trabalho, especialmente da área de saúde e do campo da odontologia, mediante contato permanente com especialistas da área e o setor produtivo. 2. REQUISITOS DE ACESSO Para matrícula neste curso, os (as) candidatos (as) devem ter concluído o Curso Técnico em Prótese Dentária. Documentos Requerimento de Matrícula. 10 Conselho Federal de Odontologia (CFO). Dados Estatísticos. Disponível em: < Acesso em:
5 Documento de Identidade (RG) (cópia simples). Diploma de Técnico em Prótese Dentária (original e cópia simples ou cópia autenticada). Observação: O candidato que ainda não possua o diploma de Técnico em Prótese Dentária poderá apresentar o Histórico Escolar de conclusão do curso, em 02 vias, porém, deverá ser comunicado de que a entrega do certificado desta especialização técnica de nível médio em Prótese Total dependerá da apresentação do referido diploma, devidamente registrado. As inscrições e as matrículas serão efetuadas conforme cronograma estabelecido pela Unidade, atendidos os requisitos de acesso e nos termos regimentais. 3. PERFIL PROFISSIONAL DE CONCLUSÃO O Especialista Técnico de Nível Médio em Prótese Total é o profissional que trabalha em laboratórios de prótese dentária de instituições de saúde públicas ou privadas, bem como prestando consultoria em empresas produtoras e importadoras de materiais odontológicos. Atua em conjunto com o cirurgião-dentista, prestando suporte técnico na fase laboratorial, no planejamento e na confecção de próteses totais, visando soluções adequadas para os mais diversos perfis de pacientes/clientes edêntulos. Confecciona dispositivos diferenciados que contribuem com a reabilitação de pacientes que sofreram severas mutilações para retirada do câncer bucal ou em casos de acidentes balísticos, devolvendo a mastigação, a deglutição, a fonética e a estética. Desempenha-se também no auxílio ao plano de tratamento odontológico com implantes, realizando o planejamento laboratorial de próteses totais sobre implante e confeccionando suas estruturas acrílicas. Para atender às demandas do processo produtivo, o Especialista Técnico de Nível Médio em Prótese Total deverá constituir as seguintes competências profissionais: Planejar próteses totais convencionais (mucossuportadas), imediatas, oncológicas e sobre implante, por meio da análise de modelos anatômicos, da confecção de moldeiras individuais e da base de prova acrílica e da elaboração de planos de orientação, a fim de proporcionar diretrizes que subsidiem a escolha das técnicas a serem utilizadas no processo de confecção. Confeccionar próteses totais convencionais (mucossuportadas), imediatas, oncológicas e estruturas acrílicas para próteses totais sobre implante, com base no processo de 5
6 elaboração da prótese total convencional e considerando as particularidades de cada dispositivo protético específico conforme as próprias atribuições e limites de atuação profissional, visando desenvolver soluções laboratoriais adequadas ao tratamento proposto pelo cirurgião-dentista. 4. ORGANIZAÇÃO CURRICULAR A organização curricular do curso de Especialização Técnica de Nível Médio em Prótese Total está estruturada em três módulos independentes e sem terminalidade. A aprovação no módulo I é pré-requisito para prosseguimento nos módulos II e III. M Ó D U L O S Carga Horária I Planejamento e Confecção de Prótese Total Convencional 180 II Planejamento e Confecção de Próteses Oncológicas e Imediatas 60 III Planejamento e Acrilização de Prótese Total sobre Implante 60 TOTAL DE HORAS 300 Módulo I Planejamento e Confecção de Prótese Total Convencional - Prevê a atuação do aluno no planejamento e na confecção de próteses totais convencionais (mucossuportadas), por meio do desenvolvimento de competências relativas à análise de modelos anatômicos, à confecção de moldeiras individuais e da base de prova acrílica, à elaboração de planos de orientação e à utilização de diferentes técnicas de montagem dos dentes artificiais e de acrilização caracterizada. É desenvolvido isoladamente, no início do curso. Sua aprovação é necessária para a realização dos módulos II e III. Módulo II Planejamento e Confecção de Próteses Oncológicas e Imediatas - Prevê a atuação do aluno no planejamento e na confecção de próteses oncológicas e imediatas, considerando as particularidades desses dispositivos protéticos e com base no processo de elaboração da prótese total convencional (mucossuportada). Para tal, promove o desenvolvimento de competências relativas à base de prova acrílica, ao plano de orientação e à montagem de dentes (no caso das próteses imediatas), bem como à elaboração de placas obturadoras, guias cirúrgicos, abridores de boca e abaixadores de língua para radioterapia e próteses totais ocas e obturadoras (no caso das próteses oncológicas). Pode ser desenvolvido isoladamente, antes ou depois do Módulo III, ou em concomitância com este. Para sua realização é necessário ter concluído com aprovação o módulo I. 6
7 Módulo III Planejamento e Acrilização de Prótese Total sobre Implante - Prevê a atuação do aluno no planejamento de próteses totais sobre implante (Overdenture, Protocolo Bränemark carga tardia e Protocolo Bränemark carga imediata) e na confecção da correspondente estrutura acrílica, considerando as particularidades desses dispositivos protéticos e com base no processo de elaboração da prótese total convencional (mucossuportada). Para tal, promove o desenvolvimento de competências relativas ao planejamento reverso, à análise do modelo anatômico e à seleção de componentes conforme as atribuições e limites de atuação profissional do Técnico em Prótese Dentária Especialista em Prótese Total. Pode ser desenvolvido isoladamente, antes ou depois do Módulo II, ou em concomitância com este. Para sua realização é necessário ter concluído com aprovação o módulo I. COMPETÊNCIAS PROFISSIONAIS A SEREM DESENVOLVIDAS NOS MÓDULOS Módulo I Planejamento e Confecção de Prótese Total Convencional Realizar o planejamento laboratorial da prótese total convencional (mucossuportada), por meio da análise do modelo anatômico preliminar e dos modelos anatômicos de trabalho, bem como da confecção das moldeiras individuais e da base de prova acrílica, a fim de proporcionar diretrizes que subsidiem a escolha das técnicas a serem utilizadas no processo de confecção. Confeccionar a prótese total convencional (mucossuportada), por meio da elaboração dos planos de orientação e da utilização de diferentes técnicas de montagem dos dentes artificiais e de acrilização caracterizada, visando desenvolver soluções laboratoriais adequadas ao tratamento proposto pelo cirurgião-dentista. Módulo II Planejamento e Confecção de Próteses Oncológicas e Imediatas Realizar o planejamento laboratorial e a confecção da prótese total imediata, considerando as particularidades desse tipo de dispositivo protético no que diz respeito à moldeira individual, à base de prova, ao plano de orientação e à montagem de dentes, com base no processo de elaboração da prótese total convencional (mucossuportada), a fim de contribuir com a reabilitação de pacientes submetidos a cirurgias de remoção de dentes remanescentes. Realizar o planejamento laboratorial e a confecção da prótese total oncológica e dos demais dispositivos utilizados nas diferentes etapas do tratamento do câncer bucal, utilizando técnicas relativas à elaboração de placas obturadoras, guias cirúrgicos, abridores de boca e abaixadores de língua para radioterapia e próteses totais ocas e obturadoras, a fim de auxiliar no tratamento e na reabilitação do paciente oncológico. 7
8 Módulo III Planejamento e Acrilização de Prótese Total sobre Implante Realizar o planejamento laboratorial de próteses totais sobre implante (Overdenture, Protocolo Bränemark Carga Tardia e Protocolo Bränemark Carga Imediata), considerando suas particularidades no que diz respeito ao modelo anatômico, ao planejamento reverso e aos componentes utilizados, com base no processo da prótese total convencional (mucossuportada), a fim de proporcionar diretrizes que subsidiem a escolha das técnicas a serem empregadas na confecção. Confeccionar estruturas acrílicas para próteses sobre implante (Overdenture, Protocolo Bränemark Carga Tardia e Protocolo Bränemark Carga Imediata), com base no planejamento reverso e utilizando conhecimentos relativos a seleção de componentes conforme suas atribuições e limites de atuação profissional, visando desenvolver soluções laboratoriais adequadas ao tratamento proposto pelo cirurgião-dentista. Indicações Metodológicas As indicações metodológicas que orientam este curso, em consonância com a Proposta Pedagógica do, pautam-se pelos princípios da aprendizagem com autonomia e do desenvolvimento de competências profissionais, entendidas como a capacidade de mobilizar, articular e colocar em ação valores, conhecimentos e habilidades necessários para o desempenho eficiente e eficaz de atividades requeridas pela natureza do trabalho 11. As competências profissionais descritas na organização curricular foram definidas com base no perfil profissional de conclusão, considerando processos de trabalho de complexidade crescente, relacionados com a área de atuação deste profissional. Tais competências desenham um caminho metodológico que privilegia a prática pedagógica contextualizada, colocando o aluno frente a situações problemáticas que possibilitem o exercício contínuo da mobilização e a articulação dos saberes necessários para a ação e a solução de questões inerentes à natureza do trabalho neste segmento. A incorporação de tecnologias e práticas pedagógicas inovadoras previstas, como o trabalho por projeto, atende aos processos de produção da área, às constantes transformações que lhe são impostas e às mudanças socioculturais relativas ao mundo do trabalho. Propicia aos alunos a vivência de situações desafiadoras que levam a um maior envolvimento, instigando-os a decidir, opinar, debater e construir com autonomia o seu desenvolvimento profissional. Permite, ainda, a oportunidade de trabalho em equipe, assim como o exercício da ética, da responsabilidade social e da atitude empreendedora. 11 Esta é a definição de competência profissional presente nas Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação Profissional de Nível Técnico Resolução CNE/CEB nº 04/99. 8
9 As situações de aprendizagem previstas para o curso têm como eixo condutor um Projeto que será construído no decorrer dos módulos, ou seja, por etapas, considerando as especificidades de cada módulo. O trabalho por projeto favorece o desenvolvimento das competências previstas em cada módulo, na medida em que considera contextos similares àqueles encontrados nas condições reais de trabalho e estimula a participação ativa dos alunos na busca de soluções para os desafios que dele emergem. Estudo de casos, proposição de problemas, pesquisa em diferentes fontes, contato com empresas e especialistas da área, seminários, visitas técnicas, trabalho de campo e simulações de contextos compõem o repertório do trabalho por projeto, que será especificado no plano dos docentes, a ser elaborado sob a coordenação da Área Técnica da Unidade e registrado em documento próprio. Cabe ressaltar que, na mediação dessas atividades, o docente deve atuar no sentido de possibilitar a identificação de problemas diversificados e desafiadores, orientando a busca de informações, estimulando o raciocínio lógico e a criatividade e incentivando respostas inovadoras. Deve, também, criar estratégias que propiciem avanços, tendo sempre em vista que a competência é formada pela prática e que esta se dá em situações concretas. PLANO DE REALIZAÇÃO DO ESTÁGIO PROFISSIONAL SUPERVISIONADO O estágio é um ato educativo, tendo como objetivo proporcionar a preparação para o trabalho produtivo e para vida cidadã do educando, sempre desenvolvido em ambientes de trabalho que envolva atividades relacionadas com a natureza do curso, nos termos da legislação vigente. Este curso não prevê estágio profissional supervisionado, ficando a critério da Direção da Unidade autorizar a sua realização como uma atividade opcional do aluno, acrescida à carga horária total do curso. O estágio não obrigatório e opcional do aluno poderá ser realizado desde que o mesmo esteja matriculado, frequente regularmente o curso. O aluno que optar pelo estágio poderá iniciá-lo uma vez transcorridas 100 horas do curso. Mesmo não sendo obrigatório, o estágio será orientado e supervisionado por um responsável da parte concedente e acompanhado por docente orientador indicado pelo Senac, que se responsabilizará pela sua avaliação e pela verificação do local destinado às atividades do estágio, procurando garantir que as instalações e as atividades desenvolvidas sejam adequadas para a formação cultural e profissional do educando. 9
10 Os estágios poderão ser desenvolvidos em organizações privadas ou públicas onde a atividade do Especialista Técnico de Nível Médio em Prótese Total se faça necessária, desde que ofereçam as condições essenciais ao cumprimento de sua função educativa, de maneira a evitar situações em que o aluno seja compelido a assumir responsabilidades de profissionais já qualificados e, dessa forma, desenvolvendo atividades compatíveis com as previstas no Termo de Compromisso. Serão aplicados estratégias e instrumentos de avaliação do desempenho do aluno, com registros em formulário próprio de acompanhamento do estágio, com anotações diárias feitas pelo estagiário e validadas pelo supervisor do campo de estágio. A carga horária do estágio será de, no mínimo, 30 horas (10% do total de horas do curso), e o aluno deverá concluí-la até o término do curso, estabelecido no Termo de Compromisso firmado entre o aluno ou seu responsável legal, a parte concedente e o Senac, que indicará as condições para sua realização. O estágio não poderá exceder 06 horas diárias e 30 horas semanais, devendo constar do respectivo Termo de Compromisso. Periodicamente o aluno deverá apresentar ao docente orientador do estágio, relatório das atividades realizadas. Um relatório final deverá ser entregue no final do curso devidamente assinado pelo supervisor do estágio. Para realização do estágio há necessidade dos seguintes documentos: Acordo de Cooperação entre a Unidade Senac que oferecer o curso e a parte concedente que oferecer o campo de estágio. Este documento deverá definir as responsabilidades de ambas as partes e todas as condições necessárias para a realização do estágio. Plano de Atividades do estagiário, elaborado em acordo com aluno, parte concedente e o Senac, incorporado ao termo de Compromisso. Termo de Compromisso de Estágio, consignando as responsabilidades do estagiário e da parte concedente, firmado pelo seu representante, pelo estagiário e pela Unidade Senac, que deve zelar pelo cumprimento das determinações constantes do respectivo termo. Seguro de Acidentes Pessoais para os estagiários, com cobertura para todo o período de duração do estágio pela parte concedente e, alternativamente, assumida pelo Senac. A apólice deve ser compatível com valores de mercado, ficando também estabelecidos no Termo de Compromisso. 10
11 Durante a realização do estágio devem ser elaborados: Relatório de Estágio, segundo orientações do supervisor. Ficha de Acompanhamento de Estágio com registros diários feitos pelo estagiário e com visto do supervisor. O aluno ao qual for concedida a oportunidade do estágio opcional e que realizar, integralmente, as horas e atividades previstas no respectivo Termo de Compromisso terá apostilado no verso do seu Certificado o estágio realizado. Caso não cumpra o mínimo de horas e de atividades previstas, não terá direito a qualquer aditamento em seu documento de conclusão. 5. CRITÉRIOS DE APROVEITAMENTO DE CONHECIMENTOS E EXPERIÊNCIAS ANTERIORES As competências anteriormente adquiridas pelos alunos, relacionadas com o perfil profissional de conclusão da Especialização Técnica de Nível Médio em Prótese Total, podem ser avaliadas para aproveitamento de estudos, nos termos da legislação e normas vigentes. O aproveitamento, em qualquer condição, deverá ser requerido antes do início do módulo e em tempo hábil para deferimento pela direção da Unidade e devida análise por parte dos docentes, aos quais caberá a avaliação das competências e a indicação de eventuais complementações. 6. CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO A avaliação da aprendizagem será contínua e cumulativa, priorizando aspectos qualitativos relacionados ao processo de aprendizagem e ao desenvolvimento do aluno observado durante a realização das atividades propostas, individualmente e/ou em grupo, tais como pesquisas, relatórios de atividades e visitas técnicas, estudo de casos e do meio, diagnóstico ou prognóstico sobre situações de trabalho e produtos gerados pelos projetos desenvolvidos. A avaliação deve se pautar por critérios e indicadores de desempenho, pois considera-se que cada competência traz em si determinado grau de experiência cognitiva, valorativa e comportamental. Assim, pode-se dizer que o aluno adquiriu determinada competência quando seu desempenho expressar esse patamar de exigência qualitativa. Para orientar o processo de avaliação, torná-lo transparente e capaz de contribuir para a promoção e a regulação da aprendizagem, é necessário que os indicadores de desempenho sejam definidos no plano de trabalho docente e explicitados aos alunos desde 11
12 o início do curso a fim de direcionar todos os esforços da equipe técnica, dos docentes e do próprio aluno, para que ele alcance o desempenho desejado. Desse modo, espera-se potencializar a aprendizagem e reduzir ou eliminar o insucesso. Isso porque a educação por competência implica em assegurar condições para que o aluno supere dificuldades de aprendizagem diagnosticadas durante o processo educacional. A auto avaliação será estimulada e desenvolvida por meio de procedimentos que permitam que o aluno acompanhe seu progresso e pela identificação de pontos a serem aprimorados, considerando-se que esta é uma prática imprescindível à aprendizagem com autonomia. O resultado do processo de avaliação será expresso por menções: Ótimo: capaz de desempenhar, com destaque, as competências exigidas pelo perfil profissional de conclusão. Bom: capaz de desempenhar as competências essenciais exigidas pelo perfil profissional de conclusão. Insuficiente: ainda não capaz de desempenhar as competências exigidas pelo perfil profissional de conclusão. As menção será atribuída no módulo, considerando-se os critérios e indicadores de desempenho relacionados com as competências previstas, as quais integram as competências profissionais descritas no perfil de conclusão. Será considerado aprovado aquele que obtiver, ao final de cada módulo, as menções Ótimo ou Bom e frequência mínima de 75% do total de horas de efetivo trabalho educacional. Será considerado reprovado, aquele que obtiver a menção Insuficiente em qualquer um dos módulos, mesmo após as oportunidades de recuperação, ou tiver frequência inferior a 75% do total de horas de efetivo trabalho educacional. Os alunos deverão ter pleno conhecimento dos procedimentos a serem adotados para o desenvolvimento do curso, bem como sobre as normas regimentais e os critérios de avaliação, recuperação, frequência e promoção. 7. INSTALAÇÕES E EQUIPAMENTOS A rede de Unidades Educacionais tem a infraestrutura necessária para a realização dos cursos de educação profissional técnica de nível médio propostos, contando com dependências para acolhimento dos alunos, salas de aula devidamente mobiliadas com cadeiras móveis e armário para organização dos materiais, sala de atendimento, salas 12
13 para Direção, Secretaria, Coordenação e Docentes, laboratórios de multiprocedimento e de informática, bibliotecas com o acervo contendo os títulos da bibliografia básica indicada no correspondente Plano de Curso, computadores conectados à Internet e outros equipamentos, como televisão, vídeo/dvd, projetor multimídia/data show e retroprojetor. Instalações, equipamentos e acessórios específicos do curso: A Unidade disponibilizará um laboratório de prótese dentária, com os seguintes itens: Aparelho de limpeza a vapor. Aquecedor por indução. Aspirador. Balança digital para pó Bico de ar. Compressor. Cooktop. Decantador para gesso. Delineador. Desceradora. Espatulador mecânico a vácuo. Estante para polimento. Fotopolimerizador. Martelete pneumático. Microondas. Motor elétrico. Panela elétrica aquecedora de cera. Polidora química. Prensa hidráulica. Recortador de gesso a água. Termopolimerizador. Termopolimerizador de muflas. Torno de polimento. 13
14 Ultrassom. Vibrador de gesso. Bibliografia Básica Módulo I Planejamento e Confecção de Prótese Total Convencional GALATI, A. Prótese total - Manual de fases laboratoriais. São Paulo:, GOMES, T.; CASTRO, O. Técnica da clonagem terapêutica em prótese total. São Paulo: Santos, TURANO, J. C.; Vilas Boas, M. T; TURANO, L. M. Fundamentos de prótese total. 9ª edição. São Paulo: Santos, Módulo II Planejamento e Confecção de Próteses Oncológicas e Imediatas COSTA, S.C; REBOLLAL, J.; BRAZ, D. B. U. Descomplicando a prótese total: perguntas e respostas. São Paulo: Napoleão, TELLES, D.; HOLLWEG, H.; CASTELLUCCI, L. Prótese total - Convencional e sobre implantes. São Paulo: Santos, VOLPATO, C. A. M; GARBELOTTO, L. G.; ZANI, I. M; VASCONCELLOS, D. K. Próteses odontológicas: uma visão contemporânea - fundamentos e procedimentos. São Paulo: Santos, Módulo III Planejamento e Acrilização de Prótese Total sobre Implante CARDOSO, A. C. et. al. O passo a passo da prótese sobre implante. 2ª edição. São Paulo: Santos, ROCHA, P. V. Todos os passos da prótese sobre implante: do planejamento ao controle posterior. São Paulo: Napoleão, TELLES, D.; HOLLWEG, H.; CASTELLUCCI, L. Prótese total - Convencional e sobre Implantes. São Paulo: Santos, Bibliografia Complementar ASSAOKA, S. Prótese dentária - Princípios fundamentais - Técnicas laboratoriais. 2ª edição. São Paulo: Napoleão, BONACHELA, W. C. Overdentures: das raízes aos implantes osseointegrados - planejamentos, tendências e inovações. São Paulo: Santos, CORREA, G. de A. Prótese total passo a passo. São Paulo: Santos,
15 SANTOS JR., J. Oclusão clínica: Atlas colorido. 2ª edição. São Paulo: Santos, ZARB, G. A; BOLENDER, C. L. Tratamento protético para pacientes edêntulos: próteses totais convencionais e implantossuportadas. São Paulo: Santos, PESSOAL DOCENTE E TÉCNICO Estão habilitados, para a docência neste curso, profissionais licenciados (licenciatura plena ou programa especial de formação) na respectiva área profissional. Para o desenvolvimento das competências previstas nos módulos constantes deste Plano de Curso devem ser admitidos docentes com a seguinte formação: MÓDULOS Planejamento e Confecção de Prótese Total Convencional Planejamento e Confecção de Próteses Oncológicas e Imediatas Planejamento e Acrilização de Prótese Total sobre Implante FORMAÇÃO Profissional da área de prótese dentária, preferencialmente especialista em prótese total, com experiência no planejamento e na confecção laboratorial de próteses totais. Profissional da área de prótese dentária, preferencialmente especialista em prótese total, com experiência no planejamento e na confecção laboratorial de próteses oncológicas e imediatas. Profissional da área de prótese dentária, preferencialmente especialista em prótese total ou sobre implante, com experiência no planejamento e na confecção laboratorial de próteses totais sobre implantes. Poderão ainda ser admitidos, em caráter excepcional, profissionais com a seguinte ordem preferencial: Na falta de licenciados, os graduados na correspondente área profissional ou de estudos. Na falta de profissionais graduados em nível superior nas áreas específicas, profissionais graduados em outras áreas e que tenham comprovada experiência profissional na área do curso. Na falta de profissionais graduados, técnicos de nível médio na área do curso, com comprovada experiência profissional na área. Aos não licenciados é propiciada formação docente em serviço. A coordenação do curso será realizada por profissional com formação e experiência profissional compatíveis com as necessidades da função. 15
16 9. CERTIFICADO E DIPLOMA Àquele que concluir com aprovação o módulo que compõe a organização curricular deste Plano de Curso será conferido o certificado de Especialização Técnica de Nível Médio em Prótese Total, com validade nacional. 16
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