Curso de Gestão e Gerenciamento de Obra

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1 Programa de Melhoria da Comunidade da Construção Planejamento Conenge EBM Eletroenge Empresa Nacional de Engenharia FR Incorporadora MB Engenharia Curso de Gestão e Gerenciamento de Obra Moreira Ortence Orca Incorporadora Pontal Engenharia Prumus Sigla Souza Andrade Material do curso de Pós Graduação Gestão e Gerenciamento de Obra elaborado pelo Professor M.Sc Carlos de Macêdo e Silva Filho Vega Goiânia 2004

2 2 GESTÃO E GERENCIAMENTO DE OBRA Para Engenheiros Civis e Arquitetos MÓDULO V GERENCIAMENTO DE EMPREENDIMENTOS CONTEÚDO: METODOLOGIA PARA ELABORAÇÃO E COMPOSIÇÃO DE PREÇOS PLANEJAMENTO, PROGRAMAÇÃO E CONTROLE DE EMPREENDIMENTOS DA CONSTRUÇÃO CIVIL BIBLIOGRAFIA CONSULTADA: EM ANEXO NO FINAL DA APOSTILA DOCENTE: Prof. M.Sc Carlos de Macêdo e Silva Filho

3 PLANEJAMENTO E ORÇAMENTO DE OBRAS GESTÃO E GERENCIAMENTO DE OBRA 3

4 4 ÍNDICE ORÇAMENTO 1. DEFINIÇÃO COMO FAZÊ-LO Ferramentas Projetos Memorial Descritivo / Caderno de Encargos Especificações Complementares Informática Etapas de Trabalho Integração dos Projetos Estudo das Especificações e Memorial Descritivo Conciliação Projeto x Especificações Levantamento de Quantitativos Planilha Orçamentária Coleta de Preços Escolha das Composições de Custo Orçamento Propriamente Dito DESCRIÇÃO DAS FERRAMENTAS E ETAPAS DE TRABALHO Projeto Projeto Executivo Projetos Complementares Memorial Descritivo / Caderno de Encargos Especificações Complementares Planilhas e o Uso da Informática Integração ou Conciliação de Projetos Estudo das Especificações e Memorial Descritivo Conciliação Projeto x Especificação Levantamento de Quantitativos Planilha Orçamentária...11

5 Coleta de Preços Orçamento Propriamente Dito NBR (Antiga NB140) Objetivos Definições Cálculo do CUB (Custo Unitário Básico) Áreas de Edificação Discriminação Orçamentária MODELOS DE PLANILHAS E CRITÉRIOS PARA LEVANTAMENTO Limpeza do Terreno Volumes de Escavação de Subsolos Fundações Estrutura Aço Formas Concreto Alvenaria Acabamentos Internos, Acabamento Externos Esquadrias Portas ou Janelas Qual o tipo do material (metal, madeira, alumínio ou PVC)? Qual o tipo e espessura do vidro Recebe pintura? Vergas ou Contra-vergas Tratamentos Telhados Pintura Louças, Metais, Interruptores e Tomadas Instalações Elétricas Hidráulicas, Sanitárias e Incêndio...21

6 Gesso COMPOSIÇÕES DE CUSTO CONCLUSÃO PLANEJAMENTO 1. DEFINIÇÃO CONSIDERAÇÕES FATORES IMPORTANTES DE DEFINIÇÃO CRONOGRAMA FÍSICO Cronograma de Barras Horizontais PERT / CPM MS Project Cronograma de Barras Inclinadas CRONOGRAMA FINANCEIRO OU DE DESEMBOLSO CONTROLE FINANCEIRO (ANEXO 14) DIMENSIONAMENTO DE EQUIPE (ANEXO 15)...33 A. Pelas composições temos os seguintes índices de consumo...34 B. Pelos Índices Médios de Produtividade temos...35 C. Comparando os cálculos...36 D. Cronograma de Equipes CÁLCULOS DE TAREFAS TABELAS A X B X C GLOBAL E PARCIAIS Tabela A x B x C Global Geral Tabela A x B x C Global Mensal Tabela Global em ordem alfabética Tabela A x B x C de mão de obra (geral e mensal) Tabela A x B x C de materiais (geral e mensal) Tabela A x B x C de empreiteiros (geral e mensal) Tabela A x B x C de máquinas e ferramentas (geral e mensal) Tabelas de classificação por cento de custos Tabela A x B x C de despesas operacionais Tabela A x B x C de outras despesas ANÁLISE DO PLANEJAMENTO X EXECUTADO Medições da obra Obra a realizar (obra nova)...40

7 Novo Cronograma Dados Comparativos SUGESTÃO DE FLUXO DE PLANEJAMENTO E CONTROLE...42 BIBLIOGRAFIA ORÇAMENTO DE OBRAS 1 - DEFINIÇÃO É a soma de todos os custos diretos e indiretos de uma construção ou obra. Este somatório determina o quanto deve custar uma obra. Os custos são compostos basicamente de Materiais, Mão de Obra, Verbas, Leis Sociais e BDI, os quais serão definidos posteriormente.

8 8 Documento onde se registram as operações de cálculo de custo da construção, somando todas as despesas correspondentes à execução de todos os serviços previstos nas especificações técnicas e constantes da discriminação orçamentária apresentada no anexo D. (NBR 12721/2000, p. 24, item ). 2 - COMO FAZÊ-LO Para a perfeita execução de um orçamento, várias etapas e ferramentas de trabalho devem ser consideradas.estas componentes podem ser assim divididas: 2.1 Ferramentas Projetos Memorial Descritivo / Caderno de Encargos Especificações Complementares Planilhas e Uso de Informática 2.2 Etapas de Trabalho Integração dos Projetos Estudo das Especificações e Memorial Descritivo Conciliação Projeto x Especificações Levantamento de Quantitativos Planilha Orçamentária Coleta de Preços Escolha das Composições de Custo Orçamento Propriamente Dito 3 - DESCRIÇÃO DAS FERRAMENTAS E ETAPAS DE TRABALHO 3.1 Projeto É o conjunto de informações necessárias e suficientes à perfeita realização dos serviços de execução de uma obra. Para um perfeito entendimento dividiremos em duas categorias de projetos: Projeto Executivo

9 9 É o projeto de arquitetura (projeto legal) mais o projeto de detalhamento construtivo, onde se encontram a concepção do produto, as marcações de alvenaria, paginações de pisos e paredes, bancadas, alturas de peitoris, enfim, todas as informações arquitetônicas e detalhes necessários à perfeita execução da obra Projetos Complementares São os demais projetos de uma obra, executados a partir do projeto de arquitetura, ou seja: Sondagens, Fundações, Estrutura, Elétrico Telefônico, Hidro- Sanitário, Incêndio, Impermeabilização, Paisagismo, etc. 3.2 Memorial Descritivo / Caderno de Encargos No memorial são definidos e descritos os métodos a serem usados na execução dos serviços, assim como as características dos materiais a serem empregados para tanto. O memorial especifica os métodos de construção. De acordo com a NBR-12721:...é feito o memorial descritivo da edificação objeto da incorporação e dos seus acabamentos de forma sucinta e com emprego de terminologia adequada a sua apreciação pelos futuros adquirentes de unidades autônomas, em estreita vinculação com desenhos do projeto. O memorial descritivo dos acabamentos é, portanto, um resumo das especificações técnicas, obedecendo aos limites impostos pelos quadros que devem ser preenchidos. (NBR-12721/2000, p. 22, item 4.4.1) O caderno de Encargos tem um sentido mais amplo, englobando a descrição de vários tipos de serviços, independentemente da obra que será executada, determinando o padrão e as normas de execução, específicos a um órgão contratante qualquer, para os serviços da construção civil. No Caderno de Encargos encontram-se, inclusive, a especificação dos materiais básicos a serem aplicados. O mesmo deve seguir as orientações das normas técnicas de execução de serviços da ABNT. 3.3 Especificações Complementares Define o tipo, marca, modelo e quantidade dos materiais a serem empregados na construção. Especifica com o que será construída a obra. Alguns dados da especificação podem ser complementados no projeto de arquitetura, neste caso são chamadas especificações complementares. Em caso de dúvidas, ou de sobreposição de informações, prevalecem as informações das especificações. Este documento deve fazer parte da pasta do cliente, no ato da compra, e qualquer modificação, por falta do produto no mercado ou por opção da empresa, deve ser negociada.

10 Planilhas e o Uso da Informática O uso de programas ou software específicos, planilhas eletrônicas e editores de texto, auxilia na elaboração de orçamentos e propostas, assim como no levantamento de quantitativos e planejamentos. Dentre eles podemos citar: Tron-Orc, Rm-Orc, Volare (Pini), Mm-Orc, Excel, Word, Autocad, etc. A organização e elaboração de planilhas para quantitativos devem levar em consideração a sua finalidade, que vai muito além de uma mera ferramenta de quantificação de projetos, devendo ser considerada como de grande utilidade para o gerenciamento do empreendimento, tanto no planejamento quanto na execução das obras. Estes aspectos serão destacados posteriormente. 3.5 Integração ou Conciliação de Projetos Permite a visualização da interdependência de um projeto para com os demais. Este estudo cria soluções preventivas às etapas de serviço, propiciando a programação das mesmas, obedecendo uma seqüência lógica de execução das obras, de modo que os serviços atuais não inviabilizem as futuras frentes de trabalho. Como por exemplo:! Passagens nas lajes em locais pré-determinados às locações de prumadas elétricas ou hidro-sanitárias, na época da estrutura.! Definição de linhas de eixos para locação da estrutura e alvenaria, etc.! Descontos, vãos e aberturas, interferência da estrutura nas alvenarias, etc. 3.6 Estudo das Especificações e Memorial Descritivo Permitem a definição dos materiais a serem aplicados, nos processos construtivos, assim com os processos e as normas de execução, auxiliando na elaboração da planilha orçamentária e na escolha das composições de custo. 3.7 Conciliação Projeto x Especificação Esta etapa se faz necessária, para se dirimirem as divergências que porventura possam existir entre os mesmos. 3.8 Levantamento de Quantitativos É a quantificação de um determinado serviço dentro da obra a ser executada. Para o seu levantamento se faz necessária a aplicação de planilhas próprias, que têm por objetivo simplificar os cálculos, facilitarem as totalizações e a organização dos dados, que são de suma importância à elaboração do orçamento. Os critérios de levantamento e as planilhas serão apresentados posteriormente.

11 Planilha Orçamentária É a relação detalhada de todos os serviços a serem executados em uma obra. A cada serviço, correspondem uma unidade de medida, o consumo unitário, a quantidade e o preço total parcial do mesmo, como no exemplo a seguir: 3.10 Coleta de Preços Visa determinar o custo de cada insumo necessário para o cálculo do preço dos serviços em questão. O critério de coleta de preços pode optar entre duas formas de pagamentos, ou seja, a vista ou a prazo. Esta definição parte do critério empresarial, tendo como variantes os juros de mercado, prazo da obra, critérios de pagamentos, dentre outros Orçamento Propriamente Dito Já definido anteriormente, acrescenta-se que sua elaboração é precedida das etapas já expostas e que sua execução através de software específico, confere à mesma, maiores exatidão de cálculo e flexibilidade de alterações. LCULADO POR STO: TA: PROFISS. RESP. VISTO: Preço Serviço TOTAIS FOLHA Nº:

12 12 4 NBR (antiga NB 140) Objetivo Esta norma trata, basicamente, de três grandes áreas:! Avaliação de custos unitários de construção! Orçamento de construção! Incorporação de edifícios A mesma determina as condições exigíveis, para a obtenção dos itens acima dispostos.

13 Definições Vários conceitos, necessários à elaboração da incorporação de um edifício, são fixados e padronizados pela NBR 12721, visando uma linguagem única para os que fazem uso da mesma. Tais definições são de extrema importância para os cálculos executados nos quadros de I a VIII, que resultam em informações necessárias ao arquivo de Registros de Imóveis (lei /12/64). Vemos a seguir o que é abordado em cada quadro:! Quadro I Cálculo das áreas nos pavimentos e das áreas globais! Quadro II Cálculo das áreas da unidade autônomas! Quadro III Avaliação do custo global e do preço por m² da construção! Quadro IV Avaliação do custo da construção de cada unidade autônoma! Quadro V Informações gerais! Quadro VI Memorial descritivo dos equipamentos! Quadro VII Memorial descritivo dos acabamentos das dependências de uso privativo! Quadro VIII Memorial descritivo dos acabamentos das dependências de uso comum 4.3 Cálculo do C.U.B (custo unitário básico) Para este cálculo, a norma oferece quatro tabelas, onde encontramos os consumos unitários, por metro quadrado, dos materiais pertencentes a um lote básico, específico aos tipos de projetos padrão (H4, H8, H12), conforme o número de pavimentos, número de quartos e padrão de qualidade (baixo, médio, alto). A mesma análise é realizada para a mão-de-obra. Com estes dados, aplicando aos mesmos os custos respectivos, específicos à cada região, de acordo com o mercado vigente, obteremos o C.U.B relativo à região em foco. Para estes cálculos usamos a tabela modelo, fornecida pela norma. As leis sociais devem conter os encargos sociais, incluindo um percentual para atender às legislações federal, estadual e municipal, em vigor na região. Nestes custos não são considerados os seguintes itens:! Fundações especiais;! Elevadores;! Instalações especiais;! Terraplenagem, urbanização, recreação, jardins, etc;! Despesas com instalação, funcionamento e regulamentação de condomínios;! Impostos e taxas;! Projetos;! Remuneração da construtora;! Remuneração do incorporador;! Outras despesas indiretas. 4.4 Áreas da Edificação As áreas da edificação recebem, segundo a NBR 12721, as seguintes denominações:

14 14! Área de Divisão Proporcional;! Área de Divisão não Proporcional;! Área de Uso Comum;! Área de Uso Privativo;! Área Coberta Padrão (de construção);! Área Coberta Padrão Diferente (equivalente);! Área Descoberta (equivalente). Estas equivalências de área, segundo o Manual Técnico do Empresário da C.E.F e a NBR , devem ser calculadas em relação ao custo das áreas de construção, observando os seguintes fatores de equivalência: - EDIFÍCIOS DE APARTAMENTOS: 1.1 Garagens: a) Cobertas no térreo ou pavimento acima do terreno natural: Sobre laje de transição 0,50 Sobre camada regularizadora até 0,25 b) Coberta e abaixo do terreno natural: Com 1 subsolo até 0,70 Com 2 subsolos até 0,85 Com mais de 2 subsolos até 1,00 Os pesos aqui adotados referem-se a subsolos que possuam o seguinte padrão de acabamento/execução: Escavação total do pavimento; piso acabado, padrão cimentado queimado; vagas demarcadas; pintura a óleo até 1,00m, nas paredes e pilares; tratamento e pintura de paredes, pilares, vigas e tetos; e luminárias. c) Descobertas: Pavimentação sobre laje 0,20 Pavimentação com tratamento betuminoso 0,10 Pavimentação sobre terra 0, Pavimento térreo: a) Fechado: 1,00 a 1,10 b) Sob pilotis: 0,50 c) Ajardinamento, pavimentação e playground: Sobre laje até 0,25 Com tratamento betuminoso 0,10 Sobre terra (lastro) 0, Pavimento tipo: a) Apartamento tipo ou outras cobertas padrão: 1,00 b) Sacadas e terraços cobertos: 0,75 c) Floreiras: 0,10 a 0,50

15 Áticos: a) Terraço superior descoberto até: 0,50 b) Casa de máquinas, barrilete e caixa d água: 0, Escaninhos: a) No subsolo até: 0,75 b) No térreo até: 0, Piscinas: 1, PARA CASAS: 2.1 Corpo principal 1, Edículas (quarto de empregada, WC, garagens, lavanderias, etc., isoladas ou ligadas ao corpo principal): 0,60 a 1, Discriminação Orçamentária Visa sistematizar o roteiro a ser seguido na execução de um orçamento, descrevendo cada etapa de serviços, de maneira geral e abrangente. Caracteriza-se pela flexibilidade. Uma referência para sua elaboração encontra-se detalhada no anexo D da NBR MODELOS DE PLANILHAS E CRITÉRIOS DE LEVANTAMENTO Antes de especificar os critérios de quantificação e os modelos de planilhas, faz-se necessário observar aspectos de alta relevância deste tópico em relação a sua integração com o planejamento físico e o controle de obras. A quantificação, assim como o orçamento, deve seguir os princípios de execução da obra, ou seja: Quantificar e orçar como se executa no canteiro de obras. A quantificação, como uma das ferramentas mais importantes para o planejamento e controle, deve obedecer a alguns preceitos, como por exemplo: O detalhamento das quantidades de um serviço deve ser feito de acordo com a seqüência de execução do ser viço. Por exemplo, as tubulações das instalações elétrico-telefônicas, representam serviços diferentes e são

16 16 executadas parte embutidas nas lajes (antes do concreto) e outra parte embutidas nas paredes (logo após o chapisco e aperto), caracterizando portanto datas diferentes de execução ; Os quantitativos devem servir de base para o planejamento de compra de insumos; Serviços compostos de sub-serviços, devem seguir o nível de detalhamento dos sub-serviços. Por exemplo, o serviço de estrutura de concreto é composto de concreto, forma e aço, devendo assim ser detalhado. Sendo ainda mais específico e detalhista, as formas devem ser detalhadas segundo as peças estruturais (pilares, vigas, lajes, etc.) e segundo o processo de confecção ou de aplicação de formas, valendo a mesma regra para o concreto e o aço; As planilhas são instrumentos de controle e medição de obra, devendo para tanto possuir colunas reservadas o acompanhamento da evolução e das medições periódicas da obra, tanto em serviços executados com mão de obra direta como de empreiteiros; No caso de empreiteiros, a planilha poder ser o fator gerador do faturamento dos serviços executados por parte dos empreiteiros, no final de um período; O nível de detalhamento dos quantitativos tem influência decisiva sobre os resultados obtidos, ou seja, quanto maior o nível de detalhes melhores serão os resultados obtidos; Etc.; 5.1 Limpeza do Terreno Todo terreno onde será construída uma obra, deverá ser limpo, manual ou mecanicamente. A medida a ser considerada deverá contemplar no mínimo a área a ser edificada. Porem, na maioria dos casos, esta obra ocupa apenas parte do terreno, sendo o restante do mesmo usado como canteiro de obras e/ou depósitos. Portanto devemos considerar o total do terreno para limpeza. 5.2 Volumes de Escavação de Subsolos Normalmente é calculado pelo produto da área de ocupação do subsolo pelo pé direito enterrado do mesmo. Porem duas situações específicas podem influenciar o cálculo, são elas:! Edificações Vizinhas: neste caso as escavações sofrem a interferência das divisas de terreno, devendo prever taludes inclinados, com ângulos de aproximadamente 60º. Estes taludes inclinados serão removidos, a medida que forem sendo

17 17 executadas as cortinas de contenção, podendo ser reaterrados no piso do subsolo, ou removidos, influenciando o cálculo do volume escavado;! Tipo de Fundações: em algumas situações (sapatas, tubulões, blocos e outros), o volume escavado precisa ser necessariamente reaproveitado, em face à dificuldade de sua remoção;! Em ambos os casos, o volume sofre o processo de empolamento; 5.3 Fundações Normalmente esta quantificação já se encontrava especificada em projeto, tanto para volumes de escavação, concreto e pedra, quanto para a armação necessária. Caso se faça necessário o levantamento, usamos fórmulas matemáticas para obtenção de volumes de cilindros (fustes) e troncos de cone (base). É importante lembrar que, como neste cálculo, o volume é considerado na caixa, o seu reaproveitamento implica num aumento do mesmo, da ordem de 30%, ou seja, se fossemos colocar a terra escavada de volta ao tubulão, haveria uma sobra considerável devido ao fenômeno do empolamento. 5.4 Estrutura Este levantamento tem como objetivo, obter as quantidades de aço, formas e concreto Aço Através do quadro resumo dos projetos de estrutura, separamos as quantidades de aço por tipo (CA50, CA60, etc), por bitola (6.3mm, 8.0mm, etc.), preferencialmente, por pavimento (caso das edificações verticais), ou por etapas, separando também vigas, pilares, lajes e fundações, o que facilita a programação de cortes, compras e tarefas. É importante verificar se os quadros resumo são fiéis aos respectivos detalhes da prancha do projeto em questão. Resumindo, confira por amostragem, principalmente escadas e pilares. Certifique-se, quanto as previsões de perdas em função dos cortes (10%) e se o índice de quilos por metro, para cada bitola, estão coerentes Formas

18 18 Pilares É a soma das áreas das superfícies laterais do mesmo (pé direito x altura). O pé direito é medido até o fundo da viga ou da laje (caso específico), o que facilita o cálculo de formas das vigas. Vigas Calculado multiplicando-se o comprimento das mesmas pela altura de seus painéis laterais, acrescidos da área do fundo. O comprimento das vigas é determinado de face a face dos pilares ou eixo a eixo, dependendo do critério de medida adotado. No caso de cruzamento de vigas, uma delas deve ser medida apenas até a face interna da outra. Para facilitar podemos pré-determinar um sentido para assim diferenciá-las. A altura dos painéis laterais de vigas onde se apoiam lajes, é calculada pela altura nominal da referida viga (projeto), menos a espessura das lajes. As vigas periféricas ou extremas, possuem o painel externo mais alto que o interno, pois as mesmas só recebem laje de um dos lados, portanto, externamente medida nominal, internamente medida nominal menos a espessura da laje. As vigas isoladas, ou seja, que não recebem lajes, a medida dos painéis laterais é sempre a nominal. Lajes É a área compreendida entre as faces internas das vigas de contorno Concreto (Anexo 3) Pilares Produto das dimensões laterais dos mesmos, vezes o pé direito. Vigas Comprimento vezes a altura nominal, vezes a largura. Lajes Produto da área, calculada anteriormente, pela espessura da mesma. Estes cálculos devem ser feitos por pavimentos em separado, e por tipo de materiais tais como, formas de tábua, compensado comum ou plastificado (forma aparente) Alvenaria Deve ser feita por parede, multiplicando-se o comprimento da mesma pela altura (pé-direito). Esta altura pode ser de piso a fundo de viga ou fundo de laje conforme a localização da parede. Em caso de haver marcação de alvenaria, a primeira fiada deve ser descontada na área da parede. Descontar todos os vãos (janelas, portas, etc.). Deve-se ter atenção para as paredes divisórias de ambientes, para que não sejam levantadas em dobro. Preferencialmente, enumere as paredes, obedecendo às numerações das vigas do projeto de estrutura. Separar as paredes por material e por espessura. Nesta mesma planilha levanta-se o aperto (acunhamento). 5.6 Acabamentos Internos, Acabamento externos Nesta planilha, aproveitamos todos os dados, para os cálculos simultâneos de pisos, tetos, paredes, rodapés e soleiras. Para os revestimentos de paredes (chapiscos, emboço, reboco e revestimento cerâmico), devemos descontar todos os vãos maiores ou iguais a 01 (um) M 2.

19 19 Separe os revestimentos de teto, paredes internas e externas. Revestimentos de fachada, em obras verticais, executados em balancinho ou andaimes fechadeiros, merecem maior cuidado no orçamento. Soleiras e Rodapés, são medidos por metro linear. Nos encontros da alvenaria com a estrutura antes do revestimento, são aplicadas telas de estuque, para prevenção de trincas, devendo ser levantadas por metro linear, com largura em torno de 20 cm. Nas tubulações de prumadas, também são aplicadas as mesmas telas, para fixar os tubos, aplicando massa forte, facilitando a sua aderência às alvenarias e aos demais revestimentos (a largura da tela depende da prumada). Os revestimentos cerâmicos devem ser separados por tipo do produto, tamanho e acabamento. 5.7 Esquadrias Nesta etapa, faz-se necessário uma diferenciação minuciosa, sob os seguintes aspectos: Portas e Janelas Qual o tipo do material (metal, madeira, alumínio ou PVC)? Qual o tipo e espessura do vidro? Recebe pintura? Vergas ou Contra-vergas. No caso de portas de madeira, devemos levantá-las por unidade ou por M2, juntamente com as ferragens. As esquadrias de alumínio ou de ferro, quantificadas por M2. Vidros são quantificados na mesma área das esquadrias que os recebem, quando toda a área de esquadria recebe vidro, em outros casos deve-se levantar apenas o vão que recebe o vidro. Vergas / Contra-vergas são levantadas por metro linear. 5.8 Tratamentos Separar por tipo de Impermeabilizantes, calculando a área a ser tratada. Para as mantas aplicadas em floreiras, lajes, caixas e outros locais, as mesmas deverão ser aplicadas na horizontal e vertical, nos encontros com paredes ou pilares, por exemplo. 5.9 Telhados Quantificado pela área da projeção horizontal a ser coberta, separando-se por tipo de telha, inclinação, e se a estrutura de apoio é metálica ou de madeira.

20 Pintura Quantificar a massa PVA e a pintura separadamente, estando atentos para o tipo de pintura (óleo, esmalte, acrílica, p.v.a), local de aplicação (parede, teto, interna ou externa) e se haverá a aplicação de liquibrilho. As planilhas de alvenaria e de acabamentos internos e externos, fornecem as áreas para a quantificação destes serviços. Para as esquadrias que recebem pintura, ou qualquer outro tipo de tratamento, as respectivas áreas são encontradas na planilha específica de esquadrias Louças, Metais, Interruptores e Tomadas Quantificados por unidade, tipo, modelo, locais de aplicação, etc Instalações Elétricas Quantificar pelo projeto em escala, separadamente por pavimentos ou aptos, separando as prumadas e os fechamentos de quadros. No levantamento da fiação separar as que passem pelo piso, parede e teto, não se esquecendo dos acréscimos (+ 20 cm por perna) para fechamento nas caixas de tomadas, interruptores e luminárias, deixando para os quadros pelo menos 50 cm por perna. Separar os acessórios da área de uso comum e dos apartamentos, por tipo e função Hidráulicas, Sanitárias e Incêndio Os bons projetos, já fornecem uma listagem de materiais por pavimento, onde são quantificados as tubulações, conexões e registros por tipo de Instalações, Materiais e Aplicação. Caso não sejam fornecidas, o levantamento obedece o mesmo padrão especificado para Instalações Elétricas Gesso: Quantificados na planilha de acabamentos internos, especificamente nos revestimentos de tetos.

21 COMPOSIÇÕES DE CUSTO Numa composição é que encontramos os insumos necessários à execução de um determinado serviço, com seus respectivos consumos por unidade produzida. Após a coleta dos preços destes insumos, aplicamos os mesmos à composição em questão, obtendo o preço unitário deste serviço. A composição nos permite avaliar, primeiramente, o gasto de um determinado material ou mão de obra, para uma quantidade específica de serviço. O confronto entre os consumos propostos por uma composição e os índices coletados no canteiro de obras, provoca a reavaliação dos orçamentos e de nossas composições, propiciando sempre uma aproximação cada vez mais fiel entre o orçado e o realizado em uma obra. Para cada serviço de uma obra deve existir uma composição de custos específica, que retrate o mais fielmente possível a sua execução no canteiro de obras. Porem nem sempre encontramos, nos softwares existentes no mercado, todas as composições que necessitamos, devendo em alguns casos serem criadas novas composições que atendam as particularidades de cada orçamento.

22 22 Exemplo de uma composição: Forma Convencional Resinado 12 mm. M2 1,0 R$ 28,19 Item Unid. Quant. Custo Custo % Unitário Total Servente hs 0,250 0,60 0,15 0,530 Carpinteiro hs ,28 1,54 5,460 Tábua 2,5 x 30,0 cm (terceira m ,20 3,84 13,620 Pontalete Pinho 7,5 x 5,5 (de terceiro) m ,80 6,08 21,570 Madeira Comp. Resinada 12 mm M² ,49 14,36 50,930 Prego 15 x 15 KG 0,50 1,05 0,525 1,860 Prego 17 x 21 KG 0,100 1,05 0,05 0,370 DESMOLDANTE LT 0,010 3,35 0,033 0,120 LEIS SOCIAIS % 92,6 1,56 5,540 Total da Composição R$ 28,19 7 CONCLUSÃO: Ressaltamos a importância do uso de planilhas, visando obter uma perfeita organização dos dados, não se esquecendo que as mesmas serão instrumentos de planejamento, medições e controles, durante a execução da obra. Esta metodologia facilita o manuseio, a pesquisa e o entendimento dos dados por parte da equipe de obra, que raramente é a mesma que orça. O retorno de informações (feed-back), a experiência de canteiro, é fundamental para a orçamentação. Os orçamentistas devem manter constantemente o contato com a obra, buscando retorno e aperfeiçoamento de seu trabalho. Trancados em uma sala, seus trabalhos serão desconexos com a realidade e sem sentido prático. O detalhamento e organização dos dados são fundamentais para a perfeita execução do planejamento físico e financeiro. Qualquer critério adotado, no momento do orçamento, deve ser oficializado, para facilitar o trabalho dos demais profissionais que tiverem contato com os dados armazenados. Finalizando, um orçamento nunca é uma verdade absoluta, e nunca se tornará estanque. Ao contrário, deverá ser considerado como uma ferramenta dinâmica e com necessidade de constantes atualizações, tanto em função do tempo, das conjunturas econômicas, quanto das possíveis alterações que o empreendimento possa sofrer.

23 23 PLANEJAMENTO DE OBRAS 1. DEFINIÇÕES 1.1 É o estabelecimento de uma seqüência lógica, entre as diversas etapas ou fases de execução de um empreendimento, definindo o que, quando e como fazer É o estudo detalhado de uma obra, em função de um intervalo de tempo, partindo-se de um orçamento base. A função do planejamento prévio é a de planejar os trabalhos da obra antes de seu início, de tal forma que sejam escolhidos os métodos construtivos e os meios

24 24 de produção mais adequados e estes sejam coordenados entre si, considerandose todo quadro de condicionantes internos e externos à empresa. O objetivo deste planejamento é obter o maior rendimento possível com custos de execução os menores possíveis. (Fritz Gehbauer et all, 2002, p. 271) 2. CONSIDERAÇÕES O planejamento na verdade, se inicia bem antes do projeto, continua com este e depois deste. É o fator condicionante de todas as outras fases, distribuindo-se durante o tempo Nesse intervalo de tempo, podemos propor o andamento da obra, o caminhamento lógico e crítico dos serviços, dimensionando a equipe de operários e os suprimentos, em subintervalos pré-determinados Como resultado desta programação, pode-se obter um cronograma de desembolso financeiro, que comparado a uma dotação orçamentária prévia, gera as possíveis variantes do planejado, ou os replanejamentos Este estudo tem como principais características a flexibilidade e a riqueza de dados que resultam do mesmo. Quanto mais detalhado, maior será a clareza das informações e a sua proximidade com o real. Segundo Fritz (2002) o planejamento pode ser subdividido em: Planejamento dos métodos de execução: o Métodos construtivos, técnica empregada, custos; Planejamento físico da obra: o Cronograma detalhado; Planejamento dos recursos operacionais e financeiros: o Mão-de-obra, materiais, máquinas e equipamentos, em níveis físicos e financeiros; Planejamento do canteiro de obras. 3. FATORES IMPORTANTES DE DEFINIÇÃO

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